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Notícias

Em 10 meses, desembolso do crédito rural chega a R$ 347,2 bilhões

Por redação 08/05/2024
Escrito por redação

Até o momento, o total do desembolso corresponde a 80% do montante que foi programado para a atual safra para todos os produtores

Em 10 meses, desembolso do crédito rural chega a R$ 347,2 bilhõesO montante do desembolso do crédito rural do Plano Safra 2023/24 chegou a R$ 347,2 bilhões em 10 meses, no período de julho/2023 até abril/2024. Um aumento de 15% em relação a igual período da safra passada.

“Nunca na história do Brasil houve um plano safra como o que nós implementamos em 2023/2024, e como estamos preparando para 2024/2025. O agronegócio nunca foi tão bem atendido pelo Governo Federal”, disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, disse, em entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Presidente , produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Os financiamentos de custeio tiveram aplicação de R$ 191 bilhões. Já as contratações das linhas de investimentos totalizaram R$ 83 bilhões. As operações de comercialização atingiram R$ 45 bilhões e, as de industrialização, R$ 27 bilhões.

Agricultores do Rio Grande do Sul poderão renegociar dívidas

Foram realizados 1.832.791 contratos no período de nove meses do ano agrícola, sendo 1.375.988 no Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) e 164.271 no Pronamp (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural).

Os demais produtores formalizaram 292.532 contratos, correspondendo a R$ 253,5 bilhões de financiamentos liberados pelas instituições financeiras.

O total de R$ 347,2 bilhões corresponde a 80% do montante que foi programado para a atual safra para todos os produtores (pequenos, médios e grandes), que é de R$ 435,8 bilhões.

Na agropecuária empresarial (médios e grandes produtores rurais), a aplicação do crédito rural atingiu R$ 297,5 bilhões de julho a abril, correspondendo a uma alta de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse valor significa 82% do total programado pelo governo, de R$ 364,2 bilhões.

Os valores concedidos aos pequenos e médios produtores em todas as finalidades (custeio, investimento, comercialização e industrialização) foram, respectivamente, de R$ 50 bilhões no Pronaf e, de R$ 44 bilhões no Pronamp.

Agro já sente os impactos das enchentes no Rio Grande do Sul

Nos financiamentos agropecuários para investimento, o Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota) teve contratações da ordem de R$ 7 bilhões, significando um aumento de 53% em relação a igual período na safra anterior. E os financiamentos para o Pronamp alcançaram R$ 4,3 bilhões, alta de 107%.

Em relação às fontes de recursos do crédito rural, a participação dos recursos livres equalizáveis atingiu R$ 11,4 bilhões, significando um aumento de 193% em relação a igual período da safra anterior.

É importante destacar, ainda, a contribuição das fontes não controladas para o funding do crédito rural: a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA Livre), que respondeu a 49% do total das aplicações da agricultura empresarial, nos 10 meses da safra atual, se situando em R$ 147 bilhões, observou um aumento de 88% em relação a igual período da safra passada, quando essa fonte representou 31% (R$ 77,9 bilhões) do total das aplicações da agricultura empresarial.

Os valores apresentados são provisórios e foram extraídos no dia 06 deste mês, do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor/BCB), que registra as operações de crédito informadas pelas instituições financeiras autorizadas a operar em crédito rural.

Dependendo da data de consulta no Sicor, podem ser observadas variações dos dados disponibilizados ao longo dos trinta dias seguintes ao último mês do período considerado.

 

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08/05/2024 0 Comentários
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Agro já sente os impactos das enchentes no Rio Grande do Sul
Notícias

Agro já sente os impactos das enchentes no Rio Grande do Sul

Por redação 08/05/2024
Escrito por redação

Setor enfrenta prejuízos significativos na produção agrícola e na cadeia logística em decorrência das chuvas

Agro já sente os impactos das enchentes no Rio Grande do SulClarisse Sousa – O Rio Grande do Sul enfrenta a pior tragédia climática de sua história, uma das maiores do país. As enchentes resultantes das fortes chuvas já causaram a morte de 100 pessoas e o desaparecimento de 128. O desastre atingiu 417 municípios, deixando um total de 163.720 cidadãos desalojados, de acordo com boletim mais recente da Defesa Civil estadual.

Segundo um levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), os prejuízos totalizam R$ 423,8 milhões na agricultura, tornando este setor o mais afetado, seguido pela pecuária, com perdas de R$ 83 milhões, e pela indústria, que registrou prejuízos de R$ 57,3 milhões. Vale destacar que esses números representam apenas 25 municípios que conseguiram fornecer informações ao sistema do Ministério da Integração.

A CNM alerta que esses valores podem aumentar à medida que as águas recuam e os administradores locais conseguem avaliar os danos com maior precisão. Enquanto os esforços continuam concentrados em preservar vidas e mitigar os impactos imediatos das enchentes, a expectativa é de que os prejuízos totais superem as atuais projeções.

Prejuízos no campo

Além das irreparáveis perdas humanas e materiais nas cidades, no campo, o setor agropecuário está sendo impactado negativamente nas lavouras, na armazenagem e na logística, conforme explica o consultor Raphael Galo, da Mesa Agro da Terra Investimentos.

“Nas lavouras, o impacto das enchentes traz consigo a perda parcial da safra ainda não colhida, possíveis propagações de doenças e incertezas sobre a próxima safra. Na armazenagem, a qualidade do grão pode ser comprometida pelo aumento da umidade. Já na logística, enfrentamos dificuldades no escoamento da produção, transporte de insumos, abastecimento do mercado local e exportação”.

De imediato, devido à redução na oferta de commodities, é esperado um aumento nos preços. “Para compreender os efeitos no longo prazo, será necessário realizar um estudo mais detalhado dos impactos, a fim de avaliar os investimentos mínimos necessários para retomar o patamar produtivo”, avalia Galo.

“Tragédia sem precedentes no campo”, dizem pequenos agricultores do RS

O Rio Grande do Sul é um estado de grande importância na produção nacional e mundial de commodities, sendo o principal estado na produção de arroz, o segundo maior em produção de soja, além de ter grande relevância na produção de milho, trigo, entre outros.

“As cotações das commodities tiveram uma forte alta nas bolsas de Chicago (CBOT) e do Brasil (B³) após o episódio, antecipando o impacto negativo na oferta do estado. Desde o início de maio, os preços na bolsa subiram aproximadamente [até 07/05]: soja (+7,6%), milho (+3,4%) e trigo (+7,45%). Essa elevação nos preços deve impactar a inflação no curto prazo.”

Em relação aos investimentos, os setores que provavelmente serão mais afetados pelos impactos adversos da tragédia são aqueles cujas empresas desempenham operações significativas no estado, tais como bancos, seguradoras, cooperativas, revendedoras, indústrias e logística, entre outros.

Agricultores do Rio Grande do Sul poderão renegociar dívidas

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Márcio de Lima, afirmou que a situação já está causando impactos negativos em toda a cadeia logística. “Temos problemas de toda ordem. Há questões nas estradas e, como consequência, dificuldades na distribuição de peças, por exemplo, além de operações paralisadas. Alguns fabricantes estão com suas operações suspensas, o que acaba gerando um problema na cadeia. Nossa logística é integrada e atualmente estamos enfrentando problemas nas estradas, nos aeroportos e no acesso às fábricas. Portanto, já estamos sentindo um grande impacto”, disse em coletiva à imprensa nesta quarta-feira, 8.

A expectativa, segundo ele, é que a situação possa retornar ao que ele descreve como “quase normalidade” nas operações apenas em um prazo de sete a dez dias.

Impactos na pecuária

As fortes chuvas causaram estragos no setor pecuário da região, afetando milhares de bovinos, suínos e aves. Mesmo em regiões menos afetadas pelas chuvas, milhares de animais enfrentam agora o risco iminente de falta de alimentos e outros problemas decorrentes dos bloqueios nas rodovias, danos à infraestrutura, interrupções no abastecimento de água, falta de funcionários e paralisação das atividades de abate. 

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) estimou, em nota, que pelo menos dez unidades produtoras de carne de aves e de suínos estão paralisadas ou com dificuldades extremas de operar pela impossibilidade de processar insumos ou de transportar colaboradores. 

O estado produz 11% da produção de carne de frango e 19,8% da produção de suínos nacional, que são direcionados para consumo nas gôndolas do próprio estado e para a exportação.

“Agropecuária vai ter todo o apoio”

Nesta terça-feira (7), o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, participou de uma reunião com a Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) e sindicatos rurais do estado para discutir a adoção de medidas de reconstrução da agropecuária gaúcha.

“A agropecuária vai ter todo o apoio. O Brasil reconhece a importância do Rio Grande do Sul. A preservação do produtor vai ser feita”, ressaltou o ministro.

O economista da Farsul, Antonio da Luz, apresentou um panorama dos impactos no estado, que afetaram todos os setores. Algumas fazendas foram completamente destruídas e, conforme ele observou, apesar da maior parte da safra de arroz já ter sido colhida, os silos que armazenam a produção também foram atingidos pelas enchentes.

“Se não preservarmos o que gera empregos, não conseguiremos salvar nenhum emprego. Para proteger as famílias, precisamos proteger a produção”, afirmou o economista.

De acordo com o presidente da Farsul, Gedeão Pereira, o estado possui quantidade suficiente do produto. Ele detalhou ainda que a diretoria da federação está se reunindo diariamente para avaliar os impactos no setor.

Conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Rio Grande do Sul responde por 68% da produção de arroz do país.

Medidas emergenciais

Em reunião ministerial, Fávaro afirmou que o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) enviou uma proposta para o Conselho Monetário Nacional (CMN) para a suspensão dos pagamentos das dívidas dos produtores rurais do Rio Grande do Sul por 90 dias, com a possibilidade de prorrogação.

“Foi pedido ao Conselho Monetário Nacional a prorrogação imediata, por 90 dias, de todos os débitos do setor, quer seja custeios ou investimentos, visto que o setor já vinha com problemas de secas nos últimos três anos. Já tinham medidas sendo tomadas, mas agora se agravou com as chuvas”, explicou o ministro. “Depois começa, então, as medidas de reconstrução, investimentos e custeios do setor dos municípios afetados”, completou.

O ministro Fávaro informou ainda que o Governo Federal está preparando uma Medida Provisória (MP) que visa liberar a importação de arroz pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O objetivo é evitar especulação financeira e estabilizar o preço do produto nos mercados de todo o país.

 

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08/05/2024 0 Comentários
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AgrishowNotícias

Empresa de movimentação de cargas Saur apresenta coletor 100% elétrico

Por redação 07/05/2024
Escrito por redação

Empresa movimentação de cargas Saur apresenta coletor 100% elétricoA empresa movimentação de cargas Saur lançou durante a Agrishow 2024 um coletor de amostras 100% Elétrico,  composto por um carro que se movimenta sobre trilhos de até 24 metros de comprimento a aproximadamente 4,5 metros de altura, com giro de até 160°.

A máquina realiza todas as suas movimentações através de motores elétricos, retirando qualquer componente hidráulico destas funções. Os trilhos, fixados através de pilares alocados a cada 6 metros visam não atrapalhar a movimentação interna da unidade em que o coletor está instalado, sendo que ao operar a mais de 4 metros de altura, o equipamento pode, de forma segura, operar em condições de velocidade mais rápidas.

Equipado com sistema com IA para detecção de obstáculos, o coletor de amostras possui uma câmera em sua haste que realiza a leitura em tempo real da superfície de coleta, detectando obstáculos e automatizando o coletor.

Durante a movimentação, é feita uma análise do ponto onde será executada a coleta, e caso não haja nenhum obstáculo (como por exemplo, arcos, lonas, correntes, carroceria), a operação prossegue. No entanto, caso algum tipo de obstáculo seja detectado nesse ponto, será gerado um novo o mais próximo possível do original.

A partir de cada operação, imagens são capturadas e armazenadas em nuvem, sendo posteriormente utilizadas para retreinar a IA. Assim, quanto mais variadas forem as situações encontradas, mais eficaz será o sistema.

Outra novidade é o Coletor de Amostras Compre e Monte, que traz mais facilidade na montagem do equipamento, podendo o mesmo ser montado pelo próprio cliente, sendo necessário apenas duas pessoas para realizar a montagem do equipamento, o que representa uma redução de 30% no investimento, comparado ao modelo convencional.

O cliente recebe um manual completo com as orientações para montar e instalar o equipamento com segurança, praticidade e agilidade. Este modelo possuí única telescopia, reduzindo o raio de ação do equipamento, diminuindo itens para manutenção. Foi criado para locais onde há menor fluxo de recebimento de grãos.

 

07/05/2024 0 Comentários
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AgrishowNotícias

Bridgestone promove debate sobre sustentabilidade do agro

Por redação 07/05/2024
Escrito por redação

Bridgestone promove debate sobre sustentabilidade do agro e o futuro do setor

Liderado por Damian Seltzer, country manager da Bridgestone no Brasil, com a participação do conferencista José Luiz Tejon, José Ricardo Rezek, CEO do Grupo RZK e Zezão, diretor de mecanização da Bom Futuro, o painel debateu a sustentabilidade no agronegócio e o futuro do setor.

“O agronegócio brasileiro cumpre um papel fundamental na sustentabilidade, com boas práticas e projetos. Atuamos no mercado de pneus que também é dinâmico e ambientalmente consciente. No bate-papo pontuamos a importância das pessoas nesse processo e como será o mercado daqui alguns anos. As nossas marcas Bridgestone, Firestone e Bandag seguirão como parceiras do produtor rural”, comentou Damian Seltzer.

Durante sua exposição, Zezão destacou os benefícios da aplicação dos pneus Firestone com tecnologia radial em suas operações. “Conseguimos reduzir a compactação do solo, melhorando a produtividade e reduzindo o consumo de combustível”, relata.

Um pouco antes do debate, José Luiz Tejon realizou uma palestra, focada nos temas apresentados em seu livro mais recente, intitulado “Agroconsciente: a Revolução Criativa Tropical”.

Avanços tecnológicos das empresas do setor e as mudanças observadas nos últimos anos foram alguns dos temas abordados na palestra.

“O agro deu um salto gigantesco, com mudanças exponenciais como a IA, a aplicação da robótica e da mais alta tecnologia. Defendo o conceito de sustentabilidade intensiva, que permeia todos os processos da cadeia produtiva”, pontua Tejon.

Para Manuela Nascimento, diretora de vendas AG para América Latina, as duas atividades marcaram positivamente o retorno da Firestone à Agrishow. “Além de apresentar nosso portfólio e receber os produtores rurais, conseguimos também envolver o público em ações que estimulam o conhecimento e a reflexão”, pontuou a executiva.

07/05/2024 0 Comentários
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Notícias

“Tragédia sem precedentes no campo”, dizem pequenos agricultores do RS

Por redação 07/05/2024
Escrito por redação

Isolamento, perdas de casas e de plantações estão entre os prejuízos

"Tragédia sem precedentes no campo", dizem pequenos agricultores do Rio Grande do SulCasas, galpões e currais destruídos. Plantações inundadas e colheitas perdidas. Galinhas, porcos e vacas levados pela força das águas. Uma realidade “triste e desoladora”, afirmam pequenos agricultores, assentados e quilombolas que lidam com as diferentes perdas provocadas pelas chuvas no Rio Grande do Sul. O estado vem sofrendo com enchentes e inundações há uma semana.

Entre as regiões mais atingidas do Rio Grande do Sul estão o Vale do Rio Pardo e o Vale do Taquari, no centro do estado. Miqueli Sturbelle Schiavon mora no município de Santa Cruz do Sul e está na direção estadual do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA). Ele relata que trabalhadores e famílias vivem uma tragédia sem precedentes no campo.

“Os agricultores que estavam nas margens dos rios Pardo, Taquari, Jacuí perderam casas, animais e máquinas. Outros ainda nem conseguem calcular as perdas, porque não conseguiram voltar para ver as propriedades. A chuva também prejudicou tanto as produções de subsistência, como aquelas voltadas para o mercado e a manutenção das famílias”, diz Miqueli.

“Os agricultores das regiões mais altas sofrem com deslizamentos de terra e soterramentos de casas. Ainda não existem informações muito concretas sobre mortes na área rural. E boa parte das produções também foi levada pelas enxurradas”.

Enquanto lida com os estragos atuais, Miqueli também se preocupa com o futuro da região depois que as chuvas passarem.

“Essas famílias necessariamente vão precisar de um apoio muito grande dos governos federal, estadual e municipais para reestruturar as propriedades. Para compra animais e equipamentos. E também de apoio para manutenção das famílias com alimentação, água e luz por um período, porque perderam praticamente tudo”.

Enquanto essa ajuda não chega, a solidariedade entre vizinhos e outras formas de organização comunitária são fundamentais para minimizar os problemas. A Comissão Pastoral da Terra (CPT) é uma das instituições que tem tido atuação decisiva em Santa Cruz do Sul.

Maurício Queiroz trabalha na diocese local e é uma das lideranças da CPT. As dificuldades de locomoção e de comunicação têm dificultado que o trabalho seja ampliado para áreas próximas.

“Ainda não conseguimos visitar os agricultores que foram atingidos. Eu quase fiquei sem gasolina, porque os postos não têm combustível. Previsão era que chegasse hoje, mas não aconteceu. Estamos com dificuldades de locomoção e os acessos estão muito difíceis, com barro e outras obstruções nas estradas”, conta Maurício.

“É algo que a gente nunca tinha visto antes. A água chegou a lugares que nem imaginava que pudesse chegar. Os prejuízos são de todo tipo. Há impactos econômicos nos empreendimentos e no comércio em geral. Agricultores perderam casas, galpões, maquinário. E há a dor das famílias e das vítimas, que a gente vai entender melhor quando puder visita-las e ter uma dimensão melhor do que aconteceu”, conta Maurício.

Na região metropolitana de Porto Alegre, a realidade também é de isolamento e de destruição. Luiz Antônio Pasinato é membro da CPT local e tem tido muita dificuldade para se comunicar com agricultores e assentados.

“Tentei fazer contato com vários agricultores e eles não dão resposta. Certamente, estão enfrentando essa enchente e tentando salvar suas vidas. Porque roças e lavouras de hortifrutigranjeiros foram totalmente destruídas. Toda essa região aqui foi afetada. Muitas famílias e pequenos agricultores plantam verduras para comercializar nas feiras de Porto Alegre. A maioria que tinha plantações de inverno acabou perdendo tudo e está isolada por causa das estradas bloqueadas”, relata Luiz Antônio.

Reconstrução dos municípios no Rio Grande do Sul

O que já se estima é que serão necessários milhões de reais para reconstruir a infraestrutura dos municípios atingidos. Mas Luiz Antônio entende que é preciso ir além e investir no planejamento para que desastres como esse não se repitam.

“Primeiro, precisamos trabalhar a conscientização das pessoas. Porque há muito negacionismo climático. A gente vai ter que enfrentar com sabedoria e inteligência os problemas. Proteger nosso meio ambiente é uma questão-chave. E precisamos discutir que modelo de agricultura queremos implantar, que não deprede os mananciais. Discutir uma política habitacional, principalmente para as cidades que estão nas beiras dos rios e para as famílias que vivem em áreas de risco. E a sociedade civil tem que ser incluída nos comitês de gerenciamento das bacias hidrográficas e nos debates ambientais”.

Tanto o Movimento dos Pequenos Agricultores quanto a Comissão Pastoral da Terra participam da campanha “Missão Sementes de Solidariedade: Emergência”, lançada em setembro de 2023, e reforçada com os temporais de maio. Elas pedem doações para ajudar aqueles que foram mais atingidos pelo desastre. Os valores podem ser destinados para a conta da Cáritas Brasileira, por meio do PIX: 33654419/0010-07 (CNPJ) ou depósito bancário. Conta corrente 55.450-2, agência 1248-3 (Banco do Brasil).

Impactos nos assentamentos

A direção estadual do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) também calcula um impacto grande para os que vivem nos assentamentos da região metropolitana. Cinco deles ficaram submersos em decorrência das chuvas.

Em Eldorado do Sul, estão nessa situação os assentamentos Integração Gaúcha (IRGA), Apolônio de Carvalho e Conquista Nonoaiense (IPZ). Em Nova Santa Rita, os assentamentos Santa Rita de Cássia e do Sino. Pelo menos 420 famílias foram afetadas pelos alagamentos.

Mauricio Roman, da direção estadual do MST, acredita que ainda vai demorar mais de uma semana para que os trabalhadores possam voltar para os assentamentos e avaliar com precisão o tamanho dos prejuízos.

“Assim que as águas baixarem e permitirem a nossa entrada, que acreditamos ser daqui a dez dias, decidimos priorizar a região de Eldorado. Para tentar salvar a Cootap [Cooperativa dos Trabalhadores Assentados da Região de Porto Alegre], que foi alagada. Não temos ainda conhecimento do que tinha lá dentro e foi molhado, nem quanto do estoque foi perdido”, explica Mauricio Roman.

Sobre colheita e maquinário, é possível estimar que o impacto também foi grande.

“Nós ainda tínhamos uma projeção de colher arroz. Porque como sofremos a primeira enchente em novembro, plantamos fora da janela agrícola, e estávamos em fase de colher esses grãos. Já sabemos que mais de 50% dessa produção foi prejudicada. Perdemos algumas máquinas, alguns caminhões, que eram muito importantes para o movimento na construção dos vales, no levantamento de água, na produção do arroz. Lamentavelmente, sabemos que houve um prejuízo em grande parte da estrutura, mas ainda vamos dimensionar a gravidade”, diz o dirigente do MST.

O movimento está organizando uma campanha de apoio à população do campo e de solidariedade às famílias atingidas nos assentamentos. Para contribuir financeiramente, as doações podem ser feitas pelo pix: sos_mst@apoia.se.

Comunidades quilombolas

Quem vive nos quilombos, sofre frequentemente com os desequilíbrios climáticos e convive historicamente com diferentes impactos negativos causados pelas chuvas. Essa é a avaliação de Roberto Potácio Rosa, membro fundador da Federação das Comunidades Tradicionais Quilombolas do Rio Grande do Sul.

Ele vive na comunidade de São Miguel, no município de Restinga Seca, na região central do estado. Apesar do isolamento e das dificuldades de comunicação, diz que os impactos não foram tão grandes como nos quilombos de outras partes do estado.

“Sabemos que as comunidades quilombolas urbanas, na região metropolitana de Porto Alegre, em Canoas, Chácara das Rosas e outras ali perto estão em situação grave. Há moradias submersas e pessoas em abrigos. No interior, temos poucas informações, porque estamos sem contato. Não temos uma qualidade de sinal lá para poder fazer a devida comunicação. Mas é uma situação muito preocupante”, diz Potácio.

Para o líder comunitário, realidades extremas como as de agora deixam ainda mais em evidência a situação de vulnerabilidade dos povos quilombolas. Além da preocupação com os desaparecidos, há um impacto econômico imediato nas famílias.

Alerta do Inmet prevê temporais no Rio Grande do Sul a partir de quarta-feira

“A maioria da economia de subsistência das comunidades vem das aposentadorias. São poucos os que têm carteira de trabalho assinada. Então, há um impacto orçamentário em toda a comunidade com esse isolamento, porque essas pessoas não conseguem se locomover, trabalhar, ficam sem receber um tostão, não têm pagamento para dar conta das necessidades”, avalia Potácio.

“Também temos impactos na parte alimentícia, de saúde, educação. E o desespero daqueles que não estão conseguindo falar com os familiares. Esperamos que estejam todos bem, que essa tempestade não tenha ceifado muitas vidas”.

O Ministério da Igualdade Racial informou que está monitorando a situação, especialmente em comunidades quilombolas, ciganas e povos tradicionais de matriz africana e de terreiros atingidos pelas enchentes. Garantiu que tem articulado com outros ministérios e movimentos sociais o envio de cestas básicas e itens de primeira necessidade.

Segundo a pasta, o Rio Grande do Sul tem mais de 7 mil famílias quilombolas e aproximadamente 1-300 famílias de comunidades tradicionais de matriz africana e terreiros. E muitas delas estão ilhadas, sem acesso à água, energia e alimento.

Fonte: Agência Brasil 

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07/05/2024 0 Comentários
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Notícias

Alerta do Inmet prevê temporais no Rio Grande do Sul a partir de quarta-feira

Por redação 07/05/2024
Escrito por redação

Os temporais se espalham pelo estado devido ao avanço de uma frente fria

Alerta do Inmet prevê temporais no Rio Grande do Sul a partir de quarta-feiraClarisse Sousa – Após um breve período de tempo quente e seco no Rio Grande do Sul, na segunda-feira (5) e terça-feira (6), o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê fortes áreas de instabilidade, que devem causar chuvas volumosas e temporais nas áreas mais ao sul do estado gaúcho e toda a área de fronteira com o Uruguai.

No extremo sul do Rio Grande do Sul, os volumes de chuva devem exceder os 100 milímetros em 24 horas podendo superar os 150 mm até o início da quarta-feira (8), segundo informações do Instituto.

Na região próxima a Pelotas, Rio Grande, abrangendo a Campanha e o oeste do estado até Alegrete e São Borja, também são esperados temporais, acompanhados de ventos com rajadas superiores a 70 km/h e possível queda de granizo.

Por que a telemetria é a chave para a agricultura do futuro

Entre o final da terça (7) e ao longo da quarta-feira (8), a movimentação de um amplo sistema de baixa pressão atmosférica, partindo do norte da Argentina em direção ao sul do Uruguai, juntamente com a formação de um ciclone extratropical, resultará na rápida expansão de uma frente fria sobre o Rio Grande do Sul. Essa frente fria provocará instabilidade em várias áreas do estado.

Durante esse período, é prevista uma queda significativa nas temperaturas máximas, acompanhada por rajadas de vento possivelmente superiores a 80 km/h e precipitação entre 20 e 50 mm em diversas regiões.

Tempo frio e seco

No fim da quarta-feira (8), no sul e no oeste do Rio Grande do Sul, o tempo fica frio e seco devido ao ingresso de um sistema de alta pressão atmosférica. Nas demais áreas, a instabilidade cessa no fim do dia.

De acordo com o Inmet, a quinta-feira (9) será de tempo frio e seco na maior parte do estado gaúcho. No fim do dia, pode chover no norte do estado. As temperaturas mínimas devem variar de 4°C a 8°C nas áreas mais frias do sudoeste, Planalto e Serra. Na capital, Porto Alegre, as temperaturas mínimas ficam ao redor dos 12°C.

Ao longo da sexta-feira (10), a instabilidade retorna devido às áreas de instabilidade. No fim de semana, a formação de uma frente fria, com amplo ingresso de reforço de ar frio de origem polar provocam a chuva.

Para o fim de semana, a expectativa é de tempo úmido e gradataviamente mais frio. A chuva com mais intensidade deve ocorrer no norte e leste do estado. No sul e oeste, por sua vez, o tempo fica mais seco a partir da segunda-feira (13).

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Multinacional chinesa XCMG Brasil supera em 15% as vendas na Agrishow
Notícias

Multinacional chinesa XCMG Brasil supera em 15% as vendas na Agrishow

Por redação 06/05/2024
Escrito por redação

Com lançamentos como o da mini escavadeira XE55DA, a multinacional chinesa ultrapassou os negócios realizados na feira do ano anterior

Multinacional chinesa XCMG Brasil supera em 15% as vendas na Agrishow Clarisse Sousa – A multinacional chinesa XCMG Brasil comemora os resultados da participação na Agrishow, com um crescimento de 15% nas vendas em relação à edição anterior. Durante o evento, a marca apresentou a mini escavadeira XE55DA. Com um peso operacional otimizado de 5750 kg, ela promete estabilidade e manobras precisas.

Além disso, na categoria de veículos elétricos, os destaques foram a escavadeira elétrica XE270E, com peso operacional entre 27 e 29,9 toneladas, e o caminhão elétrico bitruck E7-29R, com um peso bruto total de 29 toneladas.

“Recebemos clientes do Brasil inteiro e realizamos bons negócios. Como resultado as vendas superaram em 15% em relação a edição passada e esse número deverá aumentar no pós-feira com as aprovações de créditos especiais ofertadas pelo Banco XCMG e bancos parceiros no evento”, afirma Renato Torres, diretor comercial da XCMG Brasil.

A mini escavadeira XE55DA é principalmente utilizada para condições de trabalho com terra. Segundo o diretor, “seu peso operacional otimizado de 5750 kg garante estabilidade e manobras precisas, enquanto sua caçamba de 0,21 m³ de capacidade permite um manuseio eficaz de materiais, possuindo avançado sistema de motor de arranque, que assegura partidas confiáveis em todas as condições”, destaca Torre.

Agrishow 2024 movimenta R$ 13,6 bilhões em negócios

Outros destaques da XCMG Brasil na Agrishow deste ano incluíram a mini pá carregadeira XC7-SR08. Com peso operacional de 3.210 kg, potência do motor de 67,3 hp e capacidade de caçamba de 0,45 m³, a XC7-SR08 promete segurança, tecnologia avançada e alta eficiência. Sua cabine panorâmica conta com mecanismo ROPS e FOPS padrão para garantir segurança e confiabilidade, além de uma tela de exibição inteligente e sistema de monitoramento eletrônico em tempo real, assegurando desempenho excepcional.

Equipamentos elétricos

A XCMG Brasil também apresentou inovações em tecnologia em equipamentos elétricos. A escavadeira elétrica XE270E tem capacidade de caçamba de 1,4 m³ e peso operacional de 27 a 29,9 toneladas, autopropelida sobre esteiras, com função de escavar e preparar o material.

Já o caminhão elétrico bitruck E7-29R é equipado com um motor elétrico síncrono de ímã permanente, que oferece potência equivalente a 490cv e um torque de 204,1kgfm. Com Peso Bruto Total (PBT) de 29 toneladas, o E7-29R é um caminhão rodoviário semipesado 8×4, com autonomia de 150 km e velocidade máxima de 80 km/h.

Segundo Ricardo Senda, gerente de elétricos da XCMG Brasil, “ao contrário dos veículos elétricos convencionais que não possuem câmbio, o E7-29R possui uma transmissão automatizada de quatro marchas, com a opção de realizar trocas manuais através da alavanca localizada no console central. A inclusão dessa transmissão e das reduções de engrenagem auxiliam o caminhão a economizar energia elétrica durante as arrancadas”, explica Senda, ressaltando que esse caminhão elétrico inovador permite a substituição rápida das baterias em vez de esperar pelo processo de recarga.

 

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06/05/2024 0 Comentários
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Notícias

Agricultores do Rio Grande do Sul poderão renegociar dívidas

Por redação 06/05/2024
Escrito por redação

A iniciativa foi aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e tem o prazo limite para repactuação até 31 de maio

Agricultores do Rio Grande do Sul poderão renegociar dívidas

Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Foto: Gilvan Rocha/Agência Brasil

Diante da situação dos municípios gaúchos atingidos pelas chuvas intensas, alagamentos, inundações, enxurradas e vendavais no estado do Rio Grande do Sul (RS), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), apoiado pelo Ministério da Fazenda (MF), disponibilizou medida para dar suporte aos produtores rurais que foram afetados por intempéries climáticas ou queda de preços agrícolas.

Com a medida os agricultores poderão renegociar dívidas do crédito rural de investimentos. A iniciativa foi aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e tem o prazo limite para repactuação até 31 de maio.

Agrishow 2024 movimenta R$ 13,6 bilhões em negócios

Com isso, as instituições financeiras poderão adiar ou parcelar os débitos que irão vencer ainda em 2024. Neste contexto, as operações contratadas devem estar em situação de adimplência até 30 de dezembro de 2023. É a primeira vez que um governo adianta e aplica a medida de apoio antes do fim da safra.

O ministro ainda explicou o primeiro passo para acessar a renegociação. “Qualquer produtor, que se enquadre na medida, procure seu agente financeiro com o laudo do seu engenheiro agrônomo, contextualizando a situação. Com isso, será atendido com a prorrogação ou o parcelamento do débito”, reforçou.

Para enquadramento, os financiamentos deverão ter amparo do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e dos demais programas de investimento rural do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

 

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AgrishowNotícias

Agrishow 2024 movimenta R$ 13,6 bilhões em negócios

Por redação 03/05/2024
Escrito por redação

A maior feira de agro da América Latina registrou aumento de 2,4% em transações comerciais e intenções de negócios, segundo a organização do evento

Agrishow 2024 movimenta R$ 13,6 bilhões em negóciosClarisse Sousa – Os organizadores da Agrishow divulgaram os resultados da 29ª edição, que se encerra nesta sexta-feira, 3 de maio, em Ribeirão Preto (SP). De acordo com comunicado à imprensa, a feira alcançou o volume recorde de R$ 13,6 bilhões em intenções de negócios, especialmente relacionados a máquinas e implementos agrícolas.

O crescimento foi de 2,4% em relação à edição de 2023, que registrou um volume de R$ 13,3 bilhões. Quanto aos visitantes, a organização afirmou que o número permaneceu equivalente ao do ano anterior, com aproximadamente 195 mil pessoas. A feira recebeu produtores rurais de pequenas, médias e grandes propriedades de todas as regiões do país, além de participantes internacionais.

“A mobilidade e a infraestrutura da feira foram alguns dos destaques, que permitiram aos visitantes uma melhor experiência, principalmente para aqueles que compõem a agricultura familiar – público ao qual se atribuiu grande parte do crescimento da Agrishow 2024”, disse João Marchesan, presidente da Agrishow.

Ainda que o cenário não fosse o mais favorável para o setor, com as adversidades do clima, os juros altos e a falta de recursos controlados, as expectativas da feira foram superadas.

Por que a telemetria é a chave para a agricultura do futuro

“Mantivemos os visitantes e aumentamos as intenções de negócios. E esperamos que, para o próximo ano, o agronegócio brasileiro possa estar ainda mais forte e pujante”, conclui Marchesan. Em 2025, a Agrishow acontece entre 28 de abril e 2 de maio.

 

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03/05/2024 0 Comentários
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AgrishowNotícias

Chega ao mercado novo dosador de semente graúda da FertiSystem

Por redação 03/05/2024
Escrito por redação

Virgo promove aos agricultores uma nova experiência de usabilidade e inteligência no plantio de soja e milho

Chega ao mercado novo dosador de semente graúda A FertiSystem, desenvolvedora de tecnologias de plantio, lança o Virgo – novo dosador de semente graúda, durante a Agrishow, em Ribeirão Preto/SP. O lançamento chega ao mercado com a promessa de ser simples e preciso.

Segundo o engenheiro mecânico, Alexandre Zanella, gerente de engenharia da empresa, o Virgo é um equipamento versátil, que proporciona um novo padrão de eficiência no campo.

“Estamos trazendo para o plantio de soja e milho uma solução de baixa manutenção, com o mínimo de componentes para troca. Além disso, não limitamos o produtor a utilizar apenas os discos e anéis da nossa marca, ele pode usar esses componentes de modelos universais”, destacou.

A novidade foi projetada a partir da demanda dos clientes, que necessitavam de um dosador de semente graúda de baixa manutenção e com grande eficiência.

Por que a telemetria é a chave para a agricultura do futuro

O lançamento do Virgo marca a entrada da FertiSystem no segmento de dosadores de sementes, um novo desafio para a empresa, que até então focava em tecnologias na linha de fertilizantes.

“O Virgo é um equipamento que foi muito bem testado e validado no campo, e chegou o momento de disponibilizá-lo aos produtores rurais. Importante destacar que o dosador é um componente de todo o sistema do plantio, porém, executar boas práticas de plantio, como escolher corretamente a semente e os insumos, ajudam nessa eficiência”, conclui.

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