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Agritech e Cooxupé firmam convênio para venda de tratores via barter
EmpresasNotícias

Agritech celebra resultados e prevê aumento nas vendas de tratores este ano

Por Redação 15/01/2025
Escrito por Redação

- Agritech celebra resultados e prevê aumento nas vendas de tratores este ano

Na contramão do mercado de máquinas agrícolas, que registrou queda de 17,11% nas vendas até novembro de 2024, a Agritech comemora um aumento de 24,5% na comercialização de seus equipamentos no período e já espera um resultado positivo para este ano, com expectativa de crescimento entre 35% e 40%.

Segundo o coordenador de Vendas/Marketing da Agritech, Cesar Roberto Guimarães de Oliveira, o aumento observado em 2024 se deve ao fato de a empresa atuar no mercado de máquinas agrícolas direcionadas à agricultura familiar, setor que registrou aumento nos investimentos em maquinário.

“Outro fator é a forte presença no setor cafeeiro, produto que esteve em alta ao longo do ano passado e que se manterá em 2025. Além disso, nossos equipamentos são amplamente usados na olericultura, um nicho que também segue aquecido”, afirma o coordenador.

Sobre a retração sentida pelo setor no Brasil, Oliveira acredita que ela afetou principalmente empresas que produzem equipamentos de maior porte, voltados para culturas como a soja, que enfrentaram queda nos preços nas bolsas internacionais.

Produção de grãos 2024/25 é estimada em 322,3 milhões de toneladas

Ele também avalia que a Agritech conseguiu se destacar no mercado impulsionada pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que criou uma linha de crédito, com limite de até R$ 50 mil, destinada à aquisição de máquinas, equipamentos e implementos agrícolas de pequeno porte, com juros atrativos de apenas 2,5% ao ano.

“Esse financiamento está alinhado a nossa linha AF 14, lançada em setembro, que certamente contribuirá para alcançarmos o retorno esperado este ano. Os microtratores dessa categoria são voltados especialmente para famílias que estão iniciando o processo de mecanização de suas lavouras. Atualmente, contamos com seis linhas de tratores, com diferentes faixas de potência e diversas versões, desenvolvidas para atender às necessidades de todos os pequenos produtores”, detalha.

Segundo o Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2023, a taxa de mecanização da agricultura familiar alcançava 25%. A meta do governo federal é aumentar esse número para 28%, em 2026, e 35%, em 2033. Já a tecnificação, que é o uso de equipamentos e tecnologias agrícolas que vão além da mecanização, está atualmente em 35% dos estabelecimentos da agricultura familiar.

 

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Tecnologia

FTP Industrial lança novo motor R38 para o segmento de geração de energia

Por Redação 15/01/2025
Escrito por Redação

FTP Industrial lança novo motor R38 para o segmento de geração de energia

A FPT Industrial, marca de powertrain do Iveco Group, inicia 2025 com sua estratégia de soluções diversificadas ao lançar na América Latina o novo motor R38 para o segmento de geração de energia. Revelado mundialmente na EIMA (Exposição Internacional de Máquinas Agrícolas e de Jardinagem) 2024 em Bolonha, na Itália, o motor turboalimentado de 3,8 litros chega ao Brasil e Argentina com o objetivo de oferecer uma solução econômica para aplicações não regulamentadas.

Ele oferece integração perfeita com o ecossistema da FPT Industrial, abrangendo potências de 50 kVA e 60 kVA na linha de geradores e 55 kW e 65 kW na versão de unidade de energia (IPU), o que o torna ideal para uma ampla gama de aplicações.

Solução integrada

A exemplo do R24, modelo adicionado anteriormente ao portfólio inovador da FPT Industrial, o novo R38 vem como um G-Drive compacto de quatro cilindros com pacote de resfriamento e filtros já instalados. O novo R38 apresenta um sistema de injeção mecânica robusto, comprovado e confiável, enquanto a manutenção em um único lado facilita e acelera os serviços necessários.

Produção de grãos 2024/25 é estimada em 322,3 milhões de toneladas

Para a versão de geração de energia, o R38 pode ser alternado de 1.500 rpm a 1.800 rpm, atendendo aos requisitos de estoque dos OEMs. Além disso, é adequado para uma ampla gama de aplicações, desde backup estacionário até energia principal móvel.

O novo R38 desempenha assim um papel importante no portfólio de produtos da FPT Industrial, em versões para geração de energia e unidade de energia industrial.

“A chegada desta nova motorização visa a atender ainda mais as necessidades do mercado. Esperamos que o novo R38 se torne um importante protagonista no segmento, especialmente para aplicações como bombas de irrigação, bombas hidráulicas, unidades de energia hidráulica, bombas de desaguamento e compressores de ar”, aponta Carlos Tavares, presidente da FPT Industrial para a América Latina.

Leonardo Almeida, responsável pelas vendas da Rede FPT Industrial na América Latina acrescenta: “Estamos muito satisfeitos em adicionar este novo motor ao nosso portfólio na região, o que nos permitirá oferecer soluções mais inovadoras e eficientes aos nossos clientes. Este lançamento reflete nosso compromisso contínuo com a melhoria da tecnologia e do desempenho, fornecendo produtos de alta qualidade que respondem as necessidades e expectativas do mercado regional.”

 

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Governo reforça que etanol deve ficar fora das negociações entre Brasil e EUA
Notícias

BNDES aprova financiamento de R$ 480 mi para a produção de etanol da CMAA

Por Redação 15/01/2025
Escrito por Redação

BNDES aprova financiamento de R$ 480 mi para a produção de etanol da CMAA

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou nesta terça-feira (14) a aprovação de um financiamento de R$ 480 milhões para a Companhia Mineira de Açúcar e Álcool (CMAA). Os recursos serão destinados à ampliação da produção de etanol e à geração de energia a partir da biomassa da cana-de-açúcar.

Desse total, R$ 220 milhões, disponibilizados por meio do Fundo Clima, serão investidos na expansão da capacidade de produção de etanol anidro da unidade Vale do Pontal, localizada em Limeira do Oeste (MG), em 85 milhões de litros por ano, para 205 milhões de litros.

Além disso, a capacidade de geração de energia a partir de biomassa da planta será elevada em até 34 MW, alcançando 68 MW.

Outros R$ 260 milhões, viabilizados via o programa BNDES Máquinas e Serviços, serão usados para a modernização industrial e aquisição de equipamentos agrícolas para as unidades Vale do Pontal, Vale do Tijuco e Canápolis.

“O financiamento aprovado pelo BNDES está alinhado às diretrizes do governo do presidente Lula que orientam a ampliação da produção de biocombustíveis, fundamentais para o processo de descarbonização, além da produção de energia limpa e renovável, como a de vapor produzido na queima de biomassa, neste caso, o bagaço da cana, contribuindo para a redução das emissões de gases que causam o efeito estufa”, declarou o presidente do banco, Aloizio Mercadante, sobre o financiamento.

Fonte: Datagro

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A Modefer, destaque nacional no setor automotivo, anuncia a Hélice Ventilador (Código: 1932-792), projetada para atender às exigências dos tratores Massey Ferguson e Landini. O componente é compatível com os modelos Massey Ferguson/Landini 6830 FC, 7830C e 8870, sendo uma substituição direta para o código original 3538983M91-P.
NotíciasTecnologia

Modefer apresenta hélice ventilador com foco em eficiência e durabilidade

Por Redação 15/01/2025
Escrito por Redação

Modefer apresenta hélice ventilador com foco em eficiência e durabilidade

A Modefer, destaque nacional no setor automotivo, anuncia a Hélice Ventilador (Código: 1932-792), projetada para atender às exigências dos tratores Massey Ferguson e Landini. O componente é compatível com os modelos Massey Ferguson/Landini 6830 FC, 7830C e 8870, sendo uma substituição direta para o código original 3538983M91-P.

Com durabilidade elevada e desempenho superior no sistema de arrefecimento, a hélice ventilador garante a máxima performance e proteção dos equipamentos agrícolas, mesmo sob as condições mais desafiadoras do campo. O produto é desenvolvido com a qualidade e tecnologia que consolidaram a Modefer como uma referência no mercado.

Além de oferecer soluções robustas e confiáveis, a Modefer reafirma seu compromisso com o agronegócio brasileiro, apresentando produtos que impulsionam a eficiência e a produtividade no setor.

Para mais informações sobre este e outros produtos, acesse o site da Modefer ou entre em contato com a equipe técnica.

*Conteúdo patrocinado

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Notícias

Cultivo de centeio no Brasil ganha zoneamento agrícola de risco climático

Por Redação 15/01/2025
Escrito por Redação
Cultivo de centeio no Brasil ganha zoneamento agrícola de risco climático

Cultivo de centeio no Brasil ganha zoneamento agrícola de risco climático // Foto: J.L.F. PIRES

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou nesta terça-feira (14) o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura do centeio, com a indicação dos períodos de semeadura e os municípios aptos para o cultivo do cereal em nove estados da federação e no Distrito Federal. Os estudos foram coordenados pela Embrapa Trigo (Passo Fundo/RS) no âmbito da Rede de Pesquisa e Desenvolvimento do Zarc, com apoio do Ministério e do Banco Central.

O zoneamento era uma demanda do setor produtivo e deve ajudar a impulsionar a produção no País. Os estudos levaram em consideração os riscos de geada no espigamento, o déficit hídrico no estabelecimento e na fase de enchimento de grãos e o excesso de chuva na colheita.

Por meio da análise de riscos climáticos, foram identificados os ambientes favoráveis para a produção de centeio, considerando as classes de solo, a disponibilidade de água, o regime climático e o ciclo das cultivares. Os estados contemplados são: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Bahia, além do Distrito Federal.

O centeio faz parte do grupo dos principais cereais cultivados no mundo. É uma espécie de estação fria, que se presta tanto para alimentação humana (grãos) quanto animal (forragem verde, feno, silagem e grãos).

O cereal também é utilizado como planta de serviço, seja em cultivo isolado, como cobertura verde/morta do solo, ou como componente de mixes de espécies de plantas de cobertura que são usados, exclusivamente, para a melhoria das características físicas, químicas e biológicas dos solos.

“Não obstante essas características positivas e de ser o segundo cereal mais importante para a indústria de panificação, com destaque para a produção de alimentos integrais e dietéticos, o cultivo de centeio, em escala mundial e no Brasil, vem diminuindo a cada ano que passa”, explica o agrometeorologista da Embrapa Trigo, Gilberto Cunha, que coordenou a equipe responsável pela elaboração do zoneamento do Centeio no Brasil.

As causas dessa redução, segundo ele, vão desde as mudanças de hábitos alimentares, com o consumidor dando preferência a pães de trigo, à menor produtividade desse cultivo, quando comparada com os demais cereais.

“Deve ser mencionado, ainda, que o centeio não passou por um processo de melhoramento genético tão intenso quanto os outros cereais e nem tem sido, exaustivamente, estudado em termos de práticas de manejo cultural”, completa.

O centeio no Brasil, informa Cunha, foi introduzido pelos imigrantes alemães e poloneses no século XIX. Atualmente, as estatísticas oficiais do IBGE indicam o cultivo de centeio apenas no Rio Grande do Sul e no Paraná, embora, informalmente, lavouras de centeio sejam conhecidas em Mato Grosso do Sul e em outras unidades da federação.

As principais tendências e desafios para o avanço da agricultura digital

“A área registrada pelo Mapa para produção de sementes de centeio contabilizou, em 2024, 6.297 hectares. Essa área pode produzir sementes suficientes para semear ao redor de 125 mil hectares”, frisa Cunha. Na atualidade, o centeio tem sido, majoritariamente, utilizado como planta forrageira para pastejo de animais e como planta de cobertura de solo, seja como espécie isolada ou em mixes de espécies.

No Brasil, o interesse pelo centeio tem aumentado, especialmente, em função da sua rusticidade, que faz com que esse cereal se adapte bem em solos pobres quimicamente, com acidez mais elevada, e em ambientes mais secos. Além do potencial da sua farinha na produção de alimentos saudáveis, também tem importante papel como ‘planta de serviço’, seja em mixes de espécies ou isoladamente, na construção perfis férteis dos solos.

 

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Apex prevê plano de R$ 130 milhões para diversificar exportações
Notícias

Agro paulista lidera exportações e registra superávit de R$ 150 bilhões

Por Redação 15/01/2025
Escrito por Redação

Agro paulista lidera exportações e registra superávit de R$ 150 bilhões em 2024

O agro paulista registrou recorde no valor das exportações e no saldo da balança comercial em 2024. O setor exportou um total de R$ 184,7 bilhões, representando um aumento de 6,8% em comparação com o ano anterior. Já as importações totalizaram US$ 34 bilhões, um incremento de 11,9%. Com isso, o superávit da balança comercial do agro paulista atingiu R$ 150 bilhões, um crescimento de 5,8% em relação a 2023.

“Estamos vendo um desempenho fantástico do agro paulista no consolidado de 2024, que foi um ano marcado por desafios climáticos e instabilidade na geopolítica internacional. A agropecuária de São Paulo representa mais de 40% de tudo que o estado exporta, e quase 20% do que o agro do Brasil embarca para o exterior, isso sem perder a sua vocação agrícola nas culturas alimentares (arroz, mandioca, feijão etc) e tradicionais, como o café”, comenta o secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Guilherme Piai.

Os dados são da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, por meio da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), e apontam que as exportações paulistas representaram 43,2% do total exportado pelo estado, enquanto as importações setoriais corresponderam a 7,4%.

Produção de grãos 2024/25 é estimada em 322,3 milhões de toneladas

Destaca-se que as exportações dos demais setores da economia paulista, excluído o agronegócio, totalizaram R$242,8 bilhões em 2024, enquanto as importações atingiram R$423,24 bilhões, resultando em um déficit comercial de R$180,41 bilhões. Assim, conclui-se que o déficit do comércio exterior paulista só não foi maior devido ao desempenho do agronegócio estadual, cujo saldo se manteve positivo (US$24,99 bilhões).

Principais grupos de produtos de exportação agro paulista

1. Complexo sucroalcooleiro: 40,1% de participação no agro paulista, com R$74,16 bilhões, com o açúcar representando 93,0% e o etanol 7,0%;

2. Carnes: 11,6% de participação, somando R$21,52 bilhões, sendo a carne bovina responsável por 84,2%;

3. Produtos florestais: 10,2% de participação, na ordem de R$18,93 bilhões, com 54,9% em celulose e 37,4% de papel;

4. Grupo de sucos: 9,6% de participação, com R$17,78 bilhões, dos quais 98,1% foram representados por suco de laranja.

5. Complexo soja: 7,4% de participação, registrando R$13,68 bilhões, com a soja em grão correspondendo a 78,9%%;

Os cinco principais grupos de produtos responderam por 78,9% das exportações setoriais paulistas. O grupo de café, tradicionalmente relevante nas exportações do estado, ocupou a sexta posição, com um total de R$7,71 bilhão em vendas, das quais 71% corresponderam ao café verde e 24,8% ao café solúvel.

No ano de 2024, comparado ao ano anterior, foram registradas variações significativas nos valores exportados dos principais grupos de produtos da pauta paulista. Houve crescimento nos grupos de café (+42,9%), sucos (+29,7%), produtos florestais (+16,3%), carnes (+13,4%) e complexo sucroalcooleiro (+11,6%). Em contrapartida, o complexo soja apresentou queda de 38,0%. Essas variações nas receitas do comércio exterior refletem a combinação das oscilações de preços e volumes exportados.

Destinos das exportações paulistas

A China manteve-se como principal destino, importando R$35,57 bilhões, apesar da redução de 19,1% no valor total. A União Europeia foi o segundo maior mercado, com R$23,45 bilhões, seguida pelos Estados Unidos, com R$20,8 bilhões, que apresentou um crescimento de 21,5% em relação ao ano anterior.

Participação do estado no Brasil

São Paulo foi responsável por 18,6% das exportações do agronegócio brasileiro em 2024, destacando-se especialmente nos grupos de sucos (84,1% do total nacional), complexo sucroalcooleiro (62,5%) e produtos de origem vegetal (63,0%).

Agro brasileiro

As exportações do agronegócio brasileiro em 2024 registraram uma redução de 1,3% em relação ao ano anterior, totalizando R$ 991,15 bilhões, correspondentes a 48,8% do total nacional. Em contrapartida, as importações do setor apresentaram um crescimento de 16,2% no mesmo período, alcançando o montante de R$ 116,37 bilhões, equivalente a 6,9% do total nacional.

O superávit do agronegócio foi de R$ 874,77 bilhões em 2024, resultado 3,2% inferior ao verificado em 2022. Dessa forma, o desempenho do agronegócio foi determinante para evitar um déficit no comércio exterior brasileiro, uma vez que os demais setores da economia registraram exportações de R$ 1,041 tri e importações de R$ 1,466 tri, resultando em um déficit de R$ 425,173 bilhões em 2024.

 

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Empresas celebram resultados positivos na Agrishow 2023
AgrishowNotícias

Agrishow inicia as vendas de ingressos para a sua 30ª edição

Por Redação 14/01/2025
Escrito por Redação

 Agrishow inicia as vendas de ingressos para a sua 30ª edição

Os ingressos para a Agrishow 2025, 30ª edição da principal feira de tecnologia para o agronegócio da América Latina, serão comercializados a partir de 20 de janeiro no site oficial: www.agrishow.com.br. Neste ano, o evento terá como tema “O Futuro do Agro de A a Z” e cada dia de visitação custará R$ 70,00 no primeiro lote, que estará disponível até 23 de fevereiro. Como anteriormente, os interessados deverão escolher o dia da semana em que desejam visitar a feira já no ato da compra.

Além da credencial de entrada, que poderá ser utilizada por um dia inteiro, também será possível adquirir antecipadamente o ticket para uso do estacionamento, cujo valor varia de R$ 70,00 a R$ 110,00 por dia a depender do tipo de veículo (motos, carros de passeio, vans, ônibus). Também estarão disponíveis pacotes de VIP Valet para os cinco dias de evento com acesso facilitado à feira por R$ 550,00.

O segundo lote será disponibilizado a partir de 24 de fevereiro e cada dia custará R$ 80,00. Importante destacar que as quantidades de ingressos por dia e de tickets de estacionamento são limitadas. Por isso, vale antecipar as compras online. Na bilheteria do evento, que acontecerá entre 28 de abril e 2 de maio, das 8h às 18h, o valor diário da entrada será de R$ 140,00.

Além do estacionamento exclusivo da feira, haverá também uma área dedicada a caravanas, visando promover praticidade e conforto no desembarque e embarque dos participantes desses grupos.

Em 2024, a 29ª edição da Agrishow se encerrou com R$ 13,608 bilhões em intenções de negócios, um crescimento de 2,4% em relação à edição de 2023. A feira reuniu aproximadamente 195 mil visitantes, entre produtores rurais de pequenas, médias e grandes propriedades, de todas as regiões do país e também do exterior.

 

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Consultoria reduz projeção para a safra 2025/26 de milho do Brasil
MercadoNotícias

IBGE prevê safra de 322,6 milhões de toneladas para 2025, um aumento de 10,2%

Por Redação 14/01/2025
Escrito por Redação
- IBGE prevê safra de 322,6 milhões de toneladas para 2025, um aumento de 10,2%

Com aumento na soja (15,4% ou 22,3 milhões de toneladas), safra de 2025 deve ter alta de 10,2% – Foto: Gilson Abreu AEN/PR

A safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas em 2025 deve somar 322,6 milhões de toneladas, uma alta de 10,2% em relação a 2024, com 29,9 milhões de tonelada a mais, de acordo com o 3º prognóstico do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado hoje (14) pelo IBGE.

O acréscimo da produção deve-se à maior estimativa prevista, principalmente, para a soja (15,4% ou 22.347.519 t), para o milho 1ª safra (9,3% ou 2.124.233 t), para o milho 2ª safra (4,1% ou 3.736.047 t), para o arroz (8,1% ou 856.065 t), para o trigo (4,8% ou 360.657 t) e para o feijão 1ª safra (30,9% ou 276.071 t). O algodão herbáceo em caroço foi estimado com estabilidade na produção (0,0% ou 2.354 t), enquanto para o sorgo foi estimado um declínio de 3,2% ou -127.668 t.

Estimativa da Conab aponta produção de grãos 2024/25 é estimada em 322,3 milhões de toneladas

Em relação à área prevista, devem ter aumentos o feijão 1ª safra (6,3%), o arroz (5,8%), a soja (2,7%), o algodão herbáceo em caroço (1,6%) e o milho 2ª safra (1,2%). Por outro lado, deve haver queda na área do milho 1ª safra (-1,6%), do sorgo (-1,0%) e do trigo (-2,8%).

“Esse crescimento se deve à recuperação da safra de soja, que passou por muitos problemas em 2024. Isso se soma às condições climáticas favoráveis às lavouras na maior parte do Brasil, mesmo com atraso no início do plantio. Os produtores conseguiram recuperar este atraso, utilizando-se de alta tecnologia. Tem chovido de forma satisfatória na maioria das regiões produtoras, o que beneficia as lavouras que estão em campo, como a soja e o milho de 1ª safra”, destacou Carlos Guedes, gerente de agricultura do IBGE.

Em relação ao 2º prognóstico, o crescimento foi de 2,5%, o que representou mais 7,8 milhões de toneladas.

Estimativa para a safra 2024 fica em 292,7 milhões de toneladas e encerra o ano com queda de 7,2%

A 12ª estimativa para a safra de 2024 revelou uma produção de 292,7 milhões de toneladas, 7,2% menor que a obtida em 2023 (315,4 milhões de toneladas), declínio de 22,7 milhões de toneladas.

A área a ser colhida foi de 79,0 milhões de hectares, apresentando crescimento de 1,6% frente a 2023, com aumento de 1,6 milhão de hectares. Em relação à estimativa de novembro, a área a ser colhida teve declínio de 68.942 hectares (-0,1%).

Para a soja, a estimativa de produção foi de 144,9 milhões de toneladas. Quanto ao milho, a estimativa foi de 114,7 milhões de toneladas (22,9 milhões de toneladas de milho na 1ª safra e 91,8 milhões de toneladas de milho na 2ª safra). A produção do arroz foi estimada em 10,6 milhões de toneladas; a do trigo, em 7,5 milhões de toneladas; a do algodão herbáceo (em caroço), em 8,9 milhões de toneladas; e a do sorgo, em 4,0 milhões de toneladas.

Em relação à safra de 2023, houve acréscimos de 14,6% para o algodão herbáceo (em caroço); de 3,0% para o arroz; de 5,0% para o feijão, e decréscimos de 4,6% para a soja; de 12,5% para o milho (reduções de 17,4% no milho de 1ª safra e de 11,2% no milho de 2ª safra), de 2,9% para o trigo e de 7,5% para o sorgo.

“Houve um atraso no plantio da soja por problemas climáticos, principalmente nas regiões Centro-Oeste e Sul. Houve um excesso de chuvas no Sul do país, como as enchentes no Rio Grande do Sul, que destruíram algumas lavouras de arroz, soja e milho 1ª safra. Isso sem contar as altas temperaturas e poucas chuvas na 2ª safra, afetando o milho e o trigo”, explicou Carlos Guedes.

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Venda de máquinas cai 15,6% em janeiro e Abimaq já prevê retração em 2026
Notícias

Produção de grãos 2024/25 é estimada em 322,3 milhões de toneladas

Por Redação 14/01/2025
Escrito por Redação

Produção de grãos 2024/25 é estimada em 322,3 milhões de toneladas

Os agricultores brasileiros deverão colher 322,3 milhões de toneladas de grãos na safra 2024/25. O resultado equivale a um crescimento de 8,2% frente à produção da safra anterior, ou seja, 24,5 milhões de toneladas a mais a serem colhidas. A nova estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mantém a previsão de recorde na produção na série histórica, caso o resultado se confirme.

O bom desempenho acompanha o clima favorável registrado durante o desenvolvimento das culturas de primeira safra. Aliado a isso, a área total semeada está estimada em 81,4 milhões de hectares e deve crescer 1,8% quando comparada com o ciclo 2023/24. Os dados foram divulgados pela Companhia nesta terça-feira (14), durante o anúncio do 4º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25.

Principal produto cultivado no país, a soja deve registrar uma produção de 166,33 milhões de toneladas, 18,61 milhões de toneladas acima do total produzido na safra anterior. Após um ano de quebra na safra, o atual ciclo tende a recuperar a produtividade média das lavouras. Para esta temporada, é esperado um desempenho médio de 3.509 quilos por hectare, frente a 3.201 kg/ha registrado em 2023/24.

O plantio da oleaginosa ocorreu de forma concentrada, principalmente, a partir do final de outubro. Com isso, a colheita também deve ocorrer, em sua maior parte, a partir do final de janeiro. As condições climáticas, no período analisado, vêm favorecendo a cultura até o momento, mas a Conab ainda mantém as atenções para os efeitos do comportamento climático até a finalização dos trabalhos de colheita do grão.

Com o segundo maior volume de produção, o milho deve registrar uma colheita total de 119,6 milhões de toneladas em 2024/25, 3,3% acima da temporada anterior. Para a primeira safra do cereal é esperada uma redução de 6,4% na área semeada.

Por outro lado, a produtividade média deve crescer 4,8%, chegando a 6.062 quilos por hectare. As precipitações frequentes, intercaladas com períodos de sol, favoreceram o desenvolvimento da cultura nas principais regiões produtoras. Com isso, é esperada uma colheita de 22,53 milhões de toneladas. Já os plantios da segunda e terceira safras do grão têm início a partir deste mês e abril, respectivamente.

As exportações do agronegócio atingiram US$ 164,4 bilhões em 2024

No caso do arroz, a semeadura para o ciclo 2024/25 ultrapassa 90% da área total prevista para esta safra nas principais áreas produtoras do país, estimada em 1,75 milhão de hectares, o que representa um crescimento de 8,5%. Além da maior área semeada, a Conab também espera uma recuperação nas produtividades médias das lavouras no país, saindo de 6.584 quilos por hectare para 6.869 kg/ha. Essa combinação de fatores leva a expectativa de um incremento de 13,2% na produção, estimada em 11,99 milhões de toneladas.

Importante dupla do arroz no prato dos brasileiros, a produção total de feijão também deve registrar crescimento de 4,9%, sendo estimada em 3,4 milhões de toneladas, a segunda maior safra dos últimos 15 anos, perdendo apenas para a temporada 2013/14.

O resultado acompanha tanto o incremento de área como de produtividade. Apenas na primeira safra da leguminosa, a colheita tende a apresentar uma elevação de 15,5%, estimada em pouco mais de 1 milhão de toneladas. A colheita deste primeiro ciclo da cultura está em andamento, com 19,4% concluída na primeira semana de janeiro.

Para o algodão, a Conab prevê um crescimento de 3,2% na área a ser semeada, quando comparada com a última safra, sendo estimada em 2 milhões de hectares. Já a perspectiva é de uma produção de pluma em 3,7 milhões de toneladas, figurando entre as maiores já registradas na série histórica caso o resultado se confirme. Já no caso das culturas de inverno, a colheita da safra 2024 está encerrada.

Para o trigo, principal produto cultivado, a produção foi estimada em 7,89 milhões de toneladas, 2,6% abaixo da colhida na safra de 2023. Essa queda foi ocasionada, principalmente, pela redução de 14,2% na área de plantio nos estados da região Sul, aliada ao comportamento climático desfavorável durante todo o ciclo da cultura no Paraná e nas regiões Sudeste e Centro-Oeste.

Mercado

Com a quebra de safra de soja verificada no ciclo 2023/24, as exportações da oleaginosa no ano passado atingiram 98,6 milhões de toneladas. Para o farelo, foram comercializadas no mercado externo 22,9 milhões de toneladas e para o óleo 1,35 milhão de toneladas. Já com a recuperação na colheita da soja para este ciclo, a Conab também prevê um aumento nos embarques neste ano. Para a safra 2024/25, as vendas internacionais do grão devem atingir 105,47 milhões de toneladas. As exportações de farelo foram mantidas em 22 milhões de toneladas, e as de óleo em 1,4 milhão de toneladas.

No milho, a Companhia realizou um ajuste nas exportações do cereal na safra 2023/24, agora estimadas em 38,5 milhões de toneladas. Com um consumo projetado próximo a 83,57 milhões de toneladas, a expectativa é que o estoque final do produto se estabeleça em torno de 2,5 milhões de toneladas.

Para a temporada 2024/25, as vendas para o mercado externo estão estimadas em 34 milhões de toneladas, enquanto que o consumo tende a ficar em 86,4 milhões de toneladas. Com o aumento na produção, os estoques tendem a registrar recuperação e fechar em 3,5 milhões de toneladas no final do atual ciclo, garantindo o abastecimento interno, sobretudo do setor de proteína animal.

Para o arroz, o consumo foi atualizado para 10,5 milhões de toneladas, valor próximo da média de consumo dos últimos 5 anos do setor orizícola. Sobre a balança comercial do produto na safra 2023/24, com os preços internos operando acima das paridades de exportação, na maior parte do período de comercialização, aliado à menor disponibilidade interna e a recomposição produtiva norte-americana, a projeção é de redução dos volumes exportados para 1,5 milhão de toneladas pelo Brasil.

Já para a safra 2024/25, em meio à projeção de recuperação produtiva e arrefecimento dos preços para o próximo ano, estima-se um aumento das exportações de arroz brasileiro para 2 milhões de toneladas. Mesmo com a alta nos volumes embarcados, o estoque final no ciclo 2024/25 deve registrar recuperação e estar próximo a 1,28 milhão de toneladas no final de fevereiro de 2026.

 

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ManutençãoNotícias

O barato que sai caro: peças paralelas podem custar a safra agrícola

Por Redação 13/01/2025
Escrito por Redação

O barato que sai caro: peças paralelas podem custar a safra agrícola

Colheita é sinal de máquinas a todo vapor no campo, portanto é o momento em que nenhuma falha pode ocorrer. Para manter a saúde dos equipamentos em dia, prontos para os momentos de maior exigência de trabalho, o cuidado com a manutenção é fundamental e a atenção com as peças de troca é ainda mais importante.

Muitos produtores caem em armadilhas ao escolher componentes de reposição no mercado paralelo, ou seja, peças não originais de fábrica, que são vistas como alternativas mais “atrativas”, mas podem trazer uma série de riscos ao desempenho e durabilidade dos equipamentos agrícolas. Ao optar por esses produtos de origem duvidosa, os agricultores não percebem que a economia inicial pode comprometer a viabilidade financeira de toda a atividade.

As exportações do agronegócio atingiram US$ 164,4 bilhões em 2024

A principal diferença entre as peças originais e paralelas está no padrão de fabricação. Enquanto as primeiras são feitas pelos próprios fabricantes dos equipamentos, seguindo rigorosos padrões de qualidade, testes de compatibilidade e garantias, as paralelas, normalmente de procedência desconhecida, podem não atender às mesmas especificações e exigências.

De acordo com Leonardo Barato, engenheiro agrônomo e marketing de produtos da Piccin Equipamentos, essa falta de controle sobre os materiais e o acabamento, pode impactar diretamente a eficiência e durabilidade dos implementos.

“As peças paralelas podem parecer vantajosas pelo preço mais acessível, mas, muitas vezes levam a falhas mecânicas que resultam em altos custos de manutenção e perda de produtividade”, diz.

Impactos diretos

A utilização de componentes duvidosos pode afetar negativamente o desempenho em várias frentes. Conforme alerta o especialista, a eficiência operacional, por exemplo, é impactada caso essas peças não se encaixem ou funcionem de forma inadequada.

Além disso, equipamentos com peças paralelas costumam apresentar quebras com maior frequência, causando paradas imprevistas. “Essas pausas ocorrem, muitas vezes, nos períodos mais críticos, como o plantio e a colheita, em que cada hora perdida interfere diretamente no resultado final da safra”, ressalta Barato.

Além do desempenho, o uso de peças de baixa qualidade pode aumentar o consumo de combustível, uma vez que o equipamento precisa compensar a falta de eficiência dos componentes, e assim, claro, onerando os custos.

“Essa ineficiência se reflete também no desgaste prematuro de outras partes das máquinas. Peças que não são fabricadas conforme os padrões originais podem sobrecarregar motores e sistemas hidráulicos, gerando danos secundários ao longo do tempo e encurtando a vida útil”, endossa o especialista da Piccin.

Esses problemas se tornam ainda mais graves em máquinas que exigem precisão, como plantadeiras e pulverizadores. Falhas em peças paralelas podem comprometer essa assertividade na distribuição de sementes ou de defensivos, reduzindo a eficácia das operações e, por consequência, a qualidade do trabalho e da produção.

O especialista observa que problemas assim podem até levar a uma colheita de menor qualidade e até mesmo a uma diminuição significativa do volume final da produção.

Riscos e até garantias comprometidas

Outro ponto de atenção ao se optar por peças de reposição paralelas é o impacto que elas podem ter na manutenção preventiva e corretiva. Barato alerta para os desafios de compatibilidade e durabilidade. “Uma peça paralela pode dificultar o diagnóstico de falhas, prolongar o tempo de reparo e, muitas vezes, anular a garantia do fabricante, tornando o agricultor o único responsável pelos custos”, explica.

Essa anulação da garantia é uma consequência direta, pois muitos fabricantes estipulam que o uso de componentes não originais invalida a cobertura do equipamento. Isso significa que, em caso de problemas, o agricultor fica responsável pelo custo total dos reparos, gerando ainda mais pressão financeira.

Além disso, a necessidade de substituições mais recorrentes por conta da baixa durabilidade aumenta o tempo de inatividade dos equipamentos e a frequência das intervenções corretivas, complicando a gestão das manutenções preventivas. Elas podem, ainda, de acordo com o especialista da Piccin, acelerar o desgaste de outras partes da máquina, que sobrecarregam devido à falta de eficiência do componente inadequado. “A escolha deve ir além do preço baixo. É importante avaliar o custo-benefício a longo prazo, considerando a segurança, a eficiência e a garantia”, conclui.

 

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