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Notícias

Comissão aprova mais R$ 2 bi em emendas para agro

Por redação 28/10/2022
Escrito por redação

Outras áreas contempladas são defesa agropecuária, assentamentos rurais e desenvolvimento de tecnologias agrícolas

Comissão do Senado aprova mais R$ 2 bilhões em emendas para o agroA Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado Federal aprovou nesta quinta-feira (27) quatro emendas ao projeto da Lei Orçamentária de 2023 (PLN 32/2022). As sugestões somam mais de R$ 2 bilhões para as áreas de seguro rural, defesa agropecuária, assentamentos rurais e desenvolvimento de tecnologias. O presidente da CRA, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), foi o relator das emendas no colegiado. As propostas serão analisadas agora pela Comissão Mista de Orçamento (CMO).

Segundo a “Agência Senado”, a emenda de maior valor prevê R$ 900 milhões para a concessão de subvenção econômica ao prêmio do seguro rural (Lei 10.823, de 2003). “O seguro rural surge como um dos mais eficientes mecanismos de proteção da atividade agrícola, atuando como elo de transferência do risco da agricultura para o mercado securitário. Além disso, minimiza a necessidade de socorro financeiro governamental, reduzindo a recorrente pressão por renegociações de dívidas rurais”, argumenta Gurgacz.

A CRA aprovou outra emenda que destina R$ 570 milhões para o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) aplicar na consolidação de assentamentos rurais. A terceira sugestão libera R$ 350 milhões para o Ministério da Agricultura investir em modernização e fortalecimento da defesa agropecuária.

Outros R$ 200 milhões vão para a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) aplicar em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias. Os senadores Esperidião Amin (PP-SC) e Zenaide Maia (Pros-RN) destacaram a importância da iniciativa.

“A gente tem esse olhar diferenciado para quem nos alimenta. Fico muito feliz de ver essa preocupação com a Embrapa. É a tecnologia a favor da produção de alimentos. A Embrapa é um dos maiores bancos genéticos do mundo. Quando se vê um pequeno espaço de terreno com uma produção maravilhosa, com certeza a Embrapa deve ter orientado isso aí”, disse Zenaide.

A comissão recebeu 131 propostas de emendas. Do total, 128 previam apropriação, acréscimo ou inclusão de despesa. Mas cada comissão pode aprovar apenas quatro sugestões nessa modalidade. Uma emenda de remanejamento foi rejeitada e duas de texto foram acatadas pelo relator. “Em vista das restrições regimentais, procuramos acolher as emendas que albergassem o maior número possível dos parlamentares dessa comissão, ao mesmo tempo que versam sobre tema e ações de grande interesse nacional”, explica Gurgacz.

28/10/2022 0 Comentários
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Notícias

Área de cultivo na agricultura brasileira triplica em 37 anos

Por redação 27/10/2022
Escrito por redação

De forma geral, entre 1985 a 2021, expansão se deu majoritariamente sobre pastagens e áreas já previamente antropizadas

Área de cultivo na agricultura brasileira triplica em 37 anosA agricultura segue se expandindo pelo território brasileiro. Em 2021, a atividade ocupava 62 milhões de hectares – três vezes mais que os 19 milhões mapeados em 1985 pelo MapBiomas. Nesse período, a silvicultura passou de 1,5 milhão de hectares para quase 9 milhões de hectares mapeados em 2021 — uma expansão de 598% ao longo de 37 anos. Os dados são do mais recente levantamento do MapBiomas, feito a partir de imagens de satélite e classificação automatizada.

A quase totalidade da área cultivada no Brasil é de lavouras temporárias, como soja, arroz, cana-de-açúcar, algodão e outras culturas. Juntas, elas ocupam quase 60 milhões de hectares — extensão superior a de países como França e Espanha. A expansão nos últimos 37 anos foi de 3,3 vezes, passando de 18,3 milhões de hectares em 1985 para 59,9 milhões de hectares em 2021.

Esse crescimento fez com que o número de municípios com mais de mil hectares de lavoura temporária aumentasse de 1.570, em 1985, para 2.985 em 2021. Houve um aumento de área de lavoura temporária principalmente em municípios do Cerrado e do Pampa, onde já existe uma consolidação de áreas agrícolas. No entanto, também houve um avanço no bioma Amazônia, abrangendo municípios dos estados do Amazonas, Rondônia, Acre, Roraima e Pará.

Com 8,8 milhões de hectares mapeados em 2021, a silvicultura avançou 598% entre 1985 e 2021. Municípios com mais de mil hectares de silvicultura passaram de 250 em 1985 para 1.052 em 2021. Ou seja, 802 municípios incorporaram a atividade em menos de quatro décadas. Segundo o mapeamento, o bioma com maior área proporcional dedicada a plantios florestais é a Mata Atlântica, com 4%, seguido de perto pelo Pampa (3,9%) e pelo Cerrado (1,6%).

Nos últimos anos, houve uma estabilização da conversão sobre áreas naturais e aumento da expansão da silvicultura sobre áreas já antropizadas. Nos biomas com as maiores áreas de silvicultura (Mata Atlântica e Cerrado), a expansão se deu majoritariamente sobre áreas já antropizadas, como pastagens. Em extensão territorial, a área mapeada de silvicultura em 2020 atingiu 4,4 milhões de hectares na Mata Atlântica, 3,2 milhões de hectares no Cerrado e 700 mil hectares no Pampa.

O MapBiomas começa a acompanhar o histórico de algumas lavouras perenes, principalmente o café e o citrus. Estas tiveram uma expansão mais lenta do que as lavouras temporárias mapeadas pelo MapBiomas: o crescimento entre 1985, quando ocupavam 800 mil hectares, e 2021, quando alcançaram 2,28 milhões de hectares, foi de 2,9 vezes.

O aumento de área dos cultivos perenes mapeados pelo MapBiomas ocorreu de forma mais significativa (cerca de 19 mil ha) principalmente nas regiões do triângulo mineiro e no sul do estado de Minas Gerais, onde o cultivo de café é expressivo, além do nordeste do Pará, onde existe monocultivo de dendê, e norte da Bahia, pólo de irrigação de Petrolina. Essa expansão fez com que o número de municípios com mais de mil hectares de lavouras perenes passasse de 206, em 1985, para 447, em 2021.

De forma geral, entre 1985 a 2021, a expansão da agricultura se deu majoritariamente sobre áreas de pastagens e áreas já previamente antropizadas. Após a definição do marco de regularização ambiental de 2008 pelo Código Florestal de 2012 houve um aumento de conversão de áreas de pastagem para agricultura temporária, nos biomas Amazônia e Cerrado. Por exemplo, entre 1996 e 2008, na Amazônia cerca de 1 Mha de pastagem foram convertidos para agricultura temporária, e no Cerrado, foram cerca de 5 Mha. Já entre 2009 e 2021, na Amazônia, a conversão da pastagem para agricultura foi 3 vezes maior, enquanto no Cerrado esse aumento foi cerca de 1,12X após o marco temporal de 2008.

Fonte: Datagro
27/10/2022 0 Comentários
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Nova ferramenta mede potencial de sucesso de tecnologias digitais para a agricultura
Notícias

Startups brasileiras são selecionadas para exposição na China

Por redação 27/10/2022
Escrito por redação

As oito empresas participaram da Semana de Inovação China-Brasil

Startups brasileiras do agro são selecionadas para exposição na ChinaOito startups brasileiras foram selecionadas para integrar o pavilhão da Exposição Internacional de Importação da China (China International Import Expo – CIIE), que acontecerá ainda este ano em Xangai, China. As startups participaram da Semana de Inovação China-Brasil, que é realizada há três anos pela Associação Chinesa de Ciência e Tecnologia.

Nesta terceira edição, o evento foi promovido pela ApexBrasil, em parceria com o Consulado Geral do Brasil em Xangai, a Embaixada Brasileira em Pequim e a Venture Cup China. Os Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e de Minas e Energia (MME) apoiaram a iniciativa.

O objetivo do evento é conectar startups do Brasil com potenciais parceiros e investidores chineses nas áreas de agricultura, energia e tecnologia verde. Para este ano, o tema principal da Semana de Inovação foram as tecnologias agrícolas, energéticas e ambientais.

Abrir novas oportunidades para agtechs é uma das missões da Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Sustentável e Irrigação. Além da China, eventos que possibilitaram o contato de startups com redes de inovação nos EUA, Europa e América do Sul ocorreram ao longo de 2021 e 2022. Os resultados da Semana de Inovação na China é um dos muitos que o agronegócio brasileiro poderá colher a partir das iniciativas de inovação aberta da Secretaria.

“A seleção de startups brasileiras do nosso agro demonstra o poder de políticas públicas como o AgroHub Brasil em promover ambiência e gerar oportunidades concretas de criarmos novos mercados e agregar valor para o agro brasileiro. Além disso, mostra que o time da Secretaria de Inovação está atuando desde o nascedouro de empresas, com nossas chamadas de startups – como a atual Chamada para o Agronordeste Digital, até a internacionalização daquelas que estão mais maduras, como está acontecendo com esse processo na China”, diz a diretora do Departamento de Apoio à Inovação para Agropecuária, Sibelle Silva.

As startups brasileiras selecionadas para programas de aceleração após a Terceira Semana de Inovação China-Brasil são: Agricon Business; Ectare; JMM Tech; Pitaya Irrigação Eficiente; Predativa; Asel Tech; Dispor Energia e Termica Solutions. Também integrarão a CIIE quatro startups que participaram da edição anterior da Semana de Inovação, são elas: Krilltech, AI Robot, Ecotrace e Green Mining.

Além dessas startups, três outras foram selecionadas para acompanhar um mês de sessões individualizadas com mentores locais para adaptar o modelo de negócios à China, entender o mercado, solucionar pontos como interoperabilidade, preço, distribuição e também fazer um matchmaking com potenciais parceiros locais. Foram elas: Biosolvit, Ecotrace e Imersa.

Semana de inovação

Durante o evento, que ocorreu em agosto, foi realizado o Fórum de Sustentabilidade Brasil-China, “Demo Days” para startups e o Fórum China-Brasil em Neutralidade de Carbono. Uma oportunidade para reunir grandes empresas do setor de tecnologia na China e no Brasil, investidores, incubadoras e aceleradoras locais, e acadêmicos para debater e apresentar oportunidades de inovação na China para startups brasileiras.

O evento ocorreu virtualmente para a delegação brasileira, composta por até 15 startups dos setores de sustentabilidade, focadas em desafios relativos à energytech e  agritechs, com potencial de abertura de operação na China ou parceria com mercado chinês.

A iniciativa insere-se no âmbito do Programa de Diplomacia da Inovação (PDI) do Ministério das Relações Exteriores, que desenvolve ações para elevar o perfil do Brasil junto aos ecossistemas estrangeiros de inovação, visando, entre outros aspectos, a identificar parcerias, atrair investimentos e apoiar a internacionalização de startups.

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Notícias

Setor de máquinas projeta queda de 2,5% no faturamento anual

Por redação 27/10/2022
Escrito por redação

Em relação ao mês anterior, houve crescimento de 4,7%

Setor de máquinas projeta queda de 2,5% no faturamento anualO faturamento da indústria de máquinas e equipamentos variou 0,1% em setembro na comparação com o mesmo mês do ano passado. O balanço foi divulgado (26) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) nesta quarta (26).

Em relação ao mês anterior, houve crescimento de 4,7%. A receita líquida total ficou em R$ 29,7 bilhões. De janeiro a setembro, o setor acumula queda de 4,4%. Para o ano, Abimaq projeta um recuo de 2,5% no faturamento.

“No caso do setor de máquinas, lá no início do ano, estávamos prevendo um crescimento de 3%. Nós tivemos o problema durante o ano, com o aumento das taxas de juros, que subiram bastante na ponta, seja para capital de giro, como para investimentos, e isso prejudicou um pouco o resultado”, avaliou José Velloso, presidente da Abimaq.

O resultado, segundo a Abimaq, reflete uma melhora das vendas no mercado doméstico. Após três meses consecutivos de queda nas vendas do mercado interno, houve crescimento de 2,3% em relação a setembro do ano passado.

No acumulado do ano, no entanto, de janeiro a setembro, as vendas internas acumulam queda de 5,8%. Apesar de se manter negativo, houve uma melhora em relação à última divulgação, quando o percentual ficou em -6,9%.

As exportações do setor registraram crescimento de 6,6% na comparação com setembro de 2021, mas o impacto na receita total de vendas no período foi negativo (-8,4%), tendo em vista paridade cambial e inflação.

As exportações de máquinas para agricultura caíram 2,1% no mês de setembro, na comparação com agosto. Na análise por segmento, na comparação com agosto, apenas as exportações de máquinas para petróleo e energia renovável tiveram crescimento (3,9%). Na comparação anual, os números são positivos para todos os grupos. O setor de máquinas para agricultura registrou aumento de 39,1%, com destaque também para o de petróleo que registra alta de 104,5% no faturamento com as exportações.

“Os únicos dois grupos que não cresceram foram de máquinas para infraestrutura e máquinas de transformação. Os demais todos cresceram neste período”, aponta Maria Cristina Zanella, gerente Divisional de Economia, Estatística e Competitividade da Abimaq.

Ela acrescenta que, para o último trimestre do ano, se projeta crescimento em relação ao terceiro trimestre, “mas que aparentemente não vai compensar a queda que a gente acumulou desde o início do ano”. “Estamos prevendo para este ano uma queda ao redor de 2,5% por cento, por conta do primeiro semestre muito mais fraco.”

Fonte: Com informações da Agência Brasil e Abimaq
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CNMA: John Deere destaca protagonismo de mulheres e jovens

Por redação 26/10/2022
Escrito por redação

Executivos da companhia palestram sobre a participação feminina no mercado de trabalho; ciência e tecnologia na agricultura; e educação de jovens no agronegócio no CNMA e no YAMI

John Deere destaca agricultura digital e protagonismo de mulheresA participação da John Deere no 7º Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio (CNMA) e no 4º Youth Agribusiness Movement Internacional (YAMI) tem como temas a liderança feminina e a importância de trazer conhecimento e mais tecnologia para a juventude no agronegócio. Os eventos ocorrem de hoje até amanhã, 27 de outubro, no Transamérica Expo Center em São Paulo (SP).

No primeiro dia de evento, Antonio Carrere, presidente da John Deere Brasil, marca presença no painel “Cadeia Vegetal”. Os participantes conversarão sobre como a ciência e a pesquisa genética devem integrar a área vegetal para elevar a produtividade das culturas e aumentar o aproveitamento agroindustrial dos nutrientes, proteínas e energias.

“A agricultura tropical brasileira é regada por pesquisas e tecnologias que podem levar a uma produção mais rentável e sustentável, facilitando na gestão, de forma cada vez mais digital; com rastreabilidade; com a utilização correta e sustentável dos solos; e com o aumento da segurança do alimento produzido”, afirma Carrere.

Wellington Silvério, diretor de Recursos Humanos da John Deere para América Latina, estará presente na discussão do YAMI sobre “Governança de Cadeia Produtiva”. O debate abordará a composição da nova capacitação humana, formada por conhecimentos em tecnologia, administração, liderança, economia, legislação, integração dos complexos das cadeias produtivas e empatia.

“A juventude está chegando para tomar conta do campo, e eles precisam cada vez mais ter uma formação completa e um olhar técnico para o negócio, além da facilidade com o uso da tecnologia. É preciso adquirir um conhecimento sobre as diferentes culturas do mundo e sobre si mesmo. Aprender a conviver com crenças distintas”, recomenda.

Segundo um estudo realizado pela EY e CropLife Brasil, em março de 2022, a nova geração, na faixa etária entre 25 e 44 anos, vem assumindo o protagonismo no setor agrícola. De acordo com a pesquisa, 95% deles têm maior familiaridade em relação ao uso da internet na busca por informações sobre o clima, as técnicas ou as cotações.

Mulheres no agro, em tecnologia e na liderança

Durante o segundo dia de programação do CNMA, na Arena do Conhecimento, Estela Dias, gerente de Marketing Tático para Tecnologias de Precisão no Brasil, fará uma palestra na qual vai passar sua vivência nos temas: Mulheres no Agro, Mulheres em Tecnologia e Mulheres na Liderança.

“A participação feminina dentro da agricultura está evoluindo. Hoje, mulheres ocupam espaços como protagonistas em diversos setores, desde estagiárias até zootecnistas, gerentes, diretoras e proprietárias. É preciso reforçar a importância de ter o olhar desse gênero no setor e, ao mesmo tempo, unir forças e fornecer apoio para aquelas que almejam seu espaço e sua marca na área”, enfatiza Estela.

O intuito da John Deere é fortalecer seu propósito e comprometimento com temas relacionados ao papel da mulher como líder no agronegócio. “Todos os dias mulheres alcançam lugares onde nenhuma outra esteve. Hoje, elas já ocupam posições de gestão na tecnologia, no agro e nos setores executivos. Por mais que seja um motivo para celebrar, também mostra que ainda há muitos espaços a serem preenchidos. Para alcançar certos níveis, precisam estar sempre mais preparadas, o que ao mesmo tempo é uma vantagem. Quanto mais preparadas, mais sabem, e mais poder ganham por meio do conhecimento. Um trabalho de empoderamento diário”, acrescenta Estela.

A John Deere conta com 70 iniciativas inseridas em todas as suas unidades, promovendo diversidade, equidade e inclusão. Em julho, por exemplo, a empresa lançou a primeira edição do programa Women Can Code, um projeto que busca aumentar a diversidade no mercado de tecnologia, por meio da capacitação, desenvolvimento e oferecimento de oportunidades para mulheres pretas, LGBTQIA+ e outras interseccionalidades.

“Nos esforçamos para ampliar a participação feminina em cargos de liderança. Em 2019, 19% do nosso time global era composto por mulheres, hoje somos 33%. Sendo que só no Brasil, 19% do time feminino ocupa cargos de liderança”, reforça a gerente de Marketing Tático para Tecnologias de Precisão no Brasil.

O estande da John Deere no CNMA conta com espaço de 100m² que traz, tanto no layout como nas ativações, um conceito diferenciado, com o objetivo de ressaltar a força do empoderamento feminino. São oferecidas palestras e conversas sobre liderança; diversidade, equidade e inclusão; e tecnologia e inovação com funcionários da empresa.

A John Deere também tem uma parceria com a Rede UMA — União das Mulheres do Agronegócio — que traz uma das fundadoras, a Cristiane Steinmetz, para participar da programação do estande. Os bate-papos serão apoiados por um painel de facilitação gráfica, no qual um ilustrador desenhará os assuntos e temas abordados pelos palestrantes.

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Notícias

Cresce busca por iniciativas sustentáveis no agro

Por redação 26/10/2022
Escrito por redação

Em paralelo ao crescimento do segmento, aumentam também as ações para manter a produção de alimentos e garantir a sustentabilidade do solo e meio ambiente

Cresce busca por iniciativas sustentáveis no agro brasileiroO agronegócio é responsável por cerca de 30% do PIB do Brasil e representa um setor crucial para o desenvolvimento econômico do país. Em paralelo ao crescimento do segmento, aumentam também as ações para manter a produção de alimentos e garantir a sustentabilidade do solo e meio ambiente. Responsável por fabricar e comercializar os lubrificantes Mobil no Brasil, a Moove, empresa global de lubrificantes e óleos básicos, conta com uma nova tecnologia para as bombonas de 20 litros da marca, que passam a ser produzidas com resina reciclada pós-consumo. A iniciativa contribui para a redução de plásticos no meio ambiente e garante a integralidade e qualidade do produto e da embalagem.

De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o agronegócio fechou o primeiro semestre de 2022 com superávit de US$ 71,2 bilhões, um crescimento de 32,3% frente ao mesmo período do ano anterior. O cuidado com o meio ambiente está cada vez mais difundido no setor e cresce a busca por iniciativas sustentáveis no agro. Empresas do mundo inteiro passaram a adquirir produtos de agricultores que se mostrem atentos a práticas que começam a se tornar requisitos nos mercados mais exigentes. Para assegurar a cadeia de fornecimento sustentável, grandes companhias passaram a estabelecer novas diretrizes para a compra de produtos.

Iniciativas sustentáveis no agro

Pioneira no uso dessa matéria-prima em embalagens de lubrificantes, a linha de produtos Mobil vem em constante evolução para priorizar premissas e compromissos ESG. A nova tecnologia para as bombonas de 20 litros resultou na diminuição de 6% no consumo total de plástico virgem do portfólio. A resina reciclada, conhecida como resina PCR (post-consumer recycled, em inglês), é produzida a partir de resíduos plásticos descartados adequadamente e encaminhados para o processo de reciclagem. A Moove se uniu à Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas nas Américas, e à Raízes, empresa nacional fabricante de frascos, para gerar impactos positivos nos quesitos econômico e sustentável por meio desta inovação.

Marilia Goldschimidt, gerente de Marketing da marca Mobil, explica que a bombona de 20 litros é agora produzida com 40% de resina PCR. “O movimento que o agronegócio está fazendo demonstra claramente o entendimento que práticas ESG já são requisitos fundamentais. Entendemos que podemos contribuir significativamente para o desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva oferecendo soluções como essa”.

A 1ª bombona com material reciclado do mercado nacional contou com o uso de tecnologia multicamadas, intercalando camadas independentes de material virgem e de PCR em um mesmo produto. Para garantir total qualidade, foram realizados criteriosos testes de linha de envase, empilhamento, armazenagem e envio de longa distância. “O setor do agronegócio pode contar agora com embalagens mais sustentáveis, que garantem a alta performance do produto. É mais um passo para o estabelecimento de uma agenda ESG, mantendo a quantidade e qualidade de sempre dos produtos Mobil, atendendo os princípios de sustentabilidade”, afirma Marília.

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TVH investe em expansão e abre filial em Contagem

Por redação 26/10/2022
Escrito por redação

Empresa atacadista que atua no fornecimento de peças de reposição multimarcas para equipamentos industriais, agrícolas e de construção civil, inaugura em 1º de novembro uma nova unidade na cidade de Contagem (MG)

TVH inaugura investe em expansão e abre mais uma filial em ContagemO Grupo belga TVH, com operações em mais de 180 países para o fornecimento de peças de reposição e acessórios destinados a diversos tipos de equipamentos industriais, agrícolas e de construção civil, investe mais uma vez em sua expansão regional com a inauguração em 1º de novembro de 2022, de mais um novo Centro de Distribuição, desta vez localizado em Contagem (MG).

Com o objetivo principal de melhoria contínua nos serviços prestados e na disponibilidade de peças de pronta entrega aos seus clientes, a empresa irá reduzir o prazo de entrega para os clientes localizados nos estados de Minas Gerais, Goiás, Bahia e Espirito Santo.

A nova unidade está situada em um condomínio logístico na cidade de Contagem/MG, contando com 06 docas para carga e descarga, mais de 20.000 locações, 12.000 posições de endereçamentos e de 650 posições porta paletes.

Segundo o diretor geral da TVH no Brasil, Marco Augusto, a expansão da TVH com esta nova operação em uma área de 2.151m² permitirá reduzir o tempo de entrega em torno de 50%, em comparação às mercadorias que atualmente vêm da sede em Vinhedo-SP. “Conseguiremos agilizar e diminuir os prazos de entrega, além de oferecer um balcão para retirada de peças”, explica.

A TVH comercializa no mercado brasileiro mais de 1 milhão de referências em peças de reposição e acessórios para modelos e marcas de equipamentos, como empilhadeiras, tratores, plataformas aéreas, equipamentos portuários e para construção civil. Tem registrado ótimos resultados e crescimento consistente nos últimos anos.

26/10/2022 0 Comentários
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Case IH investe R$ 36 milhões em formação profissional

Por redação 26/10/2022
Escrito por redação

Parceria da Case IH com Senai e Senar em Mato Grosso oferecerá mais de 30 mil certificações em cursos e formações técnicas em operação e manutenção de máquinas como tratores, plantadeiras, pulverizadores e colheitadeiras

Case IH investe R$ 36 milhões em projeto de formação com Senar e SenaiPensando em promover a capacitação profissional de jovens e adultos de Mato Grosso, a Case IH, marca da CNH Industrial, firmou uma parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) para oferecer cursos de capacitação profissional.

Nesta primeira etapa do projeto, serão oferecidas mais de 30 mil certificações em cursos e formações técnicas em operação e manutenção de máquinas como tratores, plantadeiras, pulverizadores e colheitadeiras. Também estarão disponíveis especializações em agricultura digital e programa de aprendizagem técnica para Jovem Aprendiz, em cinco cidades mato-grossenses: Rondonópolis, Sapezal, Água Boa, Lucas do Rio Verde e Barra do Bugres.

“A Case IH, como pioneira na fabricação de máquinas e soluções inovadoras, sabe que a agricultura digital é uma realidade no campo e que ter mão de obra preparada é fundamental para essas mudanças. Por isso, estamos investindo mais de R$ 36 milhões apenas na primeira etapa deste projeto que envolve entidades tão representativas para o país, como o Senai e o Senar”, afirma Christian Gonzalez, vice-presidente da Case IH para a América Latina.

Segundo a pesquisa Profissões Emergentes na Era Digital, de 2021, nos próximos dez anos, haverá mais de 500 mil oportunidades de emprego ligadas ao agronegócio. O objetivo do projeto é atender essa necessidade, aumentando a empregabilidade e diminuindo a escassez de mão de obra qualificada.

A primeira etapa do projeto de capacitação profissional, em parceria com o Senai e o Senar, no estado de Mato Grosso, terá duração de três anos. “Vamos expandir esse projeto para todo o país, preparando o mercado de trabalho para as evoluções que a agricultura digital traz e ainda vai trazer ao campo. Dessa forma, contribuindo para o desenvolvimento não só do setor agrícola, como de todo o Brasil, enfatiza Gonzalez.

Mato Grosso

O Mato Grosso é o maior produtor de soja do país, com uma área plantada estimada em 11,8 milhões de hectares, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA). Apenas nos seis primeiros meses de 2022, a área da agropecuária gerou mais de 11 mil novos empregos com carteira assinada no estado. “Além da alta produtividade, que é inegável, temos uma longa história com o Mato Grosso, já que a Case IH iniciou sua operação no país atendendo essa região. Esse foi um dos motivos que nos levou a começar as capacitações lá, comenta Eduardo Penha, diretor de Marketing e Comunicação da Case IH para a América Latina.

Senar

Os interessados em realizar a formação em Operação de Máquinas Agrícolas como tratores, plantadeiras, pulverizadores e colheitadeiras, podem procurar uma das unidades do Senar nas cidades de Sapezal, Rondonópolis e Água Boa. Ao todo serão mais de seis mil vagas abertas por ano, com cursos gratuitos de duração de três a cinco dias, e que trazem conhecimentos teóricos e práticos para a pilotagem das máquinas, uso de implementos e suas manutenções básicas.

“Estamos sempre atentos às inovações tecnológicas das máquinas e implementos agrícolas e em busca de novas formas de melhorar a qualificação profissional rural. Essa parceria é de extrema importância e veio para somar nossa missão no Senar-MT que é promover o desenvolvimento profissional e social para o meio rural com soluções educacionais inovadoras”, diz o presidente do Sistema Famato/Senar, Normando Corral.

Senai

Nas unidades do Senai nos municípios de Rondonópolis, Lucas do Rio Verde e Barra do Bugres serão ofertadas vagas para Jovem Aprendiz em nível técnico com duração de dois anos, além de formações de técnico em Manutenção de Máquinas Agrícolas, que pode variar de 320 a 800 horas, e formações técnicas em áreas como Agricultura de Precisão, Hidráulica e Eletricidade Aplicadas e Configurações de Piloto Automático. O Senai disponibilizará unidades móveis que vão oferecer os mesmos cursos em outras cidades do estado.

“Trabalhar pelo desenvolvimento da cadeia agroindustrial no estado é prioridade do Senai-MT. A formação de novos talentos e a atualização profissional viabilizam mais produtividade e competitividade para empresas inseridas no segmento, bem como mais oportunidades de trabalho digno às pessoas do nosso estado”, aponta o diretor regional do Senai MT, Carlos Braguini.

Aperfeiçoamento em Agricultura Digital

Sempre na liderança do desenvolvimento da agricultura digital, a Case IH também oferecerá suas soluções tecnológicas para cursos como o de agricultura de precisão e piloto automático. Equipamentos como simuladores, receptores e plataformas, estarão disponíveis nas Salas de Conectividades em cada uma das unidades parceiras do projeto.

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Congresso Mulheres do Agro reúne lideranças do setor

Por redação 26/10/2022
Escrito por redação

O papel da mulher como líder consciente da necessidade de diálogo entre os elos da cadeia produtiva é um dos destaques entre os assuntos que serão discutidos

Congresso Nacional Mulheres do Agro reúne lideranças do setor A importância e as particularidades das cadeias produtivas no agronegócio nortearão os debates da 7ª edição do Congresso Nacional das Mulheres do Agro – CNMA e do 4º Youth Agribusiness Movement International – YAMI. De volta ao circuito presencial, os eventos ocorrem simultaneamente de hoje, 26, até amanhã, 27 de outubro, no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP).

O CNMA, que segue sua missão de evidenciar a força e a importância da mulher para o setor, terá como tema a “Coordenação das cadeias produtivas no agronegócio, a década decisiva!”. O papel da mulher como líder consciente da necessidade de diálogo entre os elos da cadeia produtiva é um dos destaques entre os assuntos que serão discutidos.

Segundo a Show Manager do evento, Carolina Gama, o tema nasce da necessidade fundamental de que o agronegócio seja compreendido como uma governança das cadeias. “É preciso reunir os setores que estão antes da propriedade rural, que são os insumos, a tecnologia, a mecanização; os serviços para a produção agropecuária; o que está da porteira para dentro, que é o trabalho do produtor rural e o que vem depois dela e envolve a agroindústria, os supermercados, a logística e o transporte”.

Acompanhando a nova geração do agro, o YAMI, maior congresso de jovens do agronegócio da América Latina, irá debater “O agro do mundo para a juventude do Brasil”. O tema é baseado numa necessidade detectada de que a juventude brasileira conheça diversas culturas e todas as relações que são possíveis de serem desenvolvidas, tanto no campo das cooperações científicas, tecnológicas e startups quanto no campo do comércio, agroindústria, da venda e de acesso aos mercados internacionais.

O curador de conteúdo do YAMI, professor e sócio-diretor da Biomarketing José Luiz Tejon, explica que os organizadores procuraram promover a compreensão das diferenças, das oportunidades e do quão importante é um jovem ser capacitado para o real mundo do comércio mundial. “O mundo dos negócios exige muito talento para empatia, de negociação e de compreensão de valores de outros povos. Esse será o tema central e o grande diferencial deste nosso encontro da juventude. Não é mais um encontro para falar do mesmo, é um encontro para provocar a compreensão ‘de mundo’ e uma visão de cidadania acima de tudo”, destaca Tejon.

Novidades do Congresso Nacional das Mulheres do Agro

Neste ano, o CNMA contará com a realização da Arena do Conhecimento, espaço dedicado aos patrocinadores e convidados especiais trará experiências, talk shows, cases de sucesso e palestras. Durante as arenas, serão compartilhados conhecimentos sobre inovação, tecnologia e empreendedorismo voltados para a mulher do agronegócio.

Lançado no ano passado como um documentário, o projeto “Quando Ouvi a Voz da Terra” chega em nova fase como uma série documental e terá sua estreia realizada durante o 7º CNMA. A pecuarista Carmen Perez segue sendo a principal interlocutora das vivências de pessoas do campo, a partir de sua própria história. Em sua primeira fase, o projeto culminou em um documentário, lançado na 6ª edição do CNMA, que abordou as histórias e o dia a dia de pecuaristas que se preocupam com o bem-estar animal e com as boas práticas.

26/10/2022 0 Comentários
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Rádio MIA

Ouça: o posicionamento do agro brasileiro na COP-27

Por redação 25/10/2022
Escrito por redação

No podcast RádioMIA desta semana, o posicionamento do agro, em documento entregue pela CNA ao governo federal, de entidades e demais representantes do setor e produtores rurais, para a COP-27

Ouça: o posicionamento do agro brasileiro na COP-27A 27ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-27) ocorre de 6 a 18 de novembro no Egito, e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) preparou um documento com o posicionamento do agro brasileiro, que foi entregue ao governo federal na semana passada.

Esse documento foi entregue pelo presidente da entidade, João Martins, aos ministros Joaquim Leite (Meio Ambiente), Marcos Montes (Agricultura) e Carlos França (Relações Exteriores) durante o evento “Agropecuária Brasileira no Acordo de Paris. Na ocasião, João Martins destacou que os 5 milhões de proprietários rurais brasileiros estão “prontos a desempenhar seu papel dentro das ambiciosas contribuições nacionalmente determinadas”.

Ele lembrou que o setor agropecuário brasileiro, baseado em um modelo de desenvolvimento sustentável, investiu “pesadamente em uma atividade menos emissora de gases de efeito estufa”, além de ter apostado na preservação de seu maior patrimônio natural.

Muni Lourenço, presidente da Comissão Nacional de Meio Ambiente da CNA, afirma que o documento foi elaborado levando em consideração o posicionamento colhido junto às federações e produtores brasileiros.

O documento traz cinco pontos importantes para os negociadores brasileiros. O primeiro fala sobre a nova meta de financiamento climático. A CNA propõe assegurar aumento dos recursos provenientes dos países desenvolvidos, como previsto no Acordo de Paris, ampliar o financiamento para práticas, tecnologias e projetos de adaptação, visando reduzir impactos do aquecimento global e o fortalecimento da segurança alimentar global. E propõe o estímulo aos instrumentos de financiamento inovadores, como Pagamentos por Serviços Ambientais.

A segunda proposição do documento diz respeito aos mecanismos focados em adaptação, que surgem como resposta às questões não só climáticas, mas de segurança alimentar e energética.

O terceiro ponto destaca a adoção de um plano de ação para agricultura, resultado das negociações de Koronívia. A CNA entende que é fundamental a formalização e criação do Comitê de Koronívia para intensificar ações no setor agrícola.

O quarto ponto aponta a necessidade em evoluir no entendimento das Partes sobre como operacionalizar os mecanismos de mercado de carbono e recomenda atenção especial em relação à qualificação dos créditos de carbono negociáveis entre os países e as regras de aplicação do mercado global.

Por fim, o documento traz recomendações gerais aos negociadores brasileiros, destacando a COP-27 como o local para consolidar os compromissos das Partes diante da efetiva implementação de ações. Confira!

Máquinas & Inovações Agri · #060- o posicionamento do agro brasileiro na cop-27

 

25/10/2022 0 Comentários
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