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ManutençãoNotícias

Filtros e acessórios hidráulicos de má qualidade comprometem equipamentos

Por redação 14/06/2024
Escrito por redação

Optar por produtos de excelência evita imprevistos com o maquinário agrícola, como desgastes, perda de potência e interrupções

Filtros e acessórios hidráulicos de má qualidade podem comprometer equipamentosConteúdo patrocinado – O sistema hidráulico é fundamental para o ótimo desempenho e a preservação dos maquinários, garantindo vida longa e evitando falhas hidráulicas.

Como as máquinas são suscetíveis a muitos tipos de contaminação de filtros hidráulicos, as superfícies internas podem sofrer com desgaste prematuro, assim como vazamentos e obstrução dos caminhos do fluxo – acarretando perda de potência ou paradas abruptas das máquinas.

A contaminação de fluidos presentes no sistema hidráulico é outra questão que pode interferir no bom funcionamento do maquinário.

Dessa forma, o investimento em filtros e acessórios com boa procedência, aliado à manutenção de filtros com regularidade, garante um resultado satisfatório e evita transtornos como imprevistos e gastos.

Experiência de mercado

A Filtros Newtec está no mercado há 20 anos e é uma das maiores especialistas em reposição de filtros hidráulicos do Brasil.

A empresa trabalha apenas com materiais de excelência para sistemas hidráulicos, através de matéria-prima certificada, garantindo soluções para diferentes aplicações e segmentos.

Seu portfólio diversificado conta com filtros de ar, filtro de pressão, filtro de retorno, unidade de filtragem, elemento de retorno, elemento filtrante de retorno, flanges de ligação, visores de nível para filtros, manômetro, filtro em linha e acoplamentos.

Mais de 50 mercados diferentes

Devido às suas novas tecnologias, experiência de mercado e matéria-prima certificada, a empresa atende a mais de 50 mercados diferentes, tais como agrícola, usinagem, óleo-hidráulica e lubrificação, siderurgia, entre outros.

O relacionamento com o cliente, com atendimento personalizado em todas as etapas, tem como resultado um índice de aprovação superior a 98%.

Outro quesito respeitado pela Filtros Newtec é a agilidade das entregas, tendo em vista que ela cumpre com 99% dos prazos, segundo apuração interna.

Conheça a Filtros Newtec. Saiba mais sobre a empresa, clicando aqui.
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Notícias

Venda de etanol hidratado é a maior dos últimos 42 meses, aponta Unica

Por redação 14/06/2024
Escrito por redação

Em maio, as vendas de etanol somaram 2,97 bilhões de litros, um aumento de 22,51% em comparação ao mesmo período da safra 2023/2024

Venda de etanol hidratado é a maior dos últimos 42 meses, aponta Unica

Unidades do Centro-Sul comercializaram 5,81 bilhões de litros de etanol, um crescimento de 28,57%

Clarisse Sousa  – Na segunda quinzena de maio, as unidades produtoras da região Centro-Sul processaram 45,19 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, uma queda de 3,36% em comparação às 46,77 milhões de toneladas da safra 2023/2024, segundo informações divulgadas nesta sexta-feira (14) pela Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica). No entanto, no acumulado desde o início da safra até 1º de junho, a moagem alcançou 140,74 milhões de toneladas, representando um aumento de 11,15% em relação às 126,62 milhões de toneladas registradas no mesmo período do ciclo anterior.

A redução no processamento de cana no final de maio foi causada pelas condições climáticas desfavoráveis para a colheita, afetando o ritmo de moagem em áreas do Paraná, Mato Grosso do Sul e região de Assis (SP), conforme explica Luciano Rodrigues, diretor de Inteligência Setorial da Unica. “Esse movimento foi parcialmente compensado pelo clima seco que favoreceu a colheita em Minas Gerais, Goiás e na região central do estado São Paulo”, diz.

Na segunda metade de maio, quatro unidades iniciaram a safra 2024/2025. Ao término do período, permanecem em operação 249 unidades no Centro-Sul, das quais 232 processam cana-de-açúcar, nove produzem etanol a partir do milho, e oito são usinas flex.

Em relação à qualidade da matéria-prima, o nível de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) registrado na segunda quinzena de maio foi de 129,85 kg de ATR por tonelada de cana-de-açúcar, comparado aos 134,95 kg por tonelada na safra 2023/2024, resultando em uma variação negativa de 3,78%. No acumulado da safra, o indicador registra 122,07 kg de ATR por tonelada, uma queda de 1,92%.

Produção de açúcar e etanol

A produção de açúcar na segunda quinzena de maio totalizou 2,70 milhões de toneladas, registrando queda de 7,72% em comparação com igual período na safra 2023/2024 (2,92 milhões de toneladas). No acumulado desde o início da safra até 1º de junho, a fabricação do adoçante totalizou 7,84 milhões de toneladas, contra 7,01 milhões de toneladas do ciclo anterior (+11,80%).

A redução na produção quinzenal de açúcar deve-se à queda na moagem e à menor proporção de cana-de-açúcar destinada à fabricação do adoçante. Na última quinzena, 48,28% da matéria-prima disponível foi direcionada para a produção de açúcar, comparado aos 48,65% registrados no mesmo período da safra 2023/2024.

Segundo Rodrigues, “em uma avaliação detalhada por unidade produtora, é possível verificar certa dispersão na dinâmica de produção de açúcar. Isso porque um terço das empresas ampliou a produção do adoçante por tonelada de cana-de-açúcar processada na última quinzena e os outros dois terços reduziram esse índice na comparação com o valor observado na mesma quinzena da safra 2023/2024”.

“A menor concentração de ATR, o baixo nível de pureza, o elevado teor de açúcares redutores, o maior teor de fibra e até mesmo a presença de dextrana na cana-de-açúcar processada impactaram negativamente a produção de açúcar em várias unidades. Esses elementos estão associados à moagem de cana bisada, de matéria-prima que não completou o ciclo de desenvolvimento e de lavoura com maturação prejudicada pelas condições climáticas”, explica o executivo da Unica.

Estimativa da produção de grãos para o ciclo 2023/24 cai 7%, aponta a Conab

Na segunda metade de maio, a fabricação de etanol pelas unidades do Centro-Sul atingiu 2,12 bilhões de litros, sendo 1,28 bilhão de litros (+6,49%) de etanol hidratado e 837,67 milhões de litros (-8,95%) de etanol anidro. No acumulado desde o início do atual ciclo agrícola até 1º de junho, a fabricação do biocombustível totalizou 6,46 bilhões de litros (+10,42%), sendo 4,32 bilhões de etanol hidratado (+24,97%) e 2,14 bilhões de anidro (-10,59%).

Do total de etanol obtido na segunda quinzena de maio, 16% foram fabricados a partir do milho, registrando produção de 338,15 milhões de litros neste ano, contra 224,86 milhões de litros no mesmo período do ciclo 2023/2024 – aumento de 50,38%. No acumulado desde o início da safra, a produção de etanol de milho atingiu 1,20 bilhão de litros – avanço de 28,83% na comparação com igual período do ano passado.

Vendas de etanol

Em maio, as vendas de etanol somaram 2,97 bilhões de litros, um aumento de 22,51% em comparação ao mesmo período da safra 2023/2024. O etanol hidratado cresceu 46,80%, atingindo 1,93 bilhão de litros, enquanto o etanol anidro caiu 6,36%, totalizando 1,03 bilhão de litros.

No mercado interno, as unidades do Centro-Sul venderam 1,87 bilhão de litros de etanol hidratado em maio, um aumento de 46,47% em relação ao mesmo período da safra anterior. Já as vendas de etanol anidro totalizaram 997,35 milhões de litros, uma queda de 4,16%.

“O volume comercializado no último mês representa o maior valor registrado pelas unidades do Centro-Sul desde outubro de 2020, quando foram vendidos 1,88 bilhão de litros”, acrescenta Rodrigues.

Desde o início da safra até 1º de junho, as unidades do Centro-Sul comercializaram 5,81 bilhões de litros de etanol, um crescimento de 28,57%. O volume de etanol hidratado totalizou 3,86 bilhões de litros, um aumento de 51,64%, enquanto o etanol anidro alcançou 1,96 bilhão de litros, uma queda de 1,10%.

 

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NotíciasReportagem especial

Capacidade de armazenagem agrícola cresce 4,7%, indica IBGE

Por redação 13/06/2024
Escrito por redação

Filtros e acessórios hidráulicos - Capacidade de armazenagem agrícola cresce 4,7%, indica IBGEClarisse Sousa – A capacidade de armazenamento disponível no Brasil alcançou 210,9 milhões de toneladas no segundo semestre de 2023, representando um aumento de 4,7% em relação ao primeiro semestre do mesmo ano, de acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número de estabelecimentos de armazenagem cresceu 4,8%, com 418 novos locais, totalizando 9.102 estabelecimentos.

O estoque de produtos agrícolas totalizou 44,6 milhões de toneladas, uma alta de 13,2% frente as 39,4 milhões de toneladas de 31 de dezembro 2022.

“Esse aumento nos estoques dos produtos está diretamente ligado às safras recordes que tivemos em 2023. Além disso, também registramos exportações recordes desses produtos, com a soja ultrapassando 100 milhões de toneladas exportadas e o milho chegando a 56 milhões de toneladas exportadas. Mesmo assim, tivemos um estoque recorde desses produtos. Observamos muito milho estocado fora das unidades de armazenagem, nos pátios das unidades, e esse milho não é contabilizado para essa pesquisa. Devido ao volume recorde da produção no ano passado, os produtores armazenaram parte do milho nessas condições”, explica Carlos Alfredo Guedes, gerente de Agricultura do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA).

O gerente comenta que houve crescimento nos estoques de café “devido à grande safra do ano passado. Apesar de ser um ano de baixa bienalidade negativa, em que esperávamos uma safra menor, as condições climáticas do segundo semestre beneficiaram a colheita de café”.

“Registramos uma diminuição nos volumes estocados de arroz, com apenas 1,5 milhão de toneladas, o segundo volume mais baixo na história da pesquisa. O trigo também apresentou queda, com 6,4 milhões de toneladas, devido a problemas climáticos no final de 2023. O excesso de chuva na região sul prejudicou a colheita de trigo, resultando em uma redução drástica na safra do ano passado. Isso tudo influenciou o volume estocado desses produtos em 31 de dezembro de 2023”, salienta Guedes.

O levantamento o IBGE aponta que, no segundo semestre de 2023, todas as regiões do Brasil apresentaram aumento no número de estabelecimentos de armazenagem: Norte (3,1%), Nordeste (2,3%), Sudeste (1,4%), Sul (5,1%) e Centro-Oeste (6,7%).

O Rio Grande do Sul lidera com 2.387 estabelecimentos, seguido por Mato Grosso, que tem 1.621 estabelecimentos e a maior capacidade de armazenagem do país, com 55,5 milhões de toneladas, e Paraná com 1.369 estabelecimentos. Juntos, esses três estados representam 60% da capacidade total de armazenamento do Brasil.

Estimativa da produção de grãos para o ciclo 2023/24 cai 7%, aponta a Conab

Segundo o IBGE, os cinco principais produtos agrícolas armazenados em 31 de dezembro de 2023 apresentaram os seguintes volumes: os estoques de milho lideraram com 21 milhões de toneladas, um aumento de 15,8% em relação a 31 de dezembro de 2022, representando 47,1% dos produtos levantados pela Pesquisa. Em seguida, os estoques de soja atingiram 11,3 milhões de toneladas, crescendo 39,6% e correspondendo a 25,4% do estoque total.

Capacidade dos silos

Em termos de capacidade útil armazenável, os silos predominam no País, tendo alcançado 110 milhões de toneladas no segundo semestre de 2023, o que representou 52,2% da capacidade útil total. Os silos predominam na Região Sul, sendo responsáveis por 64,6% da capacidade armazenadora regional e 46,2% da capacidade total de silos do país. Em relação ao primeiro semestre de 2023, os silos apresentaram um acréscimo de 4,6% na capacidade.

Em sequência, os armazéns graneleiros e granelizados, que atingiram 77,8 milhões de toneladas de capacidade útil armazenável, 6,3% superior à capacidade do período anterior, e aparecem com maior intensidade no Centro-Oeste, com 51,6% da capacidade da Região e 58,4% da capacidade total. Este tipo de armazenagem é responsável por 36,9% da armazenagem nacional.

Em relação aos armazéns convencionais, estruturais e infláveis, somaram 23,1 milhões de toneladas, o que representou um aumento de 0,2% em relação ao primeiro semestre de 2023. Esses armazéns são predominantes na Região Sul (33,8%), seguido pela Região Sudeste (31,7%), e contribuem com 10,9% da capacidade total de armazenagem.

 

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Estimativa da produção de grãos para o ciclo 2023/24 cai 7%, aponta a Conab
Notícias

Estimativa da produção de grãos para o ciclo 2023/24 cai 7%, diz Conab

Por redação 13/06/2024
Escrito por redação

Nova previsão indica um volume de 297,54 milhões de toneladas, representando uma redução de 22,27 milhões de toneladas na colheita

Estimativa da produção de grãos para o ciclo 2023/24 cai 7%, aponta a ConabClarisse Sousa – A produção de grãos no ciclo 2023/2024 está estimada em 297,54 milhões de toneladas. Este volume é 7% menor do que o da temporada anterior, representando uma redução de 22,27 milhões de toneladas. A queda é atribuída às condições climáticas adversas que afetaram as principais regiões produtoras do país. Já os cultivos de segunda safra, cuja colheita já começou, têm apresentado melhores produtividades. Comparando a estimativa divulgada nesta quinta-feira (13) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) com a publicada em maio, observa-se um aumento de 2,1 milhões de toneladas, com destaque para o milho, o algodão em pluma e o feijão.

Principal cultura da 2ª safra, o milho tem uma estimativa de produção de 88,12 milhões de toneladas. A colheita do produto neste ciclo atinge cerca de 7,5% da área semeada, conforme indica o Progresso de Safra divulgado nesta semana pela Companhia. De acordo com o 9º Levantamento, há disparidade das condições climáticas registradas pelo país, mas foi verificado em importantes estados produtores uma melhora na produtividade das lavouras.

Exportação de café deve alcançar recorde na safra 2023/2024

Enquanto que em Mato Grosso do Sul, São Paulo e parte do Paraná, a redução e/ou falta de chuvas durante longos períodos no ciclo do milho 2ª safra provocaram quedas no potencial produtivo, em Mato Grosso, Pará, Tocantins e parte de Goiás, as precipitações bem distribuídas ao longo do desenvolvimento da cultura e a tecnologia usada pelo produtor têm resultado em boas produtividades nos talhões colhidos e boas perspectivas nas áreas ainda em maturação. Com isso, a estimativa da Conab para a produção total do grão está em 114,14 milhões de toneladas.

O clima também tem favorecido o algodão, cujas lavouras se encontram predominantemente nos estágios de formação de maçãs e maturação. Nesta temporada, a área semeada está estimada em 1,94 milhão de hectares, crescimento de 16,9%, o que influencia na expectativa de incremento de 15,2% na produção da pluma, podendo chegar a 3,66 milhões de toneladas.

Feijão

A produção total de feijão deverá aumentar 9,7% na temporada 2023/24, ultrapassando 3,3 milhões de toneladas. Na segunda safra, a Conab prevê um crescimento de 26,3% no volume colhido, impulsionado pelo cultivo do feijão preto e do caupi, que devem alcançar 589,4 mil toneladas e 462,8 mil toneladas, respectivamente.

Para o feijão preto, o aumento é impulsionado por uma melhoria na produtividade de 8,5% e, principalmente, pela expansão da área de cultivo, com um crescimento de 63,5% para 331 mil hectares. No entanto, para o caupi, a situação é inversa: embora a área destinada ao cultivo cresça 4,9%, a produtividade das lavouras aumenta em 20,6%. Na terceira safra da leguminosa, cerca de 60% da área é irrigada e o plantio está em andamento.

Para o arroz, é esperada uma produção de 10,39 milhões de toneladas, de acordo com a Conab. De maneira geral, houve aumento na área plantada em comparação ao total semeado na temporada anterior, algo motivado à época da semeadura pela expectativa de bons preços praticados no mercado do cereal. Porém, o rendimento médio deverá ficar comprometido por conta dos danos às lavouras sul-rio-grandenses.

Com a colheita finalizada, a soja tem uma produção estimada em 147,35 milhões de toneladas, redução de 4,7% ou 7,26 milhões de toneladas sobre a safra anterior. No atual ciclo, a área semeada para a oleaginosa foi maior, no entanto as condições climáticas adversas impactaram negativamente a produtividade média no país.

Culturas de inverno

A semeadura já começou e, para o trigo, principal produto cultivado, o plantio atinge 46,8% da área total. No Paraná, o plantio iniciou em abril, porém, no Rio Grande do Sul, maior produtor de trigo no inverno, os trabalhos desta safra estão prejudicados pelas condições climáticas desfavoráveis. O excesso de umidade tem dificultado o manejo das áreas a serem semeadas.

 

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Notícias

John Deere oferece cursos gratuitos em plataforma de educação online

Por redação 12/06/2024
Escrito por redação

Campus John Deere já conta com mais de 30 cursos disponíveis ao público

 John Deere oferece cursos gratuitos em plataforma de educação onlineA John Deere acaba de lançar o Campus John Deere, uma plataforma de educação online aberta ao público. Com o objetivo de democratizar o acesso ao conhecimento especializado sobre as áreas de atuação da companhia e as etapas do ciclo produtivo agrícola, a nova plataforma já está no ar e disponibiliza todas as aulas gratuitamente até o final deste ano.

Atualmente, estão disponíveis mais de 30 cursos que abrangem temas variados, desde configurações e informações básicas de máquinas até manutenções, operações agrícolas, técnicas de construção civil e estratégias de mercado para o agronegócio.

Setor aguarda Plano Safra 2024/25 com mais recursos e juros menores

Um dos destaques é a formação em Gestão de Fazendas, que oferece uma visão detalhada sobre administração eficiente de propriedades rurais. O treinamento aborda aspectos como sustentabilidade financeira, legislações ambiental e trabalhista, governança e sucessão familiar.

O lançamento do Campus reflete um compromisso estratégico da empresa com a capacitação da força de trabalho nos setores agrícola, construção e florestal.

“Hoje, contamos com 28 milhões de pessoas na cadeia do agronegócio. O objetivo é apoiar a formação de grande parte dessas pessoas. Sabemos que o conhecimento tem um papel transformador, por isso o Campus John Deere representa uma grande oportunidade de mudar vidas e fortalecer o mercado”, explica Júlia Carraro Pereira, líder de Programas para Clientes e Comunidades na John Deere.

Além dos cursos online disponíveis, a companhia tem planos de oferecer cursos presenciais e híbridos em parceria com a sua rede de concessionárias e instituições parceiras que vão desde treinamentos de operação, manutenção, ajustes e otimização até programas de nível avançado como especializações em Agricultura de Precisão e Proteção de Plantas.

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Exportações de café do Brasil recuam em volume e preço em abril
Notícias

Exportação de café deve alcançar recorde na safra 2023/2024

Por redação 12/06/2024
Escrito por redação

País embarcou 43,7 milhões de sacas de julho de 2023 ao fim de maio deste ano; há um mês do fechamento do ciclo, exportação está a 2 milhões de sacas de superar o volume histórico alcançado em 2020/21

Exportação de café deve alcançar recorde na safra 2023/2024Em maio de 2024, o Brasil exportou 4,4 milhões de sacas de 60 kg de café, alcançando um recorde histórico para o mês, segundo o relatório estatístico mensal do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé). Essa exportação gerou a maior receita cambial já registrada para qualquer mês na história, totalizando US$ 1,017 bilhão. O desempenho representa um crescimento substancial de 79,6% em volume e de 85,9% na geração de divisas em comparação com maio do ano anterior.

“Com essa performance, o Brasil chega a 43,7 milhões de sacas remetidas ao exterior nos 11 meses do ano safra 2023/24 e caminha para a quebra do recorde das exportações neste ciclo, uma vez que os embarques atuais se encontram 2 milhões de sacas abaixo do maior volume histórico até então, obtido na temporada 2020/21, quando o país comercializou 45,7 milhões de sacas. Esse novo volume máximo é bem plausível de ser alcançado, já que, desde outubro do ano passado, temos embarcado uma média superior a 4 milhões de sacas ao mês”, projeta o presidente do Cecafé, Márcio Ferreira.

Ano civil

No acumulado de janeiro ao final de maio de 2024, as exportações brasileiras de café totalizam 20,690 milhões de sacas, montante também recorde para o período e que representa crescimento de 52,1% em relação ao aferido nos cinco primeiros meses do ano passado.

Em receita, o desempenho também é o maior da história no intervalo, com o ingresso avançando 50,8%, ao saltar de US$ 2,965 bilhões, no primeiro quinquemestre de 2023, para os atuais US$ 4,5 bilhões.

Inflação de maio sobe para 0,46%, influenciada pela alta dos alimentos

Tanto em maio, quanto nos acumulados deste ano e da safra 2023/24, o comportamento dos embarques reflete a excelente performance dos cafés canéforas (conilon + robusta), conforme o presidente do Cecafé. No mês passado, foram exportadas 868.270 sacas dessa espécie, o que elevou o volume para 7,412 milhões nos 11 meses do ciclo cafeeiro atual e para 3,442 milhões no agregado deste ano, gerando crescimentos de 559,3%, 499% e 553,8%, respectivamente. “Falamos de recordes em todos esses cenários”, destaca Ferreira.

Tipos de café

De janeiro ao fim de maio, o café arábica, com 15,654 milhões de sacas, segue como o mais exportado pelo Brasil. Esse montante representa 75,7% do total e implica alta de 36,3% na comparação com o primeiro quinquemestre do ano passado. A espécie canéfora, com o desempenho supracitado, vem na sequência, respondendo por 16,6% do geral.

O segmento do café solúvel, com 1,580 milhão de sacas – avanço de 0,7% e 7,6% do total –, e a seção do produto torrado e torrado e moído, com 13.738 sacas (-28,9% e 0,1% de representatividade), completam a lista.

“A performance histórica dos conilons e robustas brasileiros em março e abril voltou a ser observada em maio e possibilitou a quebra do recorde nas exportações dos cafés verdes, tudo isso em pleno auge da entressafra brasileira. Ou seja, colhemos, literalmente, os frutos de décadas de investimentos em pesquisa e tecnologia, que, além de colocar a qualidade e a sustentabilidade dos cafés brasileiros na primeira prateleira do mercado mundial, possibilita que tenhamos oferta suficiente para atender à crescente demanda global”, comenta o presidente do Cecafé.

De acordo com ele, o cenário internacional do mercado também favorece a maior ocupação de espaços pelos cafés do Brasil. “As incertezas sobre as colheitas de importantes produtores mundiais e a consequente restrição de oferta, como de Vietnã e Indonésia, abrem portas para que nossos cafés, em especial os canéforas, ampliem seu market share e consolidem o país como o principal player global, com oferta de qualidade em quantidade”, completa.

 

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Bahia Farm Show

Case IH leva tratores de alta potência Steiger para a Bahia Farm Show

Por redação 11/06/2024
Escrito por redação

Nova linha Steiger apresenta novas faixas de potência, de 425 a 645cv

Case IH leva tratores de alta potência Steiger para a Bahia Farm ShowA Case IH participa da Bahia Farm Show, de 11 a 15 de junho, em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, com seu portfólio completo de máquinas e soluções, do plantio à colheita, com destaque para a linha de tratores de alta potência Steiger.

Com novas faixas de potência, de 425 a 645cv proporcionadas graças à evolução dos motores FPT Cursor 13, a a linha de tratores de alta potência Steiger conta com sistema de combustível atualizado, além de melhorias na facilidade de manutenção e um sistema de escapamento simplificado, que fornece melhor visibilidade da cabine.

Segundo a fabricante, os modelos de tratores Steiger de 425cv, 475cv e 525cv apresentam maior economia de combustível, bem como resposta do motor 35% mais rápida devido à adição de um novo turbocompressor de geometria variável eletronicamente.

Bahia Farm Show começa hoje e espera alcançar R$ 8 bilhões em negócios

Há também inúmeras melhorias na cabine focadas no operador, como o acabamento interno aprimorado, bancos em couro, novo console superior, montagem aprimorada do monitor, câmeras dianteira e traseira e um sistema de som premium opcional. Iluminação 100% em LED e 360° também foram aprimoradas para melhorar a visibilidade durante a madrugada no campo.

“A linha Steiger se destaca por ter tratores articulados e de alta potência. Além disso, assim como todo o nosso portfólio de máquinas, é 100% conectado de fábrica, combinando tecnologia, resistência, produtividade e desempenho”, comenta Eduardo Penha, diretor de Marketing e Comunicação da Case IH para a América Latina.

Pulverização

Outra novidade que estará na feira é o drone de Pulverização Case IH. Esse pré-lançamento foi apresentado, durante a Agrishow, e possui importação e distribuição no Brasil pela marca.

Como uma solução para complementar o portfólio de pulverização da Case IH, o drone será oferecido em dois modelos, de 30 litros e 70 litros – esse último o de maior capacidade disponível atualmente do mercado.

 

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Bahia Farm Show

Avantto apresenta aeronave Epic na Bahia Farm Show 2024

Por redação 11/06/2024
Escrito por redação

Novidade no Brasil, turboélice com performance de jato e custo de pistão, o Epic E1000GX estará disponível para visita e demonstração na feira

A Avantto apresentará a aeronave Epic E1000GX na Bahia Farm Show, uma das principais feiras do setor agronegócio, que acontece entre os dias 11 e 15 de junho em Luís Eduardo Magalhães (BA).

O turboélice ficará exposto no aeroporto da cidade (LEM), ao lado do evento, e promete atrair a atenção de produtores e fornecedores do agronegócio por conta de seus grandes diferenciais de mercado – cabine mais confortável e espaçosa da categoria, operar em sua capacidade máxima de combustível e passageiros mesmo em pistas curtas e velocidade de jato com custo mais baixo que pistão.

“Integrar o Epic no programa de compartilhamento é essencial para atender ainda melhor o nosso público, especialmente para o segmento do agronegócio, a aeronave é um turboélice com performance de jato e opera a um custo operacional bem abaixo dos modelos similares. Justamente por proporcionar máximo conforto e performance em pistas curtas (precisa de apenas 687 metros para decolagem e 731 metros para aterrissagem), conseguimos levar o programa de compartilhamento para qualquer região do Brasil”, afirma o CEO da Avantto, Rogério Andrade.

Considerado um dos mais velozes da categoria ‘turboprop’, chegando à velocidade de cruzeiro de 617km/h e altitude máxima de 34 mil pés,a aeronave tem autonomia de voo de 2.890 km e é impulsionada pelo motor Pratt&Whitney de 1.200 cavalos, com hélice Hartzell de cinco pás.

De acordo com Andrade, os aviões vão aumentar a capacidade de atendimento do programa de compartilhamento em regiões com alta demanda de deslocamento aéreo, mas pouca oferta de voos comerciais.

 

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Notícias

Paraná exporta US$ 9,52 bilhões nos cinco primeiros meses de 2024

Por redação 11/06/2024
Escrito por redação

Soja em grão é responsável por vendas de US$ 2,4 bilhões, o que representa um quarto das exportações de janeiro a maio

Filtros e acessórios hidráulicos - Paraná exporta US$ 9,52 bilhões nos cinco primeiros meses de 2024

Paraná exporta US$ 9,52 bilhões nos cinco primeiros meses de 2024
Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná

As exportações paranaenses totalizaram US$ 9,52 bilhões (equivalente a R$ 51 bilhões na cotação atual) entre janeiro e maio de 2024. Com esse desempenho, o Paraná superou Santa Catarina, que exportou US$ 4,59 bilhões, e o Rio Grande do Sul, que registrou receitas de US$ 7,44 bilhões, consolidando-se como o maior exportador da região Sul.

Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), tabulados pelo Ipardes (Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social).

Na pauta das mercadorias exportadas pelo Paraná, o destaque ficou com a soja em grão, responsável por vendas de US$ 2,4 bilhões, o que representa um quarto das exportações nos cinco primeiros meses do ano.

A carne de frango in natura também teve uma boa participação, envolvendo negócios de US$ 1,51 bilhão, e o farelo de soja, com exportações de US$ 646 milhões.

Inflação de maio sobe para 0,46%, influenciada pela alta dos alimentos

Além dos produtos do agronegócio, também foram relevantes as vendas ao mercado internacional de produtos manufaturados de alto valor agregado, como os óleos e combustíveis, com receitas de US$ 191 milhões, e os automóveis, cujas exportações totalizaram US$ 172 milhões no período, o que evidencia a diversificação da estrutura produtiva local.

 

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Notícias

Inflação de maio sobe para 0,46%, influenciada pela alta dos alimentos

Por redação 11/06/2024
Escrito por redação

Calamidade no Rio Grande do Sul pressionou IPCA

Inflação de maio sobe para 0,46%, influenciada pelos alimentosA inflação oficial do país acelerou para 0,46% em maio, após ter registrado 0,38% em abril. Os preços dos alimentos foram o fator que mais puxaram para cima o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No ano, a inflação acumulada é de 2,27% e, nos últimos 12 meses, de 3,93%, ou seja, dentro da meta do governo de 3% com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

O grupo alimentos e bebidas apresentou alta de 0,62% em maio, representando 0,13 ponto percentual do IPCA.

Fonte: Agência Brasil

 

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