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Mais de 85% da dívida rural do RS fica fora da MP de renegociações, aponta Farsul
Notícias

Inadimplência do agro permanece estável em 2023, aponta Serasa

Por redação 05/06/2024
Escrito por redação

Cenário geral, considerando todos os portes, mostra aumento de apenas 0,8%

Inadimplência do agro permanece estável em 2023, aponta SerasaInformações inéditas divulgadas na segunda edição do Boletim Agro da Serasa Experian mostraram que, considerando apenas dívidas que venceram por mais de 180 dias e em setores que se relacionam às principais atividades do agronegócio, o cenário geral da população agro que atua como pessoa física registrou inadimplência de 7,1%, permanecendo praticamente estável. Com um sutil aumento de 0,8% nos últimos três meses de 2023, frente ao mesmo período do ano anterior.

“Apesar da alta sutil que registramos, esse ainda continua sendo um percentual pequeno que revela que a maior parte dos proprietários rurais está honrando seus compromissos financeiros no campo e, sendo assim, garantindo a estabilidade econômica, bem como fomentando a evolução do setor”, explica o head de agronegócio da Serasa Experian, Marcelo Pimenta.

Em relação aos portes, os pequenos produtores rurais foram os menos afetados pela inadimplência no último trimestre de 2023. Apesar disso, os dados revelaram uma alta trimestral em todos os portes.

Inadimplência do agro - Inadimplência do agro permanece estável em 2023, aponta Serasa

Menor taxa de inadimplência do agro foi registrada na região Sul

O Sul foi a região agrícola em que os proprietários rurais que atuam como pessoa física registraram os mais baixos níveis de inadimplência, marcando 4,8%. Por outro lado, o “Norte Agro”, alcançou o percentual mais expressivo, esse de 10,3%.

Quanto mais experiência menor é a inadimplência

Os dados inéditos da Serasa Experian também revelaram que, quanto maior a idade do proprietário rural analisado, menor é sua taxa de inadimplência. Enquanto os jovens de 18 a 29 anos marcam 10,5%, pessoas mais experientes, com 60 a 69 anos, por exemplo, registraram 5,8%.

 

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Notícias

Massey Ferguson inaugura loja satélite no conceito FarmerCore no Mato Grosso

Por redação 05/06/2024
Escrito por redação

Novo conceito prioriza integração de revendedores e agricultores para proporcionar a melhor experiência na fazenda

Massey Ferguson inaugura loja satélite no conceito FarmerCore no Mato GrossoA Massey Ferguson inaugura em Diamantino (MT) a primeira loja satélite no conceito FarmerCore da América do Sul. Pertencente ao Grupo Pampa, o lançamento desse novo modelo de distribuição ponta a ponta é um marco na estratégia “Agricultor em Primeiro Lugar” (Farmer-First) e na consolidação do compromisso da marca em ajudar os agricultores a se tornarem mais lucrativos, produtivos e sustentáveis.

“Para o Grupo Pampa, é uma grande satisfação fazer parte deste novo projeto da Massey Ferguson. O conceito FarmerCore representa uma verdadeira evolução no modelo de concessionárias, proporcionando maior proximidade com nossos clientes e uma cobertura mais eficiente para atender a todas as suas necessidades. O município de Diamantino já era atendido pela Pampa através da loja de Tangará da Serra”, destaca Leonardo Defant, presidente do Grupo Pampa.

PIB da agropecuária cresce 11,3% no primeiro trimestre, aponta IBGE

“No entanto, a demanda por uma concessionária mais próxima sempre foi um desejo tanto dos nossos clientes quanto nosso. Esta nova loja não é apenas um projeto da Massey Ferguson ou do Grupo Pampa, mas também dos nossos clientes desta região. Estamos ansiosos para celebrar esta nova etapa, reforçando nosso compromisso com a excelência e proximidade com nossos clientes”, completa Defanta.

Com uma área de 435m², a loja, localizada Rodovia Senador Roberto Campos, nº 1221, Novo Diamantino/MT, contará com área de vendas, depósito de peças e oficina. Além disso, oferecerá cobertura inteligente, oficinas móveis e soluções digitais. Atualmente, o grupo possui seis lojas e 31 oficinas móveis para garantir atendimento ágil para os agricultores da região.

FarmerCore

O conceito FarmerCore possui três pilares: mentalidade na fazenda, cobertura de rede inteligente e envolvimento digital. A mentalidade na fazenda posiciona os revendedores para atender às necessidades dos produtores em todas as fases da jornada da propriedade.

O suporte móvel de vendas proporciona conveniência na fazenda, enquanto uma equipe distribuída de técnicos altamente qualificados com veículos de serviço móvel economiza tempo e recursos dos agricultores ao manter e reparar equipamentos no local.

A cobertura de rede inteligente avança em um modelo que adiciona pontos de venda, centros de serviços e locais somente para peças. Ao adequar o tipo de ponto de venda ao mercado, os revendedores podem maximizar a performance em locais físicos, ao mesmo tempo que otimizam a cobertura do serviço e aumentam a eficiência operacional.

O envolvimento digital oferece aos agricultores acesso on-line a vendas e suporte, o que inclui compra de peças on-line, uma loja digital do revendedor e configuradores on-line.

“Estamos concentrando nossos esforços para levar a experiência diretamente para a fazenda e não depender apenas do ponto de venda tradicional. O novo conceito dará aos agricultores a opção de escolher como querem fazer negócios, ofertando ferramentas digitais, caminhões de serviço e acesso local a peças”, afirma Rodrigo Junqueira, gerente-geral da AGCO e vice-presidente da Massey Ferguson América do Sul.

Em 2024, mais sete lojas da Massey Ferguson nesse conceito serão inauguradas no Brasil, nos estados do Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás, Bahia e Santa Catarina.

“A expansão da rede acontece de forma consistente e com a loja satélite no novo conceito FarmerCore para oferecermos a melhor experiência ao cliente e sermos referência de marca descomplicada, confiável e acessível no segmento de agricultura na América do Sul”, reforça Junqueira.

 

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Notícias

Plano Safra precisa de R$ 20 bilhões para a equalização de juros, diz FPA

Por redação 05/06/2024
Escrito por redação

Neri Geller, secretário de Política Agrícola do Mapa, sinaliza que os números são muito próximos dos pedidos pelas federações ligadas ao agro brasileiro

Plano Safra precisa de R$ 20 bilhões para a equalização de juros, diz FPAA Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) se reuniu nesta terça-feira (4) para discutir o Plano Safra 2024/2025, com foco na equalização do Programa e na busca por convergência nos recursos destinados ao Seguro Rural. A bancada expressou preocupação ao ouvir de algumas fontes do governo que os números não atenderiam nem metade das necessidades do setor.

O presidente da FPA, deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), destacou pontos importantes sobre a equalização de juros. Segundo ele, no ano passado, foram prometidos cerca de R$ 20 bilhões para equalização, mas apenas R$ 13,5 bilhões foram efetivamente disponibilizados.

“Este ano, nos assusta ouvir de algumas fontes do governo que a equalização será de aproximadamente R$ 10 bilhões, o que não atenderia nem metade do necessário. É um total absurdo”, afirmou Lupion.

Lupion reforçou que a bancada precisa ser ouvida e estar ciente do que está sendo discutido dentro do governo. Para ele, trata-se de um “grande problema” a ser resolvido até 30 de junho, sendo necessário agir politicamente e definir a melhor estratégia.

“A FPA, forte e importante como é, precisa ser ouvida. Mas também precisamos que o governo nos dê a chance de conversar e contribuir. Questões ideológicas à parte, somos o setor responsável por um terço do Produto Interno Bruto do país. A pergunta que fica é: em que pé está essa negociação e interlocução no governo? Precisamos do componente político para saber como agir e qual caminho adotar”, afirmou.

O deputado Alceu Moreira (MDB-RS) ressaltou que o Plano Safra precisa de diálogo para esclarecer a origem dos recursos. Segundo ele, a FPA é a melhor ponte para a convergência, mas precisa ser incluída nas discussões.

“Queremos muito ajudar no Plano Safra, mas ele precisa ser debatido com o segmento que é impactado por ele. Precisamos saber de onde sairão os recursos e ter um diálogo construtivo. Nos chamem para conversar e buscar soluções, estamos sempre à disposição”, explicou.

Setor aguarda Plano Safra 2024/25 com mais recursos e juros menores

O vice-presidente da FPA, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), alertou que as propostas para um plano robusto estão baseadas em aspectos fundamentais. Ele não acredita que os valores mencionados sejam suficientes, mas eles poderiam ajudar a mitigar a situação.

“Pode servir, mas está claro que estão dando menos importância ao Plano Safra atualmente, e isso é muito perigoso. Garantir R$ 20 bilhões para a equalização de juros é pouco perto do que precisamos, mas já pode ajudar a situação”, disse Jardim.

O ex-presidente da FPA, Sérgio Souza (MDB-PR), enfatizou que é necessário ter clareza sobre a execução do Plano Safra e que a presença da bancada agro é imprescindível para o sucesso da empreitada. “Discordamos em diversos assuntos com o governo, mas o Plano Safra deve ser dialogado conosco, pois sabemos como o setor age e vive”, afirmou o parlamentar.

Mapa

Para o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura (MAPA), Neri Geller, os planos safras mais robustos sempre foram desenvolvidos com a presença da FPA nas negociações. Ele destacou que, apesar dos rumores, os números são muito próximos dos pedidos pelas federações ligadas ao agro brasileiro.

“A base foi lançada e é parecida com o que a Organização das Cooperativas do Brasil (OCB) e outras federações encaminharam ao MAPA. Acho sinceramente que o início da discussão se dá na Secretaria de Política Agrícola e eu estarei lá para colaborar, pois me sinto parte da bancada também”.

Banco Central

De acordo com Otávio Damaso, diretor de Regulação do Banco Central, um ponto fundamental e consensual é tornar o Seguro Rural uma política de Estado. Ele também vê uma participação importante do mercado de capitais no setor agropecuário.

“É inegável que o mercado tem dado suporte a toda produção do agro, e somos a favor disso. Mas temos a questão do Seguro Rural, que é um consenso entre todos: precisamos torná-lo uma política de Estado. Previsibilidade e perenidade precisam fazer parte disso”, concluiu.

Entre as medidas para o setor dentro do Plano Safra foi solicitado:

Seguro Rural: garantir um orçamento de R$ 3 bilhões para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR);

Crédito:disponibilizar R$ 570 bilhões em recursos financiáveis, sendo R$ 359 bilhões para custeio e comercialização, R$ 111 bilhões para investimento, R$ 100 bilhões para Agricultura Familiar e R$ 20 bilhões de recursos para equalização de taxas de juros dos financiamentos.

Medidas regulatórias:
  • Aumentar em 34% o direcionamento de recursos de depósitos à vista.
  • Elevar o percentual de exigibilidade em poupança rural de 65% para 70%.
  • Elevar o percentual de recursos em LCAs de 50% para 85% (crédito rural).
  • Combater as práticas de venda casada.
  • Reduzir os custos acessórios de crédito rural, especialmente os de registro.

 

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05/06/2024 0 Comentários
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Vendas de máquinas agrícolas crescem 5,10% em abril no comparativo mensal
Notícias

Vendas de máquinas agrícolas crescem 5,10% em abril no comparativo mensal

Por redação 04/06/2024
Escrito por redação

No acumulado do 1º quadrimestre, contudo, comercialização registra queda de 33,47% na comparação com igual período do ano passado

Vendas de máquinas agrícolas crescem 5,10% em abril no comparativo mensalA comercialização de máquinas e implementos agrícolas no mercado interno cresceu 5,1% em abril na comparação com o mês de março, apontam dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Por outro lado, segundo a entidade, houve queda de 18,5% em abril em relação ao mesmo mês de 2023. No acumulado do 1º quadrimestre, ou seja, até abril deste ano, as vendas registram queda de 33,47% na comparação com igual período do ano passado.

De acordo com o presidente da entidade, José Maurício Andreta Jr., após sucessivas quedas, registradas desde o ano passado, o segmento de máquinas agrícolas apresentou uma leve recuperação em abril, em razão do início da nova safra.

PIB da agropecuária cresce 11,3% no primeiro trimestre, aponta IBGE

No entanto, os resultados comparativos entre abril de 2023 e do quadrimestre acumulado em 2024, ainda apontam para um resultado bastante difícil para o setor.

“Talvez a realização de grandes eventos do setor possa contribuir para a melhora dos resultados deste ano, mas isso dependerá do volume e taxa de juros a serem anunciados para o novo Plano Safra 2024/2025, sendo ainda prematuro avaliar os impactos no segmento”, complementa o dirigente.

A Fenabrave esclarece que por não serem emplacados, tratores e máquinas agrícolas apresentam dados com um mês de defasagem, pois dependem de levantamentos junto aos fabricantes.

Fonte: Datagro

 

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04/06/2024 0 Comentários
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PIB da agropecuária cresce 11,3% no primeiro trimestre, aponta IBGE
Notícias

PIB da agropecuária cresce 11,3% no primeiro trimestre, aponta IBGE

Por redação 04/06/2024
Escrito por redação

Setor recuou 3,0% em relação a igual período do ano anterior

PIB da agropecuária cresce 11,3% no primeiro trimestre, aponta IBGEClarisse Sousa – O Produto Interno Bruto (PIB) do país teve alta de 0,8% no primeiro trimestre de 2024 frente ao último trimestre de 2023. No período, a agropecuária cresceu 11,3%, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta terça-feira (4).

O PIB nacional somou R$ 2,7 trilhões no primeiro trimestre do ano, enquanto o PIB da agropecuária totalizou R$ 192,2 bilhões no mesmo período.

No acumulado de quatro trimestres terminados em março de 2024 em relação ao mesmo período de 2023, o setor também registrou crescimento, uma alta de 6,4%. Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, no entanto, houve queda de 3%.

Tratores pequenos e médios ganham mais espaço no mercado brasileiro

Apesar de uma contribuição positiva da pecuária, segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA/IBGE), alguns produtos agrícolas, cujas safras são significativas no primeiro trimestre, apresentaram queda na estimativa de produção anual e perda de produtividade: soja (-2,4%), milho (-11,7%), fumo (-9,6%), e mandioca (-2,2%).

Para Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, a “agropecuária não está com um desempenho favorável como em anos anteriores afetando as exportações de 2024. Nesse trimestre tivemos um crescimento da economia totalmente baseado na demanda interna”, avalia. “Estamos com estimativa de queda na produção de soja, por exemplo, que é a nossa principal cultura”, completa.

De maneira geral, a analista do IBGE explica que “houve uma mudança na contribuição do setor externo para o crescimento da economia. Em 2022 e 2023, o setor externo havia contribuído positivamente, com as exportações crescendo mais do que as importações. Nesse primeiro trimestre essa contribuição virou negativa. Estamos importando muitas máquinas e equipamentos e bens intermediários e o Real se valorizou”.

“Isso apesar de a gente continuar exportando mineral, petróleo e minério de ferro. Ou seja, o crescimento da economia brasileira, neste momento, está muito calcado na demanda interna”, conclui.

 

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04/06/2024 0 Comentários
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Artigo TécnicoNotícias

Setor sucroenergético busca elevar demanda por etanol biocombustível

Por redação 03/06/2024
Escrito por redação

Setor sucroenergético busca elevar demanda por etanol biocombustível

Talita Costa Negri* – O setor sucroenergético brasileiro iniciou 2024 com a expectativa de elevar a competitividade dos etanóis frente à gasolina C nos postos e incentivar os consumidores a optarem pelo biocombustível no ato do abastecimento.

É claro que os biocombustíveis têm papel fundamental na diminuição das emissões de CO2 na atmosfera e na transição energética do País, assunto em foco de praticamente todos os eventos atuais do setor.

Nesse cenário, neste ano, a Unica (União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia) iniciou uma campanha nacional que tem como objetivo incentivar os consumidores a abastecerem com etanol, evidenciando os benefícios que o combustível renovável oferece ao planeta. A campanha vem sendo divulgada nas redes sociais, por meio de influenciadores digitais, nas rádios e na TV, utilizando o bordão “vai de etanol”.

Iniciativas e políticas públicas de incentivo ao consumo dos biocombustíveis têm surgido em diversos estados. Na Paraíba, a assembleia legislativa aprovou em abril a campanha chamada de “Etanol no Tanque, Progresso no Horizonte”, que incentiva o abastecimento com etanol combustível limpo e renovável e fortalece o setor sucroenergético.

Em Minas Gerais, em janeiro deste ano, foi criada a política estadual de incentivo ao consumo do etanol, chamada “Na hora de abastecer, escolha o etanol”, estabelecendo que os órgãos e entidades públicos estaduais priorizem o abastecimento dos veículos flex com o biocombustível.

El Niño e La Niña: a influência dos fenômenos climáticos na agropecuária

Além do etanol produzido a partir da cana-de-açúcar, o etanol obtido a partir do milho segue em crescente produção no Brasil e tem sido visto como alternativa para o abastecimento doméstico, sobretudo do mercado nos estados do Norte e Nordeste no período de entressafra da cana.

De acordo com a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), a produção do etanol de milho avançou 33,1% da safra 2022/23 para 2023/24, atingindo 5,92 bilhões de litros. Para a temporada 2024/25 (iniciada oficialmente em abril/24), estima-se que a produção seja de 6,8 bilhões de litros de etanol de milho, considerando-se todo o território nacional, ainda segundo dados da Conab.

No Nordeste, especificamente, já é perceptível na ponta varejista o aumento do consumo do etanol comparado ao ano passado. Segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, gás Natural e Biocombustíveis), o crescimento no volume de etanol consumido em Pernambuco foi de 58%; em Alagoas, de 30%; e, na Paraíba, de 54% (aqui foi considerado o período de setembro/23 a março/24 da safra 2023/24 com o mesmo período de 2022/23).

Em relação à paridade nas bombas, pode-se dizer que, para os três estados produtores, a relação média entre o biocombustível e a gasolina C está em torno de 71% neste ano-safra (setembro/23 a abril/24). Já na safra 2022/23, a paridade média ficou entre 75,6% e 77,6% na mesma comparação.

*Talita Costa Negri é pesquisadora do Cepea

 

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Notícias

Confederação da Agricultura vai ao STF contra importação de arroz

Por redação 03/06/2024
Escrito por redação

Ação Direta de Inconstitucionalidade foi protocolada nesta segunda-feira (3) e pede, entre outras medidas, a suspensão do primeiro leilão público da Conab

Confederação da Agricultura vai ao STF contra importação de arroz

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) protocolou, nesta segunda-feira (3), uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do governo federal de autorizar a importação de arroz.

A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) da CNA pede, entre outras medidas, a suspensão do primeiro leilão público da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), na quinta (6), para a compra do cereal importado e pede explicações ao governo sobre a medida.

A importação, de acordo com a entidade, vai afetar uma cadeia produtiva “com potencial de desestruturá-la, criando instabilidade de preços, prejudicando produtores locais de arroz, desconsiderando os grãos já colhidos e armazenados, e, ainda, comprometendo as economias de produtores rurais que hoje já sofrem” com a tragédia e com os impactos das enchentes.

A entidade questiona a constitucionalidade das normas referentes ao tema (duas medidas provisórias, duas portarias interministeriais e uma resolução do Comitê Gestor da Câmara de Comércio Exterior).

Estes normativos preveem a importação de até um milhão de toneladas do produto.

As medidas foram anunciadas pelo governo sob o pretexto de garantir o abastecimento interno, diante dos impactos das enchentes no Rio Grande do Sul, principal produtor do cereal.

Na ação, a CNA ressalta na ação que 84% da área plantada do Estado foi efetivamente colhida antes do início das chuvas e destaca que não existe o risco de desabastecimento.

“Dados realistas do setor indicam que a safra gaúcha de 2023/2024 foi de aproximadamente 7,1 milhões de toneladas de arroz, patamar aproximado ao volume colhido pelo Estado na safra 2022/2023 que foi de 7,239 milhões de toneladas, segundo dados do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga)”, reforça a CNA.

Na ação, a CNA diz que os produtores rurais, especialmente os produtores de arroz do Rio Grande do Sul, “nunca foram ouvidos no processo de formulação dessa política de importação do cereal”.

“Não só os sindicados locais, mas também a Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) e a própria CNA detém informações técnicas relevantes e dados de produção e colheita do arroz que demonstram que o risco de desabastecimento não existe e que a política de importação do arroz se revelaria desastrosa e contrária ao funcionamento do mercado.”

O fato do governo de não ter planejado a medida de importação do arroz com a participação do setor produtivo é uma das razões “que levou aos equívocos de diagnóstico da situação, bem como à incapacidade de se identificar com precisão onde estariam os gargalos que poderiam suscitar investimentos imediatos”.

A entidade alerta, ainda, que a importação do arroz viola a Constituição e se revela uma medida abusiva de intervenção reprovável do Poder Público na atividade econômica, restringindo a livre concorrência.

Por último, aponta a CNA, “o arroz produzido e colhido pelos produtores rurais gaúchos certamente sofrerá com a predatória concorrência de um arroz estrangeiro, subsidiado pelo Governo Federal e vendido no Brasil fora dos parâmetros econômicos de fixação natural de preços”.

“Além disso, embora o produtor rural gaúcho ainda esteja obrigado à certificação de conservação e armazenagem do arroz, bem como às exigências sanitárias do produto agrícola, o arroz vindo do exterior não se submeterá a tais exigências, condição facilitada essa que desequilibra a competição em favor do produto estrangeiro”.

Veja também:Governo publica MP que autoriza a importação de arroz; setor reage

 

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Paraná e governo federal vão criar grupo para fortalecer cadeia leiteira

Por redação 03/06/2024
Escrito por redação

Paraná já tomou algumas medidas, como a implantação de tributação de 7% na chegada do produto importado no estado

Paraná e governo federal vão criar grupo de trabalho para fortalecer cadeia do leiteO governo do Paraná e o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) vão criar um grupo de trabalho para discutir alternativas de curto, médio e longo prazo para fortificar e qualificar a cadeia leiteira do Estado, particularmente a vinculada à agricultura familiar. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (03) durante reunião na Seab.

“O ambiente rural do Estado está esperando isso de nós, e tem de ser urgente, o governo está disposto a ajudar”, afirmou o secretário da Agricultura e do Abastecimento, Natalino Avance de Souza. “Diante das dificuldades que o setor vive, se nada for feito vamos perder mais produtores, e a tendência é que as pessoas não fiquem mais no meio rural”.

Ele acentuou a crença de que é preciso continuar o processo de transformação do leite e agregação de valor ao produto. “Podemos ter os melhores produtores de leite e de queijo do País”, ressaltou. “Mas os custos de produção estão em alta e a renda tem diminuído, é preciso ajudar o produtor e rever o sistema de produção”.

O secretário de Estado da Fazenda, Norberto Ortigara, destacou que desde a acentuação da crise no setor leiteiro, particularmente em razão das importações, o Paraná tomou algumas medidas como a implantação de tributação de 7% na chegada do produto importado no Paraná e a aprovação de legislação que possibilita elevar a alíquota a 19,5%.

No entanto, outra preocupação é para que o produtor se mantenha na atividade é a busca de redução no custo de produção. “Precisamos fazer alguma coisa, encontrar o caminho para baixar esse custo”, disse. Ortigara reforçou que esse é um trabalho que precisa ser feito de forma integrada entre os estados do Sul, que são responsáveis por produzir 40% do leite brasileiro, mas que consomem apenas 15%.

Setor aguarda Plano Safra 2024/25 com mais recursos e juros menores

“A minha vinda ao Paraná tem a ver com a tentativa de estabelecer uma parceria com o Estado e é importante ter a ideia da Aliança Láctea, que pega os três estados do Sul, e podemos estender a outros”, disse o secretário de Agricultura Familiar do MDA, Vanderlei Ziger.

Ele ponderou a necessidade de estudar a questão não apenas sob a ótica do aumento da importação de leite em pó de países do Mercosul. “A crise do leite não está em um fator só, e entender essas variáveis é extremamente necessário, precisamos ter um conhecimento mais aprofundado delas”, acentuou.

Além disso, propôs análise de alternativas que possibilitem manter o custo de produção em patamar aceitável, capitalizar o produtor, fortalecer a assistência técnica e promover discussão sobre o modelo de produção mais viável. “Precisamos fazer alguma coisa para salvar o produtor”, afirmou.

Em 2023, o Paraná se aproximou mais de Minas Gerais na disputa pela liderança do mercado de leite. O Estado ficou com a segunda maior evolução na produção entregue a laticínios, com 3.626.378 bilhões de litros nessa modalidade.

Minas Gerais segue liderando o ranking, com 23,8% da captação nacional, mas perdeu 0,8 ponto percentual, já que tinha 24,6% do mercado em 2022. O Paraná, que detém a cidade que mais produz, em Castro, saltou de 14,4% para 14,8%.

 

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El Niño e La Niña: a influência dos fenômenos climáticos na agropecuária

Por redação 03/06/2024
Escrito por redação

El Niño e La Niña agem de maneira oposta trazendo chuva e seca em plantações de diferentes regiões do Brasil

El Niño e La Niña: a influência dos fenômenos climáticos na agropecuáriaO El Niño é caracterizado pelo aumento da temperatura das águas na região equatorial do oceano Pacífico, já o La Niña age gerando a diminuição dessa temperatura na mesma área. Esses dois fenômenos climáticos têm um impacto significativo nos padrões globais de temperatura e precipitação.

No Brasil, o El Niño costuma causar secas nas regiões Norte e Nordeste, enquanto o La Niña tende a trazer chuvas para essas áreas. No Sul do Brasil, o El Niño está associado a um aumento no volume de chuvas, enquanto o La Niña resulta em uma redução das precipitações.

Neste ano, o acontecimento do El Niño, somado a mudanças climáticas severas, gerou um aumento incomum do volume de chuvas na região sul do país, causando graves inundações que devastaram lavouras, comprometendo negócios e gerando incertezas referente a agropecuária do Rio Grande do Sul.

“Esses efeitos climáticos extraordinários estão mudando as diretrizes de controle do agro; uma coisa que no passado era esperada ou previsível, hoje, já não pode ser mais prevista ou entendida” comenta Felipe Jordy, líder de inteligência e assessoria comercial da Biond Agro.

A chegada da La Niña no Brasil

Segundo dados do NOAA (Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA), A La Niña pode se desenvolver entre junho-agosto, tendo 49% de chance de acontecer; ou julho-setembro, com uma probabilidade maior, 69% de chance. Entre setembro e outubro, início do plantio da safra verão, as chances já ultrapassam 80%. As projeções do órgão apontam para uma intensidade de fraca a moderada do fenômeno climático, por ora.

Vendas de máquinas agrícolas acumulam queda de 32,2% de janeiro a abril

Numa análise extensa, desde a safra de 76/77, até a safra atual, 23/24, é possível identificar que o padrão El Niño e La Niña impactam diretamente na produtividade de soja do país, seja na média geral do país ou regional.

Em anos de La Niña, de intensidade fraca ou forte, o país tem uma vantagem produtiva em comparação aos anos anteriores, mesmo com possíveis penalidades ao Sul.

“Dada a presença da La Niña, entidades e fontes do mercado já esperam uma melhor produtividade no Brasil, especialmente no Centro-Oeste, onde na safra 23/24 houve uma quebra superior a 16%, frustrando as expectativas iniciais que superaram os 160 milhões de toneladas de soja. Números acima das primeiras projeções para o ciclo atual já são esperados para a safra futura, a 24/25. Apesar das primeiras projeções, é importante citar que muitas coisas podem e devem acontecer, desde a definição do potencial produtivo nos EUA, que altera as cotações de Chicago e consequentemente a rentabilidade do produtor Brasileiro, até as definições de área e investimento no Brasil”, diz Jordy.

Como gerenciar o agro diante dos fenômenos climáticos?

O acompanhamento climático é fundamental para o setor agropecuário por diversas razões. Ele permite um planejamento agrícola mais eficiente, onde os agricultores podem tomar decisões informadas sobre o melhor momento para plantar, colher, aplicar fertilizantes e defensivos, otimizando o uso de recursos e maximizando a produtividade da fazenda.

Além disso, a previsão de eventos climáticos extremos, como secas, geadas, tempestades e enchentes, possibilita a adoção de medidas preventivas para proteger lavouras e rebanhos, reduzindo perdas significativas. Os dados climáticos também são essenciais para a gestão eficiente da água, ajustando a irrigação com base na previsão de chuvas e evitando tanto o desperdício de água quanto a escassez hídrica.

O conhecimento das condições climáticas esperadas também facilita a escolha de cultivares mais adequadas, melhorando a resistência das plantas e a produtividade. Do ponto de vista financeiro, entender as tendências climáticas ajuda os produtores a planejar, ajustar orçamentos, prever rendimentos e gerenciar riscos, o que é particularmente importante para obter financiamentos e seguros agrícolas.

“Nosso papel é gerenciar riscos, especialmente porque o clima pode afetar diretamente a oferta e a demanda, influenciando os preços no mercado. Acompanhamos atentamente as condições climáticas para que os produtores possam planejar suas ações, aproveitando as mudanças nos preços e ajustando suas estratégias de comercialização de maneira eficaz”, finaliza o especialista.

 

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03/06/2024 0 Comentários
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Notícias

O papel da matéria orgânica no combate às mudanças climáticas

Por redação 03/06/2024
Escrito por redação

Tema será abordado em simpósio da Embrapa; evento abordará o ciclo, nutrientes, interações e funções da matéria orgânica do solo em regiões tropicais e subtropicais

Simpósio: o papel da matéria orgânica do solo no combate às mudanças climáticas

O simpósio “Entendendo a matéria orgânica do solo em ambientes tropical e subtropical” será realizado na Embrapa Meio Ambiente em 17 de julho de 2024. Organizado em parceria com a Esalq/USP, UFLA, Embrapa Instrumentação e Rovensa Next, o evento visa explorar a complexa rede que sustenta a vida na Terra, abordando o ciclo, nutrientes, compartimentos, interações e funções da matéria orgânica do solo em regiões tropicais e subtropicais.

De acordo com Wagner Bettiol, pesquisador da Embrapa Meio Ambiente e um dos organizadores do evento, o solo é um ecossistema vivo, dinâmico, composto de minerais e matéria orgânica, ar, água e organismos, contendo mais carbono orgânico do que na atmosfera e na vegetação combinados.

“E neste ambiente vivo que as reações químicas, físicas e biológicas regulam o estoque, formas e fluxos de nutrientes, energia e carbono. O processo contínuo de decomposição da matéria orgânica é fundamental para a estruturação do solo, manutenção da fertilidade, retenção de água e nutrientes, além de os compostos orgânicos serem fonte de alimento para os organismos do solo, fatores indispensáveis para a produção sustentável de alimentos, fibras e bioenergia”, explica Bettiol.

Para Cristiano Andrade, pesquisador da Embrapa Meio Ambiente e também coordenador do simpósio, sistemas de produção e práticas agropecuárias que incrementam o carbono no solo devem promover também melhoria da saúde do solo.

“A matéria orgânica do solo é ponto chave para o combate às mudanças climáticas, funcionando como compartimento de estabilização do carbono removido da atmosfera pelas plantas, além de gerar co-benefícios importantes na adaptação e sustentabilidade da produção agrícola”, destaca Andrade. Ele irá falar sobre o uso de resíduos orgânicos e biocarvão no sequestro de carbono no solo e obtenção de co-benefícios para a agricultura.

A abertura será feita pela chefe geral da Embrapa Meio Ambiente Paula Packer e por Roberto Batista, diretor da Rovensa Next. Carlos Eduardo Pellegrino Cerri, professor da Esalq/USP, falará, em seguida, sobre a matéria orgânica do solo e o equilíbrio global de carbono.

De acordo com ele, tem sido crescente a preocupação mundial em relação às mudanças do clima no planeta, decorrentes, principalmente, das emissões de dióxido de carbono (CO2) e outros gases de efeito estufa, como o metano e o óxido nitroso.

“Estes gases são responsáveis pela manutenção da temperatura média de 16-18 oC na Terra, promovendo o chamado efeito estufa, essencial para a existência da vida no planeta. Entretanto, estudos revelam que, nos últimos 200 anos, a concentração desses gases na atmosfera, principalmente de dióxido de carbono, tem aumentado, sendo este aumento mais significativo nas últimas décadas”, enfatiza Cerri.

Setor aguarda Plano Safra 2024/25 com mais recursos e juros menores

Uma das principais consequências é o que podemos chamar “aumento do efeito estufa” ou “efeito estufa antrópico”, disse Cerri. Esse aumento contínuo de gases na atmosfera trouxe como consequência a maior interação com a radiação infravermelha emitida pela Terra, e consequentemente aumento da temperatura média global. Neste contexto, o solo é um compartimento chave no processo de emissão e fixação de carbono, com importantes papéis na adaptação e mitigação das emissões de gases de efeito estufa.

Logo depois, Carlos Alberto Silva, professor da UFLA, resgata em sua palestra um tema pouco discutido atualmente – como o Carbono, em concentrações tão baixas no ar prevaleceu sobre elementos mais concentrados na atmosfera, como o óxido nitroso, formando compostos variados, desde os mais simples como o metano até os mais complexos como as proteínas e o DNA.

“Com isso, como o dióxido de carbono pode ser aproveitado e fixado pelas plantas, por meio da fotossíntese, foi criada uma gama enorme de compostos e que permitiu a vida na Terra, pois o planeta foi colonizado por plantas e animais. Interagindo com a água, solo e ar, o Carbono formou moléculas que beiram, hoje, 365 milhões de compostos orgânicos, e ainda existem várias substâncias ainda não identificadas”, explica Silva.

Com plasticidades e química complexa, foram criadas rotas bioquímicas que asseguraram a incorporação do carbono em compostos complexos, como as substâncias húmicas, que possuem várias funções importantes, inclusive para a produção agrícola, e que persistem por longo tempo no ambiente.

Também outras substâncias mais simples com larga aplicação na agricultura e em processos industriais, como o etanol, celulose, ácidos orgânicos, aminoácidos, proteínas e classe de moléculas que persistem por mais tempo no solo e são insumos para a agricultura, como o biocarvão, exercem importantes funções no ambiente e são fundamentais para a agricultura sustentável. É uma história pouco contada, mas que permitiu a vida no Planeta, enfatiza Silva.

Ladislau Martins-Neto, pesquisador da Embrapa Instrumentação, falará sobre a dinâmica da matéria orgânica do solo nos trópicos – avaliações com métodos inovadores.

O pesquisador destaca que irá trazer contribuições relevantes no contexto mais recente sobre a caracterização da matéria orgânica do solo em situações de diferentes manejos conservacionistas, especialmente em áreas tropicais, apoiando a agricultura de baixo carbono. As peculiaridades dos trópicos geraram resultados inéditos sobre a matéria orgânica do solo, incluindo a determinação de sequestro de carbono no solo, e foram obtidos utilizando métodos inovadores de análises, baseados em métodos espectroscópicos e cromatográficos de alta resolução, explica Martins-Neto.

No encerramento, Wagner Bettiol fará o lançamento do livro “Entendendo a matéria orgânica do solo em ambientes tropical e subtropical” em conjunto com todos os editores e com os autores presentes.  Inscrições aqui.

 

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