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Tecnologia

New Holland e PME expandem atuação no Matopiba

Por redação 22/11/2022
Escrito por redação

Unidade de Uruçuí é a segunda a ser inaugurada no Piauí, uma das regiões agrícolas mais prósperas do país, na região do Matopiba

New Holland e PME expandem atuação no Matopiba com nova loja A New Holland Agriculture, marca da CNH Industrial, e a PME Máquinas estão inaugurando em Uruçuí (PI) sua mais nova unidade na região. A nova loja vai levar o que há de melhor em atendimento de venda e pós-venda da marca para uma das regiões mais prósperas do agronegócio brasileiro. A inauguração também representa a expansão da rede de concessionários NH no Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), sendo a terceira filial da PME no Cerrado e a segunda no estado do Piauí.

De acordo com Leonardo Silva Pianna, diretor executivo da PME Máquinas, a expectativa com a nova loja é grande, já que a demanda na região de Uruçuí é para atender principalmente grandes produtores de soja, milho e algodão. “A safra de grãos do Piauí é uma das que mais cresce no Brasil. Essa filial é estratégica para os planos da PME e da New Holland na região, para dar suporte aos nossos clientes e ao nosso parque de máquinas que não para de crescer”, afirma.

Para 2023, a PME planeja a inauguração de uma loja conceito em Luís Eduardo Magalhães (BA), que também irá dar suporte às unidades do Piauí, como a toda a operação do grupo na área do Cerrado. “Será uma das maiores e mais modernas do país”, diz Pianna. Ao todo, a PME está presente em 5 estados, com 9 lojas New Holland no total.

Segundo o diretor executivo da PME, a unidade de Uruçuí está preparada para atender a todos os perfis de produtores, desde o pequeno ao grande, o que deve demandar uma gama variada de produtos e soluções do portifólio da New Holland, tais como tratores, pulverizadores, colheitadeiras e plantadeiras, além de uma ampla oferta de soluções e implementos.

“Temos uma longa parceria com a PME Máquinas, desde 1985, o que nos dá a garantia de poder ter proximidade com os nossos clientes e trazer a solução ideal para as necessidades de cada um deles, além de levar o melhor do atendimento New Holland aos agricultores da região do Matopiba. Estamos focados em entregar produtos e serviços de qualidade, além de um pós-venda, com peças e serviços, essencial para que nossos clientes possam buscar o aumento de sua produtividade”, afirma Flávio Mazetto, diretor de Desenvolvimento de Rede, Gerenciamento de Projetos e Inovações de Negócios da New Holland Agriculture para a América Latina.

A PME foi fundada em 1985, no Espírito Santo, como uma empresa do Grupo Pianna, que tem mais de 60 anos de experiência na distribuição de produtos para o campo. Com tempo e experiência no setor de construção e agrícola, é hoje uma empresa sólida e que tem em seu DNA o foco em construir um forte relacionamento com seus clientes, alcançado por meio de seu compromisso do pós-venda de conquistar a confiança deles.

22/11/2022 0 Comentários
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Brasil exporta 3,89 milhões de sacas de café em setembro, alta de 3,1%
Notícias

Funcafé: cafeicultores já podem acessar os R$ 6 bilhões disponíveis

Por redação 22/11/2022
Escrito por redação

Dos R$ 6,058 bilhões contratados, já foram desembolsados às instituições financeiras R$ 4,752 bilhões

Funcafé: cafeicultores já podem acessar os R$ 6 bilhões disponíveisAs linhas totais de crédito para os financiamentos da produção e recuperação de cafezais danificados do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) já estão disponíveis pelas 37 instituições financeiras, entre bancos e cooperativas aptas para operar nesta temporada. Os extratos das contratações foram publicados no Diário Oficial da União (DOU). Os cafeicultores brasileiros já podem acessar os R$ 6,058 bilhões do Fundo disponibilizados para a safra 2022/2023.

Os agentes financeiros são: Banco ABC Brasil , Banco Bandes, Banco Banestes, Banco China Construction Bank S.A., Banco BNP Paribas Brasil, Banco Bradesco, Banco Regional do de Brasília – BRB, Caixa Econômica Federal, Banco Citibank S.A, Banco Cooperativo Sicoob S.A – Banco Sicoob, Banco Cooperativo Sicredi, Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais-BDMG, Banco do Brasil, Banco Fibra, Banco Inter S.A, Banco Itaú Unibanco S.A, Banco RaboBank, Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul – BRDE, Banco Ribeirão Preto, Banco Safra, Banco Santander Brasil, Banco BTG Pactual S.A, Banco Votorantin, CCLA de Carmo do Rio Claro-SICOOB CREDICARMO, Coop. De Crédito de Livre Adm. Da Região de Varginha – Sicoob Credivar, CCLA do Sudoeste de MG e Nordeste de SP- SICOOB AGROCREDI, CCLA da Região de Alpinópolis-SICOOB CREDIALP , CCLA de Patrocínio-SICOOB COOPACREDI, Cooperativa de Cred. Rural dos Prod. De Cana da Reg. de Guaranésia – SICOOB CREDINTER, Cooperativa Central de Crédito de Minas Gerais – SICOOB CENTRAL CREDIMINAS, Cooperativa Central de Crédito do Espírito Santo – SICOOB CENTRAL ESPÍRITO SANTO, Cooperativa de Crédito de Livre Admissão do Oeste Mineiro-SICOOB CREDICOPA, Desembahia- Agência de Fomento do Estado da Bahia, Coop. de Crédito de Livre Adm. da Região de Carmo do Paranaíba – Sicoob Credicarpa, Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo – SICOOB CREDICOM, Cooperativa Central de Crédito com Interação Solidária – CRESOL BASER e Cooperativa de Crédito Noroeste de Minas – SICOOB NOROESTE DE MINAS.

Os recursos são desembolsados pelo Funcafé conforme solicitação dos agentes financeiros. Dos R$ 6,058 bilhões contratados, já foram desembolsados às instituições financeiras R$ 4,752 bilhões.

As linhas de crédito disponíveis são destinadas para os financiamentos dos tratos culturais da lavoura, armazenagem, comercialização e aquisição do produto, capital de giro para indústrias e cooperativas de produção, e ainda para recuperação de cafezais danificados por chuvas de granizo, geadas, vendavais ou outros fenômenos climáticos.

Os recursos disponíveis estão distribuídos nas seguintes linhas:

I – crédito de custeio: até R$ 1,57 bilhão

II – crédito de comercialização: até R$ 2,17 bilhões

III – Financiamento para Aquisição de Café (FAC): até R$ 1,38 bilhão

IV – crédito para capital de giro para indústrias de café solúvel e de torrefação de café e para cooperativa de produção: até R$ 775 milhões

V – crédito para recuperação de cafezais danificados: R$ 160 milhões

A taxa de juros do Funcafé para esta safra está limitada em 11%. A remuneração do Fundo foi estabelecida em 8%, mantendo a remuneração do agente financeiro em até 3%, sendo de livre negociação entre as partes.

Fonte: Mapa
22/11/2022 0 Comentários
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Tecnologia

Máquina sueca para plantio de mudas de eucalipto é testada no Brasil

Por redação 21/11/2022
Escrito por redação

Equipamento permitirá à empresa retomar mecanização após concentrar plantio em período de chuvas para economizar água

Máquina sueca para plantio de mudas de eucalipto é testada no BrasilCom planos de se alinhar cada vez mais à indústria 4.0, a Aperam BioEnergia fechou uma parceria com a sueca Plantma Forestry e seu Dealer Timber Forest para ser a primeira a testar, no Brasil, uma máquina capaz de realizar o plantio mecanizado de mudas de eucalipto em suas florestas renováveis, no Vale do Jequitinhonha, durante o período de chuvas, o que é inédito no Brasil.

O equipamento chegará nos próximos dias a Capelinha, no Vale do Jequitinhonha, onde a Aperam BioEnergia mantém suas unidades dedicadas ao plantio de eucalipto. A madeira cultivada ali é transformada em carvão vegetal e utilizada como energia para a produção do Aço Verde Aperam, na usina siderúrgica de Timóteo (MG).

O diretor de Operações da Aperam BioEnergia, Edimar de Melo Cardoso, explica que a empresa sempre foi referência no plantio mecanizado de mudas, mas, em 2019, abriu mão dessa vantagem tecnológica por uma questão de sustentabilidade, decidindo concentrar o plantio apenas em períodos chuvosos. “Com isso, essa etapa, que era 90% mecanizada, voltou a ser manual. Mas a escassez de mão de obra temporária evidenciou a necessidade de inovar, de buscar um equipamento capaz de fazer o serviço também durante o período chuvoso”, diz. Ele ressalta que, por outro lado, a economia de captação de água em represas pela medida foi grande: o equivalente a 110 mil metros cúbicos de água por ano desde 2019, ou 330 mil caminhões pipa nos três anos.

“Não temos no Brasil uma máquina que faça o plantio mecanizado com eficiência na época de chuvas. Nossa expectativa com a Plantma é grande e, caso os testes sejam bem sucedidos, temos a intenção de estudar a inclusão do equipamento do nosso parque de máquinas”, acrescenta Benone Braga, gerente executivo da Aperam BioEnergia.

A máquina será utilizada pelos próximos dois meses na região. Segundo Benone, retomar a mecanização no plantio, que permanecerá concentrado na época das chuvas em função de uma maior sustentabilidade da operação, vai garantir mais regularidade e precisão ao processo. E permitirá que os colaboradores que hoje se dedicam a essa função manual possam ser capacitados para atuar em atividades de maior valor agregado.

A Plantma-X cultiva, compacta e planta até 25 mudas por minuto, dependendo das condições do terreno. Além disso, sensores e câmeras coletam e armazenam dados da operação, podendo, inclusive, fazer correções durante o processo. Antes de ser lançada, em 2020, a máquina foi testada por três grandes empresas florestais na Suécia em uma variedade de condições, tipos de solo, diferentes mudas etc.

“A Plantadeira PlantMax X2 é resultado de anos de pesquisa, realizada por profissionais com gigantesco currículo de realização na mecanização florestal. Por entenderem cada aspecto e desafio no plantio de mudas, que precisa superar incontáveis variáveis, foram capazes de entregar solução para cada ponto de dificuldade. A expectativa é que, em pouco tempo, a máquina seja validada também aqui no Brasil”, afirma o coordenador de marketing da Timber, Rafael Macedo.

Ele lembra que, atualmente, o apelo pela mecanização na silvicultura é gigantesco não apenas em virtude da escassez de mão de obra, mas também por problemas de segurança, desconforto na operação manual e redução de custos.

21/11/2022 0 Comentários
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Notícias

Produção de grãos no Brasil deve crescer 36,8% em 10 anos

Por redação 21/11/2022
Escrito por redação

Já o volume produzido de carnes deverá passar para 35 milhões de toneladas no final da próxima década, com um aumento de 23%

Produção de grãos no Brasil deve crescer 36,8% nos próximos 10 anosA produção de grãos no Brasil deverá aumentar 36,8% nos próximos dez anos, chegando a um total de 370,5 milhões de toneladas na safra 2031/2032. Esse acréscimo corresponde a uma taxa de crescimento de 2,7% ao ano. Algodão, milho de segunda safra e soja devem continuar puxando o crescimento da produção de grãos.

Os números são do estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 2021/22 a 2031/32, feito pela Secretaria de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), pela Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), e pelo Departamento de Estatística, da Universidade de Brasília (UnB).

BLACK WEEK: ASSINE MÁQUINAS & INOVAÇÕES AGRÍCOLAS COM 40% DE DESCONTO

Segundo o estudo, o mercado interno, as exportações e os ganhos de produtividade deverão ser os principais fatores de crescimento na próxima década. O estudo aponta uma tendência de crescimento com ganhos de produtividade, já que a área de grãos deve aumentar 17% entre 2021/22 e 2031/32, passando de 74,3 milhões de hectares em 2021/22 para 86,9 milhões de hectares em 2031/32, o que corresponde a um acréscimo anual de 1,6%.

As projeções de grãos referem-se aos 16 produtos pesquisados mensalmente pela Conab, como parte de seus levantamentos de safra (Algodão, amendoim, arroz, aveia, canola, centeio, cevada, feijão, gergelim, girassol, mamona, milho, soja, sorgo, trigo e triticale). Nesta atualização das projeções, o mês de setembro da safra 2021/2022 foi tomado como base para o início da série projetada.

Carnes

A produção de carnes (bovina, suína e aves) deverá passar de 28,4 milhões de toneladas em 2021/22 para 35 milhões de toneladas no final da próxima década, com um aumento de 23%. O maior aumento de produção deve ocorrer em carne de frango, 25,6%, carne suína, 29,1% e carne bovina, 14,9%.

Segundo o estudo, esses percentuais podem ser ainda maiores, tendo em vista o aumento da procura por proteína animal. Deverá ser realizado um esforço de crescimento que consiste em infraestrutura, investimento em pesquisa e financiamento no setor, aponta o relatório.

Exportações

As exportações de carne suína devem crescer 38,9% na próxima década, chegando a 1,5 milhão de toneladas. Carne bovina e de frango também devem crescer, respectivamente 34,1% e 26,2%. Nos grãos, o destaque das exportações é a soja em grão, com previsão de crescimento de 48,9%, chegando a 114,9 milhões de toneladas. Algodão em pluma e celulose também devem ganhar espaço no mercado externo, com crescimento de 38,6¨e 32,8% nas exportações.

Apesar de ser um grande exportador de vários produtos, o mercado interno continua sendo muito relevante. Na produção de carnes, cerca de 70% fica no mercado interno e, na produção de grãos, por volta de 60% fica internamente. O relatório sugere que o país deve aproveitar suas vantagens comparativa em carnes e frutas

Regiões

O estado do Mato Grosso deve liderar a expansão da produção de milho na próxima década. A produção deve passar de 41,6 milhões de toneladas na safra 2021/2022, para 56,9 milhões em 2031/2032. Na soja, destacam-se como líderes de expansão da produção os estados de Mato Grosso, Pará, Rondônia e Mato Grosso do Sul.

Na região formada pelos estados de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, conhecida como Matopiba, a produção de grãos deverá passar de 31,8 milhões em 2021/2022 para 40,2 milhões de toneladas nos próximos 10 anos, em uma área plantada de, 10,3 milhões de hectares em 2031/32.

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Notícias

COP-27: CNA reafirma compromisso com segurança alimentar

Por redação 21/11/2022
Escrito por redação

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) destacou compromisso do produtor rural com a sustentabilidade ambiental e a segurança alimentar

CNA reafirma compromisso do agro com segurança alimentar na COP-27

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) avaliou que o agro brasileiro conseguiu “dar seu recado ao mundo” em relação ao compromisso do produtor rural com a sustentabilidade ambiental e a segurança alimentar na Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas – COP-27, que terminou oficialmente na sexta (18), embora ainda haja negociações que podem se estender no fim de semana, mas sem grandes expectativas de avanços.

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“O país veio mostrar suas ações para cumprir metas do Acordo de Paris e contribuir com o fornecimento de alimentos para um bilhão de pessoas no mundo. E sempre de maneira sustentável, sem recuar de seus esforços, diferentemente de muitos países. Além disso, demos todo o suporte necessário aos negociadores brasileiros nessas duas semanas sobre os pontos importantes do setor”, afirmou o presidente da Comissão Nacional de Meio Ambiente da CNA, Muni Lourenço.

No entanto, Muni ressaltou que, até agora, o avanço nas negociações ficou aquém das expectativas em relação à implementação de medidas como o financiamento de ações pelos países desenvolvidos para que aqueles em desenvolvimento possam enfrentar os problemas decorrentes das mudanças climáticas, segundo o

“Havia muitas expectativas em relação a este tema para que os países desenvolvidos, que contribuíram fortemente para o aumento da temperatura global, pudessem fazer aportes em termos de investimentos e cooperação técnica, mas vamos seguir esperando por avanços para as próximas conferências”, ressaltou.

Outro ponto nas negociações que foi insuficiente, de acordo com Lourenço, foi a definição de instrumentos para a operacionalização do mercado de carbono. “Pelo ativo ambiental que o Brasil possui, o país poderia dar grande contribuição ao mundo neste mercado, mas infelizmente tivemos avanços tímidos”. Por outro lado, ele destacou que houve avanços em relação ao Grupo de Koronívia, reconhecendo a importância da agricultura para a redução das emissões de gases de efeito estufa.

“O Brasil tem programas e tecnologias que sempre conciliaram produção com preservação ambiental e o grupo reconheceu a importância de programas como o ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono), que é referência mundial em questão de sustentabilidade e sequestro de carbono, e o Grupo de Trabalho reconheceu essa importância”.

Demandas do agro na COP-27

A CNA destacou cinco temas relevantes no posicionamento para a COP-27 entregue ao governo: nova meta quantificada de financiamento climático; mecanismos focados em adaptação; adoção do plano de ação para agricultura, resultado das negociações de Koronívia; operacionalização dos mecanismos de mercado de carbono; e recomendações de ordem geral aos negociadores brasileiros.

O presidente da Comissão de Meio Ambiente da CNA também destacou a realização do Dia do Agro, no último dia 14, e a presença do cientista Rattan Lal, ganhador do Prêmio Nobel da Paz em 2007 e do Prêmio Mundial da Alimentação em 2020 por trabalhos que focam na preservação do solo para a garantir a segurança alimentar e climática. Em sua participação, o cientista fez vários elogios à agricultura brasileira como exemplo bem-sucedido de sustentabilidade. “O que ele disse, com toda sua autoridade, só confirma o que temos feito em termos de agricultura sustentável e confirmando que o agro é essencial para a segurança alimentar mundial”, disse Muni Lourenço.

Ainda nos debates do Dia do Agro, o Sistema CNA/Senar participou de debates sobre segurança alimentar e climática e políticas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas, com a participação de especialistas brasileiros e estrangeiros.

“O agro brasileiro marcou sua posição e foi ouvido pelo mundo mostrando que o país é uma potência ambiental e energética e parte da solução dos problemas climáticos. Segurança alimentar e climática caminham juntas”, afirmou.

O Sistema CNA/Senar também participou do lançamento do Projeto Vertentes, que busca promover a gestão sustentável do meio ambiente em propriedades rurais de soja e pecuária de corte em uma área de 47,1 milhões de hectares no cerrado nos próximos anos.

Ainda na programação, houve reuniões com autoridades e parlamentares, além de instituições estrangeiras e brasileiras para discutir temas relacionados à sustentabilidade e segurança alimentar.

Além de Muni Lourenço, integraram a comitiva da CNA no Egito o vice-presidente de Relações Internacionais, Gedeão Pereira, o consultor técnico e jurídico da CNA, Rodrigo Justus, o coordenador de Sustentabilidade da CNA, Nelson Ananias, o consultor Rodrigo Lima, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg), Antônio Pitangui de Salvo, a gerente de Sustentabilidade da Faemg, Mariana Ramos, e a assessora de Sustentabilidade da Federação, Ana Paula Mello.

21/11/2022 0 Comentários
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CNH Industrial anuncia mudanças na equipe de liderança sênior
Tecnologia

CNH Industrial anuncia mudanças na equipe de liderança sênior

Por redação 18/11/2022
Escrito por redação

Vilmar Fistarol liderará a região da América do Norte, a partir do final de janeiro de 2023, após mais de uma década como presidente da América Latina

CNH Industrial anuncia mudanças na equipe de liderança sênior

Rafael Miotto é o novo presidente da CNH Industrial para a América Latina e assumirá a responsabilidade pela região a partir de janeiro de 2023

Vilmar Fistarol liderará a região da América do Norte, a partir do final de janeiro de 2023, após mais de uma década como presidente da América Latina, período durante o qual aumentou continuamente as vendas das marcas da CNH Industrial na região para posições de liderança de mercado. Vilmar trabalhou na CNH Industrial e em suas empresas predecessoras por mais de 31 anos em vários cargos de liderança. Ele substitui Brad Crews, cuja próxima transição para uma nova função no segmento de agricultura foi anunciada em setembro de 2022.

Rafael Miotto (foto) assumirá a responsabilidade pela região da América Latina a partir de janeiro de 2023, e esta nomeação fará com que ele se junte à equipe de liderança sênior da empresa. Rafael liderou com sucesso a marca New Holland Agriculture na América Latina, nos últimos cinco anos e, em seus 18 anos na empresa, adquiriu ampla experiência em vendas e marketing, pós-venda e operações comerciais.

“A CNH Industrial está focada em atender nossos clientes, agricultores e construtores de todo o mundo. Em Vilmar e Rafael, temos dois líderes comprovados, comprometidos em gerar sucesso cada vez maior em duas regiões importantes para os negócios de agricultura e construção”, disse Scott W. Wine, CEO da CNH Industrial. “Estou confiante de que eles gerarão valor significativo para nossos clientes, revendedores e todos os stakeholders”.

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Notícias

Prêmio Nobel diz que agricultura brasileira é história de sucesso

Por redação 18/11/2022
Escrito por redação

Rattan Lalfalou visitou o estande brasileiro da COP27

Prêmio Nobel diz que agricultura brasileira é história de sucessoO estande do Brasil na 27ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP27) recebeu na quarta, dia 16, Rattan Lal, ganhador do Prêmio Nobel da Paz em 2007. Professor Universitário de Ciência do Solo e diretor do Centro de Gerenciamento e Sequestro de Baixo Carbono da Universidade Estadual de Ohio, o especialista indiano foi também vencedor do Prêmio Mundial da Alimentação, em 2020.

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Segundo Lal, o exemplo da agricultura brasileira é uma história de sucesso. “Posso dizer que o processo de conservação na agricultura brasileira foi feito de uma maneira muito apropriada”, disse o indiano, durante painel com o tema Segurança Alimentar e Paz.

Rattan Lal falou sobre a primeira visita que fez ao Brasil, em 1975, e disse que, desde então, tem mantido relação próxima com o país. “Testemunhei um milagre acontecendo no Brasil devido à excelência na ciência, à transformação da ciência em realidade e às boas políticas.”

“A ciência brasileira e suas informações são muito boas. Tenho muito orgulho, porque muitos dos meus estudantes são brasileiros”, acrescentou.

Durante a apresentação, o Prêmio Nobel da Paz falou sobre técnicas e cuidados com o manejo sustentável do solo, fertilizantes, e sobre uso racional da água. Ele lembrou que 70% de toda a água utilizada pela população mundial tem como destino a agricultura.

Para Rattan Lal, o principal desafio global é o de garantir a segurança alimentar, a ser obtida por meio de uma produção que resulte em mais alimentos, fazendo uso de menores porções de terra, água e fertilizantes.

Na avaliação do especialista, o Brasil ocupa lugar de destaque na produção de alimentos, com alto nível científico nas questões de uso do solo e conhecimento aplicado à agricultura. A expectativa, segundo ele, é compartilhar esse conhecimento com a África.

“A revolução verde ainda não aconteceu lá e as colheitas são muito baixas. Se conseguirmos essa cooperação entre Brasil e os países da África Subsaariana, isso iria trazer uma revolução para a agricultura africana. Eles têm recursos naturais no que diz respeito à terra, água, chuva, clima e ecossistema. É só uma questão de vontade política para traduzir ciência em ação. Eu acho que o Brasil pode ajudar com essas políticas na África”, disse.

COP27

A terça-feira, no estande do Brasil na COP 27, teve ainda painéis sobre pecuária, segurança alimentar e segurança climática; ciência, tecnologia e inovação para sustentabilidade; mercado de carbono e ativos ambientais e políticas públicas para a promoção e adaptação nos trópicos.

Além disso, o Brasil tem promovido diversos painéis em que são discutidos temas relevantes da pauta do país para a COP 27, como a geração de energia limpa, o mercado de carbono e a força da agricultura sustentável no país, entre outros.

Fonte: Agência Brasil
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Notícias

Valor da produção agropecuária em 2022 deve chegar a R$ 1,2 trilhão

Por redação 18/11/2022
Escrito por redação

O valor da produção agropecuária estimado para o ano é um pouco inferior ao de 2021 (R$ 1,188 trilhão)

Valor da produção em 2022 deve chegar a R$ 1,2 trilhão

O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) em 2022 deve chegar a R$ 1,176 trilhão, conforme estimativas de outubro do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). De acordo com os últimos dados, a projeção para o faturamento das lavouras é de R$ 812,8 bilhões (alta de 0,4%) e da pecuária, R$ 363,9 bilhões (queda de 4%). O valor estimado para o ano é um pouco inferior ao de 2021 (R$ 1,188 trilhão), porém o segundo maior em uma série histórica de 30 anos.

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Os fatores que impactaram a estimativa atual foram a retração na produção de soja no Sul do país por causa de problemas climáticos e a redução dos preços internos da pecuária.

“Este ano de 2022 mostra-se um ano quase excepcional onde tantos produtos melhoraram seu VBP. Numa relação dos que mais contribuíram para os resultados, destacam-se algodão com aumento real do VBP de 23,6%; amendoim 11,7%; banana 17,2%; batata-inglesa 13,1%; café 29,5%; cana-de-açúcar 4,5%; feijão 8,2%; mandioca 13,9%; milho 13,35; tomate 22,0% e trigo 36,4%”, informa nota da Coordenação-Geral de Políticas Públicas do Mapa.

Na pecuária, a retração foi registrada nos setores de carnes bovina, suína e de frango. “A pecuária está passando por queda de preços internos, o que impactou alguns itens, como carne bovina, de frango e suína. Por outro lado, leite e ovos tem tido bom desempenho”, explica o coordenador-geral de Políticas Públicas, José Gasques.

Estados

Entre os estados, Mato Grosso lidera com o maior VBP, seguido por Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Goiás. Em razão das perdas com a plantação de soja no Sul, o Sudeste passou para segunda posição do ranking regional, antes ocupada pela Região Sul.

VBP 2023

Com a previsão de chuvas para 2023, o VBP para o próximo ano é estimado em R$ 1,212 trilhão, 3% acima do projetado para este ano, conforme informações preliminares.

“Os órgãos federais, como IBGE e Conab, apontam que o clima será melhor em 2023, o que é bom para a agropecuária”, ressalta Gasques. Conforme previsão da Conab, as lavouras de soja devem se expandir sobre áreas de pastagens degradadas, apresentando boa recuperação da produção do grão no ano que vem.

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Notícias

Alckmin anuncia equipe de transição para a agricultura

Por redação 18/11/2022
Escrito por redação

Três ex-ministros farão parte do grupo: senadora Kátia Abreu (PDT-TO), Neri Geller e Luis Carlos Guedes Pinto

Alckmin anuncia nomes da equipe de transição para a agriculturaO vice-presidente da República eleito, Geraldo Alckmin, anunciou os nomes dos ex-ministros da Agricultura, senadora Kátia Abreu (PDT-TO), Neri Geller e Luis Carlos Guedes Pinto, como membros da equipe de transição dedicada ao setor rural.

O grupo anunciado por Alckmin também contará com a participação do senador Carlos Fávaro (PSD-MT), do presidente da União da Indústria de Cana-de-açúcar e Bioenergia (Unica), Evandro Gussi, do ex-presidente da Embrapa, Silvio Crestana, e da ex-chefe geral da Embrapa Amazônia Oriental, Tatiana de Abreu Sá.

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Integra a equipe da Agricultura:

Carlos Fávero, agropecuarista e senador por MT;
Evandro Gussi, presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia;
Joe Vale, engenheiro florestal;
Katia Abreu, ex-ministra da Agricultura;
Luiz Carlos Guedes, ex-ministro da Agricultura;
Neri Geller, ex-ministro da Agricultura;
Silvio Crestana, ex-diretor-presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária;
Tatiana de Abreu Sá, ex-diretora-executiva da Embrapa.

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Notícias

COP-27: importância do solo para a segurança alimentar

Por redação 16/11/2022
Escrito por redação

COP-27 debate importância do solo para a segurança alimentar

O presidente da Comissão Nacional de Meio Ambiente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Muni Lourenço, participou, na segunda (14), do painel “Segurança alimentar é paz”, realizado na programação do Dia do Agro no Pavilhão Brasil durante a COP-27, que teve como convidado principal o cientista paquistanês Rattan Lal, ganhador do Prêmio Nobel da Paz em 2007 e do Prêmio Mundial da Alimentação em 2020.

COP27 destaca desafios e soluções agrícolas diante da mudança climática

O debate foi moderado pelo secretário de Inovação, Desenvolvimento Sustentável e Irrigação do Ministério da Agricultura, Cleber Soares, que destacou a importância do tema em um momento que o mundo discute globalmente três temas fundamentais: segurança alimentar, segurança climática e segurança energética.

Rattan Lal ganhou reconhecimento por trabalhos voltados para a agricultura regenerativa e sustentável e para a conservação do solo como fator-chave para questões globais como a adaptação às mudanças climáticas e a segurança alimentar a partir do uso correto e da valorização e conservação do solo.

Em sua exposição, ele ressaltou a importância de desenvolver sistemas inovadores para recuperar o meio ambiente e disse que o Brasil pode ter papel fundamental neste processo com o uso dos recursos naturais e uma agricultura inteligente, dando mais eficiência à atividade. “O Brasil pode ser um modelo de liderança global para o sequestro de carbono. O solo é base para este objetivo e esperamos que a COP tenha decisões voltadas para esta questão”.

Os outros palestrantes foram o secretário da Amazônia e Serviços Ambientais do Ministério do Meio Ambiente, Marcelo Freire, a da diretora de Sustentabilidade do Ministério da Agricultura, Fabiana Villa.

Em seu discurso, Muni Lourenço destacou que o reconhecimento do país como potência agrícola, ambiental e energética, graças ao trabalho da ciência e da tecnologia e muitos desses conhecimentos, completou, tiveram o cientista Nobel da Paz como referência. “Tudo isso confirma que sustentabilidade ambiental e segurança alimentar caminham juntas”.

Para o representante do Ministério do Meio Ambiente, “muito do que o Brasil é hoje é fruto do entendimento do trabalho do cientista”, fazendo com que o Brasil seja parte da solução do enfrentamento aos desafios das mudanças climáticas e da agricultura inteligente.

Segundo Fabiana, do Mapa, os Programas ABC e ABC+ são iniciativas que mostram o trabalho da agropecuária para adaptação e resiliência do setor em relação às mudanças climáticas, com práticas sustentáveis que buscam, entre outros objetivos, conciliar produção e preservação ambiental com renda e o sequestro de carbono.

16/11/2022 0 Comentários
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