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Notícias

Brasil produziu 36,8 bilhões de etanol em 2024, um aumento de 4,4%

Por Redação 29/01/2025
Escrito por Redação

- Brasil produziu 36,8 bilhões de etanol em 2024, um aumento de 4,4%

O volume de etanol gerado no Brasil atingiu 36,8 bilhões de litros, 4,4% acima do registrado em 2023. Do total fabricado em 2024, 7,7 bilhões de litros foram produzidos a partir do milho, o que representa um aumento de 32,8% em relação ao ano anterior.

Os dados foram divulgados pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) nesta terça-feira, 28. Segundo a entidade, os indicadores consolidam o Brasil como o segundo maior produtor do mundo no ranking liderado pelos Estados Unidos.

Primeira estimativa da safra de café aponta queda de 4,4% em 2025

Ainda de acordo com a Unica, em 2024, a paridade de preços do etanol hidratado em relação à gasolina C foi de 65,3%, a melhor competitividade registrada desde 2010.No último ano, o consumo de combustíveis no Brasil atingiu a marca de 59,3 bilhões de litros pela frota de veículos leves (ciclo Otto), com destaque para oi o aumento de 5,4 bilhões de litros no consumo de etanol hidratado no País.

“Diante dos desafios no combate à mudança do clima, o etanol se apresenta como uma das soluções tecnológicas para uma mobilidade sustentável. Podendo ser usado puro, ou seja, o etanol hidratado, ou misturado à gasolina – etanol anidro –, o seu uso contribui de forma significativa para a redução das emissões de gases que agravam o efeito estufa e traz economia aos consumidores no abastecimento”, comenta Evandro Gussi, presidente da Unica.

De acordo com a entidade, ano também foi um marco para o setor com a aprovação e respectiva sanção de leis que refletem o novo momento do setor bioenergético brasileiro, entre elas o Combustível do Futuro, o Mover, o Paten, a reforma tributária e o aperfeiçoamento do RenovaBio.

“São passos muito importantes do Congresso e do Governo Federal rumo à mobilidade sustentável e à economia de baixo carbono”, destaca Evandro Gussi.

 

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Tecnologia

Manejo de solo pode reduzir custo e maximizar eficiência no campo

Por Redação 29/01/2025
Escrito por Redação

Manejo de solo pode reduzir custo e maximizar eficiência no campo

O manejo do solo tem sido um dos grandes desafios enfrentados por produtores e engenheiros agrônomos no Brasil. Com uma agricultura cada vez mais mecanizada e competitiva, otimizar a correção do solo não é apenas uma questão de produtividade, mas também de custo e impacto ambiental.

“Quando corrigimos o perfil do solo de forma assertiva, os benefícios são muitos. Reduzimos o consumo de diesel, as demandas por mão de obra e, ao mesmo tempo, criamos melhores condições para as culturas, impactando diretamente nos resultados financeiros dos produtores”, explica o especialista em Solos e Nutrição de Plantas e diretor de Operações da Agronelli, Renato Costa, que destaca a importância de investir em soluções que alinhem produtividade, redução de custos e sustentabilidade.

Além da economia com operações no campo, a valorização do trabalho técnico é outro fator relevante. “O engenheiro agrônomo passa a ter um papel ainda mais estratégico. Ele não só acompanha a aplicação, mas orienta todo o processo com maior embasamento técnico. Isso fortalece a relação entre o produtor e o profissional, agregando confiança e resultados mais consistentes”, comenta Costa.

Nesse cenário, a Agronelli Soluções propõe a criação de fórmulas personalizadas, que seguem prescrições específicas para corrigir perfis de solo de forma eficiente, reduzindo o número de entradas nas áreas de cultivo.

Essa abordagem, além de garantir o equilíbrio dos nutrientes, diminui a emissão de gases de efeito estufa e otimiza o tempo de operação no campo. Os produtos também visam uma liberação controlada de nutrientes, otimizando o uso de insumos e ampliando os ganhos operacionais e agronômicos.

PIB do agro cresce 1,26% no 3º tri e queda esperada para 2024 diminui

“Quando o produtor escolhe uma fórmula personalizada, por exemplo, combinando três diferentes corretivos para o preparo de 50 hectares, ele economizará aproximadamente de R$4.000 a R$6.000, apenas nos custos de aplicação. Isso porque um produto formulado exige apenas uma aplicação, além de reduzir cerca de 1,13 toneladas de gás carbônico emitidos na atmosfera”, exemplifica o especialista.

Segundo ele, o foco da empresa é desenvolver soluções sob medida, que vão além do básico. “Queremos transformar a maneira como o solo é corrigido e manejado, reduzindo desperdícios e otimizando cada etapa do processo. Ao integrar tecnologias e personalização, ferramentas como o Agronelli Fórmulas estão revolucionando o campo, mostrando que sustentabilidade e eficiência podem caminhar juntas”, finaliza Costa.

 

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MercadoNotícias

Vendas de máquinas usadas cresceu 15% em 2024, aponta plataforma

Por Redação 29/01/2025
Escrito por Redação

Vendas de máquinas usadas cresceu 15% em 2024, aponta plataforma

A comercialização de máquinas usadas aumentou 15% no ano passado, alcançando as 8,5 mil unidades, conforme apontam dados divulgados pela plataforma Superbid Exchange.

O valor médio desembolsado nas compras por equipamentos de segunda mão também aumentou, avançando 11,4% em relação ao ano anterior, com média de R$ 250 mil.

Entre os principais ativos vendidos, em volume, estão as roçadeiras e pulverizadores, que correspondem a 42% dos lotes. Veículos e máquinas pesadas ocupam 33% das vendas.

Yanmar anuncia minicarregadeira compacta com esteira de borracha

Já entre as regiões, o Sudeste lidera o ranking, representando 48% das operações. Logo atrás, vem o Centro-Oeste, correspondendo a 20% das vendas.

Segundo a empresa, os negócios se mantêm promissores e o primeiro trimestre deste ano deve ser otimista. Em entrevista ao Globo Rural, o diretor de operações, Marcelo Bartolomei Pinheiro, afirmou que a expectativa da Superbid é que as vendas subam 17% no período.

Para Bartolomei, a expansão pode ser explicada pela recuperação do mercado e confiança no setor na compra de equipamentos agrícolas mais em conta.

Além disso, a qualidade dos equipamentos com melhores preços levou os pequenos e médios produtores a optarem pela compra. Bartolomei ainda analisa que, em meio a um cenário de altas taxas de juros e necessidade de novas máquinas agrícolas, as máquinas usadas devem seguir otimistas neste ano.

Fonte: Datagro

 

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NotíciasTecnologia

Yanmar anuncia minicarregadeira compacta com esteira de borracha

Por Redação 28/01/2025
Escrito por Redação

Yanmar anuncia minicarregadeira compacta com esteira de borracha

Clarisse Sousa – A multinacional japonesa Yanmar anunciou nesta segunda-feira (27), em Espírito Santo do Pinhal (SP), o pré-lançamento de sua nova minicarregadeira compacta equipada com esteiras de borracha. A máquina chegou ao Brasil há duas semanas e passará por uma fase de testes, com duração prevista entre seis meses e um ano. A expectativa é de que o equipamento comece a ser comercializado no país a partir de 2026.

Trata-se do modelo TL65RS, que, segundo a fabricante, já está consolidado no mercado norte-americano e, agora, será adaptado às demandas brasileiras. A novidade busca atender às necessidades locais em operações realizadas em terrenos acidentados e alagados, onde equipamentos convencionais equipados com pneus enfrentam dificuldades para operar.

Primeira estimativa da safra de café aponta queda de 4,4% em 2025

“A inserção dessa tecnologia no Brasil busca preencher uma lacuna no mercado, trazendo um produto mais estável e eficiente para obras e propriedades rurais, especialmente em regiões alagadas ou de solo instável, permitindo maior tração no comparativo com os modelos de pneus”, explicou Anderson Oliveira, gerente comercial da Yanmar South America.

Testes no Brasil

Pelo menos 60 clientes da região Sul do Brasil terão a oportunidade de testar a nova minicarregadeira, que vem equipada com caçamba e porta-paletes, além de oferecer a possibilidade de acoplar outros implementos. No setor agrícola, a máquina promete desempenhar diversas funções, como limpeza de terrenos e compactação do solo, com destaque para sua capacidade de operar em terrenos irregulares e alagados, como plantações de café e arroz, entre outras culturas.

“Ela foi projetada para entregar alto rendimento. No agro, por exemplo, pode atuar na compactação de terrenos e trabalhar mesmo em áreas alagadas. Já na construção, pode realizar movimentação de materiais, escavação, compactação, nivelamento e limpeza de áreas, além de operar com qualidade em terrenos acidentados”, destacou Oliveira.

A fase inicial do projeto inclui a importação das primeiras unidades e a realização de testes para adaptação ao mercado brasileiro. “Queremos demonstrar os benefícios dessa minicarregadeira aos nossos clientes, que poderão ter maior produtividade e eficiência em obras e propriedades rurais”, reforçou Oliveira.

Características da TL65RS

O diferencial do equipamento, além do tamanho compacto, é o uso de esteiras de borracha, o que também influencia diretamente no custo em comparação aos modelos com rodas. De acordo com Juliana Santos, supervisora de vendas da Yanmar, esse item torna a nova máquina até “20% mais cara do que o modelo com pneus”, afirmou. No entanto, ela destacou que “o equipamento será mais competitivo, assim como já é no mercado internacional”. A fabricante oferecerá um ano de garantia para as esteiras e dois anos para a máquina.

A nova minicarregadeira TL65RS está equipada com motor a diesel de 4 cilindros turbo com trocador de calor intermediário de 67 hp, possui peso operacional de 4.044 kg e capacidade de carga de 2.722 kg. Com o motor Tier 4, a máquina foi projetada para reduzir emissões de poluentes e atender às exigências de sustentabilidade globais. A cabine possui ar-condicionado e oferece visibilidade de 360 graus.

Com o início da comercialização previsto para 2026, a Yanmar afirma que a aquisição da minicarregadeira será viabilizada por meio de linhas de financiamento em parceria com bancos e opções de consórcio. A empresa também avalia a possibilidade de introduzir o equipamento no mercado de locação, ampliando o acesso para pequenos produtores e construtoras.

 

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Brasil exporta 3,89 milhões de sacas de café em setembro, alta de 3,1%
Notícias

Primeira estimativa da safra de café aponta queda de 4,4% em 2025

Por Redação 28/01/2025
Escrito por Redação

 Primeira estimativa da safra de café aponta queda de 4,4% em 2025

A primeira estimativa da safra brasileira de café para 2025 aponta para uma produção total de 51,8 milhões de sacas de café beneficiado, representando uma redução de 4,4% em relação à safra anterior, conforme divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), nesta terça-feira (28).

Em um ano marcado pelo ciclo de baixa bienalidade, os efeitos da restrição hídrica e altas temperaturas nas fases de floração impactaram a produtividade, que deverá atingir uma média nacional de 28 sacas por hectare, 3% abaixo do rendimento de 2024.

Já a área total destinada ao cultivo do café no Brasil apresentou crescimento de 0,5%, alcançando 2,25 milhões de hectares, sendo 1,85 milhão de hectares em produção e 391,46 mil hectares em formação.

PIB do agro cresce 1,26% no 3º tri e queda esperada para 2024 diminui

Para o café arábica, a estimativa aponta uma produção de 34,7 milhões de sacas, uma queda de 12,4% em relação ao ano anterior. Esse desempenho reflete o ciclo de baixa bienalidade e as adversidades climáticas, especialmente em Minas Gerais, maior produtor do país, onde a redução foi de 12,1%.

Já para o café conilon, a produção deverá alcançar 17,1 milhões de sacas, um crescimento expressivo de 17,2%, impulsionado principalmente pelos bons resultados no Espírito Santo, que responde por 69% da produção nacional dessa espécie.

Minas Gerais, maior produtor nacional, deve alcançar 24,8 milhões de sacas, uma redução de 11,6% em relação ao ano anterior, devido ao ciclo de baixa bienalidade e à seca prolongada que antecedeu a floração.

O Espírito Santo, segundo maior produtor, prevê um crescimento de 9%, com 15,1 milhões de sacas, impulsionado pela produção de conilon, estimada em 11,8 milhões de sacas (+20,1%), devido aos bons volumes de chuvas registrados entre julho e agosto, viabilizando a emissão das primeiras floradas e pegamento, resultando em bom potencial produtivo, enquanto o arábica deve recuar 18,1%.

São Paulo, exclusivamente produtor de arábica, projeta 4,6 milhões de sacas, uma redução de 15,3% causada pela baixa bienalidade e condições climáticas adversas.

Na Bahia, a produção total deve crescer 11,3%, com 3,4 milhões de sacas, sendo 2,2 milhões de conilon e 1,2 milhão de arábica. Rondônia, exclusivamente produtor de conilon, deve alcançar 2,2 milhões de sacas (+6,5%), enquanto Paraná e Rio de Janeiro, predominantemente de arábica, estimam produções de 675,3 mil e 373,7 mil sacas, respectivamente.

Goiás e Mato Grosso projetam reduções devido à bienalidade negativa e condições climáticas, com produções de 195,5 mil e 267,6 mil sacas, respectivamente.

Mercado

As projeções para a safra atual apontam um cenário de maior restrição na oferta global de café, com estoques em patamares historicamente baixos e uma demanda crescente no mercado internacional.

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a produção mundial para 2024/25 está estimada em 174,9 milhões de sacas, um avanço de 4,1% em relação à safra anterior, enquanto o consumo global deve alcançar 168,1 milhões de sacas, gerando um estoque final de 20,9 milhões de sacas, o menor das últimas 25 temporadas. Esse quadro tem sustentado a alta nos preços internacionais, com o café arábica e o robusta registrando elevações significativas nas bolsas de Nova Iorque e Londres, respectivamente.

Em 2024, o Brasil alcançou um recorde histórico na exportação de café, com o envio de 50,5 milhões de sacas de 60 quilos ao mercado internacional, um crescimento de 28,8% em relação ao ano anterior, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

O desempenho gerou uma receita de US$ 12,3 bilhões, marcando um aumento de 52,6% na comparação com 2023. Esse crescimento expressivo foi impulsionado por dois fatores principais: a valorização do café no mercado externo, em um contexto global de oferta restrita, e a alta do dólar frente ao real, cuja cotação média subiu de R$ 4,91/US$ em janeiro para R$ 6,10/US$ em dezembro de 2024, uma variação de 24,1% no período.

Os estoques nacionais de café registraram queda significativa, sendo um dos fatores o aumento expressivo das exportações. Ao final do primeiro semestre de 2024, o volume armazenado era de 13,7 milhões de sacas, 24% abaixo do registrado em 2023. A tendência é de novos recuos nos estoques devido à forte demanda externa, o que deve ser observado também em escala global.

 

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Notícias

Governo discute estratégias para reduzir preços dos alimentos

Por Redação 27/01/2025
Escrito por Redação
- Governo discute estratégias para reduzir preços dos alimentos

Os ministros Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar), Rui Costa (Casa Civil) e Carlos Fávaro (Agricultura e Pecuária), com o diretor-presidente da Conab, Edegar Pretto, durante entrevista coletiva após reunião com o presidente Lula – Foto: Wallisson Breno / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu na sexta-feira, 24, com ministros para discutir estratégias a fim de conter a alta dos alimentos. Durante o encontro, foram avaliadas possíveis medidas, como a redução da alíquota de importação de alimentos que estiverem com preços mais elevados no mercado interno em relação ao mercado internacional.

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, destacou a preocupação do presidente Lula com o acesso da população a alimentos a preços justos. “Os produtos que estejam com preço interno maior do que o preço externo, nós atuaremos na redução de alíquota para forçar o preço a vir, pelo menos, para o patamar internacional. Não justifica nós estarmos com preços acima do patamar internacional. Não tem a menor explicação para isso, já que o Brasil se constitui como um dos maiores produtores de alimentos de grãos do mundo”, explicou.

PIB do agro cresce 1,26% no 3º tri e queda esperada para 2024 diminui

De acordo com o ministro, o governo seguirá buscando soluções dentro dos parâmetros técnicos e de mercado, e descartou a ideia de adoção de medidas intervencionistas ou heterodoxas, que fujam das práticas convencionais de mercado.

“Quero reafirmar, taxativamente: nenhuma medida heterodoxa será adotada, não haverá congelamento de preço, tabelamento, fiscalização, não terá rede estatal de supermercado ou de lojas para vender produtos, isso não existe, isso sequer foi apresentado nesta reunião ou em qualquer outra”, frisou Rui Costa.

Perspectivas

O governo espera uma melhora no cenário econômico devido ao aumento da produção agrícola esperado para este ano. Rui Costa afirmou que o impacto positivo da supersafra deverá contribuir para a redução dos preços. “A expectativa é extremamente positiva de uma supersafra este ano. A nossa expectativa é que na lei de mercado uma maior oferta leve a um menor preço”, argumentou.

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, destacou que o Brasil se consolida como um grande produtor de alimentos e que, em 2025, o aumento da produção fará com que a estabilidade de preços dos alimentos possa ser estabelecida. “É importante dizer que o presidente determinou que a gente já comece a discutir medidas de estímulo, um novo Plano Safra que estimule mais, principalmente os produtos que chegam à mesa da população. E é a partir disso então que nós vamos nos debruçar”, pontuou.

“É importante dizer que o presidente determinou que a gente já comece a discutir medidas de estímulo, um novo Plano Safra que estimule mais, principalmente os produtos que chegam à mesa da população. E é a partir disso então que nós vamos nos debruçar”, disse Carlos Fávaro ministro da Agricultura.

Cesta básica

A pedido do presidente Lula, será dada maior atenção à definição de políticas públicas e recursos já existentes para o estímulo da produção, com foco em produtos que fazem parte da cesta básica. “Nós também vamos dialogar com o mercado, vamos chamar aqui reuniões de produtores para dialogar com eles sugestões de como reduzir os preços, aumentar a produção, vamos chamar mais uma vez a rede de supermercados, vamos chamar os frigoríficos grandes para conversar, os frigoríficos pequenos e médios, dialogando portanto com o mercado, que é onde o preço se realiza. Medidas que a gente pode somar no mercado mais as medidas institucionais de estímulos para a produção”, disse Rui Costa.

“Fazer com que esses alimentos cheguem à mesa do povo, de uma maneira que caiba no salário do povo brasileiro, essa é a preocupação central do presidente e acho que nossa tarefa é apoiar o produtor com crédito acessível e barato. Então nós lançamos dois Planos Safras que foram recordes, que aumentaram o valor e aumentaram o subsídio no Plano Safra”, frisou o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira.

“O segundo esforço é concentrar na produção de alimentos da cesta básica. Esses créditos têm que ir para a produção de alimentos e estímulos, nós diminuímos os juros para os alimentos, além de aumentar a produtividade do agricultor, do pequeno e médio agricultor, para que ele tenha um resultado melhor e que esse alimento chegue mais barato na mesa do povo”, elucidou.

Commodities

O ministro Rui Costa destacou o impacto de fatores como o preço das commodities e o valor do dólar para o comércio de alimentos. “Num passado recente, o Brasil era grande exportador de produtos in natura, e hoje o Brasil vem se tornando o que os economistas chamam de supermercado do mundo, o que é positivo, porque gera emprego, porque nós passamos a processar esses alimentos e vender alimentos processados para o mundo inteiro”, afirmou, ao pontuar que o país tem se consolidado como uma referência positiva no contexto econômico. “Vocês podem constatar isso na balança de exportação já de 2023, 2024, o crescimento da exportação brasileira de processamento de alimentos”.

 

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Notícias

Decreto prorroga emergência zoossanitária para gripe aviária no Paraná

Por Redação 24/01/2025
Escrito por Redação
Decreto prorroga emergência zoossanitária para gripe aviária no Paraná

Decreto prorroga emergência zoossanitária para gripe aviária no Paraná // Foto: Gilson Abreu/AEN

O governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, assinou nesta quinta-feira (23) o Decreto 8.721/2025 , que amplia por mais 180 dias o decreto de emergência zoossanitária no estado, mantendo em alta a vigilância para evitar casos de gripe aviária de alta patogenicidade (H5N1) no Estado.

Esta é a terceira prorrogação do decreto assinado primeiramente em 23 de julho de 2023. “É importante registrar que essa é uma medida preventiva, precisamos nos manter alertas”, afirmou o chefe do Departamento de Saúde Animal da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), Rafael Gonçalves Dias.

A influenza aviária é uma doença com distribuição global e ciclos pandêmicos ao longo dos anos, com sérias consequências para o comércio internacional de produtos avícolas. Em 15 de maio de 2023 foi detectada pela primeira vez em território brasileiro, em aves silvestres.

Em dezembro do ano passado, uma pessoa que sofria de doença respiratória grave morreu na Louisiana, nos Estados Unidos, infectado por uma mutação do vírus. Recentemente foram observados casos da gripe aviária em produção comercial no Chile e na Colômbia.

PIB do agro cresce 1,26% no 3º tri e queda esperada para 2024 diminui

O Paraná não registrou nenhum caso em produção comercial, ficando restrito a aves silvestres, o que não interferiu na exportação de aves. “Precisamos continuar fazendo todos os esforços para que não adentre granjas comerciais”, reforçou Gonçalves Dias.

Em 2023 a avicultura paranaense alcançou Valor Bruto de Produção (VBP) de R$ 38,8 bilhões, representando 19,61% dos R$ 198 bilhões do agronegócio no Estado. No ano passado a carne de frango, da qual o Paraná é o maior produtor e maior exportador, continuou no topo. Foram enviados pouco mais de 2,171 milhões de toneladas aos países parceiros comerciais, resultado 4% superior às 2,087 milhões de toneladas de 2023.

Em arrecadação passou de cerca de US$ 3,7 bilhões para US$ 4 bilhões (7% a mais). Nessa proteína, alguns países fizeram suas primeiras compras do Paraná. A entrada mais expressiva como parceira do Estado foi da República da Lituânia, com compra de 476 toneladas por US$ 555,6 mil.

 

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Agro fecha 2025 com recorde em exportações de US$ 169 bilhões e superávit de US$ 149 bi
Notícias

PIB do agro cresce 1,26% no 3º tri e queda esperada para 2024 diminui

Por Redação 24/01/2025
Escrito por Redação

- PIB do agro cresce 1,26% no 3º tri e queda esperada para 2024 diminui

Depois de recuar por dois trimestres consecutivos, o PIB do agro brasileiro, calculado pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), reagiu no terceiro trimestre de 2024, registrando avanço de 1,26%.

Diante disso, a taxa de queda no acumulado de 2024 diminuiu para 2,49%. Agora, considerando-se também o desempenho da economia brasileira como um todo até o momento, o PIB do agronegócio pode corresponder por 22% do PIB do Brasil em 2024, abaixo dos 23,5% registrados em 2023.

Anfavea divulga dados do setor e critica importações públicas de máquinas

Segundo pesquisadores do Cepea/CNA, a reação observada no terceiro trimestre de 2024 se deve aos resultados positivos verificados tanto para o ramo agrícola (com alta de 1,27%) quanto para o pecuário (elevação de 1,31%). Ressalta-se que todos os segmentos apresentavam avanços no terceiro trimestre de 2024, devido ao aumento do valor bruto da produção, o que, por sua vez, foi influenciado sobretudo pelos preços reais mais altos no período.

Já o desempenho negativo no acumulado do ano (até setembro) está atrelado à pressão vinda do ramo agrícola, que registra baixa de pouco mais de 4%, enquanto o pecuário apresenta alta, de 1,6%.

Pesquisadores do Cepea indicam que o resultado negativo do agronegócio no acumulado de 2024 foi impactado principalmente pela queda nos preços e pela redução da produção de importantes produtos do setor, com destaque para a agricultura “dentro da porteira”. Por outro lado, o ramo pecuário conseguiu atenuar parte desse impacto negativo, impulsionado pelo bom desempenho dos segmentos agroindustriais, de agrosserviços e de insumos.

 

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24/01/2025 0 Comentários
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Faturamento do setor de máquinas agrícolas recua 7% em seis meses
NotíciasTecnologia

Trator MF 9S.425 Dyna-VT da Massey Ferguson é premiado na Hungria

Por Redação 23/01/2025
Escrito por Redação

Trator MF 9S.425 Dyna-VT da Massey Ferguson é premiado na Hungria

A Massey Ferguson anunciou que seu trator mais potente, o MF 9S.425 Dyna-VT Exclusive, recebeu o Prêmio Internacional de Produto na exposição AGROmashEXPO, realizada em Budapeste, na Hungria. Segundo a fabricante, o reconhecimento destaca a “integração inovadora dos princípios tradicionais de fabricação de tratores com tecnologia avançada, projetada para aumentar a produtividade e a eficiência dos agricultores”.

A série MF 9S conta com seis modelos que oferecem potências de 285 cv a 425 cv e possui a instalação de motor e cabine Protect-U da Massey Ferguson, que proporciona mais visibilidade e conforto. Um diferencial importante para seu sucesso é o design exclusivo, com uma lacuna de 18 cm que isola o motor encapsulado da cabina.

Anfavea divulga dados do setor e critica importações públicas de máquinas

Todos os tratores MF 9S estão equipados com a transmissão continuamente variável Dyna-VT da Massey Ferguson, que oferece um novo gerenciamento de potência para entregar torque e potência adicionais.
Com especificações excepcionais, a série MF 9S combina conforto e produtividade com a conectividade do MF Guide e do MF Connect, instalados de série.

O MF 9S também apresenta opções adicionais de aumento de eficiência, como MF AutoTurn, AutoHeadland, um sistema central de enchimento de pneus (CTIS). O centro de personalização MF By You amplia ainda mais a gama de equipamentos montados de fábrica para a série MF 9S. 

 

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Notícias

BNDES disponibiliza mais R$ 4,8 bilhões para o Plano Safra 2024/25

Por Redação 23/01/2025
Escrito por Redação
BNDES disponibiliza mais R$ 4,8 bilhões para o Plano Safra 2024/25

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) disponibilizou, nesta quinta-feira, 23, mais R$ 4,8 bilhões em recursos para operações de crédito rural no âmbito de programas do Plano Safra 2024-2025. Deste montante, R$ 2,7 bilhões serão destinados às linhas voltadas para agricultura empresarial e R$ 2,1 bilhão para agricultura familiar.

Com a medida, o total de recursos ainda disponível nos diferentes Programas Agropecuários do Governo Federal (PAGF) a serem repassados pelo Banco é de R$ 11 bilhões, com prazo de utilização até junho de 2025.

Anfavea divulga dados do setor e critica importações públicas de máquinas

Os recursos poderão ser utilizados por produtores rurais, cooperativas e agricultores familiares para custeio e investimento em diversas finalidades, incluindo ampliação da produção, aquisição de máquinas e equipamentos, armazenagem e inovação.

“Essa nova liberação de recursos demonstra o papel estratégico do BNDES no governo do presidente Lula no apoio ao agro brasileiro, promovendo tanto o crescimento da agricultura familiar quanto o desenvolvimento da agricultura empresarial. Nosso objetivo é garantir que pequenos e médios produtores tenham acesso ao crédito necessário para investir em inovação, modernização e práticas sustentáveis, fortalecendo a cadeia produtiva e contribuindo para a transição a uma economia mais verde”, observou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

No Plano Safra 2024/25, o Banco já aprovou R$ 27,9 bilhões e atendeu a solicitações de mais de 126 mil operações indiretas, realizadas pela rede de agentes financeiros credenciados. Além dos PAGFs, o BNDES também oferece soluções próprias para garantir a oferta de crédito ao setor agropecuário durante todo o ano, como o BNDES Crédito Rural – na atual safra, o produto já soma R$ 3,7 bilhão em operações aprovadas.

 

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23/01/2025 0 Comentários
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