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Notícias

Coopercitrus inaugura nova sede de concessionária Valtra em Uberlândia

Por redação 21/03/2024
Escrito por redação

O local possui uma área construída de 1.760 m², espaço que permitirá à Coopercitrus oferecer um atendimento integral aos cooperados de toda a região

Coopercitrus inaugura nova sede de concessionária Valtra em UberlândiaA Coopercitrus – Cooperativa de Produtores Rurais inaugura hoje, 21, a nova sede de sua concessionária Valtra em Uberlândia. Esta é a primeira unidade da rede de 21 concessionárias Valtra da cooperativa a receber o novo padrão mundial de lojas da fabricante.

O local possui uma área construída de 1.760 m², espaço que permitirá à Coopercitrus oferecer um atendimento integral aos cooperados de toda a região, composta por Araporã, Centralina, Monte Alegre de Minas, Prata, Tupaciguara, Indianópolis e Irai de Minas.

Guia para a manutenção adequada dos filtros das máquinas agrícolas

A nova sede também dispõe de uma oficina moderna e bem equipada, garantindo um pós-venda de qualidade aos produtores rurais.

“Vamos atender o cooperado na plenitude, com oficina não somente para tratores, mas também para autopropelidos, pulverizadores e plantadeiras. Esta é uma região altamente tecnificada e estamos prontos para apoiá-los em todos os aspectos”, diz o Gerente Comercial de Máquinas da Coopercitrus, Tiago Marton.

“O nosso foco está sempre voltado para uma melhor experiência do nosso cooperado. Esta nova unidade foi pensada e projetada para priorizar os serviços e o pós-venda. Além do showroom e área comercial, toda estrutura visa entregar um produto que agregue valor na jornada do produtor rural”, afirma Fernando Degobbi, CEO da Coopercitrus.

A unidade está localizada na Avenida Moacir Lopes de Carvalho, nº 519, no bairro Presidente Roosevelt.

 

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21/03/2024 0 Comentários
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Notícias

Fendt leva solução de plantio para o Show Safra, em Lucas do Rio Verde

Por redação 21/03/2024
Escrito por redação

Evento é focado em apresentar as principais soluções para a agricultura regional

 Fendt leva solução de plantio para o Show Safra, em Lucas do Rio VerdeLucas do Rio Verde, no Mato Grosso, é uma das cidades que se destacam pelo desenvolvimento agrícola do Centro-Oeste, maior polo produtor de grãos do Brasil. Pela sua relevância na produção de soja e milho, o município é considerado como o “coração” da região e possui uma economia sólida e crescente. É neste cenário que acontece a Show Safra, feira que ocorre de 18 a 22 de março, focada em apresentar soluções para a agricultura regional.

A Fendt, fabricante alemã de máquinas e implementos agrícolas, chegou ao Brasil em 2019 e suas primeiras concessionárias foram no Centro-Oeste para atender a demanda local por equipamentos de alta tecnologia. Nesses cinco anos em operação no país, o portfólio e a rede de atendimento da marca cresceram. Parte dessa jornada será demonstrada no evento e o destaque fica para o lançamento do “Combo Suplantar”, novidade que reúne a série de tratores Fendt 700 Vario Gen7 e a nova versão da plantadeira Fendt Momentum (18 a 24 linhas).

“Desde nossa chegada ao Brasil, sabemos que agronegócio no país demanda máquinas eficientes, econômicas e com soluções inteligentes embarcadas. Oferecemos tudo isso em nossos equipamentos de grande e médio porte. Nossa novidade, por exemplo, é composta por um trator que se adapta as mais diferentes operações e condições de trabalho, sempre operando com a melhor eficiência. Já a Fendt Momentum se adequa perfeitamente as mais diferentes condições de terreno e com uma distribuição de peso uniforme ao longo do chassi, proporcionando assim uma excelente qualidade de plantio. Esses equipamentos formam o combo ideal para atender aqueles produtores que buscam por novos patamares de produtividade”, explica Rafael Antonio Costa, diretor comercial da Fendt.

Em sua sétima geração, a nova série de tratores 700 Vario, será ofertada ao mercado através dos modelos (Fendt 726 Vario e Fendt 728 Vario) que ocupam a faixa de potência de 262 a 283 cavalos. Os maquinários são equipados com a transmissão VarioDrive, tecnologia que proporciona as melhores rotações e velocidades para os manejos, com índice de patinagem mínimo e alta economia de combustível. Além disso, o modelo 728 possui o conceito Fendt Dynamic Performance, que fornece mais 20 cavalos de potência conforme a necessidade de cada trabalho exercido, podendo assim chegar a 303 cv.

Guia para a manutenção adequada dos filtros das máquinas agrícolas

As máquinas são ideais para acompanhar as novas versões da plantadeira Fendt Momentum, que chega nos tamanhos de 18, 20, 22 e 24 linhas, com as mesmas tecnologias presentes nos implementos maiores já consagrados no mercado. O equipamento realiza o plantio em áreas planas e em terrenos irregulares ou em curvas de nível, garantindo o depósito de sementes sempre na mesma profundidade.

Para que isso seja possível, entra em ação o Fendt Smart Frame que faz a leitura dos pontos de contato com o solo, a angulação de 40° proporcionada pelo Wing Flex, a melhor distribuição de carga sobre o chassi através do Weight Transfer, e o Delta Force que aplica a pressão correta para cada uma das linhas. Quando dobrada, a plantadeira fica com 3,6m, a menor largura de transporte da categoria, sem precisar desmontar qualquer componente.

 

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21/03/2024 0 Comentários
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Notícias

Nova plantadeira de mudas de forrageiras é oito vezes mais eficiente

Por redação 20/03/2024
Escrito por redação

A máquina reduz o tempo de plantio, amplia a área plantada com as forrageiras BRS Kurumi e BRS Capiaçu disponibilizadas pela Embrapa; a plantadeira de mudas é de fácil manuseio e operação não exigindo conhecimento especializado para sua utilização

Nova plantadeira de mudas de forrageiras é oito vezes mais eficienteA plantadeira de mudas Topa Tudo é uma solução que a pesquisa agropecuária desenvolveu para atender a demanda de produtores de leite e de carne a fim de expandir as áreas com forrageiras (capins) plantadas por mudas. Com isso, ela aumenta a disponibilidade de forragens para a alimentação dos animais. Com o atual método convencional esse plantio é feito manualmente, muito mais trabalhoso e lento.

Com plantadeira de mudas o tempo de plantio é consideravelmente reduzido. Ela reduz o número de operações de preparo do solo com a prática do plantio direto, gerando maior economia.

Além das forrageiras, o equipamento é capaz, também, de plantar outras espécies arbóreas. A Topa Tudo é acoplável a tratores de média potência e permite melhor resultado econômico da atividade de produção animal (leite e carne). Aumenta em até oito vezes a eficiência do trabalho quando comparada ao sistema convencional de plantio manual de mudas.

A Embrapa em seu programa de melhoramento genético de forrageiras lançou várias cultivares de capim-elefante com alto rendimento por hectare e qualidade nutritiva para a alimentação animal.

No entanto, essas cultivares são de reprodução vegetativa (por meio mudas) o que acarreta elevado custo de plantio uma vez que não existem máquinas disponíveis para essa finalidade. Dessa forma, o plantio é manual, demorado e penoso para os agricultores.

Em consulta aos produtores rurais e aos produtores de mudas, essa demanda foi a mais importante e apontada como limitante para a expansão das áreas dos capins BRS Kurumi e BRS Capiaçu. O desenvolvimento da plantadeira de mudas Topa Tudo foi uma resposta a essa demanda.

Como funciona a plantadeira de mudas Topa Tudo

A Topa Tudo é um implemento acoplável a tratores de média potência, que permite o preparo do leito do solo com a utilização opcional de um disco sulcador/cortador de palha/solo frontal ou de um escarificador, com profundidade regulável e acionado pela tomada de força do trator, que corta/descompacta a terra para a colocação das mudas, permitindo o plantio direto, sem o revolvimento convencional do solo.

De acordo com a cultivar a ser plantada e do espaçamento planejado, pode ser ajustado o conjunto mecânico para a colocação das mudas. O rotor terá o número de “injetores” de acordo com o espaçamento recomendado para o plantio entre as plantas. A plantadora/transplantadora possui uma linha de plantio.

As mudas, colmos ou toletes são colocados em bandejas que são depositadas em suportes metálicos laterais e ficam ao alcance do operador, facilitando o processo de colocação das mudas nos injetores do equipamento. Após o plantio, as mudas são cobertas e apertadas contra o solo por dois rolos movimentados pelo arraste do equipamento.

O equipamento é de fácil manuseio e operação. É estruturada sobre chassi de ferro e é monobloco. É um equipamento de pequena dimensão e que pode ser transportado na carroceria de uma camionete. Não possui engrenagens o que facilita sua utilização sem a necessidade de infraestrutura especial, mão-de-obra especializada ou conhecimento técnico diferenciado.

Para a adoção, é necessário a aquisição do equipamento e a utilização de um trator de potência em torno de 65 CV. Sua manutenção, quando necessária, poderá ser feita em pequenas oficinas de reparo.

Onde ela pode ser usada

Ela pode ser empregada em todo o segmento da pecuária nacional, especialmente o de produção de leite e de carne bovina, ovina e caprina, pelos fornecedores de mudas de espécies forrageiras. Também envolve as organizações de pesquisa e de assistência técnica e extensão rural públicas e privadas, empresas fornecedoras de insumos e serviços para esses segmentos.

A plantadeira de mudas pode ser utilizada em todos os biomas nacionais não apresentando restrições para a sua utilização em função das condições climáticas, tipo de solo e topografia. Pode ser utilizado em terrenos previamente preparados ou em terrenos brutos sem prévio preparo. Não há restrições para o uso do equipamento.

Atualmente, o plantio das forrageiras BRS Kurumi e BRS Capiaçu é feito de forma manual. Para o plantio manual de um hectare são utilizadas em torno de 25 mil mudas dessas cultivares e necessários o trabalho de cinco homens pelo período de dois dias, cerca de dez homens por hectare a cada dia.

A Topa Tudo realiza o mesmo trabalho com apenas dois operadores: um tratorista e um auxiliar para posicionamento das mudas. A máquina deve beneficiar, especialmente, a agricultura familiar, que sofre carência de equipamentos de mecanização dos cultivos.

Como surgiu a Topa Tudo

O implemento agrícola foi desenvolvido em parceria entre a Embrapa e o produtor Joaquim Kurz Filho (foto à direita), com apoio do projeto “Estratégias tecnológicas para a racionalização do uso da mão de obra em sistemas agroflorestais visando ao uso sustentável da Reserva Legal na agricultura familiar (SAF Legal)”. O valor da tecnologia pode ser estimado pelo seu potencial benefício social, ambiental e econômico.

Socialmente, irá contribuir para a melhoria da saúde e da qualidade de vida dos agricultores familiares (diminuição da penosidade e otimização do tempo de trabalho e descanso). Ambientalmente o equipamento contribuirá com a redução da erosão hídrica e eólica por utilizar o sistema de plantio direto e com o incremento da captação de carbono devido à implantação de áreas de gramíneas forrageiras com o incremento da biomassa da parte aérea e das raízes das plantas. Economicamente, a ampliação das áreas de produção de forragem melhora o desempenho produtivo de carne e leite com ganhos na renda dos produtores.

A produção atual de máquinas e equipamentos agrícolas está destinada prioritariamente às grandes áreas de plantio em escala comercial, como soja, milho, algodão, cana-de-açúcar, entre outras culturas. As empresas produtoras desses equipamentos não atendem, de forma adequada, às necessidades dos agricultores familiares do País.

Essa situação provocou o lançamento do Programa Nacional de Máquinas, Equipamentos e Implementos para Produção Sustentável de Alimentos pela Agricultura Familiar, pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) no âmbito do programa Mais Alimentos.

A plantadeira Topa Tudo não tem concorrente no mercado, é pequena, leve, fácil de ser transportada. Vai ao encontro da política pública proposta pelo MDA de ampliar a oferta dessas máquinas e equipamentos de pequeno porte como forma facilitar o trabalho e aumentar o rendimento no campo. A agricultura familiar representa em torno de 3,5 milhões de estabelecimentos rurais em todo o País.

Há perspectiva de inclusão deste tipo de equipamento em projetos financiados pelo Pronaf, conforme sinalização do MDA, o que impulsionaria a sua adoção. // Foto desta matéria: Paulo Lanzetta

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20/03/2024 0 Comentários
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Nova plantadeira de mudas de forrageiras é oito vezes mais eficiente
Notícias

Nova plantadeira de mudas de forrageiras é oito vezes mais eficiente

Por redação 20/03/2024
Escrito por redação

A plantadeira da Embrapa em parceria com produtor é de fácil manuseio e operação, não exigindo conhecimento especializado para sua utilização

Nova plantadeira de mudas de forrageiras é oito vezes mais eficiente

Plantadeira de mudas não possui engrenagens, o que facilita sua utilização sem a necessidade de infraestrutura especial, mão de obra especializada ou conhecimento técnico diferenciado – Foto: Paulo Lanzetta

A plantadeira de mudas Topa Tudo é uma solução que a pesquisa agropecuária desenvolveu para atender a demanda de produtores de leite e de carne a fim de expandir as áreas com forrageiras (capins) plantadas por mudas. Com isso, ela aumenta a disponibilidade de forragens para a alimentação dos animais. Com o atual método convencional esse plantio é feito manualmente, muito mais trabalhoso e lento.

Com plantadeira o tempo de plantio é consideravelmente reduzido. Ela reduz o número de operações de preparo do solo com a prática do plantio direto, gerando maior economia. Além das forrageiras, o equipamento é capaz, também, de plantar outras espécies arbóreas.

Guia para a manutenção adequada dos filtros das máquinas agrícolas

A plantadeira de mudas Topa Tudo é acoplável a tratores de média potência e permite melhor resultado econômico da atividade de produção animal (leite e carne). Aumenta em até oito vezes a eficiência do trabalho quando comparada ao sistema convencional de plantio manual de mudas.

A Embrapa em seu programa de melhoramento genético de forrageiras lançou várias cultivares de capim-elefante com alto rendimento por hectare e qualidade nutritiva para a alimentação animal.

No entanto, essas cultivares são de reprodução vegetativa (por meio mudas) o que acarreta elevado custo de plantio uma vez que não existem máquinas disponíveis para essa finalidade. Dessa forma, o plantio é manual, demorado e penoso para os agricultores. Em consulta aos produtores rurais e aos produtores de mudas, essa demanda foi a mais importante e apontada como limitante para a expansão das áreas dos capins BRS Kurumi e BRS Capiaçu. O desenvolvimento da plantadeira de mudas Topa Tudo foi uma resposta a essa demanda.

Como funciona a plantadeira de mudas Topa Tudo

A Topa Tudo é um implemento acoplável a tratores de média potência, que permite o preparo do leito do solo com a utilização opcional de um disco sulcador/cortador de palha/solo frontal ou de um escarificador, com profundidade regulável e acionado pela tomada de força do trator, que corta/descompacta a terra para a colocação das mudas, permitindo o plantio direto, sem o revolvimento convencional do solo.

De acordo com a cultivar a ser plantada e do espaçamento planejado, pode ser ajustado o conjunto mecânico para a colocação das mudas. O rotor terá o número de “injetores” de acordo com o espaçamento recomendado para o plantio entre as plantas.

A plantadora/transplantadora possui uma linha de plantio. As mudas, colmos ou toletes são colocados em bandejas que são depositadas em suportes metálicos laterais e ficam ao alcance do operador, facilitando o processo de colocação das mudas nos injetores do equipamento. Após o plantio, as mudas são cobertas e apertadas contra o solo por dois rolos movimentados pelo arraste do equipamento.

O equipamento é de fácil manuseio e operação. É estruturada sobre chassi de ferro e é monobloco. É um equipamento de pequena dimensão e que pode ser transportado na carroceria de uma camionete. Não possui engrenagens o que facilita sua utilização sem a necessidade de infraestrutura especial, mão-de-obra especializada ou conhecimento técnico diferenciado. Para a adoção, é necessário a aquisição do equipamento e a utilização de um trator de potência em torno de 65 CV. Sua manutenção, quando necessária, poderá ser feita em pequenas oficinas de reparo.

Onde ela pode ser usada

Ela pode ser empregada em todo o segmento da pecuária nacional, especialmente o de produção de leite e de carne bovina, ovina e caprina, pelos fornecedores de mudas de espécies forrageiras. Também envolve as organizações de pesquisa e de assistência técnica e extensão rural públicas e privadas, empresas fornecedoras de insumos e serviços para esses segmentos.

O equipamento pode ser utilizado em todos os biomas nacionais não apresentando restrições para a sua utilização em função das condições climáticas, tipo de solo e topografia. Pode ser utilizado em terrenos previamente preparados ou em terrenos brutos sem prévio preparo. Não há restrições para o uso do equipamento.

Atualmente, o plantio das forrageiras BRS Kurumi e BRS Capiaçu é feito de forma manual. Para o plantio manual de um hectare são utilizadas em torno de 25 mil mudas dessas cultivares e necessários o trabalho de cinco homens pelo período de dois dias, cerca de dez homens por hectare a cada dia.

A Topa Tudo realiza o mesmo trabalho com apenas dois operadores: um tratorista e um auxiliar para posicionamento das mudas. A máquina deve beneficiar, especialmente, a agricultura familiar, que sofre carência de equipamentos de mecanização dos cultivos.

Como surgiu a Topa Tudo

A plantadeira de mudas foi desenvolvida em parceria entre a Embrapa e o produtor Joaquim Kurz Filho, com apoio do projeto “Estratégias tecnológicas para a racionalização do uso da mão de obra em sistemas agroflorestais visando ao uso sustentável da Reserva Legal na agricultura familiar (SAF Legal)”. O valor da tecnologia pode ser estimado pelo seu potencial benefício social, ambiental e econômico.

Socialmente, irá contribuir para a melhoria da saúde e da qualidade de vida dos agricultores familiares (diminuição da penosidade e otimização do tempo de trabalho e descanso). Ambientalmente o equipamento contribuirá com a redução da erosão hídrica e eólica por utilizar o sistema de plantio direto e com o incremento da captação de carbono devido à implantação de áreas de gramíneas forrageiras com o incremento da biomassa da parte aérea e das raízes das plantas. Economicamente, a ampliação das áreas de produção de forragem melhora o desempenho produtivo de carne e leite com ganhos na renda dos produtores.

A produção atual de máquinas e equipamentos agrícolas está destinada prioritariamente às grandes áreas de plantio em escala comercial, como soja, milho, algodão, cana-de-açúcar, entre outras culturas. As empresas produtoras desses equipamentos não atendem, de forma adequada, às necessidades dos agricultores familiares do País.

Essa situação provocou o lançamento do Programa Nacional de Máquinas, Equipamentos e Implementos para Produção Sustentável de Alimentos pela Agricultura Familiar, pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) no âmbito do programa Mais Alimentos.

A plantadeira Topa Tudo não tem concorrente no mercado, é pequena, leve, fácil de ser transportada. Vai ao encontro da política pública proposta pelo MDA de ampliar a oferta dessas máquinas e equipamentos de pequeno porte como forma facilitar o trabalho e aumentar o rendimento no campo. A agricultura familiar representa em torno de 3,5 milhões de estabelecimentos rurais em todo o País.

Há perspectiva de inclusão deste tipo de equipamento em projetos financiados pelo Pronaf, conforme sinalização do MDA, o que impulsionaria a sua adoção.

 

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20/03/2024 0 Comentários
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Processamento de soja deve atingir 53,5 milhões de toneladas neste ano
Notícias

Embarques de soja em grão devem atingir 14 milhões de t em março

Por redação 20/03/2024
Escrito por redação

Exportação de farelo deve chegar a 2,1 milhões e a de milho a 134,4 mil toneladas

Em seu relatório semanal, divulgado nesta terça-feira (19), a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) informa que os embarques de soja em grão devem atingir 14,014 milhões de toneladas em março, contra 14,4 milhões de igual mês do ano passado.

Guia para a manutenção adequada dos filtros das máquinas agrícolas

Já os embarques de farelo de soja devem alcançar 2,133 milhões de toneladas em março, contra 1,805 milhão do mesmo mês de 2023. Ademais, as exportações de milho devem chegar 134,430 mil toneladas em março, contra 780,053 mil de toneladas de igual mês do ano passado.

 

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20/03/2024 0 Comentários
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John Deere inaugura fábrica em Canoas (RS) para produção de novo pulverizador
Notícias

John Deere anuncia novos investimentos no Brasil com aquisição de terrenos

Por redação 19/03/2024
Escrito por redação

Aquisições recentes incluem terrenos em São Paulo e no Rio Grande do Sul

John Deere anuncia novos investimentos no BrasilA John Deere anunciou a aquisição do condomínio que abriga o escritório regional da empresa, em Indaiatuba (SP), e do Centro de Distribuição de Peças para a América do Sul (SA-PDC), em Campinas (SP), juntamente com um terreno próximo, que será utilizado para uma futura expansão. Recentemente, a companhia também adquiriu dois terrenos no Distrito Industrial de Montenegro (RS). Os investimentos fazem parte do compromisso contínuo da empresa com o desenvolvimento e a expansão no mercado nacional.

“Desde a chegada da John Deere no Brasil, há 45 anos, a companhia tem investido continuamente na construção de centros de distribuição, fábricas e escritórios, além de aquisições de empresas locais. Este anúncio representa mais um marco importante na trajetória da companhia em território nacional e reforça que este é um mercado de extrema importância para a John Deere”, explica Antonio Carrere, vice-presidente de Marketing e Vendas da John Deere para a América Latina.

 

Inaugurado em 2008, o Centro de Distribuição de Peças para a América do Sul (SA-PDC) funcionava em um espaço alugado. A compra incluiu a área de 125,5 mil m², a instalação atual, de 76,2 mil m², e um terreno de 198,3 mil m² nas proximidades. Além da operação do centro de distribuição, o complexo conta com um prédio onde funcionam o Centro de Treinamentos (CT) e o Centro de Agricultura de Precisão e Inovação (CAPI), que em breve será realocado para o Centro Brasileiro de Desenvolvimento de Tecnologia, anunciado em novembro de 2023 pela companhia.

“A aquisição proporcionará a possibilidade de expansão para atender à crescente demanda por capacidade de armazenamento no País”, comenta Carrere.

Já o escritório regional da empresa foi transferido de Porto Alegre (RS) para Indaiatuba (SP), em 2012, considerando a localização geográfica estratégica e a infraestrutura logística de estradas e aeroportos. Hoje, o escritório fica localizado em um condomínio, que agora foi adquirido pela empresa. A expansão permitirá maior integração dos profissionais da John Deere ligados aos diferentes negócios da companhia.

Investimentos em Montenegro (RS)

No Distrito Industrial de Montenegro (RS), a John Deere adquiriu dois terrenos lindeiros à fábrica. A compra foi conduzida pelo Programa de Implantação de Distritos Industriais (PROEDI/RS), com investimento inicial de R$ 3,2 milhões para preparação do terreno, fazendo parte de um montante total de R$ 230 milhões que serão investidos até 2026 em novas linhas de produção para localização de componentes, ampliação de área de armazenagem, depósito e restaurante, bem como ampliação de áreas internas.

Centro Brasileiro de Desenvolvimento de Tecnologia

Recentemente, a companhia anunciou a construção do Centro Brasileiro de Desenvolvimento de Tecnologia, em Indaiatuba (SP), com previsão de inauguração no final de 2024. Esse será o primeiro centro de desenvolvimento e testes para a agricultura tropical do mundo, e a empresa está investindo cerca de R$ 180 milhões no projeto.

A unidade permitirá que os produtos sejam concebidos e testados em território brasileiro, considerando todas as variáveis: solo, clima, níveis de conectividade etc. Além disso, a expectativa da John Deere é reduzir em até 40% o tempo de desenvolvimento de novas soluções, dependendo do tipo de projeto, garantindo que os clientes locais tenham acesso aos produtos e soluções mais rapidamente.

Expansão no Brasil

No País, as unidades da empresa produzem equipamentos que chegam a cerca de 55 países. E seu impacto vai além: a Rede de Concessionários e Distribuidores garante capilaridade no território nacional com mais de 300 pontos de venda e uma ampla base de fornecedores.

Além disso, a John Deere conta com mais de 9 mil funcionários, distribuídos em suas unidades brasileiras: Centro de Distribuição de Peças (PDC) para a América do Sul e Centro de Agricultura de Precisão e Inovação (CAPI), em Campinas (SP); fábricas de equipamentos de Construção e Escritório Regional para a América Latina, em Indaiatuba (SP) e fábricas de colhedoras de cana e pulverizadores em Catalão (GO), de tratores agrícolas em Montenegro (RS) e de colheitadeiras de grãos e plantadeiras em Horizontina (RS).

A companhia também fez aquisições das empresas: Auteq Telemática, empresa de softwares e computadores de bordo; PLA, fabricante de pulverizadores; Unimil, especializada em peças e serviços de pós-venda para colhedoras de cana-de-açúcar; e Ciber, empresa integrante do grupo Wirtgen, líder mundial em soluções para pavimentação; além da aquisição das fábricas de escavadeiras da joint-venture com a japonesa Hitachi, em 2021.

 

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Notícias

John Deere anuncia ampliação de investimentos no Brasil

Por redação 19/03/2024
Escrito por redação

Aquisições recentes incluem terrenos em São Paulo e no Rio Grande do Sul

John Deere anuncia novos investimentos no BrasilA John Deere anunciou nesta segunda-feira, 19, a aquisição do condomínio que abriga o escritório regional da empresa, em Indaiatuba (SP), e do Centro de Distribuição de Peças para a América do Sul (SA-PDC), em Campinas (SP), juntamente com um terreno próximo, que será utilizado para uma futura expansão.

Recentemente, a companhia também adquiriu dois terrenos no Distrito Industrial de Montenegro (RS). Os investimentos fazem parte do compromisso contínuo da empresa com o desenvolvimento e a expansão no mercado nacional.

“Desde a chegada da John Deere no Brasil, há 45 anos, a companhia tem investido continuamente na construção de centros de distribuição, fábricas e escritórios, além de aquisições de empresas locais. Este anúncio representa mais um marco importante na trajetória da companhia em território nacional e reforça que este é um mercado de extrema importância para a John Deere”, explica Antonio Carrere, vice-presidente de Marketing e Vendas da John Deere para a América Latina.

Inaugurado em 2008, o Centro de Distribuição de Peças para a América do Sul (SA-PDC) funcionava em um espaço alugado. A compra incluiu a área de 125,5 mil m², a instalação atual, de 76,2 mil m², e um terreno de 198,3 mil m² nas proximidades. Além da operação do centro de distribuição, o complexo conta com um prédio onde funcionam o Centro de Treinamentos (CT) e o Centro de Agricultura de Precisão e Inovação (CAPI), que em breve será realocado para o Centro Brasileiro de Desenvolvimento de Tecnologia, anunciado em novembro de 2023 pela companhia.”

Guia para a manutenção adequada dos filtros das máquinas agrícolas

A aquisição proporcionará a possibilidade de expansão para atender à crescente demanda por capacidade de armazenamento no País”, comenta Carrere.

Já o escritório regional da empresa foi transferido de Porto Alegre (RS) para Indaiatuba (SP), em 2012, considerando a localização geográfica estratégica e a infraestrutura logística de estradas e aeroportos. Hoje, o escritório fica localizado em um condomínio, que agora foi adquirido pela empresa. A expansão permitirá maior integração dos profissionais da John Deere ligados aos diferentes negócios da companhia.

Investimentos em Montenegro (RS)

No Distrito Industrial de Montenegro (RS), a John Deere adquiriu dois terrenos lindeiros à fábrica. A compra foi conduzida pelo Programa de Implantação de Distritos Industriais (PROEDI/RS), com investimento inicial de R$ 3,2 milhões para preparação do terreno, fazendo parte de um montante total de R$ 230 milhões que serão investidos até 2026 em novas linhas de produção para localização de componentes, ampliação de área de armazenagem, depósito e restaurante, bem como ampliação de áreas internas.

Centro Brasileiro de Desenvolvimento de Tecnologia

Recentemente, a companhia anunciou a construção do Centro Brasileiro de Desenvolvimento de Tecnologia, em Indaiatuba (SP), com previsão de inauguração no final de 2024. Esse será o primeiro centro de desenvolvimento e testes para a agricultura tropical do mundo, e a empresa está investindo cerca de R$ 180 milhões no projeto.

A unidade permitirá que os produtos sejam concebidos e testados em território brasileiro, considerando todas as variáveis: solo, clima, níveis de conectividade etc. Além disso, a expectativa da John Deere é reduzir em até 40% o tempo de desenvolvimento de novas soluções, dependendo do tipo de projeto, garantindo que os clientes locais tenham acesso aos produtos e soluções mais rapidamente.

Expansão no Brasil

No País, as unidades da empresa produzem equipamentos que chegam a cerca de 55 países. E seu impacto vai além: a Rede de Concessionários e Distribuidores garante capilaridade no território nacional com mais de 300 pontos de venda e uma ampla base de fornecedores.

Além disso, a John Deere conta com mais de 9 mil funcionários, distribuídos em suas unidades brasileiras: Centro de Distribuição de Peças (PDC) para a América do Sul e Centro de Agricultura de Precisão e Inovação (CAPI), em Campinas (SP); fábricas de equipamentos de Construção e Escritório Regional para a América Latina, em Indaiatuba (SP) e fábricas de colhedoras de cana e pulverizadores em Catalão (GO), de tratores agrícolas em Montenegro (RS) e de colheitadeiras de grãos e plantadeiras em Horizontina (RS).

A companhia também fez aquisições das empresas: Auteq Telemática, empresa de softwares e computadores de bordo; PLA, fabricante de pulverizadores; Unimil, especializada em peças e serviços de pós-venda para colhedoras de cana-de-açúcar; e Ciber, empresa integrante do grupo Wirtgen, líder mundial em soluções para pavimentação; além da aquisição das fábricas de escavadeiras da joint-venture com a japonesa Hitachi, em 2021.

 

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LS Tractor apresenta novo trator MT7 aos cafeicultores, na Femagri

Por redação 18/03/2024
Escrito por redação

A série MT7 entra no mercado para completar o portfólio da fabricante

LS Tractor apresenta novo trator MT7 aos cafeicultores, na FemagriCom presença confirmada na Femagri, que acontece de 22 a 24 de março, em Guaxupé (MG), a LS Tractor, apresenta sua nova série de tratores MT7, projetados especialmente para a cafeicultura. A série MT7 entra no mercado para completar o portfólio da fabricante, oferecendo agora uma linha completa para este segmento que começa com o modelo G40 de 40cv, os modelos da série R de 50 e 65 cv o modelo U60 de 65cv e agora os novos modelos o MT7.80 e MT7.90 de 80 e 93 cv.

O gerente de marketing e produto da LS Tractor, Astor Kilpp disse que a base deste novo projeto partiu da engenharia brasileira, acompanhada pelos engenheiros de novos produtos da matriz na Coreia do Sul.

“Estes tratores trazem alguns aperfeiçoamentos específicos, indicados pelos produtores brasileiros de café e as principais características destes tratores foram customizadas para estes clientes”, assinala Kilpp. Ele acrescentou que uma das demandas apresentadas era a de um trator estreito, com mais potência, com capacidade de tracionar uma colhedora de café e também a recolhedora, com uma performance e economia já consagrados nos modelos da LS Trator, de 40 a 65 cv.

A nova série foi projetada para entregar mais força(Torque), o que definiu a escolha pelos motores Perkins de quatro (04) cilindros com 80 e 93cv, tecnologia MAR1/Tier3, com características de baixo ruído e menor vibração.

“É muita força em um modelo compacto”, assinala Kilpp, acrescentando que eles têm 16% mais torque de motor em relação aos concorrentes, 43% mais reserva de torque e 19% a mais de potência na tomada de força, segundo dados comparativos das publicações técnicas apontadas pelo fabricante.

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“Estas características definem este projeto como sendo modelos de maior força e excelente relação de consumo”, ressalta o gerente de marketing.

Os dois modelos MT7.80f e MT7.90f são equipados com um projeto de Transmissão LS que entrega 20 opções de velocidades a frente e 20 a ré(20×20), e com a reversão Synchro Shuttle oferece muita agilidade nas manobras e o super redutor Creeper, permite trabalhos específicos com implementos que necessitam uma velocidade abaixo de 1km/hora no seu deslocamento.

A Tomada de força oferece três opções de velocidade (540, 750 ou 1000 rpm), com potência máxima de 76cv e 87cv. Projetado para atender as recentes necessidades de trabalho com a TDP do trator, por isso a variedade de implementos disponíveis neste segmento e o controle remoto está especificado com 3 válvulas, 01 válvula com ajuste de vazão de 2 à 50 litros/min, para atender os implementos com necessidade para motor hidráulico de vazão variável, estas características técnicas estão trazendo uma nova proposta para a mecanização em cultivos de áreas restritas e plantios adensados”, acredita Kilpp.

 

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Notícias

Barter, lançamento de trator e pulverizador são destaques na Femagri

Por redação 18/03/2024
Escrito por redação

Femagri – Feira de Máquinas, Implementos e Insumos Agrícolas oferecerá aos cooperados a operação Barter, em que o café se transforma em moeda de troca; Evento acontece de 20 a 22 de março, em Guaxupé

Barter, lançamento de trator e pulverizador são destaques na FemagriA utilização do café como moeda de troca na compra de máquinas, implementos e insumos agrícolas tem se tornado uma alternativa cada vez mais observada pelos produtores cooperados da Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé durante suas negociações com a Cooxupé. Este cenário deve se repetir na 23ª Femagri, feira de negócios que receberá mais de 30 mil visitantes compradores, de 20 a 22 de março, em Guaxupé/MG.

A organização da Femagri afirma que as famílias cafeicultoras estão cada vez mais atentas às relações de troca das sacas do café, por encontrarem mais segurança nesta modalidade de negociação.

“O cooperado da Cooxupé tem observado atentamente este tipo de negociação, pois essa modalidade não o deixa exposto às variações do café e, ainda, permite travar seus custos em maquinários e insumos, tecnologias extremamente importantes para que alcance sustentabilidade e maior produtividade nas lavouras”, explica o presidente da cooperativa, Carlos Augusto Rodrigues de Melo.

O que o cafeicultor encontrará na Femagri?

Em uma área de 107 mil metros quadrados, a feira reunirá mais de 120 expositores e mais de 12 mil produtos, englobando novidades tecnológicas em maquinários, insumos e implementos agrícolas para cafeicultores com produções cafeeiras de pequeno a grande porte.

Dentre as tecnologias que devem ser procuradas pelos produtores cooperados está o lançamento de um trator que oferece, dentre os diferenciais, melhor eficiência operacional e redução no consumo de combustível.

Outro destaque é um pulverizador autopropelido, cuja função aplica de forma adequada e específica os defensivos agrícolas no alvo danificado e atingido pela praga nas lavouras.

Para quem busca soluções para agricultura de precisão, as tecnologias como GPS agrícola – fundamental para o acesso a dados geográficos mais precisos e para orientações estratégicas nas operações agrícolas – e o piloto automático acoplado em tratores, colheitadeiras e outras máquinas agrícolas – permitindo ao veículo ser guiado automaticamente por um GPS, sem a interferência do operador – devem ser analisadas pelos cafeicultores na Femagri.

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Os drones também são destaques por oferecerem aos produtores de café a possibilidade de definição de áreas de interesse, o levantamento da topografia do terreno, planejamento para o escoamento da água da chuva, geração de um mapa de saúde da vegetação, além da realização de amostragem de solo otimizada, do gerenciamento estratégico do plantio, entre outros benefícios.

“A agricultura de precisão busca acompanhar o processo de maneira precisa, coletando e analisando as informações através de tecnologias que facilitam a tomada de decisão pelos produtores rurais, proporcionando maior controle sobre todo o processo produtivo e contribuindo para uma produção eficiente, lucrativa e sustentável”, aponta o supervisor de Mercado de Máquinas da Cooxupé, Douglas Ferreira.

A Femagri é aberta ao público com credenciamento gratuito realizado na recepção do evento, a partir das 08h até 18h. A abertura oficial da feira acontece no dia 20 de março, às 10 horas, em frente ao Espaço Cooxupé. O endereço é: avenida Vereador Nelson Elias, no bairro Japy, em Guaxupé, Sul de Minas Gerais.

 

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Produção de cana-de-açúcar deve alcançar 673,2 milhões de toneladas na safra 2025/26
Notícias

Bioeletricidade gerada com bagaço de cana cresce 14% em 2023

Por redação 18/03/2024
Escrito por redação
Bagaço e palha representam quase 75% da bioeletricidade para a rede no País

Bioeletricidade gerada com bagaço de cana cresce 14% em 2023O bagaço e palha da cana-de-açúcar foram os principais combustíveis na geração de bioeletricidade para a rede no país no ano de 2023, representando uma oferta de 20.973 GWh. O crescimento foi de 14% em relação ao ano anterior. A informação é resultado do boletim apresentado pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (UNICA), com base em dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Segundo Zilmar Souza, gerente de bioeletricidade da UNICA, esse avanço na geração sucroenergética foi muito bem-vindo para o sistema elétrico brasileiro. De acordo com o executivo, esses quase 21 mil GWh foram equivalentes a atender 4% do consumo nacional de energia elétrica em 2023 ou 10,8 milhões de unidades consumidoras residenciais.

“Além disso, seriam equivalentes a 25% da geração de energia elétrica pela Usina Itaipu e a evitar as emissões de CO2 estimadas em 4,3 milhões de toneladas, marca que somente seria atingida com o cultivo de 30 milhões de árvores nativas ao longo de 20 anos”, avalia Souza.

Bagaço e palha representam quase 75% da bioeletricidade

Em 2023, a produção de bioeletricidade para a rede, com o bagaço e a palha da cana-de-açúcar, representaram quase 75% de toda a geração de bioeletricidade para a rede no país, que foi de 28.137 GWh.

Outro ponto importante é essa geração ser caracterizada como não intermitente e predominar no período seco do sistema elétrico, acompanhando principalmente o período de colheita da cana-de-açúcar na Região Centro-Sul do país. Dessa forma, essa geração acaba coincidindo também com o período seco e crítico no setor elétrico brasileiro, que vai de maio a novembro a cada ano.

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Segundo a Associação, os 20.973 GWh ofertados à rede pelo setor sucroenergético, no ano passado, representaram termos poupado 14 pontos percentuais da capacidade total de energia armazenada na forma de água nos reservatórios das hidrelétricas do submercado Sudeste/Centro-Oeste, por conta da maior previsibilidade e disponibilidade da bioeletricidade justamente no período seco e crítico para o setor elétrico brasileiro.

De acordo com Zilmar, assim que a safra se inicia, a geração de bioeletricidade começa em uma oferta contínua para o sistema até o fim da moagem, entregando uma energia de fonte renovável, firme (não-intermitente), que evita emissões e que está próxima dos centros consumidores, minimizando perdas na transmissão, ajudando o operador do sistema na garantia do suprimento energético ao país.

2024 será um ano de acréscimo de capacidade instalada

O boletim da UNICA termina mostrando que, para o ano de 2024, a previsão da Aneel é que a fonte biomassa em geral atinja um acréscimo de 1.155 MW, o maior valor desde 2013, com a instalação de 24 usinas geradoras, sendo que uma já entrou em operação em fevereiro (31 MW) e as 23 usinas restantes têm viabilidade alta de entrada em operação comercial neste ano.

Em 2024, a maioria das 23 usinas que entrarão em operação comercial neste ano, totalizando 1.124 MW, terão resíduos agroindustriais como combustíveis principais (categorizados como bagaço/palha de cana, biogás, capim elefante e casca de arroz).

Serão 16 usinas usando resíduos agroindustriais (seis em São Paulo, quatro em Goiás, duas em Minas Gerais e uma unidade nos Estados da Bahia, Pernambuco, Mato Grosso do Sul e Roraima). As demais unidades geradoras terão como combustível principal biomassa florestal (cinco usinas), biocombustíveis líquidos (uma usina) e resíduos sólidos urbanos – RSU (uma usina).

Em 2024, prevê-se que a biomassa represente 11% do acréscimo de capacidade instalada no país. Em volume, o recorde de acréscimo anual pela biomassa foi em 2010 (1.750 MW), seguido do ano de 2013 (1.431 MW) e 2009 que acaba empatando com o ano de 2024 (1.155 MW).

Avaliando desde 2007 até 2025, o setor sucroenergético deve atingir a marca de 14.100 MW novos instalados no setor elétrico brasileiro.

“Isto é equivale a uma Usina Itaipu instalada nesse período pela indústria canavieira. Itaipu tem 14 mil MW. É um marco significativo para o setor sucroenergético e para essa energia não intermitente e renovável, tão importante para a segurança energética do país”, conclui Souza.

Fonte: Uagro

 

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