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Notícias

Conab e BNDES firmam acordo para ampliar capacidade operacional de armazenagem da estatal

Por Redação 13/02/2025
Escrito por Redação

Acordo entre Conab e BNDES visa ampliar capacidade operacional de armazenagem da estatal

Um acordo entre a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) foi firmado na tarde desta quarta-feira (12) com o intuito de aprimorar e ampliar a eficiência operacional da estatal a partir de recursos obtidos pela desmobilização de nove imóveis já não utilizados pela Conab. A expectativa é que, com esta iniciativa, haja um incremento da capacidade operacional na ordem de 33%, saindo de 900 mil toneladas para 1,2 milhão de toneladas.

“Temos a necessidade de ampliar nossa capacidade operacional e encontramos uma solução mais rápida, com mais segurança financeira, que é o objetivo do acordo assinado com o BNDES. É a valorização e recuperação dos ativos da Companhia. Serão frutos dos primeiros investimentos os imóveis em Goiás (Rio Verde, Pontalina e Goiânia), no Distrito Federal (Brasília), em Mato Grosso do Sul (Campo Grande), em Mato Grosso (Sorriso e Rondonópolis) e em Minas Gerais (Uberlândia). Serão 33% a mais de capacidade de armazenamento”, destacou o presidente da Conab, Edegar Pretto.

Segundo o documento assinado nesta quarta, caberá ao BNDES apresentar uma modelagem de negócio à Conab de forma a viabilizar parcerias com os setores público e privado a fim de desmobilizar imóveis que geram gastos de manutenção para a estatal mas não atendem às demandas atuais.

Brasil deve ter safra recorde de grãos em 2024/25, com 325,7 milhões de toneladas

Em um primeiro momento, 9 imóveis, sendo 8 armazéns desativados e um pavimento comercial, serão objetos de análise. Os bens estão avaliados em torno de R$ 175 milhões. “É um projeto de valorização de ativos e aumento de investimentos da Conab”, ressaltou Barbosa.

Os recursos provenientes da desmobilização serão utilizados para a modernização dos armazéns da Companhia em atividade, ampliando a capacidade operacional da empresa. Nessa primeira ação, oito unidades armazenadoras localizadas em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Distrito Federal devem ser contempladas com melhorias.

“A Conab está fazendo uma estruturação financeira que possibilite aumentar a sua capacidade de armazenamento, por meio do BNDES. Estamos em uma operação de fortalecimento da Conab e um equacionamento financeiro que não requererá recursos orçamentários”, reforçou o ministro do MDA.

Além de aprimorar a eficiência, a iniciativa visa reduzir custos, agilizar processos e garantir, ao mesmo tempo, a continuidade das ações públicas desempenhadas pela Companhia. O Contrato possui validade de 36 meses, podendo ser prorrogado, mediante termo aditivo, até o limite de 60 meses.

 

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Notícias

Brasil deve ter safra recorde de grãos em 2024/25, com 325,7 milhões de toneladas

Por Redação 13/02/2025
Escrito por Redação

Brasil deve ter safra recorde de grãos em 2024/25, com 325,7 milhões de toneladas

Os produtores e produtoras brasileiros devem colher 325,7 milhões de toneladas de grãos na safra 2024/25, um crescimento de 9,4% em relação à temporada anterior. O resultado é reflexo tanto de um aumento de 2,1% na área cultivada, estimada em 81,6 milhões de hectares, como na recuperação de 7,1% na produtividade média das lavouras, prevista para 3.990 quilos por hectare.

Caso esse cenário se confirme no final do ciclo, este será o maior volume a ser colhido na série histórica da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Os dados estão no 5º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela estatal nesta quinta-feira (13).

Embarques de soja devem alcançar 10,1 milhões de toneladas em fevereiro

A Conab também aponta para um aumento na produção total de milho, com expectativa de produção chegando a 122 milhões de toneladas, alta de 5,5% sobre a colheita no ciclo anterior. Conforme indica o Progresso de Safra publicado nesta semana pela Companhia, a colheita da primeira safra do cereal já atinge 13,3% da área plantada.

Nesta temporada houve uma redução de 6,6% na área semeada para o milho 1ª. Mas essa queda foi compensada pelo ganho da produtividade média, superior em 9,9% à 2023/24. Com isso a projeção é que sejam colhidas 23,6 milhões de toneladas apenas neste primeiro ciclo. Já a 2ª safra do grão a semeadura já foi realizada em 18,8% da área.

As condições climáticas são favoráveis e projeta-se, no momento, crescimento de 2,4% para a área de plantio, refletindo em uma produção de 96 milhões de toneladas, crescimento de 6,4%.

O plantio do milho 2ª acompanha a velocidade de colheita da soja. Com 14,8% da área já colhida, a expectativa é que a produção da oleaginosa está estimada em 166 milhões de toneladas, 18,3 milhões de toneladas acima do total produzido na safra anterior.

O resultado reflete o aumento na área destinada para a cultura combinada com a recuperação da produtividade média nas lavouras do país. As condições climáticas foram favoráveis, principalmente no Paraná, em Santa Catarina e na maioria dos estados do Centro-Oeste. As exceções ficam para Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul, que registraram restrição hídrica a partir de meados de dezembro.

Com a semeadura praticamente concluída, a área destinada para o arroz deve atingir 1,7 milhão de hectares, 6,4% superior à área cultivada na safra anterior.

No Rio Grande do Sul, maior produtor do grão no país, as altas temperaturas e a redução hídrica dos reservatórios, em algumas regiões do estado, embora não indiquem redução de produtividade média, causam preocupações aos produtores. A Conab estima que a produção chegue a 11,8 milhões de toneladas, alta de 11,4% quando comparada com a colheita da safra passada.

Feijão

Para o feijão, a Companhia também espera um maior volume colhido em 2024/25, com as três safras da leguminosa chegando a 3,3 milhões de toneladas. A primeira safra do produto se encontra em diversos estágios fenológicos e 47% da área estava colhida em 10 de fevereiro.

A Conab verifica aumento tanto de área como de produtividade, com a produção estimada em 1,1 milhão de toneladas. Para a segunda safra de feijão, o plantio está em fase inicial e a expectativa é que a colheita chegue a 1,46 milhão de toneladas; enquanto que na terceira a projeção é que sejam colhidas 778,9 mil de toneladas.

Algodão

No caso do algodão, a expectativa é que haja um crescimento de 4,8% na área de plantio, estimada em 2 milhões de hectares. A semeadura da fibra já passa de 87% da área prevista e a perspectiva aponta para uma produção de pluma em 3,8 milhões de toneladas, um novo recorde para a cultura caso o resultado se confirme.

Para as culturas de inverno, as primeiras estimativas, resultantes de modelos estatísticos, análise de mercado, previsões climáticas e informações preliminares, indicam a produção de trigo, principal produto cultivado, em 9,1 milhões de toneladas. O início do plantio no Paraná tem início a partir de meados de abril e no Rio Grande do Sul em maio. Os estados representam 80% da produção tritícola do país.

Mercado

Com o ajuste na produção de milho, uma vez que o cenário de preços no período de plantio da 2ª safra desta temporada se apresenta mais atrativos em relação ao ciclo 2023/24, a demanda interna também passou por atualização e está estimada em 86,9 milhões de toneladas neste levantamento.

Ainda assim, para as exportações do cereal a Conab prevê uma uma leve redução se comparado com o ciclo, dado os consistentes aumentos de demanda interna por milho nacional e a consequente menor sobra de produto para comercialização no mercado internacional. Diante deste panorama, devem ser embarcadas 34 milhões de toneladas na safra 2024/25.

Para o arroz, a Conab atualizou a área semeada para a cultura, resultando em uma produção de 11,8 milhões de toneladas. O aumento na colheita na atual safra garante o abastecimento interno e ainda possibilita um aumento das exportações de arroz brasileiro para 2 milhões de toneladas.

 

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Notícias

Venda de etanol pelos produtores do Centro-Sul segue aquecida em 2025

Por Redação 12/02/2025
Escrito por Redação

Venda de etanol pelos produtores do Centro-Sul segue aquecida em 2025

Em janeiro, as vendas de etanol pelas unidades do Centro-Sul totalizaram 3,06 bilhões de litros, o que representa uma variação positiva de 2,07% em relação ao mesmo período da safra 2023/2024.

No mercado interno, o volume de etanol hidratado vendido pelas unidades do Centro-Sul totalizou 1,83 bilhão de litros, registrando crescimento de 3,90% em relação ao mesmo período da safra anterior. A venda de etanol anidro, por sua vez, atingiu a marca de 1,09 bilhão de litros, com avanço de 5,34%.

Exportações de café recuam 1,6% em janeiro, apontam dados do Cecafé

O diretor de Inteligência Setorial da Unica, Luciano Rodrigues, destaca que “na segunda quinzena de janeiro, o volume de etanol hidratado vendido pelas unidades do Centro-Sul no mercado interno surpreendeu, superando 1 bilhão de litros pela primeira vez nessa safra e sendo o maior valor registrado desde a 2ª quinzena de julho da safra 2019/2020”.

No acumulado desde o início da safra 2024/2025 até 1º de fevereiro, a comercialização de etanol pelas unidades do Centro-Sul somou 29,83 bilhões de litros, registrando crescimento de 10,73%. O volume acumulado de etanol hidratado totalizou 19,21 bilhões de litros (+18,18%), enquanto o de anidro alcançou 10,62 bilhões de litros (-0,60%).

“A despeito da retração na moagem, a oferta de etanol cresceu devido ao aumento na produção de etanol a partir do milho, ao mix de produção mais alcooleiro nas usinas de cana, ao estoque de passagem mais elevado no início do ciclo 2024/2025 e a redução nas exportações do biocombustível, permitindo um avanço significativo nas vendas no mercado interno”, explicou Rodrigues.

Moagem e produção

Na segunda quinzena de janeiro, as unidades produtoras da região Centro-Sul processaram 239,37 mil toneladas ante a 709,8 mil da safra 2023/2024 – queda de 66,28%. No acumulado desde o início da safra 2024/2025 até 1º de fevereiro, a moagem atingiu 614,16 mil toneladas, ante 646,02 milhões de toneladas registradas no mesmo período no ciclo anterior – queda de 4,93%.

Operaram na segunda quinzena de janeiro 19 unidades produtoras na região Centro-Sul, sendo 3 unidades com processamento de cana, dez empresas que fabricam etanol a partir do milho e seis usinas flex (unidades com capacidade de produzir etanol de milho e de cana-de-açúcar). No mesmo período na safra 23/24, operaram 21 unidades produtoras.

Rodrigues esclarece que “a moagem nesse período é praticamente desprezível diante da quantidade de cana-de-açúcar do Centro-Sul”. Estamos na entressafra da região e o processamento de cana só deve começar a ser restabelecido em meados de março, acrescentou o executivo.

Produção de açúcar e etanol

A produção de açúcar na segunda quinzena de janeiro totalizou apenas 7,3 mil toneladas. No acumulado desde o início da safra, a fabricação do adoçante totalizou 39,80 milhões de toneladas, contra 42,13 milhões de toneladas do ciclo anterior (-5,52%).

Na segunda metade de janeiro, a fabricação de etanol pelas unidades do Centro-Sul atingiu 401,8 milhões de litros, sendo 237,5 milhões de litros de etanol hidratado (+8,79%) e 164,3 milhões de litros de etanol anidro (+73,97%). No acumulado do atual ciclo agrícola, a fabricação do biocombustível totalizou 33,19 bilhões de litros (+3,43%), sendo 21,11 bilhões de etanol hidratado (+9,84%) e 12,08 bilhões de anidro (-6,14%).

Do total de etanol obtido na segunda quinzena de janeiro, 96,49% foram fabricados a partir do milho, registrando produção de 387,67 milhões de litros neste ano, contra 280,10 milhões de litros no mesmo período do ciclo 2023/2024 – aumento de 38,40%. No acumulado desde o início da safra, a produção de etanol de milho atingiu 6,78 bilhões de litros – avanço de 31,23% na comparação com igual período do ano passado.

O diretor da Unica acrescenta que a produção de etanol de milho registrada até o momento já é superior ao volume observado em toda a safra 2023/2024. “Faltando dois meses para terminar oficialmente a safra 2024/2025, já registramos recorde de produção de etanol de milho no Centro-Sul”, afirma Rodrigues.

 

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12/02/2025 0 Comentários
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Brasil exporta recorde de 4,5 milhões de sacas de café em setembro
MercadoNotícias

Exportações de café recuam 1,6% em janeiro, apontam dados do Cecafé

Por Redação 12/02/2025
Escrito por Redação

Exportações de café recuam 1,6% em janeiro, apontam dados do Cecafé

De acordo com relatório estatístico mensal do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), o país embarcou um total de 3,977 milhões de sacas de 60 kg do produto em janeiro de 2025, o que implica uma leve redução de 1,6% em relação aos 4,042 milhões de sacas apurados no primeiro mês do ano passado. Em receita, porém, há incremento de 59,9% no mesmo intervalo comparativo, com o ingresso de divisas saltando de US$ 823 milhões para os atuais US$ 1,316 bilhão.

“Por estarmos em período de entressafra no Brasil e continuarmos enfrentando intensos gargalos logísticos, podemos considerar como boa a performance das exportações de café, em janeiro, quando comparadas com o mesmo período de 2024. Já o incremento na receita cambial, na casa dos 60%, ratifica o efeito das altas dos preços que já vem desde longo período”, analisa o presidente da entidade, Márcio Ferreira.

Tipos de café

Em janeiro, o café arábica, com a emissão de 3,278 milhões de sacas ao exterior, permaneceu como o mais exportado pelo Brasil. Esse volume equivale a 82,4% do total embarcado, mesmo implicando leve queda de 0,3% frente a janeiro de 2024.

Na sequência, vieram os cafés canéforas (conilon + robusta), apesar de recuo de 28,9 pontos percentuais na comparação anual. No primeiro mês deste ano, o país remeteu 328.074 sacas ao exterior dessa espécie, o que gerou uma representatividade de 8,3% nas exportações totais.

Os segmentos do café solúvel, com 365.598 sacas – avanço de 24,8% e 9,2% do total –, e do produto torrado e torrado e moído, com 4.968 sacas (+156,6% e 0,1% de representatividade), completaram a lista.

Embarques de soja em grão devem alcançar 10,1 milhões de toneladas em fevereiro

“Os cafés industrializados puxaram a fila do bom desempenho em janeiro. Todavia, não podemos deixar de notar a redução no volume dos canéforas, que foi motivada, principalmente, pelo fato de o café concorrente do Vietnã, desde a entrada da safra, em novembro, ter se tornado bem mais competitivo em termos de preço. Esse movimento deve continuar nos próximos meses, no mínimo, até a colheita da safra nacional de conilon e robusta, em maio”, comenta Ferreira.

Ele analisa, ainda, a leve redução no volume de arábica remetido ao exterior. “Também é possível notar outras origens mais competitivas do que o Brasil, em especial no que se refere a cafés naturais finos e aos de peneiras maiores em relação aos nossos cafés semi-lavado ou cereja descascado. Essa tendência, quando falamos em volume, deve permanecer, similar ao que prevejo aos canéforas, até a entrada da próxima safra de arábica brasileira”, completa.

Principais destinos

Os Estados Unidos foram o principal destino dos cafés do Brasil no mês passado, com a importação de 713.348 sacas, o que equivale a 17,9% do total e implica crescimento de 3,1% na comparação com janeiro de 2024.

A Alemanha, com 11,5% de representatividade, adquiriu 457.569 sacas (-35%) e ocupou o segundo lugar no ranking. Na sequência, vieram Itália, com a importação de 262.809 sacas (+31,2%); Japão, com 247.840 sacas (+15,5%); e Bélgica, com 206.283 sacas (-50,4%).

Mesmo com os cafés vietnamitas e indonésios mais competitivos que os canéforas nacionais em janeiro, o Brasil ainda ampliou seus embarques de café verde para ambos os destinos asiáticos, em 387,2% (51.963 sacas) e 95,3% (37.562 sacas), respectivamente.

“As exportações de café para Vietnã e Indonésia são de contratos fechados em meados do ano passado, quando nossos conilon e robusta eram mais competitivos. Esses cafés, em verdade, já deveriam ter saído de nosso país se não fossem, principalmente, os gargalos logísticos nos portos brasileiros, que impediram o embarque de 1,8 milhão de sacas em 2024 devido a constantes atrasos de navios e alterações de escalas”, explica Ferreira. “Também a esses destinos, a tendência é de redução nos próximos meses”, conclui.

Cafés diferenciados

Os cafés que possuem qualidade superior ou certificados de práticas sustentáveis responderam por 25,4% das exportações de café totais no mês passado, com a remessa de 1,012 milhão de sacas ao exterior. Esse volume é 24,5% superior ao registrado em janeiro de 2024.

A um preço médio de US$ 388,35 por saca, a receita cambial com os embarques dos cafés diferenciados foi de US$ 393 milhões, o que correspondeu a 29,9% do obtido com todos os embarques de café no primeiro mês deste ano. No comparativo anual, o valor foi 113,1% maior do que o registrado em janeiro de 2024.

No ranking dos principais destinos dos cafés diferenciados, os EUA também ficaram na liderança, com a compra de 206.657 sacas, o equivalente a 20,4% do total desse tipo de produto exportado. Fechando o top 5, apareceram Bélgica, com 135.216 sacas e representatividade de 13,4%; Alemanha, com 134.749 sacas (13,3%); Japão, com 67.181 sacas (6,6%); e Holanda (Países Baixos), com 57.869 sacas (5,7%).

Safra 2024/25

As exportações de café, no acumulado de julho de 2024 a janeiro de 2025, totalizaram 30,147 milhões de sacas, gerando o ingresso de US$ 8,522 bilhões no país. Na comparação com o primeiro septimestre da temporada 2023/24, foram registrados crescimentos de 11,3% em volume e 60,3% em receita cambial.

Os dois desempenhos são os maiores da história para esse intervalo de sete meses de um ano safra cafeeiro no Brasil e foram impulsionados pelos recordes alcançados, em sacas e dólares, com os embarques de café verde e industrializado, principalmente o produto solúvel.

 

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Esmagamento de soja deve bater recorde em 2026, com 61,5 milhões de toneladas
MercadoNotícias

Embarques de soja devem alcançar 10,1 milhões de toneladas em fevereiro

Por Redação 12/02/2025
Escrito por Redação

Embarques de soja em grão devem alcançar 10,1 milhões de toneladas em fevereiro

Em seu relatório semanal, divulgado nesta terça-feira (11), a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) informa que o Brasil deve embarcar 10,097 milhões de toneladas de soja em grão em fevereiro, contra 9,608 milhões de toneladas de igual mês do ano passado.

Já os embarques de farelo de soja devem alcançar 1,929 milhão de toneladas em fevereiro, contra 1,454 milhão de toneladas do mesmo mês de 2024. Ademais, as exportações de milho devem somar 1,302 milhão de toneladas em fevereiro, contra 724 mil toneladas de igual mês do ano passado.

Fonte: Datagro

 

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Notícias

Inflação dos alimentos é explicada por menos oferta, diz IBGE

Por Redação 12/02/2025
Escrito por Redação
Inflação dos alimentos é explicada por menos oferta, diz IBGE

© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

A menor oferta de produtos alimentícios como o tomate e a cenoura explica a alta da inflação de alimentos apurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de janeiro. O índice divulgado nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que o grupo alimentos e bebidas subiu 0,96% no mês, representando impacto de 0,21 ponto percentual (p.p.) no IPCA, segundo informações da “Agência Brasil”.

Apesar da alta, o resultado é uma desaceleração. Em dezembro, o grupo teve expansão nos preços de 1,18%.

Em janeiro, só o grupo transportes (alta de 1,3% e peso de 0,27 p.p.) subiu mais que os alimentos e bebidas. O IPCA como um todo fechou o primeiro mês do ano em 0,16%, o menor para o mês desde 1994, quando começou o Plano Real.

Preocupação com preços

A inflação dos alimentos é um dos principais focos de preocupação do governo. Na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse querer baixar o custo de vida da população.

De acordo com o IBGE, o grupo alimentação e bebida tem um peso mensal de 21,69% no custo de vida da população com rendimento até 40 salários mínimos.

O governo estuda também reduzir tarifa de importação para baratear alimentos.

Produtos

Entre os itens apurados pelo IBGE, o que mais subiu em janeiro foi o de tubérculos, raízes e legumes, 8,19%. Em seguida figuram bebidas e infusões (2,96%), pescados (1,71%) e aves e ovos (1,69%).

O índice de difusão dos produtos alimentícios no IPCA de janeiro foi de 71%. Isso representa que de todos os subitens pesquisados, 71% tiveram aumento de preço.

Os pesquisadores do IBGE encontraram os maiores impactos no café moído (8,56% e impacto de 0,04 p.p.), tomate (20,27% e 0,04 p.p.) e cenoura (36,14% e 0,02 p.p.).

O gerente da pesquisa, Fernando Gonçalves, explica que as altas desses produtos são explicadas por questões ligadas à quantidade produzida pelos agricultores.

“A cenoura tem uma concentração de produção em Minas Gerais, Bahia e Goiás enviando menos produto para o mercado, então teve uma redução na oferta”.

Quando um produto diminui a disponibilidade no mercado, e a procura por parte dos consumidores continua a mesma, a tendência é aumento do preço, efeito da chamada “lei de oferta e procura”.

Clima

Gonçalves explicou que a produção de tomate foi influenciada ainda por questão climática.

“O tomate também teve problema de chuva muito intensa. Isso limitou um pouco a produção. Alguns frutos ficaram manchados, e janeiro teve esse problema de redução da produção”, afirmou o gerente da pesquisa.

Somado a isso, ele destaca que o produto está em período de fim de safra. “Isso já começa a trazer uma redução de oferta”.

Contextualizando que algumas culturas sofreram com problemas climáticos no ano passado, Gonçalves acrescenta que produtores que tiveram perdas podem também optar por não insistir no cultivo dos mesmos alimentos, diminuindo a oferta. “Às vezes os produtores têm prejuízo em algum tipo de cultura, então reduzem as produções nas próximas plantações”, ressalta.

Clima favorável deve impulsionar o setor de máquinas agrícolas em 2025

O café, subitem alimentício que mais pressionou para cima a inflação, deve manter o preço em alta, de acordo com produtores. Nesse caso, além do clima ter afetado a produção, a maior demanda global também empurra os preços para o alto.

Carnes sobem menos

Em relação às carnes, que subiram 0,36% em janeiro, patamar bem abaixo de meses anteriores, Fernando Gonçalves fez uma relação com a chegada do período de chuvas.

“Chuvas vieram, então começa a melhorar o pasto, isso tudo traz reduções no custo de produção, que podem influenciar nesse custo final da proteína”.

Em dezembro de 2024, a inflação das carnes tinha sido de 5,26%. Em novembro chegou a 8,02%.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem dito que a queda recente do dólar e a safra recorde de 2025 vão contribuir para conter a inflação dos alimentos.

De acordo com estimativas do IBGE, após redução em 2024, a safra nacional deve apresentar expansão de 10,2% em 2025.

 
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Notícias

Estiagem provoca prejuízo de R$ 117,8 bilhões na agropecuária do RS

Por Redação 12/02/2025
Escrito por Redação

- Estiagem provoca prejuízo de R$ 117,8 bilhões na agropecuária do RS

Um levantamento realizado pela Assessoria Econômica da Farsul calculou os prejuízos causados pela estiagem dos últimos anos no Rio Grande do Sul. De 2020 a 2024, o estado não registrou perdas apenas em 2021, acumulando um total de R$ 106,5 bi que, aplicando o IPCA, chega a R$ 117,8 bilhões. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (11/2).

Considerando todo o agronegócio, incluindo a agropecuária, indústria, serviços e impostos indiretos o total chega a R$ 319,1 bilhões. O valor é equivalente a 49% do PIB do estado tendo como referência a estimativa preliminar de 2023 (último dado do DEE) que é de R$ 645,3 bi. Para o cálculo foram utilizadas as culturas de arroz, soja, milho e trigo, principais do estado.

Show Rural começa nesta segunda com projeção de R$ 6 bilhões em negócios

O economista-chefe da Farsul, Antônio da Luz, ressalta o impacto do acumulado na economia do Rio Grande do Sul. “O Rio Grande do Sul perdeu quase metade de um PIB inteiro por conta das estiagens quando consideramos as perdas ampliadas nas cooperativas, indústrias, comércios e serviços. Somente os produtores perderam R$ 117 Bilhões. É algo sem precedentes na história econômica do estado”, declarou.

 

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Show Rural Coopavel

Stihl apresenta novos geradores, motosserra, lavadoras, soprador e tesoura de poda

Por Redação 12/02/2025
Escrito por Redação

Stihl apresenta novos geradores, motosserra, lavadoras, soprador e tesoura de poda

A Stihl apresenta no Show Rural Coopavel os novos produtos do portfólio da marca, são eles: geradores, motosserra, lavadoras de alta pressão a bateria, soprador a bateria e tesoura de poda a bateria. Além dos destaques e de toda a linha de produtos, o espaço da Stihl conta com uma área de demonstração e condições especiais.

“Acompanhamos de forma próxima a realidade dos clientes Stihl nos trabalhos com e na natureza, o que nos permite entender e identificar oportunidades para ajudá-los cada vez mais. Com isso, os lançamentos não são apenas um aumento de portfólio, mas, sim, novas soluções pensadas para facilitar as atividades dos produtores nos seus negócios, aumentando a produtividade e gerando novos resultados”, afirma a gerente de Marketing da Stihl, Andréia Edi da Silva Volz.

Os geradores possuem três modelos, com três classes de potência: o GR 40, com 2,5 kW; o GR 60, com 5,5 kW; e o GR 80, com 8,0 kW. Os equipamentos possibilitam uma fonte de energia para regiões com pouco ou nenhum acesso à rede elétrica, são então uma alternativa em caso de suspensão do abastecimento de energia elétrica, ou até mesmo como fonte móvel, como é o caso de food trucks.

Outra aplicação é o uso em máquinas de produção, para indústrias de pequeno porte, pela capacidade, tamanho e praticidade que oferecem. Os geradores possuem peças compatíveis com outros produtos Stihl, como motobombas, motores estacionários e motocultivadores.

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A nova motosserra profissional MS 363, com 62,6 cilindradas e 5,6 kg – máxima potência com o mínimo de peso -, é leve e com alta potência para trabalhos no mercado florestal e agropecuário. Voltada para usuários que priorizam desempenho e aceleração rápida, a ferramenta oferece menor fadiga ao operador pela leveza e ergonomia por conta do sistema de amortecimento com molas de aço.

O novo modelo é ideal para derrubada de árvores de porte médio e desgalhamento e demais operações de corte de madeira. A MS 363 possui um motor dois tempos com alta produtividade e baixa necessidade de manutenção. Para o fácil controle visual de combustível, uma marcação indica o nível de 50% da capacidade do tanque visando evitar pane seca durante cortes exigentes.

Os dois modelos de lavadoras de alta pressão, os primeiros a bateria da marca no Brasil e voltados ao mercado doméstico, proporcionam primordialmente uma mobilidade de trabalho diferenciada, pois independem de uma fonte de energia fixa, como a tomada, por exemplo; alta pressão de trabalho, 100 bar e 125 bar nos modelos REA 60 e REA 100, respectivamente; e três opções de bicos em um mesmo para que o usuário possa escolher o ideal de forma prática e fácil. O modelo REA 60, que possui 5 metros de mangueira, pode desempenhar de 12 a 25 minutos com a bateria Stihl AK30S. Já a REA 100, possui seis metros de mangueira e pode atingir um trabalho de 14 a 45 minutos com a bateria Stihl AP 300S. A autonomia varia conforme o nível de pressão escolhido para o trabalho. Para complemento do trabalho, os lançamentos podem utilizar 15 acessórios, tais como: escovas de limpeza, kit veicular, extensão de lança e de mangueira, entre outros.

A tesoura de poda a bateria ASA 20 para usuários domésticos realiza cortes de ramos e galhos em trabalhos de poda ornamentais em plantas e arbustos, bem como também na poda de árvores frutíferas, permitindo até dois mil cortes com uma carga completa de energia.

O produto pesa menos de 1kg com a bateria, o que permite uma utilização prática e ergonômica do equipamento. O diâmetro mínimo de corte é 19 mm e o máximo 25 mm. Já o soprador BGA 30 é ideal para limpeza de calçadas, gramados e escadas com folhas, grama, pequenos galhos e resíduos. Com baixo ruído e sem cabos, permite a limpeza de áreas em locais sem perturbar os demais.

 

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NotíciasShow Rural Coopavel

Orion lança nova linha de bicos aplicadores de bioinsumos dentro do solo

Por Redação 12/02/2025
Escrito por Redação

Orion lança nova linha de bicos aplicadores de bioinsumos dentro do solo

A Orion acaba de lançar o bico aplicador Orion ExtremeJet, exclusivo da marca. A linha de bicos promete revolucionar a aplicação de bioinsumos no solo, elevando a eficiência das aplicações dos equipamentos da Orion de 98% para 99%. Segundo a fabricante, este avanço proporciona a entrega mais precisa e eficaz dos microrganismos vivos e viáveis dentro do solo. A novidade é apresentada pela empresa na Show Rural Coopavel, que acontece nesta semana em Cascavel (PR).

O bico Orion ExtremeJet é um produto desenvolvido pela Orion em parceria com a TeeJet Technologies, após um processo de pesquisa e desenvolvimento que durou quatro anos. Fabricados nos Estados Unidos, os bicos são produzidos em aço inox 303 retificado, o que garante que o fluido que circula pelo bico passe por uma superfície completamente lisa e sem porosidade. Isso resulta em uma preservação ainda maior dos microrganismos aplicados, assegurando que cheguem ao solo com a máxima viabilidade e eficiência.

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A principal característica do ExtremeJet é o seu jato sólido e uniforme, que elimina completamente as perdas por deriva. Essa característica permite uma aplicação precisa e sem desperdícios, atendendo às necessidades de agricultores que buscam a máxima performance no uso de bioinsumos, além de garantir que os microrganismos não sejam prejudicados durante a aplicação.

“O bico Orion ExtremeJet se destaca pela capacidade de adaptar o comportamento do jato em diferentes pressões, mantendo uma alta uniformidade e precisão do jato. A faixa de pressão ideal, que varia entre 11 e 15 PSI, garante que o bico entregue uma aplicação sem perdas e com garantia que os microrganismos chegarão vivos e viáveis”, afirma o CEO e diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Orion, Ricardo Rodrigues da Cunha.

Outro diferencial importante é a variedade de vazões ou calibres que a linha ExtremeJet oferece. Com isso, é possível atender a diferentes condições de velocidade de plantio, taxa de aplicação ou mesmo espaçamento entre linhas. Desta forma, a aplicação será realizada na faixa ideal de pressão.

“Com o lançamento dos bicos Orion ExtremeJet, a Orion reafirma seu compromisso com a inovação e com a busca constante por soluções que otimizem a aplicação de bioinsumos dentro do solo. Estamos entusiasmados em continuar a liderar o mercado com produtos que fazem a diferença e permitem maximizar os resultados dos nossos clientes”, afirma o vice-presidente da Orion, Alexandre Santiago.

A partir de 12 de fevereiro de 2025, os bicos Orion ExtremeJet 01 e 015 serão itens padrão para a linha Hunter da empresa. Os demais calibres estarão disponíveis a partir de 20 de março de 2025, permitindo que os clientes escolham o calibre ideal para cada situação.

“O lançamento dos bicos Orion ExtremeJet representa um passo importante para a Orion, que continua se destacando pela inovação e compromisso com a sustentabilidade e eficiência agrícola. Com essa nova tecnologia, a empresa reforça seu papel de liderança no setor de aplicação de bioinsumos dentro do solo, entregando soluções cada vez mais precisas e rentáveis para os agricultores, e contribuindo diretamente para o desenvolvimento sustentável da agricultura mundial”, afirma o diretor de Marketing e Novos Negócios do Grupo Orion, Rodrigo Alandia.

 

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NotíciasShow Rural Coopavel

Sicoob disponibiliza R$ 2 bilhões aos agricultores no Show Rural Coopavel

Por Redação 11/02/2025
Escrito por Redação

Sicoob disponibiliza R$ 2 bilhões aos agricultores no Show Rural Coopavel

O Sicoob participa do Show Rural Coopavel com recursos de R$ 2 bilhões em linhas para custeio, investimento, comercialização e industrialização, incluindo linhas específicas para agricultores familiares, médios e grandes produtores.

A instituição financeira cooperativa também opera com os Programas Agropecuários do BNDES e BRDE, linhas do FCO e do Funcafé, além de recursos próprios, como Capital de Giro Agropecuário e a Cédula de Produto Rural Financeira (CPRF). Há ainda a opção do InvestFeira, uma linha com taxas especiais para facilitar a aquisição de máquinas, equipamentos, sistemas de energia fotovoltaica, veículos, utilitários e animais. Além disso, há consórcios e seguros com descontos especiais, que variam de 10% a 30%.

Em 2024, o Sicoob registrou 4.085 propostas, totalizando mais de R$ 1,67 bilhão em volume de negócios. Durante a feira, foram comercializadas 823 cotas de consórcios, totalizando R$ 150 milhões em cartas de crédito e realizadas 790 cotações de seguros, que somam mais de R$ 14 milhões.

 

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