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NotíciasTecnoshow Comigo

Tecnoshow Comigo começou nesta segunda e espera atrair 140 mil visitantes

Por redação 09/04/2024
Escrito por redação

Abertura do evento, que ocorre até o dia 12, no Centro Tecnológico COMIGO (CTC), em Rio Verde (GO), contou com a participação do ministro da Agricultura e do governador do Estado

Tecnoshow Comigo começou nesta segunda e espera atrair 140 mil visitantesCom expectativa de receber mais de 140 mil visitantes, discursos do ministro da agricultura e do governador do Estado e a participação de mais de 650 expositores na feira, teve início nesta segunda-feira, 8, a 21ª edição da Tecnoshow Comigo. O evento, reconhecido por apresentar soluções e novidades que impactam o agronegócio brasileiro, tem programação confirmada para até o dia 12 de abril, no Centro Tecnológico COMIGO (CTC), em Rio Verde (GO).

O evento reforça a importância do desenvolvimento da agricultura e pecuária no País. “No ano passado, contamos com 650 empresas, neste ano, saltamos para 690. Esse número é resultado do aumento de área útil e da integração com novas frentes de mercado”, destacou o presidente do Conselho de Administração da Comigo, Antônio Chavaglia. Em 2023, a feira contabilizou R$ 11 bilhões em negócios e os números devem se repetir em 2024.

E, para reforçar os bons números da região, o prefeito de Rio Verde, Paulo do Vale, anunciou, de forma inédita, um novo projeto visando preparar os produtores da região na utilização e entendimento de tecnologias.

Vendas de máquinas agrícolas caem 38,9% no primeiro bimestre

“Em decorrência das demandas do setor, anunciamos o oferecimento de cerca de 70 cursos, com investimentos de 7 milhões e meio – parte de uma parceria com Sesi, Senai e Senac”, disse o prefeito, que complementou: “Essa é uma feira de tecnologia e informação, mas quem estará por trás de todos os equipamentos e soluções dentro das propriedades? Essa é a nossa principal preocupação, por isso Rio Verde oferecerá o maior convênio de qualificação do Estado, o Sistema S. O projeto oferecerá módulos de 20 a 1300 horas e 1500 vagas via Senac, 1680 via Senai.”

Em acordo firmado durante a abertura do evento, Paulo do Vale anunciou mais 5000 vagas de capacitação via Senar.

Balança do desenvolvimento nacional

Em análise referente ao desenrolar da agropecuária regional, o Governador do Estado, Ronaldo Caiado, afirmou observar os resultados de uma gestão que tem trabalhado fortemente para pode ampliar as áreas de infraestrutura, logística, segurança e educação, modernizando cada vez mais o Estado, o que se reflete na feira e sua importância.

“Neste cenário, a Tecnoshow Comigo é o que é porque ela não está aqui apenas como oportunidade para que as pessoas possam, apenas, visitar a feira, mas para que vejam, em cinco dias, os resultados do trabalho realizado pela Comigo durante os 365 dias do ano em pesquisa e inovação. E, se temos uma Rio Verde desenvolvida, é porque contamos com o CTC, suprindo as demandas de um setor que sempre clamou por avanço e inovação”, afirmou.

Esse avanço ganhou um exemplo prático com a divulgação da abertura de novos mercados para o Estado de Goiás, por meio do ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. De acordo com o profissional, na noite anterior (7), a China oficializou a compra de soro fetal bovino. Das sete empresas selecionadas, três se encontram em Goiás: River City Biotecnologia, Sorobras biotecnologia e Soroqualy biotecnologia.

“Essa é a prova de que aqui é a terra da biotecnologia e dos investimentos. Não é por retórica que falamos do papel da Tecnoshow COMIGO no mercado brasileiro, pois aqui os produtores fazem com que a agropecuária seja cada vez mais pujante”, pautou Fávaro.

O primeiro dia do evento também marcou o lançamento do livro “17 décadas de Rio Verde – Tradição em pecuária e celeiro da agricultura do futuro”, que foi realizado no estande da Prefeitura da Cidade.

Estrutura

Reconhecida como uma das maiores feiras do agronegócio brasileiro, a Tecnoshow Comigo, para melhor atender o público esperado, atualizou diferentes áreas. Os pavilhões, por exemplo, foram ampliados e novas construções entregues, como a Boutique Tecnoshow, a Comigo Florestal e o Pavilhão para Agricultura Familiar. As ações como essa fazem parte do investimento de mais de R$ 500.000,00 em melhorias.

Além da estrutura, que possibilitará a exposição de cerca de 1000 animais, representando diversas espécies, incluindo bovinos de corte e leite, equinos, muares, ovinos, peixes, minivacas, pôneis e, possivelmente, cães pastores, o encontro também contará com palestras apresentadas por especialistas renomados que abordarão temas cruciais para a pecuária, incluindo Saúde Animal, Nutrição e Manejo das diferentes espécies.

 

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09/04/2024 0 Comentários
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Tecnologia

New Holland leva à Tecnoshow linha de tratores 100% conectados

Por redação 08/04/2024
Escrito por redação

Entre os destaques da marca na feira, que vai de 8 a 12 de abril em Rio Verde (GO), estão o T8 e T9 PLM Intelligence e a colheitadeira CR Intellisense, com tecnologia de inteligência artificial

New Holland leva à Tecnoshow linha de tratores 100% conectadosA New Holland, representada pela Carpal Tratores, vai apresentar durante a 21ª edição da Tecnoshow Comigo, que ocorre de 8 a 12 de abril em Rio Verde (GO), sua linha de tratores 100% conectados, com destaque para o T8 e T9 PLM Intelligence, e a colheitadeira CR Intellisense, que possui tecnologia de inteligência artificial embarcada, além da linha de plantadeiras PL 7000.

“A New Holland vai mostrar na Tecnoshow o que há de mais moderno em produtos e soluções voltados para a agricultura digital, pensando em todos os perfis de agricultores independentemente do tamanho da operação. A expectativa é de fazermos bons negócios, apresentando aos nossos clientes as soluções que possibilitem reduzir custos operacionais e otimizar a produção, além de aumentar a produtividade”, afirma Eduardo Kerbauy, vice-presidente da New Holland para a América Latina.

Vendas de máquinas agrícolas recuam 40% no primeiro bimestre

Uma das principais atrações do estande serão os tratores de alta potência T8 e T9 PLM Intelligence, que contam com uma arquitetura eletrônica embarcada de fábrica totalmente remodelada e voltada para a agricultura digital, conectada e de alta performance. O T8 e o T9 PLM Intelligence trazem um novo conceito que busca melhorar a eficiência, entregando maior produtividade com menor custo operacional.

O PLM (Precison Land Management) Intelligence traz, entre outros benefícios, um conjunto de alta tecnologia e capacidade para atender a demanda por agricultura de precisão do campo. A conectividade total destes tratores possibilita, por exemplo, uma melhor gestão da frota, seu controle e suporte nas operações agrícolas, já que estarão totalmente conectadas com os novos portais da marca.

Com essa tecnologia 100% conectada, o produtor rural vai economizar em sementes, defensivos químicos, combustível e, ao mesmo tempo, aprimorar a gestão da frota de máquinas, otimizando assim o tempo das operações agrícolas e da mão de obra, tendo sempre em mãos informações importantes que vão ajudá-lo a fazer a tomada de decisão em tempo real e gerir da melhor forma possível a propriedade.

CR Intellisense

Outro destaque da marca é a linha de colheitadeiras CR Intellisense. Com tecnologia de inteligência artificial, ela permite ao operador escolher entre diferentes estratégias de colheita conforme as condições da lavoura e o objetivo que se quer atingir.

O sistema Intellisense apresenta um conceito de colheita ainda mais precisa e perfeita, que ajuda a aumentar a eficiência das lavouras. Além disso, a linha CR traz de série uma cabine com maior espaço e mais confortável, iluminação com luzes de LED, telemetria embarcada e um sistema de detecção de “pedras”, entre outras tecnologias.

“A inteligência artificial do Intellisense traz ao Brasil o sistema de colheita mais sofisticado disponível no mundo, auxiliando o operador nas inúmeras regulagens da máquina, permitindo que a mesma esteja sempre trabalhando nas condições ótimas de colheita”, observa Kerbauy.

A tecnologia Intellisense é aplicada nas colheitadeiras produzidas pela New Holland na Europa desde 2018 e tornou-se um grande sucesso naquele continente pela facilidade de operação e precisão que traz embarcada. Essa tecnologia vem de fábrica embarcada na CR 10.90 e CR 9.90, e é opcional para as CR 7.90 e CR 8.90.

PL 7000

Com um portifólio bastante completo em plantadeiras, a New Holland vai mostra na Tecnoshow a PL 7000, de 3 seções, com configurações de 27, 36 e 40 linhas, com espaçamento entre as linhas de 45 cm, e 24, 34 e 38 linhas, com espaçamento de 50 cm. A linha PL 7000 também conta com opções de 48 e 61 linhas, de 5 seções, com espaçamento de 45 cm, e 45 e 55 linhas, com espaçamento de 50 cm. Com essas plantadeiras, os produtores ganham mais eficiência na operação com o plantio somente de sementes.

A transportabilidade, o monitoramento das sementes e o plantio com taxa variável são alguns dos diferenciais da PL 7000. “São equipamentos versáteis e com agricultura digital embarcada e que proporcionam um ganho operacional e uma qualidade de distribuição de sementes superiores, oferecendo ao produtor maior versatilidade, o que se reflete naturalmente em maior produtividade no campo”, explica Kerbauy.

A facilidade no transporte é outro destaque da linha PL 7000, tanto dentro quanto fora da propriedade, facilitando o deslocamento tracionado por trator ou embarcado em carreta. Além disso, as plantadeiras New Holland são compatíveis com as principais tecnologias de agricultura digital disponíveis no mercado.

 

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Vendas de máquinas agrícolas recuam 40% no primeiro bimestre
Notícias

Vendas de máquinas agrícolas recuam 40% no primeiro bimestre

Por redação 08/04/2024
Escrito por redação

Em fevereiro, no entanto, houve alta mensal de 43,8%, aponta balanço da Anfavea

Vendas de máquinas agrícolas recuam 40% no primeiro bimestre

As vendas de máquinas agrícolas no mercado doméstico totalizaram 3,028 unidades em fevereiro, alta mensal de 43,8%, mas queda anual de 39%, apontam dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, divulgados nesta segunda-feira (08). No acumulado do primeiro bimestre, a comercialização totalizou 5,133 unidades, queda de 40,5% em relação a igual período do ano passado.

Já as exportações em fevereiro somaram 398 umidades, queda mensal de 43% e anual de 41%. No acumulado do primeiro bimestre, os embarques alcançaram 1,096 unidades, recuo de 23,6% na comparação com o mesmo período de 2023.

Fonte: Datagro

 

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Notícias

Citricultura ocupa 54% da área da fruticultura no Paraná

Por redação 05/04/2024
Escrito por redação

Municípios de Paranavaí (Noroeste do Estado), Cerro Azul (Região Metropolitana de Curitiba) e Altônia (Noroeste) lideram, respectivamente, os cultivos de laranjas, tangerinas e limões

Tecnoshow Comigo - Citricultura ocupa 54% da área da fruticultura no Paraná

Principal atividade da fruticultura, citricultura ocupa 54% da área plantada no Paraná // Foto: SEAB

A citricultura é a principal atividade da fruticultura no Paraná, respondendo por 53,7% da área de 55,2 mil hectares com frutas no Estado. Os municípios de Paranavaí (Noroeste do Estado), Cerro Azul (Região Metropolitana de Curitiba) e Altônia (Noroeste) lideram, respectivamente, os cultivos de laranjas, tangerinas e limões.

As informações estão no Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 29 de março a 4 de abril. O documento é preparado pelos técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

Os dados mais recentes do Deral, de 2022, mostram que o Paraná cultivou aproximadamente 29 mil hectares de frutas cítricas. Elas representam 63,4% do volume de 1,3 milhão de toneladas produzidas na fruticultura. A laranja é cultivada em 20,8 mil hectares, e Paranavaí responde por 18,7% dos volumes colhidos. A tangerina ocupa 6,9 mil hectares, sendo 57,4% das frutas extraídas de Cerro Azul; já a área destinada ao cultivo de limão é de 1,3 mil hectares e oferta a partir do mês de maio, com Altônia recolhendo 67,8% do total.

De acordo com o engenheiro agrônomo Paulo Andrade, a laranja, com intensificação da safra a partir de julho, tem grande parte da produção destinada ao processamento industrial, transformada em suco concentrado e subprodutos encaminhados ao mercado externo, além do suco “pronto para beber” dirigido ao mercado nacional. A comercialização de frutas frescas é focada no consumo interno, local e regional.

Para CNA, decisão do Supremo garante direito de propriedade

A tangerina, com início de colheitas modestas em abril, se destina ao mercado “in natura”, é uma fruta com oferta concentrada em 10 semanas do ano, tem alta perecibilidade e baixa vida de prateleira. Segundo Andrade, a produção de suco é uma realidade buscada pelos citricultores do Vale do Ribeira, visando o fornecimento – via transformação agroindustrial – de um produto diferenciado, o que representaria um novo nicho de mercado para os produtores.

Milho e soja

Com o calor intenso no Paraná, aliado a poucas chuvas, as condições de lavoura do milho segunda safra 2023/24 tiveram uma piora significativa nesta semana. Segundo o Deral, 81% dos 2,4 milhões de hectares plantados têm condição boa no campo, enquanto 17% têm condição mediana. Em relação à soja, a colheita chegou nesta semana a 93% dos 5,7 milhões de hectares plantados nesta safra. Já no mercado os preços permanecem estáveis nos últimos meses.

Trigo

Apesar de o zoneamento já permitir o plantio de trigo em alguns municípios do Paraná, especialmente na região Norte, não há registro de semeadura até o momento. Com os trabalhos podendo se estender nesses municípios até, no mínimo, o final de maio, a intensificação dos tratores a campo ainda deve demorar algumas semanas para acontecer.

Bovino de corte

Durante o mês de março, a arroba do boi-gordo foi comercializada, em média, a R$ 228,11 no Paraná, correspondendo a uma queda de aproximadamente 1,4% em relação a fevereiro. Apesar da pequena variação no comparativo entre os últimos dois meses, o produto já acumula queda de 16,4% em um ano.

Frango e ovos

Segundo a Embrapa Suínos e Aves, o custo de produção do frango vivo no Paraná atingiu em fevereiro de 2024 o valor de R$ 4,38/kg, uma redução de 0,23% em relação ao mês anterior (R$ 4,39/kg) e uma diminuição de 19,93% em comparação com fevereiro de 2023, cujo valor foi de R$ 5,47/kg.

Sobre os ovos, o boletim destaca o levantamento de março do Deral sobre os preços do produto. O preço nominal médio do ovo tipo grande ao produtor no Paraná foi de R$ 149,46 por caixa de 30 dúzias. Isso representa uma queda de 0,51% em relação a fevereiro (R$ 150,26) e uma elevação de 3,4% em comparação a março de 2023 (R$ 144,49).

 

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Notícias

Para CNA, decisão do Supremo garante direito de propriedade

Por redação 05/04/2024
Escrito por redação

STF decide manter decisões judiciais que questionam vícios na demarcação de terras indígenas no oeste do Paraná

Para CNA, decisão do Supremo garante direito de propriedade

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) tiveram o pedido atendido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir o direito de propriedade a produtores rurais do oeste do Paraná.

Na quarta (3), o STF formou maioria para retomar a eficácia de decisões judiciais de instancias ordinárias que anulam procedimentos viciados de demarcação de terras indígenas na região, envolvendo os municípios de Guaíra e Terra Roxa. O relator da ACO foi o ministro Dias Toffoli.

Agrishow 2024 espera repetir resultados do ano passado

Em janeiro, no recesso do Poder Judiciário, o ministro Edson Fachin havia suspendido todas as ações que questionavam o processo de demarcação de terras localizadas nos municípios de Guaíra e Terra Roxa, no Paraná.

“O STF frisou que não seria possível analisar pedido feito por comunidade indígena que extrapola o objeto da ação em trâmite na Suprema Corte. Portanto, os produtores do oeste do Paraná tiveram seu direito de propriedade resguardado, o que vai garantir segurança jurídica aos agricultores da região”, destacou o diretor jurídico da CNA, Rudy Ferraz.

A CNA tem atuado para assegurar o direito de propriedade e o respeito ao marco temporal na demarcação de terras indígenas, juntamente com a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), as federações de agricultura e pecuária nos estados e sindicatos rurais.

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Notícias

Vendas de máquinas agrícolas caem 38,9% no primeiro bimestre

Por redação 04/04/2024
Escrito por redação

Segundo dados da Fenabrave, houve queda de 36,1% em fevereiro, na comparação com o mesmo mês de 2023

Vendas de máquinas agrícolas caem 38,9% no primeiro bimestreA comercialização de máquinas e implementos agrícolas no mercado interno aumentou 44,6% em fevereiro no comparativo mensal, apontam dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), divulgados nesta quarta-feira (03).

Por outro lado, segundo a entidade, houve queda de 36,1% em fevereiro em relação ao mesmo mês de 2023. No acumulado do 1º bimestre, as vendas registram queda de 38,9% na comparação com igual período do ano passado.

Agrishow 2024 espera repetir resultados do ano passado

De acordo com o presidente da entidade, José Maurício Andreta Jr., sob efeito da volatilidade do agronegócio neste início de ano, o segmento mostrou recuperação em fevereiro frente a janeiro, em função do bom resultado obtido em algumas feiras realizadas, mas o volume segue abaixo do registrado em 2023.

“Apesar da oscilação no bimestre, acredito que as perspectivas para médio e longo prazo são positivas para o segmento, pois teremos outros eventos do setor, nos próximos meses, que deverão fomentar muitos pedidos”, analisa o dirigente.

A Fenabrave esclarece que por não serem emplacados, tratores e máquinas agrícolas apresentam dados com um mês de defasagem, pois dependem de levantamentos junto aos fabricantes.

 

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Agrishow

Agrishow 2024 espera repetir resultados do ano passado

Por redação 04/04/2024
Escrito por redação

Feira anunciou que terá mais de 100 novos expositores e infraestrutura aprimorada para receber os mais de 195 mil visitantes esperados

Agrishow 2024 espera repetir resultados do ano passado A 29ª edição da Agrishow, a principal feira de tecnologia agrícola da América Latina, será realizada entre os dias 29 de abril e 3 de maio, em Ribeirão Preto (SP), das 08h às 18h. Este ano, a expectativa dos organizadores é de que o evento receba mais de 195 mil visitantes e repita o faturamento de R$ 13 bilhões registrados na edição de 2023.

As mais de 800 marcas expositoras nacionais e internacionais, incluindo mais de 100 expositores estreantes, devem levar para a feira o que há de mais recente no mercado em tecnologia para o agronegócio. Para facilitar o acesso ao crédito e estimular novos negócios entre os visitantes da feira, diversas instituições financeiras também estarão presentes durante os cinco dias de evento.

“A indústria brasileira de máquinas agrícolas está preparada para atender a demanda do Brasil. Investiu muito nesses últimos anos e continua investindo para aumentar e modernizar sua capacidade de produção. Isso será visto na Agrishow deste ano”, disse João Marchesan, presidente da Agrishow.

Impacto econômico

Em 2023, a Agrishow registrou R$ 13,3 bilhões em negócios iniciados entre expositores e visitantes, representando um aumento de 18% em relação à edição anterior.

Para 2024, a expectativa é positiva no sentido de que o volume de negócios seja semelhante ao ano passado, sem quedas ou aumentos bruscos.

Em relação à geração de negócios locais e regionais, a previsão é de que feira estimule a movimentação de mais de R$ 500 milhões na economia de Ribeirão Preto e cidades vizinhas, considerando os gastos dos visitantes em transporte, hospedagem, alimentação e outras atividades.

Além disso, cerca de 7 mil trabalhadores devem se credenciar para atuar de alguma forma no evento, seja na montagem, realização ou desmontagem.

Estrutura aprimorada

Para garantir uma experiência melhor aos visitantes e expositores, a organização do evento anunciou investimentos na infraestrutura, como as áreas de alimentação, banheiros, pontos de hidratação e mobilidade. Foram ampliadas as estruturas de banheiros e sua operação foi remodelada para oferecer mais conforto e praticidade aos visitantes, que também contarão com diversos pontos de hidratação.

Em relação à mobilidade, o plano para 2024 agiu no alargamento de vias internas, ampliou as áreas de estacionamento e otimizou seus acessos com o objetivo de absorver o fluxo de visitantes o mais rápido possível para as áreas da feira. E para deixar o evento, foram criadas saídas novas que dão acessos a pontos de melhor vazão na rodovia Pref. Antônio Duarte Nogueira e em outras vias do entorno.

 

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Notícias

Fabricante argentina Crucianelli estreia no Brasil na Tecnoshow Comigo

Por redação 01/04/2024
Escrito por redação

Crucianelli, que recentemente anunciou uma joint venture com o Grupo Piccin para a fabricação de equipamentos em território brasileiro fará sua primeira exposição em Rio Verde/GO

Fabricante argentina Crucianelli estreia no Brasil na Tecnoshow Comigo

A argentina Crucianelli, empresa sediada na cidade de Armstrong, Santa Fé, com mais de 60 anos no mercado, está dando seu terceiro passo na estratégia de crescimento internacional. A empresa, que primeiro anunciou uma joint venture com o Grupo Piccin, de São Carlos/SP, onde nasceu a ACP (Aliança Crucianelli Piccin), e posteriormente deu início a fabricação no Brasil de plantadeiras com a tecnologia argentina, agora concretiza sua chegada no mercado nacional. Pela primeira vez, vai expor os seus equipamentos aos produtores brasileiros.

Como estreia em eventos nacionais, foi escolhida a Tecnoshow Comigo, que ocorrerá de 8 a 12 de abril, em Rio Verde/GO, e tem se destacado nos últimos anos por sua relevância no Centro-Oeste brasileiro. Para a feira, a ACP irá apresentar aos visitantes e toda classe produtora duas plantadoras da linha Plantor, nos modelos 3,9 e 3.2.

As máquinas “autotransportáveis”, contam com sistema de fechamento frontal que, com acionamento de dentro da cabine, permite reduzir a largura máxima de 18 metros na posição trabalho para 3,9m e 3,2m na posição de transporte dos dois modelos, respectivamente.

“A linha Plantor traz para o mercado mais uma opção de máquinas com grande capacidade produtiva e alta tecnologia”, diz o CEO do Grupo Piccin, Camilo Ramos.

A feira que chega a sua 21ª edição é realizada no Centro Tecnológico COMIGO (CTC), localizado no Anel Viário Paulo Campos, km 7, em Rio Verde, Goiás. Atualmente, a área conta com mais de 130 hectares destinados aos experimentos agropecuários. Entre as novidades deste ano está a expansão da área gramada em 6.000m², o que dará ainda mais visibilidade aos maquinários agrícolas.

Em 2023, o evento contou com a participação de 650 expositores e a comercialização de R$11,1 bilhões. No total a feira recebeu um público estimado em 138 mil pessoas, além da exposição de mais de 3 mil máquinas e equipamentos.

“Estamos muito ansiosos para a Tecnoshow Comigo, evento que escolhemos para expor pela primeira vez os equipamentos fabricados no Brasil com a tecnologia argentina, fruto dessa aliança entre Crucianelli e Piccin”, finaliza o executivo.

 

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Opinião

Financiamento no agronegócio: lições sobre produção e crédito

Por redação 01/04/2024
Escrito por redação

*Jayme Petra de Mello Neto – O último Censo Agropecuário do Brasil apresenta um quadro bastante interessante do financiamento no agronegócio brasileiro nos últimos anos, que permite uma leitura crítica sobre o acesso a recursos financeiros e oferece conclusões e lições importantes em relação aos obstáculos entre a produção e o crédito.

De acordo com o estudo, percebe-se que a origem do financiamento no agronegócio é de recursos governamentais e bancários, em sua maioria. Essas duas formas pressupõem que a concessão do crédito seja formalizada por meio de certos requisitos burocráticos específicos, como a regularidade fiscal e a estruturação formal da empresa.

Caso considerarmos os dados do próprio Censo, que indicam mais de 90% dos produtores agropecuários sejam pessoas físicas, fica evidente a falta de estruturação empresarial dos produtores rurais como o primeiro obstáculo para a obtenção de financiamentos.

A lei brasileira não permite a geração de uma estruturação social mais simples e adequada à realidade do agro, principalmente para os produtores que sempre operaram como pessoa física. Além disso, os benefícios fiscais concedidos ao setor tendem a ser passageiros e não incentivam a conversão da pessoa física para a jurídica.

É válido ressaltar que a adaptação dos tipos societários tradicionais já aconteceu em outros segmentos. Com relação ao agronegócio brasileiro, enquanto não existir uma fôrma jurídica que contemple as especificidades do setor, haverá o obstáculo que os formatos tradicionais representam para o produtor rural.

Logo, acessar um financiamento no agronegócio, levando em consideração o capital de uma empresa fechada (sem valores mobiliários no mercado de capitais), normalmente é possível apenas por meio de contratos de empréstimos tradicionais. Caso existisse uma simplicidade nos modelos legais para que o produtor pessoa física pudesse converter-se em jurídica, haveria também um acesso mais facilitado ao crédito.

Além desse fator, há a questão de que os modelos societários tradicionais começam a ser desafiados pela economia digital com seus sistemas regulatórios e suas especificidades que transcendem o âmbito de um território nacional. E nesse novo mercado, há uma boa oferta de crédito, tão vital ao agronegócio.

Para driblar esses desafios, faz-se necessária a estruturação dos produtores de maneira juridicamente sólida no ambiente digital, indicação com relação às negociações no âmbito digital e o uso dos meios de pagamento digital para buscar financiamento para a produção.

Dessa forma, deve ser feito com o viés da legalidade no direito brasileiro e precisa ser pautado em um bom aconselhamento jurídico que esteja conectado tanto à realidade do produtor quanto ao universo financeiro digital.

Portanto, a inteligência jurídica é a chave para que os empresários do agronegócio possam cumprir as exigências formais para a obtenção do crédito disponível no Sistema Financeiro Nacional de maneira simplificada, ao mesmo tempo que se preparam para buscar o crédito na nova economia digital.

*Jayme Petra de Mello Neto é head no Marcos Martins Advogados

 

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Associações e cooperativas de pequenos produtores de São Paulo com projetos aprovados pela Conab receberão recurso de R$ 3,8 milhões para a execução das propostas, por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).
Notícias

Produtores de 16 estados poderão renegociar dívidas do crédito rural

Por redação 01/04/2024
Escrito por redação

CMN autoriza refinanciamento por eventos climáticos e queda de preços

Produtores de 16 estados poderão renegociar dívidas do crédito ruralProdutores de 16 estados afetados por eventos climáticos ou pela queda de preços agrícolas poderão renegociar dívidas do crédito rural para investimentos, autorizou na quinta-feira (28) o Conselho Monetário Nacional (CMN). Os pedidos precisam ser feitos até 31 de maio, diz nota da “Agência Brasil”.

Em nota, o Ministério da Fazenda informou que a medida foi necessária porque, na safra 2023/2024, o comportamento climático nas principais regiões produtoras afetou negativamente algumas lavouras, principalmente de soja e milho, reduzindo a produtividade em localidades específicas das regiões Sul, Centro-Oeste e do estado de São Paulo.

Além disso, o Ministério da Agricultura informou que os produtores rurais têm enfrentado dificuldades com a queda no preço da soja, do milho, da carne e do leite em algumas regiões e com insumos caros.

Guia para a manutenção adequada dos filtros das máquinas agrícolas

As instituições financeiras poderão renegociar, a seu critério, até 100% do valor principal das parcelas com vencimento entre 2 de janeiro e 30 de dezembro deste ano. As linhas de crédito precisam ter sido contratadas até 30 de dezembro do ano passado, e o tomador tem que precisa estar em dia com as parcelas até esta data.

Enquadramento

A renegociação abrange parcelas de linhas de crédito rural de investimento contratadas com recursos controlados (recursos equalizados, recursos obrigatórios e recursos dos Fundos Constitucionais do Nordeste, do Norte e do Centro-Oeste).

Os financiamentos deverão ter amparo do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e dos demais programas de investimento rural do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), bem como das linhas de investimento rural dos fundos constitucionais.

As atividades produtivas e os estados beneficiados são os seguintes:

  • soja, milho e bovinocultura de carne: Goiás e Mato Grosso;
  • bovinocultura de carne e leite: Minas Gerais;
  • soja, milho e bovinocultura de leite: São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina;
  • bovinocultura de carne: Rondônia, Roraima, Pará, Acre, Amapá, Amazonas e Tocantins;
  • soja, milho e bovinocultura de leite e de carne: Mato Grosso do Sul;
  • bovinocultura de leite: Espírito Santo e Rio de Janeiro.

As parcelas renegociadas devem ser corrigidas pelos encargos financeiros contratuais, inclusive para situação de inadimplência quando for o caso. No entanto, as parcelas com vencimento entre 28 de março e 15 de abril de 2024 podem ser corrigidas pelos encargos contratuais para a situação de normalidade, dispensando os encargos extras por causa de inadimplência. O mutuário deve pagar pelo menos os encargos financeiros previstos para este ano, nas respectivas datas de vencimento das parcelas.

Nas linhas de crédito com a última parcela prevista para vencimento em 2024, 2025 ou 2026, até 100% do valor principal das parcelas de 2024 podem ser reprogramados para reembolso em até um ano após o vencimento da última parcela prevista no cronograma de reembolso vigente.

Nas operações com a última parcela prevista após 2026, até 100% do principal das parcelas de 2024 devem ser somados ao saldo devedor e redistribuídos nas parcelas a vencerem a partir de 2025.

Estimativas

A renegociação abrange operações de investimento cujas parcelas com vencimento em 2024 podem alcançar R$ 20,8 bilhões em recursos equalizados, R$ 6,3 bilhões em recursos dos fundos constitucionais e R$ 1,1 bilhão em recursos obrigatórios.

Caso todas as parcelas das operações aptas à renegociação sejam prorrogadas, o custo será R$ 3,2 bilhões, distribuídos entre 2024 e 2030, sendo metade para a agricultura familiar e metade para a agricultura empresarial. O custo efetivo será descontado dos valores a serem destinados para equalização de taxas dos Planos Safra 2024/2025.

Pronaf

Quanto às dívidas de operações de crédito do Pronaf com recursos dos fundos constitucionais, o CMN autorizou os mutuários afetados por mudanças climáticas a pedir a renegociação até 120 dias após o vencimento da prestação. Até agora, não havia norma sobre as condições de renegociação após esse prazo.

Para as parcelas vencidas há mais de 120 dias, o CMN definiu que devem ser aplicados os encargos para a situação de inadimplência. No entanto, esses encargos serão atrelados aos fundos constitucionais, que cobram juros menores que as demais linhas de crédito rural.

 

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