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Notícias

Sebrae promove a maior feira agro da Amazônia

Por redação 17/08/2020
Escrito por redação
- Sebrae promove a maior feira agro da Amazônia

O Sebrae em Rondônia, em conjunto com várias entidades parceiras, realizará o Conecta Sebrae – Agrolab Amazônia, um evento com a temática totalmente voltada para o agronegócio e 100% digital. O evento propõe não apenas ser uma grande vitrine virtual do setor produtivo de Rondônia para Brasil e para o mundo, mas também trazer conteúdos de orientações, palestras, oficinas e rodadas de negócios. O evento funcionará ainda como fórum à distância de debates institucionais, uma vez que estão sendo negociadas participações de secretários de agriculturas e chefes de executivos estaduais.

“Estamos dialogando com países que são grandes players no mercado para participação neste grande evento que, embora à distância, conectará demandas de ofertas até em nível mundial. Também teremos painéis e espaços institucionais debatendo os rumos do agronegócio na região, com participação de autoridades, cientistas e lideranças do setor produtivo”, afirma Samuel Almeida, diretor técnico do Sebrae em Rondônia.

Para o Diretor Superintendente do Sebrae em Rondônia, Daniel Pereira, é momento de encurtar as distâncias: “Estamos dialogando com diversos pólos de grande desenvolvimento tecnológico aqui no Brasil e fora também. Já temos conexões com a China, Vale do Silício, Israel, Estônia e esse evento vai nos aproximar ainda mais de novos mercados. Usamos a inovação e a tecnologia para, mesmo distante, conectar nosso produtor a potenciais novos negócios”, comemorou.

O evento terá uma plataforma online, onde cada participante será inserido em um ambiente virtual (cada um com seu próprio avatar), para navegar pelo ambiente virtual em três dias de intensa programação. O Conecta Sebrae Agrolab Amazônia acontecerá de 22 a 24 de setembro. Para se cadastrar e receber mais detalhes sobre o evento no www.agrolabamazonia.com.

Fonte: Sebrae

 

17/08/2020 0 Comentários
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Nova ferramenta mede potencial de sucesso de tecnologias digitais para a agricultura
Notícias

84,1% dos produtores rurais usam tecnologias digitais

Por redação 14/08/2020
Escrito por redação

Estudo realizado pelo Sebrae, em parceria com Embrapa e Inpe, mostra que processo produtivo da agricultura conta com participação ativa de insumos tecnológicos

Pesquisa inédita realizada pelo Sebrae, em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostrou os principais avanços tecnológicos na agricultura brasileira. De acordo com o estudo divulgado neste mês, 84,1% dos produtores rurais utilizam pelo menos uma tecnologia digital em seu processo produtivo. Ainda segundo a pesquisa, 67,1% dos entrevistados acreditam na necessidade cada vez maior do uso das tecnologias para o planejamento das atividades da propriedade e apenas 15,9% ainda não utilizam nenhuma tecnologia.

O levantamento contou com a participação de produtores agrícolas de todos os estados brasileiros. As perguntas foram aplicadas entre os dias 17 de abril e 2 de junho de 2020. Os resultados podem apresentar margem de erro variando em até 5% para mais ou para menos. A análise mostrou que dentre as tecnologias digitais destacam-se o uso de internet para atividades gerais ligadas à produção agrícola (70,4%); aplicativos de celular ou programas de computador para obtenção ou divulgação de informações da propriedade e produção (57,5%) e aplicativos de celular ou programas de computador para gestão da propriedade e produção (22,2%).

Há 40 anos plantando soja, o produtor rural e diretor-presidente da Sociedade Rural do Paraná (SRP), Antônio de Oliveira Sampaio, afirma que a tecnologia contribuiu muito para a evolução do plantio, colheita e distribuição dos grãos, assim como para a sustentabilidade e aumento da produtividade no campo. Ele confirma que utiliza várias ferramentas digitais e tecnológicas na propriedade, que vão desde a análise do solo por georreferenciamento, até uso de maquinário com tecnologia embarcada, como GPS, assim como biofertilizantes e aplicativos que auxiliam na gestão. “Estamos sempre buscando novidades no mercado”, garante o produtor que, pretende, em breve, fazer uso de drones com controle de satélite para tomar decisões sobre o plantio.

O consultor do Sebrae/PR, Lucas Ferreira, diz que a instituição atua em duas frentes prioritárias para auxiliar na ampliação do uso de tecnologia e inovação no campo. A primeira é levar as necessidades, gargalos e desafios dos produtores e cooperativas na forma de oportunidades para micro e pequenas empresas de base tecnológica, por meio de eventos com foco no desenvolvimento de soluções para essas demandas. E a segunda é garantir que as inovações cheguem ao mercado e às propriedades. “Para conectar essas empresas aos produtores rurais promovemos rodadas de negócios, roadshows, exposições mercadológicas e outros eventos”, conta.

Alto investimento

Outro dado revelado pela pesquisa sobre o comportamento dos produtores rurais brasileiros é a adesão às redes sociais como um dos principais meios de informação. 57,5% dos entrevistados declararam utilizar redes sociais para obter ou divulgar informações da propriedade e da produção. Contudo, os agricultores relatam que ainda possuem dificuldades para implantar ou melhorar seu processo produtivo com a agricultura digital, devido ao alto valor do investimento para a aquisição de máquinas, equipamentos ou aplicativos (67,1%); problemas ou falta de conexão em áreas rurais (47,8%); valor para a contratação de prestadores de serviços especializados (44%); falta de conhecimento sobre quais as tecnologias mais apropriadas para o uso na propriedade (40,9%).

Os produtores rurais também apontaram como se dá o acesso às tecnologias. A maioria dos entrevistados (68%) tem acesso diretamente através do uso próprio de máquinas, equipamentos e aplicativos. 31% acessam por meio de consultoria ou serviços oferecidos por associações, cooperativas, sindicatos e ONGs; 21 % por consultoria ou serviços oferecidos pelas prefeituras, governo estadual ou federal (21%). A menor parte (19%) realiza contratação de prestação de serviços ou consultorias especializadas em agricultura digital.

A maioria dos entrevistados vê com bons olhos o avanço tecnológico aplicado às atividades rurais. Entre as principais atividades às quais eles desejam aplicar as novas ferramentas, destacam-se a obtenção de informações e planejamento das atividades da propriedade (67,1%); gestão da propriedade rural (59,7%); mapeamento e planejamento do uso da terra (53,8%); detecção e controle de deficiências nutricionais (52%); compra e vendas de insumos, produtos e produção (52%).
A pesquisa também ouviu empresários e prestadores de serviços de agricultura digital. De acordo com os respondentes, destacam-se programas de computador para obtenção ou divulgação de informações relacionadas à propriedade ou à produção (62,2%); fornecimento de internet para atividades ligadas à produção (61,4%); serviços em sistemas de posicionamento global por satélite – GPS nas propriedades (40,6%); dados ou imagens gerados por sensores remotos – satélites, VANTS e drones (36,9%); e dados ou imagens sobre planta, animal, solo, água, clima, doenças ou pragas fornecidas por sensores de campo (31,3%).

Fonte: Sebrae

14/08/2020 0 Comentários
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Manutenção

Valtra lança site que simula cálculo de vantagens do uso de filtros e lubrificantes

Por redação 11/08/2020
Escrito por redação
- Valtra lança site que simula cálculo de vantagens do uso de filtros e lubrificantes

Chamado de Vantagem Genuína Valtra, site permite que o agricultor visualize resultados tangíveis, reduza custos de produção e aumente a rentabilidade do cultivo.

A Valtra, especialista na concepção e fabricação de máquinas agrícolas, desenvolveu um site especial para que os agricultores tenham em números a economia e o rendimento gerados pela utilização de filtros e lubrificantes genuínos da marca. Acessando o www.vantagemgenuinavaltra.com.br, o agricultor consegue comparar o custo por litro e o custo por hora trabalhada entre produtos genuínos Valtra e os demais do mercado.

“A criação do Vantagem Genuína Valtra é importante para que possamos ir além do discurso de vendas e comprovarmos em números o porquê de a utilização de produtos genuínos ser vantajosa. Temos cenários em que a economia na utilização de filtros e lubrificantes Valtra é de até 50%. Além de aumentar a rentabilidade do agricultor, as peças genuínas AGCO Parts e lubrificantes genuínos Valtra garantem maior rendimento das máquinas e menos paradas para manutenção”, comenta a Gerente Sênior de Estratégia, Marketing, Inteligência de Mercado e Desenvolvimento de Negócios do pós-venda da AGCO América do Sul, empresa detentora da Valtra, Carolina Diz.

Para realizar os cálculos no Vantagem Genuína Valtra, o agricultor deve acessar o site e inserir as informações da máquina ou frota disponível relacionadas ao motor, à transmissão e à hidráulica. Ao informar a média de horas trabalhadas ao longo do ano, além de dados sobre a quantidade de implementos e volume do cárter das máquinas, a calculadora simula instantaneamente a vantagem financeira gerada pelo uso de filtros e lubrificantes genuínos da Valtra.

Os produtos genuínos Valtra são encontrados exclusivamente na rede de concessionárias da marca, junto ao time do pós-venda. Além disso, os clientes da Valtra têm ao seu dispor um serviço de reposição de peças em até 24 horas em qualquer concessionária do Brasil. “Sabemos do impacto que a produção agrícola pode sofrer com paradas indesejadas dos equipamentos, por isso garantimos produtos da mais alta qualidade e um dos prazos mais ágeis do mercado”, finaliza Carolina Diz.

Fonte: Revista Cultivar
11/08/2020 0 Comentários
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Notícias

ZF Aftermarket expande atuação no e-commerce suportando a atuação dos varejistas

Por redação 06/08/2020
Escrito por redação

Com mais de 32 mil anúncios na plataforma do Mercado Livre, ZF Aftermarket acompanha tendência de expansão do comércio eletrônico para a venda de autopeças. Empresa oferece suporte e treinamento para seus sellers aproveitarem melhor as oportunidades do e-commerce e criarem suas próprias lojas no marketplace, que serão conectadas às marcas da ZF Aftermarket

A ZF Aftermarket dá mais um importante passo no sentido de disponibilizar todo seu portfólio também no ambiente digital. Os produtos das marcas TRW, SACHS e ZF já podem ser encontrados no Mercado Livre, maior plataforma de e-commerce da América Latina e líder absoluta na comercialização digital de peças automotivas. Gradativamente, desde setembro do ano passado, quando a empresa disponibilizou a linha de suspensão, direção e freios TRW no Mercado Livre, a ZF Aftermarket vem ampliando sua presença na plataforma. Em janeiro deste ano, foi lançada a loja oficial SACHS e inseridos kits de embreagens, e neste mês de julho, itens de transmissão e componentes para área agrícola foram também incorporados à loja oficial da marca ZF.

Mais de 32 mil anúncios da marca já estão disponíveis nas lojas oficiais da ZF Aftermarket no Mercado Livre. De acordo com Fernanda Giacon, Gerente Sênior de Marketing e Comunicação da ZF, esse montante tende a crescer substancialmente até o final deste ano. “Os sellers estão aproveitando cada vez mais os potenciais, a segurança e, especialmente, as facilidades de se fazer negócios dentro do ambiente digital. Por isso, acreditamos que a adesão vai crescer muito e, na mesma velocidade, a quantidade de itens ofertados”.

A empresa oferece todo o suporte aos sellers interessados em inserir seu negócio na plataforma. “Oferecemos dados, fazemos treinamento com o passo a passo para criação da loja virtual e dos anúncios e ensinamos, inclusive, a cadastrar os produtos e a inserir as imagens dentro do padrão global da marca e do Mercado Livre”, comenta Fernanda.

Além desse suporte específico para os sellers começarem a explorar as oportunidades do e-commerce, a ZF Aftermarket mantém, há mais de um ano, o programa Amigo Bom de Venda. Por meio do programa, a empresa realizou lives em parceria com o Mercado Livre, focadas no aperfeiçoamento dos profissionais de vendas, e nas vantagens do comércio eletrônico de peças. O conteúdo está disponível no canal do programa no YouTube.

O Mercado Livre é o maior marketplace do Brasil e, também, de toda América Latina. “Atualmente 73% de toda movimentação de comércio eletrônico de autopeças no País é feita dentro dessa plataforma, comenta”.  Os produtos da marca seguem as mesmas condições de pagamento presentes na plataforma, assim como a logística de entrega, controlada e monitorada pelo site.

Lojas virtuais das marcas ZF Aftermarket no Mercado Livre

https://loja.mercadolivre.com.br/trw

https://loja.mercadolivre.com.br/sachs

https://loja.mercadolivre.com.br/lucas

https://loja.mercadolivre.com.br/zf

Fonte: ZF Aftermarket e MMeditorial
06/08/2020 0 Comentários
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Notícias

Case IH apresenta colheitadeira com sistema inteligente de regulagem automática

Por redação 06/08/2020
Escrito por redação

Axial-Flow Série 250 Automation AFS Harvest Command tem quatro modos de colheita que proporcionam mais simplicidade na operação e aumentam a produtividade. Marca também lança plataformas disponíveis nos tamanhos de 30, 35, 40 e 45 pés

Reconhecida por introduzir o sistema Axial-Flow no Brasil, no qual implantou as primeiras colheitadeiras de grãos com rotor no País, a Case IH, marca da CNH Industrial, segue liderando as principais tendências do setor de máquinas agrícolas. A montadora lança a primeira colheitadeira com automação de verdade. A colheitadeira de grãos Axial-Flow Série 250 Automation apresenta o AFS Harvest Command, um sistema inteligente que se autorregula, com quatro modos de colheita, proporcionando até 15% a mais produtividade, além de simplificar e as operações no campo.

O gerente de Marketing de Produto da Case IH, Eduardo Junior, explica que a tecnologia Automation tem como objetivo auxiliar o produtor a otimizar as operações na colheita de grãos, em diferentes culturas, em qualquer condição e sempre buscando o ponto ótimo da operação. “A tecnologia Automation encontra o equilíbrio correto entre a produtividade, qualidade dos grãos e a minimizar perdas de grãos”, afirma. “Isso é possível por conta dos quatro modos de colheita, que fazem a sincronia entre a estratégia de colheita e a performance da máquina no campo, maximizando os resultados do negócio”, complementa.

Com essas novidades, a máquina assume o comando de 9 controles que eram de responsabilidade do operador. Agora, cabe ao operador escolher um dos modos de colheita e a máquina irá priorizar esta escolha na sua autorregulagem.

“Para toda esta gestão, o Automation tem capacidade de proporcionar até 1.800 intervenções diárias na máquina durante a operação de colheita. Ou seja, trata-se de um sistema inteligente, com automação de todo industrial da máquina”, destaca Eduardo.

Mais produtiva e mais inteligente 

Os quatro modos de colheita proporcionam regulagens instantâneas que deixam o processo de colheita mais fácil e menos complexo. Uma vez calibrada, a máquina executa uma série de analises como, por exemplo, das condições de solo e agronômicas e, assim, através do seu sistema inteligente, realiza intervenções até atingir o ponto ótimo para aquela situação.

Desde a revolução da colheita mecanizada, com as colheitadeiras Axiais da Case IH, as máquinas da marca se destacam, não somente pela performance e qualidade de colheita, mas também pela versatilidade de trabalhar com diferentes culturas – sempre com destaque muito positivo com a soja e o milho. “Agora, o sistema Automation vem enriquecer tudo isso e assume à frente de 86% dos comandos industriais da máquina, que eram de responsabilidade do operador e, assim, a máquina se autorregula automaticamente, dentro dos quatro módulos ofertados. Ou seja, a colheitadeira analisa os parâmetros e se ajusta de forma inteligente”, comenta.

Cada modo de colheita é recomendado para situações diferentes. O módulo “Qualidade de Grãos” colhe com a velocidade necessária para reduzir as perdas e ter zero interferência no vigor das sementes, sendo que em algumas demonstrações o nível de vigor atingiu 100% – por isso, é indicado para quem colhe grãos para produzir sementes.

Já o “Desempenho Balanceado” é o modo que busca a otimização, equilibrando a máxima produtividade com alta qualidade dos grãos e os baixos níveis de perdas. A regulagem chamada de “Rendimento Máximo” é indicada para quem necessita de máxima velocidade de colheita, em situações que a janela de colheita está reduzida por alguma razão, como, por exemplo, o fator climático. E o modo “Rendimento Fixo” trabalha com velocidade fixa de colheita e, assim, cria uma sincronia total na lavoura com as demais operações de logística da fazenda.

“Essa geração de colheitadeiras trabalha com tecnologia inteligente. O produtor tem que ter em mente a estratégia de colheita, como deseja realizar isso na lavoura e fazer essa indicação na escolha de um dos quatro modos de colheita. Assim, a máquina entende o que é esperado dela e se auto ajusta conforme as condições de colheita, o tipo de cultura e solo”, explica. “O Automation, então, regula, quando necessário, os parâmetros das rotações do rotor e do ventilador, ajustes de todo o conjunto de peneiras, velocidade de deslocamento e carga do motor, além de intervir  no tempo de processamento do material na área de debulha com a alteração das aletas da gaiola do rotor e sem necessidade de alterar a posição dos cô ncavos, que inevitavelmente impactaria na qualidade dos grãos e em muitos outros pontos em que o sistema vai se auto ajustando conforme necessidade”, complementa Eduardo Junior.

Mais potência e ainda mais robusta

A motorização da nova geração está mais forte, permitindo que as máquinas tenham mais potência disponível para trabalhar em diferentes áreas e em condições adversas. “Isso significa mais potência, menor consumo e com maior controle, resultando mais performance no campo”, comenta.

A colheitadeira modelo 7250 possui o motor FPT Cursor 11 com potência nominal de 436cv e potência máxima de 503 cv.  Já os modelos 8250 e 9250 contam com o Cursor 13, chegando até a potência máxima de 634 CV na 9250.  A capacidade do tanque de combustível dos três modelos é de 1.130 litros.

O novo conjunto hidrostático, com a nova transmissão e o sistema automatizado de troca de marchas, também deixa a máquina mais robusta e confortável em até 42% mais que o modelo anterior. “A colheitadeira tem uma série de componentes mais robustos, com maior potência e maior capacidade. Essa somatória resulta em mais disponibilidade do equipamento em qualquer condição de colheita e cultura”, analisa Eduardo Junior.

Os modelos 8230 e 9230 são os mais indicados para atuarem em agricultura de larga escala. Por isso, além do modelo tradicional com pneus na dianteira da máquina, essas versões também estão disponíveis com esteiras de borracha de 36 polegadas, que proporcionam diversos benefícios ao produtor. Entre eles, podemos destacar: menor compactação de solo, maior capacidade de tração, maior desempenho, maior flutuabilidade e mais estabilidade, maior durabilidade e mais confiabilidade.

Conforto operacional 

A cabine da nova geração de colheitadeiras é uma das maiores e mais silenciosas do mercado. Cercada de vidro, ela garante uma ampla visibilidade de toda a operação de colheita.  Com design intuitivo e ergonômico, o operador obtém máximo conforto e produtividade. Na cabine estão localizados o monitor AFS Pro 700 ao lado direito do console; a nova alavanca multifuncional (joystick) com mais controles na palma da mão; o novo console que garante melhor interface entre operador e máquina; novos suportes; novos porta objetos; e um refrigerador removível (12v), que fica localizado em baixo do assento do instrutor técnico.

Proteção aos raios UV e resistência a riscos

As novas colheitadeiras também ganharam uma identidade visual única. Mais do que isso, agora as máquinas estão revestidas com a mais alta tecnologia de pintura 4W, que garante o dobro de resistência às ações do ambiente externo, minimizando impactos de riscos e marcas de abrasão, proporcionando duas vezes mais proteção e durabilidade da cor e brilho.

Nova plataforma de corte

A Case IH também lança a Draper TerraFlex 4F. A nova geração de plataforma de corte vem com mudanças para melhorar disponibilidade do produto e com o reconhecido sistema TerraFlex que apresenta a melhor cópia de solo. Mais robustas, as plataformas estão disponíveis nos tamanhos de 30, 35, 40 e 45 pés.

As plataformas TerraFlex 4F da Case IH receberam diversas melhorias que ampliam a disponibilidade do equipamento no campo, podendo trabalhar por mais horas e com menor custo de manutenção. São 8 grandes melhorias, entre as quais se destacam: introdução do sistema de air bag na seção central, maior durabilidade na caixa de navalhas, esteira única central com um novo sem-fim de alimentação e os novos rolamentos e motores hidráulicos que apresentam mais capacidade de carga.

“A nova Draper TerraFlex 4F ganhou em mais eficiência de corte, melhor alimentação e também mais robustez que o modelo anterior”, destaca Eduardo Junior.

Serviços financeiros

No Banco CNH Industrial, clientes Case IH encontram as opções de financiamento do BNDES, como o Moderfrota, além de linhas de crédito via CDC e Finame TFB. Há 21 anos no Brasil, a instituição é o banco da Case IH, oferecendo soluções financeiras e de seguros completas e customizadas para atender as necessidades de clientes e concessionários da marca. Com o Banco de quem produz, o produtor rural conta com uma equipe comercial especializada para adquirir sua máquina Case IH com mais agilidade e flexibilidade nas negociações.

Sobre a Case IH

A Case IH coloca a tecnologia ao alcance do homem do campo, oferecendo um sistema completo de produtos e serviços capazes de preparar o produtor rural para os desafios do seu dia a dia. Entre as soluções oferecidas pela marca, estão as colheitadeiras de grãos, colhedoras de cana e café, além de tratores com uma ampla faixa de potências, pulverizadores auto propelidos e plantadeiras. Produtos que fazem da marca a melhor opção do plantio à colheita. A Case IH é uma marca da CNH industrial. Mais informações podem ser encontradas no site caseih.com.br.

Fonte: Case IH
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Notícias

ARXO: Soluções para abastecimento de combustível e de água

Por redação 05/08/2020
Escrito por redação

- ARXO: Soluções para abastecimento de combustível e de águaSão diversos equipamentos abastecidos com diesel no dia a dia da atividade rural, como colheitadeiras, ensiladeiras, tratores, pulverizadoras, ceifadeiras, enfardadoras, adubadoras, entre outros equipamentos.

Visando o abastecimento seguro de todos esses equipamentos, os tanques aéreos e módulos de abastecimento se transformam numa solução para o segmento. Conheça as soluções que a ARXO oferece:

O FLEX TANK, produzido em aço carbono ASTM A-36 na contenção metálica e em polietileno de alta densidade na composição do tanque rotomoldado, deve ser utilizado em Ponto de Abastecimento (PA), entre eles fazendas, TRRs, Indústrias e transportadoras.

O Flex Tank é destinado ao armazenamento de arla, diesel e biodiesel; ofertado nos volumes de 3, 5, 6,10 e 15 mil litros, podendo acompanhar o sistema de abastecimento.

Já o MÓDULO DE ABASTECIMENTO divide-se basicamente em três partes fundamentais: Tanque Aéreo de armazenamento de combustível automotivo (gasolina, diesel, biodiesel) e de aviação (querosene e gasolina), Bacia de Contenção e Skid (Sistema de abastecimento). É uma solução completa e ideal para armazenar de forma segura e abastecer a frota com combustível.

É possível escolher uma solução completa de módulo de abastecimento ou configurar o equipamento com os componentes que desejar.

- ARXO: Soluções para abastecimento de combustível e de água

Além de abastecimento de combustível, a ARXO oferece soluções de abastecimento de água, como o RESERVATÓRIO TIPO TAÇA, que permite armazenar grande volume de água, podendo ser fabricado de acordo com a necessidade do cliente.Para isso, a ARXO conta com engenheiros capazes de dimensionar o reservatório.

Para saber mais, visite nosso site: http://www.arxo.com/ ou solicite um orçamento (comercial@arxo.com).

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Notícias

CBA 2020: Manutenção da competitividade do agro brasileiro depende da união da tecnologia, sustentabilidade e segurança alimentar

Por redação 04/08/2020
Escrito por redação

 

- CBA 2020: Manutenção da competitividade do agro brasileiro depende da união da tecnologia, sustentabilidade e segurança alimentar

Marcello Brito, presidente do Conselho Diretor da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) Crédito: Cauê Diniz

O agronegócio brasileiro é altamente competitivo mundialmente por diversos motivos, entre os quais, o uso da tecnologia em toda a cadeia produtiva, as questões naturais, com solo fértil, clima favorável e água em abundância, a estrutura de financiamento que possibilita o crédito para todos os produtores, e principalmente, as pessoas que trabalham para o segmento no Brasil, que buscam atender as demandas por alimento no país e no mundo. Mas, para manter essa competitividade, o agro precisa mostrar para as sociedades globais que a sustentabilidade ambiental é prioridade no setor, assim como sua capacidade de garantir a segurança alimentar e do próprio alimento.

Essa foi uma das conclusões do Congresso Brasileiro do Agronegócio (CBA), um dos eventos mais relevantes do universo do agro nacional, que aconteceu nesta segunda-feira, dia 3 de agosto, em formato totalmente virtual, e reuniu mais de 8000 participantes que puderam acompanhar importantes debates para o desenvolvimento do agro no país. O tema central do encontro promovido pela Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) e pela B3, a bolsa do Brasil, foi Lições para o Futuro.

Marcello Brito, presidente do Conselho Diretor da ABAG, afirmou em seu discurso na solenidade de abertura que o período pós-Covid 19 já mostra os sinais de uma realidade que priorizará a saúde, a sanidade e a sustentabilidade. “Também na esteira da saúde a luta contra a poluição, que em síntese tende a acelerar no mundo a economia verde, de baixo carbono na lógica da economia circular. Isso abre ao Brasil e ao mundo portas oportunas de um novo paradigma de desenvolvimento, numa visão moderna e socialmente mais justa e integrativa”.

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, ressaltou que o Brasil é uma potência no agro, mas também na área ambiental, porque consegue desenvolver e preservar de forma constante e contínua. “Estamos batendo recordes nas safras de grãos, melhorando nossa pecuária, diversificando nossos produtos, ao mesmo tempo, diminuindo o uso da terra e aumentando a produtividade”, disse. Ela ainda acrescentou a importância da tecnologia desenvolvida no país, a partir da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), que é voltada para o solo e o clima tropical do país. E, isso contribui para o abastecimento de mais de 200 países e a abertura apenas neste ano de 70 mercados. “Teremos um mundo mais exigente em sanidade, em sustentabilidade. Assim, temos que exercitar a sustentabilidade, aquilo que sabemos fazer. Por isso, neste ano, quando estávamos construindo o Plano Safra, fizemos a questão de inserir recursos para os diversos programas que priorizam a sustentabilidade”.

O ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, atual coordenador do GVagro da FGV, resumiu o debate do Congresso Brasileiro do Agronegócio, afirmando que a pandemia agilizou o processo tecnológico e científico, visto pela maior conectividade e digitalização. “O evento convergiu para dois temas centrais: a segurança alimentar e do alimento e a sustentabilidade”, disse.

No caso do primeiro tema, o mundo vai proteger a agricultura, podendo criar mecanismos de protecionismo que podem perturbar o comércio global. “Precisamos ficar atentos”, ressaltou. Já o segundo aspecto, Rodrigues avaliou a importância de eliminar a divisão entre produtores e ambientalistas. “O Código Florestal é fundamental para todos nós. Ele não prejudicou nem auxiliou excessivamente nenhum dos dois lados. Precisamos acabar com essa diferença, por meio da ciência, tecnologia, racionalidade e política. O Brasil tem potencial agrícola e ambiental e elas precisam estar unidas, serem únicas, caminhando nessa direção. Ou seja, garantindo a segurança alimentar com sustentabilidade”.

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, reforçou na solenidade de abertura do Congresso Brasileiro do Agronegócio as ações da pasta para melhorar a infraestrutura, possibilitando uma melhor e maior escoamento da safra. Entre as iniciativas estão: o aumento da oferta ferroviária, com investimentos de R$ 40 bilhões nos próximos anos, objetivando dobrar a matriz. A desestatização de portos para aumentar a capacidade portuária e melhorar o embarque dos produtos; e a ampliação da pavimentação de rodovias nacionais. Todas as essas ações, segundo o ministro, vão permitir, por exemplo, ter uma repercussão no frete pago pelo setor. Em média, neste ano, houve uma queda de 13% no custo do frete.

Já o CEO da B3, Gilson Finkelsztain, falou sobre o momento ímpar vivenciado pela estabilidade econômica, manutenção da inflação sob controle e dos juros baixos. A B3 tem a missão de desenvolver o mercado e a economia, oferecendo ferramentas de gestão de risco e de crédito. “Assim, estamos levando o setor financeiro para o campo. Continuamos dedicados em ampliar o setor no mercado financeiro para que ele reflita de fato o agro nacional”, disse o CEO, que comentou sobre o trabalho que está sendo realizado pela B3 para o lançamento de um contrato de soja futuro, que será acessível ao produtor rural, cooperativas e traders globais.  A abertura do evento também contou com os pronunciamentos do secretário da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Gustavo Junqueira, do deputado Federal e do presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, Alceu Moreira.

ABAG neutraliza emissões de gases de efeito estufa

Durante a abertura do Congresso Brasileiro do Agronegócio, Marcello Brito ainda anunciou que a ABAG é a primeira associação do agronegócio em nível mundial a neutralizar todas as suas emissões de gases de efeito estufa em 2019. Essa ação inédita, pioneira e inovadora foi possível devido ao novo ativo ambiental do agronegócio brasileiro, os CBios, créditos de descarbonização criados em nossa Política Nacional de Biocombustíveis (Renovabio).

A neutralização das emissões da ABAG foi feita pela Block C, um ecossistema de gestão e rastreabilidade de emissões baseado em tecnologia Blockchain. “Não se trata apenas de fazer o cálculo, auditar as informações, e adquirir os créditos. Nesta empreitada, a Block C e a ABAG contaram com “vontade boa” de demonstrar esta inovação por todos os atores na cadeia. A SGS na auditoria, a StoneX na estruturação, a B3, nossa parceira nesse congresso, no registro do ativo”, disse Brito. Foram comprados e retirados de circulação 55 CBios (cada um equivalente a 1 tonelada de carbono de emissão evitada com a substituição de combustíveis fósseis por renováveis). O preço médio ficou em R$ 22.

Para ele, este é, sem dúvida, um exemplo de empresas e setores que estão comprometidos com o agronegócio de impacto positivo e contribuindo para a sociedade. “Esperamos que esse pequeno gesto econômico, seja um gesto gigante no exemplo e na disseminação de ações mitigadoras das mudanças climáticas e um novo mercado para os CBIOs. Essa ação somente acontece quando se reúne protagonismo, legalidade e ciência”, concluiu.

Lições para o futuro

- CBA 2020: Manutenção da competitividade do agro brasileiro depende da união da tecnologia, sustentabilidade e segurança alimentar

Visão geral dos participantes do painel O Agro Brasileiro e a Crise Global do Congresso Brasileiro do Agronegócio Crédito: Cauê Diniz

No painel O Agro e A Nova Dinâmica Econômica, Social e Ambiental do Congresso Brasileiro do Agronegócio, Celso Luiz Moretti, presidente da EMBRAPA, trouxe tendências para o futuro do agronegócio, como a presença da digitalização e da conectividade no campo, a bieconomia, a edição genômica das plantas, os sistemas integrados, com destaque ao iLPF (Integração-Lavoura-Pecuária e Floresta), sanidade e segurança do alimento e a sustentabilidade dos sistemas produtivos.

Para José Roberto Mendonça de Barros, sócio diretor da MB Associados, o pós-pandemia acentuará  tendências que já eram perceptíveis. “O que garante o sucesso do agro é o desenvolvimento tecnológico e sustentável. Para aumentar a produção, por exemplo, não é necessário queimar nenhum hectare de terra. O que foi dito pelo presidente da Embrapa sobre as tendências mostra que o Brasil está alinhado a uma agenda mundial. O agro brasileiro é o mais competitivo do mundo sem subsídio. O que inaceitável é o que vem acontecendo com a Amazônia. É preciso ter zero leniência com o que é ilegal. Não pode haver desmate ilegal”.

Nesse sentido, André Guimarães, diretor Executivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia IPAM e facilitador da Coalizão Brasil, Clima, Florestas e Agricultura, afirmou que é preciso reconstruir a reputação brasileira, mostrando ao mundo que todos os setores estão unidos – produtor rural, ambientalista, governo, academia e setor privado. Para isso, é preciso explicar que o meio ambiente não é externalidade para o agro, mas um aspecto intrínseco para o setor. Com isso, será possível atrair investimento para produzir ainda mais com tecnologia e sustentabilidade.

Segundo ele, o meio ambiente precisar ser considerado um ativo, que a preservação da Amazônia é um investimento. Para isso, a ciência precisar trabalhar mais fortemente para entender a dimensão da implicação climática em nível regional e assim mostrar, por exemplo, como a chuva que a Amazônia produz impacto o cerrado. “Temos que buscar o lado da harmonização, da produção e da conservação ambiental do Brasil para adquirir a reputação perdida e pavimentar o futuro da agricultura. Precisaremos de tecnologia, de muita floresta e de serviços ambientais”.

Luiz Felipe Pondé, filósofo e colunista da Folha de São Paulo, concordou com a visão de Guimarães sobre o meio ambiente como um ativo e como a temática relacionada à sustentabilidade ambiental precisa se impor. Ele ponderou que é preciso usar a ciência justamente nesse caso, ou seja, de tornar mais claro o entendimento de que o meio ambiente é importante e precisa ser visto como um ativo.

Humanizar o agro

- CBA 2020: Manutenção da competitividade do agro brasileiro depende da união da tecnologia, sustentabilidade e segurança alimentar

Participantes do painel O Agro e A Nova Dinâmica Econômica, Social e Ambiental do Congresso Brasileiro do Agronegócio Crédito: Cauê Diniz

Para trazer essa mudança na reputação do agronegócio, mostrar ao mundo quem faz o agronegócio brasileiro é imprescindível. O Embaixador do Brasil junto à União Europeia, Marcos Galvão, enfatizou em seu depoimento no painel O Agro Brasileiro e a Crise Global que, além das três questões apontadas como prioridade pela presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde: centralidade da questão ambiental e do clima, a digitalização da economia e no dia a dia das pessoas e a valorização da proximidade, é preciso colocar as pessoas no foco. “Não há problema em ter imagens de colheitadeiras automatizadas no campo, mas é preciso traduzir os dados e os fatos em cenas com pessoas. Precisamos humanizar e singularizar nossa agricultura, mostrar ao mundo os trabalhadores do agro brasileiro”, disse. “Como o segmento é sustentável também socialmente, devemos apresentar suas escolas, creches, hospitais, a riqueza produzida no campo que impacta as pessoas. Coloquemos as pessoas, suas necessidades, preocupações e inspirações, em primeiro lugar”.

Em concordância com a avaliação de Galvão, Paulo Sousa, presidente da Cargill no Brasil, disse que é preciso mostrar as pessoas e sua comunidade, que são as produtoras dos alimentos com segurança alimentar e sustentabilidade. Ele acrescentou que o papel das companhias envolvidas no fluxo global dos alimentos é, antes de qualquer coisa, fazer o elo entre esse consumidor e produtor. “O consumidor é sensível a esse lado social. Por isso, podemos mostrar esse lado humano, o contato com a natureza, o bem-estar social, permitindo que as comunidades conheçam o agro nacional”.

Para Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB e, o consumidor é o soberano do mercado. “A humanidade quer mudanças, quer que o comportamento do produtor rural esteja em acordo com suas demandas. Por isso, as empresas cooperativas devem sempre ter o foco no consumidor, afinal o produtor não é de commodities ou de valor agregado, é um produtor de alimentos para humanidade. A cooperativa é uma forma de organização que se baseia na confiança das pessoas. Assim, precisamos transferir essa confiança para sociedade global”. Além disso, ele comentou que as cooperativas trabalham de forma a passar ao produtor as mais modernas tecnologias sustentáveis, atendendo, desse modo, a exigência de rastreabilidade no processo de produção dos alimentos

Na avaliação de Grazielle Parenti, presidente do Conselho Diretor da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA), pelo mundo estar interligado, as concepções que são vistas no mundo já permeiam o Brasil, como é o caso da sustentabilidade. Ela analisou que o país é muito competitivo no agronegócio no exterior por sua qualidade, além da rigorosa legislação brasileira e do sistema de compliance das indústrias. Por fim, ela ressaltou que o agro organizado não tem nada a ver com a criminalidade e a ilegalidade e que o segmento está gerando empregos e riqueza para todo o povo brasileiro.

Financiamento e seguro rural

A pujança do agronegócio depende também de um mercado financeiro, de crédito e de seguro que sustente o crescimento constante apresentado pelo setor. Por isso, o Congresso Brasileiro do Agronegócio contou com o painel Mercado Financeiro, Seguro e Crédito Rural, que teve como debatedores Fábio Zenaro, diretor de Produtos Balcão, Commodities e Novos Negócios da B3, Ivandré Montiel da Silva, CEO da BrasilSeg e Pedro Fernandes, diretor de Agronegócio do Itaú BBA.

Em depoimento, Roberto Campos Neto, Presidente do Banco Central do Brasil, comentou a importância do agronegócio para o Brasil e como seu desempenho tem gerado grandes negócios, contribuindo para as exportações e para o PIB nacionais. Em relação ao crédito rural, ele comentou sobre o trabalho que tem sido promovido pelo mercado financeiro para avançar nos modelos de financiamento disponíveis para o produtor rural.  Ele citou as duas Resoluções (4801 e 4802), que autorizam a prorrogação de financiamentos rurais em algumas linhas de crédito e que criaram, por exemplo, uma linha de custeio para amparo do Pronamp e Pronaf e a Lei do Agro, que moderniza as bases legais do crédito para o agronegócio. Ademais, ele também comentou sobre a consolidação, a partir do dia 1º de julho, da contratação simplificada de crédito rural, por meio eletrônico.

Fernandes ressaltou que o financiamento da agricultura precisa ser dividido em dois grandes blocos. Um está relacionado ao pequeno e médio produtor, que demandam a subvenção do governo federal. Desse modo, o Plano Safra tem papel importante como indutor das práticas financiamento e práticas agrícolas. O outro é a agricultura empresarial, acima do Pronamp, cujo crédito virá de um ambiente controlado para financiar a agricultura, construído pelo Banco Central, pelos bancos e pelo MAPA.

Ele ainda comentou sobre a mudança relevante que está ocorrendo no mercado agro, que está saindo de um modelo de crédito obrigatório para um modelo de crédito livre. Ou seja, isso significa que o produtor precisa construir seu histórico de bancabilidade, mostrando que seu negócio terá um retorno. “O mundo de ir ao banco, se enquadrar em um modelo e preencher os papéis está acabando”, disse. No Paraguai, por exemplo, se o produtor rural tem uma dívida de US$ 300 mil, ele precisa apresentar balanço e um fluxo de caixa. “Nesse ponto, o Brasil está bastante atrasado”.

Na questão do seguro, Silva ressaltou que o agronegócio tem um novo pilar, que é o mitigador de risco. “Os seguros rurais protegem o produtor contra intempéries ou protegem contra preço e têm sido trazidos para o centro da política agrícola”, disse. O Plano Safra 2020/2021 contará com R$ 236,3 bilhões em recursos, com destaque para os R$ 1,3 bilhão do Seguro Rural. No Plano Safra anterior esse valor era de R$ 950 milhões.

De acordo com ele, existe uma nova percepção do produtor ante ao seguro rural. Nos últimos cinco meses deste ano, o seguro voluntário cresceu 40%. Além disso, a expectativa é que neste ano o mercado brasileiro tenha cerca de 15 milhões de hectares protegidos pelo seguro. Outro dado apresentado por Silva foi que somando os montantes deste ano e do ano passado, as seguradoras pagaram R$ 3,6 bilhões em sinistros.

Conforme explicou Zenaro, o agronegócio na crise atual se destacou e isso foi refletido nos mercados de capitais. Neste ano, o CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio) teve até o mês de julho R$ 8 bilhões emitidos e seu pipeline é crescente, com a expectativa de estoque de R$ 50 bilhões a R$ 60 bilhões. Ele destacou ainda a modernização regulatória do CPR (Cédula de Produto Rural) que trará ainda mais segurança ao processo. “O mercado de capitais para o agro é uma ferramenta importante”.

Outra questão trazida por Zenaro foi as discussões sobre os green bonds, instrumentos de dívida emitidos por empresas, governos e entidades multilaterais negociados nos mercados de capitais com a finalidade de atrair capital para projetos com finalidade socioambiental. “Alguns investidores estão afirmando que só investirão em ações que tiverem esse selo. É preciso estar muito atento a essa questão e entender os benefícios de emitir um título green”.

No caso das fintechs, os três debatedores acreditam que elas são importantes e trazem uma nova dinâmica ao mercado e, também, oportunidades.

Para conferir a íntegra do Congresso Brasileiro do Agronegócio, basta acessar o Canal da ABAG no YouTube.

Fonte: Mecânica Comunicação Estratégica

 

04/08/2020 0 Comentários
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Notícias

Coopercitrus Expo Digital é prorrogada até 7 de agosto

Por redação 03/08/2020
Escrito por redação

Em parceria com os expositores, produtor terá mais tempo para fechar bons negócios na feira .

A Coopercitrus anunciou, na manhã de sexta-feira, 31 de julho, a prorrogação da Coopercitrus Expo Digital por mais uma semana, até dia 7 de agosto, incluindo o fim de semana (1º e 2 de agosto). A cooperativa manterá no ar a plataforma digital para os produtores rurais visitarem os mais de 130 estandes virtuais. Os conteúdos das palestras e dinâmicas realizadas na primeira semana do evento também permanecem on-line à disposição dos visitantes.

Fernando Degobbi, CEO Coopercitrus explica que a decisão de prorrogar a feira até o dia 7 de agosto, é devido ao grande sucesso, e a pedidos dos cooperados, visitantes e diversos setores, como a oportunidade de oferecer aos produtores, mais tempo para navegar pela feira, acessar as palestras, visitar os estandes virtuais e, assim, fechar bons negócios. “Investimos R$ 2 milhões para construir essa feira, mobilizamos centenas de parceiros e de profissionais, que se dedicaram para formatar a maior feira digital do agro. Diante do feedback positivo que recebemos dos nossos cooperados, dos nossos parceiros, dos expositores e de outros segmentos, vamos manter a estrutura no ar por mais uma semana”, anunciou Degobbi.

O CEO da cooperativa aproveitou a oportunidade para destacar a ampla repercussão da feira, que teve visitantes de mais de 50 países, entre Estados Unidos, Japão, Inglaterra, Argentina, entre outros: “Por isso, solicitamos à Pixit, nossa parceira que desenvolveu a plataforma, para incluir uma grande bandeira do Brasil logo na entrada da feira, para mostrar aos nossos visitantes o potencial do agro brasileiro e da nossa capacidade de realizar um evento de vanguarda nesse setor”. Degobbi mencionou ainda o retorno positivo de cooperados, parceiros e da imprensa em relação à qualidade da feira, com tecnologia, inovação e facilidade para o cooperado.

Deggobi incentivou as empresas parceiras a aproveitarem a oportunidade que se abre nessa semana: “Vamos ultrapassar as expectativas, construindo valor em nossos negócios e atendendo nosso cooperado de maneira sustentável. O que precisamos e vamos fazer é pensar grande, escolher as melhores soluções e pensar nos melhores resultados para o cooperado”. Nesse quesito, ele ressaltou a estrutura de apoio da Coopercitrus, com profissionais preparados para atender os cooperados em uma esteira de negociação que trouxe rapidez e agilidade nos processos de aprovação de crédito e conclusão das compras.

Além das campanhas negociadas com as marcas parceiras, a Coopercitrus Expo Digital mantém a Intercooperação em parceria com a Credicitrus, que oferece linhas de financiamento com prazos e taxas atrativas. Somado a isso, o produtor ainda aproveita a isenção do IOF, complementando um pacote de benefícios para um maior poder de negociação.

Outra possibilidade de crédito é a compra via Barter: a troca da produção de café, soja e milho por insumos, fertilizantes, máquinas e implementos, facilitando o acesso de pequenos e médios produtores a um portifólio completo de produtos e serviços da cooperativa.

Palestras, dinâmicas e orientação on-line,

Na primeira semana do evento, o setor mais visitado foi o Espaço Especialistas, onde os visitantes puderam assistir a mais de 100 palestras técnicas, sobre diversas culturas e assistir a demonstrações de dinâmicas de tecnologias, sistema ILP e ILPF e Espaço Hortifrúti, que mostram na prática, os projetos de manejo especiais da Coopercitrus. Nesse espaço, os visitantes puderam ter orientações técnicas e tirar dúvidas com o time de profissionais da Coopercitrus. O êxito nesse segmento mostra o interesse dos participantes em aprimorar seus conhecimentos e ter contato com informações atualizadas. Outro sucesso da feira é o espaço Mulheres do Campo, que promoveu lives diárias, com debates protagonizados por mulheres que se destacam no setor.

Todas as palestras e dinâmicas continuam disponíveis na plataforma da Coopercitrus Expo e geram certificados para os visitantes que assistirem.

Visita Solidária do Agro

Prossegue por mais essa semana a campanha solidária da Coopercitrus em parceria com diversas empresas participantes, com o objetivo de arrecadar recursos para o Hospital de Amor de Barretos, SP. A proposta da Visita Solidária do Agro é doar R$0,50 para o Hospital a cada acesso dos cooperados nos estandes digitais.

Sobre a Coopercitrus Expo Digital
Prossegue até o dia 7 de agosto, com uma reprodução on-line da feira física da cooperativa em ambiente 360° desenvolvido em 3D. O objetivo é proporcionar aos mais de 37 mil produtores rurais uma experiência inédita para aquisição de produtos e serviços agrícolas, com ofertas e condições especiais, conteúdos informativos, palestras técnicas, lives com especialistas e demonstrações de tecnologias voltadas para a produção agropecuária.

Em meio à pandemia do Covid-19, a estratégia da Coopercitrus é preservar a segurança e bem-estar de todos e realizar uma feira bastante abrangente, com ampla visibilidade, mais negócios e, ao mesmo tempo, fácil, amigável e acessível, para promover uma experiência diferenciada, para que o cooperado encontre as melhores oportunidades. Acesse www.coopercitrusexpo.com.br e fique por dentro.

Sobre a Coopercitrus
A Coopercitrus – Cooperativa de Produtores Rurais, fundada em 1976 em Bebedouro, SP, é hoje a maior cooperativa paulista e uma das maiores do Brasil no fornecimento de insumos, máquinas, implementos e assistência. Com mais de 37 mil associados, com unidades de negócios em mais de 60 municípios, nos estados de São Paulo, Goiás e Minas Gerais.

Fonte: Coopercitrus
03/08/2020 0 Comentários
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Notícias

As máquinas agrícolas mais incríveis do mundo – veja vídeo

Por redação 29/07/2020
Escrito por redação

As máquinas agrícolas são essenciais para impulsionar a produtividade e eficiência no setor agrícola em todo o mundo. Algumas delas se destacam pela sua incrível tecnologia e recursos avançados. Conheça as máquinas agrícolas mais incríveis do mundo, e como a tecnologia ajuda no setor agro.

Fonte: TechZone

 

29/07/2020 0 Comentários
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Notícias

Coopercitrus Expo Digital movimenta o agronegócio

Por redação 28/07/2020
Escrito por redação

Feira virtual leva ofertas imbatíveis em produtos e serviços e uma ampla programação de conteúdos para o manejo agropecuário.

Bebedouro, 27 de julho de 2020 – Começou na segunda-feira (27 de julho), a Coopercitrus Expo Digital, feira de agronegócio da Coopercitrus com o objetivo de levar preços, prazos e condições comerciais imbatíveis em produtos e serviços para o manejo agropecuário. O evento, considerado o mais importante do calendário da cooperativa, este ano ganha a versão virtual, em uma plataforma 3D de experiência 360 graus, que promove ao visitante a sensação de caminhar por uma feira de verdade.

Na abertura, realizada digitalmente na manhã de segunda-feira (27) pela plataforma, a ministra de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil, Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias elogiou a proposta da feira, ao mesmo tempo tecnológica, mas próxima ao produtor: “Em um momento difícil da pandemia, a Coopercitrus está reinventando e propondo um evento espetacular que será um grande sucesso. Parabéns, sucesso, bons negócios nessa feira que sempre trouxe a tecnologia para o homem do campo”.

O secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Gustavo Junqueira, reforçou a importância da iniciativa para manter o crescente desenvolvimento do campo, que entrega alimento para milhões de brasileiros todos os dias. “É uma honra participar da Coopercitrus Expo, que se reinventou para um evento 100% digital. A revolução digital que vimos nos últimos meses com a chegada do coronavírus já é perceptível: o campo inovou rapidamente para continuar funcionando a pleno vapor. E os números mostram essa evolução: o setor agropecuário apresentou crescimento de 0.6% no primeiro trimestre de 2020, em comparação aos 4 trimestres de 2019. O setor foi o único a crescer nesse período e o sucesso não é à toa. Além da grande safra que foi colhida nesse verão, temos o campo normalizado durante o período de pandemia. Parabéns a todos, à Coopercitrus e ao cooperativismo. Parabéns aos mais de 37 mil associados que fazem a diferença no campo do Estado de São Paulo. Que a Coopercitrus Expo seja uma feira diferente, digital e um grande sucesso nesse ano de 2020”, comemora o secretário.

O CEO da Coopercitrus, Fernando Deggobi, ressaltou a dedicação da equipe para realizar um evento completo e acessível para os agricultores. “Estamos em uma nova era, vivendo uma nova ordem e não poderíamos deixar de organizar a nossa tradicional feira, que esse ano comemora sua 21ª edição. Devido às circunstâncias, decidimos mudar o modelo da feira que agora passa a ser digital, com uma experiência virtual verdadeira na qual só foi possível devido ao apoio da Pixit, agradeço nosso parceiro, Flávio Machado, CEO da empresa, que muito se empenhou para que fosse realizado esse evento. Agradeço nossa Diretoria Executiva e todo corpo de colaboradores da cooperativa que não mediram esforços para que esse sucesso fosse alcançado”.

O presidente do Conselho Administrativo da Coopercitrus, José Vicente da Silva, ressaltou, na abertura, que a feira foi preparada por uma equipe de mais de 400 vendedores, além do time de especialistas, para assessorar o produtor rural em toda a sua experiência dentro da feira. “Estamos inaugurando uma feira que esperamos revolucionar o setor. Esperamos que os agricultores naveguem pela Coopercitrus Expo, vejam inovações, tirem dúvidas, perguntem aos nossos técnicos, vejam debates, seminários e principalmente, realizem suas compras, porque as condições comerciais dessa feira estão diferenciadas para contribuir com a previsão para a próxima safra”, recepciona o presidente.

O vice-presidente do Conselho Administrativo, Matheus Marino, falou sobre as condições comerciais e as oportunidades de negócios elaboradas especialmente para a feira. “Para beneficiar o produtor, foram negociados diferenciais extremamente importantes para a aquisição de insumos e materiais para a produção agropecuária. Os nossos fornecedores e parceiros comerciais não mediram esforços para trazer condições totalmente diferenciadas, além das condições de financiamento, como a Intercooperação com a Credicitrus, que trará taxas extremamente interessantes para financiar a produção no campo”, afirma Marino.

Para os produtores de grãos e de café, o principal destaque da feira é a modalidade de negociação via Barter, que é a troca da produção futura por produtos e serviços, sendo uma excelente oportunidade para antecipar a compra de insumos, em especial pelas condições atuais do mercado. Junto ao time de vendas, os especialistas do departamento de grãos da cooperativa estão à disposição dos produtores para oferecer informações de mercado, elaborando um plano adequado para as necessidades do produtor.

Mais de 130 marcas de produtos, serviços e tecnologias agrícolas estarão disponíveis na feira, além do portfólio exclusivo da Coopercitrus. Para os pecuaristas, uma equipe de especialistas em nutrição animal leva à feira um menu de produtos e serviços focados em melhorar o desempenho da produção, reduzindo custos e melhorando a lucratividade do produtor.

No setor de máquinas e implementos, a Coopercitrus ampliou ainda mais seu portfólio de produtos contando com as marcas Valtra, New Holland, JCB, Jacto e Massey Ferguson, e dezenas de fornecedores de implementos agrícolas. Além dos lançamentos e ofertas, a área de máquinas da Coopercitrus Expo Digital conta com um time completo de especialistas, para orientar os melhores negócios na aquisição das tecnologias.

A Coopercitrus Expo Digital prossegue até sexta-feira (31 de julho) e, para acessar a plataforma, não é necessário baixar nenhum aplicativo. Basta digitar www.coopercitrusexpo.com.br no navegador do celular, tablet ou computador para ter acesso a todos os ambientes, como o pavilhão de expositores de insumos, máquinas e implementos, Shopping Rural, arena do campo – com dinâmicas demonstrando as tecnologias na prática, Espaço de Especialistas e a área de negócios, com um time de mais de 400 vendedores da Coopercitrus aptos a orientar as melhores oportunidades, taxas de financiamento e promoções.

Para o cooperados que preferirem, a Coopercitrus preparou suas 64 unidades de negócio localizadas nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás, para realizar atendimentos presenciais, com hora marcada e equipe especializada para apresentar as condições comerciais da feira e promover os melhores negócios, de maneira segura para evitar a propagação da Covid-19.

“Também traremos dicas e palestras sobre melhores práticas e tecnologias que impactam na melhoria da produção. Temos o espaço HF que está montado na Fundação Coopercitrus Credicitrus, bem como a área de Integração Lavoura Pecuária e Floresta, com lives que também mostrarão as melhores práticas. Vamos inovar também com o espaço Mulheres do Campo, com lives na segunda, terça, quarta e quinta, com lideranças do setor que estarão apresentando inovações que as mulheres têm realizado na agropecuária”, conta Fernando Deggobi, lembrando que a programação contará com mais de 100 conteúdos informativos, com datas e horários anexos a este e-mail.

Por fim, o CEO da cooperativa fala sobre a importante ação social proposta para a feira, a campanha Visita Solidária do Agro: “Cada visita realizada em estandes parceiros vai render uma doação para o Hospital de Amor, que tanto bem tem feito às pessoas acometidas com câncer, e realizam um trabalho maravilhoso em todo o Brasil”, finaliza Deggobi, abrindo oficialmente a Coopercitrus Expo Digital: “Fiquem à vontade, a feira é de vocês. Aproveitem essa experiência”.

A expectativa é que 30 mil cooperados visitem a feira, com projeção de faturamento avaliada em R﹩800 milhões. Com essa estrutura pensada para atender da maneira mais confortável e completa, a Coopercitrus Expo Digital reforça o seu compromisso com o agronegócio brasileiro, levando soluções cada vez mais modernas à realidade do pequeno, médio e grande produtor.

Sobre a Coopercitrus Expo Digital

Acontece até 31 de julho, com uma reprodução online da feira física da cooperativa em ambiente 360° desenvolvido em 3D. O objetivo é proporcionar aos mais de 37 mil produtores rurais uma experiência inédita para aquisição de produtos e serviços agrícolas, com ofertas e condições especiais, conteúdos informativos, palestras técnicas, lives com especialistas e demonstrações de tecnologias voltadas para a produção agropecuária.

Em meio à pandemia do Covid-19, a estratégia da Coopercitrus é preservar a segurança e bem estar de todos e realizar uma feira bastante abrangente, com ampla visibilidade, mais negócios e, ao mesmo tempo, fácil, amigável e acessível, para promover uma experiência diferenciada, para que o cooperado encontre as melhores oportunidades. Acesse www.coopercitrusexpo.com.br e fique por dentro.

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Fonte: Coopercitrus
28/07/2020 0 Comentários
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