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MercadoNotícias

Crédito rural: Sicoob projeta disponibilizar R$ 53,4 bilhões na safra 2024/25

Por Redação 10/07/2024
Escrito por Redação

Crédito rural: Sicoob projeta disponibilizar R$ 53,4 bilhões na safra 2024/25

O Sicoob espera liberar cerca de R$ 53,4 bilhões em crédito rural na safra 2024/2025 por meio de diversas linhas de financiamento. Este valor representa um aumento de 10% em relação à temporada passada.

“Os resultados que alcançamos refletem nosso compromisso contínuo em apoiar produtores rurais de todo/s os portes. O agronegócio é essencial para o crescimento do Brasil e, com o apoio do Sicoob, continuará sendo um motor importante para o PIB nacional”, afirma Francisco Reposse Junior, diretor Comercial e de Canais do Sicoob.

Do total de recursos previstos para safra 2024/25, estimam-se as liberações de R$ 4,1 bilhões para custeio e industrialização e R$ 1,5 bilhão para investimentos por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

Como escolher a melhor colheitadeira para a sua operação

Além disso, cerca de R$ 8 bilhões serão para custeio e R$ 650 milhões para investimentos via Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp).

Outros R$ 9,4 bilhões para demais custeios, comercialização e industrialização; R$ 500 milhões para demais investimentos; além de R$ 1,7 bilhão como repasse livre, R$ 2,9 bilhões via BNDES, R$ 538 mil para Fundos, R$ 1,3 bilhão para Funcafé, R$ 17,8 bilhões CPRF e R$ 4,5 bilhões RPL Singular.

 

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Fonte: Datagro

10/07/2024 0 Comentários
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Notícias

Como o Brasil pode se posicionar para uma economia de baixo carbono

Por redação 05/07/2024
Escrito por redação

A sustentabilidade é uma preocupação global; é crescente a exigência, por parte de governos, investidores e da sociedade em geral, pela redução de impactos ambientais

Especialistas avaliam o posicionamento do Brasil na transição para uma economia de baixo carbono

Especialistas do painel Geopolítica e Sustentabilidade, do 23º Congresso Brasileiro do Agronegócio (CBA), a ser realizado no dia 5 de agosto, em formato híbrido, avaliarão como o Brasil pode se posicionar em meio à transição para uma economia de baixo carbono, e qual será a participação do agronegócio em um momento de valorização de ativos ambientais. O evento é promovido pela ABAG (Associação Brasileira do Agronegócio) e pela B3, a bolsa do Brasil, e as inscrições podem ser feitas no site oficial.

O painel terá a palestra do embaixador Roberto Azêvedo, sócio da YvY Capital e consultor da ABAG, que versará sobre o cenário geopolítico e seus efeitos nas relações comerciais e no agronegócio brasileiro. Entre os debatedores estarão Ingo Plögler (vice-presidente da ABAG), Renata Bueno Miranda (secretária de Inovação, Desenvolvimento Sustentável, Irrigação e Cooperativismo do Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA) e Ricardo Santin (presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal – ABPA). A moderação é do jornalista William Waack.

Durante o painel, os debatedores trarão sua análise sobre as oportunidades com a bioeconomia, um mercado que movimenta cerca de 22 trilhões de euros e responde por 22 milhões de empregos, segundo estimativa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), e como gerar uma cooperação entre os países em torno do tema sustentabilidade, na atual conjuntura de conflitos armados e forte presença e dependência dos combustíveis fósseis nos mercados globais.

Governo lança Plano Safra de R$ 400,5 bilhões para médios e grandes produtores

Com o tema central Biocompetitividade, o CBA 2024 terá ainda o painel Clube Fragmentado: O Brasil será Associado?, a mesa redonda Competitividade e Oportunidades e a palestra inaugural sobre biocompetitividade será ministrada por Nelson Ferreira (sócio-sênior e Líder Global de Agricultura da Mckinsey & Company).

Durante o evento, a ABAG prestará homenagem ao ex-Ministro da Agricultura, Marcos Montes, que receberá o Prêmio Ney Bittencourt de Araújo – Personalidade do Agronegócio. O Prêmio Norman Borlaug – Sustentabilidade será entregue ao professor Carlos Eduardo Pellegrino Cerri, do Departamento de Ciência do Solo da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (ESALQ/USP) e diretor do CCARBON (Centro de Estudos de Carbono em Agricultura Tropical).

Considerado um dos mais importantes do setor no país, o Congresso Brasileiro do Agronegócio reúne, anualmente, autoridades, especialistas e empresários para discutir as pautas mais urgentes e relevantes para o desenvolvimento sustentável do agro nacional, norteando tendências e caminhos que proporcionem mais competitividade, produtividade e rentabilidade em todos os elos da cadeia.

Serviço:

  • 23º Congresso Brasileiro do Agronegócio – Presencial e On-Line
    Data: 5 de agosto de 2024
    Horário: das 9h às às 18h
    Local: Sheraton WTC São Paulo Hotel – Av. das Nações Unidas, 12559
    Informações e inscrições: https://congressoabag.com.br/
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05/07/2024 0 Comentários
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MercadoNotícias

Sicredi disponibiliza R$ 66,5 bilhões no Plano Safra 2024/2025

Por redação 05/07/2024
Escrito por redação

Valor representa aumento de 17% em relação ao crédito concedido na última safra

Sicredi disponibiliza R$ 66,5 bilhões no Plano Safra 2024/2025O Sicredi disponibilizará R$ 66,5 bilhões aos produtores rurais no Plano Safra 2024/2025. O valor representa um aumento de 17% em relação ao concedido no ano-safra anterior e a previsão é de liberação em mais de 353 mil operações, atendendo, majoritariamente, pequenos e médios produtores. Atualmente, o Sicredi é a segunda maior instituição financeira do Brasil em carteira agro, totalizando R$ 87,4 bilhões em saldo.

Para os estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, o Sicredi disponibilizará aproximadamente R$ 18,4 bilhões em recursos. O montante representa um aumento de 38% em comparação ao valor concedido no ano anterior. A previsão é que esses recursos permitam a realização de mais de 100 mil operações de crédito, impulsionando a economia regional e proporcionando suporte financeiro essencial para empresas e indivíduos.

“Este incremento reflete um esforço contínuo para ampliar o acesso ao crédito e fomentar o desenvolvimento econômico nessas regiões, atendendo às necessidades crescentes de financiamento e incentivando investimentos em diversos setores produtivos”, reforça o gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Gilson Farias.

Do total disponível, a estimativa do Sicredi é liberar R$ 30,6 bilhões para operações de custeio, R$ 14,1 bilhões para investimentos e R$ 1,3 bilhão para comercialização e industrialização. A instituição financeira também prevê expansão significativa de 17% na concessão de créditos por meio de Cédulas de Produtor Rural (CPR), alcançando R$ 20,5 bilhões à disposição dos produtores.

No Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, a estimativa do Sicredi é liberar R$ 15,6 bilhões destinados ao custeio, comercialização e industrialização. Além disso, serão disponibilizados R$ 2,8 bilhões para investimentos de médio e longo prazo. Os volumes destinados para CPR devem superar 20% das concessões, alcançando um total de R$ 3,9 bilhões.

Governo lança Plano Safra de R$ 400,5 bilhões para médios e grandes produtores

Para a agricultura familiar o Sicredi vai oferecer R$ 13,6 bilhões e, para os produtores de médio porte, outros R$ 15,6 bilhões. Cerca de 90%* do total de operações do Sicredi previsto para este ano-safra será destinado a pequenos e médios produtores. Para os demais produtores, o volume disponibilizado é de R$ 16,8 bilhões.

A projeção da instituição financeira cooperativa é oferecer R$ 3,2 bilhões para a agricultura familiar, R$ 6,7 bilhões aos produtores de médio porte e R$ 8,5 bilhões aos demais produtores do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.

“Estamos prontos para dar suporte ao agronegócio nacional em mais um ciclo de Plano Safra. Neste ano safra, reforçamos nossa atenção ao atendimento aos pequenos produtores, público que, além dos desafios habituais, foi bastante atingido pelas questões climáticas nos últimos ciclos. Por meio das nossas mais de 100 cooperativas, seguiremos atuando de forma muito próxima, participando ativamente em cada localidade em que estamos presentes a partir de um atendimento consultivo e especializado”, destaca Gustavo Freitas, diretor executivo de Negócio, Crédito e Produtos do Sicredi.

O Sicredi já vem recebendo pedidos de financiamento para o Plano Safra 2024/2025, que vai de julho deste ano até o final de junho de 2025. Ao solicitar o crédito, o produtor rural associado deve planejar a próxima safra, considerando o que vai plantar, qual é a área de cultivo e o orçamento necessário com base na análise de solo e sob orientação técnica quanto ao uso dos insumos e os demais serviços que serão utilizados. Em seguida, é indicado que o associado procure sua agência ou utilize os canais digitais, como o aplicativo do Sicredi e o WhatsApp, para dar andamento à contratação do crédito.

“No Sicredi os nossos associados também podem contar com soluções de cartão de crédito, crédito para consumo, investimentos, seguros, dentre outras”, ressalta Thiago Rossoni, superintendente de Agronegócio do Sicredi.

Balanço da safra 2023/2024

No ano-safra 2023/2024, o Sicredi liberou um volume recorde de financiamento aos produtores rurais. Foram R$ 56,9 bilhões em mais de 320 mil operações, considerando R$ 17,5 bilhões em CPR. Os principais públicos atendidos foram os pequenos e médios produtores, que concentraram 89%* do total de operações, totalizando R$ 24,3 bilhões em volume de crédito.

Nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, foram liberados pelo Sicredi R$ 13,4 bilhões aos produtores rurais, distribuídos em cerca de 90 mil operações de crédito, incluindo R$ 3,2 bilhões em CPR ao longo do ano-safra 2023/2024. Os pequenos e médios produtores foram responsáveis por mais de 89% dessas operações, demonstrando um forte apoio a esses segmentos essenciais do setor agrícola.

 

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Notícias

Governo lança ação para fomentar produção de arroz da agricultura familiar

Por redação 05/07/2024
Escrito por redação

Arroz da Gente foi criado para incentivar o plantio de arroz pelo país

O governo federal lançou o programa Arroz da Gente, um conjunto de ações de fomento para a produção da cultura da agricultura familiar. A medida contará com crédito com juros menores, fomento, acompanhamento técnico, garantia de comercialização, além de buscar facilitar o acesso a tecnologias adaptadas à realidade local, incluindo pequenas máquinas, colheitadeiras e silos secadores de pequeno porte.

A expectativa é que essa ação atenda inicialmente 200 municípios de 14 estados das regiões Nordeste, Centro-Oeste, Norte e Sudeste do país. A medida integra as ações do Plano Safra da Agricultura Familiar.

A ação está sendo coordenada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), com a participação de movimentos sociais e sindicais e centrais de economias solidárias. As medidas serão desenvolvidas em cidades nos seguintes estados: Maranhão, Alagoas, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Sergipe, Ceará, Bahia, Pará, Rondônia, Goiás, Mato Grosso e Minas Gerais.

A iniciativa deve beneficiar cerca de 10 mil famílias produtoras, que deverão receber incentivo para aprimorar o cultivo de arroz, seja a partir de acompanhamento técnico, do apoio para aquisição de pacotes tecnológicos de baixo impacto (aquisição de maquinário, construção de silos armazenadores) de forma a zerar a colheita manual, até a comercialização.

Plano Safra estimula produção mais sustentável e de qualidade, diz Fávaro

Dentre as ferramentas já existentes e executadas pela Conab que podem ser utilizadas como forma de apoiar o escoamento do produto estão o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Contrato de Opção de Venda.

O governo federal também pretende impulsionar a distribuição de sementes do grão para essas famílias, a partir do PAA, incentivando o uso de sementes tradicionais. A expectativa é que, a partir dessas ações de incentivo, ampliem a produção desse importante alimento da cesta básica nacional.

No plano de incentivo à produção da cultura, também está prevista a elaboração de um diagnóstico da produção de arroz, feijão e mandioca pela agricultura familiar, de forma a construir um sistema de informações da produção da agricultura familiar, povos indígenas, povos e comunidades tradicionais e direcionar de forma mais eficiente outras políticas públicas que fortaleça os territórios e melhore a vida de suas populações.

Plano Safra da Agricultura Familiar

Neste ano, o Plano Safra da Agricultura Familiar 2024/2025 destinará R$ 85,7 bilhões em ações do governo para a agricultura familiar, crescimento de 10%. Apenas para o crédito rural o valor, a partir do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), será de R$ 76 bilhões, 43,3% maior do que anunciado na safra 2022/2023 e 6,2% maior do que o da safra passada.

O Plano Safra da Agricultura Familiar 2024/25 também é mais agroecológico. A taxa de juros para a produção orgânica, agroecológica e de produtos da sociobiodiversidade será de 2% no custeio e 3% no investimento. Outro destaque será o lançamento do edital do programa Ecoforte, em seu maior valor histórico, para apoiar projetos de redes de agroecologia, extrativismo e produção orgânica.

 

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Notícias

“Recursos do Plano Safra 2024/25 são insuficientes”, afirma Aprosoja

Por redação 04/07/2024
Escrito por redação

Em nota, entidade afirma que o valor disponibilizado pelo governo não será suficiente para atender as demandas do setor

"Recursos do Plano Safra 2024/25 são insuficientes", afirma AprosojaA Aprosoja Brasil emitiu um comunicado sobre o recém-lançado Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2024/2025, destacando que o atraso na divulgação “comprometeu o planejamento de tomadores de crédito e instituições financeiras”. A entidade enfatizou que, embora o PAP seja vital para incentivar a agropecuária brasileira, “os recursos e condições anunciados nesta quarta-feira (3/7), em Brasília, são insuficientes para atender às demandas da produção nacional”.

De acordo com o presidente da Aprosoja Brasil, Maurício Buffon, a maior parte dos recursos não tem equalização de taxa de juros, ou seja, “o governo não está contribuindo para balizar o custo do dinheiro para os produtores rurais”, diz a nota.

“O ano de 2024 está sendo bastante desafiador e, infelizmente, o governo não está ajudando em nada o setor”, afirma o dirigente.

Além disso, no que se refere às normas que regem o crédito agrícola, diz um trecho, “o governo não tem dado atenção ao setor e criou limitações para a captação de recursos”.

A entidade menciona o decreto 11.688 de 2023, que “alterou a destinação das glebas públicas federais e transformou reserva legal e APP em floresta tipo B, que são aquelas comumente chamadas de terras devolutas”.

Plano Safra estimula produção mais sustentável e de qualidade, diz Fávaro

Já a Resolução do Conselho Monetário Nacional número 5.081, de 2023, conforma a Aprosoja, “proíbe bancos de conceder empréstimos para empreendimentos em imóveis rurais sujeitos a embargos por órgãos ambientais, tanto estaduais quanto federais, em todos os biomas. Na prática, a resolução criou um sistema falho de checagem e tirou milhares de produtores totalmente legais do ponto de vista das normas ambientais do sistema de crédito”.

A Aprosoja Brasil encerra a nota afirmando que a entidade, junto a outras do setor produtivo, “já fizeram vários alertas, mas não houve nenhuma solução prática até agora. E que ficou claro, após meses de tentativas de diálogo, que há posições e ações Ministério do Meio Ambiente e do Ministério da Fazenda para dificultar a concessão de crédito e a regularização fundiária e ambiental, criando de forma desnecessária uma tensão com o setor e alimentando animosidades”, finaliza o texto.

 

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04/07/2024 0 Comentários
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Carlos Fávaro: "É mais recurso chegando no campo, nos produtores, financiando a safra, financiando equipamentos. E isso é bom não só para o campo, para a cidade também, porque lá na cidade a economia aquece, gera empregos, oportunidades" // Foto: Joédson Alves/Agência Brasil
Notícias

Plano Safra estimula produção mais sustentável e de qualidade, diz Fávaro

Por redação 04/07/2024
Escrito por redação

Ministro da Agricultura e Pecuária detalhou o Plano Safra 2024/25 durante programa ‘Bom Dia, Ministro’ desta quinta (4/7); São R$ 400,59 bilhões para financiamentos, 10% a mais em relação à safra anterior

Plano Safra estimula produção com mais qualidade e sustentabilidade, diz Fávaro

Carlos Fávaro sobre o Plano Safra: “É mais recurso chegando no campo, nos produtores, financiando a safra, financiando equipamentos. E isso é bom não só para o campo, para a cidade também, porque lá na cidade a economia aquece, gera empregos, oportunidades” // Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Mais de R$ 400 bilhões voltados a médios e grandes produtores rurais e, assim, impulsionar o setor agropecuário brasileiro e estimular uma produção com mais qualidade, segurança e sustentabilidade. Os detalhes do Plano Safra 2024/2025, o maior da história, foram apresentados pelo ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, durante participação no programa Bom Dia, Ministro desta quinta-feira (4/7), transmitido pelo Canal Gov, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária, dos R$ 400,59 bilhões em crédito para a agricultura empresarial, R$ 293,29 bilhões (+8%) serão para custeio e comercialização e R$ 107,3 bilhões (+16,5%), para investimentos.

“Para você ter uma noção, apesar dos preços das commodities bastante achatados dos últimos dois anos, apesar das crises climáticas e quebras de safra, a agropecuária brasileira foi o setor da economia que cresceu 15% em 2023. Foi o setor que mais cresceu na economia. Lógico que é por força da competência de homens e mulheres que são vocacionados a produzir alimentos, mas sem sobra de dúvida tem nesse crescimento o componente do apoio do Governo Federal”

“Fizemos em 2023/2024 o maior Plano Safra da história. E este ano repetimos este recorde. Só pra se ter uma noção, nos dois Planos Safra são 40% mais recursos disponibilizados que o último ano do governo passado. Além disso, tem um fator importante. Nesses dois anos os custos de produção, preço de adubos, sementes, os custos dos insumos caíram em média 23%. O plano deve ser 63% mais eficiente. É mais recurso chegando no campo, nos produtores, financiando a safra, financiando equipamentos. E isso é bom não só para o campo, para a cidade também, porque lá na cidade a economia aquece, gera empregos, oportunidades”, afirmou o ministro

Sustentabilidade

Durante o bate-papo com radialistas de várias regiões, o ministro da Agricultura e Pecuária citou as ações para promover o crescimento da produção sem deixar de lado a preservação ambiental. O Plano Safra vai continuar incentivando o fortalecimento dos sistemas de produção ambientalmente sustentáveis, assim como ocorreu na edição passada. Para isso, serão premiados os produtores rurais que já estão com o Cadastro Ambiental Rural (CAR) analisado e, também, aqueles produtores rurais que adotam práticas agropecuárias consideradas mais sustentáveis.

Governo lança Plano Safra de R$ 400,5 bilhões para médios e grandes produtores

Neste ano safra – referente ao período de plantio e colheita –, o Governo Federal continua incentivando as boas práticas. A redução poderá ser de até 1% na taxa de juros de custeio. “Este ano nós ampliamos isso. Além de os produtores que tem o Cadastro Ambiental Rural aprovado e que se sintam estimulados que terão 0,5% de desconto, outras boas práticas de sustentabilidade também vão ser beneficiadas com mais 0,5%. Portanto, será 1% a menos de juros para os produtores que têm praticas de sustentabilidade, disse Carlos Fávaro.

Na linha de financiamento para investimentos, são 13 programas que proporcionam a inovação e a modernização das atividades produtivas, contribuindo para a continuidade dos ganhos de produtividade, competitividade, emprego e renda. Entre eles, destaca-se o Programa para Financiamento a Sistemas de Produção Agropecuária Sustentáveis (RenovAgro), que incorpora os financiamentos de investimentos identificados com o objetivo de incentivo à Adaptação à Mudança do Clima e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária.

Por meio dele, é possível financiar práticas sustentáveis como a recuperação de áreas e de pastagens degradadas, a implantação e a ampliação de sistemas de integração lavoura-pecuária-florestas, a adoção de práticas conservacionistas de uso e o manejo e proteção dos recursos naturais.

“É a linha de crédito mais barata que tem. São juros de 7% ao ano. R$ 2 bilhões destinados. Já tivemos no ano passado. Vamos ter de novo este ano R$ 2 bilhões para conversão de pastagem, melhoria das pastagens, para produzir o que quiser. Pode ser pasto de novo, mais intenso, com mais qualidade, pode ser agricultura, pode produzir frutas, floresta plantada, pode pruduzir o que quiser, mas com qualidade na terra. Dois anos de carência, dez anos para pagar. Isso agora vai receber premio no Plano Safra. É produzir cada vez mais com qualidade, com segurança, e com sustentabilidade”, explicou o ministro

Abertura de mercados

Carlos Fávaro citou ainda que o Brasil registrou a abertura de 152 novos mercados para os produtos da agropecuária em um ano e seis meses e os impactos para a economia.

“As boas relações diplomáticas, as boas relações de amizade com a volta do presidente Lula ao comando deste país estão mudando a história da agropecuária brasileira. Foram abertos 152 novos mercados para a agropecuária brasileira em um ano e meio O recorde absoluto em um ano foi no ano passado: 78 novos mercados. Nós estamos no meio do ano e já foram abertos 74 novos mercados. Quase batemos o recorde anual em meio ano. E estamos vendendo de tudo. Não é só carne bovina, suína, soja, milho, suco de laranja, algodão. Tudo que estamos produzindo. Mas isso é geração de renda aqui dentro”, afirmou o ministro.

Fonte: Agência Gov

 

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04/07/2024 0 Comentários
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NotíciasMercado

Governo lança Plano Safra de R$ 400,5 bilhões para médios e grandes produtores

Por redação 03/07/2024
Escrito por redação

Volume representa um aumento de aproximadamente 10% em relação ao ano passado, que foi de R$ 364,2 bilhões, e é destinado a médios, enquadrados no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), e grandes produtores rurais até junho de 2025

Governo lança Plano Safra de R$ 400,5 bilhões para médios e grandes produtoresClarisse Sousa – O governo federal lançou nesta quarta-feira (3/7) o Plano Safra 2024/25, destinando recursos no valor de R$ 400,59 bilhões para apoiar a produção agropecuária nacional. O financiamento abrange médios, enquadrados no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), e grandes produtores rurais até junho de 2025.

Do total disponibilizado para a agricultura empresarial, R$ 293,29 bilhões estão reservados para custeio e comercialização, o que representa um aumento de 8% em comparação ao ano anterior, e R$ 107,3 bilhões para investimentos, um crescimento de 16,5%.

O montante anunciado representa um aumento de aproximadamente 10% em comparação ao Plano Safra anterior, que disponibilizou R$ 364,2 bilhões. O governo também anunciou o Plano Safra da Agricultura Familiar, com um aporte de R$ 76 bilhões, totalizando assim R$ 476 bilhões para a safra 2024/2025.

O ministro Fávaro, da Agricultura, destacou durante a cerimônia de lançamento que o governo federal trabalhou com foco em ações para impulsionar a agropecuária nacional. “É determinação do presidente Lula que a gente pudesse chegar no maior Plano Safra da história”, pontuou. Também reforçou que o Plano foi vem sendo elaborado para reduzir custos de produção para ser cada vez mais eficiente.

“No comparativo com os dois Plano Safra que tivemos na atual gestão, tivemos um incremento total de 40%. O governo está disponibilizando mais recursos para o setor. Nestes dois anos também o custo de produção dos produtos da agropecuária diminuiu. Com isso, o Plano acaba sendo mais eficaz em cerca de 63%, com maior cobertura e mais recursos disponíveis”, explicou Fávaro.

Sob o lema “Plantar com responsabilidade, colher oportunidades”, o novo Plano Safra beneficia os produtores que optam por práticas agrícolas sustentáveis, proporcionando redução de até 1,0 ponto percentual na taxa de juros de custeio. Essa iniciativa, similar ao plano anterior, visa incentivar a adoção de técnicas que promovam a preservação ambiental e o uso eficiente dos recursos naturais.

Vendas de máquinas agrícolas acumulam queda de 31,8% em 2024

O novo plano também ampliou os recursos destinados à construção de armazéns e à renovação de sistemas produtivos. O Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) teve um incremento de aproximadamente 18,42% no volume de recursos, passando de R$ 3,8 bilhões na safra passada para R$ 4,5 bilhões no novo plano safra.

Taxa de juros

As taxas de juros aplicadas no Plano Safra 2024/25 variam conforme o tipo de financiamento. Para custeio e comercialização, os produtores enquadrados no Pronamp terão acesso a uma taxa de 8% ao ano, enquanto os demais produtores pagarão 12% ao ano.

Para investimentos, as taxas de juros variam entre 7% ao ano e 12% ao ano, dependendo do programa específico de financiamento utilizado.

Moderfrota

No novo Plano Safra, o Moderfrota, programa voltado para a modernização da frota de tratores, implementos e colheitadeiras, contará com R$ 9,5 bilhões em recursos disponíveis. Os financiamentos serão oferecidos com uma taxa de juros de 11,5% ao ano, e os produtores terão um prazo máximo de até sete anos para efetuar o pagamento.

Para os produtores enquadrados no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), através do programa Moderfrota-Pronamp, serão disponibilizados R$ 2,8 bilhões com uma taxa de juros de 10,5% ao ano.

Seguro rural

Outro destaque são os recursos para Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). “É um super Plano Safra, mas ele também precisa de seguro. Sabemos das dificuldades, mas tem produtoras e produtores que precisam de atenção especial. E, mais uma vez, por determinação do presidente Lula, um seguro rural para melhorar a eficiência para o Rio Grande do Sul, para o estado que mais demandava recursos para seguro e ainda mais a partir de agora”, reforçou o ministro.

Fávaro ainda citou que os recursos ordinários para o Seguro Rural do Rio Grande do Sul eram da ordem de R$ 134,4 milhões, cresceram 17% e foi pra R$ 157,4 milhões. E em recursos extraordinários, mais R$ 210,9 milhões, somando R$ 368,3 milhões.

“O que significa isso? De 12 mil para 26 mil produtores cobertos pelo Seguro Rural no Rio Grande do Sul. De 669 mil para 1,2 milhão de hectares cobertos pelo Seguro. De R$ 5,5 bilhões para R$ 11 bilhões em seguros. 100% de aumento para trazer mais tranquilidade a esses produtores”, explicou.

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03/07/2024 0 Comentários
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Notícias

Governo anuncia nova linha para aquisição de máquinas de pequeno porte

Por redação 03/07/2024
Escrito por redação

Nova linha será destinada às famílias com renda anual de até R$ 100 mil e financiará máquinas de até R$ 50 mil reais

Governo anuncia nova linha para aquisição de máquinas de pequeno porteClarisse Sousa – O Plano Safra 2024/25 da Agricultura Familiar foi lançado nesta quarta-feira (3) pelo governo federal, trazendo como uma das principais novidades uma linha de crédito específica para a aquisição de máquinas e implementos agrícolas de pequeno porte, como microtratores, motocultivadores e roçadeiras, dentro do programa Mais Alimentos.

A nova linha de crédito será destinada às famílias com renda anual de até R$ 100 mil e financiará a aquisição de máquinas de até R$ 50 mil, com juros de 2,5% ao ano, metade da taxa praticada pelo programa. O objetivo é promover a tecnificação da agricultura familiar, aliviando o trabalho no campo e aumentando a produtividade das famílias.

Vendas de máquinas agrícolas acumulam queda de 31,8% em 2024

O programa Mais Alimentos deve destinar um total de R$ 12 bilhões entre recursos equalizados e fundos constitucionais para a compra de máquinas voltadas à agricultura familiar nesta safra. O volume supera a solicitação do setor, que havia pedido R$ 10 bilhões para o Pronaf Mais Alimentos.

Para máquinas de maior porte, como tratores de até 70 cv, o limite de financiamento será de R$ 250 mil, com juros de 5% ao ano e um prazo de pagamento de até 7 anos.

O valor disponibilizado para Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) será de R$ 76 bilhões, valor 43,3% maior do que anunciado na safra 2022/2023 e 6,2% maior do que o da safra passada. Cerca de 10 linhas de financiamento de crédito rural do Pronaf tiveram redução de taxas.

 

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Notícias

Plano Safra da Agricultura Familiar terá volume recorde de R$ 76 bilhões

Por redação 03/07/2024
Escrito por redação

Outros destaques incluem nova linha de financiamento para máquinas agrícolas de pequeno porte, ampliação do microcrédito rural para jovens e criação de fundos para acesso ao crédito

- Plano Safra da Agricultura Familiar terá volume recorde de R$ 76 bilhões

O governo federal lançou nesta quarta-feira (3) o Plano Safra da Agricultura Familiar 2024/2025 com juros menores e recorde no volume de recursos, com R$ 76 bilhões, além de garantias de acesso.

O valor disponibilizado é 43,3% maior do que anunciado na safra 2022/2023 e 6,2% maior do que o da safra passada. Ao todo, serão R$ 85,7 bilhões em ações do Governo Federal para agricultura familiar, um crescimento de 10%.

O novo Plano Safra da AF dará ainda mais incentivos às agricultoras e aos agricultores familiares que querem produzir alimentos imprescindíveis no prato da população brasileira. Quem produzir arroz, por exemplo, encontrará juros reduzidos para 3%, no caso do convencional, e apenas 2% no orgânico.

Vendas de máquinas agrícolas acumulam queda de 31,8% em 2024

Cerca de 10 linhas de financiamento de crédito rural do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) tiveram redução de taxas.

Mais agroecológico

Com o volume ainda maior de recursos equalizados, o objetivo é ampliar o número de agricultores familiares beneficiados e incentivar a produção sustentável de alimentos saudáveis.

O Plano Safra da Agricultura Familiar 2024/25 oferecerá taxa de juros para a produção orgânica, agroecológica e de produtos da sociobiodiversidade de 2% no custeio e 3% no investimento. Outro destaque é o lançamento do edital do programa Ecoforte, para apoiar projetos de redes de agroecologia, extrativismo e produção orgânica.

Para reforçar as ações, o MDA também lança iniciativa do Campo à Mesa, um edital de R$ 35 milhões voltado a fomentar iniciativas que promovam a transição agroecológica.

Redução de taxas

Com taxas que variam de 0,5% a 6%, o Plano Safra da Agricultura Familiar 2024/2025 terá juros menores. Dez linhas de financiamento tiveram redução, duas de custeio e oito de investimento:

  • Pronaf Custeio – produtos da sociobiodiversidade (como babaçu, jambu, castanha do Brasil e licuri): de 3% para 2%.
  • Pronaf Custeio – produção de alimentos como feijão, arroz, mandioca, leite frutas e verduras: de 4% para 3%.
  • Pronaf Floresta (Investimento): de 4% para 3%.
  • Pronaf Semiárido (Investimento): de 4% para 3%.
  • Pronaf Mulher (Investimento) – para as agricultoras com renda familiar bruta anual de até R$ 100 mil: de 4% para 3%.
  • Pronaf Jovem (Investimento): de 4% para 3%.
  • Pronaf Agroecologia (Investimento): de 4% para 3%.
  • Pronaf Bioeconomia (Investimento) de 4% para 3%.
  • Pronaf Produtivo Orientado (Investimento): de 4% para 3%.

No âmbito do Pronaf Mais Alimentos (Investimento): redução de 5% para 2,5% para compra de máquinas de pequeno porte, que ganhou uma sublinha dentro do Pronaf Mais Alimentos.

 

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Governo desiste de leilão para a importação de arroz, confirma Fávaro
Notícias

Governo desiste de leilão para a importação de arroz, confirma Fávaro

Por redação 03/07/2024
Escrito por redação

Primeiro leilão realizado foi anulado após suspeita de irregularidades

- Governo desiste de leilão para a importação de arroz, confirma FávaroEm entrevista concedida hoje (3) ao programa Em Ponto, da GloboNews, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, disse que o Brasil não deve, por enquanto, realizar novos leilões para a importação de arroz.

A decisão do governo de importar o cereal ocorreu devido às enchentes no Rio Grande do Sul, maior produtor nacional de arroz.

Todavia, o primeiro leilão para a importação de arroz foi suspenso; o último, do dia 6 de junho, foi anulado após suspeitas de irregularidades.

“Tivemos problemas, é fato, nós cancelamos esses leilões. Mas o fato real é que, com a sinalização de disponibilidade do governo de comprar arroz importado e abastecer o mercado brasileiro, além da volta da normalidade em estradas, os preços do arroz já cederam e voltamos aos preços normais”, ressaltou Fávaro.

“Já temos arroz, em algumas regiões do País, a R$ 19, R$20, R$ 23 e R$ 25, o pacote de cinco quilos, o que está dentro da normalidade. Então, me parece que é mais plausível nesse momento a gente monitorar o mercado, não havendo especulação, na minha avaliação não se faz necessário novos leilões”, acrescentou o ministro.

Vendas de máquinas agrícolas acumulam queda de 31,8% em 2024

De acordo com Fávaro, o governo tem edital pronto e realizará, nesta quarta-feira, reunião com a Federação dos Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) e representantes da indústria.

“Vamos buscar alguns compromissos com eles, de estabilidade de preço, de logística e frete. Eles mesmos podem nos dizer um momento, se for necessária, alguma intervenção do governo. Por ora é mais prudente, já que os preços cederam, que a gente tome outras atitudes de estímulo à produção. Não se faz necessário novos leilões de importação”, destacou.

Fonte: Datagro

 

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