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Notícias

Agronegócio paulista registra superávit de US$ 11,49 bi

Por redação 22/01/2019
Escrito por redação

China ultrapassa a União Europeia e se torna o principal destino das vendas externas paulistas. Soja e carnes são os produtos mais vendidos para os chineses. Enquanto os sucos são os preferidos pela UE.

Em 2018, as exportações do Estado de S ão Paulo somaram US$ 52,26 bilhões (21,8% do total nacional) e as importações US$ 60,83 bilhões (33,6% do total nacional), gerando um déficit de US$ 8,57 bilhões, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA), instituição de pesquisa da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

No mesmo período, o agronegócio apresentou exportações de US$ 16,41 bilhões e importações de US$ 4,92 bilhões, que resultaram em um superávit de US$ 11,49 bilhões. Esse montante, embora 17,4% menor que o obtido em 2017, continua sendo fundamental para o equilíbrio das contas do Estado, afirmam José Alberto Angelo, Carlos Nabil Ghobril e Marli Dias Mascarenhas Oliveira, pesquisadores do IEA.

Em relação aos destinos das exportaç ões do agronegócio paulista, a liderança passou a ser a China (17,4% de participação), ultrapassando a União Europeia (17,2%), que agora ocupa a segunda posiç ão. Na sequência aparecem os Estados Unidos (11,9%), Hong Kong (3,1%) e Irã (2,8%). A China importa principalmente produtos do Complexo Soja e Carnes, enquanto a União Europeia tem pauta mais diversificada, com destaque para os sucos (basicamente laranja) e produtos florestais.

Os cinco principais grupos nas exportaç ões do agronegócio, em 2018, foram: complexo sucroalcooleiro (US$ 5 bilhões), seguido do setor de carnes (US$ 2,13 bilhões), sucos (US$ 1,96 bilhão), produtos florestais (US$ 1,88 bilhão) e complexo soja (US$1,72 bilhão), que vem ganhando cada vez mais relevância na pauta de exportações do Estado, com aumento de 29%, em 2018. Esses cinco agregados representaram 77,4% das vendas externas setoriais paulistas. Dentre estes, o complexo sucroalcooleiro foi o único a apresentar redução. A queda de 39,7% nas exportações do segmento fez com que a participação de São Paulo nas vendas do agronegócio brasileiro encolhesse 3,5 pontos percentuais, fechando em 16,1%.

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 58,66 bilhões, em 2018, com exportações de US$ 239,89 bilhões e importações de US$ 181,23 bilhões. Na análise setorial, as exporta ções do agronegócio aumentaram 5,9% em relação ao ano anterior, alcançando US$ 101,69 bilhões (42,4% do total nacional). Já as importações se mantiveram praticamente estáveis no período (-0,8%), registrando US$ 14,04 bilhões (7,7% do total nacional). O superávit foi de US$ 87,65 bilhões, sendo 7,1% superior na comparação com 2017. Analisando a séria histórica, desde 1997, observa-se que tanto as exportações quanto o saldo comercial dos agronegócios foram os mais elevados para o período analisado.

Os cinco principais grupos nas exportaç ões do agronegócio foram: complexo soja (US$ 40,91 bilhões), seguido por carnes (US$ 14,70 bilhões), produtos florestais (US$ 14,15 bilhões), complexo sucroalcooleiro (US$ 7,43 bilhões) e café (US$ 4,96 bilhões). Esses cinco grupos agregados representaram 80,8% das vendas externas setoriais brasileiras, com destaque para o grupo do complexo soja que aumentou sua participação de 33%, em 2017, para 40,2% em 2018.

Para ler o artigo na íntegra e consultar as tabelas e gráficos com informações sobre os principais parceiros comerciais do Estado e do País e os produtos que mais importam, clique aqui.

Por: Nara Guimarães/Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo

22/01/2019 0 Comentários
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Notícias

ABIMAQ solicita aporte de recursos para o Moderfrota

Por redação 22/01/2019
Escrito por redação

“Estamos vendo que o saldo que está sobrando do Moderfrota, por volta de R$ 4 bilhões, não chega até 31 de março de 2019, três meses antes do fim do ciclo agrícola do Plano Safra 2018/19, em 30 de junho. Não vai ter dinheiro para o financiamento nas principais feiras de máquinas do País, que começam justamente a partir desse mês”, expõe João Carlos Marchesan, presidente da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, sobre a insuficiência dos valores do programa de financiamento para máquinas e implementos agrícolas.

Marchesan sugere que para manutenção dos investimentos, ganhos de produtividade e produção no setor agropecuário brasileiro haja aporte de R$ 3 bilhões na linha do Moderfrota. “O segmento agrícola está investindo, renovando seu parque de máquinas, e não podemos perder este momento”.

Levantamento da ABIMAQ aponta que a linha, fomentada pelo BNDES e com juros de 7,5% a 9,5% ao ano, já consumiu R$ 4,1 bilhões no período de julho a outubro de 2018 dos R$ 8,9 bilhões destinados para atual plano safra. Além de menos recursos, houve um crescimento de 58% no desembolso.

O pleito solicitando o remanejamento de verbas de outros programas suplementar foi encaminhado para Tereza Cristina, ministra da Agricultura, e Onyx Lorenzoni, ministro da Casa Civil. “Continuaremos nossos esforços para defender o setor de máquinas e implementos agrícolas”.

22/01/2019 0 Comentários
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Notícias

Empresa promove leilão de máquinas usadas até 31/01

Por redação 22/01/2019
Escrito por redação

cerradinho2Estão à venda carros, caminhões, tratores e máquinas agrícolas até dia 31 de janeiro

MaisAtivo Intermediações, empresa de intermediação de bens de capital e de consumo duráveis, está promovendo o leilão de ativos da Cerradinho Bioenergia. São mais de 20 itens disponíveis para arremate no Superbid Marketplace até o dia 31 de janeiro.

São quatro carros em oferta: um Volkswagen Gol TL MB S 1.0 (2014/2015), um Chevrolet William S10 AMB 2.8 (2009), um Chevrolet S10 LS FD2 2.4 (2013) e um Toyota Camry XLE 3.5 (2009/2010) pelos lances iniciais de R$11mil, R$20mil, $28mil e R$40mil, respectivamente.

Destacam-se ainda um trator de pneus John Deere 7225 (2011) pelo valor atual de R$32mil, colhedoras Case A7700 (2009) pelo lance inicial de R$10mil cada e uma carregadeira de cana Valtra BM 110 4×4 (2011) pela oferta de R$14mil, além de um caminhão basculante Mercedes-Benz 2423 K por R$34mil e caminhões tanque Mercedes-Benz 2423 K por valores entre R$43mil e R$46mil.

Os itens disponíveis para arremate estão localizados na cidade de Chapadão do Céu, em Goiás. O acesso à relação completa de produtos e a oferta dos lances podem feitos pelo site https://www.superbid.net.

SERVIÇO
Leilão da Cerradinho Bioenergia
Data e horário: 31 de janeiro, às 15h
Link

O Superbid, empresa com quase 20 anos de atuação no Brasil, se responsabiliza pela procedência de todos os produtos ofertados, bem como a origem e o detalhamento de cada item disponível na plataforma. Além disso, a empresa garante a seus parceiros (clientes e fornecedores), que todo o processo de venda respeite as normas de compliance e governança corporativa.

O Superbid Marketplace é uma empresa de tecnologia que provê uma plataforma com soluções e múltiplas modalidades de transações online, conectando compradores e vendedores com segurança e transparência.

A MaisAtivo, empresa de leilões e intermediação do Superbid Marketplace, se especializou em leilões de imóveis comerciais, residenciais, industriais e rurais. A MaisAtivo possui ainda divisões especializadas nos setores industrial, rural e de soluções em processos judiciais.

22/01/2019 0 Comentários
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Notícias

O que saber antes de comprar um implemento

Por redação 17/01/2019
Escrito por redação

RECOLHEDOR-DE-FARDOS-CILÍNDRICOS-DE-FENOToda compra se torna relevante porque vem para suprir alguma necessidade. E no meio rural, as necessidades são muitas e os custos de aquisição maiores ainda. Por isso, as compras precisam ser conscientes e muito bem planejadas, visto que os lucros de uma safra para outra podem variar de modo negativo.

O agronegócio é um dos setores da economia mais propensos ao acúmulo de dívidas, porque enfrenta questões que fogem do seu controle (como as intempéries climáticas) e lida com exageradas taxas de juros de financiamentos e empréstimos junto a bancos. Além disso, qualquer decisão mal pensada afeta diretamente a produção e  desencadeia uma série de problemas que poderiam ser  evitados.

A necessidade da compra de um implemento agrícola precisa vir acompanhada de um estudo das particularidades da propriedade, como seu tamanho, volume de produção e contexto mercadológico no momento da compra.

O implemento agrícola a ser adquirido também precisa atender uma série de critérios para que, em conjunto com o trator, possa representar uma estratégia de redução nos custos e no impacto ambiental.

 

Falaremos mais sobre cada um desses critérios e alguns outros no decorrer deste texto. Acompanhe!

Do preparo do terreno até o momento da colheita, uma lavoura inclui muitas fases e, em cada uma delas, é recomendado o uso de diferentes tipos de implementos. Todos eles devem servir para tornar mais vantajosa a vida na lavoura, não deixando a desejar na hora de obter os melhores resultados da terra.

Para isso, é necessário ter muito claro quais necessidades o implemento atenderá, bem como as condições do terreno em que  trabalhará, definindo janelas de plantio e áreas totais.

Para preparar o solo, por exemplo, é recomendado o uso de Plainas Niveladoras. Elas eliminam os microrrelevos e deixam a lavoura pronta para receber novas culturas. Alguns modelos funcionam ainda como patrola nas estradas.

Da mesma forma, os Rolos Destorroadores quebram torrões deixados por outras máquinas e retém a umidade do solo com sua operação de rolagem, promovendo uma excelente germinação da semente, posteriormente.

A fase de plantio é própria de cada cultura e deve respeitar a época mais indicada, os tipos de solos e os ciclos produtivos que a envolvem.

Implementos como Abastecedores de Plantadeiras e Guinchos Agrícolas funcionam como máquinas auxiliares nessa etapa, evitando deslocamentos importunos na propriedade ou interrupção do trabalho.

O aperfeiçoamento do pós-plantio pode ser conquistado, ainda, com a eliminação de restos culturais e com o melhor aterramento da planta para receber a colheita mecanizada depois, com o uso de [Capinadeiras Rotativas].

Na colheita, as Carretas Graneleiras acompanham as colheitadeiras, recolhendo o produto final e proporcionando maior rendimento do trabalho. Podem ainda armazenar, temporariamente, os grãos entre o tempo de colheita e de transporte.

Depois de tomarmos conhecimento da melhor forma de empregarmos os implementos, precisamos falar de alguns fatores que não podem ser esquecidos na hora da compra.

A seleção e ajustamento destes fatores é o que garantirão o melhor desempenho da máquina, sua disponibilidade de potência, o tempo certo para realizar as operações determinadas até a obtenção de positivos resultados econômicos. Vamos a eles!

Os implementos agrícolas fazem parte de um sistema mecanizado agrícola. Esse sistema é composto pelo conjunto trator-implemento e juntos realizam os processos de implantação, condução e retirada das culturas para comercialização.

Como o sistema é composto por dois equipamentos diferentes, mas que atuam sempre juntos, ele precisa ser minuciosamente planejado para atender as necessidades comerciais da lavoura e para que as especificidades de um seja compatível com as especificidades do outro.

Planejar o uso do conjunto trator-implemento nada mais é do que definir as etapas de operações que devem ser feitas para a obtenção dos resultados desejados.

Mas antes disso cabe ao produtor rural observar alguns fatores que influenciarão na decisão de compra do implemento mais indicado para o alcance dos objetivos do momento.

 

Necessidade de adquirir um implemento agrícola

Todo processo se inicia pela necessidade de adquirir um implemento agrícola. O produtor rural é a primeira pessoa a detectar essa necessidade, pois é quem está à frente de todo o sistema de produção.

E como cada propriedade agrícola possui suas particularidades e se diferenciam em tamanho, culturas produzidas e região, as necessidades não serão as mesmas de uma para a outra.

Seja para o aumento da produção, da produtividade ou para a obtenção de mais resultados em um menor espaço de tempo, os implementos escolhidos precisam ser adequados para as culturas que no qual serão utilizados e adequados às condições internas de cada propriedade, para alcançarem um excelente grau de desempenho.

 

Cultura produzida

A finalidade principal da agricultura sempre foi a produção de alimentos e os alimentos existentes são muitos.

Para chegar até a nossa mesa, as culturas precisam ser semeadas e colhidas em condições próprias.

Isso inclui época de plantio, disponibilidade de água, escolha de solos apropriados, auxílio das condições climáticas e, claro, disponibilidade de máquinas e implementos adequados.

Nem todos os implementos disponíveis no mercado servirão para atender qualquer tipo de cultura, pois variam em tamanho, em potência, em funções que foram desenvolvidos para realizar e outros.

As questões particulares de cada cultivo é mais um exemplo de fator que precisa ser levado em conta antes de se adquirir um implemento agrícola.

 

Operações que serão executadas

Também é importante que se saiba quais operações o implemento irá realizar e em qual fase do cultivo, visto que cada uma delas precisa de um tipo diferente de implemento, como já falamos no início do texto.

As operações agrícolas são um conjunto de ações sequenciais que viabilizam a produção de uma cultura.

Todas elas devem ser realizadas com o objetivo de atender a determinadas metas, sempre sendo em conformidade com a preservação do meio ambiente.

A definição das operações de trabalho que o implemento irá executar poupa tempo e custos adicionais.

 

Tamanho da propriedade

Por outro lado, propriedades maiores exigem mais mão-de-obra e a disponibilidade de máquinas mais compatíveis com a quantidade de trabalho.

O tamanho da produção se encaixa com o que o produtor tem disponível para conduzi-la naquele momento e o implemento agrícola funciona da mesma forma.

O implemento agrícola mais adequado é aquele que atende as necessidades observadas pelo agricultor e que se encaixa com o tamanho e porte da área em que irá ser empregado.

Implementos que ultrapassam as capacidades técnicas da plantação só servem para aumento de gastos, para diminuir a viabilidade econômica e desperdiçar combustíveis.

Do contrário, implementos menores, mas que não atendem de forma satisfatória as demandas da lavoura, também irão gerar gastos adicionais.

 

Trator disponível

Os implementos agrícolas operam em conjunto com os tratores e sua eficiência dependerá, exclusivamente, da eficiência do trator.

Portanto, os tratores precisam:

✔ Ter um bom desempenho;

✔ Potência suficiente para tracionar o implemento

✔ Ser versátil e apto para todo tipo de operação;

✔ Ter uma boa relação entre custo-benefício e

✔ Estar com a manutenção em dia.

 

Estimativa de tempo e de ritmo das operações

O tempo disponível para se realizar as operações agrícolas é basicamente o total de dias que tenho reservado para finalizar aquela atividade, enquanto que o ritmo de operações é a quantidade de trabalho feita dentro dos dias que determinei.

O implemento que irá ser comprado precisa possuir capacidades técnicas para atender a demanda de trabalho dentro do prazo e do ritmo estimado pelo produtor.

Potência disponível e requerida pelo conjunto trator-implemento
Um dos pontos fundamentais no planejamento de compra de um implemento agrícola diz respeito a potência fornecida pelo trator agrícola e a potência exigida pelo implemento.

Existe uma série de variáveis que interferem nessas capacidades, como por exemplo, as condições do terreno em que as duas máquinas irão operar.

Trator e implemento precisam ter potências compatíveis para atender ao trabalho que foram destinados a fazer.

É a potência dessas máquinas que irá definir outras características do processo, como velocidade, profundidade e eficiência de trabalho, todas associadas às necessidades e especificidades de cada cultura.

De maneira geral, a seleção do implemento parte da potência dos motores dos tratores disponíveis para puxá-los.

 

Custos diretos e indiretos

Toda aquisição possui custos e quando falamos em aquisições de máquinas e implementos agrícolas esses custos são maiores ainda. O planejamento de compra é a melhor saída para não ser pego de surpresa por gastos exagerados.

Os custos diretos com a aquisição de um implemento são divididos em custos fixos e variáveis.

Os fixos independem do uso da máquina e são o seu valor total, seus juros, taxas e valor cobrado por seguros, se houver. Os variáveis, porém, dependem do uso da máquina, como os gastos com combustíveis, reparo e manutenção.

As perdas financeiras causadas pela inadequação do implemento às condições impostas pela cultura e pelo clima, por exemplo, se configuram como custos indiretos.

Estas perdas podem ser de produtividade ou da qualidade da produção.

Geralmente, os custos indiretos não recebem a mesma importância ou não são lembrados da mesma forma do que os custos diretos, o que se configura como um erro, porque ambos afetam a produção de alguma forma.

Algumas estimativas apontam que os custos diretos representam 27% dos custos totais da produção agrícola.

Como pudemos notar, muitos fatores influenciam na hora da compra de um implemento agrícola. Considerar estes fatores e, principalmente, atende-los é o que garantirá o sucesso das lavoura.

Até a próxima!

 

Fonte: conteúdo originalmente publicado no site Agrimec, com base nos seguintes conteúdos: Como comprar Máquinas Agrícolas sem erro? (Blog Jacto), Como escolher o trator ideal para a sua produção? (Blog Agrishow), Planejamento de Sistemas Mecanizados Agrícolas, Seleção de Equipamentos Agrícolas (Embrapa Digital).

17/01/2019 0 Comentários
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Notícias

Danfoss adquire empresa alemã de soluções de direção hidráulica

Por redação 08/01/2019
Escrito por redação
Eric Alström e Dr. Karl Werner

Eric Alström e Karl Werner

Em dezembro de 2018, a Danfoss assinou contrato para adquirir a Hydraulik Nord Fluidtechnik, fornecedor de soluções de direção hidráulica com sede em Parchim, na Alemanha. A Hydraulik Nord Fluidtechnik tem histórico no atendimento a grandes clientes e representa uma combinação ideal para a Danfoss Power Solutions, que expandirá o portfólio de produtos e aumentará a capacidade produtiva. A união da Danfoss Power Solutions com a Hydraulik Nord Fluidtechnik criará um forte participante global no mercado de direção hidráulica.

“Ofertas de produtos inovadores e eficientes para o mercado agrícola são vitais ao suprimento de alimentos para o amanhã e essa aquisição confirma nosso foco estratégico na construção de posições de liderança em nossos principais negócios. Com a Hydraulik Nord Fluidtechnik como parte de nosso negócio de hidráulica móvel, teremos uma oferta de produtos ainda mais competitiva, da qual nossos clientes de agricultura e de outros segmentos se beneficiarão”, diz Eric Alström, presidente da Danfoss Power Solutions.

A Hydraulik Nord Fluidtechnik e a Danfoss Power Solutions são empresas de alto desempenho e, combinadas, serão um participante significativo no mercado, com uma excelente presença global e capacidades de engenharia. “A Hydraulik Nord Fluidtechnik é amplamente reconhecida por sua excelência em produtos de direção hidráulica. Com a adição da Hydraulik Nord Fluidtechnik à Danfoss Power Solutions, temos a oportunidade de oferecer mais soluções de direção focadas no melhor desempenho da categoria. Juntos, vamos nos basear no know-how da Hydraulik Nord Fluidtechnik e manter um forte relacionamento com a comunidade e a universidade local”, diz Domenico Traverso, presidente da divisão de Work Function da Danfoss Power Solutions.

Dr. Karl Werner, acionista da Hydraulik Nord Fluidtechnik, acrescenta que unir forças com a Danfoss é um grande passo ao negócio. “Juntos, teremos mais capacidade e investimento para uma maior inovação e, o mais importante, para o crescimento, usando nosso aumento na área de fabricação para expandir a participação de mercado. Essa é uma oportunidade única para utilizar os pontos fortes das duas empresas.”

A aquisição está sujeita às aprovações necessárias pelas autoridades relevantes e espera-se que esteja totalmente concluída durante o primeiro trimestre de 2019. As partes não divulgaram o preço de compra ou outras condições da aquisição.

08/01/2019 0 Comentários
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Notícias

Definido tema do Congresso Nacional das Mulheres do Agro

Por redação 07/01/2019
Escrito por redação

Mulheres no agroO 4° Congresso das Mulheres do Agronegócio – CNMA, que será realizado nos dias 8 e 9 de outubro, já tem tema. “Agir – Ação Global: Integração de Redes” é o mote que norteará a programação da quarta edição do evento, que em 2018 contou com a participação de 1.500 pessoas, um recorde de público, provenientes de quase todos os estados brasileiros e de outros países. Para 2019, a expectativa é contar com um público de 1.700 participantes.

A quarta edição do evento tratará da importância da ação global de integração das redes, posicionando as mulheres como aceleradoras das inovações pelas quais passa o agronegócio no Brasil e no mundo. “As redes significam os elos das cadeias produtivas, que no passado eram configuradas pelos seus elos físicos. As relações eram lentas e caminhavam de compartimento em compartimento na velocidade física. Com as novas tecnologias de informação e interatividade, as cadeias do agribusiness ganharam a instantaneidade e trouxeram ao momento presente todos os seus fluxos: consumidor final, agroindústria, supermercados, produtores rurais, sistemas financeiros e de seguros, tecnologia e insumos de produção, ONG’s, órgãos públicos e mídia terminam reunidos nas redes. E com eles tivemos o início das plataformas globais de cadeias produtivas. Em 2019 será realizado não apenas um mergulho nas cadeias produtivas mais importantes do país, mas uma integração no movimento das redes com a proposta de partir para a ação”, explica a Show Manager do CNMA, Renata Camargo.

Com palestrantes nacionais e internacionais que trarão o que há de mais atual em tendências e conteúdo, área de exposição com empresas de referência no setor e espaço para startups do agronegócio, o evento é voltado a agricultoras, pecuaristas, cooperadas, profissionais da indústria, produtoras integrada, sucessoras, executivas de corporações do setor e herdeiras de propriedade agropecuária.

Uma das novidades da edição deste ano é a realização simultânea ao CNMA do YAMI – Youth Agribusiness Movement International, voltado para a nova geração do agronegócio.

A promoção, organização e realização do CNMA e YAMI são do Transamérica Expo Center, com apoio institucional da ABAG – Associação Brasileira do Agronegócio e coordenação de conteúdo da Biomarketing, do Prof. José Luiz Tejon Megido.

Serviço
4° Congresso das Mulheres do Agronegócio – CNMA
Data: 8 e 9 de outubro
Local: Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387, Santo Amaro – São Paulo/SP
Mais informações: www.mulheresdoagro.com.br

 

07/01/2019 0 Comentários
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Tecnologia

Display da Danfoss melhora a visualização em ambientes externos

Por redação 07/01/2019
Escrito por redação

displayA Danfoss Power Solutions expande a família de produtos PLUS+1 nas aplicações em linha móbil para veículos fora de estrada com o display série DM430E. O novo display proporciona aos fabricantes e aos operadores uma interface de máquina moderna com visibilidade de tela superior em ambientes externos, design robusto, simples configuração de tela e uma variedade de características flexíveis.

O display série DM430E é indicado para manipulação de materiais, construção de estradas, agricultura, manutenção de gramados e aplicações especiais fora de estrada. “Estamos entusiasmados por fornecer uma solução de display moderna, projetada especificamente para um ambiente robusto e fora de estrada”, comenta Darren Magner, diretor de marketing de produtos da Danfoss Power Solutions. “Com visibilidade de tela sem igual em um design compacto, o DM430E atende às necessidades tanto do OEM quanto do usuário final, a um preço competitivo.”

Design durável, moderno com visibilidade superior e opções flexíveis

Como interface visual da máquina, o display série DM430E auxilia os OEMs a modernizarem a experiência geral de operação ao mesmo tempo em que aumenta a eficiência do operador – tudo sem comprometer a necessidade de desempenho duradouro em ambientes operacionais extremos.

O display colorido de 4,3″ com conexão óptica e revestimento anti-ofuscamento está otimizado para uso em todas as condições de iluminação, fornecendo excelente visibilidade na luz solar e amplos ângulos de visão. Em ambientes mais escuros, o sensor de luz ajusta automaticamente o brilho da tela e alterna entre temas de display diurnos e noturnos.

Por meio da aplicação atualizada do Engine Information Center (EIC), os OEMs podem configurar o display diretamente, sem qualquer programação. A aplicação conecta mais de 4.000 sinais do motor J1939 com um conjunto pré-definido de gráficos de tela, economizando tempo de desenvolvimento e recursos.

Os OEMs têm a opção de quatro teclas ou um teclado com botão de navegação, oferecendo flexibilidade para otimizar os requisitos da máquina. O display pode estar no formato retrato ou paisagem, capacidade de instalação direta na RAM e a possibilidade de adicionar recursos de conectividade USB e RS232.

Recursos básicos adicionais

Os OEMs que procuram modernizar a cabine de suas máquinas e melhorar a experiência do operador se beneficiam adicionalmente dos seguintes recursos:

  • Resistente ao ambiente – O display foi projetado especificamente para aplicações em um ambiente robusto e fora de estrada. Atende índice de proteção IP66 e IP67 e suporta temperaturas operacionais entre 30˚C e 70˚C.
  • Conformidade PLUS+1 – Sendo um produto em conformidade com PLUS+1, este display pode ser programado com tela de recursos de edição fáceis de usar e uma biblioteca de widget, tudo feito na mais recente edição da plataforma PLUS+1.
  • Design de cabine simplificado – Com a capacidade de incluir até cinco entradas e uma saída adicionais, o display série DM430E oferece mais flexibilidade e configuração de fiação mais simples, economia de custo do sistema sem necessidade de módulo E/S.
07/01/2019 0 Comentários
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Notícias

Delegação dos Emirados Árabes Unidos visita a Embrapa

Por redação 07/01/2019
Escrito por redação
Acompanhada do diretor de P&D, Celso Moretti, e do chefe geral José Manuel Cabral, ela conheceu o Banco Genético da Embrapa - Foto: Claudio Bezerra

Acompanhado do diretor de P&D, Celso Moretti, e do chefe geral José Manuel Cabral, o grupo conheceu o Banco Genético da Embrapa – Foto: Claudio Bezerra

Uma comitiva dos Emirados Árabes Unidos (EAU) formada pela Ministra de Segurança Alimentar, Mariam Al Mehairi, e a Embaixadora dos Emirados Árabes Unidos no Brasil, Hafsa Al Ulama, entre outros representantes diplomáticos, visitou a sede da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em Brasília, DF, no dia 2 de janeiro. O objetivo foi conhecer melhor o papel da pesquisa agropecuária no crescimento do agronegócio brasileiro, que hoje é responsável por mais de 23% do PIB nacional. A delegação foi recebida pelo presidente da Empresa, Sebastião Barbosa, e pelo diretor de Pesquisa e Desenvolvimento, Celso Moretti.

O setor agrícola daquele país – que abrange sete emirados (Abu Dhabi, Dubai, Sharjah, Aiman, Um al Quaian, Al Fujayrah e Ra’sal Khaymah) – ainda é pouco expressivo, representando apenas 0,7% do PIB. O principal objetivo da Ministra é mudar esse cenário com foco na ciência e tecnologia, atraindo investimentos para o setor e, principalmente, despertando o interesse da população jovem que hoje está cada vez mais afastada dos ambientes rurais.

Al Mehairi acredita que a tecnologia é o único caminho capaz de mudar esse panorama nos EAU. Por isso, ela veio conhecer de perto a experiência de sucesso da agricultura brasileira, que em 40 anos transformou o País de importador de alimentos em um dos mais importantes players do agronegócio mundial.

O diretor de P&D da Embrapa endossou o papel determinante da ciência no desenvolvimento da agricultura nacional. Segundo ele, na década de 1970 a tecnologia vinha dos países de clima temperado, o que não se adequava à realidade brasileira. A Embrapa, em conjunto com universidades e empresas estaduais de pesquisa, vem investindo há mais de quatro décadas em pesquisas capazes de “tropicalizar” plantas de interesse agropecuário, como soja, milho e trigo, entre outras, e animais.

Além da produção de bovinos, que é um dos carros-chefes do agronegócio brasileiro, outro dado salta aos olhos do público quando se fala em pecuária é a avicultura, que cresceu 59 vezes nas últimas quatro décadas.

Educação é componente fundamental no sucesso do agronegócio
Moretti destacou também o papel da educação nesse contexto. “Hoje, existem no Brasil 273 instituições de ensino dedicadas à ciência agrícola”, comentou. Esse dado despertou muito a atenção da Ministra, já que para ela é premente aumentar o interesse dos estudantes dos Emirados Árabes na área agrícola. Al Mehairi acredita que ciências de ponta podem ajudar nesse sentido.

Segundo o diretor da Embrapa, as disciplinas tradicionais empregadas na pesquisa, como biologia (genética), estatística, química, física e engenharia vêm se alterando ao longo dos últimos anos, recebendo contribuições de áreas correlatas ou totalmente novas. A nova “caixa de ferramentas” da pesquisa e do desenvolvimento contém edição genômica, biologia sintética, análise de grandes massas de dados (“big data”), computação em nuvem, robótica, computação cognitiva, inteligência artificial, dentre outras. A Ministra acredita que o potencial futurístico dessas áreas possa contribuir para tornar a área agrícola mais atraente aos jovens árabes.

Al Mehairi demonstrou muito interesse também na parte financeira da pesquisa agropecuária e na participação do setor privado no orçamento da Embrapa. Hoje, a Empresa conta com um montante de US$ 1 bilhão, quase 100% provenientes do Tesouro Nacional. O diretor de P&D explicou que é difícil calcular a participação privada em termos financeiros, mas explicou que hoje estão em execução mais de 400 contratos em parceria com o setor privado.

Agricultura e sustentabilidade

A participação dos produtores rurais brasileiros na preservação ambiental também instigou a curiosidade das representantes dos EAU. Ao contrário do que é propagado pela mídia internacional, o Brasil preserva hoje mais de 66% de sua área produtiva, o que equivale à superfície de  aproximadamente 48 países da Europa.

E essa participação, como destacou o diretor da Embrapa, é capitaneada pelos próprios produtores especialmente a partir da aprovação do Código Florestal em 2012. “Graças à legislação brasileira, que inclui também o Plano ABC – Agricultura de Baixa Emissão de Carbono, hoje mais de 25% – 218 milhões de hectares – do Território Brasileiro estão preservados, o que representa um impacto econômico de US$ 750 bilhões”, enfatizou Moretti.

Segurança alimentar

A segurança alimentar é uma das prioridades atuais para os Emirados Árabes Unidos. Segundo a Ministra, mais de 90% das espécies utilizadas na alimentação vêm de outros países e, por isso, um dos focos de sua gestão à frente da Pasta é incentivar a conservação e uso sustentável de espécies nativas da região.

Por isso, após a visita à Sede, a comitiva conheceu o Banco Genético, mantido pela Empresa em uma de suas 42 unidades de pesquisa, a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, também em Brasília. Este é hoje o maior banco de espécies vegetais do Brasil e da América Latina e um dos maiores do mundo, com capacidade para conservar mais de 700 mil sementes de importância alimentar. Lá, ela foi recebida pelo chefe-geral da Unidade, José Manuel Cabral, e conheceu também outras formas de conservar recursos genéticos: in vitro e em criobancos.

Em outubro de 1988, foi assinado pelos governos do Brasil e dos Emirados Árabes um acordo de cooperação que abrange as áreas econômica, comercial, industrial, tecnológica e financeira. Ainda não há projeto de cooperação da Embrapa com instituições dos EAU, mas é provável que a visita seja o embrião de uma futura parceria. “As possibilidades são variadas, é preciso ainda discutir detalhes e definir linhas de atuação conjuntas”, finaliza o diretor.

Fonte: Embrapa

07/01/2019 0 Comentários
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Notícias

Projeto leva educação aos produtores rurais do bioma cerrado

Por redação 07/01/2019
Escrito por redação

senarO programa Brasil Rural, transmitido pela EBC, entrevistou Mateus Ferreira, diretor de assistência Técnica e gerencial do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), sobre o projeto que vai levar educação ambiental ao bioma cerrado. Ele explica que o projeto teve parceria da Embrapa, Ministério do Meio ambiente, Agricultura, Banco Mundial e outros com o objetivo de levar orientações técnicas aos produtores rurais relativos a gestão técnica, transferência de tecnologias, indicadores econômicos, melhoria de rendas e educação ambiental.

Segundo ele: “ é possível sim produzir com o componente econômico, ou seja, adquirindo lucro da atividade, receita da atividade, mas preservando e respeitando a legislação ambiental”, afirma.

O diretor destaca que o principal diferencial do projeto é criar um ambiente de mútua colaboração entre as áreas de produção e as áreas de conservação e preservação. “Esse é principal diferencial do projeto”, afirma.

O projeto vai atender 4000 produtores em 9 estados do bioma cerrado em 2019.

Ouça a entrevista no player abaixo:

http://audios.ebc.com.br/d2/d2f9f819410111851f9113f3112244a6.mp3
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