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Expodireto Cotrijal

Piccin apresenta inovações para o preparo do solo na Expodireto

Por Redação 07/03/2025
Escrito por Redação

Piccin apresenta inovações para o preparo do solo na Expodireto

A Piccin Equipamentos marcará presença na Expodireto Cotrijal com novidades em equipamentos. A empresa busca consolidar seu posicionamento no mercado, estreitar laços com clientes e revendas, além de apresentar soluções inovadoras que potencializam a produtividade no campo.

Entre os destaques, está o Master Truck 25000, um distribuidor desenvolvido para ser acoplado em caminhões, incluindo a opção do sistema Roll On/Roll Off. Projetado para grandes capacidades de carga, o equipamento se destaca pela robustez e alto rendimento, permitindo uma distribuição homogênea e precisa de insumos.

“Com sistema hidráulico eficiente e tomada de força integrada ao câmbio do caminhão, garante maior autonomia e otimização das operações no campo, reduzindo custos e aumentando a eficiência no manejo do solo”, diz Marco Gobesso, engenheiro agrônomo e Head de marketing da Piccin.

Os recém lançamentos também prometem atrair a atenção dos produtores, como o Master 1500 TP RB, um distribuidor de sólidos projetado para operar acoplado ao terceiro ponto do trator, garantindo alta precisão e eficiência na aplicação de insumos.

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Outra novidade é o Master AUP 4000, desenvolvido para ser acoplado a autopropelidos, com sistema de fácil adaptação a diversos modelos, incluindo máquinas usadas, proporcionando maior autonomia operacional e precisão na distribuição de insumos.

Além disso, a empresa exibirá o descompactador Advanced MOD BT 7, projetado para realizar operações de descompactação, como escarificação ou subsolagem, promovendo uma preparação eficiente do solo e melhorando sua estrutura para o cultivo.

 

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07/03/2025 0 Comentários
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Notícias

Governo zera tarifa de importação de 9 alimentos para reduzir preços

Por Redação 07/03/2025
Escrito por Redação

- Governo zera tarifa de importação de 9 alimentos para reduzir preços

Como alternativa para segurar a inflação dos alimentos, o governo decidiu zerar o Imposto de Importação de nove tipos de comida, conforme anunciou nesta noite o vice-presidente Geraldo Alckmin. As informações são da Agência Brasil. 

As medidas foram divulgadas após uma série de reuniões ao longo desta quinta-feira (6).

Os alimentos que terão os tributos zerados são:
  • Azeite: (hoje 9%)
  • Milho: (hoje 7,2%)
  • Óleo de girassol: (hoje até 9%)
  • Sardinha: (hoje 32%)
  • Biscoitos: (hoje 16,2%)
  • Massas alimentícias (macarrão): (hoje 14,4%)
  • Café: (hoje 9%)
  • Carnes: (hoje até 10,8%)
  • Açúcar: (hoje até 14%)

A cota de importação do óleo de palma, atualmente em 65 mil toneladas, subiu para 150 mil toneladas.

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Segundo Alckmin, a redução de tarifas entrará em vigor nos próximos dias após serem aprovadas pela Câmara de Comércio Exterior (Camex).

“O governo está abrindo mão de imposto em favor da redução de preço”, declarou o vice-presidente.

As medidas foram anunciadas após uma reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de Alckmin com ministros e empresários, no Palácio do Planalto.

Para o vice-presidente, a medida não prejudicará os produtores nacionais, apesar da concorrência com o alimento importado.

“Nós entendemos que não [vai prejudicar o produtor brasileiro]. Você tem períodos de preços mais altos, mais baixos. Nós estamos em um período em que reduzir o imposto ajuda a reduzir preços. Você está complementando. Não vai prejudicar o produtor, mas beneficiar os consumidores”, declarou.

Outras medidas

Além da redução das tarifas, Alckmin anunciou o fortalecimento dos estoques reguladores da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O vice-presidente não entrou em detalhes.

No mês passado, a companhia havia pedido R$ 737 milhões para reconstituir os estoques de alimentos desmantelados nos últimos anos.

Alckmin também anunciou a prioridade para os alimentos da cesta básica no próximo Plano Safra.

Segundo o vice-presidente, os financiamentos subsidiados deverão se concentrar na produção de itens que compõem a cesta básica, aumentando o estímulo a produtores rurais que produzam para o mercado interno.

A última medida anunciada por Alckmin foi a aceleração do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA). Esse sistema descentraliza as inspeções sanitárias, permitindo que estados e municípios façam o trabalho.

Segundo o vice-presidente, o governo pretende aumentar o número de registro no sistema de 1.550 para 3 mil.

De acordo com Alckmin, a medida permitirá que produtos como leite, mel, ovos e carnes sejam liberados mais rapidamente para venda em todo o país.

 

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07/03/2025 0 Comentários
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Expodireto Cotrijal

Yanmar destaca trator de 105 cavalos de potência e miniescavadeiras

Por Redação 07/03/2025
Escrito por Redação

 Yanmar destaca trator de 105 cavalos de potência e miniescavadeiras

A Yanmar coloca em destaque na 25ª edição da Expodireto Cotrijal, que acontece de 10 a 14 de março, em Não-Me-Toque (RS), um trator com 105 cavalos de potência e duas miniescavadeiras que também conferem aplicações para o produtor rural no dia a dia no campo. Ambos os equipamentos atendem, principalmente, pequenos e médios agricultores.

“No Rio Grande do Sul, a agricultura familiar desempenha um papel fundamental na produção de alimentos, sendo responsável por grande parte do abastecimento interno do estado e do Brasil. Nossa presença no evento é estratégica e confere ao produtor gaúcho a possibilidade de encontrar máquinas que de fato são dedicadas ao seu perfil de produção. Isso garante maior aproveitamento de recursos e também ganhos em produtividade”, destaca Anderson Oliveira, gerente Comercial da Yanmar South America.

Trator Yanmar Solis 105

O modelo Solis 105, um dos destaques da empresa durante a feira, é equipado com um motor 4105 e transmissão ITAT 12×12, ambos da Sonalika, conferindo 105 cavalos de potência. Ele possui bomba de óleo tripla, onde duas seções são dedicadas ao sistema hidráulico, que garantem maior vazão, e uma seção dedicada ao sistema de direção, que compartilha o óleo da transmissão, eliminando o reservatório e fluido da direção. Conta também com radiador de óleo para maior performance do sistema hidráulico.

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Entre os principais diferenciais, destaque para o levante hidráulico MITA, que é capaz de levantar até 3.500kg na rótula. O sistema de braços inferiores, reguladores e estabilizadores é de engate rápido, o que facilita o acoplamento de implementos. Ele também é equipado com dois cilindros auxiliares, que garantem mais desempenho ao equipamento, além de uma alavanca de controle externa para o levantamento dos braços inferiores, proporcionando ao operador o ajuste do hidráulico na traseira do trator.

Com um reservatório de combustível com capacidade para 117 litros, o Solis 105 confere comodidades à operação, como a possibilidade de ajustar a altura do volante da direção, conceder maior visibilidade em operações noturnas por meio dos farois dianteiros tipo projetor, e das luzes traseiras e de trabalho em LED.

Miniescavadeiras Yanmar

As miniescavadeiras ViO33 e ViO38 também são outros destaques da Yanmar durante o evento. Além de permitirem diferentes aplicações no setor agrícola, elas se destacam por oferecerem maior economia de combustível e eficiência operacional, resultando em até 8 litros de diesel economizados por dia, além de um desempenho até 15% superior se comparado a outras máquinas da mesma categoria.

“As miniescavadeiras estão ganhando espaço no setor agrícola, especialmente em culturas como o café. Nessas operações, elas são bastante utilizadas em atividades de terraceamento, na função de mecanização do solo, um processo que ainda é bastante manual em muitas propriedades rurais, e também na manutenção geral das fazendas”, conta Oliveira.

Além dos modelos em evidência, a Yanmar terá em exposição outros modelos de tratores e miniescavadeiras, colheitadeira de grãos, motores e grupos geradores. O portfólio completo pode ser conferido no estande da marca, localizado no lote 279, durante o período da feira.

 

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07/03/2025 0 Comentários
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Expodireto CotrijalNotícias

Case IH leva lançamento “Axial-Flow Série 160 Automation” para a Cotrijal

Por Redação 06/03/2025
Escrito por Redação

Case IH leva lançamento "Axial-Flow Série 160 Automation" para a Cotrijal

A Case IH, marca da CNH, participa da Expodireto Cotrijal, que será realizada em Não-Me-Toque (RS), entre os dias 10 e 14 de março, com novidades para os produtores gaúchos, pensadas para auxiliá-los do plantio à colheita. Os destaques são a colheitadeira Axial-Flow Série 160 Automation e o trator Farmall Max.

Além das máquinas, o espaço dedicado para as soluções no campo deve atrair a atenção dos visitantes. Entre elas está o Case IH FieldOps, novo aplicativo para gestão agrícola para que os produtores se conectem, visualizem e gerenciem suas operações na palma da mão. Para auxiliá-los, há o Case IH Connect Room, sala de operações de gestão e monitoramento de dados em tempo real nas concessionárias e fábricas da marca.

Agroindústria cresce 2% em 2024, mas projeções para 2025 preocupam, alerta FGVAgro

Há ainda apresentação das demais soluções digitais da marca e serviços de pós-venda, além de atrações de experiência virtual e imersiva para conhecer cada detalhe das máquinas e soluções da Case IH.

“Sabemos das dificuldades que o produtor gaúcho tem enfrentado, mas a feira é uma oportunidade para demonstrarmos como a tecnologia das nossas máquinas auxiliam os produtores a reduzir custos em todas as etapas do ciclo produtivo. Um exemplo é o FieldOps. Com essa ferramenta é possível acompanhar a performance da frota, aumentando a produtividade, economizando combustível e obtendo dados de gestão agrícola em tempo real”, explica Denny Perez, diretor Comercial da Case IH Brasil.

Série 160

O grande lançamento apresentado pela marca pela primeira vez na Expodireto Cotrijal é a Axial-Flow Série 160 Automation, nova série de colheitadeiras de grãos de médio porte, que compõem as classes de 5 a 7. A Série 160 tem renovação de 60% do seu maquinário, com destaque para o Sistema Automation e a conectividade de fábrica.

O Automation, já presente na Série 250, a maior linha de colheitadeiras da marca, usa recursos de machine learning e inteligência artificial para reduzir a operação de colheita para quatro modos, que proporcionam simplicidade e produtividade no uso. Isso é possível por meio de 12 sensores que coletam dados do sistema industrial para, então, se autorregular, encontrando o ponto exato de trabalho para cada situação e controlando automaticamente 90% das operações.

Um outro ponto forte da Série 160 é o novo sistema de peneira nivelante, o X-Flow, que garante alta performance para áreas inclinadas. O X-Flow conta com sistema de vibrações laterais que compensam inclinações em até 12 graus, além de ter uma área de limpeza de 5,3m². Em comparação com a série anterior, a Série 160 pode alcançar um aumento de 10% no rendimento operacional, além de economizar até 11% de combustível. Isso é possível tanto pelo Automation, que otimiza o uso da carga do motor, quanto pelo novo sistema de transmissão eletrônica, que torna mais eficiente o deslocamento da máquina.

Farmall Max 140

Outra novidade da Case IH é o novo trator da família Farmall, o Max. Com motor de 141 cv, o maior da linha, tem transmissão semi-powershift de 16×16, tem novo estilo e conectividade de fábrica, enviando dados em tempo real para o Case IH FieldOps. Possuí sistema hidráulico de alta capacidade, com bomba de vazão de 113L/min e levante eletrônico com três pontos, garantindo robustez, versatilidade e desempenho.

Outras máquinas que estarão expostas durante a Expodireto são mais versões do trator Farmall, o Puma; a plantadeira Easy Riser; além da colheitadeira Axial-Flow Série 250 Automation.

Aplicação da linha amarela no agronegócio

A miniescavadeira CX35D, um dos lançamentos mais recentes da marca-irmã CASE Construction Equipment, estará pela primeira vez na Expodireto. Indicada para operações em condições complexas, com eficiência e segurança, a CX35D é multifuncional, com aplicação também no campo e possibilidade de utilização de diversos tipos de implemento, para diferentes necessidades. A CX35D é um equipamento versátil, o que garante agilidade e facilidade de manobra, mesmo em espaços confinados, além de contar com motor – Stage 5, que oferece potência alinhada ao baixo consumo de combustível e manutenção.

Os visitantes que passarem pelo estande da Case IH poderão conhecer ainda a retroescavadeira 580N S2 HD e a escavadeira hidráulica CX130C. Referência em inovação e versatilidade, os equipamentos da marca são indicados para atuar com eficiência operacional também em atividades do agronegócio, como movimentação de insumos para preparação e correção do solo; no abastecimento de outros implementos indispensáveis para o plantio e movimentação dos grãos para o transporte. Podem ainda apoiar na infraestrutura da fazenda, auxiliando na manutenção, nos acessos, curvas de nível e estradas internas.

Condições especiais de financiamento do Banco CNH

Reforçando sua trajetória de confiança e proximidade com a marca e rede de concessionários, o Banco CNH estará presente mais uma vez na Expodireto como principal parceiro comercial da Case IH. Com a missão de compreender as necessidades e perfis dos clientes e oferecer soluções financeiras completas, o Banco levará para a feira opções diferenciadas de financiamento, condições especiais para aquisição de seguros e o cartão Banco CNH para aquisição de peças e serviços – exclusivos para clientes da instituição.

O Banco contará com uma equipe especializada presente no evento para garantir os melhores negócios para clientes e concessionários, consolidando seu compromisso de apoiar o desenvolvimento do país e de transformar sonhos em realizações.

 

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Notícias

Agroindústria cresce 2% em 2024, mas projeções para 2025 preocupam

Por Redação 06/03/2025
Escrito por Redação

Agroindústria cresce 2% em 2024, mas projeções para 2025 preocupam, alerta FGVAgro

A pesquisa sobre agroindústria, do FGVAgro, revela que a Agroindústria teve o melhor desempenho anual desde 2010. O setor acumulou alta de 2% em 2024 ante ano anterior.

O crescimento acumulado no ano passado foi derivado tanto do segmento de Produtos Alimentícios e Bebidas como de Produtos Não-Alimentícios, que registraram expansões de 1,5% e 2,6%, respectivamente. Entre os motivos para o desempenho desses segmentos houve a demanda aquecida no mercado interno, principalmente, no primeiro semestre para alimentos e bebidas e, a consistente recuperação, sobretudo, de Insumos Agropecuários (que mesmo assim ficou em campo negativo), Produtos Têxteis e Florestais impactaram positivamente o segmento de Produtos Não-Alimentícios.

Agrishow deve estimular até R$ 500 milhões na economia de Ribeirão Preto (SP)

Apesar do resultado favorável em 2024 para a Agroindústria, o último mês do ano teve uma retração de 0,5% frente ao mesmo mês de 2023, correspondendo ao segundo mês consecutivo de queda interanual, o que traz preocupações para o desempenho do setor em 2025.

Adicionalmente, o FGVAgro alerta que há sinais de que a economia brasileira esteja entrando em um processo de desaceleração causado, entre outros motivos, pelo ciclo de alta da taxa de juros; a corrosão do poder de compra do mercado interno pela inflação; a maior aversão ao risco associado à economia brasileira e; as incertezas na economia mundial, inclusive devido à possibilidade de atritos comerciais mais contundentes. Enfim, este ano deverá apresentar obstáculos adicionais para a economia brasileira e mundial, naturalmente, com reflexos sobre a Agroindústria.

 

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Notícias

Índice de atividade econômica cresce e desemprego cai em 2024

Por Redação 06/03/2025
Escrito por Redação

Índice de atividade econômica cresce e desemprego cai em 2024

O mais recente relatório Radar Macroeconômico, elaborado pelo Departamento Econômico da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (FAESP), apresenta dados que refletem o comportamento da economia brasileira e os desafios enfrentados. A atividade econômica, medida pelo IBC-Br do Banco Central, fechou dezembro de 2024 com 152,33 pontos, registrando uma retração de 0,73% em relação a novembro, mas um aumento de 2,36% em comparação com o mesmo período de 2023. Dessa forma, a variação anual de 2024 foi positiva, com um crescimento de 3,8% em relação a 2023.

O Produto Interno Bruto (PIB) estimado do agronegócio brasileiro, elaborado pelo CEPEA e pela CNA, para 2024, com dados até setembro, é de R$ 2,58 trilhões, o que representa uma queda de 3,3% em relação a 2023. O setor agrícola indica uma retração de 5,34%, enquanto a pecuária indica um crescimento de 2,14%.

Como o Desenrola Rural pode ajudar o agricultor familiar a quitar dívidas

A taxa de desocupação foi de 6,2% no último trimestre de 2024, segundo dados da PNAD Contínua do IBGE. Assim, a taxa média anual de desocupação ficou em 6,6% em 2024, o menor nível registrado desde o início da série histórica em 2012.

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desacelerou para 0,16% em janeiro de 2025, a menor taxa para o mês desde o início do Plano Real, em 1994, conforme divulgado pelo IBGE. Entre os grupos que compõem o índice, habitação registrou a maior queda (-3,08%), enquanto transportes teve a maior alta (1,30%). Com isso, o IPCA acumulado nos últimos 12 meses recuou para 4,56%. O relatório destaca que a inflação ficou 0,06 ponto percentual acima do teto da meta estabelecida pelo Banco Central.

O documento possui gráficos com a evolução dos dados e análise do contexto macroeconômico brasileiro. Para mais informações acesse o Painel de Dados da Faesp. A Faesp afirma que segue monitorando os indicadores e reforça a importância de políticas que impulsionem o setor produtivo e garantam estabilidade financeira no país.

 

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Agrishow

Agrishow deve estimular até R$ 500 milhões na economia de Ribeirão Preto (SP)

Por Redação 06/03/2025
Escrito por Redação

Agrishow deve estimular até R$ 500 milhões na economia de Ribeirão Preto (SP)

A 30ª edição da Agrishow, a principal feira de tecnologia para o agronegócio da América Latina, deve estimular o cenário econômico de Ribeirão Preto e municípios vizinhos, no interior de São Paulo. Com base em levantamentos realizados pela Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP) durante as edições de 2023 e 2024, estima-se que o evento deve movimentar até R$ 500 milhões entre os dias 28 de abril e 2 de maio. Esse montante contemplaria os gastos dos visitantes em transporte, hospedagem, bares e restaurantes, compras em comércios locais, visitas a parentes e amigos, atividades culturais, entretenimento e passeios turísticos.

São esperados cerca de 195 mil visitantes ao longo dos cinco dias de feira, repetindo o público da edição anterior, quando 85,7% dos participantes eram turistas vindos de outras cidades do estado de São Paulo, que tiveram um gasto médio de R$ 1.100 por pessoa.

Como o Desenrola Rural pode ajudar o agricultor familiar a quitar dívidas

De acordo com Liliane Bortoluci, diretora da Informa Markets, empresa organizadora do evento, “a Agrishow movimenta diversos setores, além de estimular a geração de diversos empregos temporários. Só no último ano, mais de 7.000 trabalhadores solicitaram credenciamento para atuarem de alguma forma na feira, atendendo expositores em diversas necessidades e também durante as operações de montagem, realização e desmontagem do evento. Se considerarmos ainda os empregos indiretos, esse impacto positivo é bem maior. Com certeza muitas outras oportunidades de trabalho em diversas áreas também são criadas em toda a região”.

Para João Marchesan, presidente da feira desde 2023, ”a Agrishow reflete a força do agronegócio brasileiro e tem um impacto direto na economia regional, movimentando diversas atividades econômicas, mas seu alcance vai além de Ribeirão Preto e as cidades vizinhas. Ao longo dessas últimas décadas, temos aberto espaço para investimentos no setor por meio da criação e fortalecimento de conexões entre empresas e produtores, da apresentação de inovações tecnológicas e da grande variedade de produtos, serviços e soluções oferecidas na feira. Isso, sem dúvida, mostra a todo o Brasil e a outros países de todo o mundo o quanto podemos fazer sempre mais e melhor pelo agronegócio. Por isso o impacto é tão considerável”.

Edição histórica

Os ingressos para a Agrishow 2025 já estão sendo comercializados desde 20 de janeiro no site oficial do evento. Cada dia de visitação custa R$ 70,00 no primeiro lote, que estará disponível até 23 de fevereiro. Como anteriormente, os interessados deverão escolher o dia da semana em que desejam visitar a feira já no ato da compra.

Além da credencial de entrada, que poderá ser utilizada por um dia inteiro, também é possível adquirir antecipadamente o ticket para uso do estacionamento, cujo valor varia de R$ 70,00 a R$ 110,00 por dia a depender do tipo de veículo (motos, carros de passeio, vans, ônibus). Também estão disponíveis pacotes de VIP Valet para os cinco dias de evento com acesso facilitado à feira por R$ 550,00.

O segundo lote será disponibilizado a partir de 24 de fevereiro e cada dia custará R$ 80,00. Importante destacar que as quantidades de ingressos por dia e de tickets de estacionamento são limitadas. Por isso, vale antecipar as compras online. Na bilheteria do evento, que acontecerá entre 28 de abril e 2 de maio, das 8h às 18h, o valor diário da entrada será de R$ 140,00.

Além do estacionamento exclusivo da feira, haverá também uma área dedicada a caravanas, que visa promover praticidade e conforto no desembarque e embarque dos participantes desses grupos.

 

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Safra 2025/26 de soja em Mato Grosso deve superar 51,5 milhões de toneladas, projeta Imea
Notícias

Pesquisa da Embrapa mostra como reduzir os efeitos da estiagem na soja

Por Redação 28/02/2025
Escrito por Redação

Pesquisa mostra como reduzir os efeitos da estiagem na soja

Neste verão, a cultura da soja tem enfrentado déficit hídrico em diversas regiões do Brasil, com perdas já confirmadas no Rio Grande do Sul, segundo maior produtor de soja no País. A irregularidade das chuvas é comum em anos de La Niña, mas algumas estratégias de manejo podem reduzir os impactos da estiagem na soja.

O déficit hídrico tem sido a principal causa de quebras nas safras brasileiras de soja e demais cultivos de verão, com maior impacto no sul do Brasil. Somente no Rio Grande do Sul, a FARSUL estima que 34,4 milhões de toneladas de grãos de soja deixaram de ser colhidos nos últimos cinco anos.

Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS, as regiões mais afetadas pela seca no momento estão no Centro-Oeste do Rio Grande do Sul, onde as lavouras de soja semeadas no início do período recomendado estão com plantas de reduzido porte, desfolha acentuada e perdas produtivas irreversíveis.

Queda nas vendas de máquinas agrícolas perde força em janeiro

As lavouras implantadas em dezembro estão em plena floração e início da formação das vagens, com emissão de folhas e ramos limitada. A produtividade tende a ser insatisfatória, já que muitas plantas possuem porte reduzido (de 20 a 30 cm) e estão em plena fase reprodutiva (55% das lavouras está em fase de enchimento de grãos).

Nesta safra, o Rio Grande do Sul enfrenta o terceiro ano de estiagem no verão. Na safra 2021/22, os rendimentos da soja caíram para 1.400 kg/ha, e em 2022/23 a quebra foi de 30% na safra (Emater/RS), com média de rendimentos em 1.980 kg/ha (dados da CONAB).

“Mesmo na safra 2023/24, quando o RS registrou uma boa quantidade de chuvas, os resultados em muitas lavouras gaúchas ficaram abaixo dos 3 mil kg/ha”, avalia o agrometeorologista Gilberto Cunha, da Embrapa Trigo, reconhecendo que nesta safra a tendência é de perdas relacionadas à estiagem se repetirem no Estado.

“A partir do início de janeiro até agora, as chuvas têm sido irregulares e muitas vezes localizadas, podendo ser percebidas diferenças nos padrões das plantas de lavouras próximas na mesma região”, lembra Cunha.

Segundo ele, o produtor precisa se adaptar a este novo cenário de variabilidade climática, onde a irregularidade na distribuição de chuvas parece se consolidar cada vez mais. “O produtor precisa adotar estratégias de manejo de cultivos mais resilientes e não abrir mão da adesão de algum instrumento de seguridade rural”.

No Mato Grosso do Sul, as últimas duas safras foram desafiadoras para os produtores rurais devido às condições climáticas que impactaram significativamente no potencial produtivo (Famasul).

Nesta safra, segundo o Informativo Siga/MS, o estresse hídrico afeta 46% da área total com soja, sendo que as lavouras mais atingidas são aquelas implantadas entre setembro e meados de outubro. Entre dezembro e janeiro, houve uma redução drástica nas precipitações, especialmente em janeiro, um mês crucial para a cultura da soja no estado, pois geralmente concentra o período de enchimento de grãos.

Também nos estados do Paraná e em Santa Catarina, o risco de prejuízos localizados ainda não está descartado na safra de verão. Conforme o último relatório do Deral/PR, 68% da soja ainda está em fase de maturação, mas onde a colheita já começou os rendimentos estão bem variados devido às chuvas irregulares durante o ciclo da cultura, sendo que as lavouras plantadas mais cedo sofreram mais com os efeitos da estiagem.

Em Santa Catarina também há grande variação na situação das lavouras onde a colheita está começando (11% da área), em função das chuvas irregulares e as temperaturas elevadas, com algumas lavouras produzindo abaixo do esperado, enquanto outras superam as expectativas. Conforme o boletim da Epagri/SC, a safra apresenta variações a aponta sinais de redução na produção em relação à estimativa inicial.

Como minimizar as perdas

O pesquisador Alvadi Balbinot, da Embrapa Trigo, destaca algumas estratégias de manejo que podem minimizar os impactos da estiagem na soja. Veja abaixo cada fator que pode ser manejado pelo produtor:

Solo:

Construção de perfil do solo com adequada fertilidade química, física e biológica, observando os fundamentos do Sistema Plantio Direto. O perfil do solo sem restrições físicas e/ou químicas significativas permite o crescimento vigoroso do sistema radicular da soja, acessando água em profundidade.

As raízes de soja podem crescer até 2 m de profundidade, ampliando a lâmina de água do solo utilizada pela cultura, comparativamente às raízes confinadas somente na camada superficial.

Alguns indicadores podem ser utilizados para caracterizar um solo que permite elevado crescimento de raízes de soja, tais como: ausência de alumínio tóxico e alto teor de cálcio até 40 cm de profundidade; elevada saturação por bases; utilização de sistemas diversificados, com espécies de elevado crescimento radicular, como por exemplo, braquiárias, milheto, capim sudão, aveias e triticale, que permitem a formação de bioporos estáveis, fundamentais para a infiltração de água, trocas gasosas e formação de canais preferenciais para o crescimento das raízes de soja; reduzida mobilização do solo; e semeadura da soja em solo com alta percentagem de cobertura com palha.

Cultivares:

No mercado há cultivares de soja com melhor resposta em ambiente com deficiência hídrica. Mesmo que algumas cultivares não apresentem os maiores rendimentos em ambientes de alto potencial produtivo, podem se mostrar superiores em condição de seca, conferindo estabilidade produtiva. Em geral, as cultivares mais tolerantes à seca apresentam raízes vigorosas e com elevada sanidade.

População de plantas:

Utilizar população de plantas na faixa indicada pelos obtentores das cultivares. A utilização de populações abaixo do indicado reduz a capacidade da cultura fechar as entrelinhas, principalmente em condições de deficiência hídrica na fase vegetativa, reduzindo a capacidade de utilização de luz e nutrientes, além de aumentar as perdas de água do solo diretamente para a atmosfera (evaporação).

Por outro lado, o excesso de plantas pode provocar formação de índice de área foliar além do ideal, aumentando a utilização de água para manter a transpiração, o que pode comprometer a produtividade da lavoura, sobretudo quando o déficit hídrico ocorre na fase reprodutiva da cultura.

Irrigação:

Para produtores que dispõem de reservatórios de água e condições para implantar o sistema de irrigação, é fundamental dimensionar o volume de água a ser reservada para utilização nos momentos de carência de chuva.

O Rio Grande do Sul, por exemplo, tem elevado potencial de resposta produtiva da soja frente à irrigação, uma vez que, em muitas situações, o fator limitante é somente a água, com boas condições de solo, radiação e temperatura. Observar as boas práticas de irrigação é importante para redução de custos e aumento da eficiência do uso da água.

ZARC:

A semeadura da soja deve ser orientada pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático, que é um instrumento de política agrícola e gestão de riscos na agricultura. O ZARC é elaborado com o objetivo de minimizar os riscos relacionados aos fenômenos climáticos adversos e permite a cada município identificar a melhor época de plantio das culturas, nos diferentes tipos de solo e ciclos de cultivares. Seguir o ZARC é uma estratégia para reduzir perdas em condições adversas que se repetem ao longo dos anos.

 

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Plano Safra da Agricultura Familiar movimenta R$ 43,3 bilhões nos primeiros 7 meses

Por Redação 28/02/2025
Escrito por Redação

Plano Safra da Agricultura Familiar movimenta R$ 43,3 bilhões nos primeiros 7 meses

A agricultura familiar já acessou mais de R$ 43,3 bilhões nos primeiros sete meses do Plano Safra da Agricultura Familiar 2024/2025. O valor é 6,4% maior do que o contratado no mesmo período da safra passada. É o que mostra balanço do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). Até o momento, foram 1.078.789 operações de financiamento para agricultoras e agricultores familiares, agroindústrias e cooperativas.

Neste Plano Safra, foram disponibilizados R$ 76 bilhões para apoiar a produção sustentável de alimentos saudáveis para a população brasileira. Os beneficiários da reforma agrária, indígenas e quilombolas vem sendo atendidos pelo Pronaf A com um aumento de 49% sobre o número de operações e de 105% no valor financiado, passando de R$ 116 milhões na safra passada para mais de R$ 239 milhões.

Vale destacar também o aumento expressivo no acesso às linhas de financiamento do Pronaf que possuem finalidades mais sustentáveis. Houve ampliação do volume financiado nas linhas Pronaf Bioeconomia (+51%), Pronaf Semiárido (+49%) e Pronaf Floresta (+64%), além das linhas voltadas para Jovens (+76%) e Mulheres (+25%).

Queda nas vendas de máquinas agrícolas perde força em janeiro

As regiões no Brasil que mais acessaram o crédito rural do Pronaf, no atual Plano Safra, por quantidade de operações, foram o Nordeste, com 52% das operações e o Sul, com 29%.

O Plano Safra vem contribuindo para a tecnificação e a mecanização da agricultura familiar no âmbito do Programa Mais Alimentos. Nos primeiros sete meses, foram mais de R$ 9 bilhões aplicados no financiamento de máquinas, equipamentos e implementos, o que representa um aumento de 18,6% em relação ao mesmo período da safra anterior. Destacam-se os tratores, com aumento de 30%, equipamentos de irrigação, com 26%, e máquinas e equipamentos para armazenagem e beneficiamento, com um aumento de 65% do volume financiado em relação à safra anterior.

Financiamento de alimentos básicos

Já em relação ao financiamento de produtos da alimentação básica da população brasileira, destaca-se o feijão, com aumento de 22% sobre o valor financiado no mesmo período da safra anterior. Outros alimentos que compõem a mesa do brasileiro, como a cebola, a beterraba, a cenoura e o repolho tiveram aumento de 64%, 90%, 53% e 40%, respectivamente. Vale destacar que a taxa de juros para o custeio destes produtos foi reduzida nesta nova safra para estimular o aumento da produção e os reflexos desta medida já podem ser observados.

 

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Produtividade da cana segue em queda no Centro-Sul em agosto
MercadoNotícias

Moagem de cana no Centro-Sul cai 5% na primeira quinzena de fevereiro

Por Redação 27/02/2025
Escrito por Redação

Moagem de cana no Centro-Sul cai 5% na primeira quinzena de fevereiro

As unidades produtoras de cana-de-açúcar da região Centro-Sul processaram 244,78 mil toneladas, ante a 548,58 mil da safra 2023/2024, na primeira quinzena de fevereiro. No acumulado da safra 2024/2025 até 16 de fevereiro, a moagem atingiu 614,40 milhões de toneladas, ante 646,57 milhões de toneladas registradas no mesmo período no ciclo anterior – queda de 4,98%, segundo informações da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica).

Operaram, na primeira quinzena de fevereiro, 18 unidades produtoras na região Centro-Sul, sendo três unidades com processamento de cana, dez empresas que fabricam etanol a partir do milho e cinco usinas flex. No mesmo período, na safra 23/24, operaram 16 unidades produtoras.

Em relação à qualidade da matéria-prima, o nível de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) registrado na primeira quinzena de fevereiro atingiu 134,74 kg de ATR por tonelada de cana-de-açúcar, contra 138,74 kg por tonelada na safra 2023/2024 – queda de 2,88%. No acumulado da safra, o indicador marca 141,27 kg de ATR por tonelada, índice levemente superior (1,24%) ao do último ciclo na mesma posição.

Queda nas vendas de máquinas agrícolas perde força em janeiro

A produção de açúcar nos primeiros 15 dias de fevereiro totalizou apenas 7,23 mil toneladas. No acumulado desde o início da safra até 16 de fevereiro, a fabricação do adoçante totalizou 39,81 milhões de toneladas, contra 42,16 milhões de toneladas do ciclo anterior (-5,57%).

Com relação ao etanol, nos primeiros 15 dias de fevereiro, a fabricação de etanol pelas unidades do Centro-Sul atingiu 380,62 milhões de litros, sendo 95,84% do total fabricados a partir do milho (364,78 milhões de litros) e 15,84 milhões de litros de etanol de cana-de-açúcar.

No acumulado do atual ciclo agrícola, a fabricação do biocombustível totalizou 33,57 bilhões de litros (+3,72%), sendo 21,37 bilhões de etanol hidratado (+10,05%) e 12,20 bilhões de anidro (-5,77%). A produção de etanol de milho, por sua vez, atingiu 7,14 bilhões de litros – avanço de 31,97% na comparação com igual período do ano passado.

Vendas de etanol

Na primeira quinzena de fevereiro, as vendas de etanol totalizaram 1,39 bilhão de litros, o que representa uma variação positiva de 7,03% em relação ao mesmo período da safra 2023/2024.

No mercado interno, o volume de etanol anidro vendido pelas unidades do Centro-Sul totalizou 548,03 milhões de litros, o que representa um aumento de 14,79% em relação ao mesmo período da safra anterior. A venda de etanol hidratado, por sua vez, atingiu a marca de 847,35 milhões de litros, avanço de 2,55%.

O diretor de Inteligência Setorial da UNICA, Luciano Rodrigues, aponta que as vendas de etanol hidratado no mercado interno continuam em ritmo aquecido há 12 meses, posicionando o mercado em um patamar superior àquele observado no mesmo período na safra anterior.

Segundo o executivo da Unica, “dos 367 municípios com preços apurados pela ANP na última quinzena, 209 deles apresentaram preço do etanol abaixo da paridade técnica com a gasolina, reforçando a expectativa de manutenção do consumo do biocombustível”.

No acumulado desde o início da safra até 16 fevereiro, a comercialização de etanol pelas unidades do Centro-Sul somou 31,21 bilhões de litros, registrando crescimento de 10,49%. O volume acumulado de etanol hidratado totalizou 20,05 bilhões de litros (+17,33%), enquanto o de anidro alcançou 11,17 bilhão de litros (+0,04%).

“A maior oferta de etanol registrada neste ciclo, sustentada pela expansão do etanol de milho e de um mix mais alcooleiro pelas usinas de cana-de-açúcar, somada à produção de biocombustível, que ainda será realizada até o final de março, oferece segurança para o abastecimento do mercado interno, mesmo considerando a competitividade atual do hidratado”, destacou o diretor da Unica.

 

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