Seguradora oferece coberturas que vão desde equipamentos até a proteção da lavoura, automóveis, vidas e propriedades rurais
Os produtores rurais brasileiros deram início à safra 2022/23, a qual promete ter grandes números. Segundo o 1º Levantamento da Safra de Grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a colheita deve ser recorde, com 312,4 milhões de toneladas. Para que essa projeção se confirme é fundamental ser altamente eficiente da porteira para dentro e, para isso, é preciso que máquinas e equipamentos estejam em pleno funcionamento. O produtor rural precisa estar atento a seus equipamentos e o seguro de máquinas pode ser um grande aliado.
A fim de minimizar a possibilidade de prejuízos no plantio ou na colheita, uma das alternativas para os agricultores é o seguro de máquinas. Para acessibilizar cada vez mais essa modalidade de proteção, a Aegro, que foi criada por um time de engenheiros da computação, se dedica oferecendo de forma descomplicada opções de proteção às fazendas. Seu foco é levar os melhores produtos de seguros do mercado, em termos de preço e cobertura, para seus clientes.
A empresa, sediada em Porto Alegre/RS, atua como corretora, ajudando e orientando a classe produtora não somente de sua base de clientes, mas de todo o Brasil, sobre o quanto é fundamental o seguro de máquinas. “Apesar de os tratores, colheitadeiras, plantadeiras, distribuidores e outros implementos serem ativos de grande valor, muitas vezes o agricultor não se atenta à importância da proteção destes bens, como já faz com automóveis, por exemplo. Nós queremos e estamos mudando esse cenário”, diz Juliana Ferreira Dana, gerente de seguros da Aegro.
Com a contratação do seguro, o produtor fica protegido, por exemplo, de prejuízos com acidentes, incêndio, queda de raio, explosão, roubo ou furto qualificado total. Há também a possibilidade de proteção de danos materiais decorrentes de acidentes de quaisquer causas externas, como em caso de problemas com veículo transportador. “A fazenda é uma fábrica a céu aberto e diariamente as máquinas estão expostas a todos esses tipos de risco que podem comprometer o planejamento de toda a safra”, destaca a especialista.
Existe ainda a opção de contratação de outras coberturas, que também têm grande importância. Entre elas: proteção contra quebra de vidro da cabine, acidente com terceiros ou pagamento de diárias que deixaram de receber em caso de máquinas alugadas. Também pode ser feita a proteção para acidentes com operador ou danos elétricos.
Mitos sobre o seguro de máquinas
Por muitas vezes, ao compararem essa modalidade de proteção de máquinas com a de veículos, os produtores rurais têm a falsa impressão que o seguro de máquinas é algo caro. Entretanto, pode ser mais viável do que se imagina. “Além de viável economicamente falando, a contratação é simples e rápida e pode ser muitas vezes realizada de forma digital”, reforça a gerente.
Quando a máquina é nova ou em caso de renovação de seguro, por exemplo, a seguradora pode liberar o cliente de vistoria. Além disso, boa parte das empresas faz essa análise de forma online, por meio de aplicativo ou envio de fotos ou vídeos. “Em casos específicos, enviam o vistoriador até o local, mas a ideia é sempre desburocratizar todo o processo”, destaca Juliana.
Análise rápida de perfil
Para traçar o perfil do cliente e fazer o cálculo do seguro da máquina, a Aegro também utiliza ferramentas digitais que facilitam o processo. Para a cotação, são necessários dados básicos da máquina e sua utilização. “São dados simples, coletados rapidamente e que compõem a proposta e o valor final do seguro”, afirma a gerente.
Para disponibilizar essa modalidade de proteção para ainda mais propriedades rurais, a Aegro tem buscado junto às seguradoras parceiras a ampliação na cobertura do limite do tempo de uso das máquinas. Em alguns casos, a cobertura já pode chegar a até 20 anos. “Queremos que mais produtores que tenham maquinários mais antigos possam ser protegidos também”, adiantou a profissional.
Quem cuida, ganha
Além do seguro ser uma solução efetivamente de proteção aos ativos da fazenda, a ferramenta ainda pode render ganhos indiretos aos produtores. Isso porque, principalmente nos dois últimos anos, observa-se um fenômeno de supervalorização do maquinário usado. Segundo a especialista da Aegro, há relatos de clientes que revendem máquinas com mais de cinco anos de uso por um valor maior do que adquiriram.
Ela explica que além de realizar todas as manutenções no prazo, conforme manda o manual do fabricante, ter o seguro dos mesmos ajudou a valorizar ainda mais o bem. “Com a máquina em ótimas condições, o produtor ainda pode obter ganho desembolsando menos dinheiro na compra de uma mais moderna, por exemplo. Ou seja, quem cuida bem desses ativos, consegue uma valorização muito maior ao longo do tempo e o mercado provou isso”, disse a profissional.


Pequenos agricultores de países em desenvolvimento produzem um terço dos alimentos do mundo, mas recebem apenas 1,7% do financiamento climático, mesmo tendo de lidar com secas, inundações, ciclones e outros desastres. Esse fato ecoou em dezenas de pavilhões e salas de conferência em Sharm el-Sheikh, Egito, no último sábado, dia em que a COP27 voltou sua atenção para a questão vital da adaptação, agricultura e sistemas alimentares no contexto das mudanças climáticas.
As exportações do agro em outubro de 2022 foram recorde para o mês, atingindo a cifra de US$ 14,25 bilhões. O valor foi 61,3% superior na comparação com o que foi vendido ao exterior em outubro de 2021.As exportações subiram principalmente em função do aumento do volume exportado entre os períodos, que aumentou 38,9%. O índice de preço dos produtos exportados também subiu, com incremento de 16,1% no período.
A Massey Ferguson anunciou que a sua série MF 5S é a vencedora do prêmio Farm Machine 2023, na categoria de tratores com menos de 120 cv. O conceituado prêmio concedido pelo Groupe La France Agricole foi entregue no dia 6 de novembro, em uma cerimônia especial durante a feira SIMA Show, em Paris, na França.
O agronegócio ganhará uma solução que promete revolucionar as operações comerciais e financeira do setor. A Agfintech Agrow foi planejada por líderes do mercado do agronegócio e oferece soluções exclusivas para facilitar a jornada do produtor. A empresa tem como foco integrar através da tecnologia toda a cadeia do agro, envolvendo agricultores, empresas do setor, provedores de solução, produtos e serviços.
A construção civil vive um momento de retomada em 2022, que deve continuar para o ano que vem. O aluguel de máquinas (rental) para construção tem sido mais uma alternativa para atender à demanda crescente, já que disponibiliza equipamentos mais modernos e pode proporcionar um melhor custo-benefício aos clientes. Em 2022, as vendas para o setor de locação na New Holland Construction representaram cerca de 47% do volume de negócios realizados até setembro.
As mensagens iniciais da 27ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP27), em Sharm El-Sheikh, no Egito, apontam para a urgência de uma estratégia global que reduza emissões de carbono transformando sistemas energéticos. Até 18 de novembro, líderes de mais de 190 países negociam soluções para proteger a saúde do planeta, acompanhados de perto pela sociedade civil, academia e setores público e privado de todo o mundo. Nesse cenário, a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) somará sua voz para mostrar a contribuição da bioenergia brasileira para a economia de baixo carbono. A Unica estará presente em debates com organizações como o Pacto Global e o Fórum Internacional do Transporte (ITC), promoverá seminários com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e assinará, no dia 14 de novembro, sua adesão à Plataforma do Biofuturo.
Estudo apresentado durante o 42° Congresso Paulista de Fitopatologia revela que os micro-organismos benéficos presentes em um determinado solo podem ajudar a planta a não apresentar determinadas doenças da soja como a podridão negra da raiz (Macrophomina haseolina) e podridão vermelha da raiz (espécies do complexo Fusarium solani), que são responsáveis por grandes prejuízos econômicos no Brasil.
