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Revista

Exportações do agro mineiro batem recorde com US$ 961 mi

Por redação 15/02/2023
Escrito por redação

Com crescimento de 6,3%, melhor resultado para o mês na série histórica é impulsionado pela valorização das commodities

Exportações do agro mineiro batem recorde com US$ 961 miAs exportações do agro mineiro alcançaram US$ 961 milhões em janeiro, com crescimento de 6,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse resultado indica recorde de melhor performance para o mês de janeiro da série histórica, acompanhada desde 1997.

O bom resultado das exportações do agro mineiro também foi registrado em relação ao volume, com o embarque de 680 mil toneladas e crescimento de 0,6%. “As exportações do agro mineiro estão sendo beneficiadas pela valorização das commodities. O preço médio da tonelada apresentou alta de 5,6%”, aponta o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Thales Fernandes.

Os produtos foram enviados para 133 países. Os principais destinos foram China (US$ 186 milhões), Alemanha (US$ 132 milhões), Estados Unidos (US$ 113 milhões), Itália (US$ 50 milhões) e Japão (US$ 49 milhões), respondendo por 55,4% da receita.

A pauta foi liderada pelas vendas de café (55%), produtos florestais (13%), carnes (12%), complexo sucroalcooleiro (10%) e complexo soja (5%).

Café

O principal item da pauta exportadora do agronegócio mineiro alcançou a receita de US$ 523 milhões, representando quase 55% da receita das vendas externas. O café foi enviado para 66 países, liderados pela Alemanha (US$ 112 milhões). A França se destacou no ranking dos países importadores, com o aumento de 123% de suas compras de café, posicionando-se entre os sete principais destinos do produto.

Produtos Florestais

O aumento significativo das vendas de produtos florestais (celulose, madeira e papel) levou o segmento a sair da quinta posição que ocupa regularmente no ranking para o segundo lugar na pauta exportadora do agro mineiro.

A receita alcançou US$ 123 milhões (+114%) com o embarque de 149 mil toneladas (+20%). A celulose é o principal produto do segmento e puxou o crescimento das vendas. A China é a principal importadora de celulose e se destacou na aquisição deste produto.

Carnes

As carnes também mantiveram boa performance e todas as proteínas (bovina, frango e suíno) apresentaram crescimento. As vendas somaram US$ 114 milhões e 32 mil toneladas comercializadas. O aumento foi de 12% e 18%, no valor e volume, respectivamente.

O setor de bovinos liderou as vendas com US$ 81 milhões e 17 mil toneladas. A China é o principal parceiro comercial nesse segmento e ampliou em 47% as compras, na comparação com o mês de janeiro do ano anterior.

O setor de frango totalizou US$ 29 milhões e 18 mil toneladas. O mercado chinês responde por 36% das compras dessa proteína animal.

As exportações de carnes suínas totalizaram US$ 3,6 milhões e 2,5 mil toneladas. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, o aumento foi de 41% no valor e 22% no volume. O Uruguai manteve a liderança das compras, enquanto o Vietnã ultrapassou Hong Kong pela 2ª posição no ranking.

Complexo Sucroalcooleiro

Composto por vendas de açúcar de cana, álcool e demais açúcares, o grupo obteve receita de US$ 96 milhões, com a comercialização de 217 mil toneladas. O açúcar, principal componente, registrou aumento de 74% no valor e 32% no volume. Iêmen e China lideraram as compras da commodity.

Complexo Soja

As exportações do complexo soja (grão, farelo e óleo) registraram US$ 45 milhões de receita e 59 mil toneladas embarcadas. Normalmente segundo colocado no ranking dos produtos exportados, o grupo registrou queda no valor (-57%) e no volume (-67%), devido ao período da baixa oferta da soja, que ainda está no início da colheita no país. O farelo de soja foi o item mais comercializado com US$ 21 milhões e o embarque de 22 mil toneladas.

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Notícias

Tecnologia pode recuperar rapidamente solos degradados

Por redação 15/02/2023
Escrito por redação

Inovação consiste no uso de nanominerais porosos, conhecidos como MOFs, com alta capacidade para absorver, reter e liberar moléculas

Tecnologia pode recuperar rapidamente solos degradadosQuando se trata de recuperar solos degradados, o tempo é um dos maiores obstáculos: a natureza consegue regenerar uma camada de solo de um centímetro de espessura em aproximadamente 300 anos. Com métodos artificiais, atributos químicos do solo geralmente podem ser restaurados em questão de anos, mas aspectos biológicos ou físicos demandam décadas. Com a promessa de encurtar esse prazo, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) estão desenvolvendo um produto inspirado na geoquímica e tipologia de argilas do solo à base de MOFs (do inglês, Metal-Organic Frameworks), que tem a capacidade de recuperar funções ecossistêmicas dos solos degradados e, consequentemente, aumentar a fixação de gás carbônico (CO2).

A pesquisa liderada pela professora Liane Rossi, do Instituto de Química da USP, é realizada no âmbito dos projetos do Research Centre for Greenhouse Gas Innovation (RCGI) — centro de pesquisa financiado pela Shell e pela FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo). A iniciativa é desenvolvida em conjunto com o professor José Marques Júnior da Universidade Estadual Paulista (UNESP) e pesquisadores de duas startups, a Quanticum (oriunda da UNESP) e MOFTech (oriunda da USP).

Características únicas

“As MOFs são materiais avançados produzidos a partir da combinação entre metais e moléculas orgânicas. Desta forma, é possível utilizar em sua estrutura os mesmos elementos encontrados nos minerais que ajudam a fixar o CO2 no solo, como ferro e magnésio. Além disso, as MOFs possuem estrutura semelhante a uma ‘esponja’, porém, cerca de 1 milhão de vezes menor que a cabeça de um alfinete”, explica o químico Dagoberto Silva, pesquisador e CEO da MOF-Tech.

“Essa característica permite a esses materiais capturar, armazenar e liberar, sob condições programadas, outras substâncias de interesse agrícola que contenham macro [potássio, nitrogênio e fósforo] ou micronutrientes [zinco e boro] — necessários para o pleno desenvolvimento da planta”, acrescenta.

Segundo ele, a chave para a recuperação de solos degradados está na biodegradação do produto. “As MOFs acabam se decompondo sob a ação da luz solar e de microorganismos, liberando os componentes naturais do solo e os eventuais compostos químicos armazenados nela.” Outra grande vantagem da tecnologia é que ela pode ser aplicada tanto na forma sólida, como um pó, quanto na líquida (spray), com as MOFs dispersas em água.

Regeneração rápida de solos degradados

“Este conjunto de características possibilitará, com as MOFs, regenerar um solo que já foi degradado, aumentando a absorção de fósforo e nitrogênio, ajustando o seu pH, entre outras propriedades importantes para a produtividade”, afirma Rossi. “Essa renovação do solo pode demorar décadas com as técnicas existentes atualmente. Com a nossa, conseguiremos obtê-la em questão de meses, já que é um produto que se decompõe com facilidade — outro ponto positivo na preservação do meio ambiente”, complementa.

O projeto teve início no final de 2022 e já foi desenvolvido um protótipo do produto, que foi sintetizado em laboratório e testado em unidades experimentais (casas-de-vegetação). “Estamos estudando novas formulações para potencializar os ganhos ao solo e à atmosfera, além de acelerar o processo produtivo. Os testes em larga escala serão realizados em unidades de pesquisa de campo”, detalha Rossi.

Os estudos agronômicos serão feitos pela Faculdade de Ciências Agronômicas e Veterinárias da UNESP, de Jaboticabal, e pela Quanticum, que é especializada em diagnóstico e mapeamento da saúde de solos tropicais.

Mercado promissor

As MOFs são a classe de materiais que mais cresce na química atualmente. Sua estrutura porosa ajustável vem sendo explorada por diversas áreas de aplicação, como energia renovável, catálise, sensores e biomedicina. Estudos apontam que é um mercado que crescerá 12% ao ano ao longo dos próximos dez anos. O projeto da USP será o primeiro voltado para a aplicação de MOFs em agricultura, e seu potencial de mercado é enorme.

De acordo com o último relatório Global Land Outlook, do secretariado da Convenção de Combate à Desertificação da ONU, 40% do solo do planeta está degradado, o que põe em risco não só a segurança alimentar e hídrica. A degradação do solo também está associada às mudanças climáticas, pois o solo estoca naturalmente o CO2, um dos principais gases de efeito estufa.

Segundo a Agência Internacional de Energia, as emissões globais de CO2 atingiram um nível recorde em 2021. Foram 36,3 bilhões de toneladas emitidas, um aumento de 6% comparado ao ano anterior. De acordo com o IPCC é necessário reduzir em 45% as emissões até 2030 para evitar um aumento de 1,5 ºC na temperatura global.

Fonte: Datagro
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Notícias

Conheça a evolução das colheitadeiras Massey Ferguson no Brasil

Por redação 15/02/2023
Escrito por redação

Infográfico traz detalhes sobre a história das colheitadeiras Massey Ferguson no país; Avanço da tecnologia permitiu colher dez vezes mais do que na década de 1960

Conheça a evolução das colheitadeiras Massey Ferguson no BrasilAntes da mecanização agrícola no campo, a colheita era um processo feito de forma manual, exigindo o esforço de muitas pessoas para colher pequenas áreas. Hoje, as tecnologias embarcadas nas colheitadeiras Massey Ferguson, como sensores de umidade, produtividade, temperatura, piloto automático, controles de flutuação das plataformas, geram dados importantes que permitem agilizar a operação, reduzir os custos e aumentar a rentabilidade do produtor rural.

8 dicas para escolher o trator ideal para a sua propriedade

A colheita mecanizada no Brasil teve início em 1939. Foi com uma Massey-Harris 20, pioneira no mercado de colheitadeira autopropelida. O uso da máquina possibilitou dirigir para o campo e iniciar a colheita sem ter que passar por parte da lavoura com cavalos ou trator.

Evolução ao longo dos anos

Ao longo dos anos, as colheitadeiras Massey Ferguson passaram por melhorias e mudanças no processamento do produto colhido, com o aperfeiçoamento dos sistemas convencionais, além da introdução dos sistemas híbridos e axiais. As plataformas evoluíram em seu conceito de corte e transporte do produto colhido por caracóis para esteiras de borracha, possibilitando uma alimentação mais uniforme da máquina e diminuição da perda de grãos.

Conheça a evolução das colheitadeiras Massey Ferguson no Brasil

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Tecnologia

Cresce o número de influenciadores do agro no Brasil

Por redação 15/02/2023
Escrito por redação

Cresce o número de influenciadores do agro no Brasil As publicações nas redes sociais de influenciadores do agro saem da porteira e conquistam público do campo e da cidade. Produtores rurais, médicos veterinários e agrônomos mostram a rotina do campo levando informação de uma forma leve e espontânea.

Os irmãos Saile e Cesar Augusto Farias, por exemplo, são referências no mercado de produtores de conteúdo digital. Conhecidos no mundo dos algoritmos como “Jovens do Agro”, eles estão entre os maiores influenciadores do setor no país, com pelo menos 35,6 mil seguidores, só no instagram.

O perfil e o engajamento deram tão certo que eles criaram a primeira agência de marketing digital 100% especializada no agenciamento de influenciadores do Agro do país, a J.A Marketing Digital, que também atua na criação e cocriação de estratégia digital para o marketing de influência com um time que possui formação acadêmica nas áreas de Agronomia, publicidade e jornalismo. Entre seus agenciados estão os principais criadores de conteúdo agro com formação técnica e em sua carteira de clientes estão empresas renomadas que, graças a eles, dão o “match” nas redes sociais.

“O nosso perfil visa reunir os Jovens do Agro do País. Muita gente se identifica com a gente. É uma forma de levar informações, compartilhar experiências e levar o universo agro nas mãos de quem vive no campo ou na cidade. E através da nossa empresa conseguimos potencializar isso para outros perfis também”, afirma Saile Farias, engenheira agrônoma e sócia da J.A Marketing Digital.

Essa parceria de irmãos teve uma ascensão meteórica. Produzindo conteúdos objetivos e de alto nível, Saile e Cesinha mostram como a informação no mundo digital precisa ser dinâmica, objetiva e criteriosa. Entre “likes” e compartilhamentos, a dupla desperta o interesse de marcas multinacionais do agronegócio e levam outros nomes do agro a fazerem o mesmo, para dar credibilidade a um novo produto ou ação especial.

“Dedicação para produzir conteúdos é diária. Meu foco maior é mostrar o cotidiano e passar informação de relevância. Vejo que esse sucesso dos Jovens do Agro deve-se ao nosso empenho, conhecimento técnico e experiência profissional. Além do campo, também percebi que o público urbano está atento ao que estamos fazendo. Isso muito para o setor, comunicar além da porteira!” conceitua Cesinha Farias, sócio da J.A. Marketing Digital.

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Revista

Femagri supera expectativas com R$ 200 milhões em negócios

Por redação 14/02/2023
Escrito por redação

Feira é organizada pela cooperativa mineira de café Cooxupé; mais de 30 mil cafeicultores compareceram durante os três dias de evento

Femagri supera expectativas com R$ 200 milhões em negóciosA Femagri – Feira de Máquinas, Implementos e Insumos Agrícolas da cooperativa mineira de café Cooxupé faz um balanço positivo da edição 2023. O evento registrou R$ 200,1 milhões em negócios por meio de 9.5 mil pedidos de orçamentos (até o dia 10/02). A movimentação de público também é positiva, com a presença de aproximadamente 34 mil cafeicultores, durante os três dias de realização da feira (até a referido data).

“Recebemos nossos cooperados com muita satisfação, após dois anos de realização da feira no formato virtual. Muito mais do que um ponto de encontro, a Femagri mostrou o interesse e a necessidade do produtor de café investir em seu negócio, buscando sustentabilidade, qualidade e potencializar a produtividade de suas lavouras. E para isso, nosso papel — enquanto cooperativistas — é fornecer para cada um deles possibilidades e acesso a tecnologias e inovações de acordo com a sua realidade e tamanho da produção”, afirma o presidente da Cooxupé, Carlos Augusto Rodrigues de Melo.

A Femagri aconteceu em Guaxupé, Sul de Minas Gerais, de 08 a 10/02, reunindo em sua plataforma de exposição mais de 12 mil produtos, desde parafusos a grandes colhedoras, por meio de mais de 120 expositores. Um dos benefícios aos produtores cooperados da Cooxupé é a possibilidade de comprar e efetuar o pagamento trocando por café, operação também conhecida como Barter, em 3 ou 5 parcelas anuais.

Outra oportunidade para cafeicultor “pronafiano”, ou seja, que participa do Pronaf – Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar foi o diferencial da taxa de juros 6% ao ano. Vale lembrar que 97% dos cooperados da Cooxupé são mini e pequenos produtores.

A Cooxupé mantém mais de 18 mil cooperados, com produção de café arábica nas regiões Sul de Minas, Cerrado Mineiro, média mogiana do Estado de São Paulo e Matas de Minas. 80% das atividades da cooperativa correspondem à exportação de café verde para clientes de 50 países.

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Notícias

Ministro Fávaro reafirma apoio do BNDES ao agronegócio

Por redação 13/02/2023
Escrito por redação

Em Mato Grosso, ministro Fávaro, da pasta da Agricultura, explicou a produtores rurais retomada das linhas de crédito agropecuário do banco

Ministro Fávaro reafirma apoio do BNDES ao agronegócio

As linhas de crédito para o setor agropecuário disponibilizadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) foram reabertas em janeiro de 2023 como uma das primeiras medidas do novo governo. Elas estavam suspensas desde outubro do ano passado, ocasionando uma alta demanda por parte de produtores e suas cooperativas. Durante evento com produtores rurais de Mato Grosso, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, lembrou que, no mesmo dia em que Aloizio Mercadante foi definido como presidente do BNDES, foram destravados R$ 2,9 bilhões em créditos – montante superior à média mensal liberada em 2022.

“Alguns mal informados ou, talvez, mal intencionados, dizem que o programa já foi suspenso. Não foi! Retomamos o investimento no setor e o anseio era tão grande que em poucos dias os valores liberados foram quase totalmente consumidos. Estamos providenciando mais recursos para continuar investindo e trazendo oportunidades para o agro”, declarou o ministro durante a cerimônia de posse da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), realizada na noite desta quinta-feira (9).

Nesta segunda-feira (13), em entrevista à rádio Vila Real em Cuiabá (MT), o ministro Fávaro mais uma vez desmentiu o boato de que o Governo estaria retendo os investimentos ao agro e voltou a falar sobre o montante destravado, de R$ 2,9 bilhões.

FPA pede esclarecimentos

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) chegou a divulgar uma nota na qual informa reforça o discurso a respeito da suposta suspensão das linhas de financiamento agropecuários por parte do BNDES.

Segundo o comunicado da FPA, o BNDES “alega falta de recursos disponíveis, um dia depois de anunciar um aporte de R$ 2,9 bilhões, mas não apresenta informações, de forma pública, de quanto já foi utilizado deste crédito relativo ao Plano Safra 2022/2023. Algumas dessas linhas haviam sido suspensas ainda em 2022, e foram retomadas no dia 1º de fevereiro de 2023”, segundo comunicado do Banco ao jornal Valor Econômico.

Como noticiado pelo jornal “Valor Econômico”, em comunicado aos bancos credenciados, e em seu próprio site, o BNDES informa a suspensão de nove linhas ou programas de crédito rural, entre elas: Pronaf, Pornamo, ABC+, PCA, Proirriga, Procap-Agro Giro, Inovagro e Moderfrota.

O desencontro de informações continua em resposta do BNDES a reportagem do jornal “Valor Econômico”, onde o Banco declarou que a reabertura ocorrida no dia 1º de fevereiro era de saldos remanescentes destas linhas, em desacordo com o que diz a Secom em sua nota, ao declarar que os R$ 2,9 bilhões são fruto de recursos adicionais.

Fonte: Datagro
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Notícias

Vendas no Show Rural Coopavel somaram R$ 5 bilhões

Por redação 13/02/2023
Escrito por redação

35ª edição do Show Rural Coopavel recebeu, em cinco dias, 384.022 visitantes

Vendas no Show Rural Coopavel somaram R$ 5 bilhõesA 35ª edição do Show Rural Coopavel recebeu, em cinco dias, 384.022 visitantes e o volume de vendas dos expositores alcançou os R$ 5 bilhões. Esses foram os principais números anunciados pelo presidente Dilvo Grolli e pelo coordenador geral do evento, Rogério Rizzardi, durante coletiva na tarde desta sexta-feira, 10, último dia da edição comemorativa dos 35 anos – sexta recebeu 56.788 pessoas.

8 dicas para escolher o trator ideal para a sua propriedade

A expectativa inicial era recepcionar 300 mil pessoas e movimentar R$ 3,5 bilhões. “Os resultados alcançados mostram a força do agronegócio e a confiança dos produtores rurais em uma cadeia produtiva fundamental para o Brasil e para o mundo”, conforme Dilvo, que agradeceu aos expositores, aos visitantes, aos cooperados, aos funcionários da cooperativa, às entidades, aos governos estadual e municipal e a todos que, de uma forma ou outra, contribuíram para o êxito de mais essa edição.

Foram 600 expositores em 2023 e “esse número será mantido no próximo”, de acordo com Dilvo, porque o desafio é garantir a qualidade da organização e dos conteúdos repassados aos produtores rurais. O presidente fez menção também aos colaboradores de todas as empresas dedicadas à recepção dos visitantes, que vieram das mais diferentes regiões do País e do mundo.

A 36ª edição do Show Rural Coopavel está agendada para 5 a 9 de fevereiro de 2024.

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Notícias

Segurança alimentar: você sabe o que são pulses? Entenda a importância

Por redação 10/02/2023
Escrito por redação

ONU definiu o dia 10 de fevereiro para destacar a importância dos alimentos classificados como pulses

Segurança alimentar: você sabe o que são pulses? Os alimentos classificados como pulses fazem parte da dieta de boa parte da população brasileira, mundial, e têm uma importância estratégica para a garantia da segurança alimentar.

Pela sua relevância e para ampliar a consciência sobre seus benefícios, a Organização das Nações Unidas (ONU) definiu o dia 10 de fevereiro como o Dia Mundial dos Pulses.

Mas afinal, o que são pulses? O termo se refere às sementes secas de leguminosas como feijão, ervilha, lentilha e grão-de-bico. São ricas em proteínas, fibras, vitaminas e minerais e excelentes fontes de micronutrientes.

A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) aponta que, como essas leguminosas podem ser armazenadas por muito tempo, elas podem ajudar a aumentar a diversidade das dietas, especialmente nos países em desenvolvimento.

Segurança alimentar

Diante de uma série de benefícios, a Organização considera os pulses como alimentos de destaque na segurança alimentar mundial e relevantes para o combate à fome no planeta.

No Brasil, diversos tipos de pulses são produzidos durante o ano. O feijão, por exemplo, é cultivado em todas as regiões, tornando o país o terceiro maior produtor mundial.

Os estados do Paraná, Minas Gerais e Bahia concentram 50% da produção nacional de feijão, mas o Distrito Federal tem se destacado nesse cenário. Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção total da leguminosa totalizou 39 mil toneladas em 2022. A primeira safra, que é a principal no Distrito Federal, totalizou 27,1 mil toneladas.

Na região de Planaltina (DF), o produtor gaúcho Helio Dal Bello dá sequência a uma tradição da família: produzir feijões e outros grãos. Nascido no Alto Uruguai, no Rio Grande do Sul, Helio aprendeu desde criança como cultivar o feijão.

Antes de vir para o Centro-Oeste, ele e a família plantavam feijão preto no Sul com o auxílio da matraca (equipamento de uso manual), arrancavam com a mão e batiam na “trilhadeira” (máquina de beneficiamento de grãos).

“Na época a gente também plantava milho com distância de um metro de largura entre uma planta e outra para poder plantar o feijão no meio, ou seja, eram duas culturas juntas”, disse.

O produtor contou que assim que surgiu uma oportunidade, ele veio para Planaltina para cultivar feijão irrigado. “Na primeira safra (em outubro) plantamos o “feijão das águas” e colhemos entre janeiro e fevereiro. Já o feijão irrigado plantamos em abril e maio para colher em junho e julho”.

“Quem consome feijão regularmente não terá problemas de desnutrição ou anemia. Eu consumo todos os dias, no almoço e na janta, é maravilhoso”, afirmou o produtor.

O Brasil também produz grão-de-bico, e apesar de ainda depender das importações para suprir o consumo da população, a leguminosa ganha espaço na produção agrícola, principalmente como alternativa de safrinha.

O produtor rural Osmar Artiaga é um dos pioneiros no cultivo de grão-de-bico no país. Engenheiro agrônomo por formação, Osmar se interessou pela cultura após escolher a leguminosa como tema da sua tese de mestrado. E foi no ano de 1995 que decidiu colocar em prática todo o conhecimento na região de Cristalina, em Goiás.

“Cultivo grão-de-bico por paixão. É o melhor alimento que existe e a segunda leguminosa mais consumida no mundo”. Entre idas e vindas, perdas de safra, ganhos de produtividade, desenvolvimento de cultivares e até embarques para o exterior, Artiaga permanece com o cultivo do grão, totalizando uma produção anual de 300 toneladas.

“Estou trabalhando em uma farinha que, se adicionar água e levar ao fogo por 3 minutos, teremos um alimento riquíssimo em proteína e energia”, afirmou. Conheça a página especial da CNA sobre pulses.

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Notícias

Câmara debate infraestrutura para escoamento da safra

Por redação 09/02/2023
Escrito por redação

Ministro Fávaro destacou a importância da infraestrutura e da logística eficiente para trazer mais competitividade ao setor produtivo brasileiro

Câmara debate infraestrutura para escoamento da safraDurante a abertura da 87ª Reunião Ordinária da Câmara Temática de Infraestrutura e Logística (CTLOG), o ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, e o ministro dos Transportes, Renan Filho, apresentaram aos representantes das câmaras temáticas do Mapa ações prioritárias que serão realizadas ainda nos primeiros 100 dias do ano.

Fávaro destacou a importância da infraestrutura e da logística eficiente para trazer mais competitividade ao setor produtivo brasileiro. “Começamos o ano com o pé direito. Já em janeiro, temos recurso para manutenção na nossa malha rodoviária, algo que não acontecia nos últimos 10 anos. Esse é um grande momento para a infraestrutura brasileira”, concluiu o ministro da Agricultura.

“Fizemos um plano de 100 dias que se desdobram em algumas ações: a retomada de todas as obras paralisadas e o fortalecimento de recuperação das rodovias. Focar nos investimentos para fortalecer o escoamento da safra agrícola brasileira, especialmente cuidando dos corredores de exportação”, explicou o ministro Renan Filho.

Para o Estado do Mato Grosso, o ministro Renan disse ainda que serão aplicados R$ 500 milhões na recuperação das rodovias, que vai garantir melhor escoamento da produção, mais segurança para as pessoas e mais desenvolvimento para o estado.

O presidente da Câmara Temática, Edeon Vaz Ferreira, destacou que todos os assuntos relativos ao agronegócio passam pelo colegiado. O presidente ainda sugeriu ao ministro dos Transportes a criação de uma câmara similar a essa para auxiliar os interesses produtores.

Na terça-feira (7), Carlos Fávaro participou da reunião de planejamento do escoamento da Safra 2022/2023 que prevê investimentos de R$ 2,7 bilhões já nos próximos dias. Do total, serão R$ 1,5 bilhão na recuperação de vias para escoamento pelo Arco Norte e mais R$ 1,2 milhões no Corredor Sul. Trata-se de retomada das obras que estavam paralisadas e licitações para novos trechos.

Câmara Temática

A Câmara Temática de Infraestrutura e Logística do Agronegócio, criada em 2005, é composta por 63 órgãos e entidades.

As Câmaras Setoriais e Temáticas do Ministério da Agricultura e Pecuária são fóruns de discussão entre os diversos elos das cadeias produtivas, reunindo entidades representativas de produtores, empresários, instituições bancárias e de outros parceiros no setor, além de representantes de órgãos públicos e de técnicos governamentais.

Fonte: Datagro
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Brasil exporta recorde de 4,2 milhões de sacas de café em abril
Notícias

Femagri: presidente da Cooxupé critica taxas de juros altas

Por redação 09/02/2023
Escrito por redação

Femagri: presidente da Cooxupé critica taxas de juros altas Começou nesta quarta-feira (8), em Guaxupé (MG), a 22ª edição da FEMAGRI – Feira de Máquinas, Implementos e Insumos Agrícolas – da Cooxupé, considerada um dos maiores encontros da cafeicultura brasileira.

Durante a solenidade da abertura oficial, o presidente da cooperativa, Carlos Augusto Rodrigues de Melo, falou, satisfeito, sobre o retorno presencial do evento após dois anos e reforçou que, diariamente, muitos são os desafios para a cafeicultura como, por exemplo, a taxa de juros praticada no mercado.

“Queremos sempre o melhor, com custos mais condizentes com a realidade do dia a dia no campo. Esse é um desafio que temos, pois hoje é inconcebível termos juros acima de dois dígitos”, considera.

Rodrigues de Melo acrescentou que é possível melhorar as condições, tornando-as mais alinhadas ao trabalho no campo. “O mercado de café é soberano e nós não temos poder de interferência. Então, busque crédito barato e participe do mercado de café”, enfatizou.

Fonte: Datagro
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