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Tecnologia

MWM anuncia linha própria de torres de iluminação no Brasil

Por redação 04/11/2022
Escrito por redação

As torres de iluminação chegam ao mercado com a qualidade e tradição MWM

MWM anuncia linha própria de torres de iluminação no BrasilA MWM, fabricante de motores e grupos geradores de energia elétrica, anuncia o lançamento de sua linha própria de torres de iluminação para segmentos diversos, como: construção, mineração, indústria, agricultura e eventos.

As torres de iluminação da MWM estarão disponíveis nas versões Diesel (LT1400-D) e fotovoltaica (LT300-S) e compartilharão a linha de montagem e processo produtivo dos já tradicionais grupos geradores da marca, sinônimo de qualidade, eficiência e alta tecnologia. A linha de produção atual tem capacidade de 7.000 unidades/ano, entre grupos geradores e as novas torres de iluminação.

Assim como as demais linhas de produtos, e mantendo o DNA exportador da companhia, as torres de iluminação MWM serão destinadas ao mercado local e para a exportação, com destaque para os países da América Latina, como Argentina, México, Chile e Paraguai, além dos mais de 45 países que a companhia já exporta seus produtos.

MWM anuncia linha própria de torres de iluminação no BrasilMercado em expansão

Este lançamento reforça ainda mais a presença da MWM no mercado brasileiro, em um contexto de alta demanda por torres de iluminação, em um segmento que sempre foi carente de produtos nacionais.

O presidente e CEO da MWM Motores e Geradores destaca que a empresa enxerga grandes oportunidades para este negócio nos próximos anos.

“A MWM apresenta ao mercado as novas torres de iluminação em um cenário de elevada demanda por produtos seguros e confiáveis. Nossas torres de iluminação são projetadas e desenvolvidas no Brasil, o que garante aos clientes o atendimento às suas necessidades, com toda a tradição, qualidade, robustez e confiabilidade que há 69 anos a MWM entrega em todas as linhas de produtos, de forma que os nossos parceiros tenham ganhos reais em aumento de produtividade, e é claro, além de contar com a extensa rede de peças de reposição e serviços da MWM no Brasil e também no mundo”, disse José Eduardo Luzzi.

Tecnologia de ponta

Com tecnologia de ponta, as novas torres de iluminação MWM garantem durabilidade e confiabilidade para as mais diversas aplicações. “As Torres de Iluminação MWM, nas versões Diesel e fotovoltaica, são projetadas com design compacto, o que auxilia na otimização do transporte, além disso, extensa área iluminada, com baixo custo operacional e consequentemente alta produtividade”, explica o Diretor da Unidade de Negócios de Motores e Geradores Cristian Malevic.

“Também é importante ressaltar que a versão fotovoltaica da torre de iluminação MWM foi desenvolvida com base nos objetivos da MWM em ofertar ao mercado soluções que propiciem aos clientes ganho de produtividade aliado à redução de emissão de gases de efeito estufa”, ressalta Cristian.

A MWM já produziu mais de 4,6 milhões de motores em 69 anos de história, com exportações para mais de 45 países e possui uma extensa rede de serviços com mais de 1.200 pontos instalados em todo Brasil e no mundo.

04/11/2022 0 Comentários
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Notícias

FAO destaca automação da agricultura em relatório

Por redação 04/11/2022
Escrito por redação

Processo de automação da agricultura pode reduzir trabalho humano, melhorar sustentabilidade ambiental e facilitar adaptação e mitigação das mudanças climáticas

FAO destaca automação da agricultura em relatório

O mais novo relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), “Estado da Alimentação e da Agricultura no Mundo 2022 (SOFA)”, destaca a contribuição da automação para a transformação dos sistemas agroalimentares, contribuindo para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

O relatório argumenta que a automação da agricultura, que inclui desde o uso de tratores até a implementação de inteligência artificial agrícola, pode aumentar a produtividade e a resiliência, melhorar a qualidade do produto e a eficiência dos recursos, reduzir o trabalho humano e a escassez de mão de obra, melhorar a sustentabilidade ambiental e facilitar a adaptação e a mitigação das mudanças climáticas.

Os resultados vêm da análise de 27 estudos de caso sobre o uso da tecnologia em diferentes estágios de progresso, que identifica as diferentes barreiras que podem impedir a aplicação dessas tecnologias, especialmente por pequenos produtores. Com base nessa análise, a publicação sugere políticas para garantir que a automação agrícola seja inclusiva e contribua para alcançar sistemas agroalimentares sustentáveis ​​e resilientes.

O relatório também analisa, no entanto, que a adoção de novas tecnologias, cujo acesso ainda tende a ser limitado, pode aprofundar as desigualdades, principalmente se permanecerem inacessíveis aos pequenos produtores e outros grupos marginalizados, como jovens e mulheres.

Finalmente, o SOFA aborda a preocupação generalizada sobre as possíveis repercussões negativas da mudança tecnológica que economiza mão de obra em termos de deslocamento de emprego e desemprego. Embora conclua que tais temores são exagerados, ele reconhece que a automação da agricultura pode levar ao desemprego em locais onde a mão de obra rural é abundante e os salários são baixos.

“A FAO está convencida de que sem progresso tecnológico e aumento da produtividade não é possível tirar centenas de milhões de pessoas da pobreza, da fome, da insegurança alimentar e da má nutrição”, escreveu o diretor-geral da agência, QU Dongyu, no prefácio do relatório. “O que importa é como o processo de automação é realizado na prática, não se ocorre ou não. Devemos garantir que a automação seja realizada de forma inclusiva e que promova a sustentabilidade.”

Progresso desigual

A mecanização motorizada tem sido uma importante forma de automação na produção agrícola e um componente fundamental de transformação mundial. No entanto, sua adoção tem sido desigual em diferentes partes do mundo. Um exemplo são as estatísticas disponíveis sobre o número de tratores por mil hectares de terra arável em todo o mundo, que explicam o progresso desigual nas diferentes regiões em direção à mecanização.

No caso da América Latina e do Caribe, a região apresentou avanços consideráveis ​​em termos de mecanização, impulsionados pela evolução do sistema agrícola, transformação estrutural e urbanização. Na verdade, o número de tratores por mil hectares de terra arável quase triplicou– de cinco na década de 1960 para 14 na década de 2000.

O SOFA percebe que na região foram os atores privados que promoveram a mecanização agrícola. No entanto, os governos também tiveram um papel fundamental, criando um ambiente propício à mecanização, como por exemplo, por meio de programas públicos desenvolvidos por governos da Argentina, Costa Rica, Equador e Peru, que deram acesso a crédito com juros baixos e isenções fiscais. Além disso, vários países, como o Peru, isentaram as máquinas agrícolas de impostos de importação.

Recomendações políticas

O princípio geral das recomendações de políticas oferecidas pelo relatório está centrado na ideia de mudança tecnológica responsável. Isso envolve antecipar os impactos das tecnologias na produtividade, resiliência e sustentabilidade, ao mesmo tempo em que se concentra em grupos marginalizados e vulneráveis.

A chave seria criar um ambiente propício que exija que vários instrumentos políticos trabalhem juntos de maneira coerente. Isso inclui legislação e regulamentação, infraestrutura, arranjos institucionais, educação e treinamento, pesquisa e desenvolvimento e apoio a processos de inovação privados.

Os esforços para reduzir a disseminação desigual da automação devem incluir investimentos inclusivos envolvendo produtores, fabricantes e prestadores de serviços, com atenção especial para mulheres e jovens, a fim de desenvolver tecnologias e adaptá-las às necessidades dos usuários finais.

Além disso, investimentos e outras ações políticas destinadas a promover a automação agrícola responsável devem ser baseadas em condições específicas do contexto, como o estado da conectividade, desafios relacionados ao conhecimento e habilidades, adequação da infraestrutura e desigualdade no acesso ao emprego. Até as condições biofísicas, topográficas e climáticas desempenham um papel. Por exemplo, pequenas máquinas e até mesmo equipamentos manuais podem trazer benefícios substanciais para pequenos agricultores em terrenos acidentados.

Fonte: Datagro
04/11/2022 0 Comentários
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Produção de cana-de-açúcar deve alcançar 673,2 milhões de toneladas na safra 2025/26
Tecnologia

Cana-de-açúcar: Tereos lança desafio para startups de automação

Por redação 04/11/2022
Escrito por redação

Em parceria com o AgTech Garage, iniciativa faz parte da estratégia da companhia para estimular a inovação em diversos processos produtivos

Cana-de-açúcar: Tereos lança desafio para startups de automação

A Tereos está com inscrições abertas para um desafio de startups em parceria com o hub de inovação AgTech Garage. O desafio tem como tema a “Automação no plantio de cana-de-açúcar” e visa encontrar soluções de tecnologias que auxiliem a companhia a promover mais assertividade e produtividade nessa etapa da cadeia produtiva. As startups interessadas em apresentar suas soluções para a empresa têm até o dia 23 de novembro para se inscreverem.

Para as startups, a iniciativa é uma oportunidade de apresentarem e validarem suas tecnologias em parceria com uma das empresas líderes do setor sucroenergético. Para obter mais informações sobre o desafio, é só acessar: https://www.agtechgarage.com/desafio-tereos/.

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Notícias

Seca impacta produtividade de soja e milho

Por redação 04/11/2022
Escrito por redação

Live promovida pela CNA, na terça (1º), divulgou os custos de produção de cereais, fibras e oleaginosas

Seca impacta produtividade de soja e milho na safra 2021/22A falta de chuvas prejudicou o desenvolvimento da soja e do milho, principalmente na região Sul e no Mato Grosso do Sul, na safra 2021/2022, de acordo com os resultados dos levantamentos de custos de produção do Projeto Campo Futuro.

Os dados da cadeia produtiva de cereais, fibras e oleaginosas (soja, milho, trigo, arroz e feijão) foram apresentados na terça (1º), durante uma live promovida pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Durante o debate, o assessor técnico da CNA, Tiago Pereira, afirmou que as regiões analisadas sofreram influência das condições climáticas, principalmente estiagem no ciclo 2021/2022. “A escalada de preços dos insumos e os conflitos geopolíticos também interferiram na condução das atividades”.

O pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), Mauro Osaki, apresentou os principais resultados do Campo Futuro neste ano. Segundo ele, o Custo Operacional Efetivo (COE) das regiões analisadas para as cinco culturas sofreu alta na safra 2021/2022, se comparado ao ciclo anterior. O fertilizante foi o principal item que pesou no COE.

Soja

Em relação à soja, Mauro informou que a seca prejudicou o desenvolvimento do grão no Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. “A estiagem provocou grandes prejuízos em Tupanciretã (RS), por exemplo, que registrou produtividade de 13 sacas por hectare e margem bruta negativa de R$ 2,4 mil por hectare”, disse.

Milho

De acordo com os dados apresentados, a seca também prejudicou os resultados do milho verão na região Sul. Os ataques de cigarrinha também foram um fator que impactou a produção. Na primeira temporada, o custo com inseticida aumentou 21%. Segundo o pesquisador, o preço médio do milho aumentou 13% na safra verão 2021/2022, mas a receita bruta média caiu 7% no mesmo período. Essa retração se deve a quebra da produtividade de 20%. O COE ficou 31,1% superior em relação à temporada 2020/2021.

Trigo

Os resultados dos levantamentos revelam que o preço médio do trigo subiu na safra 2021 frente a anterior, porém esse avanço não foi compatível com o aumento nos custos de produção, a exemplo do COE, que avançou 34%. Dentre as oito regiões pesquisadas, quatro registraram receita bruta superior ao Custo Operacional Total (COT), com destaque para Campos Novos (SC).

Arroz e Feijão

A falta de chuva reduziu a disponibilidade de água nos reservatórios, afetando negativamente a produtividade do arroz. A produção de feijão da 1ª safra também sofreu com a falta de chuva. Dentre as três propriedades típicas avaliadas para a produção do arroz em Uruguaiana (RS), Camaquã (RS) e Tubarão (SC)). As duas fazendas típicas do RS apresentaram as menores margens de lucro, devido ao maior desembolso com fertilizantes.

O diretor-geral da AgResource Brasil, Rafael Mandarino, também participou da live e falou sobre situações desconhecidas para os mercados agrícolas mundiais, como a grande reinicialização econômica que está em andamento à medida que as pressões inflacionárias europeias/americanas/globais aumentam, além da guerra entre Rússia e Ucrânia a seca sul-americana, que produzem o maior choque global de fornecimento de grãos desde 1914.

Para Rafael, a China e os EUA estão numa encruzilhada política e a recessão mundial e dos EUA vem como mais um fator de atenção em meio à luta dos bancos para controlar a inflação.

Mandarino apresentou ainda um panorama da inflação dos alimentos nos Estados Unidos; consumo global de milho, trigo e soja; exportações de milho da Ucrânia; exportações russas e comercialização global mensal de trigo; vendas externas brasileiras de milho e variação anual da demanda mundial de milho.

04/11/2022 0 Comentários
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Notícias

Mão de obra qualificada ainda é desafio para o agro brasileiro

Por redação 03/11/2022
Escrito por redação

Para tentar enfrentar esse problema, setor assume a função de qualificar trabalhadores; Grupo Pivot lança curso de capacitação e os melhores serão contratados

Mão de obra qualificada ainda é desafio para o agro brasileiro

Para Victor Araújo Bezerra, o programa de capacitação da Pivot lhe possibilitou ter uma profissão da qual gosta muito // Foto: Matheus Modkovski

Entre 2010 e 2019, a produção agrícola no Brasil cresceu a uma taxa anual de 2,3%, quase que o dobro da média mundial de 1,4%, registrada na mesma década, conforme relatório divulgado este ano pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O investimento em tecnologias de ponta foi fundamental para essa ascensão, mas essa forte e rápida modernização do setor, apesar de positiva, trouxe à tona um problema para o agro brasileiro: a carência de mão de obra qualificada.

Hoje são várias as ferramentas tecnológicas e digitais disponíveis aos produtores rurais para se obter uma agricultura e pecuária de alta performance. O problema é que, para operar esses modernos maquinários e entender as informações que eles trazem, é necessária mão de obra qualificada. Para tentar enfrentar esse problema, empresas do agronegócio estão assumindo esta função de qualificar trabalhadores e, com isso, preencher vagas que muitas vezes ficam meses sem candidatos.

É o caso do Grupo Pivot, empresa goiana é uma das líderes no mercado nacional de maquinários agrícolas e sistemas de irrigação, que por meio do seu programa Pivot Training já formou mais de 50 profissionais especializados em manutenção de tratores e maquinários agrícolas. Voltado para jovens que tenham interesse de seguir a carreira de técnico mecânico, o programa foi criado em 2020, como uma forma de recrutar novos talentos para a empresa e com isso suprir a demanda de mão de obra mais qualificada em alguns setores.

De acordo com a gerente de Recursos Humanos (RH) do grupo, Kenia Christine Silveira, ao serem selecionados para o treinamento, os participantes já contratados como trainees e ao longo do programa recebem também um salário mínimo. Em setembro último o programa Pivot Training formou uma nova turma com 25 novos técnicos mecânicos.

“Os que se saem melhor nas avaliações práticas e teóricas do curso são promovidos para a função de auxiliar técnico e encaminhados para vagas disponíveis em nossas lojas”, esclarece Kenia. Ela acrescenta que as inscrições para uma nova edição do programa já estão abertas. Ao todo, estão sendo oferecidas 20 vagas para o treinamento, que deve começar em janeiro de 2023. Ainda segundo a gerente de RH, quem tiver interesse pode se inscrever pelo site da Pivot (pivot.com.br) até o próximo dia 9 de novembro.

“Nós não exigimos experiência, pedimos apenas que a pessoa seja maior de 18 anos, tenha ensino médio completo, apresente vontade de aprender uma nova profissão e more próximo às cidades onde a Pivot possui lojas que participam do programa Pivot Training”, informa a gerente de RH. Além de Goiânia, o programa de capacitação da Pivot abrange as unidades em Goiás, Cristalina, Catalão, Formosa, Uruaçu e Novas Crixás; e em Minas, Unaí e Paracatu.

Treinamento

Segundo José Henrique Castro Gross, gerente corporativo de agricultura de precisão da Pivot, a maior parte do programa é realizada no Centro de Treinamento da Pivot, em Unaí, e ao longo de 12 meses, os participantes recebem aulas teóricas e práticas sobre conceitos básicos de mecânica elétrica, e depois sobre conhecimentos específicos em máquinas agrícolas. Eles também visitam as lojas da Pivot, para conhecerem e vivenciarem na prática a função de auxiliar mecânico.

“Os equipamentos agrícolas agregam uma altíssima tecnologia, que potencializam a produtividade e auxiliam o produtor rural na gestão do seu negócio. Mas para operar e cuidar da manutenção precisamos de pessoal qualificado, que está escasso no mercado. Por isso, decidimos lançar o Programa Pivot Training, cujo conteúdo programático desenvolvemos em parceria com a Case IH, marca líder internacional em soluções tecnológicas para o campo, e da qual somos um dos representantes no Brasil”, explica José Henrique.

Para o gerente, a empresa tem um ganho a média e longo prazo com a capacitação. “Acabamos tendo um profissional que é treinado dentro da filosofia de trabalho da empresa e voltado para atender as necessidades dos nossos clientes, e isso é muito importante até para a qualidade do nosso atendimento, desde o momento da compra, passando pela entrega e até a manutenção”, destaca.

Jovens talentos

Integrante da primeira turma do Pivot Training, em 2020, o técnico mecânico Leonardo Victor Araújo Bezerra, de 23 anos, diz que o programa de capacitação foi fundamental para ele. O jovem relata que no fim de 2018 veio do Maranhão para Catalão, no sul de Goiás, em busca de emprego e conseguiu um trabalho numa mineradora.

“Um ano depois, a empresa teve que dispensar muita gente. Mas pouco tempo depois, um amigo nesse lugar onde trabalhava me falou desse programa da Pivot”, relata.

Com a possibilidade de fazer um curso e ao mesmo tempo receber uma remuneração durante o treinamento, Leonardo diz que a oportunidade veio não só na hora certa, mas numa área que ele sempre gostou.

“Eu sempre gostei de mecânica, e já havia trabalhado com mecânica industrial e mecânica de carros. Herdei esse gosto do meu pai, que é mecânico industrial. E hoje, graças a essa chance que a Pivot me deu, eu tenho uma profissão da qual eu gosto muito”, destaca o jovem que atua na Pivot de Catalão.

O técnico mecânico Victor Hugo da Silva Ferreira, também de 23 anos, faz parte da segunda turma do Pivot Training. Ele conta que também sempre gostou de mecânica, mas não tinha tido ainda a oportunidade de atuar na área.

“Quando era adolescente, eu trabalhei num tipo de oficina que fazia reforma de bancos de carros, mas ainda não era o que eu queria. Querendo trabalhar numa auto-elétrica de um primo, eu acabei entrando no Senai para fazer um curso de técnico eletricista. Lá conheci um professor, que anos depois, me indicou para atuar na área de mecânica agrícola, que segundo ele, tinha muitas oportunidades de emprego e oferece uma remuneração melhor”, relata Victor Hugo, que trabalha na loja da Pivot de Nova Crixás.

Antes de entrar na Pivot, Victor conta que trabalhava na área de expedição de um frigorífico em Goiânia. Segundo ele, a chance de poder trabalhar numa profissão mais dinâmica e menos burocrática, e ainda, a possibilidade de entrar numa empresa que lhe ofereceria muito mais perspectivas de crescimento, foram primordiais para a decisão de deixar o emprego e mudar de área.

“Aqui a gente está sempre numa fazenda, tendo que viajar, então é uma atividade onde você não fica parado. E ficar parado num lugar só é o que menos gosto. Além do mais, apesar de ter nascido em Goiânia, estou gostando muito desse ambiente tranquilo de cidade do interior”, esclarece.

Serviço
O que: Inscrições para curso de capacitação da Pivot
Quando: até o dia 9 de novembro
Onde: www.pivot.com.br

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Tecnologia

Evite erros e desperdícios na aplicação de corretivos

Por redação 03/11/2022
Escrito por redação

Especialista do Grupo Piccin orienta sobre as melhores práticas na operação para otimizar o uso de produtos, tempo e ainda ser mais assertivo

Evite erros e desperdícios na aplicação de corretivosA aplicação de corretivos é uma operação muito importante dentro da safra. E assim como em outras etapas, ela exige alguns cuidados para não errar e colocar em risco o investimento e a produção. Um dos principais pontos de atenção é que toda a correção do solo seja realizada com a orientação de um profissional, que amparado em uma correta análise química e física da área a ser trabalhada, alcança a melhor indicação de correção necessária.

Com a “receita” em mãos, é hora do produtor se atentar para a compra dos insumos químicos/corretivos na formulação e quantidade indicada por este profissional.

“A partir deste momento, orientado na dosagem a ser aplicada para buscar a correção de fertilidade do solo, eis que entramos com a assertividade nas regulagens do equipamento que irá distribuir este material”, explica Joel Backes, diretor comercial no Grupo Piccin.

Esses itens são fundamentais para que não haja desperdício, além de ser mais eficiente. Fora isso, o especialista alerta para a calibração adequada do distribuidor e a aferição da aplicação em áreas teste. Agora com o equipamento ajustado e aferido corretamente conforme dosagem e velocidade de trabalho desejado, o produtor terá mais segurança da performance ideal do implemento, bem como assegurado que a operação seguiu aquela “receita”.

Também não esqueça

A manutenção preventiva das máquinas que serão utilizadas nas aplicações de corretivos também é peça chave. Em conjunto a isso é preciso respeitar os limites de faixa de aplicação e velocidade de trabalho, assim se alcançará maior eficiência e resultados na propriedade.

Outro ponto de destaque é o grande avanço de tecnologias para tornar a agricultura cada vez mais precisa, como sistemas de taxa variável vinculados a mapas de fertilidade, que continuam rompendo fronteiras, não apenas em grandes produtores, mas também em pequenos e médios. Isso, segundo Backes, resulta na facilidade e segurança de aplicação, garantindo um caminho mais rápido para o tão almejado aumento de produtividade.

“O que não pode ser omitido é que, por melhor que seja a tecnologia de agricultura de precisão embarcada nos distribuidores do mercado, o sistema necessita de equipamentos que sejam mecanicamente robustos, de fácil manutenção e engenharia de qualidade para alcançar o objetivo de fato”, diz.

Ainda segundo ele, um conjunto de características para enfrentar as diferentes condições físicas de corretivos ofertados no mercado são necessárias, principalmente pelas distintas condições de solo e clima dentro da janela de aplicação.

Anote para não errar

Infelizmente, a autoconfiança, a falta de conhecimento e de atenção induzem a uma série de erros, que geralmente os produtores/administradores acabam cometendo durante as operações. O diretor do Grupo Piccin cita quais são os principais:

  1. Calibração inadequada do equipamento;
  2. Aplicação com condições climáticas desfavoráveis;
  3. Aquisição de material/químicos em composição inapropriada para o equipamento elegido;
  4. Falta de orientação de profissional x análise de solo;
  5. Equipamento inapropriado para a operação e/ou em condições mecânicas desprovidas de manutenção adequada;
  6. Falta de aferição da calibração conforme mudança do corretivo e suas condições relacionadas à umidade, densidade e condições climáticas/velocidade do vento;
  7. Correto dimensionamento do equipamento de distribuição x área de trabalho x configuração trator;
  8. A busca contínua por informação e atualização de melhores práticas de manejo na propriedade rural é essencial para aumento de rentabilidade e produtividade.
Tecnologias para ajudar

Frente à importância das aplicações de corretivos e para ajudar o produtor neste momento, a Piccin Equipamentos, pertencente ao Grupo, possui um conjunto de soluções que facilita e garante ao cliente final a operação correta e eficiente dos insumos agrícolas.

Por exemplo, os equipamentos são dotados de tecnologia para taxa variável com alteração de velocidade, que é uma atividade em que independente da velocidade de operação, o implemento mantém a taxa pré-estabelecida e garante a quantidade, e melhorando ainda o desempenho operacional. “

A aplicação em taxa variável auxilia também a economizar insumos, aplicando somente onde é necessário. Já que o implemento, por meio do controle da velocidade da esteira, irá controlar a dose de aplicação, atendendo às dosagens do mapa. Com a implantação desse sistema, haverá uma diminuição no custo/ha de produção, gerando uma economia significativa para nosso cliente”, reforça Backes .

Além da taxa variável, outra principal tecnologia que torna o processo de correção do solo mais fácil e mais assertivo é a Esteira Precisa, desenvolvida e patenteada pela empresa, que assim como nomeada traz precisão na distribuição dos distintos tipos de materiais.

“Isso se deve graças ao seu formato oval com entrega volumétrica do produto quando da alimentação dos discos distribuidores. É possível a aplicação dos mais diversos tipos de fertilizantes, sementes, calcário, pó de gesso, materiais orgânicos secos e úmidos”, explica o diretor.

Isso ocorre apenas alterando as regulagens do equipamento, conforme o material a ser distribuído na lavoura, sem necessidade da troca de esteira ou equipamento adicional na propriedade.

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Notícias

Projeto de irrigação terá equipamentos movidos a energia solar

Por redação 03/11/2022
Escrito por redação

Para ampliar a produção de algodão de forma sustentável, fazenda do Oeste da Bahia investe na aquisição de 12 pivôs e para suprir a falta de energia elétrica na região, agricultor substituirá geradores por painéis fotovoltaicos

Projeto inédito de irrigação terá equipamentos movidos a energia solar

A pequena cidade de Formosa do Rio Preto, localizada no Oeste da Bahia, de pouco mais de 25 mil habitantes, é gigante quando o assunto é o agronegócio. Além da forte vocação para os grãos, o município se destaca no cultivo de algodão. Por sua qualidade é considerada a melhor pluma do Brasil e uma das melhores do mundo. É neste solo precioso que está localizada a fazenda de 26 mil hectares, pertencente ao Grupo Leal.

O grupo alagoano, que além do cultivo de algodão também tem negócios no ramo de soja, madeira, no cultivo de eucalipto, grãos e cana-de-açúcar, é gerido por João Toledo de Albuquerque. Desde o ano passado, o grupo tem se estruturado em um projeto bem audacioso e corajoso com objetivo de implantar nas lavouras nada menos que 12 pivôs para irrigação na propriedade, uma região que não tem rede de energia elétrica.

Para resolver essa escassez energética das concessionárias, a solução virá do céu, ou melhor, do sol. “Estamos realizando uma grande transformação com a irrigação em um sistema integrado. Além de resolver o déficit energético, ao mesmo tempo produziremos uma energia limpa com sustentabilidade por meio de painéis solares”, diz o produtor.

Inicialmente, a fazenda começou com o cultivo da pluma de forma experimental em 2017, com o plantio de 400 hectares. Já no ano seguinte a área mais que quadruplicou atingindo 1.700/ha. Já na atual safra 2022/23 foram plantados 3.200/ha “Nosso projeto é chegar a 5 mil hectares e aproveitar ainda mais a potência da nossa fábrica”, acrescenta o gestor.

A fazenda conta com uma algodoeira própria com capacidade para suprir a produção de até 15 mil hectares da cultura. “Observei que as fábricas próximas tinham um problema crônico: a capacidade de produção era baixa e quando expandiram as lavouras, o negócio ficava travado, pois ficaria muito caro construir uma segunda fábrica ou reformar a primeira. Por isso, projetamos a nossa pensando no crescimento futuro”, cita o empresário.

Tecnologia da irrigação

Para possibilitar esse grande salto na produção, aumentando a produtividade na mesma área, mas de forma sustentável utilizando da melhor maneira os recursos naturais disponíveis, o Grupo recorreu à tecnologia da irrigação, um projeto inédito não somente na fazenda, mas também na região de Formosa do Rio Preto. “Temos um abundante rio que corta a fazenda. Com a irrigação, projetamos ter duas safras ao invés de uma. Primeiro plantamos a soja no começo de outubro e colhemos em janeiro. Na sequência, semeamos o algodão para colher em julho”, calcula o produtor.

Além de ter a garantia da soja e do algodão produzidos, Albuquerque terá a certeza que não faltará água nos momentos mais importantes para a sua lavoura. Outro ponto muito importante é a possibilidade de ampliar a produtividade. Atualmente a média brasileira é de 55 sacas por hectares, no Oeste da Bahia, há produtores colhendo acima de 60 sc/ha, e nas áreas irrigadas essa produtividade atinge até 80 sc/ha.

O mesmo raciocínio acontece com o algodão. Enquanto a média brasileira de produtividade é de 250 arrobas/ha, no Oeste da Bahia, esse índice chega 300@/ha. Com a irrigação este número salta para 400@/ha. “É uma diferença absurda, não há nem o que discutir. A irrigação vale muito e são esses resultados que estamos buscando”, ressalta o produtor.

Na primeira fase do projeto traçado por Albuquerque foram instalados seis pivôs de uma vez, que começaram a operar neste ano. Assim, a área irrigada atingiu 1.340/ha. Entretanto, outros seis equipamentos estão em fase final de instalação e nas próximas semanas estarão aptos para funcionar. Com isso, a área total irrigada somará 2.240/ha. O projeto final completo deverá chegar a 8 mil/ha. “O que tem que se fazer é ter coragem de irrigar, porque são investimentos altos, mas na realidade é uma vez só e o retorno é certo”, acrescenta ele.

Matriz energética própria

Para substituir aos poucos os geradores movidos a diesel, que além de pouco sustentáveis têm um alto custo, a fazenda buscou alternativas para tornar eficiente o funcionamento dos pivôs e da fábrica. Para ter uma matriz energética mais econômica, a alternativa escolhida foi a energia solar, ou seja, por meio de painéis fotovoltaicos, aproveitar o sol que é abundante na região, para produzir toda a energia que consomem.

Os painéis começam a ser instalados a partir de outubro e a previsão é que até dezembro tanto a fábrica quanto os pivôs sejam abastecidos por eles. O projeto está sendo implantado com a revenda Pivot, de Luiz Eduardo Magalhães/BA, através dos equipamentos e tecnologia Zimmatic, by Lindsay. De acordo com João Morais, gerente comercial da loja, o projeto do Grupo Leal vai ser algo extremamente inovador, e o maior nesse modelo do Brasil. “Vamos gerar cerca de 3 megawatts (MW) só para a irrigação. O maior gerador que existe hoje e temos conhecimento é de 1.2 MW, em Jaborandi/BA”, destaca.

Potencial do Oeste baiano

De acordo com gerente comercial da Pivot, de 2020 para 2021 a região do Oeste da Bahia teve um crescimento exponencial na área irrigada. São vários fatores atribuídos a esse número, entre eles: demanda aquecida, valorização dos preços de commodities e a localização privilegiada. “As culturas de milho, soja, feijão, o próprio algodão, impulsionaram o produtor a estar capitalizado e a investir e mecanizar a produção. Em vez de ficar comprando terra, ele vai produzir mais na área que ele já possui, verticalizando a sua produção”, cita.

A região também é privilegiada quando o assunto é água, são diversos mananciais, rios, além do Aquífero Urucuia. Responsável pela vazão dos principais afluentes da margem esquerda do rio São Francisco, entre eles o rio Grande, seu principal afluente na Bahia que está localizado em sua maior parte no Oeste do estado baiano. Com isso, tem uma disponibilidade hídrica subterrânea da região é enorme.

Já foram feitos estudos em 2020, onde observou-se que está sendo utilizado apenas 11% do potencial desse Aquífero. Ou seja, existe uma possibilidade enorme para a agricultura no Oeste baiano. “Contamos com uma topografia privilegiada, muita disponibilidade de água, condições ideais para a irrigação. O que ainda trava esse desenvolvimento é a questão de infraestrutura energética, mas casos e investimentos como da fazenda do Grupo Leal mostram que problemas assim estão com os dias contados”, finaliza o gerente comercial da Pivot.

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Lula presidente: CNA emite nota sobre a eleição

Por redação 03/11/2022
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Lula presidente: CNA emite nota sobre a eleiçãoA Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) sempre acreditou que a liberdade e a democracia são os fatores essenciais para o desenvolvimento da produção rural. Fiel a esta crença, recebe com naturalidade o resultado das eleições presidenciais e está pronta para o diálogo e a cooperação com o governo eleito, escolhido pela maioria do povo brasileiro.

As pautas do agro brasileiro são conhecidas de todos. Durante a campanha entregamos a todos os candidatos um documento com as nossas legítimas aspirações. Para que a produção rural possa continuar sendo a segurança do abastecimento de alimentos para o mercado interno e a principal fonte das nossas exportações, precisamos que o Governo do país, acima de tudo, proporcione segurança jurídica para o produtor, defendendo-o das invasões de terra, da taxação confiscatória ou desestabilizadora ou dos excessos da regulação estatal.

Contamos ainda com a ação do Governo para ampliar os destinos de nossas exportações e para proteger a produção nacional das barreiras ao comércio abertas ou disfarçadas de preocupações com a saúde e o meio ambiente.

Finalmente esperamos que o Governo adote uma gestão fiscal equilibrada para que nossa economia possa crescer com estabilidade. Na busca do crescimento da economia e da justiça social, somos um só povo e a política não pode nos separar.

Brasília, 1 de novembro de 2022.

João Martins da Silva Junior, presidente da CNA

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Paraná: VBP da agropecuária cresce 5% de 2012 a 2021

Por redação 03/11/2022
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Resultado do ano passado, em termos nominais, foi 41% superior ao montante de 2020, que tinha sido, até então, o maior já registrado

VBP da agropecuária do Paraná cresce 5% de 2012 a 2021O crescimento médio do Valor Bruto de Produção (VBP) agropecuária do Paraná, entre 2012 e 2021, foi de 5% ao ano. Em 2021, o valor alcançou R$ 180,6 bilhões, que é a soma de tudo o que foi produzido no segmento agropecuário, incluindo agricultura, pecuária e florestas. A análise está no documento Valor Bruto da Produção 2021, publicado nesta quinta-feira (3) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

O resultado do ano passado, em termos nominais, foi 41% superior ao montante de 2020, que tinha sido, até então, o maior já registrado. Mas poderia ter tido progressão ainda mais expressiva. “Sob o ponto de vista climático, a estiagem prolongada e algumas geadas mais intensas reduziram a produtividade de culturas importantes, como a do feijão e a do milho”, disse a coordenadora da Divisão de Estatísticas Básicas, Larissa Nahirny Alves.

“Em contraposição às perdas de produção, a valorização generalizada dos preços, que começou em 2020 e se intensificou ao longo de 2021, assegurou a expansão do faturamento e permitiu mais um resultado recorde”, acrescentou a técnica.

Os dados das exportações do agronegócio paranaense evidenciam essa compensação dos preços: o volume em toneladas reduziu 14% (de 28,8 milhões em 2020, para 24,7 milhões em 2021), enquanto o valor aumentou no mesmo percentual (14%) e totalizou US$ 15,2 bilhões.

O documento publicado pelo Deral mostra que, entre 2012 e 2021, a maior taxa de crescimento real médio foi observada na pecuária, com 6% ao ano. Ela saiu de R$ 50 bilhões para atingir R$ 87 bilhões no ano passado. A agricultura cresceu, em média, 4% ao ano, partindo de R$ 60 bilhões para atingir R$ 88 bilhões. Por outro lado, o setor florestal registrou redução média real de 2% ao ano. O VBP recuou de R$ 7,7 bilhões em 2012 para R$ 6,2 bilhões em 2021.

Em termos de participação na composição do VBP, na safra 2020/21, que foi a base do levantamento atual, houve pouca variação em relação às médias: a agricultura foi o principal setor, com 49%, seguida da pecuária, com 48%, e dos produtos florestais, com 3%.

O Departamento de Economia Rural também publicou infográficos, que mostram como os principais produtos agropecuários paranaenses estão distribuídos espacialmente no Estado. Além disso, há informações sobre a participação dos municípios no VBP divididos pelos núcleos regionais.

Também faz parte das divulgações desta quinta-feira o Diagnóstico Agropecuário Paranaense safra 2020/21, com a análise do desempenho das principais culturas em relação ao VBP. Nacionalmente, o Paraná foi o terceiro maior produtor de grãos, o segundo em faturamento bruto agropecuário e o quarto maior exportador do agronegócio. Os trabalhos contam com a participação dos residentes técnicos que atuam no Deral.

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Faesp fala em diálogo em prol do desenvolvimento

Por redação 31/10/2022
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Faesp destaca que futuro vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, poderá contribuir para que avancemos mais ainda, sem qualquer retrocesso

FAESP fala em diálogo em prol do desenvolvimento do País “Respeitamos a democracia, acima de tudo. Afinal, o voto depositado é um voto de confiança, que nos é um sentimento inegociável”, afirmou, em nota, o presidente da Faesp, Fábio Meirelles, ao comentar a eleição de Lula.

“Com relação à eleição do candidato Luiz Inácio Lula da Silva, esperamos o respeito e o diálogo em prol do desenvolvimento do País que o setor do agronegócio tanto preza e merece. Nossa expectativa é de que o novo governo continue realizando ações contínuas e um trabalho permanente pela prosperidade dos produtores rurais, responsáveis pela geração de emprego e renda — o agronegócio nacional representa hoje 27% do Produto Interno Bruto (PIB), com uma população ocupada de 18,74 milhões de pessoas.”

Lula é eleito presidente da República pela 3ª vez

Segundo o dirigente, o respeito legítimo de ir e vir, o direito à propriedade privada, a garantia da segurança alimentar, o desenvolvimento sustentável, o protagonismo reconhecido em nosso país e no mundo, além da a inovação tecnológica não são mais pautas, mas realidades e avanços consolidados. “Que sigamos sem sobressaltos. Aproveito para destacar que estamos certos de que o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, poderá contribuir para que avancemos mais ainda, sem qualquer retrocesso.”

Fonte: Datagro
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