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Redução de áreas de trigo no Sudeste e Sul pode impactar a produção nacional
Notícias

Moagem de trigo no Brasil cresceu 2% em 2023, indica Abitrigo

Por redação 10/05/2024
Escrito por redação

Levantamento anual da entidade apontou produção de mais de 12,8 milhões toneladas de farinha para destinos como panificação e indústria de massas

moagem de trigo - Moagem de trigo no Brasil cresceu 2% em 2023, indica AbitrigoA compilação de dados referentes à moagem de trigo no Brasil realizada pela Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo ) concluiu que, em 2023, o País apresentou um crescimento de 2% em relação ao volume de trigo moído no ano anterior. Foram processadas, ao todo, 12,81 milhões de toneladas do cereal em 147 plantas industriais.

“Esta edição da pesquisa contou com um alto grau de adesão por parte dos moinhos brasileiros, que contribuíram com 90,5% dos valores apurados. O volume total de moagem de todos os moinhos, tanto associados quanto não associados à Abitrigo e os estimados, apresentou um aumento de 250.888 toneladas”, explica o presidente-executivo da Abitrigo, Rubens Barbosa.

Segundo o levantamento, três novas plantas entraram em funcionamento em 2023, contabilizando um número maior de moinhos ativos no Brasil, quando comparado ao ano passado.

A pesquisa ainda mostrou que em 2023, a extração de farinhas foi de 76% e, desse montante a maioria das farinhas (36,1%) foi destinada para “Panificação e pré-misturas”, seguido de “Indústria de massas” (13,2%), “Embalagens de 1kg” (12,7%) e “Indústria de biscoitos” (10,1%).

Com quase 2 milhões/ha, colheita da soja se aproxima do fim no Oeste da Bahia

Além disso, o levantamento também constatou que São Paulo é o estado que mais destina sua produção para o próprio estado. Já o Paraná, é a região que mais destina sua produção para outras unidades da federação.

De forma geral, as empresas destinam em média 88% de suas moagens à venda de produtos ao mercado e apenas 12% à integração de massas e biscoitos.

Moagem pelo Brasil

O levantamento promovido pela Abitrigo também trouxe um panorama da moagem nos estados e regiões do Brasil. A amostra do total compreende 112 empresas, que juntas respondem por 147 plantas moageiras e ilustra a distribuição regional dos moinhos e suas respectivas moagens, expressas em toneladas e percentuais em relação ao total.

O Paraná segue como estado com maior número de plantas moageiras, 44 no total e também como estado com o maior percentual de moagem do Brasil, totalizando 30% do volume nacional, o que representa aproximadamente 3.828.185 toneladas.

Em seguida está o Rio Grande do Sul, com 38 plantas e moagem de 2.170.986 toneladas, representando 17% da moagem nacional. São Paulo é o terceiro estado em plantas moageiras, com 15 instaladas e um volume de 1.596.973 toneladas, o que representa 12% do total. Santa Catarina vem atrás, com 13 plantas e um volume estimado de 606.320 toneladas, representando 5% do trigo moído no país.

A região Centro-Oeste, somada aos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais possuem juntas 17 plantas moageiras e representam 11% da moagem nacional, com 1.372.398 toneladas. Já as regiões Norte e Nordeste, juntas, contam com 20 plantas moageiras e representam 25% do trigo moído no Brasil, com 3.241.946 toneladas.

“A Pesquisa de Moagem da Abitrigo é um importante referencial para a produção de farinha de trigo no País. A partir dela, podemos trabalhar junto aos nossos associados na tomada de decisões relevantes a esse elo da cadeia do trigo, garantindo resultados mais assertivos para a indústria moageira e a segurança alimentar da população brasileira”, finaliza Barbosa.

 

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Notícias

Com quase 2 milhões/ha, colheita da soja se aproxima do fim no Oeste da Bahia

Por redação 10/05/2024
Escrito por redação

A safra 2023/24 de soja na Bahia deve ser encerrada com um aumento de 6,5% na área plantada

Com quase 2 milhões/ha, colheita da soja se aproxima do fim no Oeste da BahiaO maior polo produtor de grãos do Nordeste se prepara para encerrar a colheita da safra 2023/2024 da soja. A região Oeste da Bahia já contabiliza a colheita de 1,85 milhão de hectares da oleaginosa, de um total de 1,98 milhão dedicados à cultura.

A expectativa da Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) é de que ainda na primeira quinzena de maio a atividade seja finalizada, permitindo a divulgação dos dados finais de produtividade, incluindo as médias regionais de cada microrregião produtiva.

Ministério da Agricultura elabora proposta para atender produtores gaúchos

A colheita da soja está sendo finalizada na maioria das microrregiões. Na última semana, o ritmo da operação permaneceu constante, com pequenas interrupções devido a pancadas de chuva, informa a Aiba. As áreas remanescentes concentram-se nos municípios de Formosa do Rio Preto, Correntina e Jaborandi.

A previsão é que as médias de rendimento se mantenham em torno de 60 a 63 sacas de soja por hectare, com viés de manutenção ou alta. De forma recorrente nos últimos anos, a Bahia tem batido recorde de produtividade, sendo considerada o polo com a melhor produtividade da soja no mundo.

Já a colheita de milho está em estágio inicial na mesma região. Até o momento, foram colhidos cerca de 23 mil hectares, pouco menos de 20% do total. Assim como nas lavouras finais de soja, a colheita do milho está sujeita a fatores climáticos.

Soja cresce e milho cai

A safra 2023/2024 de soja na Bahia deve ser encerrada com um aumento de 6,5% na área plantada, chegando a 1,98 milhão de hectares. Já no caso do milho, a área reservada diminuiu 38%, marcando 135 mil hectares cultivados, de acordo com o último levantamento da Aiba.

 

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Notícias

Kepler Weber garante financiamento de R$ 150 milhões para fábricas

Por redação 10/05/2024
Escrito por redação

Os recursos têm como objetivo financiar os investimentos em Capex da companhia, principalmente para expansão e modernização das duas fábricas

Kepler Weber garante financiamento de R$ 150 milhões para modernizar fábricasA Kepler Weber anunciou ao Mercado, nesta quinta-feira (9), a contratação de financiamento de até R$ 150 milhões para expandir e modernizar as duas plantas industriais da companhia, em Panambi (RS) e Campo Grande (MS). A instituição financeira que concederá o crédito é a International Finance Corporation (IFC), membro do Grupo Banco Mundial.

A IFC é a maior instituição global de desenvolvimento voltada para o setor privado nos mercados emergentes, com presença em mais de 100 países.

Agro já sente os impactos das enchentes no Rio Grande do Sul

A Kepler Weber terá prazo de sete anos para pagar, com carência de 24 meses para amortização do principal. O financiamento será denominado em R$ (Reais), com taxa de juros corrigida pela variação do CDI + Spread, não implicando em exposição cambial de principal e juros.

“A operação reforça a estratégia da Companhia, contribuindo para maior solidez financeira, por meio da diversificação das fontes de financiamento” diz o comunicado assinado por Paulo Polezi, CFO da Kepler Weber.

Assim como em outros contratos vigentes, a própria Companhia será garantidora do empréstimo.

Entre 2020 e 2023, os investimentos de Capex da companhia somaram R$ 179,4 milhões, incluindo expansão e modernização das fábricas, tecnologia da informação, desenvolvimento de novos produtos, dentre outras ações.

 

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NotíciasOpinião

Ministério da Agricultura elabora proposta para atender produtores gaúchos

Por redação 10/05/2024
Escrito por redação

Ministro Carlos Fávaro discutiu novo pacote de medidas em reunião com a Farsul

Ministério da Agricultura elabora proposta para atender produtores gaúchosClarisse Sousa – O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, voltou a se reunir com a Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) na noite desta quinta-feira (9), para avaliar o progresso das medidas destinadas a minimizar os efeitos da devastação causada pelas enchentes sobre os agricultores do estado.

Além da suspensão imediata das parcelas vencidas do crédito rural gaúcho e de um novo programa de renegociação de dívidas que já estão sendo elaborados, o Ministério da Agricultura está trabalhando em uma proposta extraordinária para o Programa de Subvenção do Seguro Rural (PSR) que atenda especificamente aos produtores gaúchos.

“Há três anos, a safra do Rio Grande do Sul vem sofrendo com estiagens e chuvas intensas. É fundamental que tenhamos um amplo programa de Seguro Rural porque o seguro vai significar garantia de renda”, explicou o ministro.

Agro já sente os impactos das enchentes no Rio Grande do Sul

Outra proposta que está sendo estruturada é a de um Fundo Garantidor de Operação de Crédito Rural, para que os produtores continuem tendo acesso às linhas de crédito para a reconstrução e retomada de suas atividades agrícolas.

moagem de trigo - Ministério da Agricultura elabora proposta para atender produtores gaúchos

Governo anuncia medida para facilitar acesso ao crédito para produtores rurais gaúchos – Foto: Ricardo Stuckert

Apoio no acesso ao crédito

Ainda nesta quinta-feira (9), o governo federal anunciou um conjunto de medidas de apoio na área econômica. Entre elas, está a dispensa da apresentação da Certidão Negativa de Débitos para acesso ao crédito em instituições financeiras públicas.

A iniciativa é voltada para empresas e produtores rurais gaúchos que foram afetados pelas chuvas na região. O objetivo é facilitar a contratação e renegociação de crédito junto às instituições financeiras públicas.

“É um momento muito difícil para os produtores, é necessário apoio e oportunidade para que o produtor volte a prosperar. É preciso ter linhas de crédito efetivas na ponta, para que a reconstrução aconteça”, disse o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.

Conforme a medida, empresários rurais não precisarão apresentar a Certidão Negativa de Débitos entre os meses de maio a novembro deste ano.

Outra proposta de assistência aos produtores gaúchos será colocar R$ 1 bilhão para concessão de desconto de juros para empréstimos concedidos no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), até o limite global de crédito de R$ 4 bilhões passíveis de desconto de juros. Ou seja, toda a linha a ser alavancada terá desconto para subsidiar o crédito ao pequeno e médio produtor rural.

“Neste momento, é uma entrada de recursos no campo bastante importante para recuperar a capacidade de produção agrícola”, afirmou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

No caso do Pronamp, de maio em diante, o financiamento poderá ser de até 96 meses, com três anos de carência e descontos para reduzir a taxa de juros para 4% nominal ao ano. Já o Pronaf poderá ser contratado em até 10 anos, com três de carência, e redução da taxa de juros nominal a zero.

O governo federal anunciou um pacote de R$ 50,9 bilhões para auxiliar famílias, trabalhadores rurais, empresas e municípios no Rio Grande do Sul. “O que vocês viram anunciar aqui foram as primeiras medidas de crédito. Isso não termina aqui. Eu tenho dito aos ministros que nós temos que nos preparar, porque a gente vai ter o tamanho da grandeza dos problemas quando a água abaixar e quando os rios voltarem à normalidade”, disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 

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IBGE prevê crescimento de 7,0% na safra 2025 frente a 2024
Notícias

Abiove mantém projeção para produção de soja em grão para o ciclo 2024

Por redação 09/05/2024
Escrito por redação

A expectativa é de que a produção de soja em grão chegue a 153,9 milhões/t

Abiove mantém projeção para produção de soja em grão para o ciclo 2024

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) atualizou as estatísticas mensais do complexo brasileiro da soja até março de 2024. De acordo com os dados apurados, as projeções da entidade para o atual ciclo sofreram poucas alterações.

A expectativa é de que a produção de soja em grão chegue a 153,9 milhões/t (+100 mil/t em relação ao levantamento anterior), com um esmagamento de 54,5 milhões/t. A produção do farelo de soja permanece estimada em 41,7 milhões/t e a de óleo em 11 milhões/t.

SLC Agrícola registra lucro líquido de R$ 228,9 milhões no primeiro trimestre

O processamento do mês de março foi de 4,34 milhões/t, aumento de 19% em relação a fevereiro de 2024 e queda 3,6% em relação a março de 2023 quando ajustado pelo percentual amostral de 89,8%.

Comércio exterior

Os volumes de exportação seguem praticamente inalterados: 97,8 milhões/t de soja em grão e 21,6 milhões/t de farelo de soja. Somente a projeção de venda para o mercado internacional do óleo de soja que apontou uma pequena retração de 50 mil/t, ficando em 1,1 milhão/t no atual balanço contra 1,15 milhão do relatório anterior.

Isso se deve a maior demanda pelo produto no mercado interno.Por fim, essas exportações dos produtos do complexo brasileiro da soja trazem uma expectativa de receita de US$ 56,6 bilhões neste ano.

 

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Notícias

Chuva forte volta a atingir o Rio Grande do Sul nesta sexta-feira (10)

Por redação 09/05/2024
Escrito por redação

Além do estado gaúcho, Santa Catarina também deve receber volumes que podem passar dos 100 milímetros

Chuva forte volta a atingir o Rio Grande do Sul nesta sexta-feira (10)Nesta sexta-feira (10), o Rio Grande do Sul voltará a ser atingido por chuvas fortes. A previsão indica que, entre os dias 10, 11 e 12 de maio, a chuva com maior intensidade será entre o centro-norte e leste gaúcho, incluindo o litoral norte do estado e o sul de Santa Catarina.

Neste período, os volumes de chuva podem passar dos 100 milímetros (mm). Ainda conforme a previsão, os ventos mudarão de direção e irão soprar predominantemente de sul. Entre o fim do domingo (12) e a segunda-feira (13), as rajadas variam de oeste a sul e depois de sul, com velocidade acima de 30 km/h. Já na terça-feira (14), os ventos enfraquecem.

Agro já sente os impactos das enchentes no Rio Grande do Sul

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), essa condição acontece devido à instabilidade que retorna com mais força ao Rio Grande do Sul, no fim desta semana. Inicialmente, como frente quente, uma vez que a frente fria recua de Santa Catarina para o estado gaúcho.

Já no fim de semana, essa frente fria permanece no Rio Grande do Sul, causando áreas de instabilidade e um gradual ingresso de ar frio. A partir de segunda (13), quando o frio ganha força e poderá provocar geadas a partir da terça (14), o amplo reforço de ar frio e seco, de origem polar, deverá afastar a instabilidade.

É importante ressaltar que os volumes de chuva previstos podem causar novos transtornos em áreas já afetadas anteriormente. Por este motivo, o Inmet alerta e recomenda acompanhar e seguir as orientações da Defesa Civil Nacional.

Previsão para quinta-feira (9) nos dois estados

No fim da tarde desta quarta-feira (8), o norte do Rio Grande do Sul será atingido com temporais acompanhados de rajadas de vento. Do centro para o sul do Estado, o tempo fica frio e seco com o ingresso do sistema de alta pressão atmosférica.

Toda essa condição acontece devido ao deslocamento de um amplo sistema de baixa pressão atmosférica no norte da Argentina em direção ao sul do Uruguai e a formação de um ciclone extratropical que se desloca para o oceano e faz com que a frente fria cruze o estado ao longo do dia.

 

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Notícias

SLC Agrícola registra lucro líquido de R$ 228,9 milhões no primeiro trimestre

Por redação 09/05/2024
Escrito por redação

Empresa também ampliou o potencial de área plantada na Fazenda Pioneira (MT) para 64.286 hectares

SLC Agrícola registra lucro líquido de R$ 228,9 milhõesA SLC Agrícola divulgou hoje os resultados financeiros correspondentes ao primeiro trimestre de 2024. No período, a companhia concluiu a compra de boa parte dos fertilizantes para a safra 2024/25, cujo plantio começará em setembro de 2024.

Além disso, recentemente, a SLC Agrícola divulgou a ampliação de sua Joint Venture com a Agro Penido (Fazenda Pioneira), com a adição de 18.700 hectares físicos, com potencial de plantio de 30.734 hectares (com 2ª safra). Com a expansão da Joint Venture, o prazo das duas áreas combinadas será estendido até a safra 2043/2044. Com a adição desses 30,7 mil hectares, o potencial de área plantada nessa fazenda será de 64.286 hectares.

Agro já sente os impactos das enchentes no Rio Grande do Sul

A Receita Líquida da companhia encerrou o primeiro trimestre do ano com, aproximadamente, R$ 2 bilhões, uma redução de 11,8% comparado ao mesmo período do ano passado. O EBITDA ajustado atingiu R$ 704 milhões, com uma margem EBITDA de 36%. O lucro foi de R$ 228,9 milhões, cifra menor se comparada ao primeiro trimestre de 2023. Um dos fatores que impactaram os resultados do período foi o resultado bruto da soja, afetado pela queda de área plantada, produtividade e preços.

“O cenário climático adverso em todo o país acarretou uma série de desafios na produção de culturas, especialmente a soja, prejudicada pela seca no estado do Mato Grosso. Já o algodão ganhou destaque no trimestre, com aumento de 51,7% no volume faturado e incremento de 15,4% no preço unitário. Também fechamos o período com o avanço na compra do pacote de insumos para a safra 2024/25. O que reforça nosso comprometimento em manter margens sustentáveis através de um planejamento integrado, aproveitando as oportunidades oferecidas pelo mercado”, destaca o diretor presidente da SLC Agrícola, Aurélio Pavinato.

Desempenho de commodities

Os primeiros três meses do ano foram marcados pelo encerramento da semeadura das culturas de segunda safra de milho e de algodão, e pelo encerramento da colheita de soja. No que se refere à conclusão do plantio, tais culturas já apresentaram bom potencial cultivo.

O Resultado Bruto do algodão em pluma foi 106,2% superior ao primeiro trimestre de 2023, em razão do incremento do preço e a queda do custo, ambos unitários. Com o recorde da produtividade atingido na safra 2022/23, houve queda do custo unitário. Já o resultado bruto do caroço de algodão caiu 75,1% no período, impactado especialmente pela queda dos preços faturados.

A soja também foi afetada, com um resultado bruto unitário menor, 59,3% inferior na comparação com o mesmo trimestre do ano passado. Essa queda se dá em virtude do declínio dos preços unitários faturados, adicionado ao aumento do custo unitário.

O milho também teve seu resultado bruto unitário reduzido em 59,2%, o que foi parcialmente compensado pela redução no custo unitário, devido à melhor produtividade obtida na safra 2022/23, frente à safra anterior.

 

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Notícias

FPT Industrial apresenta novos motores, incluindo modelo movido a etanol

Por redação 08/05/2024
Escrito por redação

Quatro novos modelos prometem alta densidade de potência e baixo custo de manutenção, já que a fabricação é local

FPT Industrial apresenta novos motores, incluindo modelo movido a etanolClarisse Sousa – A FPT Industrial lançou quatro novos motores para geradores, projetados para atender aos novos padrões de emissões em São Paulo. Os modelos G-Drives da Série NEF incorporam tecnologias avançadas para garantir conformidade com os regulamentos ambientais mais exigentes, conforme destacado pelo fabricante.

A Série NEF da FPT Industrial promete desempenho e confiabilidade, com baixo custo de manutenção devido à produção nacional em Sete Lagoas (MG).

Os G-Drive com motorização N45 estão disponíveis em versões de 95 kW e 122 kW, oferecendo uma solução confiável e de fácil manutenção. Com quatro cilindros, são eficazes para várias aplicações, desde emergências até energia principal, garantindo excelente aceitação de carga e estabilidade de frequência. Além disso, a capacidade de alternar entre 50 e 60 Hz oferece flexibilidade no mercado.

Carlos Tavares é o novo presidente da FPT Industrial para a América Latina

De acordo com a fabricante, os G-Drive com motorização N67 de seis cilindros estão disponíveis em configurações de 202 kW e 212 kW, com eficiência de combustível otimizada para aplicações de geração de energia. O turbocompressor com Aftercooler garante alta aceitação de carga e resposta rápida do motor.

“Os novos G-Drives entregam tecnologia confiável, simples e comprovada para todos os requisitos do cliente e mais de 25 anos de experiência em soluções em pós-tratamento. A confiabilidade da Série NEF é comprovada por mais de 2 milhões de motores produzidos em todo o mundo”, afirma João Abreu, especialista de Marketing Produto da FPT Industrial.

Motor para colheitadeiras

Na semana passada, a marca revelou na Agrishow o motor conceito Cursor 13 Etanol para colheitadeiras. Totalmente desenvolvido no Brasil, o motor incorpora as vantagens de uma fonte de energia renovável, com baixo custo operacional e redução significativa de emissões. Com 12,9 litros e seis cilindros, o modelo representa uma alternativa de baixo impacto ambiental para operações mecanizadas no campo.

“O motor a etanol polui menos e apresenta desempenho alinhado às missões dos produtores no campo. Graças à plataforma multicombustível modularizada, conseguimos facilmente produzir um motor de ciclo Diesel ou outro motor de ciclo Otto (gás natural/biometano/etanol) por meio da substituição dos cabeçotes intercambiáveis. Além disso, as operações em ciclo Otto também possibilitam redução de emissões e menor ruído durante o funcionamento do motor”, explica Abreu.

“Trabalhando em ciclo Otto, o armazenamento do combustível é semelhante ao Diesel. E o etanol apresenta ainda a mesma vantagem de estoque para operação em máquinas agrícolas”, completa.

 

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Notícias

Carlos Tavares é o novo presidente da FPT Industrial para a América Latina

Por redação 08/05/2024
Escrito por redação

Executivo, que antes respondia pela diretoria Comercial da IVECO no Brasil, assume a liderança da FPT Industrial na região, em substituição à Marco Rangel

Carlos Tavares é o novo presidente da FPT Industrial para a América LatinaA FPT Industrial anunciou a nomeação do novo presidente da marca para a América Latina. Carlos Tavares, que antes respondia pela diretoria Comercial da Iveco no Brasil, substitui Marco Rangel, que estava na posição desde 2015.

Executivo com trajetória de mais de três décadas no setor automotivo, Tavares é engenheiro mecânico mestre, formado pela PUC-RJ, com MBA pela FIA/USP. Está no Iveco Group desde 2021, onde também respondeu pela diretoria de Peças e Serviços ao Cliente da Iveco para a América Latina.

“Assumo a liderança da FPT Industrial certo de que vamos além. Continuaremos a fortalecer a nossa posição na América Latina com foco em qualidade, inovação e parcerias estratégicas. Agradeço firmemente ao Marco Rangel pelo seu importante legado à marca. Temos bases sólidas na região pautadas em inovação, na sustentabilidade dos nossos produtos e em uma Rede de Distribuidores que segue ampliando a nossa capilaridade perante os clientes”, afirmou Carlos Tavares.

Em paralelo, Marco Rangel assume nova posição global na FPT Industrial com a gestão de clientes estratégicos como a CNH Industrial – um dos maiores clientes da marca globalmente, e ficará sediado em Turim, na Itália.

Agro já sente os impactos das enchentes no Rio Grande do Sul

Tavares comenta que seus principais desafios serão a alavancagem de projetos com OEMs na região, a ampliação do portfólio de motores movidos a combustíveis alternativos, o crescimento da oferta de Peças e Serviços especializados, além da ampliação das oportunidades de negócio para a Rede de Distribuidores FPT.

“Sabemos que o futuro é multienergético e temos grandes oportunidades na América Latina, como o gás natural e o biometano. Por isso, na FPT Industrial, mais do que a venda, nosso empenho está em prover serviços especializados em powertrain: uma solução completa. É uma honra participar deste momento de transformação para a mobilidade”, afirma Carlos Tavares.

 

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AgrishowNotícias

Grupo Manitou atinge R$ 40 milhões em vendas na Agrishow 2024

Por redação 08/05/2024
Escrito por redação

No Brasil, a empresa colocou o setor agro como foco em seu plano de desenvolvimento de negócios para os próximos anos e espera superar as expectativas

Grupo Manitou atinge R$ 40 milhões em vendas na Agrishow 2024O Grupo Manitou registrou um aumento de 25% em vendas de máquinas na Agrishow 2024 em relação ao ano passado, totalizando um valor de aproximadamente R$ 40 milhões.

De acordo com Marcelo Bracco, diretor geral da Manitou para Brasil e América Latina, a Agrishow tradicionalmente traz bons resultados de negócios. “Levamos para a feira todo nosso portfólio voltado para o agronegócio e percebemos que o mercado está aberto às novidades. Isso nos dá ainda mais fôlego para continuar investindo em tecnologia e ampliando o portfólio.”

Nesta edição da feira, a empresa apresentou a marca GEHL para o setor de agronegócio e lançou mais uma opção de manipulador telescópico Manitou, com capacidade para 5 toneladas, o MLT-X 850. Com mais de 160 anos de tradição, a GEHL iniciou suas atividades no mercado agrícola e foi ampliando sua atuação ao longo do tempo. Neste primeiro momento, o mercado brasileiro terá à disposição um modelo de retroescavadeira (GBL X 900).

Agro já sente os impactos das enchentes no Rio Grande do Sul

“Fomos muito procurados por distribuidores que querem representar a marca GEHL. Em breve, teremos nossa rede formada, trabalhando fortemente por todo Brasil”, afirma Fabio Miskulin, gerente de vendas da Manitou.

A ideia da empresa é ter uma rede de distribuição independente da Manitou, que já está consolidada e organizada em todo território nacional.

No Brasil, a empresa colocou o setor agro como foco em seu plano de desenvolvimento de negócios para os próximos anos e espera superar as expectativas, assim como aconteceu na Agrishow. Uma das estratégias para atingir esse objetivo é aumentar a penetração dos manipuladores telescópicos neste mercado.

“Os agricultores brasileiros até pouco tempo desconheciam os atributos e diferenciais dos manipuladores e acabavam optando por tratores e carregadeiras. Hoje, muitos já sabem dos benefícios desta máquina, que possui baixo custo operacional, alta produtividade e ainda proporciona grande segurança no manuseio das cargas”, conclui Bracco.

 

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