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Cientistas buscam saídas para frear a degradação dos solos brasileiros

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Foto: Henrique Antunes

Durante quatro dias, de 27 a 30 deste mês, cientistas e professores vão buscar saídas para frear a degradação do solos, que é apontada hoje como o principal entrave que inviabiliza as atividades agropecuárias. O debate e as apostas em soluções acontecerão na IV Reunião Nordestina de Ciência do Solo (IVRNCS), que, simultaneamente, desenvolverá o I Simpósio Piauiense de Ciência do Solo. O tema é o Uso Sustentável do Solo para Segurança Alimentar no Nordeste Brasileiro.

O evento será no Blue Tree Towers Rio Poty Hotel, em Teresina, com abertura oficial às 8:30 horas. A conferência de abertura, com o título Solos inteligentes: um complexo desafio para segurança alimentar e saúde humana, está prevista para começar às 9 horas. O chefe-geral da Embrapa Meio-Norte, Luiz Fernando Leite, é o conferencista. O encontro terá palestras, mesas redondas, minicursos e apresentação de trabalhos em forma de pôsteres e oral. Pelo menos 450 pessoas estão inscritas.

Reunindo pesquisadores experientes, o evento vai abordar aspectos importantes como educação em solos, tipos de solos no Brasil, análises, suprimentos, nutrientes, degradação, agricultura familiar, biomas e os grandes temas solo e segurança alimentar. “Para termos produção vegetal e animal, o solo deve ser manejado com sustentabilidade satisfatória e sem qualquer degradação”, diz Henrique Antunes, pesquisador da Embrapa e  coordenador técnico da reunião.

A IVRNCS é uma realização da Embrapa Meio-Norte, universidades Federal e Estadual do Piauí, Instituto Federal de Educação do Piauí e Sociedade Brasileira de Ciência do Solo (Núcleo Regional do Nordeste). O evento tem o apoio do Governo do Piauí, CNPq, CAPES, Aprosoja, Terra Brasileira, Banco do Nordeste e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Piauí (FAPEPI).

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