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Fertirrigação mudou o cenário da produção no semi-árido baiano

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O ano de 2017 foi o que menos choveu na região de Irecê, na Bahia e, mesmo assim, a produção de cebola, tomate, cenoura e beterraba, só cresceu. Assim como no deserto israelense, onde tudo é produzido pelo uso da irrigação por gotejamento, esta área do semi-árido baiano ao contrário de muitas regiões onde a terra rachou de seca, se transformou num grande mar verde. E tudo isto por causa da fertirrigação. “Nossa disponibilidade de água é limitada, por isto precisamos fazer gestão e, ao mesmo tempo produzir cada vez mais, o que felizmente estamos conseguindo”, afirma o agrônomo Franklin Freitas. Segundo ele, a fertirrigação garantiu maior produtividade, padronização nos produtos e melhoria da sanidade.

Ao todo, são plantados 6,9 mil hectares irrigados e no tomate, têm alcançado entre 70 a 120 toneladas por hectare. “A irrigação em geral, permite manter a produção independente do clima e a microirrigação + fertirrigação potencializa a produtividade trazendo ganhos que o produtor não tinha antes de adotá-la” ressalta o gerente comercial da Rivulis Irrigation, Guilherme Souza.

O Filtro de Disco Automático F7250 foi projetado para oferecer o melhor dos dois mundos, combinando os benefícios dos filtros de tela e uma filtragem 3D com alta eficiência, cujos diferenciais são: O sistema de filtragem F7250 é um conjunto de filtragem de discos que realiza a limpeza ou retrolavagem do sistema de forma automática e dinâmica.

Sem a intervenção do homem, o filtro após a definição de parâmetros como tempo e diferencial de pressão realiza sua limpeza sem a necessidade da paralisação do processo de irrigação. Evita acionamentos desnecessários do sistema de bombeamento gerando economia de até 7% de energia.
Outra redução de custo na operação de filtragem é por ser feita toda automaticamente. São 4 horas de mão de obra a menos por dia.

Inteligência no monitoramento
Outra solução destacada é o monitoramento por satélite. A Rivulis percebeu que o produtor precisava mais que a gestão do seu sistema de irrigação. Em 2018, depois de anos de pesquisa, a empresa israelense lançou no Brasil o Manna Irrigation, um sistema de monitoramento de lavouras via satélite, que permite ao agricultor saber qual área da propriedade necessita de água e a quantidade exata.
O programa faz uma varredura via satélite de toda a área plantada, indicando ao produtor qual parte da plantação precisa de mais ou menos irrigação. A instalação é fácil, é só definir seus campos, culturas e data de plantio. Em 24 horas, o sistema está pronto para fornecer recomendações de irrigação para cada zona de irrigação. A tecnologia é exclusiva Rivulis e possui interface aberta que permite integração com outros tipos de irrigação e pode ser operado de qualquer lugar onde o produtor esteja. “O sistema é acessado nas nuvens, dispensando sensores de solo, o custo de investimentos extras e até mesmo o risco de furtos ou degradação. Sua utilização se dá por assinatura anual, de US$ 10 por hectare”, explica Souza.

Fonte: Rivulis

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