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Revista

Materiais mais leves e resistentes

Por redação 03/02/2023
Escrito por redação
- Materiais mais leves e resistentes

Buscando maior produtividade, empresas substituem o ferro e o aço na fabricação de peças e componentes na fabricação de máquinas agrícolas

POR GUSTAVO PAES

Desde o seu surgimento, as máquinas e os implementos agrícolas evoluíram muito. Nas últimas décadas, as inovações foram possíveis, em grande parte, devido a mudanças nos materiais utilizados pela engenharia.

Até pouco tempo, as máquinas agrícolas que rodavam nas nossas lavouras não passavam de umas caixas quadradas, construídas exclusivamente de aço e ferro fundido. Porém, isso vem mudando rapidamente e a indústria de máquinas agrícolas segue um rumo parecido com o de outras indústrias, como a aeronáutica e a automobilística, que também tiveram seu desenvolvimento impulsionado pela utilização inovadora de materiais. Hoje, o maquinário agrícola é produzido com diferentes materiais, como plásticos, ligas de alumínio e compósitos. A cada dia surgem novas alternativas e as opções disponíveis aos projetistas se expandem cada vez mais. Como a impressão 3D, adotada, por exemplo, pela CNH Industrial, Stara e Cummins para desenvolver protótipos. Mas o que levou a indústria a apostar na substituição do metal na fabricação de determinadas peças por plásticos ou outros compostos?

Os especialistas apontam várias razões para o uso de diferentes materiais nas máquinas agrícolas. Em alguns csos, o projeto com peso leve é quase uma obrigação devido a normas legais e também para evitar a compactação do solo, um problema que afeta diretamente o desenvolvimento e a produtividade das culturas na lavoura. Outros motivos seriam o aumento da demanda no tempo de vida das máquinas e os requisitos de design e ergonomia do maquinário.

O fato é que a abertura de novas áreas em regiões com potencial produtivo e a redução das janelas de plantio e colheita exigem que o produtor precise de um conjunto máquina-implemento com maior potência operacional. Com a demanda do agricultor por máxima produtividade, os tratores e as colheitadeiras ganharam mais tecnologia embarcada e aumentaram de potência e tamanho. No entanto, máquinas maiores provocam compactação do solo e aumento do consumo de combustível.

- Materiais mais leves e resistentes

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Materiais leves

MATERIAIS LEVES

A utilização de materiais leves, que possibilitem o projeto de máquinas maiores, porém, não tão pesadas, é uma alternativa para amenizar esse problema. Os fabricantes sabem que um equipamento mais leve ajuda a preservar o solo e sua produtividade. Mas o desafio para a indústria é que os materiais que produzem as peças mais leves, com ótimo acabamento e alta resistência são, geralmente, os mais caros.

A introdução de materiais leves em substituição aos tradicionais como o aço é uma realidade neste setor. Todas as famílias de materiais de engenharia são utilizadas na construção das máquinas agrícolas atuais. Os materiais compósitos, leves e de alta performance, vêm se destacando como importantes aliados no aumento da eficiência e na redução da massa destes equipamentos.

Porém, na contramão da substituição dos aços por compósitos, os metais vêm evoluindo e também têm acompanhado a tendência de redução da massa e aumento de resistência. A utilização de aços de alta resistência em máquinas e implementos permite a redução nas espessuras e consequente redução de massa nos produtos. Porém, o aumento da resistência dos aços traz inevitavelmente maiores desafios para a fabricação.

Ainda houve evolução nas técnicas de revestimento, que reabririam o caminho para o uso de aços carbo-no em aplicações em que se exige resistência à corrosão.

Grafeno

GRAFENO

O especialista em mecanização agrícola do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-RS), Joel Sebastião Alves, destaca que empresas de máquinas agrícolas da Serra Gaúcha já estão utilizando o grafeno, um material que foi isolado pela primeira vez em 2004, na Inglaterra, pelos cientistas Andre Geim e Konstantin Novoselov, e é considerado o futuro da tecnologia.
O grafeno é quase transparente, leve, maleável, resistente ao impacto e à flexão, além de ser um excelente condutor de calor e eletricidade. É 200 vezes mais resistente do que o aço, superando até mesmo o diamante. Uma folha de grafeno de 1 metro quadrado pesa 0,0077 gramas e é capaz de suportar até quatro quilos.

“O grafeno está sendo utilizado na fabricação de carcaças, do bloco do motor e da caixa de máquinas agrícolas”, destaca Alves. “O emprego do material, que é muito mais leve e resistente, aumenta o rendimento, reduz o consumo de combustível e ainda diminui a compactação do solo”, acrescenta.

Desde março de 2020, funciona em Caxias do Sul (RS), a UCS Gra-phene, a primeira e maior planta de produção de grafeno em escala industrial da América Latina instalada
por uma universidade (Universidade de Caxias do Sul). A unidade tem capacidade de produzir 5 mil quilos ao ano, estando apta a abastecer os mercados nacional e internacional com grafeno de alta qualidade. “Inúmeras são as empresas e soluções que foram ou que estão sendo desenvolvidas fazendo uso das nanoplaquetas de grafeno que são produzidas em nossa planta”, diz Daniele Perondi, especialista em Pesquisa e Desenvolvimento na USC Graphene, que tem parceria com mais de 200 empresas de diferentes setores, segundo ela.

Mais leves e resistentes

MAIS LEVES E RESISTENTES

Desde 2021, a fabricante de peças plásticas rotomoldadas Giroplastic utiliza a inovação em alguns de seus processos de produção, em parceria com diferentes clientes, de setores como o moveleiro, agrícola e automobilístico. Ao processo mais antigo de transformação do plástico, a rotomoldagem, a inovação do uso do grafeno agrega na geração de peças mais fi nas, mas com a mesma resistência, e na redução do tempo de processo produtivo por suas qualidades condutoras.
A Giroplastic produz defl etores e tanques, de 800 e 1000 litros, para pulverizadores da Rubemaq. A empresa também estuda utilizar o grafeno no revestimento de tanques de combustível de máquinas pesadas. “O foco do uso do grafeno é reduzir o peso e aumentar a resistência das peças das máquinas agrícolas”, salienta a diretora de Desenvolvimento de Projetos, Elisa Mazzotti Schmitz.

Os defl etores produzidos pela empresa utilizando o novo material são bem mais leves que os produtos oferecidos no mercado. “Um defl etor grande, fabricado em fi bra de vidro, pesa em torno de 60 quilos. Os nossos, 16 quilos. Isso reduz o peso da máquina e permite uma maior economia de combustível”, destaca a executiva. O objetivo, agora, é encontrar uma maneira de usar o grafeno e equilibrar os custos de produção, já que a grama do material é comercializada, em média, por US$ 100 (R$ 523,00) no mercado internacional. “Estamos tentando ajustes de porcentagens”, completa a diretora da Giroplastic.

Fibra de carbono

FIBRA DE CARBONO

A Jacto também utiliza novos materiais na fabricação de máquinas agrícolas. A empresa produziu um painel de comando de um de seus pulverizadores utilizando polímero reforçado com fibra de vidro, o GFRB. O uso do polímero na construção da peça, que antes era feita de aço, teve como benefícios a otimização do design, maior produtividade, menor custo e melhor eficiência ambiental. Apesar de o GFRB não ser reciclável, como é o aço, ele permite a confecção de peças mais leves, que acarretam em menor consumo de combustível.

Além do painel de comando, todos os painéis de controle do sistema de aplicação dos pulverizadores Jacto são produzidos em plástico, assim como os abre-linhas e os paralamas. Há três anos, a empresa apresentou um conceito híbrido de 42 metros de barra de pulverização, construído em aço e fibra de carbono, que reunia a durabilidade e baixo custo do aço, além da leveza e resistência da fibra de carbono.

A barra foi desenvolvida para o pulverizador automotriz Uniport 4530, que, com o equipamento, teve um rendimento operacional de até 90 hectares por hora, sendo 12,5% maior se comparado com barras de 36 metros.

O índice de amassamento com barras de 42 metros foi 14% menor comparado com barras de 36 metros. “A máquina ficou mais leve, com melhor aceleração e frenagem, mais econômica e com menor compactação do solo”, destaca o gerente de negócio de pulverizadores automotrizes da Jacto, Rodrigo Madeira.

A empresa também usa polietileno e chapas de aço especiais na produção de peças para deixar as máquinas mais leves. “Se for comparar, as máquinas da Jacto são de 2 mil a 3 mil quilos mais leves que as da concorrência. Nós viemos substituindo o aço por materiais mais leves, focando na redução de peso, no meio ambiente e no melhor rendimento operacional”, completa.

Buchas autolubrificantes

BUCHAS AUTOLUBRIFICANTES

Cada vez mais as peças de desgaste (buchas, placas ou mancais autolubrifi- cantes) em polímero estão presentes nos grandes fabricantes de máquinas agrícolas. Na Igus Brasil, a tecnologia de componentes feitos em polímero de engenharia vem substituindo com sucesso soluções metálicas e os benefícios técnicos provenientes dessa substituição são muito perceptíveis no campo, aumentando a produção e performance do equipamento.

Essas peças são produzidas pelo processo de moldagem por injeção de plástico, podem ser customizadas por meio do processo de usinagem de barras do material de polímero de engenharia iglidur, ou por diferentes processos de impressão 3D. Denis Pereira, especialista da indústria agrícola da Igus, diz que seja qual for a tecnologia utilizada para a produção, os diferenciais técnicos dos componentes

em polímero de engenharia em material iglidur são os mesmos: peças livres de desgaste, livres da necessidade de lubrificação, vida útil prolongada e calculável de acordo com o ponto de aplicação e, consequentemente, uma maior disponibilidade das máquinas no campo, com produtividade superior.

Essas buchas e componentes em polímero de engenharia são mais econômicas e sustentáveis. “Com a utilização desse tipo de material, é possível eliminar o uso de graxas e lubrifi cantes utilizados nos pontos de articulações dos equipamentos e ter uma redução de custos, tanto no gasto com lubrificantes como no tempo antes gasto na lubrifi cação, em tempo de inatividade das linhas de produção/máquinas ou equipamentos”, afirma Lopes.

Os componentes em polímero também possibilitam redução do uso de combustíveis e energia em algumas aplicações por conta da leveza e eliminação/redução do atrito. Juntamente com a redução do peso, exige que me nos energia de acionamento seja utilizada para mover uma peça. Outro ponto é a durabilidade e vida útil. “Esses componentes são otimizados para o desgaste, livres de corrosão e duram cerca de quatro vezes mais do que os componentes metálicos, resultando em menor substituição”, diz.

Mangueiras premium

MANGUEIRAS PREMIUM

A Gates Brasil busca a ruptura de conceitos dentro da “ciência dos materiais” trazendo para seus produtos a redução de aplicação de matérias e inovando na busca de materiais e compostos mais leves e menos agressivos ao meio ambiente. Em suas atividades de pesquisa e desenvolvimento é obrigatório a utilização de novos materiais com o conceito Chloroprene Free. “Esse tipo de composto vem sendo aplicado nos novos desenvolvimentos e nas composições atuais de borracha que a Gates utiliza ou aplica globalmente e faz parte dos requisitos das grandes montadoras globais”, afirma o gerente de produto Reposição, Frederico Muller.

Para o segmento de correias, a Gates está introduzindo produtos utilizando o EPDM, tecnologia utilizada em ampla escala e diversidade há alguns anos na Europa e nos Estados Unidos. “Esse tipo de material proporciona melhor desempenho e durabilidade em aplicações severas, em que a temperatura e a maior resistência à abrasão são pontos primordiais nos requisitos dos montadores e suas aplicações em tecnologias avançadas em seus sistemas e equipamentos”, salienta.

No segmento de transmissão de potência por fl uídos, a Gates desenvolveu a linha de produtos Mega X, com avanço na tecnologia dos materiais, e ampliou o conceito com as linhas de mangueiras hidráulicas premium MXT e MXG. A MXT, fabricada com um só trançado de arame mais compacto, é 30% mais leve, o que refl ete em maior rendimento, menor consumo de combustível e economia na logística. Ela também é mais flexível e requer, em média, 40% menos força para dobrar. O produto é certificado para 600 mil ciclos de impulso, três vezes mais que as normas SAE e EN.

Para linhas tradicionais de mangueiras espirais, a Gates inovou com uma mangueira trançada, com qualidade superior. A MXG é mais leve, fl exível e compacta e com performance de 1.000.000 de ciclos deimpulso. “Substituímos as mangueiras de reforço em espiral por mangueiras com o novo conceito Xpiral, em que os equipamentos utilizados na fabricação entregam um reforço que, com apenas duas camadas de fi os de aço, atendem o mesmo desempenho e durabilidade das mangueiras com quatro espirais.”

Impressão 3D

IMPRESSÃO 3D

A Cummins Brasil considera diversos tipos e opções de materiais avançados, além de tecnologias de impressão 3D capazes de imprimir peças metálicas, como alumínio e peças fundidas, além de peças plásticas (compósitos).
“Para o mercado de reposição e/ou para itens de baixo volume de produção, em que temos um elevado custo de desenvolvimento do ferramental para produção das peças, temos avaliado o uso da impressão 3D, uma vez que prezamos pela qualidade e confi abilidade, além de garantir o fornecimento de peças, de acordo com os requisitos dos nossos clientes”, afirma o gerente de Engenharia de Produto da Cummins, Renan Barro.

O executivo diz que para componentes com materiais metálicos e que possuem características estruturais (solicitação mecânica), a tendência está na utilização das impressoras 3D com capacidade para a fabricação de materiais metálicos ou com resistência mecânica similar.

A Cummins tem investido na construção do próprio ferramental por meio da impressão 3D. “Essa prática tem trazido cada vez mais a redução da quantidade de material necessário para a produção das peças, bem como do próprio ferramental, trazendo benefícios, inclusive, para o meio ambiente, minimizando o descarte”, observa. Nos casos de componentes como baixa solicitação mecânica, a companhia tem avaliado e, quando possível, substitui as peças metálicas por peças plásticas. Um exemplo são as
conexões de entrada e saída de água.
“Com a impressão 3D podemos identifi car, de forma rápida, possíveis problemas de interferência com componentes adjacentes, seja no próprio motor ou até mesmo da máquina, bem como problemas de acesso ao operador que fará a montagem do item na linha de produção, assim como no caso de uma manutenção preventiva e corretiva por parte dos concessionários e usuários fi nais”, finaliza.

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03/02/2023 0 Comentários
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Revista

Sistemas elétricos e de iluminação

Por redação 03/02/2023
Escrito por redação
- Sistemas elétricos e de iluminação

Faróis inteligentes ou com lâmpadas LED na cor azul são grandes aliados nas atividades noturnas na lavoura e contribuem para aumentar rendimento e produtividade

POR GUSTAVO PAES

No Brasil, a maioria dos faróis utilizados nos tratores ainda emprega lâmpadas de filamento incandescente de halogêneo, as lâmpadas halógenas. A principal vantagem destas fontes de luz é o seu baixo custo. Dentre as principais desvantagens está a baixa durabilidade, que, dependendo da qualidade e das condições de vibração,
pode variar entre 1 mil e 2 mil horas de uso. Outros pontos negativos são a cor na faixa de 3000 /elvin, que gera uma luz branca um pouco amarelada e com menos visibilidade e conforto para o operador, o alto consumo de corrente elétrica, ou a baixa eficiência em transformar energia elétrica em luz visível.

Os faróis de LED são pelo menos 20 vezes mais duráveis que as lâmpadas halógenas e consomem, em geral, menos da metade da energia. Possuem uma coloração de 000/ a 00/ e geram uma luz branca parecida com a luz do sol, que é mais confortável pra a visão humana. No entanto, vários fabricantes de máquinas agrícolas já estão empregando faróis de LED como equipamento de série, para luzes de trabalho e luzes auxiliares, principalmente nos seus equipamentos de maior valor agregado. A tendência é a substituição gradativa dos faróis traseiros e auxiliares, por LED, mantendo-se ainda o farol principal frontal com lâmpada halógena. Tanto que os especialistas do segmento já acreditam que a substituição será completa nos veículos de série nos próximos cinco anos.

“Os faróis de LED iluminam mais, não esquentam e têm uma maior durabilidade”, destaca o especialista em mecanização agrícola Joel Sebastião Alves.

A durabilidade de um farol de LED também pode ultrapassar 20 vezes a durabilidade de uma lâmpada halógena, o que reduz custos e tempos de trocas. Porém, a melhor visibilidade, com redução do cansaço visual e consequente redução de estresse do operador, talvez seja a vantagem mais importante de todas e está intimamente ligada ao aumento da produtividade, o que mostra a importância desse sistema para um bom desempenho de uma máquina. 

A iluminação adequada e de qualidade consegue expandir a utilização dos equipamentos, mesmo em condições meteorológicas adversas, e vai ao encontro com o desejado aumento da capacidade de produção.

 

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Pulverização

FERRAMENTA À DISPOSIÇÃO

A Tyri Brasil desenvolveu os faróisde trabalho LED 1010 BlueBeam em parceria com clientes na Europa e estendeu a novidade ao Brasil para os fabricantes locais de pulverizadores agrícolas autopropelidos. Os modelos 1010 BueBeam e RedBeam são faróis potentes, com um padrão de feixe mais amplo que o BluePoint e RedPoint, também produzidos pela companhia.

A cor azul brilhante garante que os operadores dos pulverizadores agrícolas tenham total visibilidade da pulverização do bico sendo espalhada pelos campos com sua iluminação de curto alcance. O gerente de desenvolvimento de Negócios da Tyri Brasil, Fabiano Lima, sublinha que a luz azul funciona de forma mais efi caz do que um LED branco ou luz halógena, dando uma visão mais clara do bico de pulverização e ajudando a identifi car quando um bico está bloqueado ou não totalmente operacional. “Ao pulverizar plantações é importante que os operadores possam ver onde os produtos químicos estão sendo espalhados e se o equipamento está funcionando corretamente. Uma ferramenta útil nesse esforço é uma luz de trabalho que ilumina o braço da barra do pulverizador e permite que os operadores vejam até o final dos bicos”, afirma.

O executivo salienta que a grande diferença entre os faróis 1010 BlueBeam e os demais encontrados no mercado está na alta qualidade e confi abilidade do produto Tyri, que cumpre com excelência os requisitos desta aplicação, que é uma das mais severas. “Os fa-róis nesta posição estão sujeitos a muita umidade, e a aplicação de inúmeros tipos de defensivos químicos ̄ alguns deles com características muito danosas a qualquer componente eletrônico”, destaca. A Tyri diz que o farol 1010 BlueBeam é usado principalmente em pulverizadores agrícolas, mas também pode ser utilizado em inúmeras aplicações.

No Brasil, o modelo já está em comercialização dentro das maiores marcas de máquinas agrícolas, como a AGCO, Kuhn, Jacto e Stara.

Outro produto de destaque da linha agrícola da Tyri é o farol inteligente Intellilight, que, por enquanto, é comercializado somente na Europa e nos Estados Unidos. O Intellilight é uma solução de iluminação flexível pa ra máquinas de trabalho que permite, de uma forma simples, em um mesmo farol montado, a variação do fluxo luminoso (intensidade luminosa) assim como a escolha da temperatura de cor do farol (de branca a amarela).
A função do Intellilight é conectar todas as luzes em uma rede de malha sem fi o fechada. Todas as unidades são registradas no aplicativo e o controle do sistema é feito via wi-fi por meio de um smartphone. A tecnologia permite controlar cada uma delas individualmente e também programar as configurações de acordo com preferências
pessoais. O operador do maquinário também pode programar o controle remoto para acesso rápido e prático.
O aplicativo funciona como uma central de comando, onde o produtor pode programar todas as opções, ajustes e personalizar o hardware após todas as suas necessidades. Por meio da solução baseada em nuvem, o operador pode levar suas confi gurações para qualquer máquina que deseja operar.
Além disso, o sistema Intellilight ainda melhora a segurança das operações noturnas na lavoura. “O sensor de luz detecta ativamente a luz dos reflexos ou dos veículos que se aproximam, escurecendo automaticamente as luzes para não cegar os operadores”, completa Lima.

 

Faróis de trabalho

FARÓIS DE TRABALHO

A Innova Lite, um projeto no estilo startup iniciado em 201 e incubado dentro do ambiente de inovação da Pradolux, desenvolveu soluções como faróis de luz azul para pulverizadores agrícolas, lanternas de sinalização LED para tratores e uso universal e sistemas elétricos. Mas o carro-chefe da empresa são os faróis redondos de LED de quatro polegadas de diâme-tro, com confi gurações que variam de nove a 1 LEDs super brancos de alto desempenho. O produto pode iluminar até 20 metros de distância, conforme a fabricante.

O modelo IL007, de 1 LEDs, tem potência total de 13;. A lente é do tipo spot (o feixe de luz ilumina uma longa distância, porém com abertura muito pequena) e a temperatura de cor é 000/branco. O grau de proteção de água é o IP. A peça é produzida com alumínio fundido com aletas de dissipação de calor, enquanto as lentes são feitas com policarbonato. O farol IL007 tem capacidade para iluminar até 20 metros de distância. Ele é bivolt 12: ̄ 2: e tem uma vida útil estimada superior a 20 mil horas, mais de 10 vezes a durabilidade das lâmpadas normais de fi lamento, conforme o CEO do Grupo Pradolux, Luis Prado Junior.

Outra vantagem é que a peça permite uma economia de até 0 de energia, quando comparado com um farol de filamento. Os faróis têm aplicação como luz de trabalho, farol de trabalho, off-road e iluminação para veículos agrícolas. “Eles são utilizados como iluminação para trabalho noturno e ajudam no conforto e na produtividade do operador”, destaca Prado Junior.

O executivo explica que luz azul é muito peculiar ao olho humano e quase não é refl etida em outros objetos, como o solo ou as plantas. Isso faz com que a maior parte da radiação visível dessa luz seja refl etida somente pelo líquido pulverizado, aumentando a identifi cação pelo olho humano do operador. As luzes azuis de LED nas barras de pulverização desempenham uma importante função nos trabalhos noturnos no campo. Elas garantem ao operador do maquinário uma maior visualização do spray do pulverizador.

Em muitas situações é preciso evitar as adversidades climáticas realizando a pulverização noturna e aproveitando melhor o desempenho dos defensivos.
Durante à noite, a umidade relativa do ar é maior e a temperatura mais amena, o que faz com que as gotas da pulverização ajam por mais tempo devido à menor evaporação e à fotodecomposição. “O uso de faróis azul de LED traz vantagens como menor índice de falha de aplicação, menores desperdícios de materiais aplicados em faixas sem plantas ou sem sementes, economia de material e conforto e precisão do operador durante a execução de sua tarefa”, completa o CEO do Grupo Pradolux.

Faróis de LED

FARÓIS DE LED

A Hella lançou a Série S, o mais novo farol de trabalho para máquinas agrícolas e de construção, empilhadeiras, caminhões e reboques. A Série S complementa as famílias existentes de lâmpadas de LED da Hella, a Module 70, Module 0 e a Power Beam.

A série S está disponível nas versões redonda e quadrada, bem como nas versões de montagem em superfície e embutida. A carcaça e também a lente da tampa são feitas de plásticos especiais, que levam a uma redução de peso e alta resistência à corrosão.

A caixa de plástico inovadora também possui aletas de resfriamento, que garantem a dissipação de calor necessária dos LEDs de alta potência, aumentando a efi ciência e a vida útil das lâmpadas. A conservação do produto também é aumentada pelo gerenciamento térmico integrado. As lâmpadas fornecem sua saída de luz total entre -0C e 0C de temperatura ambiente. Se houver risco de superaquecimento, a luz de trabalho é reduzida automaticamente.

Como a temperatura de cor é de cerca de .00 /elvin, as lâmpadas de trabalho proporcionam iluminação homogênea com uma cor clara semelhante k luz do dia. Isso ajuda a distinguir as cores com mais facilidade no escuro, facilitando a percepção sensorial do olho humano. Isso evita que os olhos se cansem rapidamente durante o trabalho noturno. Outra vantagem é que as novas lâmpadas de LED da Hella são fáceis de adaptar, suportam consistentemente as condições de operação e oferecem uma excelente relação custo-benefício.

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03/02/2023 0 Comentários
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Tecnologia

Soluções em energia solar serão apresentadas no Show Rural

Por redação 03/02/2023
Escrito por redação

Na busca por sustentabilidade e economia, as fontes de energia limpas e renováveis se apresentam como aliadas do produtor rural

Soluções em energia solar serão apresentadas no Show RuralA sustentabilidade terá destaque em uma das maiores feiras voltadas ao agronegócio do Brasil. A Show Rural Coopavel, que acontece em Cascavel, no Paraná, de 06 a 10 de fevereiro, busca difundir informação e apresentar novas tecnologias e soluções para quem trabalha no campo. No que se refere à responsabilidade ambiental, tema bastante discutido pelo setor, algumas opções apresentadas serão as energias renováveis, que além de ajudar o meio-ambiente, ainda geram economia para o produtor rural.

Uma das expositoras desse meio é a Solar Vale, empresa de Blumenau, especializada em energia solar. Para o CEO, Thomas Knoch, a feira é uma grande oportunidade de apresentar as soluções pensadas especialmente para o produtor rural e ampliar o alcance do nome da companhia para todas as regiões do Brasil.

“Fazer parte de um evento como a feira Show Rural Coopavel é muito importante para a Solar Vale, especialmente neste momento em que estamos trabalhando na expansão do nosso atendimento para todas as regiões do país. Vamos aproveitar o espaço para apresentar nossas soluções e buscar novos negócios, mas também para levar mais conhecimento sobre a energia solar e como ela pode ajudar quem trabalha no campo, desde pequenas propriedades até grandes fazendas”, comenta.

Além de conhecer como funciona a instalação de sistemas fotovoltaicos, suas vantagens e que tipo de projeto atende a sua necessidade, o produtor também contará com opções de financiamento junto a bancos, pensados exclusivamente para quem trabalha com agronegócio. Quem se interessar em obter mais informações sobre energia solar pode chegar ao espaço montado pela empresa no pavilhão 6 (estandes 14 e 15), que estará preparado para oferecer atendimento personalizado, com espaço lounge.

A Solar Vale também trabalha na implantação de sistemas fotovoltaicos para indústrias, comércios, casas, condomínios e usinas, atendendo o cliente do início ao fim do projeto, somando mais de 1.500 usinas conectadas. Como diferencial, aposta na alta qualidade dos produtos e na agilidade da entrega, para isso conta com mais de 10 mil painéis em estoque, frota e equipe próprias.

Com painéis de qualidade alemã, a empresa garante a durabilidade de 30 anos de suas instalações. Com isso, quem adere à energia solar, além de alcançar economia de até 95% na conta de luz, ainda tem mais tempo para aproveitar o projeto instalado.

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Tecnologia

Show Rural: Case IH terá espaço dedicado à Agricultura Digital

Por redação 03/02/2023
Escrito por redação

Case IH, marca da CNH Industrial, apresenta na feira Show Rural Coopavel um novo espaço totalmente dedicado às soluções tecnológicas da marca

Case IH terá espaço dedicado à Agricultura Digital no Show RuralA Case IH, marca da CNH Industrial, apresenta na feira Show Rural Coopavel, que ocorre de 6 a 10 de fevereiro, em Cascavel (PR), novidades e lançamentos para o agricultor paranaense. Líder nas revoluções da Agricultura Digital no campo, um dos destaques é o novo espaço totalmente dedicado às soluções tecnológicas da marca.

Situado no centro do estande de 1.250m², o local oferece uma jornada de demonstrações e experiências dividida em estações, para que o público possa conhecer de perto como a Agricultura Digital está no dia a dia do campo e o seu potencial.

Entre as atrações estão os óculos de realidade aumentada para conhecer cada detalhe das máquinas da marca; simuladores do portfólio AGXTEND, que oferece um conjunto de aplicativos, componentes e serviços com soluções digitais para todas as etapas do ciclo do cultivo; uma estação dedicada para a área de treinamentos e de manutenção de peças da marca; e uma sala de operação do AFS Connect, ferramenta de gestão e monitoramento de dados, em tempo real.

“É um espaço pensado para que o visitante possa conhecer todas as soluções e tecnologias de ponta que a Case IH oferece, em um ambiente interativo. Uma verdadeira experiência em Agricultura Digital”, comenta Eduardo Penha, diretor de Marketing e Comunicação da Case IH para a América Latina.

O AFS Connect, considerado o cérebro dos avanços tecnológicos da Case IH, também agrega ferramentas como imagens de satélite, drones, piloto automático, telemetria e sistema de aplicação e meteorologia para que o produtor tome decisões cada vez mais assertivas. Acessível de qualquer aparelho com conexão de internet, centraliza todas as informações em um único lugar, ajudando a aumentar o nível de disponibilidade e performance das máquinas durante o trabalho no campo.

Máquinas expostas no Show Rural Coopavel, como a colheitadeira Axial-Flow Série 250 Automation, que conta também com inteligência artificial, fazem parte da nova era de máquinas conectadas da Case IH. A novidade fica por conta dos tratores Farmall (modelos de 80, 90 e 100 cv) e Puma (de 187 a 234 cv) que agora são conectados e podem enviar dados em tempo real para o portal AFS Connect. “Essas novidades são direcionadas à nossa estratégia de, até o final deste ano, ter todas as nossas máquinas saindo de fábrica conectadas”, complementa Penha.

Magnum Black Limited Edition

Outra máquina 100% conectada que merece destaque é o Magnum Black Limited Edition, lançamento exclusivo da Case IH na Coopavel. Em comemoração aos 20 anos de produção nacional do trator, o modelo traz diferenciais como capô, teto e paralamas na cor preta; e pneus com rodas pretas e medidas exclusivas (traseiros: dual 800/70 R38 R1W | dianteiros: dual 600/70R30 R1W). Além de todo visual diferenciado do lado de fora, a cabine conta com bancos e volante revestidos em couro sintético.

Do plantio à colheita

Durante o Show Rural Coopavel, além dos destaques, o público pode conferir de perto o portfólio de máquinas que garantem produtividade e eficiência, do plantio à colheita, como a plantadeira Easy Riser, o pulverizador Patriot 250, a colheitadeira Axial-Flow Série 150 e a recém-lançada Plataforma de Milho IH.

Condições especiais de financiamentos do Banco CNH Industrial para clientes Case IH

Os visitantes do Show Rural Coopavel terão o suporte do time do Banco CNH Industrial na escolha das melhores soluções financeiras e de seguros para adquirir máquinas e implementos agrícolas. Além disso, o Banco oferecerá um portfólio amplo e diferenciado de linhas de financiamento, como o CDC para financiamento de máquinas agrícolas nacionais ou importadas, novas ou usadas, equipamentos de precisão, implementos, além das opções de financiamento por meio das linhas do BNDES.

Clientes e concessionários também poderão contar com as soluções digitais do Banco para maior agilidade na aprovação de crédito, como o aplicativo +Capital, que indica as linhas de financiamento mais adequadas a cada perfil, e a consulta de crédito através da leitura de QR Code, avanço que permite que os clientes confirmem em segundos se possuem crédito pré-aprovado junto à instituição

03/02/2023 0 Comentários
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Tecnologia

DPaschoal e Titan apresentam tecnologia em pneus no Show Rural

Por redação 03/02/2023
Escrito por redação

A DPaschoal, em parceria com a Titan, empresa especializada em pneus agrícolas da GoodYear Farm Tires, apresentam a tecnologia Low Sidewall – LSW no Show Rural Coopavel 2023

DPaschoal e Titan apresentam tecnologia em pneus no Show Rural

A DPaschoal, em parceria com a Titan, empresa especializada em pneus agrícolas da GoodYear Farm Tires, apresentam a tecnologia Low Sidewall – LSW no Show Rural Coopavel 2023, que será realizado entre os dias 06 e 10 de fevereiro de 2023, no Parque Tecnológico, em Cascavel, no Paraná.

Os pneus agrícolas são fundamentais para uma boa produção rural, mas no momento de sua compra, alguns fatores precisam ser avaliados com atenção, como compactação de solo, footprint, pressão aplicada e durabilidade.

Pensando nisso, a Goodyear Farm Tires desenvolveu o que existe de mais moderno neste segmento. No fim dos anos 90, Maurice Taylor, CEO da Titan, percebeu que os pneus com perfil baixo, tendência no mercado automotivo, revolucionariam as atividades agrícolas, e assim levou este conceito para dentro das fábricas Titan e desenvolveu a tecnologia Low Sidewall – LSW.

Os pneus com tecnologia LSW apresentam costado menor, quando comparado aos pneus radiais standard, porém com o mesmo diâmetro externo, o que garante melhor dirigibilidade, maior estabilidade, menor compactação do solo e economia de combustível.

A maior área de contato dos modelos LSW com o solo e a maior distribuição de carga, favorecem em uma viagem mais suave no campo, com melhor dirigibilidade, minimizam o galope e conferem ao maquinário maior velocidade, além disso, o operador desfruta de maior conforto e segurança devido ao menor balanço e maior estabilidade do equipamento, proporcionada pelo perfil baixo.

Com o objetivo de promover testes de performance, a fim de comprovar as vantagens e benefícios da utilização dos pneus com a tecnologia LSW, em relação aos pneus standard, na aplicação de preparo de solo em área de grãos, a Titan realizou o evento Dia de Campo LSW, na fazenda Nova Canaã, em Jataí, Goiás e os resultados dos testes mostraram que os novos modelos obtiveram 27% a mais de produtividade (hectares/hora) 24% de redução no consumo de combustível (litros/hectares) e 8% a mais em área tocada, no teste de pegada do pneu (footprint).

Para o Especialista Agrícola da Cia DPaschoal, Marcelo Ramiro, a tecnologia LSW traz grandes oportunidades ao produtor rural no que se refere à otimização e economia na utilização do maquinário agrícola. “Ao apresentar essa nova tecnologia, a DPaschoal e a Titan oferecem ao mercado um produto que vai de encontro com as necessidades do produtor rural. O Show Rural é o primeiro grande evento agrícola de 2023 e temos certeza de que a tecnologia LSW, que já está disponível na Rede DPaschoal, será uma das grandes atrações aos visitantes da feira”, garante Marcelo Ramiro.

Primeiro grande evento do setor em 2023, o Show Rural Coopavel é um dos maiores do mundo em diversificação agrícola. Com o propósito de difundir conhecimento, tecnologia e oportunidades para toda a cadeia do agronegócio, tornando a produção de alimentos cada vez mais sustentável e com responsabilidade socioambiental.

São 720 mil m² com entrada e estacionamento gratuitos, restaurantes e lanchonetes, além de ruas cobertas. Grandes empresas e marcas dos principais segmentos do agronegócios estarão presentes para apresentação de novidades e lançamentos, que visam o aumento da produtividade em pequenas, médias e grandes propriedades.

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Tecnologia

Romancini Troncos leva tecnologia pecuária para a Show Rural

Por redação 03/02/2023
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Show Rural reunirá centenas de expositores do agronegócio e, entre eles, a Romancini, empresa do no segmento de troncos

Romancini Troncos leva tecnologia pecuária para a Show Rural Realizada em Cascavel/PR, a 35ª edição da Show Rural reunirá centenas de expositores do agronegócio e, entre eles, a Romancini, empresa do no segmento de troncos, que apresentará aos visitantes de seu estande a melhor opção do mercado em tecnologia para otimização do trabalho pecuário da pequena à grande propriedade.

De acordo com a CEO Lu Romancini, a empresa prepara para esta edição a apresentação de 5 produtos principais em seu portfólio, os quais poderão ser testados presencialmente tendo sua eficiência e tecnologia comprovada durante o evento.

“Levaremos o tronco mais rápido do mundo, nosso R-Veloz juntamente com um apartador hidráulico de três vias e, também, os troncos S15, S15 Plus e o tronco Padrão.

Além disso, teremos uma novidade para os visitantes de nosso estande!” antecipa a empresária e sucessora do pecuarista Luiz Carlos Romancini, fundador da empresa. “A equipe Romancini está entusiasmada e em contagem regressiva para participar desse grandioso e importante evento da cadeia do agronegócio”, finaliza Lu.

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RevistaTecnologia

Show Rural: semeadora e pulverizadores são destaques da Baldan

Por redação 03/02/2023
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A Baldan levará novidades e lançamentos em produtos para preparo de solo, plantio, pulverização e todas as fases de diferentes culturas 

Show Rural: semeadora e pulverizadores são destaques da BaldanA Baldan Implementos Agrícolas, sediada em Matão (SP), levará novidades e lançamentos para a primeira grande feira agro de 2023, a Show Rural Coopavel, que terá início na próxima segunda-feira, dia 06/02, em Cascavel, no Paraná. O portfólio da empresa é robusto e conta com produtos para preparo de solo, plantio, pulverização e todas as fases de diferentes culturas como cana, soja e milho.

O evento também será o primeiro após a empresa completar 95 anos, marcando uma nova fase em sua existência. Toda a história e desenvolvimento da Baldan poderão ser conferidos no estande, que trará ainda a nova identidade visual da empresa.

Entre os equipamentos expostos e em destaque estarão a semeadora AGIFLEX, os pulverizadores AVOLA e LIRI, e a carreta graneleira CONDURE.

A Agiflex é uma semeadora de precisão transportável com 17, 19 ou 21 linhas. Oferece facilidade no transporte devido a sua largura de 3,20m, rápida abertura ou fechamento (em menos de um minuto), sistema hidráulico independente para acionamento da turbina, depósito de semente com alta capacidade (1.500 litros), sistema de aplicação de inoculante com capacidade para 1.000 litros de calda, depósito de adubo com capacidade para 2.500 litros, sistema Fertsystem de distribuição de adubo por gravidade, corte de seções para adubos e sementes, dosador pneumático V7 da Precision Planting, disco de corte com design exclusivo e mínimo revolvimento da palhada, sulcador para adubação mais profunda, construção em três módulos para flexibilidade em solos irregulares e curvas de nível, e excelente acabamento e fechamento do sulco, garantindo maior proteção para a semente.

O pulverizador AVOLA, por sua vez, possui motor MWM eletrônico modelo X12 de 190 cv e 4 cilindros, o que lhe confere um grande poder de rampa e baixo consumo de combustível, capacidade para 2.000 litros, barras de 27 metros, além de tração 4×4 com sistema hidrostático e suspensão pneumática sempre ativa, oferecendo maior conforto ao operador da máquina durante as oscilações de relevo do terreno.

Já a linha de pulverizadores de acoplamento LIRI conta com sistema de bomba de três cilindros com pistão de cerâmica, vazão para 75 ou 100 litros por minuto – um de seus grandes diferenciais; sistema de abertura de barra por engrenagem com corrente, conferindo estabilidade em seu quadro de pulverização e melhor durabilidade da barra, evitando quebra de cabos de aço.

O último destaque é a carreta CONDURE, que apresenta rapidez na descarga graças ao seu design exclusivo e construção com chapas parafusadas de baixa e fácil manutenção, cilindro hidráulico para abertura e fechamento da comporta de descarga, tubo de descarga localizado na dianteira da máquina, garantindo maior visibilidade ao operador durante o trabalho e sistema de lona fácil para garantir a proteção da carga.

“A Baldan é uma empresa de 95 anos de mercado, com destaque para o preparo de solo. Somos líderes mundiais em venda nesse nicho de produto e, recentemente inovamos, e entramos no ramo de pulverização. Também sempre estivemos presentes no mercado de plantio, tanto que investimos pesadamente na Agiflex, que tem sido muito bem aceita pelos produtores”, salienta Gabriel Davóglio, coordenador de Produtos da Baldan Implementos Agrícolas.

Como a área de máquinas é uma das grandes atrações da Show Rural Coopavel, que pretende movimentar R$ 3,5 bilhões em vendas e um público de 300 mil pessoas nesta 35ª edição, as expectativas da Baldan são as melhores. “Estamos com um portfólio robusto e de qualidade para o produtor rural e nossos lançamentos só vêm a somar para a sua produtividade e rentabilidade, com muita tecnologia e preços competitivos”, ressalta Márcio Barion, gerente de Marketing e Pós-Vendas da Baldan Implementos Agrícolas.

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Notícias

Vendas de máquinas no mercado doméstico crescem 19,4%

Por redação 02/02/2023
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Dados foram divulgados nesta quinta-feira (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave)

Vendas de máquinas no mercado doméstico crescem 19,4%A comercialização de máquinas e implementos agrícolas no mercado interno cresceu 19,4% em 2022, apontam dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), divulgados nesta quinta-feira (2).

“No ano, foram mais de 67 mil unidades vendidas, o que mostra que os empresários seguem modernizando sua frota de equipamentos e colocando o agronegócio brasileiro em sintonia com as mais avançadas tecnologias para uso no campo no mundo”, diz o presidente da entidade, José Maurício Andreta Júnior.

A Fenabrave esclarece que por não serem emplacados, tratores e máquinas agrícolas apresentam dados com um mês de defasagem, pois dependem de levantamentos junto aos fabricantes.

Fonte: Datagro
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Notícias

Geração de energia a partir de biomassa cresce 0,3%

Por redação 02/02/2023
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Levantamento é da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica — CCEE também mostra que a principal matéria-prima do segmento é o bagaço da cana-de-açúcar

Geração de energia a partir de biomassa cresce 0,3% em 2022O ano de 2022 foi marcado pelo avanço da energia renovável no Brasil. O país ultrapassou o marco de 92% de participação de usinas hidrelétricas, eólicas, solares e de biomassa no total gerado pelo Sistema Interligado Nacional — SIN, o maior percentual dos últimos 10 anos.

O levantamento da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica — CCEE mostra que as fontes produziram quase 62 mil megawatts médios de energia, um reflexo do cenário hídrico climático mais favorável, que contribuiu para a recuperação dos reservatórios de água, e da expansão das usinas movidas pelo vento e pelo sol.

“Este é o resultado de uma matriz energética diversificada, característica que nos coloca à frente de quase todos os outros países. Além de ser um ganho imensurável para o meio ambiente, essa característica nos traz uma série de oportunidades em novos mercados, como o de créditos de carbono e de hidrogênio renovável, que vão gerar benefícios para a sociedade nos próximos anos”, avalia Rui Altieri, presidente do Conselho de Administração da CCEE.

A geração solar centralizada teve o maior aumento em 2022, de 64,3% na comparação com o ano anterior. Ao todo foram produzidos mais de 1,4 mil MW médios. A chegada de 88 novas fazendas solares ao Sistema Interligado Nacional — SIN fez com que o segmento alcançasse 4% de representatividade na matriz nacional.

Com relação à geração hidráulica, as chuvas de 2022 contribuíram para um aumento de 17,1% na produção das hidrelétricas, para 48 mil MW médios. A reversão do cenário crítico de 2021 deixa o país em uma situação muito mais confortável para 2023. Hoje a capacidade instalada desta fonte é de 116.332 MW.

A geração eólica cresceu 12,6% no comparativo anual, fornecendo à rede elétrica mais de 9 mil megawatts médios. Hoje o país conta com 891 parques eólicos, que juntos somam mais de 25 mil megawatts de capacidade instalada.

A produção de energia a partir da biomassa, que tem como principal matéria-prima o bagaço da cana-de-açúcar, registrou um leve aumento de 0,3%, entregando ao sistema quase 3 mil MW médios em 2022. Atualmente existem 321 usinas deste tipo, com capacidade instalada total de 14.927 MW.

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Notícias

Torrefação de café é melhorada com inteligência artificial

Por redação 02/02/2023
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Cada vez mais torradores e seus fornecedores estão aproveitando essa tecnologia para melhorar a consistência e automatizar o trabalho

Torrefação de café é melhorada com inteligência artificialA inteligência artificial também chegou ao setor cafeeiro. Com a crescente prevalência da automação nas duas últimas décadas, o uso da IA na torrefação de café é o próximo passo para a evolução da atividade.

Existem várias vantagens que a IA pode trazer durante a torra: melhora a eficiência, minimiza a carga de trabalho, além de obter maior precisão e menores custos.

A torrefação de café avançou muito nos últimos anos graças à automação. Hoje, a torrefação comercial do café não exige a mesma carga de trabalho que demandava há algumas décadas.

“Na indústria do café, o que mais valorizamos é uma maior consistência e uma melhor qualidade do produto final”, diz Veronika Galova, diretora de marketing da ROEST, fabricante profissional de torradores de amostras. “Do ponto de vista comercial, a IA pode reduzir a carga de trabalho e, portanto, cortar custos”, complementa.

Embora o investimento inicial para a mais recente tecnologia de torrefação alimentada por IA possa ser alto, a compensação vem no médio e longo prazo de várias maneiras. Isso porque ela traz maior precisão e elimina o erro humano, além de promover uma carga de trabalho mais baixa e redução no desperdício.

Outra prioridade fundamental é a consistência. O uso de IA no processo de torrefação de café elimina o erro humano, que pode comprometer o sabor de uma amostra. Em todo o mundo, cada vez mais torradores e seus fornecedores estão aproveitando essa tecnologia para automatizar o trabalho onde puderem.

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