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Notícias

Mapa confirma foco de doença de Newcastle no Rio Grande do Sul

Por Redação 18/07/2024
Escrito por Redação

- Mapa confirma foco de doença de Newcastle no Rio Grande do Sul

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) emitiu uma nota oficial, nesta quarta-feira (17), confirmando um foco da doença de Newcastle (DNC) em um estabelecimento de avicultura comercial de corte, localizado no município de Anta Gorda, no Rio Grande do Sul.

Segundo comunicado, o diagnóstico positivo foi informado pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de São Paulo (LFDA-SP), reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como laboratório de referência internacional para o diagnóstico da DNC.

A investigação epidemiológica do caso foi conduzida pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi), que encaminhou as amostras para a análise laboratorial.

O Mapa esclarece que o estabelecimento avícola foi imediatamente interditado, incluindo suspensão de movimentação das aves, a partir do primeiro atendimento pela Seapi.

Neste momento, a Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Mapa, em conjunto com a Seapi, irá aplicar os procedimentos de erradicação do foco estabelecidos no Plano de Contingência de Influenza Aviária e doença de Newcastle, com a eliminação e destruição de todas as aves e limpeza e desinfecção do local.

Também será realizada investigação complementar em raio de 10km ao redor da área de ocorrência do foco, além de outras medidas que forem necessárias conforme avaliação epidemiológica.

O Mapa ressalta ainda que o consumo de produtos avícolas inspecionados pelo Serviço Veterinário Oficial (SVO) permanece seguro e sem contraindicações.

Exportações do agro atingem US$ 15,20 bilhões em junho

A doença de Newcastle (DNC) é uma enfermidade viral que afeta aves domésticas e silvestres, causando sinais respiratórios, frequentemente seguidos por manifestações nervosas, diarreia e edema da cabeça nestes animais.

De notificação obrigatória a OMSA, ela é causada pela infecção por vírus pertencente ao grupo paramixovírus aviário sorotipo 1 (APMV-1), virulento em aves de produção comercial.

Os últimos casos confirmados no Brasil ocorreram em 2006 e em aves de subsistência, nos estados do Amazonas, Mato Grosso e Rio Grande do Sul.

 

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Manutenção

5 problemas em máquinas causados por filtros hidráulicos de baixa qualidade

Por Redação 17/07/2024
Escrito por Redação

 5 problemas em máquinas agrícolas causados por filtros hidráulicos de baixa qualidade

Conteúdo patrocinado – Os sistemas hidráulicos são essenciais para a eficiência das máquinas agrícolas, como tratores, pulverizadores, colheitadeiras, carregadeiras e espalhadores de fertilizantes. Eles proporcionam maior controle, potência e precisão nas operações desses equipamentos.

No entanto, para evitar falhas e aumentar a vida útil dos equipamentos, é indispensável manter esses sistemas livres de sujeiras e contaminação. Entenda como e por que fazer isso:

Os filtros hidráulicos são fundamentais para a operação eficiente das máquinas, ao garantir que o fluido hidráulico utilizado no sistema esteja livre de contaminantes.

Mas atenção: o uso de filtros de baixa qualidade pode causar diversos problemas, comprometendo o desempenho e a durabilidade dessas máquinas, com consequentes perdas financeiras.

Principais problemas causados por filtros hidráulicos de baixa qualidade
1. Contaminação do Sistema Hidráulico:

Filtros de baixa qualidade não removem eficazmente partículas e contaminantes do fluido hidráulico, resultando no acúmulo de sujeira e resíduos que podem danificar componentes críticos como bombas, válvulas e cilindros.

2. Desgaste prematuro dos componentes:

Contaminantes no fluido hidráulico aceleram o desgaste das peças móveis, levando a falhas mecânicas e à necessidade de substituição frequente de componentes, aumentando dessa maneira os custos de manutenção.

3. Redução na eficiência operacional:

A presença de contaminantes afeta o desempenho do sistema hidráulico, causando perda de pressão, diminuição da potência e eficiência, e funcionamento irregular das máquinas.

4. Paradas não programadas:

Falhas no sistema hidráulico devido a filtros inadequados podem causar paradas inesperadas das máquinas, interrompendo o trabalho agrícola e resultando em perdas de produtividade.

6. Aumento dos custos de manutenção:

A necessidade de reparos frequentes e a substituição de componentes danificados resultam em altos custos de manutenção e menor vida útil das máquinas.

Utilize filtros de boa qualidade

Prefira sempre filtros hidráulicos de qualidade testada e aprovada, para manter o bom funcionamento das suas máquinas agrícolas. Filtros eficientes garantem que o fluido hidráulico esteja sempre limpo, protegendo os componentes internos e assegurando uma operação suave e confiável.

Além disso, filtros de qualidade superior oferecem:

  • Maior Durabilidade: Reduzem a frequência de substituição e manutenção dos filtros.
  • Proteção dos Componentes: Prolongam a vida útil das peças hidráulicas.
  • Eficiência Operacional: Mantêm o ótimo desempenho das máquinas agrícolas.
  • Redução de Custos: Diminuem os gastos com manutenção e garantem boa produtividade.
Como Escolher o Melhor Filtro Hidráulico

Escolher o filtro hidráulico correto é essencial para garantir a eficiência e a longevidade do sistema hidráulico. Leve em conta os seguintes fatores ao dimensionar seu filtro:

  • Tipo de Contaminante: Identifique os contaminantes predominantes no seu sistema.
  • Taxa de Fluxo: Verifique a compatibilidade do filtro com a taxa de fluxo do seu sistema.
  • Pressão de Operação: Certifique-se de que o filtro suporte a pressão de trabalho.
  • Eficiência de Filtragem: Opte por filtros com alta eficiência de retenção de partículas.

Para saber mais, leia as dicas da Filtros Newtec.

Filtros de qualidade para o Agronegócio

A Filtros Newtec é uma empresa sólida, com anos de mercado, especializada em fornecer soluções de filtragem para o setor agrícola.

Oferecendo filtros hidráulicos, filtros de ar e filtros de combustível, e empresa  se destaca pelo atendimento especializado e produtos de qualidade, desenvolvidos para atender às necessidades das máquinas agrícolas.

Produtos da empresa voltados para a Agricultura:
  1. Filtros Hidráulicos: Garantem a pureza do fluido hidráulico, protegendo os componentes internos e assegurando a eficiência do sistema.
  2. Filtros de Ar: Protegem os motores de contaminantes presentes no ambiente, garantindo um desempenho consistente e prolongando a vida útil do motor.
  3. Filtros de Combustível: Removem impurezas do combustível, prevenindo danos aos sistemas de injeção e assegurando a eficiência do motor.

Para saber mais sobre as soluções em filtros da Newtec e como eles podem beneficiar o seu negócio, clique aqui.

Descubra como a experiência e a expertise da Newtec ajudam a manter suas máquinas agrícolas operando com máxima eficiência e confiabilidade.

Com a Filtros Newtec, você garante a qualidade e a durabilidade dos filtros, assegurando que suas operações agrícolas continuem produtivas e eficientes.

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Notícias

Indústria de alimentos anuncia investimento de mais de R$ 120 bilhões até 2026

Por Redação 17/07/2024
Escrito por Redação

Indústria de alimentos anuncia investimento de mais de R$ 120 bilhões até 2026

A indústria alimentícia confirmou, nesta terça-feira (16), o investimento de R$ 120 bilhões no Brasil até o final de 2026. O anúncio foi feito pela Associação Brasileira de Alimentos (ABIA), em reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, e com o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

Do valor total, aproximadamente R$ 75 bilhões serão destinados à ampliação e modernização de plantas, além da construção de novas unidades em todo o Brasil. Já os outros R$ 45 bilhões serão para novas máquinas, equipamentos e investimentos em pesquisa e desenvolvimento.

“Meu otimismo se comprova com anúncios como este. O setor que representa 10,8% do PIB e exporta para 190 países voltou a investir no nosso país. É o resultado da volta do Brasil ao cenário global e do aumento do poder de compra dos brasileiros, com o retorno das políticas sociais e com a geração de empregos, também impulsionada pelo setor de alimentos”, destacou o presidente Lula.

Já o vice-presidente pontuou que os investimentos anunciados pela ABIA vão de encontro com duas medidas do governo do presidente Lula. A primeira é a depreciação acelerada e a segunda é o programa Brasil Mais Produtivo, que apoia micro, pequenas e médias empresas de todo o Brasil na jornada de produtividade e transformação digital de seus negócios.

PIB do agronegócio recua 2,2% no primeiro trimestre de 2024

O ministro Fávaro destacou que o Brasil está se confirmando como um supermercado para o mundo ao se consolidar como um grande produtor de alimentos. Explicou ainda que com esta oferta é possível gerar mais renda e emprego dentro do país. Também evidenciou o crescimento brasileiro no mercado exterior.

“Essa reunião reflete a todos nós o momento espetacular que estamos, restabelecendo o Brasil nas relações diplomáticas. Fazendo um balanço, já abrimos 160 novos mercados desde o início de 2023, em 54 países. E certamente vamos ampliar ainda mais esses números”, disse Fávaro.

O presidente executivo da ABIA, João Dornellas, realçou a importância do anúncio e oportunidades. “O Brasil se consolidou em 2023 como maior exportador de alimentos industrializado do planeta. Essa reunião veio para confirmar ao governo a aposta que a indústria brasileira de alimentos faz no país. Nós continuamos apostando na potencialidade do nosso país”.

Mercado externo

As exportações do agronegócio brasileiro, em 2023, atingiram um recorde de US$ 167 bilhões, representando um aumento de cerca de 5% em relação a 2022. Com 49%, o setor foi responsável por quase metade de todas as exportações brasileiras.

Com as novas negociações bilaterais e o reconhecimento internacional da qualidade e do controle sanitário e fitossanitário dos produtos nacionais, o Brasil, desde o início do governo Lula, já abriu 160 novos mercados em 54 país, distribuídos pelos cinco continentes.

 

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Notícias

Estudo aponta impacto negativo de mudanças climáticas na agricultura

Por Redação 17/07/2024
Escrito por Redação

Estudo aponta impacto negativo de mudanças climáticas na agricultura

Os dados consolidados do Sumário para Tomadores de Decisão do Relatório Temático sobre Agricultura, Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos destacam a contribuição do setor para o Produto Interno Bruto (PIB), o conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país em um determinado período. O relatório completo está em fase final de elaboração e deve ser divulgado no começo de setembro, segundo a “Agência Brasil”.

Segundo o professor do Instituto de Biociências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e coordenador do relatório, Gerhard Ernst Overbeck, o Brasil é um país diverso, considerado o celeiro do mundo por causa da grande produção agrícola convencional. Overbeck alertou, no entanto, que há uma série de consequências negativas decorrentes das atividades do setor, como a contaminação da água por causa do uso de diversos insumos, o que pode contribuir para a escassez hídrica.

“Vamos ter uma série de problemas até para a própria produção agrícola, se essa tendência se mantiver. Talvez isso tenha ficado mais evidente nos últimos anos em conexão com as mudanças climáticas, que são outro vetor de mudança muito forte e têm a ver com o uso da terra, principalmente no Brasil. As emissões devido ao desmatamento na Amazônia são um grande driver das mudanças climáticas e os modelos e cenários disponíveis indicam que a própria agricultura será impactada muito negativamente pelas mudanças climáticas. É o primeiro setor a ser afetado”, disse.

Conforme a Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos, o agronegócio responde por cerca de 20% dos empregos formais e por mais de um quarto (27%) do PIB do país (R$ 403,3 bilhões em 2020). “Em grande parte, [o agronegócio] é caracterizado por monoculturas em larga escala, com intensivos sistemas de irrigação e uso excessivo de insumos, fertilizantes e agrotóxicos”, completou Overbeck.

O professor disse que parte considerável da diversidade do país e da produção está na agricultura familiar em todos os biomas. Overbeck chamou a atenção para a expansão das áreas agrícolas que tem ocorrido em todos os biomas, enquanto a vegetação nativa tem diminuído, dependendo da atuação de unidades de conservação ou a existência de terras indígenas.

“Alguns biomas têm percentagem de vegetação nativa bastante baixa, por exemplo, na Mata Atlântica e no Pampa também. Isso também está sendo discutido no Sumário e, consequentemente, a gente tem queda de biodiversidade associada a essas mudanças”, observou.

O Relatório Temático é um diagnóstico detalhado que agrega informações científicas e casos que tiveram êxito nas interações entre os usos do solo e a biodiversidade no Brasil, quando se refere ao bem-estar humano e respeito aos saberes tradicionais. O estudo reuniu, ao longo de três anos, 100 profissionais de diversas áreas, integrantes de mais de 40 instituições de todos os biomas do país.

“O contexto histórico, temporal foi marcado no estudo principalmente a partir do primeiro Código Florestal de 1965, traçando um perfil de todo uso e cobertura da terra e ocupação pela agricultura até os anos atuais e projetando para o futuro também na parte em que são abordados os modelos e cenários futuros”, informou a pesquisadora da Embrapa Solos e também coordenadora da publicação, Rachel Bardy Prado, durante apresentação do estudo nesta terça-feira (16), na sede do órgão, no Jardim Botânico, zona sul do Rio.

Elaborado por 35 pesquisadores, o Sumário para Tomadores de Decisão analisa desafios relacionados ao modelo de uso da terra predominante no país e as soluções para tornar a agropecuária uma prática mais sustentável e inclusiva. O trabalho dos pesquisadores sintetizou o conteúdo principal com linguagem simplificada e em formato didático.

A intenção é que o documento influencie gestores e lideranças públicas e privadas no momento de tomar decisões com base na sustentabilidade e no equilíbrio combinado da agricultura, biodiversidade e serviços ecossistêmicos. De acordo com a plataforma, os serviços ecossistêmicos são benefícios gerados pela natureza que sustentam a vida no planeta. Além disso, são essenciais para garantir a capacidade da produção agrícola. “Água limpa, regulação do clima, manutenção da fertilidade e da estrutura do solo, polinização de culturas e controle biológico de pragas e doenças são alguns exemplos.”

Entre os modelos projetados no estudo há a estimativa de que, na fronteira Amazônia Cerrado, as variações no clima regional vão comprometer a viabilidade de 74% das atuais terras agrícolas até 2060. Dados do MapBiomas revelam que, em 38 anos (1985 a 2022), a área utilizada para a agricultura no Brasil cresceu 95,1 milhões de hectares, informa o estudo.

Outra avaliação indicou que a tendência é o avanço de cultivos de soja, milho e cana-de-açúcar no Cerrado e na Mata Atlântica e de áreas de pastagem na Amazônia e no Pantanal. “Essa expansão agrícola intensificará a pressão sobre unidades de conservação e terras indígenas, com impactos negativos para o meio ambiente e as comunidades locais”, destacou o estudo.

Os pesquisadores lembraram também as consequências socioeconômicas decorrentes da dinâmica de ocupação das terras no Brasil, que tem resultado em disputas por território, concentração fundiária e exclusão social.

Propostas

Para os pesquisadores, existem opções viáveis e eficazes para uma agropecuária mais sustentável no Brasil, se houver vontade política, porque é possível conciliar melhor produtividade nas pastagens e cultivos com a mitigação das mudanças climáticas.

“O relatório traz soluções já adotadas em algumas regiões do Brasil capazes de tornar a agricultura nacional mais diversificada, competitiva e resiliente. Essas práticas agregam maior renda aos produtores que conservam o capital natural”, afirmou a coordenadora.

Na avaliação dos autores do estudo, a aplicação da Lei de Proteção da Vegetação (norma federal instituída em 2012) anularia, entre 2020 e 2050, a perda de 32 milhões de hectares de vegetação nativa no país. Além disso, o aumento na produtividade das pastagens brasileiras permite atender a demanda futura por carne, culturas agrícolas, produtos madeireiros e biocombustíveis, sem a necessidade de converter mais hectare algum de vegetação nativa e ainda liberando terra para restauração em larga escala, por exemplo, na Mata Atlântica, apontou o texto.

Projeto de inclusão deve levar agricultura de precisão a pequenas propriedades

O estudo também identificou entre as alternativas, o estímulo à restauração de áreas de reserva legal e de preservação permanente; os incentivos econômicos e mecanismos financeiros para atividades agrícolas sustentáveis, como Pagamento por Serviços Ambientais, linhas de crédito verdes, créditos de biodiversidade, REDD+ (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação) e mercado de cotas de reserva ambiental; os programas de extensão rural com foco na agroecologia; a valorização e a disseminação de práticas e tecnologias sociais; os sistemas de rastreabilidade de cadeias produtivas; o Sistema Plantio Direto; as florestas plantadas; o turismo rural; e o Sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta.

Apesar disso, o professor ressaltou que a transformação desejada nos sistemas de produção agrícola, só acontecerá se esses mecanismos forem “incentivados e disseminados para ganhar escala, ampliar sua abrangência nos biomas e, sobretudo, alcançar os agricultores mais vulneráveis”.

“A verdadeira sustentabilidade da agricultura passa pela melhoria da qualidade de vida no campo e nas cidades, pela agregação de renda aos marginalizados, pelo aumento da soberania alimentar e pela manutenção da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos. É preciso que os governos e o setor privado ajam com seriedade e de forma integrada, assegurando a efetiva implementação das normas ambientais”, observou Rachel Prado.

Fonte: Agência Brasil

 

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17/07/2024 0 Comentários
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Titan Pneus apresenta nova linha adaptada à agricultura mecanizada
Tecnologia

Titan Pneus apresenta nova linha adaptada à agricultura mecanizada

Por Redação 17/07/2024
Escrito por Redação

Titan Pneus apresenta nova linha adaptada à agricultura mecanizada

Com o avanço da agricultura nas últimas décadas, impulsionado pelo crescimento tecnológico, é comum vermos no campo tratores cada vez maiores e mais robustos trabalhando nas lavouras. Para acompanhar essa modernização dos equipamentos, os pneus também tiveram e precisam se adaptar à nova realidade, indo além da função de gerar tração. Para ajudar os produtores no ganho de eficiência dessas máquinas, a Titan Pneus, desenvolveu e oferece ao mercado o Supreme TFC – (Tractor, Field, Crop).

Segundo Meire Santorio, diretora de qualidade e tecnologia da Titan, essa nova linha foi desenvolvida a partir da referência do Dyna Torque II, um pneu consagrado da marca que foi criado na década de 60, muito conhecido e utilizado pelos agricultores. “O Supreme foi criado pensando na nova era da agricultura a qual conta com equipamentos cada vez mais robustos, com mais potência e maior velocidade na operação, e os pneus precisavam de inovação e tecnologia embarcadas para se adaptarem a essas necessidades”, destacou.

Produção de soja em grão deve chegar a 153,2 mi de toneladas, estima Abiove

O Supreme conta com uma estrutura (carcaça) robusta que possibilita um alto índice de recapabilidade. Foi desenvolvido com foco em entregar a melhor eficiência operacional ao agricultor, com barras alinhadas oferece melhoria da vibração do trator em solos compactados, proporcionando maior estabilidade ao condutor.

“Essa nova geração de pneu convencional R1 é ideal para as mais variadas culturas, ou seja, um produto para todas as aplicações no campo. Uma de suas características mais importantes é a pegada plana ao tocar o chão, proporcionando aumento na área de contato e diminuição da compactação no solo”, pontuou Meire.

Antes de lançar a novidade ao mercado, a Titan teve grande cuidado em fazer todos os devidos testes para garantir ao setor que o Supreme tivesse a mesma performance que as outras linhas consagradas da empresa. “Validamos esse pneu por três anos fazendo todos os tipos de testes para realmente entender todo o seu potencial e desempenho. Este provou-se ser um produto funcional, tanto nas avaliações de campo feita por nós, quanto nos testes realizados no NEMPA, da renomada instituição de ensino Unesp de Botucatu”, acrescentou a especialista.

Testados 

Entre os problemas mais comuns nos pneus no dia a dia na lavoura são os cortes e perfurações decorrentes, principalmente por resto de colheita que ficam sobre o solo. Ciente dessa dor, a Titan ao desenvolver o Supreme, utilizou um composto de rodagem especial que foi projetado com matérias primas que oferecem melhor resistência também em solos compactados e pedregosos.

“Essa linha possui ainda barras com maior robustez na região central propiciado uma maior proteção da banda de rodagem e pegada mais plana, além de angulação de 23 graus melhorando a tração e autolimpeza, ou seja, em condições de excessivo torque ou em transporte em solos compactados, essa tecnologia evita arranchamento”, detalhou tecnicamente Meire.

Outro dado que chama a atenção quanto ao desempenho do Supreme é em relação ao combustível, com consumo 4% menor no custo por hora trabalhada. Além disso, os tratores com o pneu da Titan apresentaram maior performance de trabalho com 12% de velocidade a mais.

Quando o assunto é performance é preciso considerar o índice de patinagem, outro item que o Supreme se destacou em testes realizados. “O resultado realizado representou 14% menos patinagem algo que é convertido em eficiência no campo”, finaliza a diretora de qualidade e tecnologia.

 

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Processamento de soja deve atingir 53,5 milhões de toneladas neste ano
Notícias

Produção de soja em grão deve chegar a 153,2 mi de toneladas, estima Abiove

Por Redação 16/07/2024
Escrito por Redação

Produção de soja em grão deve chegar a 153,2 mi de toneladas, estima Abiove

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) divulgou novas projeções para a safra de soja de 2024, com pequenas alterações em relação às estimativas anteriores.

A produção de soja em grão foi ajustada para 153,2 milhões de toneladas, um aumento de 700 mil toneladas em relação ao último levantamento. A expectativa de esmagamento permanece em 54,5 milhões de toneladas, enquanto a produção de farelo de soja continua estimada em 41,7 milhões de toneladas e a de óleo de soja em 11 milhões de toneladas.

Processamento mensal

Em maio, o processamento de soja foi de 4,29 milhões de toneladas, representando uma queda de 1,5% em relação a abril de 2024 e de 6,2% em comparação com maio de 2023, ajustado para um percentual amostral de 90,6%.

BNDES destina R$ 14,8 bilhões para pequenos produtores
Comércio exterior

As exportações de soja estão projetadas em 97,8 milhões de toneladas de soja em grão; o farelo de soja em 21,7 milhões de toneladas, um aumento de 100 mil toneladas em relação ao levantamento anterior. A exportação de óleo de soja está prevista para 1,15 milhão de toneladas, 50 mil toneladas a mais do que na última estimativa.

A receita esperada com essas exportações é de US$ 49,6 bilhões para este ano.

 

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16/07/2024 0 Comentários
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Notícias

Projeto de inclusão deve levar agricultura de precisão a pequenas propriedades

Por Redação 16/07/2024
Escrito por Redação

Projeto de inclusão digital vai levar agricultura de precisão a pequenas propriedades

A Embrapa Agricultura Digital (Campinas/SP) e a Jacto assinaram parceria para validação de sensores para equipamentos portáteis a serem utilizados nos Distritos Agrotecnológicos (DATs) do Centro Semear Digital. As ações voltadas à agricultura de precisão vão alcançar, inicialmente, pequenos e médios produtores de três dos dez municípios que integram o projeto Semear Digital, financiado pela Fapesp.

Caconde/SP, São Miguel Arcanjo/SP e Vacaria/RS são os Distritos Agrotecnológicos (DATs) do Centro de Ciência para o Desenvolvimento em Agricultura Digital (Semear Digital) contemplados pela iniciativa. Os agricultores participarão de ações de pesquisa, inovação e transferência de tecnologia previstas no acordo de cooperação assinado durante a 29ª Hortitec realizada entre 19 e 21/06, em Holambra/SP.

O Semear Digital atua na busca de soluções adaptadas às diversas realidades rurais no País e, por meio de parcerias, identifica gargalos de conectividade e propõe soluções em comunicação, além de pesquisar, desenvolver e validar tecnologias habilitadoras para soluções digitais.

BNDES destina R$ 14,8 bilhões para pequenos produtores

Também está no foco do projeto a capacitação de produtores, técnicos agrícolas e consultores em tecnologias digitais por meio de associações de produtores, cooperativas, escritórios de extensão rural públicos ou privados. 

“Cada vez mais, quem tem informações precisas sobre o que está produzindo vai se diferenciar e agregar valor à produção. A iniciativa deve ajudar muito o segmento, com o qual já trabalhamos”, disse Carlos Daniel Haushahn, diretor presidente da linha de Equipamentos Portáteis da Jacto.

Na assinatura, o dirigente destacou a relevância em associar a empresa ao projeto de agricultura digital da Embrapa.

As cadeias produtivas do café e da fruticultura serão alcançadas pela iniciativa, que deverá abrir novas oportunidades em outras cadeias e regiões. A expectativa é de Stanley Oliveira, chefe-geral da Embrapa Agricultura Digital, que assinou o acordo pela instituição.

“A iniciativa inovadora junto ao segmento deve ajudar a suprir lacunas de mão-de-obra e acelerar o processo de automação na estimativa dos frutos, já adotado em propriedades de grande porte e para grãos”, ressaltou Oliveira.

O plano de ação referente à parceria será desenvolvido ao longo dos dois anos de vigência do acordo visando a validação e aperfeiçoamento dos sensores em equipamentos portáteis e inclui a articulação das equipes de pesquisa com pontos focais dos DATs.

Também estão previstas etapas de validação do sistema para a cultura da maçã, digitalização de dados na cafeicultura para fins de certificação e coleta de dados variados em fruticultura. A Fundação de Apoio à Pesquisa e ao Desenvolvimento (Faped) também é parceira no acordo de cooperação técnica.

 

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As tecnologias de inteligência artificial, robótica e automação podem ajudar a tornar a produção mais rentável
Notícias

Robôs revolucionam a agricultura e solucionam gargalos na produção

Por Redação 15/07/2024
Escrito por Redação

Agricultura brasileira utiliza robôs para solucionar gargalos da produção

Clarisse Sousa – A automação e a robótica revolucionam a agricultura no Brasil, integrando biossistemas de última geração à produção. As soluções tecnológicas avançadas já estão transformando a produção vegetal, animal e florestal. O professor Roberto Fray, do Departamento de Engenharia de Biossistemas da Esalq e pesquisador em aprendizagem de máquina e inteligência artificial, destaca as mudanças promovidas por esses avanços.

Segundo o professor, a agricultura é uma das áreas com maior potencial para a aplicação eficiente da robótica. “Nos últimos anos, temos observado um crescimento significativo devido a novos sensores, equipamentos e inteligência artificial. Isso transformou nossa percepção sobre sistemas de produção digital, animal e agrícola. Além disso, a substituição da mão de obra humana por robôs se mostra vantajosa em funções específicas, especialmente em tarefas perigosas e em ambientes insalubres”, afirma Fray.

Exportações do agro atingem US$ 15,20 bilhões em junho e US$ 82,39 bi no semestre

Diversos tipos de robôs estão sendo aplicados em várias áreas da agricultura. Atualmente, os mais utilizados são os drones e os robôs movidos por rodas.

“Os drones fazem levantamento de características de relevo, característica das plantas, um mapeamento do nosso ambiente de produção. Isso era uma coisa muito difícil de fazer para algumas culturas. Muitas você não consegue entrar dentro do talhão, da área de produção. Porque as plantas são muito altas, formam uma vegetação mais fechada. Elas impedem a movimentação. Os terrestres são capazes de cobrir a colheita, plantio, irrigação e pulverização de produtos de áreas muito extensas”, explica.

As fontes de energia utilizadas são renováveis. “Energia sempre foi um problema para os produtores. Na área de robótica, hoje, com placas solares mais eficientes, já existem robôs que funcionam praticamente 100% com energia solar, então, isso resolve um problema sério que nós tínhamos desde os anos 60. Como eu mantenho esse robô em um local que eu não tenho eletricidade? Eu não tenho fiação e infraestrutura disponíveis. Com as novas placas solares fica mais fácil solucionar a questão”, elucida o professor.

Tecnologia acessível

O docente conta que os modelos estão ficando mais acessíveis e que existem aplicações tanto para grandes como para pequenos produtores.

“Drones e tecnologias de mapeamento de relevo são mais importantes em grandes produções. Para pequenos produtores robôs terrestres que realizam tarefas são mais importantes, e a tecnologia está ficando mais acessível. A tecnologia chega primeiro nos grandes produtores, que têm maior capacidade de investimento. Mas a diminuição dos custos de aplicação tende a cair e ficar mais próximos da realidade de pequenos agricultores também.”

Nesse sentido, o professor também acrescenta que está sendo desenvolvido um trabalho que pode ajudar a diminuir os custos de aplicação dos robôs.  “São os chamados robôs modulares. Hoje, cada robô desenvolve uma tarefa específica, um para colheita, um para plantio e por aí vai. Um robô modular seria um robô que desenvolve várias tarefas em uma máquina só”, finaliza.

 

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BNDES destina R$ 14,8 bilhões para pequenos produtores

Por Redação 15/07/2024
Escrito por Redação

BNDES vai disponibilizar R$ 14,8 bi para pequenos produtores da agricultura familiar

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai disponibilizar R$ 66,5 bilhões no Plano Safra 2024/2025 (alta de 73% em relação ao último ano-safra), para financiar investimentos da agricultura brasileira, maior orçamento já oferecido pelo Banco. Os protocolos abrem na próxima quarta, 17.

Dos R$ 33,5 bilhões com juros equalizáveis, R$ 14,8 bilhões serão destinados pequenos produtores da agricultura familiar, com juros entre 0,5% e 6% ao ano. O montante representa aumento de 28% em relação ao último ano-safra.

Os valores serão disponibilizados pelo BNDES por meio de Programas Agropecuários do Governo Federal (PAGF), que compõem o Plano Safra 2024/2025, contam com prazos e orçamentos determinados, e são equalizados pelo Tesouro Nacional. A vigência vai de 1º de julho de 2024 a 30 de junho de 2025.

“Seguindo a orientação do presidente Lula, estamos ampliando o crédito e as condições para chegar a mais agricultores familiares, incentivando a produtividade. Esse é um recurso que sabemos que chega na ponta, nas cooperativas, nos produtores, beneficiando quem é responsável por levar alimentos, e alimentos saudáveis, para as famílias brasileiras”, explicou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

Para a agricultura familiar, o BNDES opera o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), cujos recursos cresceram 28% neste ano-safra. Dos R$ 14,8 bilhões totais, R$ 726 milhões estarão disponíveis exclusivamente para os agricultores familiares das regiões Norte e Nordeste, medida está alinhada à estratégia do Banco de ampliar os financiamentos que viabilizem a redução das desigualdades sociais e territoriais no país.

Crédito Rural

O BNDES também oferece ao setor agropecuário linhas de crédito próprias, perenes, sem equalização do Tesouro. Entre elas, destaca-se o BNDES Crédito Rural, voltado a projetos de investimento, aquisição isolada de máquinas, custeio e apoio a cooperativas, cujas aprovações já alcançaram mais de R$ 23,5 bilhões para cerca de 40 mil operações, desde a sua criação.

Exportações do agro atingem US$ 15,20 bilhões em junho e US$ 82,39 bi no semestre

Nos próximos 12 meses, a solução terá seu orçamento elevado de R$ 12 bilhões para R$ 33 bilhões. Com isso, o Banco vai disponibilizar ao setor agropecuário brasileiro R$ 66,5 bilhões no atual ano-safra, aí incluídos os R$ 8 bilhões da linha com custo financeiro em dólar, para o setor agroexportador.

Linha CPR

O BNDES lançou, em abril/2024, uma nova forma de apoio ao setor agropecuário, no âmbito do Produto BNDES Crédito Rural: a linha CPR BNDES. A nova linha contempla Cédulas de Produto Rural Financeira (CPR-Fs) ou Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCAs) lastreados em direitos creditórios do agronegócio.

Esses títulos podem ser emitidos por micro, pequenos e médios produtores rurais e cooperativas de produtores rurais com faturamento de até R$ 300 milhões por ano, bem como empresas destes portes que exerçam a atividade de comercialização, beneficiamento ou industrialização de produtos, insumos, máquinas e implementos agrícolas, pecuários, florestais, aquícolas e extrativos.

Para fortalecer a estrutura patrimonial das cooperativas de crédito, a linha BNDES Procapcred concede diretamente financiamentos aos associados para aquisição de cotas-partes de capital de cooperativas. Desde a sua incorporação definitiva no portfólio do BNDES em 2015, já foram aprovados mais de R$ 2 bilhões em mais de 200 mil operações.

Em fevereiro de 2024, o Banco anunciou mudanças para ampliar o alcance do programa. O BNDES Procapcred ampliou a dotação orçamentária para R$ 2 bilhões, estendeu a vigência até o fim de 2025 e melhorou as condições do programa.

O apoio do BNDES no âmbito do Plano Safra ou por meio das linhas de financiamento próprias para o setor agropecuário ocorre de forma direta ou, principalmente, indireta. Na modalidade direta, os recursos são contratados com o próprio BNDES.

Já na modalidade indireta, a contratação e o repasse de recursos se dão por meio de uma das mais de 80 instituições financeiras parceiras credenciadas, o que contribui para a distribuição do crédito do Banco em todo o país.

 

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MercadoNotícias

Exportações do agronegócio brasileiro atingem US$ 15,20 bilhões em junho

Por Redação 15/07/2024
Escrito por Redação

Exportações do agro atingem US$ 15,20 bilhões em junho

As exportações do agronegócio alcançaram US$ 15,20 bilhões em junho de 2024, um aumento na comparação com o mês de maio/2024, que atingiu 15,02 bilhões. 

As exportações brasileiras de grãos subiram de 14,96 milhões de toneladas em junho de 2023 para 15,07 milhões de toneladas em junho de 2024 (+0,7%). Além do incremento do volume exportado de grãos, houve aumento na quantidade exportada de: açúcar de cana (+335,1 mil toneladas); celulose (+182,8 mil toneladas); algodão não cardado nem penteado (+100,1 mil toneladas); farelo de soja (+84,0 mil toneladas); café verde (+64,6 mil toneladas). Com base nesses dados, o índice de quantidade apurado para as exportações do agronegócio ficou positivo em 4,5%.

“O aumento nas exportações no primeiro semestre de 2024 reflete não só a excelência dos nossos produtos, mas também o resultado dos recordes nas aberturas de mercado e o constante diálogo com outros países. O incentivo do governo e o apoio do setor e das associações têm sido fundamentais para esse crescimento, demonstrando a força e a competitividade do agronegócio brasileiro no cenário internacional, bem como a qualidade e o rigoroso controle sanitário dos nossos produtos”, destacou Roberto Perosa, secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa.

Já no período acumulado dos últimos 12 meses, as exportações do agronegócio somaram US$ 166,20 bilhões, o que representou crescimento de 2,4% em relação aos doze meses imediatamente anteriores. Entre julho de 2023 e junho de 2024, os produtos do agronegócio representaram 48,6% de todas as exportações brasileiras, 0,2 ponto percentual acima da participação verificada entre julho de 2022 e junho de 2023.

Destaques de produtos

No primeiro semestre de 2024, as exportações brasileiras do agronegócio alcançaram o valor de US$ 82,39 bilhões. Esse é o segundo maior valor registrado para a série histórica.

Neste período, os cinco principais setores do agronegócio brasileiro se destacaram significativamente nas exportações. O complexo soja liderou, alcançando US$ 33,53 bilhões, representando 40,7% do total exportado pelo agronegócio. Em seguida, o setor de carnes exportou US$ 11,81 bilhões, equivalentes a 14,3% das exportações do agronegócio.

O complexo sucroalcooleiro registrou US$ 9,22 bilhões, correspondendo a 11,2% do total, enquanto os produtos florestais somaram US$ 8,34 bilhões, representando 10,1%. Por fim, o setor de café alcançou US$ 5,31 bilhões, o que equivale a 6,4% das exportações. Juntos, esses setores foram responsáveis por 82,8% das vendas externas do agronegócio brasileiro.

O setor de carnes, segundo maior exportador, apresentou um crescimento de 1,6% em comparação a 2023, atingindo US$ 11,81 bilhões. A carne bovina destacou-se, representando 48,1% do valor exportado, com US$ 5,14 bilhões, um aumento de 18,3%. A quantidade de carne bovina in natura exportada foi recorde, totalizando 1,14 milhão de toneladas, um crescimento de 29,1%.

PIB do agronegócio recua 2,2% no primeiro trimestre de 2024

O complexo sucroalcooleiro viu suas exportações aumentarem de US$ 5,99 bilhões em 2023 para US$ 9,22 bilhões em 2024, um crescimento de 54,1%. O açúcar, principal produto do setor, alcançou US$ 8,66 bilhões, um aumento de 62,8%. As exportações de açúcar de cana em bruto também foram recordes, tanto em valor, com US$ 7,21 bilhões, quanto em quantidade, com 14,33 milhões de toneladas.

Os produtos florestais registraram um crescimento de 11,9%, somando US$ 8,34 bilhões. A celulose foi responsável por 59,6% desse total, com US$ 4,97 bilhões, um aumento de 19,5%. A quantidade exportada de celulose também atingiu um recorde para o primeiro semestre, com quase 10 milhões de toneladas, um crescimento de 3,1%.

O setor de café destacou-se com vendas externas de US$ 5,31 bilhões, um crescimento de 46,1% em valor e de 52,1% em quantidade comparado ao ano anterior.

Além desses, outros produtos também apresentaram desempenhos notáveis. O algodão não cardado e não penteado atingiu um recorde de US$ 2,68 bilhões, um aumento de 236%, com 1,39 milhão de toneladas exportadas, um crescimento de 228%. O suco de laranja também bateu recorde, com US$ 1,25 bilhão em exportações, um aumento de 24%.

 

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