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Tecnologia

FertiSystem celebra a venda de 1,5 milhão de dosadores de adubo

Por redação 28/02/2024
Escrito por redação

Em comemoração, FertiSystem lança campanha e reforça durante a Expodireto Cotrijal o compromisso com a qualidade e a confiabilidade de seu portfólio

FertiSystem celebra a venda de 1,5 milhão de dosadores de aduboA FertiSystem, desenvolvedora de tecnologias de plantio e em especial de dosadores de adubo, reitera seu compromisso com a excelência e anuncia na Expodireto Cotrijal, que acontece de 4 a 8 de março, em Não Me Toque – RS, a comercialização de 1,5 milhão de unidades do produto até 2023.

Em comemoração, durante o evento, a empresa lançará uma campanha voltada ao fortalecimento de sua marca no segmento, enfatizando a qualidade e confiabilidade de seu portfólio. Com mais de duas décadas de experiência no agronegócio brasileiro, a companhia consolidou-se como líder do setor, presente em mais de 95% das fabricantes de implementos no País.

Faturamento com exportações do agro sobe 4,3% em 2023

Segundo Rafael Luche, gerente de vendas, pós-vendas e marketing da empresa, este ano será fundamental para a companhia.

“Iniciamos com a renovação da marca e estamos nos preparando para lançar novos produtos no segundo semestre. O objetivo é manter a posição de referência em dosagem de adubo, respeitando os concorrentes, mas sempre enfatizando a importância do uso de peças originais. Acreditamos que isso é fundamental para garantir a produtividade e o desempenho no campo”, destaca.

O compromisso em fornecer produtos confiáveis para o produtor rural será evidenciado durante o evento, além de expor o portfólio completo de soluções.

“Existem outras opções disponíveis no mercado, mas é na FertiSystem que se encontra a verdadeira confiabilidade, simplicidade e robustez. Nossa presença predominante na maioria das indústrias, com produtos frequentemente escolhidos como itens de série, nos consolidou. Garantimos esses três pilares fundamentais”, diz o executivo.

Luche também ressalta que, para a marca, cada dosador vendido significa mais do que números. Representa um passo em direção à melhoria de produtividade, um apoio aos agricultores e um compromisso com o futuro do setor. “É essa paixão pela excelência e apoio a classe rural que nos impulsiona a inovar e se destacar no mercado”, salienta.

Edição 2024

Com berço no Rio Grande do Sul, a Expodireto Cotrijal na região é fundamental para a empresa. “Não teria melhor oportunidade de lembrar o público de nossa contribuição para o desenvolvimento do setor e de que fazemos parte do avanço tecnológico que está passando a atividade”, reforça o profissional da FertiSystem.

O evento é tradicional e tem crescido a cada ano, proporcionando aos visitantes acesso ao conhecimento, tecnologia e oportunidades de negócios. Com uma ampla gama de atividades, desde demonstrações de produtos e serviços até palestras especializadas, a feira é vitrine para as últimas inovações do mercado.

 

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Tecnologia

MWM amplia portfólio de peças de reposição para motores diesel

Por redação 28/02/2024
Escrito por redação

Os novos itens atendem a diversos segmentos, incluindo caminhões, ônibus, máquinas agrícolas e geração de energia

MWM amplia portfólio de peças de reposição para motores diesel A MWM, uma empresa Tupy, reporta o lançamento de mais de 430 itens de peças de reposição, ao longo de 2023. O número representa um aumento de 29,1% em relação ao ano anterior considerando as linhas Master Parts e Opcional.

Os novos itens da linha Master Parts, que abrange peças multimarcas, incluem componentes para motores de caminhões, ônibus, máquinas agrícolas, geração de energia e contabilizaram 310 novos itens, totalizando 1490 produtos disponíveis dentro do portfólio atual de peças multimarcas, um aumento de 26,3%. Todos os produtos são certificados pela MWM e passam por rigorosas análises de qualidade antes de serem lançados no mercado.

“O lançamento contínuo de novos itens de peças de reposição é um compromisso com nossos clientes de oferecer a melhor solução com qualidade assegurada, com foco nas necessidades de manutenção e reparo”, afirma Thomas Püschel, Diretor da unidade de Peças de Reposição da MWM. “Nossa meta é oferecer peças de reposição que sejam confiáveis, duráveis e econômicas, para que nossos clientes possam manter seus motores funcionando com eficiência e por mais tempo.”

Além da linha Master Parts, a companhia conta com a linha de peças Opcionais, certificada pela engenharia da empresa e dedicada exclusivamente a motores MWM com mais tempo de uso, que também teve aumento de portfólio, ao total, foram 120 itens lançados, frente aos 296 que compunham a linha em 2022, um aumento de 40,5%, totalizando agora 416 produtos para esta linha.

Faturamento com exportações do agro sobe 4,3% em 2023

“Estamos constantemente investindo em inovação e tecnologia para oferecer as melhores soluções para nossos clientes”, afirma Püschel.

“Nosso objetivo é continuar ampliando nosso portfólio de peças de reposição para atender às necessidades de um mercado cada vez mais exigente. Considerando somente as linhas Master Parts e Opcionais, nosso portfólio fechou o ano de 2023 com 1.906 itens ativos. Se for considerada também a linha Genuína, este número sobe para mais de 17.000 itens disponíveis para o mercado nacional e exportação”, conclui.

 

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28/02/2024 0 Comentários
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Notícias

Faturamento com exportações do agro sobe 4,3% em 2023

Por redação 27/02/2024
Escrito por redação

Cifra alcançou valor recorde de US$ 166 bilhões

Faturamento com exportações do agro sobe 4,3% em 2023O faturamento obtido com as exportações do agro brasileiro renovou recorde em 2023. Pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, realizadas com base em dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Secretaria de Comércio Exterior – sistema Siscomex, mostram que o faturamento em dólar do setor de janeiro a dezembro de 2023 cresceu 4,3% frente ao ano anterior, somando US$ 166 bilhões. Trata-se do quarto ano consecutivo em que o recorde anual é renovado (2020, 2021, 2022 e 2023).

Segundo pesquisadores do Cepea, ainda que os preços dos produtos exportados tenham caído quase 10% na média anual, o avanço do volume garantiu o aumento no faturamento de 2023.

Os grãos foram os principais responsáveis por esse desempenho, pois o milho foi o produto com maior taxa de crescimento no volume escoado, de 29% de 2022 para 2023.

Exportações do complexo soja registram recordes de volume e receita em 2023

Os produtos do complexo da soja se mantiveram na liderança em termos de valor gerado com os embarques, que chegou a aproximadamente US$ 67 bilhões em receita no período, ou 40% do total.

Além do bom desempenho dos produtos do complexo da soja, os produtos do setor sucroalcooleiro, milho e as carnes de frango e suína também registraram altas nos embarques.

Pesquisadores do Cepea destacam que a forte demanda internacional por produtos agroalimentares, especialmente da China, foi determinante para os resultados das exportações do agro em 2023.

Para atender a essa demanda crescente, o setor nacional respondeu com produção recorde, o que sustentou os bons volumes embarcados. No entanto, diante do crescimento da produção também em outros países relevantes no cenário internacional, os preços caíram ao longo do ano.

O dólar apresentou pouca volatilidade ao longo do ano e se manteve ao redor R$ 5/US$. Com isso, houve uma inexpressiva desvalorização do Real, que, combinada com a queda da inflação doméstica, fez com que a taxa de câmbio real apresentasse crescimento de apenas 0,3% no período, percentual que se somou ao aumento da receita em dólar e elevou em 4,5% o faturamento em Reais.

Quanto aos destinos, China, Estados Unidos e União Europeia continuaram sendo os principais parceiros comerciais do Brasil, com outros importantes mercados que, em grupo, apresentam boa participação, como os da Liga Árabe e os asiáticos – exceto China.

Expectativa para exportações do agro em 2024

Para 2024, pesquisadores do Cepea indicam que, por um lado, espera-se que a demanda por alimentos, fibra e energia continue firme, mesmo com perspectivas de taxas menores de crescimento para as principais economias mundiais, como a China, pois os avanços da população mundial e da renda dos países importadores devem dar suporte à demanda.

Do lado da oferta, enquanto o Hemisfério Norte começa a se preparar para a nova semeadura, no Hemisfério Sul, inicia-se o período de colheita, e não se espera aumento significativo de área no novo ciclo produtivo (2023/24) no Brasil, o que, por sua vez, deve limitar o crescimento da oferta nacional, que também deve sofrer alguma perda pelo efeito do clima adverso do fim de 2023.

Já a Argentina, outro importante país exportador, deve recuperar as perdas do ciclo anterior, aumentando o envio de seus produtos ao mercado externo.

Em relação ao câmbio, este pode ser impactado pela incerteza em relação a eventos políticos esperados para este ano e por influências vindas dos conflitos armados vigentes sobre os mercados de commodities.

 

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27/02/2024 0 Comentários
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Processamento de soja deve atingir 53,5 milhões de toneladas neste ano
Notícias

Exportações do complexo soja registram recordes de volume e receita em 2023

Por redação 27/02/2024
Escrito por redação

Porém, para 2024, a consultoria Datagro Grãos estima queda em volume e receita nos embarques do complexo soja do Brasil

Processamento de soja deve atingir 53,5 milhões de toneladas neste anoLevantamento da Datagro Grãos confirma forte volume geral embarcado do complexo soja brasileiro em 2023, com 126,8 milhões de toneladas, expressivo avanço de 24,7% ante 2022, quando foram exportadas 101,7 milhões de toneladas.

Esse total compreende 101,8 milhões de toneladas de soja em grão (+29,4%); 22,6 milhões de toneladas de farelo de soja (+11,1%); e 2,349 milhões de toneladas de óleo de soja (-9,6%).

Os principais fatores para esse recorde é a grande safra colhida no ano passado pelo Brasil, atualmente estimada em 160,2 milhões de toneladas de soja, montante 23% superior à prejudicada temporada anterior. Além de perdas expressivas nos Estados Unidos em 2022, com safra irregular pelo quarto ano consecutivo; o avanço das compras pela China após a peste suína africana ser contornada; tensões nas relações políticas entre EUA e China; e maior competitividade do complexo soja devido à queda no padrão de preços.

Primeiro zoneamento deve incentivar o cultivo de açaí fora da Amazônia

Também foi registrado recorde na receita total obtida nas exportações do complexo soja brasileiro em 2023, apesar do forte recuo nos preços médios. A receita total foi atualizada para US$ 67,4 bilhões, 10,9% a mais que em 2022, quando foram arrecadados US$ 60,7 bi.

A receita do ano passado foi formada por US$ 53,3 bi decorrentes de vendas de soja em grão (+14,7%); US$ 11,5 bi da comercialização de farelo (+11,4%); e US$ 2,5 bi de óleo, o único com recuo ante 2022 (-35,1%).

“Esse extraordinário avanço da receita alcançada pelas vendas externas do setor contribuiu fortemente para impedir o recuo que estava previsto nas exportações globais do País em 2023, que veio refletindo a diminuição no ritmo de crescimento da economia brasileira. Por esse motivo, confirmamos novo recorde na participação do complexo soja na pauta geral de exportações do Brasil”, comenta Flávio Roberto de França Junior, economista e líder de conteúdo da Datagro Grãos.

A receita total das exportações brasileiras em 2023 chegou a US$ 339,7 bi, crescimento de apenas 1,7% em relação ao recorde anterior, de US$ 334,1 bi, registrado em 2022. Com isso, o setor contribuiu com 19,8%, proporção superior ao recorde de 18,2% de 2022, superando com folga os 16,2% da média de participação dos últimos 10 anos.

Projeções para 2024 são fortemente reduzidas

Em termos de volume, a Datagro Grãos estima saídas externas do complexo soja brasileiro em 114,9 mi de t em 2024, 9,4% aquém de 2023. Ainda assim, caso se concretize, seria o segundo maior da história. Seriam 88,8 mi de t de soja em grão (-12,8%); 24 mi de t de farelo (+6,1%) e 2,1 mi de t de óleo de soja (-10,6%).

No que diz respeito à receita, os números iniciais da consultoria apontam para US$ 54,5 bi, o que representaria recuo de 19,1% ante 2023: US$ 41,7 bi de soja em grão (-21,7%); US$ 10,5 bi de farelo de soja (-8,2%); e US$ 2,2 bi provenientes do óleo de soja (-14,5%).

“Essa retração na receita para 2024 tende a resultar também em redução na participação das exportações do setor soja na pauta geral do Brasil, de 19,8% de 2023 para 17,0%. Apesar de bem menor, essa nova taxa ainda seguiria muito superior aos 16,2% da média para os últimos 10 anos, sendo a menor desde os 16,8% de 2020”, diz França Junior.

 

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Notícias

Primeiro zoneamento deve incentivar o cultivo de açaí fora da Amazônia

Por redação 27/02/2024
Escrito por redação

Zoneamento de risco climático permite ao produtor identificar as melhores regiões para produção e as épocas para plantio das mudas

Açaí ganha 1º zoneamento para incentivar cultivo fora da AmazôniaO Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) oficializou o primeiro Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para o cultivo de açaí em sistema de produção irrigado. O Zarc vai ajudar a incentivar produção do cultivo do açaizeiro, da espécie Euterpe oleracea, além da Amazônia.

Trata-se do primeiro zoneamento para o açaí e considera riscos climáticos de 20%, 30% e 40%. Na maior parte do Brasil, o Zarc aponta risco de 20% para o plantio irrigado de açaí e mostra que a totalidade das regiões Norte e Nordeste, maior parte do Centro-Oeste e uma pequena parte do Sudeste (norte de Minas Gerais e Espírito Santo) apresentam condições de temperatura, umidade, ocorrência de chuvas e tipos de solo que permitem o cultivo da palmeira amazônica em sistema irrigado.

“O zoneamento tem o objetivo de quantificar os riscos relacionados aos problemas climáticos e permite ao produtor identificar as melhores regiões para produção e as épocas para plantio das mudas, levando em conta o clima, a cultura e os diferentes tipos de solos”, explica o meteorologista Alailson Santiago, pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental.

O modelo agrometeorológico utilizado no estudo considera diversos elementos climáticos. “Analisamos elementos que influenciam diretamente no desenvolvimento da produção agrícola, como a temperatura, a ocorrência de chuvas, umidade relativa do ar, água disponível nos solos, necessidade hídrica da cultura e parâmetros geográficos, como altitude, latitude e longitude”, relata Santiago.

Agro impulsiona PIB do país e registra alta de 15,8% em 2023

As características de solo e clima de todas as regiões do País foram analisadas para cada fase de desenvolvimento da planta, desde o plantio até a colheita.

“Verificamos a necessidade de água e o tipo de solo para cada fase de desenvolvimento do açaí”, acrescenta o pesquisador. A metodologia considera dados meteorológicos de séries históricas de pelo menos 15 anos, além de todo o conhecimento científico sobre a cultura e validações em campo.

Aplicativo móvel do Zarc

O Zoneamento de Risco Climático para o sistema de produção irrigado de cultivo de açaí pode ser acessado no aplicativo móvel Zarc Plantio Certo, desenvolvido pela Embrapa Agricultura Digital (SP), e disponível nas lojas de aplicativos: iOS e Android.

Produtores rurais e outros agentes do agronegócio podem acessar por meio de tablets e smartphones, de forma mais prática, as informações oficiais do zoneamento. Os resultados do Zarc também podem ser consultados e baixados por meio da plataforma “Painel de Indicação de Riscos”.

Açaí depende de disponibilidade de água

O principal parâmetro de risco climático para o açaí é a necessidade hídrica. O açaizeiro é uma palmeira nativa das áreas de várzea da Amazônia e a expansão para sistemas comerciais de produção em terra firme requer a irrigação, pois mesmo os períodos curtos de falta de água podem reduzir muito a produção.

“Não se pensa em plantar açaí em terra firme sem irrigação. Sem a água, o cultivo se torna inviável”, afirma o pesquisador da Embrapa João Tomé de Farias Neto.

A técnica mais utilizada é a irrigação por microaspersão e a quantidade de água nas diferentes idades da planta depende das condições edafoclimáticas da região, afirma Farias. “É preciso utilizar técnicas de manejo de irrigação para o uso racional da água”, completa.

O Zarc considera, portanto, somente o sistema de produção de açaí com irrigação. As duas cultivares de açaí de terra firme desenvolvidas pela Embrapa, BRS Pará e BRS Pai d’Égua, são componentes fundamentais desse sistema de produção.

Entre as principais características das variedades estão a redução da sazonalidade na produção, maior rendimento de polpa dos frutos e produção precoce.

Temperaturas elevadas para o açaí

Em sistema de produção de cultivo de açaí irrigado, outro fator climático limitante passa a ser o risco térmico que pode comprometer a produção da palmeira.

“Em baixas temperaturas, ocorre o abortamento dos frutos, eles caem dos cachos antes de amadurecer”, pontua Santiago. Em avaliações de campo, temperaturas próximas a 11 ºC, ainda que em ocorrências isoladas, foram bastante prejudiciais ao açaizeiro, provocando morte de folhas e abortamento de flores ou frutos.

No estudo que fundamenta o Zarc foi utilizado como limite inferior a temperatura de 7 oC, de forma a evitar danos potenciais à estabilidade de produção da cultura. O agrônomo Eduardo Monteiro, pesquisador da Embrapa Agricultura Digital e coordenador da Rede Zarc na instituição, explica que esse limite foi proposto a partir da identificação de áreas de produção de açaí com viabilidade em estados do Centro-Oeste e Sudeste.

“No futuro, com o avanço do conhecimento e à medida que novas pesquisas tragam informações mais precisas sobre o desempenho de diferentes cultivares dessa palmeira em temperaturas mais frias, os critérios poderão ser atualizados”, ressalta.

A faixa territorial contemplada no Zarc com riscos de 30% e 40% corresponde às áreas de transição para regiões mais ao sul, nas quais a probabilidade de temperaturas abaixo do limite estabelecido no zoneamento começa a aumentar.

A transição ocorre em áreas na divisa entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, centro-sul de Goiás e região central de Minas Gerais. “À medida que as temperaturas caem, o risco aumenta”, alerta Santiago.

Cultivo em expansão do açaí

O açaizeiro (Euterpe oleracea) é uma palmeira nativa das áreas de várzea da Amazônia e o aumento da demanda pelo fruto levou à expansão para as áreas de terra firme. A Embrapa desenvolveu as duas únicas cultivares registradas de açaizeiro para terra firme do mundo: BRS Pará e BRS Pai d’Égua. “Nos últimos anos, a demanda pelo fruto cresceu em um ritmo muito mais acelerado que a oferta. Então, migrar para terra firme foi uma das soluções encontradas pela pesquisa”, justifica Farias Neto.

Entre as culturas perenes produzidas no Brasil, como café, laranja, cacau e dendê, o crescimento da produção de açaí ganha destaque nos últimos anos. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) monitora essa produção desde 2015 e considera tanto o açaí manejado das áreas de várzea quanto o cultivado. A área colhida de frutos de açaí no Brasil cresceu em torno de 100 mil hectares, saindo de 137 mil hectares em 2015 para 233 mil hectares em 2022, de acordo com os dados mais recentes do IBGE. E, no mesmo período, a produção nacional saltou de 1 milhão de toneladas para 1 milhão e 700 mil toneladas.

 

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Notícias

Faesp solicita a Alckmin renegociação para produtores paulistas

Por redação 26/02/2024
Escrito por redação

De acordo com a entidade, lavouras foram castigadas pelo vaivém do clima, devido aos efeitos do El Niño

Faesp solicita a Alckmin renegociação para produtores paulistasO presidente eleito da Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (FAESP), Tirso Meirelles, reuniu-se, na semana passada, em Brasília com o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, para discutir os problemas enfrentados pelos produtores paulistas, sobretudo com a quebra da safra de grãos, ocasionada pelos efeitos climáticos do El Niño.

Representando os produtores e sindicatos rurais, Meirelles reivindicou condições especiais e renegociação dos financiamentos de custeio e investimento, além de flexibilização dos limites de crédito.

Para se ter uma ideia do alcance das perdas, apenas na região de Ourinhos houve uma redução de 20% da produtividade e em todo o estado produtores chegaram a ter perda de 50% de sua produção. Os dados foram levantados pela FAESP com sindicatos rurais paulistas, com colaboração da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI).

Meirelles relatou ainda ao vice-presidente que a baixa qualidade do serviço de fornecimento de eletricidade no Vale do Paraíba tem impactado diretamente os produtores rurais.

O setor mais afetado é o que depende de refrigeração, como o de produção de leite e derivados. Assim, Meirelles reivindicou que os produtores tenham isenção de contas de eletricidade nos meses em que a interrupção for superior a oito horas.

“Confiamos na intervenção decisiva do vice-presidente Alckmin para atender essas demandas cruciais e garantir o suporte necessário aos produtores rurais brasileiros”, afirmou o presidente eleito da FAESP.

 

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Notícias

Empregos na citricultura registram crescimento de 8% em 2023

Por redação 26/02/2024
Escrito por redação

Saldo positivo de empregos no setor, considerando demissões e contratações, foi de 1.988 vagas

Empregos na citricultura registram crescimento de 8% em 2023

Conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), compilados pela Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR), no ano passado, a colheita da laranja foi responsável pela criação de 54.232 empregos, aumento de 8% em comparação com os 50.178 postos de trabalho gerados em 2022. O saldo positivo de empregos na citricultura, considerando demissões e contratações, foi de 1.988 vagas.

Este número é ainda mais significativo ao considerar que a laranja foi responsável por 35% das 154.462 novas admissões geradas pelos serviços de apoio à agricultura no Brasil durante o mesmo período.

Essa categoria compreende todas as atividades realizadas sob contrato para serviços de preparação de terreno, o cultivo, colheita, pulverização, controle de pragas agrícolas, podas, plantio e transplante de mudas, operação com equipamentos de irrigação, entre outros.

Safra de arroz tem potencial para atingir 10,8 milhões de toneladas

“Mesmo passando pela quarta safra consecutiva com níveis baixos de produção, a citricultura demanda um grande volume de mão de obra, o que impacta positivamente na geração de empregos nas regiões onde a cultura está presente”, avalia Ibiapaba Netto, diretor-executivo da CitrusBR.

O cinturão citrícola, que abrange o estado de São Paulo e Minas Gerais, principal polo de produção de laranja do mundo, foi responsável por 87% dos empregos gerados na citricultura em 2023, totalizando 47.222 vagas.

Somente em São Paulo, foram contabilizados 41.357 postos de trabalho na área, um crescimentode 6,35%. “Os números da citricultura mostram sua importância na geração de renda, impulsionando a economia de São Paulo. Por isso é importante intensificar os cuidados de combate ao greening e demais pragas, para que isto que já é uma bela realidade possa ser ainda mais pujante”, ressalta o deputado federal Arnaldo Jardim, vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

Em Minas Gerais, o segundo maior estado produtor da fruta, o setor registrou expressivo aumento de 41%, com 5.685 novas vagas. Outro estado produtor de destaque, o Paraná teve 1.723 empregos criados pela citricultura em 2023, alta de 13%.

A safra da laranja ocorre em um período relativamente longo, entre oito a nove meses por ano, podendo se estender a 10 meses em algumas situações. A colheita é realizada manualmente, o que significa que, nesse período, aproximadamente 96 bilhões de laranjas foram colhidas manualmente.

 

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Safra de arroz tem potencial para atingir 10,8 milhões de toneladas

Por redação 23/02/2024
Escrito por redação

Segundo Tiago Pereira, assessor técnico da CNA, mesmo com o fenômeno El Niño, semeadura do ciclo 2023/24 ocorreu dentro da janela adequada

Safra de arroz tem potencial para atingir 10,8 milhões de toneladasA Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, de forma virtual, na quarta-feira (21), da reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Arroz do Ministério da Agricultura. O encontro aconteceu durante a 34ª Abertura da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas, no município de Capão do Leão (RS).

Um dos temas tratados na reunião foi a conjuntura atual e perspectivas do setor. As projeções apresentadas indicam aumento de área no cultivo do cereal, em especial no Rio Grande do Sul, com recuperação de 7% em relação à safra anterior. Já a produção total de arroz deve somar 10,8 milhões de toneladas neste ciclo.

Segundo Tiago Pereira, assessor técnico da CNA, mesmo com o fenômeno El Niño, a plantação da safra 2023/2024 ocorreu dentro da janela. A recuperação de produtividade é esperada para este ano safra, mas historicamente, os efeitos do fenômeno climático são de redução de produção na ordem de 5 a 10%.

Faesp lança relatório para acompanhamento do crédito rural

Em relação às exportações, apesar da recuperação produtiva, os preços internos acima das paridades de exportação e a recomposição produtiva norte-americana resultarão em uma provável redução dos volumes exportados para 1,5 milhão de toneladas pelo Brasil, explicou o assessor.

“As exportações são fundamentais na regulação do mercado, retirando o excedente do mercado interno e, consequentemente, internalizando uma referência de preço competitivo aos produtores”. Durante o encontro, também foram discutidos os impactos da retirada dos incentivos fiscais na cadeia do arroz e o reajuste de preço na classificação de produtos importados.

 

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Faesp lança relatório para acompanhamento do crédito rural

Por redação 23/02/2024
Escrito por redação

Documento traz evolução mensal dos contratos em âmbito nacional e paulista

Faesp lança relatório para acompanhamento do crédito ruralA Faesp lança neste mês mais um produto para auxiliar os produtores. Trata-se do “Relatório de Acompanhamento do Crédito Rural”, elaborado pelo Departamento Econômico da Federação, com base nos dados do Banco Central do Brasil (BCB). O documento traz a evolução mensal dos contratos de crédito rural, para o Brasil e o estado de São Paulo.

A primeira edição, que traz dados relativos à safra 2023/24, aponta que no Brasil as contratações de crédito rural entre julho/23 e janeiro/24 superam em R$ 36,7 bilhões o montante contratado na safra anterior, indicando um crescimento de 15,7%. Nas operações de custeio, o aumento foi de R$ 12,8 bilhões (+9,2%) e, nas de investimento, houve queda de R$ 4,1 bilhões (-6,2%).

Tecnoshow Comigo 2024 espera repetir resultados bilionários

Já na análise sobre os números paulistas, o valor das contratações do crédito rural aumentou 40,6% ou R$ 7,6 bilhões entre as safras de 2022/23 e 2023/24, considerando os dados acumulados de julho a janeiro. Em todas as finalidades (custeio, investimento, industrialização e comercialização) houve aumento no valor contratado.

 

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Manutenção

Revisão de máquinas deve estar inserida no checklist do produtor

Por redação 23/02/2024
Escrito por redação

Manutenção preventiva em tratores evita contratempos e reduz gastos no período da preparação da colheita

Revisão de máquinas deve estar inserida no checklist do produtorA manutenção preventiva e a revisão das máquinas agrícolas no período pré-colheita podem contribuir na garantia de bons lucros ao produtor. Além dos tratos culturais do café ou das frutas, por exemplo, que demandam cuidados especiais na terra para assegurar a evolução de desempenho de produção, minimizando fatores externos que possam comprometer o rendimento da safra, o produtor também precisa ficar atento com a revisão das máquinas agrícolas.

Além de evitar possíveis adversidades, a manutenção preventiva dos equipamentos reduz gastos. O fato é que a revisão periódica pode contribuir para aumentar a produtividade da lavoura e mantém a durabilidade dos próprios produtos que foram adquiridos.

“A manutenção preventiva minimiza o risco de a máquina quebrar durante períodos que são importantes do manejo da cultura em que ela é utilizada”, alerta o coordenador de Vendas/Marketing da Agritech, Cesar Roberto Guimarães de Oliveira.

Além do financeiro, as inspeções de prevenção também estão diretamente vinculadas à segurança da operação e do próprio operador, pontos essenciais para um bom funcionamento da propriedade rural.

Para a manutenção dos tratores cabinados, Oliveira recomenda começar com um componente crucial: a própria cabine. A primeira linha de defesa contra o desgaste das cabines é uma limpeza regular. A cabine deve ser limpa de resíduos agrícolas, poeira e sujeira que podem acumular-se com o uso diário. “Além disso, uma higienização apropriada, assegura um ambiente de trabalho seguro e saudável para o operador”.

Oliveira recomenda também a inspeção regular da integridade da vedação da cabine para proteger o operador de elementos externos e ruídos. “Fundamental também a verificação periódica para assegurar que todos os componentes estejam funcionando corretamente, incluindo displays, alavancas, botões e outros dispositivos de controle”, alerta.

Motor, o coração do trator

No coração de cada trator Agritech está um motor projetado para oferecer potência e eficiência nas operações. Para manter essa performance, Oliveira compartilha algumas práticas de manutenção essenciais que garantem a operação eficaz e a longevidade do motor do seu trator, como a manutenção do sistema de arrefecimento.

“O sistema de arrefecimento desempenha um papel crucial na prevenção do sobreaquecimento do motor. É importante a verificação regular do nível do líquido de arrefecimento e a limpeza do radiador para evitar obstruções que podem levar ao sobreaquecimento”, esclarece.

Além disso, um motor saudável começa com óleo limpo e filtros de óleo. A troca regular de óleo e filtros, conforme as especificações da fabricante, assegura que o motor permaneça limpo e livre de contaminação, evitando o desgaste prematuro.

Para maximizar a eficiência do combustível e o desempenho do motor, a Agritech enfatiza a importância de manter o sistema de combustível limpo. Isso inclui a troca regular dos filtros de combustível e a verificação de linhas e conexões para evitar vazamentos ou obstruções.

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Por último, essencial a inspeção de componentes do motor, como bicos de injeção e a correia do alternador devem ser inspecionados regularmente para garantir que estão em bom estado. A substituição de peças desgastadas antes que falhem pode evitar paradas inesperadas e reparos dispendiosos.

A Agritech aconselha ainda que as inspeções regulares da transmissão sejam feitas por um técnico qualificado para identificar precocemente desgastes ou problemas que possam afetar a performance da máquina. Isso inclui a verificação de vazamentos, a avaliação do desgaste das engrenagens e a inspeção dos selos e juntas.

De olho na revisão

Na prática, o que muitos proprietários de tratores ainda têm certa resistência na hora de mandar suas máquinas para a revisão, pois acreditam que não há problema em trabalhar com o equipamento tendo seus lubrificantes e componentes vencidos, por exemplo.

“Sempre orientamos nossos clientes para que realizem as revisões dentro dos períodos estipulados. Frisamos que isso diminui as despesas com manutenções e aperfeiçoa a utilização das máquinas, aumentando a produção agrícola e a vida útil dos equipamentos”, ressalta o coordenador de Vendas da Agritech.

Neste sentido, é importante realizar a checagem periódica do nível e da qualidade do óleo do equipamento. “Orientamos o uso de óleos de alta qualidade, específicos para as demandas pesadas da agricultura e a substituição, conforme as diretrizes do manual do operador para prevenir desgaste e sobreaquecimento”. A substituição ou limpeza regular dos filtros também garante que a máquina opere sem obstruções, prologando sua vida útil.

 

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