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MercadoNotícias

Setor de máquinas agrícolas deve encerrar 2024 com retração de 23%

Por Redação 27/11/2024
Escrito por Redação

Setor de máquinas agrícolas deve encerrar 2024 com retração de 23%

Clarisse Sousa – O mercado de máquinas agrícolas segue registrando retração em 2024. Segundo dados divulgados nesta quarta-feira (27) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), as vendas no setor acumularam uma queda de 23,3% de janeiro a outubro em comparação ao mesmo período de 2023. O resultado reflete os desafios enfrentados pelo agro brasileiro neste ano, com destaque para os impactos da seca.

De acordo com os dados apresentados pela Abimaq, no mês de outubro, o faturamento do setor atingiu R$ 5,7 bilhões – uma redução de 4,8% em relação ao mesmo mês de 2023. Na comparação com setembro deste ano, houve um recuo de 4%.

Pedro Estevão Bastos, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas (CSMIA) da Abimaq, reforçou que o desempenho negativo do setor é resultado de uma combinação de fatores: a alta dos juros, a queda nos preços das commodities agrícolas, a estagnação da área plantada e os efeitos climáticos em algumas regiões.

A entidade ajustou a projeção de retração do setor em 2024, reduzindo a estimativa de queda de 25% para 23%. Para 2025, prevê uma leve recuperação, com expectativa de crescimento de 8% nas vendas.

“É uma estimativa conservadora, mas só teremos uma visão mais clara a partir de março. Nossa esperança é que o próximo ano traga resultados significativamente melhores”, afirma Bastos.

Exportações

As exportações de máquinas agrícolas também sofreram retração. No acumulado de janeiro a outubro, a redução foi de 20,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Em outubro, as vendas externas recuaram 9,1% na comparação com setembro. Frente a outubro do ano passado, a redução foi de 15%.

Tratores e colheitadeiras

O segmento de tratores e colheitadeiras apresentou queda de 26,9% nas vendas totais ao longo de 2024, com 43.936 unidades comercializadas até outubro, frente às 60.125 registradas no mesmo período de 2023.

 

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Valor Bruto da Produção da agropecuária deve crescer 11,7% em 2025
MercadoNotícias

Faturamento com exportação do agro pode recuar em 2024, aponta Cepea

Por Redação 27/11/2024
Escrito por Redação

Faturamento com exportação do agro pode recuar em 2024

Depois de avançar e renovar o recorde por quatro anos consecutivos (2020, 2021, 2022 e 2023), em 2024, o faturamento em dólar com a exportação do agro brasileiro, de produtos agrícolas, pode ficar abaixo do ano anterior, conforme mostram pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, realizadas com base em dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), da Secretaria de Comércio Exterior (sistema Siscomex).

De janeiro a setembro de 2024, o faturamento com as vendas externas do agronegócio soma quase US$ 126 bilhões, sendo 1% inferior ao do mesmo período do ano anterior. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário está atrelado à queda, de 1%, no preço médio em dólar, tendo em vista que o volume escoado se mantém firme, registrando pequeno avanço de 0,3% na parcial deste ano frente ao anterior.

Moagem de cana no Centro-Sul acumula queda de 2,24% na safra 2024/25

Pesquisadores do Cepea destacam que, neste ano, chamam a atenção os aumentos nas quantidades escoadas de algodão em pluma (de expressivos 134%), de café (+42%), de açúcar (+35%) e carne bovina (+28%). Como de costume, a demanda da China, Europa e Estados Unidos por produtos brasileiros tem se mantido firme.

Expectativa para balanço

O faturamento em dólar com as exportações brasileiras do agronegócio deve fechar 2024 próximo do obtido em 2023, mas ainda fica a dúvida se o setor irá renovar mais uma vez o recorde, sobretudo devido às menores disponibilidade de soja e milho e ao menor preço pago em dólar.

Neste último caso, pesquisadores do Cepea indicam que o recuo nos valores em dólar nos últimos anos tem arrefecido, e, nos últimos meses, já se observa recuperação. Essa reação dos preços, sobretudo dos grãos, contudo, vai depender da oferta norte-americana para este e próximo anos e de outros fornecedores importantes, além do tamanho das próximas safras brasileira e argentina.

A taxa de câmbio nominal mais alta observada nos últimos meses deve favorecer o desempenho do setor agroexportador, tanto porque os produtos brasileiros ficam mais competitivos no mercado internacional, quanto por elevar o faturamento em Reais, quando da conversão das moedas. Assim, se o setor conseguir elevar levemente o desempenho do último trimestre de 2023, conseguirá, sim, superar o valor de US$ 166 bilhões em vendas ao exterior e alcançar novo recorde.

 

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Notícias

Moagem de cana no Centro-Sul acumula queda de 2,24% na safra 2024/25

Por Redação 27/11/2024
Escrito por Redação

Moagem de cana no Centro-Sul acumula queda de 2,24% na safra 2024/25

As usinas de cana da região Centro-Sul processaram 16,46 milhões de toneladas na primeira quinzena de novembro, ante 34,88 milhões da safra 2023/2024 – o que representa uma queda de 52,81%. No acumulado da safra 2024/2025 até 16 de novembro, a moagem atingiu 582,61 milhões de toneladas, ante 595,97 milhões de toneladas registradas no mesmo período no ciclo anterior – queda de 2,24%. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (27/11) pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (UNICA).

Operaram na primeira quinzena de novembro 223 unidades produtoras na região Centro-Sul, sendo 204 unidades com processamento de cana, nove empresas que fabricam etanol a partir do milho e dez usinas flex. No mesmo período, na safra 23/24, operaram 237 unidades produtoras.

Até o final da primeira quinzena de novembro, 25 unidades encerram a moagem. No acumulado desde o início do ciclo 2024/2025, 65 unidades finalizaram as operações. No mesmo período da safra anterior, 50 usinas haviam finalizado a moagem.

Agricultura familiar aquece o mercado de máquinas agrícolas

O diretor de Inteligência Setorial da UNICA, Luciano Rodrigues, explica que além das unidades que haviam programado seu término de moagem para a quinzena, a condição climática desfavorável para colheita ocasionou paradas pontuais em toda região Centro-Sul, impactando o ritmo de processamento das empresas em operação.

Em relação à qualidade da matéria-prima, o nível de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) registrado na primeira quinzena de novembro atingiu 133,09 kg de ATR por tonelada de cana-de-açúcar, contra 132,26 kg por tonelada na safra 2023/2024 – variação positiva de 0,63%. No acumulado da safra, o indicador marca 142,31 kg de ATR por tonelada, índice levemente superior (1,22%) ao do ciclo anterior na mesma posição.

Produção de açúcar e etanol

A produção de açúcar nos primeiros quinze dias de novembro totalizou 897,53 mil de toneladas, registrando queda de 59,18% na comparação com a quantidade registrada em igual período na safra 2023/2024 (2,20 milhões de toneladas). No acumulado desde o início da safra até 16 de novembro, a fabricação do adoçante totalizou 38,27 milhões de toneladas, contra 39,47 milhões de toneladas do ciclo anterior (-3,04%).

“Além da queda na moagem, a redução na produção de açúcar foi afetada pela menor proporção de cana direcionada à fabricação do adoçante na quinzena. Na primeira metade de novembro do ciclo 2023/2024, cerca de 50% da matéria-prima havia sido utilizada para a produção de açúcar, nesse ano o indicador atingiu apenas 43% da cana-de-açúcar utilizada para a fabricação do adoçante”, explicou Rodrigues.

Na primeira metade de novembro, a fabricação de etanol pelas unidades do Centro-Sul atingiu 1,06 bilhão de litros, sendo 608,08 milhões de litros de etanol hidratado (-38,80%) e 450,49 milhões de litros de etanol anidro (-29,51%). No acumulado do atual ciclo agrícola, a fabricação do biocombustível totalizou 29,92 bilhões de litros (+4,50%), sendo 19 bilhões de etanol hidratado (+12,01%) e 10,92 bilhões de anidro (-6,42%).

Do total de etanol obtido na primeira quinzena de novembro, 31% foram fabricados a partir do milho, registrando produção de 327,87 milhões de litros neste ano, contra 279,80 milhões de litros no mesmo período do ciclo 2023/2024 – aumento de 17,18%. No acumulado desde o início da safra, a produção de etanol de milho atingiu 4,82 bilhões de litros – avanço de 27,02% na comparação com igual período do ano passado.

Vendas de etanol

Na primeira quinzena de novembro, as vendas de etanol totalizaram 1,45 bilhão de litros, o que representa uma variação positiva de 13,30% em relação ao mesmo período da safra 2023/2024.

No mercado interno, o volume de etanol hidratado vendido pelas unidades do Centro-Sul totalizou 888,60 milhões de litros, o que representa um aumento de 14,36% em relação ao mesmo período da safra anterior. A venda de etanol anidro, por sua vez, atingiu a marca de 490,58 milhões de litros, avanço de 7,18%.

No acumulado desde o início da safra até 16 de novembro, a venda de etanol pelas unidades do Centro-Sul somou 22,32 bilhões de litros, registrando crescimento de 14,36%. O volume acumulado de etanol hidratado comercializado totalizou 14,42 bilhões de litros (+25,42%), enquanto o de anidro alcançou 7,90 bilhão de litros (-1,51%).

“Apesar da expectativa de menor moagem de cana-de-açúcar na safra 2024/2025, a oferta interna de etanol se mantém robusta, impulsionada por ganhos de eficiência, um mix mais alcooleiro, redução nas exportações e pelo crescimento contínuo da produção de etanol de milho, mantendo o movimento de expansão consistente nas vendas do biocombustível”, explica Luciano Rodrigues.

Mercado de CBios

Dados da B3 até o dia 26 de novembro indicam a emissão de 38,20 milhões de créditos em 2024 pelos produtores de biocombustíveis. A quantidade de CBios disponível para negociação em posse da parte obrigada, não obrigada e dos emissores totaliza 29,23 milhões de créditos de descarbonização.

“Somando a quantidade de CBios disponíveis para comercialização e os créditos já aposentados para cumprimento da meta de 2024, já atingimos a quantidade de títulos suficiente para o atendimento integral exigido pelo Programa em 31 de dezembro deste ano. Além disso, o excedente de títulos frente a meta totaliza expressivos 4,02 milhões de títulos”, destaca o diretor da UNICA.

 

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MercadoNotícias

Agricultura familiar aquece o mercado de máquinas agrícolas 

Por Redação 27/11/2024
Escrito por Redação

Agricultura familiar aquece o mercado de máquinas agrícolas 

A agricultura familiar foi responsável por R$ 29,5 bilhões em financiamento nos primeiros quatro meses do Plano Safra da Agricultura Familiar 2024/2025, o que representa 4% a mais do que o registrado no mesmo período da safra passada, de acordo com dados divulgados em novembro pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). Entre julho e outubro foram realizadas quase 678.000 operações de crédito para agricultoras e agricultores familiares, agroindústrias e cooperativas. O Plano Safra 2024/2025 chegou ao patamar recorde de R$ 76 bilhões registrado na série histórica, valor 6,2% maior do que o da safra passada.

Os números de financiamento trazem otimismo para o setor de equipamentos voltado a esse público. Ainda segundo o MDA, nos primeiros quatro meses do Plano, mais de R$ 6,3 bilhões foram usados para o financiamento de máquinas, equipamentos e implementos, o que representa um aumento de 20% em relação ao mesmo período da safra anterior. Os tratores se destacam, com aumento de 31%, seguido de equipamentos de irrigação, com 22%, e embarcações para pesca artesanal, com um aumento de 33% do volume financiado em relação à safra anterior.

Abiove prevê recordes históricos para o complexo da soja em 2025

A Agritech, pioneira na indústria brasileira ao fabricar máquinas voltadas especialmente para a agricultura familiar, entende que esse é o momento de esses produtores investirem ainda mais em maquinários modernos, que atendam às necessidades da lida no campo e otimizem o uso de mão de obra sem prejudicar a rentabilidade da propriedade.

“O pequeno agricultor precisa de apoio para crescer e diversificar sua produção. As iniciativas do Plano Safra, como o financiamento para aquisição de equipamentos, são fundamentais para melhorar a eficiência no campo, elevar a produtividade e fortalecer a rentabilidade desse público. Estamos muito animados com este aquecimento do mercado”, afirma o coordenador de Vendas/Marketing da Agritech, Cesar Roberto Guimarães de Oliveira.

Responsável por cerca de 70% da produção de alimentos do Brasil, segundo cálculos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a agricultura familiar está presente nos pontos centrais da Declaração Final do G20 Social, realizado entre 14 e 16 de novembro, no Rio de Janeiro (RJ), que foi encaminhado à Cúpula de Líderes do G20, realizada entre os dias 18 e 19 na mesma cidade, sendo destacada como essencial para garantir a soberania alimentar e a sustentabilidade ambiental.

No país, o setor é representado por quase 4 milhões de propriedades que ocupam 67% das áreas rurais, segundo o último Anuário Estatístico da Agricultura Familiar, publicado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG).

“Estamos no mercado há mais de 20 anos, e vemos com otimismo essa valorização cada vez maior do pequeno produtor, com linhas de crédito próprias para ele e reconhecimento de sua importância na produção de alimentos para o país”, comenta o coordenador de Vendas/Marketing da Agritech, Cesar Roberto Guimarães de Oliveira.

 

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Notícias

Grupo Carrefour se desculpa por crítica e boicote à carne brasileira

Por Redação 26/11/2024
Escrito por Redação

Grupo Carrefour se desculpa por crítica e boicote à carne brasileiraO Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informa que recebeu formalmente uma carta assinada pelo diretor-presidente do Grupo Carrefour, Alexandre Bompard, publicada nesta terça-feira (26), esclarecendo sua declaração em apoio aos agricultores franceses e reconhecendo a alta qualidade, o respeito às normas e o sabor da carne brasileira.

“Sabemos que a agricultura brasileira fornece carne de alta qualidade, respeito às normas e sabor. Se a comunicação do Carrefour França gerou confusão e pode ter sido interpretada como questionamento de nossa parceria com a agricultura brasileira e como uma crítica a ela, pedimos desculpa”, diz trecho do documento.

Com um sistema de rigoroso de defesa agropecuária, que posiciona o Brasil como o principal exportador de carne de aves e bovina do mundo, o Mapa reitera os elevados padrões de qualidade, sanidade e sustentabilidade da produção agropecuária brasileira.

Assim, o Mapa enaltece o trabalho desempenhado pelo setor, a gestão ativa das associações e seus associados na defesa de uma produção de excelência que chega às mesas de consumidores em mais de 160 países do mundo.

As boas relações diplomáticas conquistadas pelo governo brasileiro fazem com que, somente nos últimos dois anos, 281 novos mercados se somassem ao extenso portifólio dos produtos agropecuários brasileiros.

JBS interrompe o fornecimento de carne ao Carrefour no Brasil

Por isso, o Mapa afirma que trabalha sempre no intuito de esclarecer os fatos para não permitir que declarações equivocadas coloquem em dúvida um trabalho de defesa agropecuária de alto nível e de uma produção de alta qualidade e comprometida com uma das legislações ambientais mais rigorosas do planeta.

Veja a carta:

Ao Excelentíssimo Ministro da Agricultura e Pecuária do Brasil,
Senhor Carlos Fávaro,

A declaração de apoio do Carrefour França aos produtores agrícolas franceses causou discordâncias no Brasil. Como Diretor-Presidente do Grupo Carrefour e amigo de longa data do país, venho, respeitosamente, esclarecê-la.

O Carrefour é um grupo descentralizado e enraizado em cada país onde está presente, francês na França e brasileiro no Brasil.

Na França, o Carrefour é o primeiro parceiro da agricultura francesa: compramos quase toda a carne que necessitamos para as nossas atividades na França, e assim seguiremos fazendo. A decisão do Carrefour França não teve como objetivo mudar as regras de um mercado amplamente estruturado em suas cadeias de abastecimento locais, que segue as preferências regionais de nossos clientes. Com essa decisão, quisemos assegurar aos agricultores franceses, que atravessam uma grave crise, a perenidade do nosso apoio e das nossas compras locais.

Do outro lado do Atlântico, no Brasil, compramos dos produtores brasileiros quase toda a carne que necessitamos para as nossas atividades, e seguiremos fazendo assim. São os mesmos valores de criar raízes e parceria que inspiram há 50 anos nossa relação com o setor agropecuário brasileiro, cujo profissionalismo, cuidado à terra e produtores conhecemos.

O Grupo Carrefour Brasil é profundamente brasileiro, com mais de 130.000 colaboradores, se desenvolveu e continua se desenvolvendo sob minha presidência em parceria com produtores e fornecedores do Brasil, valorizando o trabalho do setor produtivo e sempre em benefício de nossos clientes. Nos últimos anos, o Grupo Carrefour Brasil acelerou seu desenvolvimento, dobrando tanto o volume de seus investimentos no país quanto suas compras da agricultura brasileira. Mais amplamente, o Brasil é o país em que o Carrefour mais investiu sob minha presidência, o que confirma nossa ambição e nosso comprometimento com o país. Assim seguiremos prestigiando a produção e os atores locais e fomentando a economia do Brasil.

Sabemos que a agricultura brasileira fornece carne de alta qualidade, respeito ás normas e sabor. Se a comunicação do Carrefour França gerou confusão e pode ter sido interpretada como questionamento de nossa parceria com a agricultura brasileira e como uma crítica a ela, pedimos desculpas.

O Carrefour está empenhado em trabalhar, na França e no Brasil, em prol de uma agricultura próspera, seguindo nosso propósito pela transição alimentar para todos. Asseguro, Senhor Ministro, nosso compromisso de longo prazo ao lado da agricultura e dos produtores brasileiros.

Aproveito a oportunidade para renovar os protestos de estima e consideração.

Atenciosamente,
Alexandre Bompard Diretor-Presidente do Grupo Carrefour

 

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NotíciasTecnologia

John Deere apresenta novas pás-carregadeiras Versão P com foco no conforto

Por Redação 26/11/2024
Escrito por Redação

John Deere apresenta novas pás-carregadeiras Versão P com foco no conforto

A John Deere acaba de anunciar o lançamento das pás-carregadeiras Versão P, elevando os padrões de conforto e desempenho no setor. Disponíveis nos modelos 524 P, 544 P, 624 P, 644 P e 724 P, as máquinas foram projetadas para atender a aplicações de construção e mineração, podendo também ser utilizadas no setor agrícola.

Com foco na experiência do operador, as novas pás-carregadeiras apresentam assento ergonômico e coluna de direção ajustável, diferenciais que impactam diretamente a ergonomia e aumentam a produtividade da operação. Além disso, a balança opcional de fábrica permite que os operadores monitorem a carga em tempo real.

“Essa tecnologia não só aumenta a eficiência, mas proporciona uma gestão mais precisa das operações”, afirma Adilson Butzke, diretor de Vendas e Marketing da divisão de Construção da John Deere para a América Latina. Os dados coletados podem ser registrados no John Deere Operations Center, facilitando o gerenciamento das atividades.

Outro ponto é o design aprimorado das caçambas, que oferece melhor retenção de materiais, além das luzes LED, que garantem maior visibilidade em condições de baixa iluminação e economia de energia. O exclusivo sistema de refrigeração em formato de caixa QuadCoolTM, desenvolvido pela John Deere, melhora a circulação de ar, aumentando o desempenho térmico e facilitando a manutenção dos radiadores.

Abiove prevê recordes históricos para o complexo da soja em 2025

“Essas inovações contribuem para a eficiência operacional e também para a durabilidade das máquinas, reafirmando a confiança dos clientes na marca”, acrescenta Butzke.

No Brasil, a 524 P se destaca como solução versátil para construção, terraplanagem e agricultura, enquanto a 644 P é a preferida no Peru e no México, atendendo às demandas de construção e suporte à mineração. Paraguai e Argentina também se beneficiarão do modelo 644 P para agricultura e construção. As novas pás-carregadeiras estarão disponíveis no Brasil a partir de novembro e em toda a América Latina até janeiro de 2025.

Centro de visitantes e área de testes

Para celebrar os 10 anos da Fábrica de Construção no Brasil, a John Deere também lançou em Indaiatuba (SP), ao lado da unidade, o Centro de Visitantes, um espaço criado para proporcionar experiências imersivas aos visitantes.

O local, que tem capacidade para receber aproximadamente 600 pessoas, conta com um campo de testes com arquibancadas para acomodar os visitantes, onde é possível assistir a demonstrações ao vivo das máquinas. Oferece ainda salas de reuniões, um Centro de Soluções Conectadas, auditório, receptivo exclusivo para o Programa de Visitas à Fábrica e uma John Deere Store.

 

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Branco Motores lança Trator Cortador BT-1742, modelo para jardinagem
Tecnologia

Branco Motores lança Trator Cortador BT-1742, modelo para jardinagem

Por Redação 25/11/2024
Escrito por Redação

Buscando ampliar ainda mais o portfólio do segmento de Casa&Jardim, a Branco Motores, referência em equipamentos para agropecuária, construção civil e jardinagem, anuncia o lançamento do trator cortador de grama BT-1742. Equipado com o motor B4T-17.0V a gasolina de 17 cv, ele oferece mais praticidade e eficiência para a manutenção de grandes áreas verdes, e é uma opção econômica para usuários que buscam alto desempenho em jardinagem profissional.

Abiove prevê recordes históricos para o complexo da soja em 2025

Desenvolvido especialmente para aplicações em condomínios, chácaras, campos de prática esportiva e outras grandes extensões e pequenas propriedades rurais, o BT-1742 se destaca pela agilidade na execução do serviço, em um desempenho superior aos cortadores convencionais, como os de empurrar, além de ter um investimento menor em comparação ao modelo BT-1942, também da Branco. Outra vantagem é que o trator proporciona redução de mão de obra e tempo de operação, proporcionando maior eficiência e praticidade para os usuários.

“Nosso objetivo é oferecer uma solução de investimento mais acessível e com melhor tecnologia tanto para os clientes que antes compravam os nossos modelos de motor Briggs, quanto para aqueles que consomem motor CN da concorrência”, afirma Rodrigo Deneka, Gerente de Produtos da Branco.

“Agora, com um trator cortador equipado com motor Branco, seremos mais competitivos e conseguiremos proteger a nossa linha de tratores. Além disso, lançamos o motor avulso, que poderá ser usado como reposição nos modelos dos concorrentes mencionados”, conclui Deneka.

 

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Notícias

JBS interrompe o fornecimento de carne ao Carrefour no Brasil

Por Redação 25/11/2024
Escrito por Redação

JBS interrompe o fornecimento de carne ao Carrefour no Brasil

A JBS suspendeu o fornecimento de carne para a rede de supermercados Carrefour no Brasil. A decisão veio após declarações do CEO do grupo francês, Alexandre Bompard, anunciando que a varejista deixaria de adquirir carne originária do Mercosul.

Em nota conjunta, diversas associações, como a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), entre outras, afirmaram que, se o executivo entende que o Mercosul não é fornecedor à altura do mercado francês, também “não serve para abastecer o Carrefour em nenhum outro país”.

Abiove prevê recordes históricos para o complexo da soja em 2025

A JBS começou os procedimentos para interromper a venda de carne ao Carrefour na última quinta-feira (21). A estratégia também atingirá as marcas ligadas à empresa francesa, como o Atacadão.

Outros frigoríficos brasileiros, como Marfrig e Masterboi também suspenderam o fornecimento de proteínas ao grupo.

Fonte: Datagro

 

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Mais de 85% da dívida rural do RS fica fora da MP de renegociações, aponta Farsul
Notícias

Inadimplência atinge 7,4% do produtor rural que atua como pessoa física

Por Redação 25/11/2024
Escrito por Redação

- Inadimplência atinge 7,4% do produtor rural que atua como pessoa física

Informações da Serasa Experian mostram que no segundo trimestre deste ano, considerando apenas dívidas que venceram por mais de 180 dias e que foram contraídas em setores que se relacionam às principais atividades do agronegócio, a inadimplência alcançou apenas 7,4% da população rural que atua como produtor rural pessoa física no Brasil. Em comparação com os primeiros três meses de 2024, houve uma leve alta de 0,3 pontos percentuais.

De acordo com o head de agronegócio da Serasa Experian, Marcelo Pimenta, o quadro pode ser representado como relativamente positivo, pois a variação trimestral foi muito baixa.

“Mesmo com as dificuldades para acesso a crédito, rolagem de dívida, patamar do preço das commodities, e outros desafios, como os acontecimentos climáticos que afetaram a estabilidade financeira no campo, os números de inadimplência no agro se mantiveram praticamente iguais e a maior parcela dos proprietários rurais do país estão conseguindo honrar seus compromissos financeiros e continuar mantendo um saldo positivo para o setor.”

Neste estudo, a estratificação por porte revelou que grandes proprietários tiveram a maior representatividade e 9,8% deles foram impactados pela inadimplência. Aqueles que não possuem registro de cadastro rural – arrendatários, pessoas participantes de grupos econômicos ou familiares – vieram depois, com 9,3%. Os proprietários de médio porte marcaram 6,9% e os pequenos foram os menos afetados, com apenas 6,6%.

Experientes têm menor índice de inadimplência

Os dados levantados pela Serasa Experian também revelaram que, quando maior a faixa etária do proprietário rural, menor é o índice de inadimplência registado. Ainda sobre o segundo trimestre de 2024, daqueles que têm entre 50 e 59 anos, 7,2% estavam com o nome no vermelho. A partir disso, quanto mais aumenta a idade mais o percentual diminui. 

Abiove prevê recordes históricos para o complexo da soja em 2025

Setores relacionados 

Ainda em relação ao segundo trimestre deste ano, observando os setores em que as dívidas foram contraídas e negativadas, gerando as taxas de inadimplência analisadas neste estudo, é possível identificar que as dívidas com “Instituições Financeiras” – que financiam atividades no campo – marcaram a maior fatia, de 6,5%.

No entanto, os percentuais de proprietários rurais inadimplentes no “Setor Agro” e em “Outros Setores Relacionados” foram muito pequenos, de 0,1% e 0,2%, respectivamente. Essas categorias abrangem diversos produtos e serviços como agroindústrias de transformação e comércio atacadista agro, serviços de apoio ao agro, produção e revendas de insumos e de máquinas agrícolas, produtores rurais, seguradoras não-vida, transportes e armazenamentos.

Fonte: Datagro

 

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Produção de soja está estimada em 180,4 milhões de toneladas, diz Abiove
Notícias

Abiove prevê recordes históricos para o complexo da soja em 2025

Por Redação 22/11/2024
Escrito por Redação

Abiove prevê recordes históricos para o complexo da soja em 2025

De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), a produção do complexo da soja deve alcançar números recordes em 2025. A estimativa é de 167,7 milhões de toneladas de soja, com esmagamento de 57 milhões de toneladas. Para o farelo de soja, a previsão é de 44 milhões de toneladas, enquanto o óleo de soja deve atingir 11,4 milhões de toneladas.

As exportações também devem estabelecer novos patamares, chegando a 104,1 milhões de toneladas de grãos e gerando receitas totais estimadas em US$ 50,8 bilhões. O farelo deve registrar exportações de 22,9 milhões de toneladas, enquanto o óleo de soja deve se manter em torno de 1 milhão de toneladas.

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Além disso, a Abiove projeta um aumento nas importações de óleo de soja, para 150 mil toneladas, e de soja, com 500 mil toneladas suplementando o mercado.

Desempenho de 2024

No balanço atualizado até setembro de 2024, a produção de soja permaneceu estável em 153,3 milhões de toneladas, enquanto o esmagamento foi de 54,5 milhões de toneladas.

Em setembro, o processamento mensal alcançou 4,1 milhões de toneladas, com variações anuais e mensais moderadas. As exportações de soja cresceram 0,5% no acumulado do ano, totalizando 98,3 milhões de toneladas.

 

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22/11/2024 0 Comentários
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