quarta-feira, outubro 21, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
quarta-feira, outubro 21, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
Bucher
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
Mahindra
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Portal Máquinas Agrícolas
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Assinatura
  • Assuntos
    • Notícias
    • Tecnologia
    • Revista
    • Manutenção
    • Opinião
    • Coluna
  • Fale Conosco

@2024 - Todos os direitos reservados. Site por:Código 1 TI

IBGE prevê crescimento de 7,0% na safra 2025 frente a 2024
MercadoNotícias

Colheita da soja 2024/25 no Rio Grande do Sul alcança 5% da área estimada

Por Redação 14/03/2025
Escrito por Redação

Colheita da soja 2024/25 no Rio Grande do Sul alcança 5% da área estimada

A colheita da safra 2024/25 de soja no Rio Grande do Sul alcançou 5% da área total estimada para o ciclo, após avançar 2 pontos percentuais em uma semana, apontam dados do Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, coletados até esta quinta-feira (13).

Na mesma época do ano passado, os trabalhos estavam em 1%; na média das últimas cinco temporadas, em 8%.

No momento, ainda predomina o estágio de enchimento dos grãos (48%), seguido pelas lavouras em maturação (33%).

Tarifa zero para alimentos importados começa a valer a partir de hoje

No final de fevereiro, os índices de chuva aconteceram em distribuição irregular, mas beneficiaram as culturas nos locais onde o volume foi adequado. Nessas áreas, foi observado a recuperação da dilatação das folhas e a interrupção de danos fisiológicos, decorrentes de déficit de água.

“Os produtores prosseguiram as aplicações de fertilizantes foliares à base de macro e micronutrientes para estimular o desenvolvimento vegetativo nos cultivos de implantação tardia. Em lavouras estabelecidas em dezembro, priorizou-se a aplicação de reguladores fisiológicos para fixação de vagens e otimização do enchimento de grãos, visando mitigar perdas produtivas residuais”, comunicou o relatório da Emater/RS-Ascar.

Nessa semana, o órgão reduziu a área de 6.811.344 hectares para 6.729.354 hectares em razão principalmente da dificuldade de implantação no momento recomendado. Também em função da estiagem, a produtividade média projetada inicialmente em 3.179 kg/ha sofreu redução para 2.240 kg/ha.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

14/03/2025 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Tarifa zero para alimentos importados começa a valer a partir de hoje

Por Redação 14/03/2025
Escrito por Redação

Governo federal confirma tarifa zero para alimentos; medida entra em vigor hoje

O Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex), órgão do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), decidiu, nesta quinta-feira (13/03), em reunião extraordinária, reduzir a zero as tarifas do imposto de importação de 11 alimentos.

A deliberação faz parte da medida anunciada no último dia 6 de março, no Palácio do Planalto, pelo vice-presidente e Ministro do MDIC, Geraldo Alckmin, em conjunto com os ministérios da Fazenda, da Agricultura e Pecuária, do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar e Casa Civil, que impôs a redução a zero do imposto de importação de alimentos com potencial de importação, incluindo carnes, sardinha, café torrado, café em grão, azeite de oliva, açúcar, óleo de palma, óleo de girassol, milho, massas e biscoitos.

A medida aprovada pelo Gecex deve entrar em vigor nesta sexta-feira (14/03). 

Produção de grãos na safra 2024/25 pode atingir recorde com alta de 10,3%

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva orientou o governo a realizar iniciativas que possam contribuir para o aumento da oferta de alimentos e para a redução dos preços praticados no mercado, ainda que a elevação seja atribuída a fatores climáticos e externos. A decisão do presidente mira proteger especialmente as famílias de baixa renda, que podem destinar até 40% da sua renda à alimentação.

Na avaliação do comitê, em reunião presidida pelo secretário-executivo do MDIC, Márcio Elias Rosa, a redução tarifária poderá permitir a importação dos produtos selecionados a custos menores, aumentando a disponibilidade desses itens no mercado interno, facilitando a aquisição de produtos essenciais na cesta básica nacional, minimizando o risco de desabastecimento e garantindo condições dignas de subsistência à população.

Com a maior oferta dos produtos selecionados no Brasil a impostos zerados, a decisão também busca inibir a alta de preços, contribuindo para o cumprimento da meta de inflação (IPCA).

Além disso, o comitê avaliou que a flexibilização tarifária pode ser mais um fator para contribuir com outros objetivos, tais como garantir que eventuais desequilíbrios entre oferta e demanda por razões climáticas, geopolíticas, cambiais, ou oscilações de custo de produção sejam mitigados por importações sem cobrança de Imposto de Importação; ampliar a oferta e previsibilidade aos consumidores, ampliar o poder de compra e contribuir para a segurança alimentar, um pilar fundamental da estabilidade social.

O Gecex decidiu favoravelmente à redução temporária das alíquotas do Imposto de Importação, medida considerada como emergencial e seletiva, focada em produtos críticos para a cesta básica. Adicionalmente, o governo sinaliza que a medida será acompanhada de outras ações estruturantes, preservando a sustentabilidade da cadeia produtiva doméstica.

A decisão incluiu redução do Imposto de Importação seguintes produtos:

  • NCM 0202.30.00 – carnes desossadas de bovinos, congeladas (passou de 10,8% a 0%)
  • NCM 0901.21.00 – café torrado, não descafeinado (exceto café acondicionado em capsulas) (passou de 9% a 0%)
  • NCM 0901.11.10 – café não torrado, não descafeinado, em grão (passou de 9% a 0%)
  • NCM 1005.90.10 – milho em grão, exceto para semeadura (passou de 7,2% a 0%)
  • NCM 1902.19.00 – outras massas alimentícias, não cozidas, nem recheadas, nem preparadas de outro modo (passou de14,4% a 0%)
  • NCM 1905.90.20 – bolachas e biscoitos (passou de 16,2% a 0%)
  • NCM 1509.20.00 – azeite de oliva (oliveira) extravirgem (passou de 9% a 0%)
  • NCM 1512.11.10 – óleo de girassol, em bruto (passou de 9% a 0%)
  • NCM 1701.14.00 – outros açúcares de cana (passou de 14,4% a 0%)
  • NCM 1604.13.10 – preparações e conservas de sardinhas, inteiros ou em pedaços, exceto peixes picados, de 32% para 0%

Em relação à sardinha, o Gecex estabeleceu zerar a alíquota dentro de uma quota estabelecida de 7,5 mil toneladas.

O comitê também decidiu aumentar a quota do óleo de palma, do código NCM 1511.90.00, de 60 mil toneladas para 150 mil toneladas, pelo prazo de 12 meses, com a manutenção da alíquota do Imposto de Importação de 0%.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

14/03/2025 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
EmpresasNotícias

Sicredi supera o valor de R$ 30 bilhões em carteira de Cédula de Produto Rural

Por Redação 13/03/2025
Escrito por Redação

Sicredi supera o valor de R$ 30 bilhões em carteira de Cédula de Produto Rural

O Sicredi ultrapassou a marca de R$ 30 bilhões em carteira de CPR (Cédula de Produto Rural). Criada pela Lei N. 8.929, de 1994, a CPR é atualmente um dos principais instrumentos de financiamento da cadeia produtiva do agronegócio, pois permite ao seu emissor obter recursos de maneira ágil para finalidades diversas. O Sicredi tem hoje mais de 87 mil operações ativas de CPR na carteira, tendo registrado crescimento de 38,71% no saldo entre janeiro de 2024 e janeiro de 2025, passando de R$ 21,7 bilhões para R$ 30,1 bilhões.

Produção de grãos na safra 2024/25 pode atingir recorde com alta de 10,3%

Dos mais de 8,5 milhões de associados do Sicredi, 777 mil são do segmento agro, sendo 83% da agricultura familiar, 12% produtores de porte médio e 5% de grande porte.

“Nosso compromisso é apoiar a atividade dos associados e a CPR, nos últimos anos, se constituiu como uma importante alternativa que se soma ao amplo portfólio de soluções voltadas ao público agro”, contextualiza Thiago Rossoni, superintendente de Agronegócio do Sicredi.

No total, a carteira Agro do Sicredi alcançou o montante de R$ 101 bilhões em 2024, valor 21% superior ao do ano anterior. A instituição financeira cooperativa é a segunda maior fornecedora de crédito agro no país e a primeira entre as instituições privadas.

Os desembolsos do Plano Safra pelo Sicredi cresceram 5,9% no primeiro semestre da safra 2024/25, entre julho e dezembro, em comparação ao mesmo período da safra 2023/24, somando R$ 33,9 bilhões. O principal destaque nos desembolsos foi justamente a CPR, com aumento de 57% em relação ao mesmo período da safra passada (julho a dezembro) e 13% em quantidade de operações.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

13/03/2025 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Estudo analisa acordos setoriais de commodities e o Código Florestal

Por Redação 13/03/2025
Escrito por Redação

Estudo analisa acordos setoriais das cadeias produtivas de commodities e o Código Florestal

Desde 2005 acordos setoriais têm sido implementados como estratégia para coibir o desmatamento e outras irregularidades socioambientais nas cadeias de commodities da soja e carne do país.

Um novo estudo, desenvolvido pelo Observatório do Código Florestal em parceria com o Instituto Centro de Vida (ICV) e a Amigos da Terra – Amazônia Brasileira (AdT), analisa como esses acordos têm apoiado, fortalecido ou estimulado a implementação do Código Florestal, principal norma legal para a conservação e uso sustentável das florestas no Brasil.

Produção de grãos na safra 2024/25 pode atingir recorde com alta de 10,3%

O estudo revisa iniciativas como a Moratória da Soja, estabelecida em 2006 por traders e organizações da sociedade civil, o Compromisso Público da Pecuária (CPP), firmado em 2009 por frigoríficos após campanha do Greenpeace, e o Protocolo de Monitoramento Voluntário de Fornecedores de Gado no Cerrado, lançado oficialmente em abril de 2024.

Além disso, aborda o Protocolo Verde de Grãos do Pará, criado em 2014, e os Termos de Ajustamento de Conduta (TACs da Carne), assinados por empresas com o Ministério Público Federal (MPF) em diversos estados da Amazônia Legal.

“Esses acordos são fundamentais para incentivar maiores esforços socioambientais e gerar um movimento positivo por parte do setor privado para melhorar a implementação do Código Florestal. E em qualquer estado brasileiro, a situação é a mesma: a implementação da lei é o principal desafio, seja para melhorar o controle do desmatamento, para restaurar ou para ter uma produção regularizada”, afirma Alice Thuault, diretora executiva do Instituto Centro de Vida (ICV).

Uma das premissas do estudo é que, apesar dos impactos diretos desses acordos na redução do desmatamento ainda não serem totalmente nítidos, eles têm sido fundamentais para manter as empresas engajadas na busca de soluções que desvinculem suas atividades de problemas socioambientais.

Além disso, essas iniciativas têm potencial para estruturar cadeias de suprimentos mais sustentáveis, onde a regularização ambiental dos fornecedores, em conformidade com o Código Florestal, é um passo crucial.

O estudo também realizou consultas individuais com membros das organizações envolvidas na concepção e implementação dos acordos, buscando aprimorar a análise e sanar dúvidas sobre aspectos operacionais.

Dentre as principais conclusões, a análise mostra que ainda são necessários avanços para garantir uma maior atuação do setor produtivo. O Cadastro Ambiental Rural (CAR), é um dos exemplos destacados pelo estudo. Os acordos voluntários analisados, com exceção da Moratória da Soja, exigem o CAR, mas não necessariamente validado.

De acordo com o documento, a adesão ao cadastro sem a devida autenticação não é suficiente para avançar na implementação do Código Florestal, sobretudo por se tratar de um dado declaratório. Ou seja, o conteúdo dos cadastros precisa ser validado para que eles se tornem efetivamente uma ferramenta de gestão territorial.

Uma das soluções apontadas pelo estudo, neste caso, seria restringir os acordos apenas para fornecedores que tenham o CAR devidamente validado.

Cintia Cavalcante, analista do Programa de Cadeias da Amigos da Terra – Amazônia Brasileira (ADT), afirma que o estudo mostra que, embora os compromissos setoriais nas cadeias da soja e da carne sejam instrumentos importantes para a contenção do desmatamento e o controle de outras irregularidades, ainda existem lacunas a serem abordadas.

“Tanto em relação aos critérios quanto à própria operacionalização desses compromissos, para que sejam efetivos na garantia da conformidade legal. Garantir que o monitoramento socioambiental considere o imóvel rural como um todo, conforme preconiza o Código Florestal, e que esteja associado à rastreabilidade – incluindo fornecedores indiretos no caso da pecuária e intermediários no caso da soja – representaria um grande avanço para ambos os setores”, finaliza.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

13/03/2025 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Produção de grãos 2024/25 pode atingir recorde com alta de 10,3%
MercadoNotícias

Produção de grãos na safra 2024/25 pode atingir recorde com alta de 10,3%

Por Redação 13/03/2025
Escrito por Redação

Produção de grãos 2024/25 pode atingir recorde com alta de 10,3%

Com conclusão do plantio das culturas de 1ª safra e intensificação dos trabalhos de colheita destes produtos, a atual estimativa para a produção de grãos na safra 2024/25 foi atualizada e está em 328,3 milhões de toneladas, incremento de 10,3% se comparado com o volume obtido no ciclo anterior, o que representa um acréscimo de 30,6 milhões de toneladas a serem colhidas.

O resultado reflete tanto um aumento na área plantada, estimada em 81,6 milhões de hectares, como em uma recuperação na produtividade média das lavouras, projetada em 4.023 quilos por hectare. Caso o panorama se confirme ao final do ciclo, este será um novo recorde para a produção na série histórica da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). As informações estão no 6º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela estatal nesta quinta-feira (13).

Vendas de máquinas sobem 5,7% em janeiro no comparativo anual

Principal produto cultivado na 1ª safra, a soja tem estimativa de produção de 167,4 milhões de toneladas, 13,3% superior à safra passada. Após o início de colheita mais lento, devido a atrasos no plantio e excesso de chuvas em janeiro, a redução das precipitações em fevereiro propiciou um grande avanço na área colhida.

Nesta semana o índice de colheita se encontra em 60,9% da área, superior ao registrado no mesmo período na temporada anterior bem como na média dos últimos 5 anos, como indica o Progresso de Safra publicado pela Companhia.

Os rendimentos obtidos até o momento têm superado positivamente as expectativas iniciais em importantes estados produtores, como Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais. Por outro lado, no Rio Grande do Sul e em Mato Grosso do Sul, a irregularidade e a ausência de precipitações já afetou o potencial produtivo da cultura em quase todo o estado.

Soja

A colheita da soja dita o ritmo de avanço do plantio do milho 2ª safra, que já atinge 83,1% da área prevista. O índice está abaixo do registrado no último ciclo em período semelhante, porém mais alto do que a média dos últimos 5 anos. A expectativa da Conab é que haja um crescimento da área da 2ª safra do cereal em 1,9%, chegando a aproximadamente 16,75 milhões de hectares.

As condições climáticas até o momento são favoráveis e se estima uma recuperação na produtividade média nas lavouras, estimada em 5.703 quilos por hectares. Com isso, a produção apenas na 2ª safra do grão está projetada em 95,5 milhões de toneladas, variação positiva de 5,8% em relação à 2023/24. Este bom desempenho influencia na estimativa esperada para a produção total de milho de 122,8 milhões de toneladas, crescimento de 6,1%.

Arroz

Para o arroz também se verifica aumento na área plantada em 6,5%, chegando a 1,7 milhão de hectares. As boas condições climáticas vêm favorecendo as lavouras, permitindo uma recuperação de 7,3% na produtividade média das lavouras, estimada em 7.063 quilos por hectare. Mantendo-se as condições atuais, a estimativa para a produção neste levantamento passa para 12,1 milhões de toneladas.

Os índices de colheita se apresentam superiores ao mesmo período da safra passada em quase todos os principais estados produtores, apenas Tocantins o ritmo de colheita se encontra em percentual um pouco abaixo do ciclo passado.

Feijão

Outro importante produto para os brasileiros, o feijão deverá registrar um ligeiro aumento na produção total de 1,5% na safra 2024/25, estimada em 3,29 milhões de toneladas. O resultado é influenciado principalmente pela expectativa de uma leve melhora na produtividade média das lavouras, uma vez que a área destinada para a leguminosa se mantém praticamente estável.

Algodão

No caso do algodão, a expectativa é que o aumento na área semeada, estimada em cerca de 2 milhões de hectares, reflita em incremento na produção. A expectativa é de uma boa produtividade média nas lavouras, podendo ser a terceira maior já registrada na série histórica perdendo apenas para os últimos dois ciclos. Nesse cenário, a estimativa é que se colha 3,82 milhões de toneladas da pluma, estabelecendo um novo recorde para o país.

Mercado

A entrada da safra de arroz no mercado mantém a tendência de baixa nos preços pagos aos produtores. Além disso, o aumento de produção estimado pela Companhia garante o abastecimento interno e possibilita uma recuperação nos estoques de passagem do produto mesmo com a expectativa de aumento nas exportações do grão.

Estima-se que as vendas de arroz brasileiro ao mercado externo cheguem a 2 milhões de toneladas, e que o estoque de passagem ao final da safra 2024/25 apresente recuperação, com um volume estimado de 1,4 milhão de toneladas ao final de fevereiro de 2026.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

13/03/2025 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
MDA defende isenção tributária para agricultura familiar adquirir insumos
Notícias

Pagamento do Garantia-Safra 2023/2024 começa em 18 de março

Por Redação 12/03/2025
Escrito por Redação

O Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Agroecologia, dará início a partir do dia 18 de março aos pagamento do benefício Garantia-Safra referente à safra 2023/2024. Nesta primeira etapa, 558.686 agricultores familiares de 744 municípios em 11 estados serão contemplados, totalizando um investimento de R$ 670 milhões.

O benefício é concedido quando há comprovação de perdas de pelo menos 50% da produção devido a fatores climáticos. A medida visa apoiar agricultores familiares que sofreram perdas devido a eventos climáticos adversos, como secas e chuvas intensas, garantindo a segurança econômica e a continuidade da produção no campo.

Vendas de máquinas sobem 5,7% em janeiro no comparativo anual

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), o programa é essencial para a manutenção da agricultura familiar e para a segurança alimentar do país.

“O Garantia-Safra é uma política fundamental. Não apenas garante um suporte financeiro essencial para milhares de famílias no campo, mas também fortalece a produção rural e a segurança alimentar do país. O compromisso do Governo Lula é assegurar que esses trabalhadores tenham condições de continuar produzindo e contribuindo para o desenvolvimento sustentável do Brasil”, destaca Vanderley Ziger, secretário de Agricultura Familiar e Agroecologia (SAF/MDA).

O Garantia-Safra é destinado a produtores com renda mensal de até 1,5 salário-mínimo, cuja área plantada varie entre 0,6 e 5 hectares de feijão, milho, arroz, algodão ou mandioca. O Programa, considerado uma medida importante no fortalecimento e sustentabilidade no campo, atua mitigando os impactos da vulnerabilidade climática enfrentada por milhares de famílias, garantindo melhores condições para o planejamento da produção rural.

O pagamento do Garantia-Safra segue o calendário de pagamento dos benefícios sociais e será depositado em Conta Poupança Digital da Caixa Econômica Federal. A relação nominal dos municípios que terão o benefício autorizado no mês de março será publicada e editada em Portaria específica, com o começo dos pagamentos no dia 18 de março. Clique aqui para conferir a lista de beneficiários por safra e mais informações.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

12/03/2025 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Setor discute estratégias de fomento ao Sistema Plantio Direto

Por Redação 12/03/2025
Escrito por Redação
Setor discute estratégias de fomento ao Sistema Plantio Direto na agricultura brasileira

Sistema de Plantio Direto aplicado no algodão // Foto: Alexandre Cunha Ferreira

O Sistema Plantio Direto (SPD), como ferramenta fundamental na mitigação e adaptação às mudanças climáticas, foi tema de evento ocorrido em Brasília (DF), nesta segunda-feira (10). Promovido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em parceria com a Federação Brasileira do Sistema de Plantio Direto, o encontro trouxe, a partir do Projeto SPD Agro+, as políticas públicas, inovações científicas e práticas agrícolas sustentáveis que impulsionam a produtividade e reduzem os impactos ambientais da produção agropecuária no Brasil.

Na oportunidade, gestores públicos, especialistas e representantes do setor agropecuário puderam discutir a importância da criação de mecanismos de fomento que venham possibilitar a adoção do SPD pelos produtores rurais. Prática que permite maior eficiência e sustentabilidade de toda a cadeia produtiva.

Vendas de máquinas sobem 5,7% em janeiro no comparativo anual

O secretário de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo do Mapa, Pedro Neto, destacou os desafios do Mapa em auxiliar o produtor rural na evolução para uma produção cada vez mais sustentável por meio da ciência e da inovação. Ressaltou, ainda, o elevado grau de empreendedorismo e profissionalismo do produtor brasileiro e sua capacidade de colaborar com as metas nacionais de enfrentamento as questões climáticas.

“Cada meta por nós apresentada vem acompanhada de um pacote de como fazer, dando ao produtores rurais condições de entender, decidir e implementar práticas mais sustentáveis, como o SPD, que é parte fundamental de um conjunto de tecnologias de produção que compõe o plano setorial para Adaptação à Mudança do Clima e Baixa Emissão de Carbono (ABC+) da agropecuária brasileira”.

A presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Silvia Massruhá, parabenizou a Federação e o Mapa pela iniciativa, destacando a importância do plantio direto para o desenvolvimento sustentável da agricultura tropical.

“Quando começarmos a discutir o plano ABC, vimos no plantio direto a tecnologia que mais poderia ajudar na preservação do solo e com a rotação de culturas. Dados de monitoramento mostram que, nos últimos anos, já recuperamos 4.200 projetos utilizando o SPD, o que os permite termos de duas a três safras na mesma área, contribuindo com a expansão da agricultura brasileira. Em 50 anos multiplicamos por cinco sua produtividade, mostrando a importância da ciência e da tecnologia para o avanço do setor”, completou.

“Estamos aqui, junto com o Ministério de Agricultura, para fazer uma entrega desse grande projeto, que foi iniciado há cerca de sete anos e cujo a semente nasceu na cabeça eminente do professor Dr. Rathalol, junto com o professor Juca, lá na Ohio State University, quando pensaram em mostrar o quanto o SPD poderia contribuir para mitigar os efeitos climáticos na nossa agricultura. E é uma alegria para nós, hoje, vemos que essa ideia se tornou base para uma verdadeira agricultura sustentável, com o Projeto SPD Agro+”, afirmou o presidente da Federação do Plantio Direto, Jonadan Ma.

Plantio Direto

O Sistema de Plantio Direto (SPD) é uma técnica conservacionista que se baseia em não revolver o solo, manter a cobertura morta no solo, rotar as culturas, deixar resíduos de vegetais na superfície, depositar sementes e fertilizantes em sulcos estreitos.

Trata-se de um método de cultivo que visa aumentar a produtividade agrícola enquanto conserva o solo, auxiliando na preservação ambiental.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

12/03/2025 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Desafios no crédito agrícola: Panorama Setorial apontará soluções para o setor

Por Redação 12/03/2025
Escrito por Redação

Desafios no crédito agrícola: Panorama Setorial apontará soluções para o setor

O cenário do crédito agrícola no Brasil enfrenta uma de suas fases mais desafiadoras com o Plano Safra 2024/2025, impactado pela suspensão de linhas de crédito e pela volatilidade das taxas de juros. O aumento dos custos de equalização de juros e o atraso na aprovação do Orçamento de 2025 pelo Congresso agravam a instabilidade do financiamento agrícola. Em meio a esse contexto, o Panorama Setorial – Máquinas Agrícolas no Brasil, desenvolvido pela [BIM]³ – Boschi Inteligência de Mercado, surge como uma ferramenta estratégica para auxiliar o setor a navegar por esses desafios com informações qualificadas e uma visão detalhada do mercado nacional de máquinas agrícolas.

Vendas de máquinas sobem 5,7% em janeiro no comparativo anual

A equalização de juros, mecanismo pelo qual o governo subsidia parte dos encargos financeiros das operações de crédito rural, tornou-se inviável diante da elevação da taxa Selic. Em resposta, o governo editou a Medida Provisória 1289/25, liberando cerca de R$ 4,18 bilhões em crédito extraordinário — uma medida paliativa que não resolve a instabilidade recorrente no financiamento agrícola.

Diante desse cenário, agricultores têm buscado alternativas para garantir a continuidade de suas operações e minimizar o impacto dos juros elevados. Entre as estratégias adotadas, destacam-se o financiamento por meio de tradings e mercado de capitais, o fortalecimento de cooperativas e associações e, especialmente, o aluguel e compartilhamento de máquinas agrícolas como forma de reduzir custos e otimizar a produção.

O aluguel de máquinas agrícolas tem se mostrado uma solução econômica, especialmente diante dos altos custos de aquisição de novos equipamentos. De acordo com a Mordor Intelligence, o mercado global de locação de equipamentos agrícolas deve crescer a uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) superior a 7% entre 2024 e 2029. Essa prática permite que pequenos e médios produtores tenham acesso a tecnologias avançadas sem comprometer sua capacidade de investimento.

Além disso, a adoção de práticas sustentáveis e inovações tecnológicas, como agricultura de precisão e otimização do uso de insumos, reforça a importância de iniciativas que disseminem conhecimento e tragam insights valiosos para o setor. É nesse ponto que o Panorama Setorial se destaca, oferecendo uma análise detalhada do mercado de máquinas e equipamentos agrícolas e contribuindo diretamente para escolhas estratégicas mais assertivas.

O levantamento inédito do Panorama Setorial – Máquinas Agrícolas no Brasil vai traçar um panorama detalhado do mercado de máquinas agrícolas no Brasil, trazendo uma visão estratégica sobre os desafios e as oportunidades do setor. O estudo pioneiro visa elucidar as realidades e as necessidades específicas de cada região e cultura, proporcionando insights valiosos para o ecossistema agroindustrial.

Com foco em máquinas agrícolas autopropelidas (tratores, colheitadeiras e pulverizadores), o levantamento trará informações exclusivas sobre o tamanho da frota circulante, idade média das máquinas, planejamento de troca, hábitos de pós-venda, tendências tecnológicas, além do comportamento de compra de todo o mercado nacional, por tipo de cultura, tamanho de propriedade, gênero e idade.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

12/03/2025 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
NotíciasTecnologia

Emissões de carbono na agricultura brasileira são estimadas em US$ 11,54 por tonelada

Por Redação 11/03/2025
Escrito por Redação

Emissões de carbono na agricultura brasileira são estimadas em US$ 11,54 por tonelada

O preço das emissões de carbono na agropecuária brasileira foi estimado em 11,54 dólares por tonelada de gás carbônico equivalente (US$ 11,54/tCO2e). Esse valor foi calculado por um estudo da Embrapa Territorial (SP) embasado em trabalhos científicos de diversos países. Foram analisados valores, métodos de cálculo e fatores que determinam o preço do carbono emitido pela agricultura ao redor do mundo. O trabalho foi publicado no primeiro número de 2025 da Revista de Economia e Sociologia Rural, editada pela Sociedade Brasileira de Economia e Sociologia Rural (Sober).

Vendas de máquinas sobem 5,7% em janeiro no comparativo anual

A economista Daniela Tatiane de Souza, analista da Embrapa, relata que poucos estudos se baseiam em critérios científicos e sistemáticos para precificar as emissões de carbono na agropecuária. “Ter uma estimativa de valor é importante para que as empresas e instituições, que queiram desenvolver programas e políticas de incentivo a práticas sustentáveis, tenham preços de referência”, explica.

Como o estudo foi realizado?

A equipe da Embrapa conduziu uma revisão sistemática de publicações científicas sobre precificação do carbono na agropecuária ao redor do mundo, a partir de fontes como Science Direct, Web of Science, Springer, Wiley Online e Google Scholar. A pesquisa considerou diferentes metodologias para a precificação, incluindo custo marginal de abatimento, modelos de avaliação integrada e preço sombra. Foram selecionados 32 estudos, abarcando o período entre 2004 e 2024. O maior número de trabalhos tem origem na China, Austrália e Reino Unido.

Os valores encontrados para a tonelada de CO2 equivalente variou bastante: de US$ 2,60 e US$ 157,50/tCO2e. Souza explica que isso é natural, já que os artigos analisados utilizam métodos distintos e tratam da agricultura em países com níveis de adoção de tecnologias diversos. O trabalho atualizou os valores monetários referentes a diferentes períodos para o equivalente no ano de 2024.

A revisão sistemática revelou os principais fatores que influenciam o custo das emissões de carbono na agropecuária. O principal deles é o Produto Interno Bruto (PIB) de cada país. “Qualquer variação no PIB afeta o preço do carbono. Verificou-se que economias maiores tendem a ter preços de carbono mais baixos. Se aumentar o nível de CO2 na agricultura, o que vai acontecer com o preço do carbono? Em mercados voluntários ou menos regulamentados, um aumento nas emissões de CO₂ pode não resultar em preços mais altos para o carbono”, detalha a economista. Além do PIB e do nível de emissões de CO2, são considerados, principalmente, a participação da agricultura na economia e o uso de fertilizantes nitrogenados.

Para estimar o preço do carbono para a agropecuária brasileira, a equipe da Embrapa Territorial utilizou esses fatores determinantes globais. Com dados próprios do Brasil e adotando um modelo econométrico, chegou-se ao preço de US$ 11,54/tCO2e. De acordo com Souza, o valor está próximo do que tem sido observado no mercado voluntário internacional de carbono, para a agricultura.

“É importante reconhecer que, em alguns casos, o aumento do nível tecnológico da produção pode elevar as emissões. Mas, quando pensamos na sustentabilidade de forma mais ampla, isso é compensado com ganhos na produtividade e maior sequestro de carbono nos sistemas agropecuários”, pondera o chefe-geral da Embrapa Territorial, Gustavo Spadotti. “Por isso, também temos feito pesquisas aqui para mensurar o carbono capturado, permitindo uma visão completa do balanço de carbono nos sistemas de produção do Brasil”, complementa.

Por que o precificar o carbono?

Por ser o gás de efeito estufa (GEE) mais emitido na atmosfera desde o início da industrialização, o gás carbônico tornou-se indicador ambiental. Para efeitos comparativos e uniformização no mercado, a geração de outros GEE e agentes causadores de impacto ambiental são convertidos em toneladas de CO2 equivalente para mensuração e valoração.

Ao se estimar o preço do carbono de uma atividade econômica, cria-se um incentivo financeiro para se investir em tecnologias e práticas mais sustentáveis. Por exemplo, a melhoria nas práticas de adubação para diminuir o uso de nitrogênio e a emissão de óxido nitroso – outro importante GEE – para a atmosfera.

“Como a redução das emissões de GEE e a remoção de CO2 da atmosfera têm um custo (social, econômico e ambiental), a precificação é necessária para saber quanto se deve pagar por uma tonelada de CO2 equivalente que deixou de ser emitida ou que foi removida da atmosfera por uma atividade ou projeto. A precificação de carbono serve de referência para quem vai receber e para quem vai pagar por isso. É claro que ela é só uma referência, pois quando já se tem o certificado de emissão reduzida (CER), pode-se negociar valores maiores do que quem ainda vai iniciar um projeto”, detalha o pesquisador da Embrapa Lauro Rodrigues Nogueira Júnior.

“Esse valor serve também para programas governamentais de redução de emissões que precisam de referências, assim como para os programas de pagamento por serviços ambientais que vêm sendo implementados no Brasil”, complementa.

Este é o segundo estudo publicado pela Embrapa Territorial com a precificação do Carbono no setor rural. Em 2024, o mesmo grupo de pesquisa estimou o valor para uma das principais cadeias produtivas do agronegócio nacional: a da laranja. Para a citricultura brasileira, o preço calculado foi de US$ 7,72/tCO2e.

O centro de pesquisa também mensurou o estoque de carbono no cinturão citrícola brasileiro, em parceria com o Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), e com o apoio financeiro Fundo de Inovação para Agricultores da empresa Innocent Drinks, do Reino Unido. O volume de carbono nos pomares, no solo e nas áreas com vegetação nativa nas fazendas produtoras da fruta foi estimado em 36 milhões de toneladas.

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

11/03/2025 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
MercadoNotícias

Vendas de máquinas sobem 5,7% em janeiro no comparativo anual

Por Redação 11/03/2025
Escrito por Redação

Vendas de máquinas sobem 5,7% em janeiro no comparativo anual

As vendas de máquinas agrícolas no mercado doméstico subiram 5,70% em janeiro no comparativo anual, embora tenham registrado queda de 55,40% ante dezembro, mostra balanço da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

“O segmento começou o ano com uma ligeira melhora, após um ano difícil, com queda acentuada na comercialização de tratores e colheitadeiras. As boas perspectivas para o agronegócio, neste ano, ajudam a projetar ao menos o mesmo resultado de vendas para o setor, do que tivemos em 2024”, afirma o presidente da Fenabrave, Arcelio Junior.

Fonte: Datagro

 

ASSINE MÁQUINAS E INOVAÇÕES AGRÍCOLAS – A PARTIR DE R$ 6,90

➜ Siga a Máquinas & Inovações Agrícolas no Instagram e no Linkedin!

11/03/2025 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas
Portal Máquinas Agrícolas

O Portal Máquinas Agrícolas é uma plataforma integrada de informação, conhecimento e serviços sobre mecanização e inovações agrícolas.

 

R. Cristóvão Pereira, 1626 
04620-012 – São Paulo/SP
Tel. + 55 (11) 5042-5260

Fale Conosco
  • Saiba mais
    • Quem Somos
    • Assine
    • Anuncie
    • Login
  • Acesse Também
    • TV MIA
    • Acervo Digital
  • REDES SOCIAIS
Facebook Instagram Youtube Linkedin
  • Categorias
    • Artigo Técnico
    • Coluna
    • Empresas
    • Entrevistas
    • Feiras
    • Manutenção
    • Mercado
    • Opinião
    • Especial
    • Tecnologia

Newsletter

Obrigado!

Seu cadastro foi realizado com sucesso! 

LOCALIZAR NOTÍCIA NO PORTAL

  • CONHEÇA O GRUPO
BMCOMM
TN MEDIA 60 ANOS

Acesse a nossa
Política de Privacidade

© BMComm | Portal Máquinas Agrícolas  ::: Site desenvolvido por Código 1 TI

Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Home
  • Notícias
  • Coluna
  • Manutenção
  • Agrometeorologia
    • Balanço hidríco climático
    • Balanço hídrico de cultivo e produtividade
    • Balanço hídrico sequencial
    • Mapas do boletim agroclimatológico
    • Índice de conforto térmico bovino
  • Multimídias
    • Youtube
Acessar

Mantenha-me conectado até eu sair

Esqueceu a senha?

Recuperação de senha

Uma nova senha será enviada para você por e-mail.

Recebeu uma nova senha? Acesse aqui