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Notícias

CerradinhoBio registra aumento na produção de etanol no 2º trimestre

Por redação 14/11/2023
Escrito por redação

A maior moagem de milho no período trouxe um aumento de 42,2% em relação ao mesmo período do ano anterior

CerradinhoBio registra aumento na produção de etanol no 2º trimestre A CerradinhoBio, empresa do setor sucroenergético que produz etanol e seus coprodutos a partir de matéria-prima renovável, como a cana e o milho, anuncia os resultados do segundo trimestre e o acumulado do ano da safra 2023/24.

Durante os seis meses da safra 2023/24, foram moídas 5,7 mil toneladas de cana-de-açúcar equivalente, aumento de 8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Com esta moagem foi produzido 493 mil m³ de etanol, sendo 310 mil m³ de a partir da cana-de-açúcar e 182,8 mil m³ de etanol equivalente (hidratado + anidro) a partir da matéria-prima milho.

A maior moagem de milho no período, fruto da expansão da planta da Neomille, em Chapadão do Céu (GO), trouxe um aumento de 42,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Como efeito, os coprodutos também trouxeram crescimento no período, com o DDGs aumentando a produção em 37,7% e o óleo em 83,7%.

Parceria leva máquinas e tecnologias brasileiras à Agritechnica 2023

Pelo lado da produtividade, a Companhia apresentou uma melhora de 7,4% no TCH, efeito da renovação das áreas com baixa produtividade e correção no manejo. Dessa forma o ATR (kg/ha) foi no acumulado da safra 13.125, aumento de 8,5%.

“Este segundo trimestre foi marcado pelo crescimento na produção de etanol e pelo avanço do projeto da planta de açúcar. Somado ao recebimento da licença operacional da nova planta da Neomille, em Maracaju (MS), a Companhia avança na sua agenda de expansão, mesmo em um cenário desafiador em termos de preços de etanol. Enquanto enfrentamos desafios que resultaram em um recuo na moagem da cana-de-açúcar, nossa estratégia de diversificação tem se mostrado uma decisão acertada para sustentar bons resultados de produção”, avalia o CEO da CerradinhoBio, Paulo Motta.

Desempenho financeiro

Com os desafios impostos pela continuidade de preços deprimidos neste segundo trimestre, a receita acumulada durante os seis meses da safra, trouxe um recuo de 9,4%, atingindo R$ 1,3 bilhão.

O EBTIDA ajustado foi de R$ 221,7 milhões, redução de 59,4% e o Capex de R$ 554 milhões, teve alta de 20,7% devido aos investimentos nova planta de etanol de milho em Maracaju (MS) (projeto Greenfield) e a fábrica de açúcar da companhia, em Chapadão do Céu (GO).

 

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14/11/2023 0 Comentários
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AgritechnicaTecnologia

Pulverização seletiva da SaveFarm vira atração na Agritechnica

Por redação 14/11/2023
Escrito por redação

SaveFarm busca expandir sua presença global, procurando por distribuidores, representantes, parceiros e clientes

Pulverização seletiva vira atração na AgritechnicaLeonardo Gottems, de Hannover – Com ênfase em economia de defensivos agrícolas para aumentar a sustentabilidade, a SaveFarm utiliza inteligência artificial para transformar pulverizadores convencionais em equipamentos inteligentes. Eduardo Marckmann, CEO da empresa brasileira especializada em pulverização seletiva, é um dos destaques da delegação brasileira na Agritechnica 2023, em Hannover, Alemanha.

“Nossa tecnologia é uma inovação mundial. Utiliza câmeras e processadores próprios instalados a cada metro das barras dos pulverizadores. Essas câmeras identificam as ervas daninhas que invadem plantações de culturas como soja, milho, algodão, cana-de-açúcar, batata e citrus, entre outras. A inteligência artificial permite que o SaveFarm compreenda a diferença entre plantas e ervas daninhas, ajustando automaticamente a quantidade de pulverização com base nessas distinções”, explica Marckmann.

Tecnologia de máquina para colheita de feijão se expande na Europa

Pulverização da SaveFarm seletiva vira atração na Agritechnica

De acordo com ele, a tecnologia é compatível com todos os tipos de pulverizadores existentes no mercado e gera uma economia de até 95% no uso de defensivos agrícolas.

O operador da máquina, explica o executivo, consegue acompanhar todo o processo, receber diagnósticos e parametrizar a operação através de uma interface gráfica e touchscreen instalada na cabine do pulverizador.

Ao participar da Agritechnica 2023, a SaveFarm busca expandir sua presença global, procurando por distribuidores, representantes, parceiros e clientes que compartilhem sua visão de uma agricultura mais inteligente e sustentável.

“Estamos empolgados em participar da Agritechnica pela primeira vez, representando a SaveFarm e sua tecnologia de ponta de pulverização seletiva. Estamos prontos para estabelecer parcerias que impulsionarão a adoção global de práticas agrícolas inovadoras, contribuindo para um futuro mais sustentável e eficiente na agricultura”, anunciou o CEO em entrevista ao Portal Máquinas Agrícolas.

 

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14/11/2023 0 Comentários
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AgritechnicaTecnologia

Tecnologia de máquina para colheita de feijão se expande na Europa

Por redação 14/11/2023
Escrito por redação

Fabricante de máquinas Colombo, com mais de 50 anos no mercado, apresenta máquina para colheita de feijão na Agritechnica 

Tecnologia de máquinas para colheita de feijão se expande na EuropaLeonardo Gottems, de Hannover – A Colombo, fabricante de máquinas para feijão e colheitas especiais, está presente na maior feira de máquinas agrícolas do mundo, a Agritechnica 2023, que ocorre neste momento em Hannover, na Alemanha. De acordo com Bruno Campez, gerente regional de eventos da Colombo, a empresa já busca expandir seu mercado no Continente Europeu.

“Nós somos um fabricante de máquinas para feijão, amendoim e café no Brasil e temos mais de 50 anos no mercado. Aqui na Agritechnica estamos apresentando nossa máquina para colheita de feijão, que é um produto que já exportamos aqui para a Europa há mais de 10 anos. Temos importadores e clientes em diversos países da Europa, e estamos aqui para apresentar nossa solução a outros países ao redor do mundo que atendem a essa feira”, comenta.

Tuzzi apresenta soluções para equipamentos fora-de-estrada na Agritechnica

De acordo com ele, o grande diferencial do produto é a qualidade na performance da colheita do feijão, sendo um produto que apresenta o mínimo de quebra e um grande percentual de limpeza.

“A máquina faz um serviço muito específico – único para a colheita do feijão. O mercado de feijão da Europa é relevante. Não chega a ser um mercado com números semelhantes aos do Brasil, mas é um mercado relevante para a gente. É um mercado que nós temos, tranquilamente, quase 200 máquinas rodando”, finaliza.

 

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AgritechnicaTecnologia

Stara desembarca na Agritechnica com pulverizador autopropelido

Por redação 14/11/2023
Escrito por redação

Uma das novidades presentes no estande da empresa é o Imperador, um pulverizador autopropelido, único no mundo com barras centrais

Stara desembarca na Agritechnica com pulverizador autopropelidoLeonardo Gottems, de Hannover – Uma das empresas brasileiras presentes na maior feira de máquinas agrícolas do mundo, Agritechnica 2023, é a Stara, que já exporta seus maquinários para mais de 35 países. De acordo com Gilson Trennepohl, diretor do conselho de administração da Stara, a feira sempre foi uma ambição para a companhia, que busca sempre aumentar sua vitrine.

Pela primeira vez na Agritechnica, Indutar quer “fincar a bandeira” na Europa

“Esse é um sonho que sempre nós tivemos de vir à maior e melhor feira de máquinas agrícolas do planeta, que é essa feira de Hannover. Há muito tempo nós sonhávamos em vir para cá, em ter uma máquina para mostrar, nossos sistemas. As coisas foram acontecendo e hoje nós estamos aqui mais uma vez mostrando nossas máquinas e mostrando para o mundo que o Brasil existe em máquinas agrícolas e é sim um player internacional, um player que joga junto com os maiores do mundo. E hoje na Stara nós temos orgulho em dizer que estamos com produtos que chega dar água na boca do produtor, tamanha a qualidade e a eficiência”, afirma.

Parceria leva máquinas e tecnologias brasileiras à Agritechnica 2023

Uma das novidades presentes no estande é o Imperador, um pulverizador autopropelido, único no mundo com barras centrais.

“O Imperador é uma máquina diferenciada porque é a única máquina no mundo que tem barra central é uma patente que está concedida até 2029 e isso permite que a gente possa trabalhar firme até lá para fazer uma marca conhecida, um produto já concebido para que possamos ganhar mercado mundial”, conclui.

 

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AgritechnicaTecnologia

Pela primeira vez na Agritechnica, Indutar quer “fincar a bandeira” na Europa

Por redação 14/11/2023
Escrito por redação

Empresa aproveita a feira para aumentar sua visibilidade no mercado europeu

Pela primeira vez na Agritechnica, Indutar quer “fincar a bandeira” na EuropaLeonardo Gottems, de Hannover – Com o apoio da Abimaq, em parceria com a ApexBrasil, várias empresas brasileiras estão expondo os seus produtos em Hannover, na Alemanha, onde ocorre nesta semana a Agritechnica 2023. Esse é o caso da Indutar, que estreia na feira considerada a maior do mundo em máquinas agrícolas e novas tecnologias.

“A Indutar está aqui como expositora pela primeira vez buscando fincar a bandeira de vez na Europa. Nós já temos produtos aqui no mercado europeu, temos máquinas na Lituânia, na República Tcheca e Eslováquia, mas estamos buscando expandir aqui para toda a Europa os nossos produtos, já consolidados no Brasil e na América do Sul”, afirma Henrique Stadtlober, expositor da empresa.

Tuzzi apresenta soluções para equipamentos fora-de-estrada na Agritechnica

De acordo com Stadtlober, a estrutura da feira está sendo bastante satisfatória para que a empresa consiga aumentar sua visibilidade no mercado europeu, expondo produtos como carretas graneleiras e lâminas niveladoras.

“Nós temos rolo faca, toda uma linha de rolo faca de 3 metros até tuning 20 metros. Temos toda uma linha de carretas graneleiras que vão de 12 mil litros até 35 mil litros, plataforma de milho e lâminas niveladoras também e reparadores de rastro de pivô”, detalha.

“A experiência está muito boa, essa é uma grande experiência cultural. A estrutura da feira, tanto pelo tamanho quanto pela organização, comprova ser a maior feira de agricultura do mundo”, conclui.

 

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AgritechnicaTecnologia

Tuzzi apresenta soluções para equipamentos fora-de-estrada

Por redação 13/11/2023
Escrito por redação

Empresa mostra portfólio que inclui sistemas de acoplamento para tratores, sistemas de tração e componentes forjados para máquinas agrícolas

Tuzzi apresenta soluções para equipamentos fora-de-estrada na AgritechnicaLeonardo Gottems (Hannover) – A Agritechnica começou neste domingo, 12, na Alemanha. A feira é considerada o maior evento de máquinas agrícolas do mundo, reunindo expositores de diversos países, inclusive do Brasil. Uma das empresas brasileiras presente é a Tuzzi, que apresenta agora ao mercado europeu seus produtos e soluções para equipamentos fora-de-estrada.

De acordo com o diretor da empresa, Alexandre Tuzzi, essa é uma oportunidade única para “aparecer para o mundo” e mostrar os “princípios sustentáveis da companhia”. A Tuzzi mostra na Agritechnica um amplo portfólio, incluindo os sistemas de acoplamento para tratores, sistemas de tração e componentes forjados para máquinas agrícolas.  

Parceria leva máquinas e tecnologias brasileiras à Agritechnica 2023

“A ideia de trazer a Tuzzi para a Agritechnica 2023 é nós apresentarmos ela de uma maneira formal para o mercado europeu e para as empresas que nós já fornecemos no mundo. Queremos mostrar toda a preocupação que a Tuzzi tem com a sustentabilidade, com o meio ambiente, com a nossa capacidade de inovação, porque nós temos mais de 6 patentes já requeridas, além de um centro tecnológico”, comenta.

Na feira, o foco da empresa é mostrar soluções que tornam os tratores mais potentes e mais versáteis. “A Tuzzi tem essa pegada global de fornecimento e precisaria agora começar esse trabalho de desenvolvimento dentro do mercado europeu. Hoje a Tuzzi tem soluções tanto em sistemas de terceiro ponto, como sistema de tração e tudo isso para tratores que tenham necessidades tanto de potência quanto de versatilidade na sua aplicação”, conclui.

 

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AgritechnicaNotíciasTecnologia

Parceria leva máquinas e tecnologias brasileiras à Agritechnica 2023

Por redação 13/11/2023
Escrito por redação

Associações brasileiras levam fabricantes nacionais para a Agritechnica 2023 para promover a ‘marca Brasil’ na Europa

Parceria leva máquinas e tecnologias brasileiras à Agritechnica 2023Leonardo Gottems (Hannover) – Uma das organizadoras da exposição de empresas brasileiras na Agritechnica 2023 é a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), que congrega todas as fabricantes, não só do agronegócio. A entidade se faz presente na feira e conta com o apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) para mostrar a tecnologia brasileira para o mundo

“Uma das missões da Abimaq é promover a inserção do setor no mercado internacional. Então a gente tem uma parceria com a Apex, um projeto de promoção das exportações desde 2000. Uma das ações que é apoiada pela agência e pelo governo é a participação na Agritechnica. Estamos na sétima participação nesta feira, sempre trazendo os expositores, fabricantes brasileiros e também tentando promover a ‘marca Brasil’, o nome da empresa, a imagem do País e também a tecnologia brasileira”, afirma Patrícia Gomes, diretora de mercado externo da Abimaq.

Fabricante brasileira de iluminação lança produtos em Hannover

De acordo com ela, a possibilidade de abrir novos mercados é tão importante quanto manter aqueles que já existem. “Aqui a gente reúne essas empresas para que elas possam fomentar a exportação e até mesmo para que possam se estabelecer em outros mercados para produzir, distribuir. A gente tem empresa aqui que exporta para mais de 50 países e que estão buscando tanto manter esse mercado, quanto ampliar para outros”.

 

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Notícias

Inmet emite alerta para onda de calor nos próximos dias

Por redação 09/11/2023
Escrito por redação

O aviso meteorológico especial de nível amarelo (perigo potencial) de onda de calor abrange áreas do Centro-Oeste e Sudeste do país

Inmet emite alerta para onda de calor nos próximos dias, com 5ºC acima da médiaO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta, nesta quarta-feira (8), para a atuação de uma onda de calor no decorrer dos próximos dias. De acordo com o Instituto, a principal atuação do fenômeno se dará pelo interior do Brasil.

O aviso meteorológico especial de nível amarelo (perigo potencial) de onda de calor abrange áreas do Centro-Oeste e Sudeste do País e é válido até, pelo menos, a próxima sexta-feira (10).

Segundo o Inmet, o aviso de onda de calor de nível amarelo é emitido quando a previsão indica que as temperaturas (neste caso, especialmente as máximas) devem ficar 5ºC acima da média pelo período de dois a três dias consecutivos.

Capacidade de armazenagem cresce 4,8% no primeiro semestre

Ainda de acordo com a previsão do Inmet, o forte calor deverá continuar, pelo menos, até meados da próxima semana, contudo, a área de abrangência do fenômeno deve sofrer alterações. O Inmet reforça que segue monitorando a situação.

A partir do sábado (11), se a situação persistir, o aviso de onda calor será atualizado e poderá se expandir ou até mesmo ter o seu nível de severidade alterado.

IBGE prevê queda de 2,8% na safra de grãos de 2024 em relação à safra de 2023

Em alguns municípios, principalmente dos estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, as temperaturas máximas devem superar os 42°C nos próximos dias.

De acordo com Instituto, a intensidade do aviso de onda de calor está relacionada com a persistência do fenômeno (número de dias consecutivos) e não aos desvios de temperatura absolutos em si.

 

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09/11/2023 0 Comentários
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Notícias

Capacidade de armazenagem cresce 4,8% no primeiro semestre

Por redação 09/11/2023
Escrito por redação

Segundo o IBGE, capacidade disponível para armazenamento no Brasil foi de 201,4 milhões toneladas

Capacidade de armazenagem agrícola cresce 4,8% no primeiro semestre

No 1º semestre de 2023, a capacidade de armazenagem no Brasil foi de 201,4 milhões toneladas, 4,8% superior ao semestre anterior. O número de estabelecimentos subiu 3,0% em relação ao último semestre de 2022.

O Rio Grande do Sul tem o maior número de estabelecimentos de armazenagem (2.214) e o Mato Grosso tem a maior capacidade: 51,7 milhões de toneladas.

O estoque de produtos agrícolas totalizou 76,1 milhões de toneladas, um aumento de 16,2% frente aos 65,5 milhões de toneladas do primeiro semestre de 2022.

IBGE prevê queda de 2,8% na safra de grãos de 2024 em relação à safra de 2023

Neste primeiro de semestre de 2023, todas as grandes regiões do país tiveram aumentos no número de estabelecimentos: Norte (24,7%), Centro-Oeste (3,6%), Sudeste (1,7%), Sul (1,5%) e Nordeste (0,2%).

Em relação aos cinco principais produtos agrícolas existentes nas unidades armazenadoras, os estoques de soja representaram o maior volume (46,9 milhões de toneladas), seguidos pelos estoques de milho (17,1 milhões), arroz (4,8 milhões), trigo (3,3 milhões) e café (0,8 milhão). Esses produtos constituem 95,9% do total estocado entre os produtos monitorados por esta pesquisa.

Capacidade dos silos atinge 105,2 milhões de toneladas, com alta de 6,0%

Em termos de capacidade útil de armazenagem, os silos predominam no país, tendo alcançado 105,2 milhões de toneladas, o que representou 52,2% da capacidade útil total. Em relação ao segundo semestre de 2022, os silos apresentaram um acréscimo de 6,0% na capacidade.

Na sequência, os armazéns graneleiros e granelizados atingiram 73,2 milhões de toneladas de capacidade útil armazenável, 4,0% superior à capacidade verificada no período anterior. Esse tipo de armazenagem é responsável por 36,3% do total do país.

Já os armazéns convencionais, estruturais e infláveis somaram 23,1 milhões de toneladas, o que representou um aumento de 1,9% em relação ao segundo semestre de 2022. Esses armazéns contribuem com 11,5% da capacidade total de armazenagem.

Os silos predominam no Sul, sendo responsáveis por 64,4% da capacidade armazenadora da região, seguido dos graneleiros com 25,3%. A capacidade instalada com silos, no Sul, representa 46,1% da capacidade total do país com esse tipo de armazenagem.

O tipo “graneleiros e granelizados” aparece com maior intensidade no Centro-Oeste, com 51,2%, seguido dos silos com 42,0%. Este aspecto é compreensível pelo fato de a região contar com a maior participação na produção nacional de grãos, onde são encontradas grandes propriedades, que muitas vezes enfrentam dificuldades de escoamento da safra. A capacidade instalada com graneleiros, no Centro-Oeste, representa 58,3% da capacidade total do país com esse tipo de armazenagem.

Os armazéns convencionais, estruturais e infláveis predominam no Sul (33,5%), que é seguido de perto pelo Sudeste (30,7%). Essas regiões são, respectivamente, grandes produtoras de arroz e café, produtos que são armazenados em sacarias e que utilizam este tipo de armazém. Elas, juntas, correspondem a 64,2% da capacidade total de armazéns convencionais, estruturais e infláveis do país.

Número de estabelecimentos aumentou

A Pesquisa de Estoques encontrou 8.684 estabelecimentos ativos no primeiro semestre de 2023, com acréscimo de 3,0% frente ao segundo semestre de 2022. Neste primeiro semestre de 2023, as cinco regiões do país tiveram aumentos no número de estabelecimentos: Norte (24,7%), Centro-Oeste (3,6%), Sudeste (1,7%), Sul (1,5%) e Nordeste (0,2%).

O Rio Grande do Sul tem o maior número de estabelecimentos de armazenagem (2.214), seguido do Mato Grosso (1.487) e Paraná (1.370). Mato Grosso tem a maior capacidade de armazenagem do país, com 51,7 milhões de toneladas. Desse total, 57,8% são do tipo graneleiro e 35,7% são silos. O Rio Grande do Sul e o Paraná têm 35,6 e 33,5 milhões de toneladas de capacidade, respectivamente, sendo o silo o tipo de armazém predominante.

Estoques de soja, trigo e café crescem, enquanto os de milho e de arroz caem

O estoque de produtos agrícolas totalizou 76,1 milhões de toneladas, um aumento de 16,2% frente aos 65,5 milhões de toneladas do primeiro semestre de 2022.

No primeiro semestre de 2023, soja (33,0%), trigo (44,2%) e café (10,1%) apresentaram acréscimo nos estoques quando comparados com o mesmo semestre do ano anterior, enquanto o milho (-11,5%) e o arroz (-5,1%) apresentaram queda.

Esses produtos constituem 95,9% do total estocado entre os produtos monitorados por esta pesquisa, sendo os 4,1% restantes compostos por algodão, feijão preto, feijão de cor e outros grãos e sementes.

 

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O crescimento da produção de grãos deverá ser de 6,5 milhões de toneladas o que representa um volume 2,8% superior
Notícias

IBGE prevê queda de 2,8% na safra de grãos de 2024 em relação à safra de 2023

Por redação 09/11/2023
Escrito por redação

IBGE prevê safra de 308,5 milhões de toneladas de grãos para 2024

Primeiro prognóstico do IBGE prevê redução de 2,8% na safra de 2024 A safra de grãos, cereais e leguminosas deve somar 308,5 milhões de toneladas em 2024, segundo o primeiro prognóstico do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado hoje (09) pelo IBGE. Essa produção representa um declínio de 2,8% em relação à Safra 2023, ou 8,8 milhões de toneladas a menos.

A queda na produção deve-se, principalmente, à redução na produção de soja (-1,3% ou -1.985.180 t) e milho (-5,6% ou -7.331.066 t). Com relação à área prevista, apresentam variações positivas o arroz em casca (4,5%), o feijão (1,6%) e o sorgo (0,2%), e variações negativas a soja (-0,6%), o milho (-0,4%), o algodão herbáceo em caroço (-0,8%) e o trigo (-0,3%).

“O excesso de chuvas na região Sul e o tempo seco no Norte está atrasando o plantio da nova safra em algumas Unidades da Federação, o que pode atrasar a colheita e, consequentemente, o plantio da segunda safra, trazendo maior insegurança climática para a mesma”, analisa o gerente do LSPA, Carlos Barradas.

“Temos reduções importantes nas previsões para a soja, que apesar da queda de 1,3%, ainda terá uma safra muito boa, de 149,8 milhões de toneladas, e para o milho, de 124,3 milhões de toneladas, caindo 5,6% após alcançar uma safra recorde em 2023”, destaca o gerente de agricultura do IBGE, Carlos Alfredo Guedes.

Embarques de soja batem recorde no mês de outubro, segundo Cepea

A única previsão de crescimento de produção para 2024 é a do arroz (em casca). A estimativa aponta para uma produção de 10,5 milhões de toneladas, um crescimento de 2,5% com um aumento de 4,5% na área a ser colhida.

“No caso do arroz, como está chovendo bastante no Rio Grande do Sul, assim aumentam as reservas de água que serão utilizadas na irrigação deste grão. Além disso, os preços estão em patamares relativamente elevados. Essa produção deve ser o suficiente para abastecer o mercado interno brasileiro”, pontua Carlos Barradas.

Com relação à área prevista, apresentam variações positivas o arroz em casca (4,5%), o feijão (1,6%) e o sorgo (0,2%), e variações negativas para a soja (-0,6%), o milho (-0,4%), o algodão herbáceo em caroço (-0,8%) e o trigo (-0,3%).

Crescimento no Rio Grande do Sul

A produção de 2024 deve crescer no Rio Grande do Sul (41,2%) e declinar no Mato Grosso (-8,1%), no Paraná (-9,6%), em Goiás (-6,5%), no Mato Grosso do Sul (-7,4%), em Minas Gerais (-4,6%), em Santa Catarina (-7,8%), no Tocantins (-6,4%), em Rondônia (-2,9%), em São Paulo (-3,2%), na Bahia (-2,9%), no Maranhão (-0,9%), no Piauí (-6,2%), no Pará (-10,7%) e em Sergipe (-7,0%).

Estimativa para a safra de grãos 2023 é 20,6% maior que a de 2022

A pesquisa também traz a estimativa de outubro para a safra de 2023 de cereais, leguminosas e oleaginosas, que alcançou 317,3 milhões de toneladas, 20,6% maior que a obtida em 2022 (263,2 milhões de toneladas), crescimento de 54,1 milhões de toneladas. Em relação a setembro, houve decréscimo de 803,2 mil toneladas (-0,3%).

A área a ser colhida foi de 78,0 milhões de hectares, apresentando crescimento de 6,5% frente à área colhida em 2022, aumento de 4,8 milhões de hectares. Em relação ao mês anterior, a área a ser colhida apresentou um crescimento de 183.508 hectares (0,2%).

O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos deste grupo, que, somados, representam 92,5% da estimativa da produção e respondem por 87,1% da área a ser colhida. Em relação ao ano anterior, houve acréscimos de 5,0% na área do milho (declínio de 0,4% no milho 1ª safra e crescimento de 6,8% no milho 2ª safra), de 6,3% na do algodão herbáceo (em caroço), de 23,7% na do sorgo, de 8,9% na do trigo e de 8,1% na da soja, ocorrendo declínios de 7,9% na área do arroz e de 4,7% na do feijão.

No que se refere à produção, ocorreram acréscimos de 27,0% na soja, de 12,5% no algodão herbáceo (em caroço), de 47,2% no sorgo, de 19,5% no milho, com aumentos de 10,1% no milho na 1ª safra e de 22,4% na 2ª safra, enquanto para o arroz em casca e para o trigo, houve decréscimos de 4,0% e 8,7%, respectivamente.

Para a soja, a estimativa de produção foi de 151,8 milhões de toneladas. Quanto ao milho, a estimativa foi de 131,7 milhões de toneladas (28,0 milhões de toneladas de milho na 1ª safra e 103,7 milhões de toneladas de milho na 2ª safra). A produção do arroz foi estimada em 10,2 milhões de toneladas; a do trigo em 9,2 milhões de toneladas; a do algodão herbáceo (em caroço) em 7,6 milhões de toneladas; e a do sorgo, em 4,2 milhões de toneladas.

 

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