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NotíciasTecnologia

Senar capacita produtores para o uso de drones, IA e tecnologia no campo

Por Redação 29/08/2024
Escrito por Redação

- Senar capacita produtores para o uso de drones, IA e tecnologia no campo

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) oferece seis novos cursos, online e gratuitos, voltados para a capacitação de produtores rurais e trabalhadores rurais, com foco em inteligência artificial, uso de drones e tecnologia de ponta no campo.

As novas capacitações são “Agropecuária digital”, “Cuidados técnicos para uso de drones”, “Drones: conceitos, legislação e operação”, “Energia fotovoltaica”, “Inteligência artificial no campo” e “Introdução à agricultura de precisão”.

As inscrições estão abertas, mediante disponibilidade de vagas pelo link: https://bit.ly/senar-cursos ou aplicativo Senar Play, disponível para Android e IOS.

Venda de máquinas agrícolas acumula queda de 27,5% em 2024

Os cursos irão preparar os profissionais para enfrentar os desafios da modernização do campo, promovendo uma produção cada vez mais eficiente e sustentável. Os conteúdos incluem informações sobre gestão e empreendedorismo e capacitam os produtores para administrar seus negócios de maneira mais eficaz.

De acordo com a diretora de Educação Profissional e Promoção Social do Senar, Janete Almeida, os produtores precisam estar preparados para as inovações que chegam ao campo e vão ajudá-los nos processos produtivos.

“O uso de tecnologias avançadas como drones, agricultura de precisão e inteligência artificial está se tornando essencial para quem deseja se manter competitivo no campo. Essas ferramentas aumentam a eficiência e a sustentabilidade e abrem novas possibilidades para a gestão e o crescimento dos negócios rurais”, afirmou.

Os participantes receberão o certificado de participação após visualizar e estudar o conteúdo do curso, realizar as atividades de aprendizagem e responder a pesquisa de satisfação.

 

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29/08/2024 0 Comentários
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Notícias

Queimadas afetam qualidade do solo e aumentam custos da produção

Por Redação 29/08/2024
Escrito por Redação
Queimadas diminuem qualidade do solo e aumentam custos da produção

Incêndio em área da Embrapa Pecuária Sudeste // Foto: Danilo Rocha

Na última semana, vários focos de incêndio foram registrados no estado de São Paulo. Muitas queimadas atingiram grandes proporções, causando morte de animais, perda de culturas agrícolas e prejuízos com infraestruturas rurais e urbanas.

Além do impacto econômico, social e ambiental, as queimadas afetam as propriedades físicas, químicas e biológicas dos solos. Grandes quantidades de carbono, nitrogênio, potássio e enxofre são perdidas para a atmosfera por volatilização durante a combustão.

De acordo com o pesquisador Alberto Bernardi, da Embrapa Pecuária Sudeste, especialista em solos, em longo prazo, essa alteração no solo causada pelo fogo tem consequências na biodiversidade e na manutenção de processos ecossistêmicos. Pesquisas indicam que o fogo compromete a qualidade do solo e a produtividade no decorrer do tempo.

“A queima da cobertura vegetal deixa a área descoberta, levando a maior absorção da radiação solar, com ampliação da temperatura e do ressecamento ao longo do dia. Porém, à noite, ocorre a perda de calor pela exposição, elevando assim a amplitude das variações térmicas diárias. Essas oscilações prejudicam a absorção de nutrientes e a biologia do solo. Outro problema é a erosão, pela ação do vento e o impacto da chuva, que leva à compactação ou selamento superficial. O resultado é menor infiltração de água e aumento do escoamento superficial”, explica Bernardi.

A recuperação do solo pode levar cerca de três anos, com custos elevados para os produtores, que precisam investir no fornecimento de nutrientes para restaurar a área afetada.

Venda de máquinas agrícolas acumula queda de 27,5% em 2024

A renovação da vegetação logo após a queimada pode deixar uma impressão positiva, no entanto o efeito é apenas temporário. Essa brotação de novas plantas ocorre porque as cinzas são compostas por grande quantidade de nutrientes (Cálcio, Magnésio, e Potássio, principalmente) estocados na fitomassa e liberados na superfície do solo com o fogo.

As cinzas são alcalinas, ou seja, neutralizam a acidez superficial, favorecendo o crescimento de plantas. Mas parte das cinzas será levada para fora do local de queima, seja pela ação do vento ou do escoamento superficial pela chuva. Já, em longo prazo, o estoque de carbono do solo é perdido, porque a baixa disponibilidade de nutrientes levará a maior mineralização da matéria orgânica armazenada.

“Então, vários processos são prejudicados pela perda dessa matéria orgânica, entre eles a capacidade de troca catiônica (CTC), estabilidade dos agregados, porosidade, infiltração de água, atividade e diversidade de micro, meso e macrofauna do solo”, conta o especialista.

Para o pesquisador, um solo de qualidade, exercendo todas suas funções, auxilia no alcance de vários Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) como os relacionados à redução da fome e à pobreza extrema, melhoria da proteção do meio ambiente e do combate às mudanças climáticas.

Incêndio em área da Embrapa Pecuária Sudeste

Mais uma vez, áreas da Embrapa Pecuária Sudeste foram queimadas pelo fogo. No sábado, 24 de agosto, um incêndio foi iniciado na mata do centro de pesquisa, localizado em São Carlos (SP), às margens da rodovia Guilherme Scatena.

Em pouco tempo, os brigadistas conseguiram conter as chamas, trabalhando para que o cenário de 2021 não se repetisse. O fogo chegou a atingir uma pastagem onde estavam vacas de corte da raça Nelore. Elas foram retiradas e levadas para outro local de pasto, seguro.

Desta vez, segundo Cesar Cordeiro, presidente da Brigada de Incêndio da Embrapa, foram queimados cerca de 10 hectares de pastagem e 11 hectares de mata. Também houve prejuízo com perda de infraestrutura, como cercas e mourões. Nenhuma pesquisa foi afetada.

 

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29/08/2024 0 Comentários
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Mercado

Venda de máquinas agrícolas acumula queda de 27,5% em 2024

Por Redação 28/08/2024
Escrito por Redação

Venda de máquinas agrícolas acumula queda de 27,5% em 2024

Clarisse Sousa – O setor de máquinas e implementos agrícolas tem apresentado um desempenho negativo em 2024. Dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) nesta quarta-feira (28) mostram uma queda acumulada de 27,5% nas vendas até julho. No entanto, a receita líquida das vendas cresceu 8,9% em julho, totalizando R$ 5,9 bilhões em comparação com junho. Em relação ao mesmo mês do ano passado, houve uma retração de 9,5%.

Mesmo com a queda nos últimos meses, o presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas (CSMIA) da Abimaq, Pedro Estevão Bastos, acredita que “o pior já passou”. Em coletiva de imprensa para apresentar os dados da indústria, ele ressaltou que “o setor parou de cair”, conforme previsto pela entidade.

“O mês de julho teve uma queda menor, de 9,5%. A explicação é a entrada dos recursos do Plano Safra, com juros mais baixos em programas como Moderfrota e Pronaf, que estão mais atrativos. Além disso, os negócios que estavam represados voltaram a acontecer neste [início de] segundo semestre”, disse Bastos.

Apesar do otimismo com a redução na queda das vendas de máquinas, a previsão ainda aponta para uma retração de 25% no setor este ano. “Esperamos um cenário mais favorável somente a partir de fevereiro ou março de 2025”,  afirma. Segundo ele, “se tudo correr conforme o esperado, a queda não deve persistir no próximo ano.”

Mercado global de drones agrícolas deve atingir mais de R$ 23 bilhões até 2029

De acordo com Bastos, os resultados dos meses de agosto a outubro podem ser melhores devido aos recursos liberados pelo Plano Safra. Ele observa, no entanto, que “recursos como os do Moderfrota do BNDES são limitados e devem se esgotar rapidamente, ainda em setembro.”

Conforme os dados da Abimaq, as vendas internas de máquinas agrícolas cresceram 4,6% em julho em relação a junho, mas tiveram queda de 13% quando comparadas ao mesmo período de 2023.

Nos sete primeiros meses de 2024, as vendas internas apresentaram uma retração de 27,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

Exportações

As vendas externas de máquinas agrícolas cresceram 42,2% em julho em comparação a junho. No entanto, no acumulado do ano, as exportações ainda apresentam uma queda de 24,4%.

Tratores e colheitadeiras

As vendas internas de tratores e colheitadeiras caíram 28,7% de janeiro a julho deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado, totalizando 25.695 unidades contra 36.024 comercializadas em 2023.

No mesmo período, as exportações de tratores e colheitadeiras registraram uma redução de 32,7%, totalizando 3.287 unidades contra 4.884 do mesmo período do ano passado.

 

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28/08/2024 0 Comentários
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Redução de áreas de trigo no Sudeste e Sul pode impactar a produção nacional
Mercado

Brasil deve manter ritmo de importação de trigo, avalia analista

Por Redação 28/08/2024
Escrito por Redação
Brasil deve manter ritmo de importação de trigo, avalia analista

Colheita de trigo. Pitanga,11/10/2019 Foto:Jaelson Lucas / AEN

Marcado por inúmeros desafios, como os aumentos nos preços do cereal e possíveis quebras de safras em decorrência das mudanças climáticas, 2024 já pode ser considerado um ano desafiador para o mercado de trigo global. Como forma de entender os gargalos e as possibilidade desse cenário, a Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo) realizou um webinar sobre o assunto na tarde de 27 de agosto.

Com o tema “Cenário do mercado de trigo no Brasil e no Mundo”, o encontro on-line, mediado pelo diretor de Suprimentos da Viterra Milling (Correcta e Moinho’s Cruzeiro do Sul), Maurício Ghiraldelli, contou com apresentações do analista de Mercado da Safras & Mercado, Elcio Bento, e do diretor da PRTK Consultoria, Douglas Araujo.

Moagem de cana-de-açúcar tem queda 8,57% na primeira quinzena de agosto

Para Ghiraldelli, o evento foi realizado em um momento crucial do grão. “É neste período que ocorrem às colheitas no Hemisfério Norte, com uma concentração de 85% da produção mundial, e nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do Brasil”, ressaltou o diretor, frisando a importância de expor aos participantes informações que possam gerar conteúdos de valor para as tomadas de decisões estratégicas nos principais elos da cadeia produtiva do trigo.

O mercado verde e amarelo

Ao analisar o mercado brasileiro, Elcio Bento destacou três fatores para a precificação do trigo: produção nacional – o que inclui escassez (paridade de importação) e excesso (paridade de exportação), preços internacionais e câmbio.

“Os preços internacionais e o câmbio são responsáveis por determinar em quais patamares estarão as paridades de importação e exportação nacionais. Se há escassez, é necessário importar e se há excesso, exportar”, explicou.

Para 2024/25, o profissional estima que o país deverá manter o ritmo de importações e, consequentemente, segurar as exportações. “No ano passado exportamos mais, mesmo com uma safra semelhante, mas era um trigo não utilizado no mercado interno. Se o grão deste ano tiver qualidade, teremos que segurá-lo no Brasil”, afirmou.

Em comparação aos preços internacionais, na região do Paraná, com recorte para o interior do estado, há uma inferioridade de 2% em relação a Kansas, nos Estados Unidos. “Essa porcentagem nos mostra que estamos na margem de erro e conseguimos identificar uma tentativa – depois de um período de preços mais elevados – de acomodar, precificar e voltar para a ideia de preços de safra nova”, detalhou.

O mercado global

No quadro de oferta e demanda global, como ponderou o diretor da PRTK Consultoria, Douglas Araujo, há um pequeno salto entre os números do ano anterior e do atual. “No entanto, são números ainda abaixo do consumo, o que leva a estoques menores, uma vez que estamos em um período que findamos 77% da colheita 2024/25”, ressaltou.

Ainda de acordo com Douglas, os países mais desenvolvidos, como Estado Unidos, Suíça e Reino Unido, estão caminhando para um ciclo de redução de juros e as economias em desenvolvimento, como Brasil, Índia e China, viverão algo intermediário.

“Essa mudança, ao observamos a Bolsa de Valores, faz com que os fundos já estejam vendidos e, consequentemente, se mostra uma força muito relevante na formação dos preços no mercado físico, já que, ao somarmos todas as Bolsas de Valores do mundo, elas contabilizam um volume astronômico. O peso da economia, dos juros e da inflação refletem nas decisões de agentes globais”, comentou.

A Argentina, por outro lado, está rapidamente corrigindo a situação inflacionária do ano anterior. “É um caso muito interessante, neste cenário, o País tem se recuperado a passos muito largos e isso virá a refletir no ambiente econômico e na nova safra, pois os produtores dessa região vão poder corrigir a distorção que existe com o juros real, modificando até mesmo o panorama global”, finalizou.

 

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MercadoNotícias

Moagem de cana-de-açúcar tem queda 8,57% na primeira quinzena de agosto

Por Redação 28/08/2024
Escrito por Redação

Moagem de cana-de-açúcar tem queda 8,57% na primeira quinzena de agosto

Na primeira quinzena de agosto, as unidades produtoras da região Centro-Sul processaram 43,83 milhões de toneladas de cana-de-açúcar ante a 47,94 milhões da safra 2023/2024 – o que representa queda de 8,57%. No acumulado da safra 2024/2025 até 16 de agosto, a moagem atingiu 377,44 milhões de toneladas, ante 360,06 milhões de toneladas registradas no mesmo período no ciclo anterior.

Ao término da quinzena, permanecem em operação 258 unidades no Centro-Sul, sendo 239 unidades com processamento de cana-de-açúcar, nove empresas que fabricam etanol a partir do milho e dez usinas flex.

Dados apurados pelo Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) para o mês de julho indicaram um rendimento agrícola de 86,6 toneladas por hectare colhido, em média, nas lavouras do Centro-Sul. Esse valor representa uma retração de 12,2% em relação ao índice registrado em mesmo período da safra 2023/2024. No acumulado de abril a julho, o índice apresenta queda de 5,6%, passando de 94,0 toneladas por hectare colhido para 88,7 toneladas por hectare.

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Em relação à qualidade da matéria-prima, o nível de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) registrado na primeira quinzena de agosto atingiu 151,09 kg de ATR por tonelada de cana-de-açúcar, contra 149,22 kg por tonelada na safra 2023/2024 – variação positiva de 1,25%. No acumulado da safra, o indicador marca 135,15 kg de ATR por tonelada, índice muito próximo ao do último ciclo na mesma posição.

O diretor de Inteligência Setorial da Unica, Luciano Rodrigues, esclarece que a retratação de moagem observada na primeira metade de agosto não tem relação com os incêndios, que impactaram parte das lavouras após o fechamento da quinzena.

Produção de açúcar e etanol

A produção de açúcar na primeira quinzena de agosto totalizou 3,11 milhões de toneladas, registrando queda de 10,24% na comparação com a quantidade registrada em igual período na safra 2023/2024 (3,46 milhões de toneladas). No acumulado desde o início da safra até 16 de agosto, a fabricação do adoçante totalizou 23,91 milhões de toneladas, contra 22,68 milhões de toneladas do ciclo anterior (+5,41%).

Com efeito, na última quinzena apenas 49,27% da matéria-prima disponível foi direcionada para a produção de açúcar, ante 50,82% observados no mesmo período da safra 2023/2024.

Rodrigues enfatiza que desde o início da safra as condições climáticas registradas para o desenvolvimento da lavoura prejudicaram a concentração de sacarose e impuseram limitações à fabricação de açúcar.

Na primeira metade de agosto, a fabricação de etanol pelas unidades do Centro-Sul atingiu 2,29 bilhões de litros, sendo 1,47 bilhão de litros de etanol hidratado (+3,02%) e 828,52 milhões de litros de etanol anidro (-10,22%). No acumulado do atual ciclo agrícola, a fabricação do biocombustível totalizou 18,00 bilhões de litros (+7,26%), sendo 11,43 bilhões de etanol hidratado (+17,21%) e 6,57 bilhões de anidro (-6,56%).

Do total de etanol obtido na primeira quinzena de agosto, 14% foram fabricados a partir do milho, registrando produção de 322,05 milhões de litros neste ano, contra 282,02 milhões de litros no mesmo período do ciclo 2023/2024 – aumento de 14,19%. No acumulado desde o início da safra, a produção de etanol de milho atingiu 2,78 bilhões de litros – avanço de 24,75% na comparação com igual período do ano passado.

Vendas de etanol

Nos primeiros quinze dias de agosto, as vendas de etanol totalizaram 1,49 bilhão de litros, o que representa uma variação positiva de 12,66% em relação ao mesmo período da safra 2023/2024.

No mercado interno, o volume de etanol hidratado vendido pelas unidades do Centro-Sul totalizou 897,91 milhões de litros, o que representa alta de 19,27% em relação ao mesmo período da safra anterior. A venda de etanol anidro, por sua vez, atingiu a marca de 483,25 milhões de litros, avanço de 0,90%.

“Os dados quinzenais de vendas das unidades do Centro-Sul mantêm tendência observada desde o início do ano, refletindo a opção do consumidor pelo biocombustível”, registra o executivo da Unica.

No acumulado da safra 24/25, a comercialização de etanol pelas unidades do Centro-Sul somou 13,12 bilhões de litros, registrando crescimento de 19,91%. O volume acumulado de etanol hidratado totalizou 8,51 bilhões de litros (+39,04%), enquanto o de anidro alcançou 4,61 bilhões de litros (-4,37%).

 

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Notícias

Grupo HDI expande portfólio e lança seguro agrícola para soja e milho verão

Por Redação 28/08/2024
Escrito por Redação

Grupo HDI expande portfólio e lança seguro agrícola para soja e milho verão

O Grupo HDI Seguros anunciou nesta quarta-feira (28) o lançamento de seu primeiro produto agrícola, desenvolvido em parceria com a companhia mexicana Protección Agropecuaria Compañía de Seguros. O produto está sendo introduzido em um projeto piloto, iniciado neste mês, abrangendo cerca de cem municípios em Minas Gerais, Paraná, Goiás e São Paulo.

Voltado inicialmente para as culturas de soja e milho, a cobertura básica do seguro protege contra riscos climáticos como chuvas excessivas, seca, geada e ventos fortes. Além disso, oferece um nível de cobertura que varia de 65% a 70% da produtividade estipulada para cada município, bem como uma cobertura adicional para replantio, que garante até 20% do Limite Máximo de Indenização (LMI).

Mercado global de drones agrícolas deve atingir mais de R$ 23 bilhões até 2029

Outro aspecto do modelo adotado pelo HDI no Brasil é a combinação de tecnologia, bases de dados espaciais e monitoramento satelital. O novo seguro inclui o diferencial de monitorar presencialmente cada apólice contratada, o que permite um atendimento mais próximo aos produtores.

“Essa parceria representa uma estratégia crucial para o avanço do seguro agrícola no Brasil. A expertise e a tecnologia de ponta da Protección Agropecuaria, aliadas à nossa ampla rede de corretores e força de distribuição, nos possibilitam oferecer um produto realmente inovador. Estamos confiantes de que esse trabalho de longo prazo não só preencherá lacunas importantes no setor, como também impulsionará a proteção e o crescimento sustentável dos produtores brasileiros. Este é apenas o começo de uma trajetória promissora”, afirma Igor Di Beo, vice-presidente de Vida & RE do Grupo HDI.

Segundo a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), o agro é a área de maior crescimento entre os seguros no Brasil e projeta uma expansão de 23,1% em 2024. Diante desse mercado em ascensão, o Grupo HDI passa a oferecer um seguro agrícola com coberturas robustas, atendendo às demandas de produtores em diversas regiões do País.

 

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NotíciasTecnologia

Mercado global de drones agrícolas deve atingir mais de R$ 23 bilhões até 2029

Por Redação 28/08/2024
Escrito por Redação

Mercado global de drones agrícolas deve atingir mais de R$ 23 bilhões até 2029

Clarisse Sousa – Um estudo da Mordor Intelligence projeta que o mercado global de drones agrícolas deve atingir US$ 4,3 bilhões (equivalente a R$ 23,1 bilhões) até 2029. Para 2024, a estimativa está em torno de US$ 2,08 bilhões (cerca de R$ 11 bilhões).

Essa projeção evidencia a crescente importância que os drones vêm adquirindo ao longo dos anos no setor agrícola. Para Rogério Neves, CEO da CPE Tecnologia, o resultado da pesquisa demonstra que, “conforme o tempo passa, mais digital o mercado fica, independentemente da área”.

“Com isso, podemos ver o quanto algumas tecnologias se tornaram fundamentais para exercermos nossas atividades e os drones são prova disso. Trata-se de um mercado que tende a expandir muito ainda devido ao grande número de atividades que demandam recursos que podem ser programados ou acoplados em drones”, diz.

Para o executivo, um dos principais benefícios dos drones é a redução de custos, além da maior agilidade, precisão e eficiência que proporcionam. “São equipamentos versáteis. Por exemplo, sobrevoam grandes áreas para realizar o monitoramento de um terreno e, quando utilizados junto a recursos como lasers scanner, eles conseguem fazer leituras, coletar e analisar dados, agilizando processos e realizando funções que demandavam muito mais tempo para serem concluídas”, pontua.

Drones revolucionam a agricultura com sustentabilidade e eficiência

De acordo com Rogério Neves, a expansão desse mercado também é evidente no Brasil, ao se observar o número de drones agrícolas em operação no país. Segundo o Sistema de Aeronaves Não Tripuladas (Sisant), da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), há atualmente 5.269 drones agrícolas em operação no Brasil, representando um crescimento impressionante de 375% em relação a 2022, quando havia aproximadamente 1.110 drones registrados.

“Em função desse cenário, é essencial investir na capacitação dos profissionais que utilizam essas ferramentas em suas atividades diárias, seja por meio de cursos ou treinamentos. Assim, eles poderão se manter atualizados com as novas tecnologias que surgirem em seus respectivos mercados”, finaliza.

 

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ExpointerNotícias

Semeadoras de arroz são destaques da Kuhn do Brasil na Expointer

Por Redação 28/08/2024
Escrito por Redação

Semeadoras de arroz são destaques da Kuhn do Brasil na Expointer

A Kuhn do Brasil levou duas semeadoras focadas na cultura de arroz para a 47ª edição da Expointer. No estande da marca é possível conhecer o portfólio da empresa, sobretudo os detalhes da semeadora pneumática Quadra, ideal para alto rendimento na semeadura de grãos finos, e da semeadora mecânica Oriza, com alto desempenho mesmo em terrenos irregulares.

Atualmente, o Rio Grande do Sul é o maior produtor de arroz do Brasil, representando cerca de 70% da produção nacional do grão. No estado, a Kuhn tem um dos seus principais mercados no país, por isso a escolha de destacar duas máquinas voltadas à cultura do grão durante a Expointer, conforme José Carlos Bassetti, gerente de marketing da empresa.

“Para nós, a participação na Expointer significa estar ainda mais próximos de produtores que já conhecem e confiam na nossa marca, assim como apresentar as mais recentes tecnologias e inovações, já que é um público sempre em busca das principais novidades para seguir liderando o cultivo e exportando para o mundo todo”, explica Bassetti.

Semeadora Quadra

A semeadora pneumática Quadra, desenvolvida com excelência tecnológica, é voltada para produtores que buscam alto rendimento na semeadura de grãos finos. Com um sistema exclusivo de distribuição pneumática, garante deposição homogênea e precisa de adubo e sementes.

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Autotransportável, ela facilita o deslocamento entre áreas com rapidez e segurança, reduzindo custos operacionais, e permite a mudança de posição de trabalho para transporte em pouco mais de 1 minuto, sem que o operador precise desembarcar do trator. Com 3,80 m nos rodados, é facilmente transportada por estradas, pontes e porteiras, garantindo segurança e ergonomia.

Equipada com tecnologia Isobus, ela oferece conectividade e facilidade de operação, monitorando todas as funções diretamente pelo sistema do trator. Seu sistema de distribuição pneumático patenteado assegura dosagem correta e autolimpeza, evitando acúmulo de adubos úmidos e garantindo precisão.

A Quadra também se destaca na agricultura de precisão, com semeadura em taxa variável e corte de seção, otimizando o uso de insumos e maximizando a produtividade. Seus reservatórios de alta capacidade, em rotomoldado, proporcionam durabilidade e eficiência operacional, com capacidade de até 4.500 litros.

Os rodados dianteiros do chassi possuem sistema de giro livre, reduzindo o raio de giro nas manobras e facilitando o trabalho em áreas menores.

Oriza

A semeadora mecânica Oriza foi desenvolvida para atender às exigências do cultivo de arroz com alta resistência e durabilidade. Projetada para suportar os esforços intensos do plantio, ela possui componentes estruturais robustos, como chassi reforçado e rodados articulados, garantindo desempenho superior em terrenos irregulares.

Os seus reservatórios são novos, de alta capacidade, e permitem maior capacidade e menos tampas de abastecimento, otimizando a jornada de trabalho e garantindo o plantio na hora certa. Produzidos em polietileno, são resistentes à corrosão e possuem capacidade média 25% superior aos modelos concorrentes.

As linhas de plantio da Oriza são feitas de ferro fundido, proporcionando mais desempenho e durabilidade. O sistema de regulagem da pressão de corte e os compactadores ajustáveis garantem uniformidade no plantio, mesmo nas condições mais adversas.

Linhas com alta flutuação proporcionam um plantio uniforme e que acompanha o relevo das taipas. Os limpadores eficientes e aros limitadores asseguram a profundidade de plantio uniforme, resultando em um estande de plantas homogêneo e de alta qualidade.

O número de linhas varia conforme os modelos: 26, 32 e 42. Os reservatórios de sementes nos diferentes modelos também variam, indo de 1.400L a 2.460L, enquanto os de adubo podem ir de 1.730L a 3.280L, de acordo com a máquina. A largura de trabalho é de 4,25 na Oriza 26, 5,27 na Oriza 32 e de 6,97 na Oriza 42.

 

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Notícias

Incêndios em SP: novas projeções apontam prejuízo de R$ 500 milhões

Por Redação 28/08/2024
Escrito por Redação
- Incêndios em SP: novas projeções apontam prejuízo de R$ 500 milhões

Foram identificados mais de 2,1 mil focos de incêndios na sexta-feira (23) e no sábado (24) // Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

A Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil (Orplana) divulgou nesta terça-feira (27) novas projeções para os prejuízos causados pelos incêndios que atingiram o estado de São Paulo no final da última semana.

De acordo com as novas estimavas, cerca de 80 mil hectares de áreas de cana-de-açúcar e de rebrota de cana foram queimados, ante projeção anterior em 59 mil ha.

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A nova área representa quase 2% do total de cana cultivada em São Paulo, estimada em 4,3 milhões de ha, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A Orplana também elevou a previsão de perdas financeiras de R$ 350 milhões para R$ 500 milhões.

Fonte: Datagro

 

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Agricultura Familiar acumula crescimento de 16,6% em dois dias de Expointer

Por Redação 27/08/2024
Escrito por Redação
Em dois dias, Agricultura Familiar acumula crescimento de 16,6% na Expointer

Empreendimento Rodeio da Figueira foi destaque no último concurso da Agricultura Familiar – Foto: Jürgen Mayrhofer / Secom

O Pavilhão da Agricultura Familiar da Expointer vendeu um total acumulado de R$ 2.252.141,88 em apenas dois dias de venda, o que aponta um crescimento de 16,64% em relação ao mesmo período de 2023.

Para além dos 413 empreendimentos que ocupam o pavilhão e que levam o que de melhor é produzido nas propriedades rurais do Rio Grande do Sul, a edição de 2024 traz um componente especial: a história de homens e mulheres que foram fortemente impactados pelas chuvas e enchentes que ocorreram no Estado, mas que superaram as adversidades para reerguerem seus empreendimentos e trazerem seus produtos à Expointer.

LS Tractor participa da Expointer com tratores para a Agricultura Familiar

O caso de Igor Longaray, de 27 anos, revela a superação que os gaúchos buscam encontrar desde o início dos eventos meteorológicos. Funcionário da Casa Bucco, cachaçaria de Bento Gonçalves, Longaray perdeu a esposa e o sogro devido a um deslizamento de terra que atingiu as instalações da agroindústria. Decidiu que, apesar da dor que enfrentava, tinha que seguir e estar presente na Expointer.

“A minha esposa sempre foi uma pessoa positiva, sempre pensando para frente. Todos os produtos que estão nessa mesa, as cachaças que estão aqui, passaram pelas mãos dela, então eu levei isso em consideração e decidi tocar adiante o legado dela”, apontou Longaray.

A chuva que castigou o Vale do Rio Pardo atingiu a moradia e o empreendimento do casal Givanildo Vidal de Souza e Maria Elisa Hennig, em Candelária. Os proprietários da agroindústria Rodeio Figueira perderam a casa e toda a estrutura do negócio familiar. Além disso, perderam toda a matéria-prima responsável pela produção de melado e sofreram com o solo lavado pela enxurrada.

Sem ter onde morar e produzir, e hospedados na casa de vizinhos, Givanildo e Maria colocaram em prática uma força-tarefa para conseguir estar na Expointer, local em que foram premiados no concurso da agricultura familiar na categoria melado da edição de 2023.

“Remontamos a agroindústria num galpão velho e entramos numa verdadeira corrida contra o tempo para podermos estar aqui. Foram poucas horas de sono nas últimas semanas, mas alcançamos nosso objetivo”, comemora Givanildo.

A enchente também desabrigou Enéas Lopes Kaiper, morador da Ilha das Flores, em Porto Alegre. Proprietário das Cuias Kaiper, Enéas afirmou que a água tapou completamente sua casa. O artesão saiu às pressas de casa, conseguindo salvar apenas parte da sua produção. Morando por mais de um mês acampado próximo à BR-386, Enéas afirmou que mesmo com as dificuldades, não havia hipótese de não estar na Expointer. “Tivemos que arregaçar as mangas e trabalhar em dobro. A Expointer é uma grande vitrine para o nosso negócio, não poderíamos ficar de fora”, garante.

“Ver esse pavilhão lotado revela que, para além da qualidade, também está aqui exposta a garra desses trabalhadores para se fazerem presentes, mesmo ante todas as dificuldades”, pontua o secretário de Desenvolvimento Rural, Vilson Covatti. (Texto: Guilherme Granez / Ascom SDR)

 

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