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AgrishowManutençãoTecnologia

Gates apresenta portfólio para manutenção de máquinas agrícolas

Por redação 22/04/2024
Escrito por redação

Marca de correias agrícolas e mangueiras hidráulicas foca em produtividade no campo e destaca tecnologia de materiais

Gates do Brasil apresenta portfólio para manutenção de máquinas agrícolasPara quem trabalha no campo, a produtividade da operação é essencial para alcançar bons resultados. E não é segredo: a falta de manutenção dos equipamentos agrícolas interfere na redução direta da eficiência operacional. Isso ocorre devido a interrupções não programadas para realizar procedimentos de manutenção. Por isso, a manutenção preventiva é tão importante.

A Gates do Brasil levará para a Agrishow 2024 um amplo portifólio de produtos para estes mercados. Além do foco em inovação e sustentabilidade, a marca é reconhecida pelo desenvolvimento de produtos que suportam aplicações severas.

“O agronegócio é um setor importante para a Gates do Brasil. Estamos ampliando nossos esforços para atender cada vez mais este público, que hoje representa 40% do negócio no país. Por isso, é essencial estar próximo ao cliente numa feira como a Agrishow, para entender cada vez mais as demandas do agro brasileiro”, explica Sidney Aguilar, Diretor de Vendas e Marketing da Gates.

Neste ano, a novidade da Gates é a linha de mangueiras hidráulicas ProFlex™, uma nova solução da linha Pro™ Series para a indústria e para o campo. A ProFlex™ é uma mangueira de pressão variável de acordo com o diâmetro, que atende às normas SAE 100R2, EN 857 2SC, EN 853 2SN, SAE 100R16 e SAE 100R17.

Entre seus diferenciais, o destaque é a construção com reforço de aço de alta resistência, como também a inovadora tecnologia de dois trançados integrados. Um produto mais compacto, excedendo em flexibilidade e reduzindo a força de flexão na instalação, proporcionando rapidez e melhor ergonomia.

Correias de alto desempenho

Nesta edição, a Gates apresenta sua linha de correias agrícolas para tratores, colhedoras e colheitadeiras do motor ao rotor.

Focada em entregar solução e tecnologia também para o mercado agrícola, o portifólio da Gates conta com produtos de alto desempenho que vão desde as correias Micro-V do motor, fabricadas com composto EE (Elastômero Etileno), passando por correias de borracha Individuais e Powerband que contam também com as versões Predator, exclusividade da Gates com alta resistência à cargas de choque, temperatura e abrasão, até as correias fabricadas em EPDM, Powerbands e variadoras de velocidade, que acionam sistemas importantes dos equipamentos, incluindo o rotor. Todas elas garantem o funcionamento excelente dos equipamentos no campo.

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Mangueiras mais flexíveis

Os visitantes também poderão conferir a geração de mangueiras hidráulicas MXT™, MXG™4K e MXG™ 5K, que contam com tecnologias aplicadas para maior agilidade na manutenção de equipamentos. Na linha completa de mangueiras Megasys ™ destacam-se os modelos MXG™ 4K e MXG™5K, que além de mais leves, mais flexíveis e que exigem menos força ao dobrar, são projetadas para um milhão de ciclos de impulso (quando aplicadas com os terminais “GS”) e substituem integralmente as mangueiras espirais convencionais (SAE 100R12 e SAE 100R13). Fabricadas com a exclusiva tecnologia de construção Xpiral™ da Gates, possui cobertura especial de alta resistência à abrasão XtraTuff™Plus (XTP), que além da grande durabilidade em aplicações exigentes sob temperaturas de até 121ºC, possui uma resistência superior ao ozônio.

No estande também estará disponível a MXT™, mangueira premium para diversas aplicações que supera os constantes desafios enfrentados na agroindústria. Mais leve, com maior flexibilidade e resistência, tem reforço de apenas um trançado de fios aço e compostos de borracha de alta tecnologia, o que atende e/ou excede requisitos de diversas normas técnicas para dois trançados e permite redução de inventários consolidando estoques.

Para maquinários agrícolas e equipamentos movidos a Diesel, a Gates apresenta também, as de mangueiras para sistemas SCR (Selective Catalytic Reduction – Redução Catalítica Seletiva), produzidas com materiais nobres, que garantem o funcionamento do sistema mesmo nas condições mais severas, além de serem mais leves e resistentes à corrosão e abrasão.

 

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AgrishowTecnologia

Trator Solis 105 será destaque da Yanmar na Agrishow 2024

Por redação 22/04/2024
Escrito por redação

Portfólio da marca em exposição reúne máquinas agrícolas e de construção civil, além de motores e grupos geradores que auxiliam os produtores rurais brasileiros nas mais distintas tarefas e aplicações no campo

Trator Solis 105 será destaque da Yanmar na Agrishow 2024A multinacional japonesa Yanmar leva para a 29ª edição da Agrishow soluções que vão desde máquinas destinadas ao segmento, até equipamentos de construção civil, motores e grupos geradores, que podem ser utilizados nas mais diversificadas atividades no campo.

Dentre os principais destaques para a feira, está o lançamento do trator Yanmar Solis 105, que marca a entrada da empresa na comercialização do equipamento com mais de 100 cavalos de potência.

“Acreditamos que todos os produtores rurais, independentemente do tamanho de sua propriedade, precisam de equipamentos de alta qualidade e potência. Por isso, trouxemos essa versão, que passa a ser uma alternativa mais acessível e eficiente se comparado com os tratores de grande porte, que muitas vezes são incompatíveis com as demandas e orçamentos dos agricultores familiares”, explica Fernando Figueiredo, gerente Comercial Agrícola da Yanmar South America.

Seguindo o mesmo objetivo de tornar acessível os equipamentos da marca entre os pequenos e médios produtores, a Yanmar também passa a oferecer a oportunidade de adquirir alguns modelos de tratores por meio do programa Mais Alimentos, que possui taxas de juros atrativas e prazos de pagamento flexíveis, facilitando o acesso à mecanização e impulsionando a produtividade no campo.

Pulverização: sensores com IA captam até 30 imagens por segundo

“Acreditamos que a agricultura familiar é a base do agronegócio brasileiro. Por isso, nos dedicamos a ir além e não só oferecer soluções inovadoras e personalizadas para esse perfil, mas também condições especiais de pagamento para que essas aquisições se tornem viáveis. Além do programa, também oferecemos financiamentos junto ao banco de fábrica da Yanmar, o DLL, que conta com taxas e prazos competitivos”, complementa Figueiredo.

Das soluções, a marca reúne em seu estande tratores que vão de 26 a 105 cavalos de potência; colheitadeira de grãos classe 2 – sendo ela considerada a menor do mercado brasileiro -; transplantadeira de mudas; miniescavadeiras e minipá carregadeira, que auxiliam em diversas tarefas no campo; além de motores e grupos geradores que também podem beneficiar a produção agrícola.

Todo portfólio da marca pode ser conferido de 29 de abril a 03 de maio, na Agrishow 2024, que acontece em Ribeirão Preto, interior do Estado de São Paulo.

 

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AgrishowTecnologia

Pulverização: sensores com IA captam até 30 imagens por segundo

Por redação 22/04/2024
Escrito por redação

SaveFarm, desenvolvido pela Eirene Solutions, possui tecnologia que já registrou redução de 98% no uso de herbicidas; tecnologia será destaque na Agrishow 2024

Pulverização: sensores com IA captam até 30 imagens por segundoA Inteligência Artificial (IA), aliada na redução de custos e na sustentabilidade ambiental, será um dos destaques da Agrishow 2024, maior feira de agropecuária do Brasil e uma das maiores do mundo, que será realizada em Ribeirão Preto (SP), entre os dias 29 de abril e 03 de maio. Esta será a 29ª edição do evento que deve reunir 195 mil visitantes. Na ocasião, o público poderá conferir as tecnologias envolvidas na pulverização seletiva no campo que utiliza sensores que captam 30 imagens por segundo. A inovação já garantiu, em alguns casos, economia de 98% no uso de herbicidas e, em média, a redução chega a 75,4%.

Trata-se do SaveFarm, tecnologia brasileira produzida pela Eirene Solutions. Com a integração de sensores, câmeras de alta resolução, inteligência artificial e processamento de imagens, o equipamento pode ser instalado nas barras de qualquer pulverizador comum para tornar o trabalho no campo mais assertivo. Funciona da seguinte forma: o equipamento faz uma leitura de superfície do solo, identifica as ervas daninhas em meio à plantação e indica os locais precisos em que a aplicação de defensivos agrícolas é necessária.

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O sistema é acoplado com suporte em inox com alta durabilidade. As câmeras são posicionadas a cada 1 metro de barra do pulverizador e controlam de 2 a 4 bicos de pulverização por câmera, em espaçamentos de 50cm, 35cm ou 25cm entre os bicos.

Os sensores fazem a leitura do solo e conseguem analisar 3,3 milhões de imagens por hora, em cada máquina. Ao todo, são 27 milhões de pixels analisados por segundo em cada máquina. Além disso, dentro da cabine do pulverizador, é instalada e configurada a tela de interface de controle. Por meio dela, o operador da máquina consegue acompanhar todo o processo, receber diagnósticos e parametrizar a operação por meio de uma interface gráfica.

Segundo o CEO da empresa, Eduardo Marckmann, as plantas que precisam receber o defensivo agrícola são estudadas pela tecnologia conforme o tamanho.

“Podemos destacar neste sistema o apelo financeiro devido à redução do uso de herbicidas com a aplicação localizada, além dos ganhos de rendimento operacional, redução de fitotoxicidade da cultura e melhoria na qualidade da aplicação”, afirma.

Na avaliação de Marckmann, entre as principais vantagens do SaveFarm também está a redução de danos ambientais, devido à diminuição do uso de defensivos agrícolas, o que resulta ainda em menor necessidade do descarte de embalagens, além de demandar também menor quantidade de água.

“Isso mostra um pensamento focado na sustentabilidade tão necessária, como compromisso das práticas agrícolas mais responsáveis, o que é uma demanda mundial”, comenta.

Diferentes cenários de aplicação

Essa tecnologia desenvolvida no Brasil possui diferentes modos e cenários para realizar a aplicação dos herbicidas. No modo seletivo pré-plantio, os sensores identificam, por meio da IA, as plantas invasoras como alvo. A aplicação neste caso ocorre em áreas sem cultivo, o que permite a aplicação apenas onde há plantas daninhas.

Já o modo seletivo biomassa, o sistema verifica plantas daninhas mesmo em áreas com a produção emergida. A IA percebe quais as plantas com maior biomassa em relação à área cultivada para garantir a pulverização seletiva”, explica o CEO.

No modo seletivo por morfologia, o sistema reconhece as culturas estabelecidas e distingue as ervas que estão fora do padrão de cultivo, independente do tamanho, mesmo as que tiverem tamanho menor do que a cultura principal. E no caso do modo seletivo pré-colheita, a tecnologia analisa a coloração da soja no final do ciclo, o que permite o uso de doses variadas de dessecante conforme o grau de maturação das plantas.

A tecnologia ainda tem como opção de pulverização em área total. Neste caso, o operador pode usar a tecnologia PWM das válvulas para compensação de pressão, o que mantém a uniformidade das gotas, ou usar o sistema original da máquina.

Nova plataforma

Além da tecnologia de pulverização seletiva, a empresa também apresenta na Agrishow uma inovação que incrementa o trabalho dos sensores: o SaveCloud, uma plataforma que permite aos produtores ter mais detalhes quanto à rastreabilidade da operação do sistema.

Com isso, segundo Marckmann, as decisões sobre as ações no campo quanto à pulverização são baseadas em dados, o que torna o trabalho otimizado. A plataforma ainda possuí conexão 3G/4G e Wifi para o caso de fazendas que não dispõem de conexão à rede de telefonia sincronizarem os dados.

“As principais vantagens de dispor da plataforma junto ao pulverizador é saber exatamente onde, quando e quanto o equipamento está aplicando e gerando de economia na fazenda, bem como dispor de mapas e relatórios que auxiliam no entendimento da dispersão de ervas daninhas nas áreas e das melhores estratégias de controle para que elas sejam contidas em meio à produção”, explica.

 

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Tecnologia

Plataforma de classificação de cerejas ganha inteligência artificial

Por redação 19/04/2024
Escrito por redação

Plataforma de classificação Invision2 aumenta a eficiência e a rentabilidade das operações de embalagem de cerejeiras

Gates - Plataforma de classificação de cerejas ganha inteligência artificial

O aumento contínuo da demanda global por cerejas coloca os embaladores sob pressão para processar volumes cada vez maiores e, ao mesmo tempo, manter a alta qualidade do produto. Para atender a essa necessidade é que foi lançada a nova plataforma LUCAi para InVision2, que aproveita a tecnologia Deep Learning da TOMRA. A solução agrega valor à embalagem de cerejas e apresenta uma nova interface amigável para simplificar a operação.

Variações significativas no produto de entrada, eventos climáticos perturbadores, o manuseio cuidadoso que as cerejas exigem e a disponibilidade de mão de obra são alguns dos principais desafios que os embaladores enfrentam enquanto se esforçam para atender à demanda e às especificações de produto dos clientes. A nova tecnologia LUCAi para a plataforma de classificação InVision2 permite que eles otimizem a embalagem, aumentem o rendimento e a eficiência e garantam cerejas de alta qualidade com precisão inigualável na detecção de defeitos.

Um salto substancial

A nova plataforma LUCAi apresenta o mais recente desenvolvimento da tecnologia Deep Learning da TOMRA, que usa modelos pré-treinados para ensinar aos computadores como processar dados, como padrões complexos em fotos, para alcançar uma precisão de classificação sem precedentes. Essa tecnologia foi desenvolvida por uma equipe de cientistas, engenheiros, pesquisadores e especialistas líderes do setor e aplicada com sucesso em aplicações de mirtilo e maçã – na KATO260 e, mais recentemente, nas plataformas Spectrim X, respectivamente. Os engenheiros da TOMRA Food combinaram essa experiência com seu profundo conhecimento de classificação, inspeção e embalagem de cerejas para estender as vantagens da tecnologia LUCAi à plataforma de classificação InVision2.

Benedetta Ricci Iamino, Diretora Global da Categoria de Cerejas da TOMRA Food, diz: “O LUCAi para InVision2 representa um salto substancial na precisão da classificação, maior retorno de embalagem e redução do desperdício de alimentos, graças a índices excepcionalmente baixos de produto bom junto com ruim e produto ruim junto com bom, e maior produtividade.

A plataforma LUCAi, de fato, permite que os clientes da TOMRA processem cerejas em uma velocidade mais alta (+15% kg por hora por linha) enquanto otimizam a classificação de defeitos. Ela os ajuda a obter retornos mais altos por kg embalado do que qualquer outra tecnologia disponível atualmente, reduzindo o desperdício de alimentos e melhorando sua reputação de qualidade consistente nos mercados. Outra vantagem é sua nova interface, que é muito fácil de usar, tornando mais fácil e rápida a adaptação dos operadores à tecnologia.

A plataforma de classificação inteligente InVision2 com LUCAi permite que os embaladores maximizem os resultados de embalagem, melhorando a qualidade e a consistência da embalagem e, ao mesmo tempo, minimizando o desperdício e aumentando os rendimentos premium. Ela usa a tecnologia Deep Learning da TOMRA para identificar rachaduras nas bordas, cerejas Pacman, suturas abertas, manchas cosméticas e arrancamentos do caule.

Ele também melhora a detecção de esporas, rachaduras e todos os defeitos ao redor da área do caule com precisão inigualável. O LUCAi foi treinado com base em grandes quantidades de dados coletados de produtores de cereja em todo o mundo e, graças à sua “inteligência”, é capaz de reconhecer padrões nas cerejas, independentemente de suas variedades, qualidade e condições de entrada, evitando rebaixamentos acidentais de frutas boas e eliminando lentidões devido à classificação manual de frutas ruins – tudo isso da maneira mais consistente e eficiente.

O software avançado permite que a plataforma de classificação processe um alto rendimento, resultando em maior produtividade e, ao mesmo tempo, mantendo a consistência entre estações, lotes, variedades e operadores. Essa é uma grande vantagem para os embaladores de cereja, para os quais a qualidade do produto é a origem de seus maiores retornos, mas também dos maiores desafios operacionais. Pronto para uso e preparado para o futuro O LUCAi para a plataforma de classificação de cerejas da InVision2 usa modelos pré-treinados criados com base em uma grande quantidade de dados e conhecimentos coletados em várias regiões do mundo nos últimos 5 anos.

“É importante entender que a tecnologia de IA é uma caixa vazia que você precisa preencher; sem uma grande quantidade de dados de qualidade, ela não vai a lugar algum”, explica Benedetta.

“É aí que o LUCAi se destaca de qualquer outra plataforma de IA disponível no setor: ele vem com grandes quantidades de dados que a TOMRA coletou ao longo de mais de 5 anos, construindo modelos pré-treinados usando imagens reais de cerejas que nossos clientes embalam, desenvolvendo continuamente o ‘cérebro’ do LUCAi, que se torna cada vez mais inteligente no processo. Isso significa que ele está pronto para sair da caixa, capaz de oferecer seu desempenho superior de classificação e inspeção assim que é instalado na operação de nossos clientes.”

A plataforma de tecnologia LUCAi da TOMRA não só vem pronta para funcionar com modelos pré-treinados, mas também pode continuar a evoluir à medida que coleta mais dados ao operar na operação do cliente e continua aprendendo. “Ela se torna mais inteligente e, consequentemente, mais potente e precisa ao longo do tempo”, diz Benedetta. “Ele é preparado para o futuro.” Com o LUCAi, os embaladores de cereja também se beneficiam do suporte da TOMRA. A equipe de serviços pode ajudá-los a criar modelos personalizados que abordem problemas com as variedades e defeitos específicos de sua operação, de modo que a plataforma atenda às suas necessidades precisas e aos requisitos de qualidade.

Gates - Plataforma de classificação de cerejas ganha inteligência artificialGates - Plataforma de classificação de cerejas ganha inteligência artificial
Experimentado e testado em campo

“Uma fase fundamental do processo de desenvolvimento de produtos da TOMRA Food é o teste em campo, em condições reais com os clientes”, explica Benedetta Ricci Iamino.

“Foi exatamente isso que fizemos ao estender nossa tecnologia LUCAi Deep Learning para as cerejas: nós a testamos e validamos na Califórnia e na Nova Zelândia, durante as duas últimas temporadas, coletando mais dados e trabalhando com nossos clientes para ajudá-los a criar modelos para tratar de seus problemas específicos.”

Na Califórnia, EUA, a Prima Frutta Packing tem usado a tecnologia LUCAi da TOMRA em sua operação de embalagem de cerejas com excelentes resultados. Isso permitiu que eles aumentassem a produção e a eficiência de embalagem (kg por hora por pessoa) com a mesma força de trabalho, permitindo que eles acompanhassem a curta janela de colheita de cerejas e, ao mesmo tempo, mantivessem a alta qualidade do produto.

Isso é especialmente valioso em uma estação desafiadora como a do ano passado, quando as cerejas atrasaram cerca de três semanas e amadureceram de uma só vez. Eles treinaram com sucesso a tecnologia Deep Learning da TOMRA para detectar com precisão defeitos, como defeitos de oídio, picadas de insetos e rachaduras de água doce após a chuva, o que seria muito difícil com seu sistema de mapeamento tradicional.

A operação fácil de usar foi outra grande vantagem que eles destacaram. Tim Sambado, presidente da Prima Frutta Packing, está entusiasmado com a tecnologia LUCAi da TOMRA: “É realmente empolgante ver como o sistema vai evoluir. Acho que apenas arranhamos a superfície. Acho que há muito mais à nossa frente”. A nova plataforma de classificação LUCAi for InVision2 estará disponível no mercado no Hemisfério Sul para a temporada de cereja de 2024, com outras regiões a seguir.

Guia para a manutenção adequada dos filtros das máquinas agrícolas
Gates - Plataforma de classificação de cerejas ganha inteligência artificial

Fotos: Divulgação/TOMRA

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19/04/2024 0 Comentários
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Agropecuária gera 12,5 mil empregos formais em julho
Notícias

Bunge anuncia mais de US$ 20 mi para agricultura regenerativa no Brasil

Por redação 18/04/2024
Escrito por redação

Iniciativa dá suporte a produtores na transição para uma agricultura de baixo carbono, além de viabilizar a oferta de produtos cultivados com práticas regenerativas para atender a demanda de clientes interessados em reduzir as emissões de suas cadeia

Bunge anuncia mais de US$ 20 mi para agricultura regenerativa no BrasilA Bunge investirá mais de 20 milhões de dólares para expandir seu Programa de Agricultura Regenerativa no Brasil. O plano é mais do que dobrar a área dos atuais 250 mil hectares para 600 mil hectares (o equivalente a 804 mil campos de futebol) até 2026. O programa é baseado em uma estratégia integrada, que conecta a demanda de empresas de alimentos e biocombustíveis com a oferta de produtos cultivados com práticas regenerativas.

Produtores que aderirem ao Programa de Agricultura Regenerativa da Bunge contarão com um pacote de benefícios, incluindo pagamento de prêmio, acesso gratuito à assistência técnica e a ferramentas digitais e de precisão, bem como apoio para a utilização de insumos sustentáveis.

Além disso, clientes interessados em produtos cultivados com práticas regenerativas também poderão participar da iniciativa optando por investir, em conjunto com a Bunge, na adoção de novas práticas agrícolas nas fazendas participantes e/ou se comprometendo com a compra desses produtos.

A iniciativa tem foco nas culturas de soja, milho, trigo e, também, em outras sementes, abordando a fazenda como um sistema produtivo único, ao ligar práticas regenerativas, como o cultivo de cobertura, com a produção de novas sementes oleaginosas com baixa pegada de carbono na segunda safra.

Durante o projeto piloto realizado em 2023, a Bunge mapeou práticas regenerativas em 250 mil hectares de terras no Cerrado e constatou que os produtores brasileiros já adotam muitas delas, como o plantio direto – presente em todas as unidades avaliadas-, e identificou a oportunidade de intensificar outras, como cultura de cobertura, aplicação de bioinsumos e fertilizantes sustentáveis.

O piloto também mostrou que os produtores reconhecem a importância das práticas regenerativas, além de terem interesse em novas tecnologias e ferramentas digitais. Tais informações forneceram as bases para ampliar a iniciativa, que, até 2026, dobrará sua cobertura territorial para 10 estados, incluindo Pará, Goiás, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul, para além dos já contemplados Maranhão, Piauí, Tocantins, Bahia e Mato Grosso.

O programa faz parte da estratégia de descarbonização da Bunge, que tem metas baseadas na ciência validadas pela Science Based Targets Initiative (SBTi) para redução de emissões nos escopos 1 e 2 e escopo 3, e um compromisso com cadeias livres de desmatamento em 2025.

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Opinião

Agricultura e o dilema da produção sustentável de alimentos

Por redação 17/04/2024
Escrito por redação

Agricultura e o dilema da produção sustentável de alimentos

Paulo Arruda* – A população total, hoje, gira em torno de 8 bilhões de pessoas, que consomem anualmente 2,2 bilhões de toneladas de alimentos. Desse total, 80% da comida consumida é oriunda direta e indiretamente de 4 culturas: trigo, milho, soja e arroz. Plantamos hoje cerca de 800 milhões de hectares para produzir somente essas quatro culturas. É muita coisa.

Só milho e soja somam 1,6 bilhões de toneladas– afinal, eles são usados também na “produção” de outros alimentos, uma vez que servem de ração para os rebanhos de produção de leite, carne, etc. E, para cultivar tudo isso, utilizamos uma quantidade enorme de fertilizantes, defensivos agrícolas e outros insumos químicos.

Em 2050, a expectativa é termos 10 bilhões de pessoas no mundo, que vão consumir 1,9 bilhões de toneladas de milho e soja. Para atender a essa demanda, precisamos aumentar em 25% a produção de alimentos nas próximas décadas. Com a produtividade atual, necessitaríamos de mais 70 milhões de hectares de plantações só para essas culturas – ou seja, aumentar a área plantada. Mas onde conseguir esta área? Em uma única palavra a resposta é: desmatando.

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Um estudo recente do Ipam concluiu que uma eventual escalada do desmatamento ameaçaria o equilíbrio climático no Brasil. Os territórios na Amazônia formam um estoque de 55 bilhões de toneladas de carbono, equivalente a 26 anos de emissões brutas do Brasil em gases de efeito estufa.

Mas justamente pelo impacto das mudanças climáticas, a seca na safra de milho 2015/2016 no Brasil causou quebra de 18 milhões de toneladas – um prejuízo de R$ 11 bi de reais. Na safra 21/22, as perdas foram de 5 milhões de toneladas, que custaram R$6 bi de reais. Nessa mesma safra, episódios de seca causaram perdas de 21 milhões de toneladas de soja, um prejuízo de quase R$ 40 bi. Mas, os impactos da Seca e de altas temperaturas podem aumentar a incidência de pragas e doenças aumentando ainda mais o custo do produtor.

A conta não fecha. Para produzir mais, aumentamos a área de desmatamento, o que impacta diretamente no clima. O aquecimento global, por sua vez, reduz a produtividade da lavoura. Estamos verificando o início de uma espiral sem fim e a agricultura mundial precisa enxergar isso.

Para romper esse ciclo, pesquisadores no mundo todo estão empenhados em usar o conhecimento científico para ajudar a resolver o problema da produtividade. Dentre os muitos caminhos possíveis, a edição genômica chega para mudar o cenário da biotecnologia visando assegurar maior sustentabilidade na produção de alimentos.

Mas o que é a edição genômica? A ciência descobriu que existem mecanismos de defesa das bactérias contra vírus, e que esse mecanismo é dado pela presença de genes que codificam enzimas, chamadas nucleases. Elas reconhecem pequenas regiões no genoma do vírus e o cortam. Na edição genômica, usamos essa mesma enzima para fazer pequenas modificações no genoma das plantas.

Essas alterações nos levam a desenvolver culturas mais resistentes a pragas e doenças e melhor adaptadas a mudanças climáticas, capazes de crescer e se desenvolver com menos água e fertilizantes químicos. Variedades resistentes a pragas e doenças deverão reduzir significativamente o uso de pesticidas. Tudo isso sem transgenia, apenas “editando” os genes – um processo que a própria natureza utilizou durante os milhões de anos de evolução das espécies.

Plataformas de edição genômica têm sido utilizadas para variedades mais resilientes e produtivas em diferentes culturas. Por exemplo, uma pequena alteração produzida por edição genômica pode ser usada para desenvolver variedades de soja resistentes à ferrugem asiática. Para combater essa doença, atualmente são pulverizados defensivos agrícolas que custam 2,9 bilhões de dólares por safra aos agricultores.

Investir em ciência e tecnologia, pode dar ao mundo uma forma de contornar o grande desafio da humanidade na produção de alimentos, combatendo pragas, doenças e preservando o meio ambiente. São inovações que têm impacto econômico, ambiental e na saúde humana, pois favorecem a diminuição da aplicação de defensivos químicos.

É possível, sim, promover um aumento sustentável das produções agrícolas com safras mais eficientes, que produzam mais num menor espaço e ainda poupam recursos naturais. Para isso, ciência e inovação constituem a base do futuro da humanidade em algo tão básico que é a produção de alimentos.

*Paulo Arruda é professor da Unicamp e sócio fundador da InEdita Bio

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17/04/2024 0 Comentários
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Vendas de tratores crescem 13,69% em 2025 e colheitadeiras avançam 4%
Notícias

CNA discute regras para a circulação de máquinas em vias públicas

Por redação 16/04/2024
Escrito por redação

Consulta pública sobre o tema, aberta no dia 21 de março, se encerra no dia 20 de abril

CNA discute regras para a circulação de máquinas em vias públicasA Comissão Nacional de Logística e Infraestrutura da CNA se reuniu, na última quarta-feira (10), para discutir o Registro Nacional de Tratores e Máquinas Agrícolas (Renagro) e o trânsito de maquinários em vias públicas, o andamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e a desoneração do bunker (combustível marítimo) na cabotagem.

O vice-presidente da CNA e presidente da comissão, Mário Borba, abriu a reunião e destacou a “satisfação” em discutir os temas que são “de grande importância” para o setor.

Em relação ao Renagro, o assessor técnico do Instituto CNA, Allan Ribeiro, falou sobre a consulta pública do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) para regulamentação da circulação de tratores e máquinas agrícolas em vias públicas.

Segundo ele, os produtores rurais, principalmente da região Sul, têm enfrentado dificuldades para transitar com máquinas de grande porte que ultrapassam as dimensões previstas na resolução Contran nº 882/2021, que é 4,40m de altura por 2,80m de largura e 15m de comprimento.

“São necessários quatro requisitos para transitar em áreas públicas: documento Renagro, condutor com carteira ‘B’, dimensões permitidas e itens de segurança obrigatórios. Caso a máquina não tenha os dois últimos, é necessário ter uma autorização especial de trânsito (AET)”, explicou Ribeiro.

“Porém, para o produtor, é complicado tirar esse documento porque é voltado para cargas extraordinárias como turbinas, etc. Mas, pela falta de uma legislação específica, as máquinas agrícolas precisam se enquadrar nessa autorização.”

A consulta pública prevê a flexibilização da AET para máquinas agrícolas, tanto no trânsito quanto na necessidade do documento para equipamentos que tenham entre 2,80 m e 3,20m e, em contrapartida, esses veículos transitariam somente no período matutino e vespertino, com escolta de veículo batedor e percurso máximo de 10 quilômetros/dia.

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A sugestão da comissão é que as federações de agricultura enviem suas contribuições para a consulta pública até o dia 17 para que sejam consolidadas e enviadas ao Contran. O prazo final da consulta é 20 de abril.

De acordo com a assessora técnica da comissão, Elisangela Pereira Lopes, até o presente momento já foram realizadas 82 contribuições ao texto. As contribuições estão relacionadas com a inclusão de empilhadeiras e pulverizadores no rol de equipamentos permitidos, no aumento da distância de trânsito e no limite do tamanho do maquinário.

“A maioria reconhece a importância de escolta do maquinário agrícola e de sinalização das vias com placas que indicam a movimentação de tratores. Também entendem que o Renagro é um instrumento para reduzir ocorrências de furtos de tratores.”

Na sequência, a comissão discutiu o andamento do PAC de infraestrutura. Gil Castelo Branco, da empresa Contas Abertas, trouxe os valores atuais destinados às obras em nove eixos e 152 modalidades. O investimento total do programa é de R$ 1,7 trilhão, sendo R$ 1,4 trilhão para empreendimentos de 2023 a 2026 e R$ 0,3 trilhão após 2026.

Castelo Branco apresentou um balanço dos empreendimentos nos PACs anteriores, de 2007 a 2015 em que 47% das obras foram paralisadas por questões técnicas. Ele ressaltou que aumentar os investimentos em infraestrutura no Brasil é bem-vindo, desde que as obras sejam concluídas. “Os PACs anteriores serviram de lição”.

O economista ressaltou que até o momento o governo não divulgou um balanço da execução do Novo PAC. Quanto aos recursos exclusivamente do Orçamento Geral da União em 2024, do montante autorizado de R$ 54,2 bilhões para este exercício, apenas R$ 7,7 bilhões foram “empenhados” até março.

Como último item da pauta, a comissão tratou da proposta de desoneração do combustível marítimo e o impacto para o desenvolvimento da cabotagem no país.

O coordenador do Núcleo Econômico da CNA, Renato Conchon, falou dos desafios para ampliar a cabotagem no Brasil, dentre os fatores que eleva o custo, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é o principal problema, com alíquotas estaduais que variam entre 17 e 20%, incidente sobre o combustível naval.

“A CNA está acompanhando a regulamentação da Reforma Tributária e como haverá a incidência dos novos tributos sobre o bunker, a fim de definir uma estratégia de ação para baratear o custo da cabotagem e do transporte marítimo no Brasil, através da redução tributária”, afirmou.

Por fim, ressaltou que a regulamentação da reforma tributária deve acontecer nos próximos meses, a partir da aprovação dos projetos de leis, pelo Congresso Nacional.

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16/04/2024 0 Comentários
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NotíciasTecnologiaVídeos

Colhedoras de algodão ganham novo modelo de pneu

Por redação 15/04/2024
Escrito por redação

O Goodyear PN VF580/80R34CFO Special Sure Grip 178A8 TL R1W foi desenvolvido para atender à demanda do mercado de colhedoras de algodão

A produção de algodão na safra 2023/24 está acelerada nos campos. De acordo com projeções da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), espera-se um recorde na colheita, com 3,5 milhões de toneladas do cultivo beneficiado (pluma), representando um aumento de 7,7% em relação ao ciclo anterior. A área plantada cresceu 15,4%, atingindo 1,93 milhão de hectares, principalmente devido à mudança de estratégia dos produtores de grãos, que optaram pelo algodão em substituição ao milho segunda safra, devido à curta janela de plantio.

Neste momento promissor, é fundamental que o produtor finalize a safra com uma colheita eficiente. Para auxiliar nessa etapa crucial, a Titan Pneu anuncia o lançamento do Pneu Goodyear PN VF580/80R34CFO Special Sure Grip 178A8 TL R1W, o único modelo nacional nesta medida.

Desenvolvido para atender à demanda do mercado de colhedoras cotton, o componente possui barras mais largas com excelente capacidade de autolimpeza da banda de rodagem, promovendo maior estabilidade dimensional. Essa tecnologia melhora a tração do equipamento em solos úmidos, resultando em ganhos de produtividade, economia de combustível e conforto para o operador.

Thiago Rodrigues, coordenador de produto da Titan, destaca que este produto foi testado no campo por três anos e, diante dos bons resultados em termos de performance, chegou o momento de lançá-lo na linha autorizada. “É importante ressaltar que somos a única fabricante brasileira dessa medida específica de pneu para colhedoras cotton. Este lançamento foi desenvolvido para o eixo traseiro do equipamento, que suporta uma carga maior devido à distribuição do peso da produção durante o processo de enfardamento do algodão.”

Gates - Colhedoras de algodão ganham novo modelo de pneuDiferenciais no campo

Além de ser único em sua categoria no mercado nacional, a novidade da Titan oferece maior durabilidade aliada a um menor custo por hora trabalhada. Com a distribuição de carga uniforme, o cotonicultor terá menos desgaste do solo, maior vida útil do pneu, economia de combustível e maior produtividade geral. Outro ponto importante são as cintas de aramida abaixo da área da rodagem, que garantem maior proteção à banda contra cortes. Este produto apresenta um composto de borracha especial para suportar a alta tensão do algodão que agride o pneu.

O lançamento também conta com a tecnologia VF (Very flexion), que suporta até 40% a mais de carga com a mesma pressão, e a tecnologia CFO (Operação de Campo Cíclica). “Essas duas importantes inovações indicam que os pneus foram projetados para períodos com maior movimentação do equipamento, o que significa que podem transportar mais carga na colheita do que os pneus tradicionais standard”, finaliza Rodrigues.

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Café arábica: colheita evolui para 74% na região da Expocacer
Notícias

Café: 95,6% dos produtores obedecem critérios socioambientais

Por redação 15/04/2024
Escrito por redação

Acesso ao crédito e reputação socioambiental podem impulsionar produtividade do setor cafeeiro em 2024, destaca Serasa Experial

Café: 95,6% dos produtores obedecem critérios socioambientaisO Dia Mundial do Café, em 14 de abril, não poderia deixar de ser comemorado no Brasil, um dos maiores exportadores do grão pelo mundo. Além da relevância para o comércio exterior, com a nossa população não é diferente, pois a bebida é a segunda mais consumida no país, perdendo apenas para a água, segundo dados da Organização Internacional do Café (OIC) e do Dieese. Para tornar a data ainda mais otimista, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra cafeeira de 2024 deve registrar uma produção de cerca de 58 milhões de sacas, aumento de 5,5% sobre 2023.

Para alcançar o resultado previsto, além de contar com condições climáticas favoráveis, o setor produtivo precisa garantir a transparência e a visibilidade de suas informações.

“Os dados são capazes de fortalecer o agronegócio, inclusive nas relações com o mercado europeu, já que comprovam a procedência do café, reforçando a qualidade do grão brasileiro e a credibilidade do setor. Além disso, para produtores de pequeno porte, que precisam ter seus perfis avaliados pelos credores, os dados são facilitadores do acesso às linhas de crédito, viabilizando investimentos, melhorias e avanços à função diária dos trabalhadores do campo”, explica o head de agronegócio da Serasa Experian Marcelo Pimenta.

Reputação do café brasileiro

Em recente pesquisa que retratou a percepção da Europa sobre o agronegócio do Brasil foi registrado que o café é um dos produtos brasileiros com melhor reputação entre os europeus, com apresentação do índice geral na pesquisa marcando mais de 70 pontos de reputação positiva.

Safra de grãos 2023/2024 deve recuar 8%, apontam dados da Conab

Além disso, pensando em ESG, um estudo desenvolvido pela Serasa Experian com base nos dados do Score ESG, relatou 95,6% dos produtores do setor cafeeiro operam em compliance com as práticas e critérios socioambientais. Informações que configuram uma notícia positiva, já que desde o surgimento do Green Deal as iniciativas socioambientais têm pautado e influenciado ainda mais o mercado de crédito e de exportação do grão.

“A reputação do café brasileiro em relação aos critérios socioambientais mostra que o setor tem investido nessa evolução e já entrega dados que comprovam maturidade ao mercado. Hoje, 75% de todo o café originado no país já passa pela avaliação das soluções de análise de risco da Serasa Experian. Por isso, seguiremos constatando e comunicando a atuação dos produtores com base em informações seguras e atualizadas para que sejam percebidos dentro e fora do país de acordo com o bom trabalho que têm executado”, comenta Pimenta.

A rastreabilidade, dentro do agronegócio, é um dos principais fatores que permeiam a sigla ESG, já que, no caso do café, os importadores estão sempre atentos à origem do produto que será comprado e sobre quais condições aquele grão foi produzido.

“Pensando nisso, desenvolvemos uma plataforma que comprova a comercialização do café em compliance ESG. Em breve queremos estender essa funcionalidade para outras culturas, já que identificamos grande sucesso em sua funcionalidade”, finaliza Pimenta.

 

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AgrishowTecnologia

XCMG Brasil lança mini escavadeira XE55DA na Agrishow 2024

Por redação 15/04/2024
Escrito por redação

Visando o aumento da produtividade no setor agro, a empresa apresenta outras novidades, como a mini pá carregadeira XC7-SR08, a escavadeira elétrica XE270E, e o caminhão rodoviário elétrico bitruck E7-29R

XCMG Brasil lança a mini escavadeira XE55DA na Agrishow 2024A XCMG Brasil apresenta na Agrishow 2024 (Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação), de 29 de abril a 03 de maio, em Ribeirão Preto, São Paulo, a mini escavadeira XE55DA, lançamento da empresa na feira, que traz diversos benefícios e aplicações para o agronegócio brasileiro.

Com elevada eficiência e potência de motor 35 kW (47 hp), a mini escavadeira XE55DA é principalmente utilizada para condições de trabalho com terra, capaz de enfrentar tarefas exigentes com alta eficiência.

“Seu peso operacional otimizado de 5750 kg garante estabilidade e manobras precisas, enquanto sua caçamba de 0,21 m³ de capacidade permite um manuseio eficaz de materiais, possuindo avançado sistema de motor de arranque, que assegura partidas confiáveis em todas as condições. Enfim, a XE55DA reúne inovação, potência e durabilidade para elevar o padrão em escavação e construção”, destaca Renato Torres, diretor comercial da XCMG Brasil.

Outro diferencial, complementa Torres, é que o potente motor Kubota V2607 e o sistema hidráulico são perfeitamente compatíveis, garantindo alta eficiência e economia de combustível.

A empresa expõe, ainda, outras novidades como a mini pá carregadeira XC7-SR08. Com peso operacional de 3.210 kg, potência do motor de 67,3 hp, e capacidade de caçamba de 0,45 m³, a XC7-SR08 apresenta segurança, confiabilidade, tecnologia avançada e alta eficiência, configurada com vários dispositivos, incluindo o mecanismo de elevação radial auto inovador com forte potência, função de nivelamento unidirecional e alta eficiência operacional.

Safra de grãos 2023/2024 deve recuar 8%, apontam dados da Conab

Possui cabine panorâmica com mecanismo ROPS e FOPS padrão para segurança e confiabilidade, com tela de exibição inteligente e sistema de monitoramento eletrônico em tempo real, garantindo desempenho com experiência inteligente e confortável.

Equipamentos elétricos

Cada vez mais voltada às práticas e desenvolvimento de soluções ESG (Environmental, Social and Governance), a XCMG apresenta inovações em tecnologia em equipamentos elétricos, como:

A escavadeira elétrica XE270E tem capacidade de caçamba de 1,4 m³ e peso operacional de 27 a 29,9 toneladas, autopropelida sobre esteiras, com função de escavar e preparar o material. Equipada com motor elétrico com output contínuo de 140kW (187hp), torque máximo de 2.500N.m, a escavadeira XE270E possui grau de proteção IP67, tensão da bateria de 579.6V, com pack de bateria removível ou não.

Contém, ainda, estrutura de giro com rotação 360° a uma velocidade de giro de 11r/ min, sapatas de esteiras com largura entre 500mm e 800mm, profundidade de escavação de 6.925mm, raio de alcance máximo de 10.240mm.

O caminhão elétrico bitruck E7-29R é equipado com um motor elétrico síncrono de ímã permanente, que oferece potência equivalente a 490cv e um torque de 204,1kgfm. Com Peso Bruto Total (PBT) de 29 toneladas e Capacidade Máxima de Tração (CMT) de 49.00 kg, o E7-29R é um caminhão rodoviário semipesado 8×4, com autonomia de 150 km e velocidade máxima de 80 km/h.

Segundo Ricardo Senda, gerente de elétricos da XCMG Brasil, “ao contrário dos veículos elétricos convencionais que não possuem câmbio, o E7-29R possui uma transmissão automatizada de quatro marchas, com a opção de realizar trocas manuais através da alavanca localizada no console central. A inclusão dessa transmissão e das reduções de engrenagem auxiliam o caminhão a economizar energia elétrica durante as arrancadas”, explica Senda, ressaltando que esse caminhão elétrico inovador permite a substituição rápida das baterias em vez de esperar pelo processo de recarga.

Conta, ainda, com tecnologia para proporcionar maior segurança ao operador, como o alerta de colisão frontal, LDWS (Lane Departure Warning System), ou sistema de aviso de saída de faixa, AEBS (Advanced Emergency Braking System), ou seja, espécie de sistema semiautomático que auxilia o sistema de frenagem em emergências e ESC (Electronic Stability Control), controle de estabilidade eletrônica capaz de controlar e distribuir a pressão nas diferentes rodas do veículo.

 

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