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Artigo TécnicoNotícias

Agricultura regenerativa – o que significa, o que regenerar?

Por redação 21/06/2024
Escrito por redação

Os fundamentos da agricultura regenerativa estão na prática de uma agricultura que seja sustentável, como utilizar rotação de culturas

Agricultura regenerativa - Agricultura regenerativa – o que significa, o que regenerar?

Agricultura regenerativa: sistema de plantio direto // Foto: Paulo Kurtz/Embrapa

Fernando Mendes Lamas* – No mundo moderno, onde a comunicação é algo espetacular, proporcionando a todos terem conhecimento do que ocorre em um determinado lugar do globo quase que em tempo real, “novos” termos surgem a todo instante, nas mais variadas áreas. Um dos termos muito em uso na atualidade entre aqueles que, de uma forma ou de outra, se ocupam com a produção agrícola, é “agricultura regenerativa”.

Quando nos referimos à agricultura regenerativa, vêm à nossa cabeça diversas coisas, sendo a mais frequente, que é necessário regenerar. Pelo dicionário da Língua Portuguesa, Houaiss, regenerar significa gerar ou produzir novamente; formar(-se) de novo”.

Mas regenerar o quê?

Os fundamentos da agricultura regenerativa estão na prática de uma agricultura que seja sustentável, como utilizar rotação de culturas – cultivar espécies diferentes a cada ano agrícola; utilizar prática mecânica, edáfica e vegetativa para evitar o escorrimento superficial da água – reduzir os processos erosivos que tanto mal fazem para a sociedade rural e urbana; adotar o sistema plantio direto que envolve a rotação de culturas, solo permanentemente coberto com palha ou vegetais em crescimento, o mínimo de revolvimento do solo, fazer a semeadura em nível – nunca semear no sentido da declividade. Quando as boas práticas agrícolas exemplificadas acima são adotadas, o impacto negativo da atividade agrícola será mínimo tanto sobre o ponto de vista físico, químico e biológico.

Ainda hoje, em pleno século 21, muitas áreas agrícolas não utilizam práticas conservacionistas ou as utilizam de maneira equivocada. O aprimoramento do sistema plantio direto, realizado pela Embrapa Agropecuária Oeste, é uma significativa ação para evitar a degradação do solo agrícola. A distância entre terraços não pode ser aquela limitada pelo tamanho ou largura de uma máquina ou implemento agrícola.

Para o cálculo da distância entre terraços existe toda uma metodologia científica que leva em consideração vários fatores, onde entre eles não está o tamanho da máquina. Sistemas agrícolas simplificados, que são aqueles onde se cultiva uma ou no máximo duas espécies, são sistemas extremamente vulneráveis. Sob o ponto de vista biológico é fundamental proporcionar condições para que a vida microbiana do solo possa efetivamente exercer a sua principal função que é assegurar a produtividade do solo, melhorando ou mantendo em níveis considerados adequados os atributos físicos e químicos do solo.

Assim, quando estamos falando em agricultura regenerativa, é fundamental a utilização das práticas agrícolas que mantenham ou até melhorem a capacidade produtiva do solo. Cabe destacar que a adoção de práticas de controle à erosão, sistema plantio direto, dentre outras, contribuem de forma significativa para a redução dos efeitos negativos de períodos de “veranicos”, tão comuns nas principais regiões agrícolas do Brasil. Com a adoção das práticas agrícolas sobre as quais já temos conhecimento, vamos evitar ter que regenerar a agricultura.

Em áreas com algum grau de degradação, com o auxílio da assistência técnica, a primeira iniciativa para reverter o processo de degradação é entender as razões pelas quais aquela área se encontra em estado de degradação. A partir de estudos detalhados, são propostas práticas agrícolas visando à recuperação e manutenção da capacidade produtiva do solo. Será isto agricultura regenerativa? Entendo que sim. Na realidade, o que se propõe como agricultura regenerativa é o mesmo que deve ser feito para se produza sem degenerar ou degradar.

Cabe aqui destacar que, mais importante do que regenerar é evitar que seja necessário a regeneração. Assim, teremos assegurado aumento da matéria orgânica do solo, a menor emissão de gases de efeito estufa e a segurança alimentar da população.

*Fernando Mendes Lamas é pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste

21/06/2024 0 Comentários
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MercadoNotícias

Produtividade da cana no Centro-Sul cai 3,5% entre abril e maio

Por redação 20/06/2024
Escrito por redação

Queda reflete déficit hídrico, segundo Boletim do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC)

Produtividade da cana no Centro-Sul cai 3,5% entre abril e maioA produtividade média de cana-de-açúcar na região Centro-Sul, até maio, foi de 89,4 toneladas por hectare, uma queda de 3,5% em relação à safra anterior, que foi de 92,6 t/ha. Esse declínio é atribuído ao déficit hídrico no período, afetando principalmente o Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e o Noroeste de São Paulo.

Produção agroindustrial cresce 12,1% em abril, maior aumento desde 2013

Apesar da queda geral, Minas Gerais (102 t/ha), Ribeirão Preto (101,7 t/ha) e Piracicaba (100 t/ha) se destacaram em produtividade nos dois primeiros meses da safra.

A qualidade da matéria-prima, medida em kg de ATR por tonelada de cana, manteve-se estável em 121 kg de ATR/t.

 

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20/06/2024 0 Comentários
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Cooperativas agropecuárias gaúchas devem confirmar um crescimento adicional de 25,25% no seu faturamento em relação à 2017, ultrapassando R$ 25,4 bilhões.
Notícias

Produção agroindustrial cresce 12,1% em abril, recorde desde 2013

Por redação 20/06/2024
Escrito por redação

O crescimento foi impulsionado tanto pelo segmento de produtos não-alimentícios quanto pelo de produtos alimentícios e bebidas

Produção agroindustrial cresce 12,1% em abril, maior aumento desde 2013A pesquisa sobre agroindústria, do FGVAgro, revela que a produção agroindustrial registrou uma expansão de 12,1% em abril frente ao mesmo mês de 2023. Esse foi o maior crescimento para o mês desde 2013.

No acumulado no ano, a produção agroindustrial acumulou uma alta de 4,1% frente ao mesmo período de 2023, correspondendo ao melhor primeiro quadrimestre para a Agroindústria desde 2018.

A alta da Agroindústria, nesse início de 2024, vem sendo derivada tanto do segmento de Produtos Não-Alimentícios (1,3%) como, principalmente, do de Produtos Alimentícios e Bebidas (6,1%). Desde 2023, o segmento de Produtos Alimentícios e Bebidas vem apresentando um desempenho positivo, o que continuou ao longo de 2024.

VBP Agro do Paraná cresce 11% em 2023 e alcança R$ 197,8 bilhões

Já o segmento de Produtos Não-Alimentícios operou com dificuldades em 2023, fechando o ano com contração (de -2,1%), contudo, esse início de ano vem sendo mais favorável ao segmento, de tal forma que o único setor dentro desse segmento que não está operando em campo positivo é o de Insumos Agropecuários.

Na divulgação do próximo mês, serão divulgados os dados da Agroindústria considerando os primeiros impactos da tragédia climática no Rio Grande do Sul.

Diante disso, será possível entender quanto do crescimento acumulado nos primeiros meses de 2024 terá sido perdido com a crise, dado que o estado gaúcho está entre os cinco mais relevantes para a Agroindústria brasileira.

 

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20/06/2024 0 Comentários
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Moagem de cana no Norte e Nordeste segue em queda, mas produção de anidro está mantida
Notícias

VBP Agro do Paraná cresce 11% em 2023 e alcança R$ 197,8 bilhões

Por redação 19/06/2024
Escrito por redação

A pecuária foi responsável por 49% do Valor Bruto da Produção, enquanto a agricultura representa 46,6%

VBP Agro do Paraná cresce 11% em 2023 e alcança R$ 197,8 bilhões

Produção de cana-de-açucar. 07-2021. Foto: José Fernando Ogura/AEN

O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) do Paraná somou R$ 197,8 bilhões em 2023, de acordo com a análise preliminar publicada nesta quarta-feira (19) pela Secretaria estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab). Os números representam um crescimento nominal de 3% em relação ao VBP de 2022 (R$ 191,2 bilhões). Se considerada a inflação do período, o resultado foi 11% superior.

O VBP contempla aproximadamente 350 itens diversificados, incluindo grãos, proteínas animais, fruticultura, floricultura, silvicultura e uma ampla gama de produtos da agropecuária paranaense. Os dados são levantados pelos técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, ao longo do ano com pesquisas de preços e das condições das lavouras nos municípios.

“O VBP apresentou um aumento significativo, puxado basicamente pelas culturas de verão, que tiveram um ótimo desempenho, e isso remete a ter um VBP por hectare/ano de R$ 13,5 mil aproximadamente, que é um dos maiores VBP por hectare que temos hoje no Brasil”, disse o secretário da Agricultura e do Abastecimento, Natalino Avance de Souza.

De acordo com o relatório analítico da economista Larissa Nahirny, coordenadora da Divisão de Estatísticas Básicas do Deral, o clima favoreceu a maior parte da agropecuária no Estado. “Ao contrário da safra 21/22, na qual as condições climáticas afetaram drasticamente as produtividades das culturas de verão, na safra 22/23 esses produtos obtiveram excelentes resultados”, afirmou. A nota baixa foi representada pela 2.ª safra e por algumas culturas de inverno, como feijão e trigo, que registraram perdas de qualidade e produtividade.

Pecuária

Em termos de segmento, o relatório aponta a liderança da produção pecuária na formação do VBP pelo segundo ano consecutivo. O setor representa 49% do valor gerado nas propriedades rurais do Paraná em 2023, com R$ 96,5 bilhões.

“Embora em termos nominais o valor tenha sido ligeiramente inferior ao de 2022 (R$ 96,7 bilhões), em termos reais o resultado é 7% superior em razão da deflação do período”, disse Larissa.

Para o chefe do Deral, Marcelo Garrido, a expressividade da pecuária no VBP é um importante indicativo do direcionamento da matéria-prima produzida no Estado. “Significa que estamos agregando mais valor à soja e ao milho, que são a base da alimentação animal”, analisou.

Plano Safra será lançado na próxima semana em Rondonópolis (MT)

O setor da avicultura como um todo, incluindo produção de frango de corte, para recria, ovos férteis e ovos para consumo, é o mais expressivo dentro do segmento da pecuária. No ano passado gerou mais de R$ 44,7 bilhões nas propriedades rurais. É seguido pelos bovinos, com R$ 25,5 bilhões, e pelos suínos, que geraram R$ 12,4 bilhões. A produção de leite teve ligeiro aumento, de 4,4 bilhões para 4,5 bilhões de litros, com VBP de R$ 11,4 bilhões.

Agricultura

A agricultura de forma geral foi responsável por 46,6% do faturamento bruto, somando R$ 92,1 bilhões, contra R$ 85,1 bilhões de 2022, quando as condições climáticas foram desastrosas. Nesse segmento prevaleceram os grãos e outras grandes culturas, com R$ 82,3 bilhões. O valor é 17% superior aos R$ 76,1 bilhões de 2022, em termos reais.

É aí que desponta a soja, principal cultura paranaense. Após amargar perda de aproximadamente 8 milhões de toneladas na safra 21/22, o produto alcançou recorde de 22,4 milhões de toneladas em 2023, com VBP de aproximadamente R$ 49 bilhões.

“Só não foi maior em razão da desvalorização do preço médio de comercialização”, disse a coordenadora de Divisão de Estatística Básica do Deral. Em 2023 o preço médio da saca ficou em R$ 130,99, valor 15,5% inferior ao de 2022.

Na segunda colocação apareceu o milho, com produção de 17,8 milhões de toneladas nas duas safras. “Representou uma recuperação do potencial produtivo do cereal após ciclos problemáticos”, analisou Larissa. “Mas os preços médios de comercialização desvalorizaram, assim o VBP, de R$ 14,5 bilhões, reduziu em 23% em termos reais”. No ciclo anterior tinham sido R$ 20,2 bilhões.

A cana-de-açúcar, que tinha ficado na quarta colocação em 2022, assumiu no ano passado a terceira posição, com R$ 4,3 bilhões. Ela ultrapassou o trigo, que teve redução significativa de 34%. De R$ 5,4 bilhões passou para R$ 3,6 bilhões.

O segmento agrícola também foi incrementado com a participação de hortaliças, que somou VBP de R$ 6,7 bilhões. As batatas, que alcançaram R$ 1,8 bilhão, e o tomate, com R$ 1,1 bilhão, foram as espécies mais importantes. Na fruticultura, destaque para as laranjas, com R$ 752 milhões; e para morango, com R$ 505 milhões. Em flores o crescimento real foi de 20%, passando de R$ 224 milhões para R$ 250 milhões.

Produtos florestais

“Com a desvalorização de boa parte dos preços dos produtos florestais, verificou-se uma redução expressiva na extração de toras para produção de papel e celulose e uma ligeira alta para as demais finalidades”, afirmou a economista do Deral.

Como resultado o VBP florestal, de R$ 9,2 bilhões, foi inferior aos R$ 9,6 bilhões do ano anterior. O destaque nesse segmento é a erva-mate, que teve crescimento de 10% na produção, passando de 763,5 mil toneladas para 840,4 mil toneladas. O VBP da cultura somou R$ 1,3 bilhão.

 

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Plano Safra será lançado na próxima semana em Rondonópolis (MT)
Notícias

Plano Safra será lançado na próxima semana em Rondonópolis (MT)

Por redação 19/06/2024
Escrito por redação

Informação foi dada pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, após reunião com o titular da pasta da Fazenda, Fernando Haddad

Plano Safra será lançado na próxima semana em Rondonópolis (MT)Os ministros da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, da Fazenda, Fernando Haddad, e da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, se reuniram com representantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) para tratar dos últimos ajustes para lançamento do novo Plano Safra, o 2024/2025, nesta terça-feira (18), no Ministério da Fazenda.

“Colhemos sugestões de um trabalho feito pela FPA junto com a Confederação Nacional de Agricultura (CNA) e a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), para que a gente possa, então, levar em consideração os números, as propostas, para o anúncio do Plano Safra”, disse o ministro Fávaro, anunciando que o lançamento do Plano Safra 24/25 está previsto para ocorrer na próxima semana em Rondonópolis (MT).

No documento entregue aos ministros, as representações sugerem refinamento nas temáticas principais do plano, como no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), volumes de crédito rural, equalização, sustentabilidade e cooperativismo.

Setor aguarda Plano Safra 2024/25 com mais recursos e juros menores

“Tivemos uma reunião aberta, bastante resolutiva. Eu tenho certeza de que daqui sairá um Plano Safra ainda melhor e que vai atender cada vez mais as necessidades dos nossos produtores”, destacou o ministro da Agricultura e Pecuária.

Em 2023, o Governo Federal lançou o maior Plano Safra da história, com mais de R$ 435 bilhões em crédito rural para pequenos, médios e grandes produtores. Um aumento de 28% em relação ao anterior. Deste valor, foram R$ 364,22 bilhões para a agricultura empresarial.

O Plano em vigência teve o objetivo de incentivar o fortalecimento dos sistemas de produção ambientalmente sustentáveis, com redução das taxas de juros para recuperação de pastagens e premiação para os produtores rurais que adotam práticas agropecuárias consideradas mais sustentáveis.

Fávaro explicou, ainda, que houve entendimento a respeito da oferta de recursos destinados à equalização. “O importante é o direcionamento maior de recursos, por exemplo, da poupança rural, da LCA [Letra de Crédito do Agronegócio], do depósito à vista, o que faz com que sejam custos bem reduzidos e os bancos possam atender os produtores nas menores taxas de juros possíveis”, afirmou.

Fonte: Datagro/Uagro

 

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Feiras & Eventos

Jacto apresenta novos equipamentos portáteis de alta performance

Por redação 18/06/2024
Escrito por redação

A empresa também apresentará seus últimos lançamentos, como o pulverizador costal a bateria Jacto SB-20B, equipamentos para poda e o kit de proteção

Jacto apresenta novos equipamentos portáteis de alta performance na Hortitec A Jacto estará presente na Hortitec 2024, entre os dias 19 e 21 de junho, em Holambra (SP). O evento é um dos maiores encontros de horticultura da América Latina, reunindo produtores, profissionais do setor e representantes institucionais dedicados à produção de flores, frutas, hortaliças e florestais.

A convite da Embrapa Hortaliças, a Jacto participará do Painel Indústria com o debate: “Panorama e Perspectivas para máquinas e equipamentos para agricultura familiar” no dia 20 de junho, às 16h30. O Gerente de Pesquisa e Tecnologia, Rodolfo Castanho, será o responsável por proporcionar a discussão e irá compartilhar sua visão sobre o tema e a atuação da Jacto no segmento.

A empresa apresentará os últimos lançamentos, com destaque para o pulverizador costal a bateria Jacto SB-20B. Totalmente desenvolvido pela Jacto, o equipamento oferece design ergonômico, sendo reconhecido pela durabilidade da bomba, que tem 5x mais vida útil que as similares do mercado, e pela disponibilidade de peças de reposição.

Abiove projeta safra de soja de 152,5 milhões de toneladas para 2024

Outro lançamento é o Jacto SB-18P, um pulverizador costal a bateria de alta pressão com reservatório de 18 litros, bomba de alta capacidade que atinge até 150 psi e vazão de 3,8 litros por minuto, garantido ao produtor mais agilidade na jornada de trabalho. O equipamento apresenta fácil usabilidade, um potenciômetro para ajustes finos de pressão e duas baterias de lítio-íon recarregáveis. Equipamento e baterias também contam com 3 anos de garantia.

Pensando na segurança do produtor, a Jacto apresentará seu novo equipamento de proteção individual (EPI) para aplicadores de defensivos agrícolas. O Jacto PP-30 é um kit de proteção hidrorrepelente que evita a passagem de produtos tóxicos para o interior da roupa.

Equipamentos para poda

A Jacto também lançará a tesoura de poda a bateria Jacto PB-25, com abertura de até 25 mm e design ergonômico, pesando apenas 670 g, evitando, assim, possíveis dores no punho. Com rendimento operacional 3x maior que métodos manuais, oferece versatilidade com três opções de abertura de corte: 12,5 mm, 18,7 mm e 25 mm.

Um destaque adicional é a Bateria JB-1680P, com intercambialidade que permite seu uso em diversos equipamentos portáteis a bateria da Jacto. Recarregável e com vida útil de até 2.500 ciclos (aproximadamente 8 anos), ela mantém a tensão constante para pulverização eficiente. É fabricada com Li-íon (Lítio-Ion) e conta com 3 anos de garantia.

Durante a Hortitec 2024, os clientes que adquirirem qualquer equipamento portátil a bateria de lítio-íon juntamente com um pulverizador costal Jacto SB-20 (sem kit elétrico), ganharão uma bateria de modelo JB-1640 e poderão concorrer a prêmios variados.

 

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Safra 2025/26 de soja em Mato Grosso deve superar 51,5 milhões de toneladas, projeta Imea
Notícias

Abiove projeta safra de soja de 152,5 milhões de toneladas para 2024

Por redação 18/06/2024
Escrito por redação

Em abril de 2024, o processamento de soja foi de 4,35 milhões de toneladas, uma leve queda de 0,6% em comparação a março do mesmo ano

Abiove projeta safra de soja de 152,5 milhões de toneladas para 2024Clarisse Sousa – A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) atualizou suas estimativas para a safra de soja de 2024, com uma previsão de produção de 152,5 milhões de toneladas de soja em grão. Este número representa uma redução de 1,4 milhão de toneladas em relação ao levantamento anterior.

As previsões da Abiove para o ciclo atual indicam poucas mudanças. A entidade manteve a estimativa de esmagamento em 54,5 milhões de toneladas. A produção de farelo de soja continua projetada em 41,7 milhões de toneladas e a de óleo de soja em 11 milhões de toneladas.

Processamento mensal

Em abril de 2024, o processamento de soja foi de 4,35 milhões de toneladas, uma leve queda de 0,6% em comparação a março do mesmo ano, mas um aumento de 0,6% em relação a abril de 2023, ajustado pelo percentual amostral de 90,6%.

Capacidade de armazenagem agrícola cresce 4,7%, indica IBGE
Comércio exterior

As projeções de exportação também permanecem inalteradas: 97,8 milhões de toneladas de soja em grão, 21,6 milhões de toneladas de farelo de soja e 1,1 milhão de toneladas de óleo de soja. A receita estimada com essas exportações do complexo soja para o mercado internacional é de US$ 54,1 bilhões em 2024.

 

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Notícias

Bahia Farm Show bate recorde em negócios e número de visitantes

Por redação 17/06/2024
Escrito por redação

A próxima edição da Bahia Farm Show tem data marcada e vai acontecer entre 9 e 14 de junho de 2025

Bahia Farm Show supera 111 mil visitantes e bate recorde de públicoA Bahia Farm Show encerrou sua última edição no sábado (15) com uma comercialização recorde de R$ 10,9 bilhões, superando os R$ 8,2 bilhões da edição anterior e registrando um crescimento de 32,7% em comparação a 2023. Realizada em Luís Eduardo Magalhães, a feira de tecnologia agrícola também atraiu um público recorde de 111.377 visitantes, ultrapassando os 100.262 do ano passado.

O presidente da Bahia Farm Show, Odacil Ranzi, explica que esta edição demonstra a consolidação da feira.  “Foi bonito ver a movimentação nestes cinco dias. Grupos de produtores, famílias, amigos e de estudantes conhecendo as novidades em tecnologia e contentes em estar na feira. É muito bom ver todos fechando os seus negócios e os expositores entusiasmados com a comercialização, demonstrando as tecnologias e trocando informações com os clientes. Estamos confiantes nos bons resultados também nos negócios”, afirma.

Exportações do agro atingem mais de US$ 15 bilhões em maio

A próxima edição da Bahia Farm Show tem data marcada e vai acontecer entre 9 e 14 de junho de 2025. A feira agrícola terá um dia a mais, destinado especificamente para a abertura oficial na segunda-feira, que contará com a presença de representantes do poder público, expositores, patrocinadores, produtores e representantes do setor agrícola e público em geral.

 

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Notícias

Exportações do agro atingem mais de US$ 15 bilhões em maio

Por redação 17/06/2024
Escrito por redação

Os produtos que mais contribuíram para abrandar a queda das exportações no mês foram café verde, algodão não cardado nem penteado, celulose e açúcar de cana em bruto

Exportações do agro atingem mais de US$ 15 bilhões em maioAs vendas externas brasileiras de produtos do agronegócio foram de US$ 15,05 bilhões em maio de 2024. Esse resultado correspondeu a 49,6% das exportações totais do Brasil. O valor em maio foi 10,2% inferior na comparação com os US$ 16,76 bilhões exportados no mesmo mês de 2023. Em termos absolutos, houve uma queda de US$ 1,71 bilhão nas vendas externas. Esta diminuição ocorreu em função dos menores preços médios de exportação e, também, devido à redução do volume global exportado.

Os produtos que mais contribuíram para abrandar a queda das exportações no mês foram café verde (+US$ 392,21 milhões), algodão não cardado nem penteado (+ US$ 337,30 milhões), celulose (+ US$ 298,95 milhões) e açúcar de cana em bruto (+ US$ 114,63 milhões).

Produtos brasileiros

Um dos destaques das exportações brasileiras do agronegócio, o complexo sucroalcooleiro continua registrando recordes de exportação. O setor elevou as exportações de US$ 1,24 bilhão em maio de 2023 pra US$ 1,43 bilhão em maio de 2024 (+15,3%). O volume recorde de açúcar exportado para os meses de maio foi o fator responsável por esse bom desempenho.

Vale ressaltar que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estimou uma produção 46,3 milhões de toneladas de açúcar para a safra 2024/2025, maior volume de produção de açúcar em toda a série histórica. Com essa produção recorde, o Brasil exportou 2,81 milhões de toneladas em maio (+16,7%).

Venda de etanol hidratado é a maior dos últimos 42 meses, aponta Unica

As carnes também estão entre os principais setores exportadores do agronegócio brasileiro, sendo responsáveis por 14,2% de todas as vendas externas do agronegócio. Foram registrados US$ 2,13 bilhões em maio de 2024, valor 2,0% superior na comparação com os US$ 2,09 bilhões exportados no mesmo período de 2023.

Houve embarques recordes em três tipos de carnes: 211,98 mil toneladas exportadas de carne bovina in natura em maio de 2024 (recorde de todos os meses); 430,26 mil toneladas de carne de frango in natura (recorde para os meses de maio); e 91,63 mil toneladas de carne suína in natura (também recorde para os meses de maio).

Os produtos florestais ficaram na terceira posição dentre os principais setores exportadores do agronegócio, registrando US$ 1,55 bilhão em vendas externas (+25,5%).

Ao contrário do complexo soja e das carnes, houve elevação nos preços médios de exportação nos produtos florestais. O principal motivo dessa alta ocorreu devido ao incremento do preço internacional da celulose, que passou de US$ 403 por tonelada em maio de 2023 para US$ 551 por tonelada em maio de 2024 (+36,8%). A China é o principal importador desse produto brasileiro.

Exportações

No acumulado de 2024, as exportações brasileiras do agronegócio somaram US$ 67,17 bilhões (-0,2%). O declínio das exportações ocorreu em função da queda dos preços dos produtos exportados (-9,8%), uma vez que o índice de quantidade apresentou crescimento de 10,7% nos cinco primeiros meses do ano. O agronegócio representou 48,4% das exportações totais brasileiras.

Acumulado de 12 meses

No período acumulado dos últimos doze meses as exportações do agronegócio brasileiro somaram US$ 166,38 bilhões, o que significou crescimento de 2,4% em relação aos US$ 162,53 bilhões exportados nos doze meses imediatamente anteriores. Com esse valor, a participação dos produtos do agronegócio no total exportado pelo Brasil no período foi de 48,5%.

As importações, por sua vez, totalizaram US$ 17,49 bilhões, cifra 1,3% inferior à registrada nos doze meses anteriores (US$ 17,72 bilhões), e representaram 7,2% do total adquirido pelo Brasil no período.

 

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Bahia Farm Show

Diversidade tecnológica é destaque de expositoras na Bahia Farm Show

Por redação 14/06/2024
Escrito por redação

São mais de mil marcas expostas por 434 empresas presentes na Bahia Farm Show

Diversidade tecnológica é destaque de expositoras na Bahia Farm ShowQuem caminha pelas ruas da Bahia Farm Show encontra uma grande variedade de produtos e serviços que atendem o produtor rural. São mais de mil marcas expostas por 434 empresas presentes na Bahia Farm Show. Ao percorrer os estandes, podem ser encontradas tecnologias diversas que atendem o produtor, também de forma indireta, ao seu negócio no campo.

Para quem quer construir sem transtorno com cimento, areia e argamassa, um dos expositores oferece uma alternativa que alia praticidade e segurança, com os painéis térmicos para casas e chalés, muito usados em propriedades rurais.

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O sócio proprietário da empresa, Alex Souza, explica que a casa de isopor, mantém a temperatura interna. “É possível ter um ambiente agradável, mesmo com uma temperatura externa superior a 30 graus, como é comum aqui na região”, afirma.

Para quem investiu em maquinário, já pode sair da feira com uma solução para a sua limpeza. Pelo terceiro ano consecutivo, o empresário Wilson Pereira Neto, apresenta na feira um equipamento para limpar tanque de pulverizador e avião, além de tratores e outras máquinas. “Quem compra um equipamento tão valioso, precisa também ter como manter a limpeza e funcionalidade da máquina”, afirma.

Empresário de Barreiras, Ricardo Masini fez questão de visitar a feira. “É sensacional, tem que vir, porque se você tentar descrever é indescritível, é preciso vir pra ver”. É o caso dos drones gigantes que tem atraído a atenção de quem passa. O coordenador agrícola, Jardel Cotrim, diz que nunca tinha visto um drone tão grande. “É uma novidade, realmente, eu não sabia que existia”. Embora possuam câmera, a função não é de filmar e sim, pulverizar. O gerente comercial, Vilmar Teixeira, explica que a capacidade destes mega drones é de 50 litros.

 

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14/06/2024 0 Comentários
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