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NotíciasRádio MIA

Podcast: Impactos do frio intenso na produção agrícola

Por redação 10/08/2021
Escrito por redação

- Podcast: Impactos do frio intenso na produção agrícola

Por Adriana Gavaça

Após duas ondas de frio intenso, a massa de ar polar, que derrubou os termômetros em todo o País, com recordes nas temperaturas mínimas em diversas regiões produtoras de café, cana de açúcar e hortaliças, finalmente deu uma trégua neste início de agosto.

No entanto, a previsão, segundo a Climatempo, é de que as baixas temperaturas retornem com força a partir da segunda quinzena do mês.

No caso do café, muitas das plantações, que vinham sendo afetadas pela estiagem, ficaram destruídas após as geadas de julho. O mau tempo prejudicou, especialmente, os cafeeiros jovens, que precisarão ser podados ou replantados.

O reflexo dessas perdas deverá ser sentido no bolso do consumidor e também no tamanho da produção aguardada para os próximos anos, um vez que a safra de 2021 já está praticamente colhida. Com isso, a safra de café em 2022 pode encolher em até 5,2 milhões de sacas.

O coordenador de produção agrícola da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Maciel Silva, diz que o mercado já dá como certa esta redução na produção de café. Ele orienta os produtores, especialmente os de menor porte, a recorrerem sempre a medidas de prevenção, como seguro rural, a fim de se protegerem de intempéries como a atual. Para aqueles que já amargam prejuízo, o executivo aponta linhas de crédito específicas para o setor. Acompanhe sua declaração.

Máquinas & Inovações Agri · #025 – Maciel Silva comenta “Impactos do frio intenso na produção agrícola”

 

 

10/08/2021 0 Comentários
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Notícias

Agtech apresenta soluções para digitalizar o agro

Por redação 10/08/2021
Escrito por redação

- Agtech apresenta soluções para digitalizar o agroSeedz, que participa pela primeira vez do evento, dará condições especiais para os associados terem acesso as suas tecnologias

A Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários (Andav), responsável pela realização do Congresso Andav, prepara os últimos detalhes para a 10º do Congresso, programado para os dias de 11 a 13 de agosto, que este ano ocorre de forma virtual. Com o objetivo de fortalecer o agronegócio brasileiro, o evento promete manter no ambiente digital interação eficiente e muito segura para que todos possam ter acesso aos melhores conteúdos e informações sobre o setor.

Um dos destaques desta edição será a agtech Seedz. Além de ser uma das apoiadoras do evento, a empresa irá reafirmar seu compromisso e estratégia com a digitalização do agronegócio brasileiro, acelerando e democratizando o acesso à tecnologia a toda a cadeia produtiva. “Acreditamos que levar as tecnologias da Seedz aos parceiros da Andav de forma democrática é crucial para a digitalização da cadeia, e que isso refletirá em benefícios diretos e indiretos a todos os envolvidos, inclusive ao produtor rural”, diz o diretor comercial da empresa, André Coutinho.

A Seedz, que recentemente firmou parceria com a Andav, criou um ecossistema tecnológico que simplifica a digitalização de empresas e produtores rurais para um novo agro. Para a rede de distribuição em específico, oferece soluções para melhoria da eficiência de processos internos, para digitalização da conexão com o produtor rural e inteligência de mercado.

Por meio da plataforma Seedz, o distribuidor consegue concentrar a gestão de recursos de rebates e todos os programas de incentivo recebidos da indústria em apenas um lugar (eliminando as inúmeras planilhas de Excel) e realizar a distribuição de recursos para a força de vendas de forma automatizada, transparente e acelerada (em vez de aguardar até um ano após o final da safra para ter acesso aos recursos).

A plataforma também oferece ao distribuidor a possibilidade de criar seu próprio programa de fidelidade dentro da maior coalizão do agronegócio,que hoje conta com diversos parceiros e mais de 100 mil produtores participantes. Por meio do programa de fidelidade, o distribuidor se conecta ainda mais com seu cliente, passa a conhecê-lo melhor e consegue oferecer incentivos para atrair, engajar e fidelizar o produtor rural. “Combinando tudo isso, o distribuidor também tem acesso a diversas funcionalidades para transformar dados em ações. Utilizando inteligência de dados, a plataforma Seedz combina informações próprias do programa de fidelidade e informações de mercado para criar inteligência de negócio e direcionar ações para sucesso comercial”, destaca o diretor.

Participação no Congresso

Durante os três dias de evento a empresa realizará atendimento no estande virtual, via WhatsApp e chat de executivos. No dia 11, na arena do conhecimento das 12h40 às 12h50, haverá uma participação falando sobre como as soluções da Seedz têm colaborado para o aumento da performance e engajamento na indústria agro. No 2º dia da plenária, a empresa também participa do painel de inovação: soluções das startups para agronegócio.

Segundo Coutinho, a marca prepara também apresentações especialmente desenhadas para os Associados da Andav e demais participantes do evento, que poderão ser exibidas durante os atendimentos. Além disso, haverá ações de marketing aos visitantes. “A Seedz firmou uma parceria com a Andav em que todos os parceiros terão acesso às tecnologias da Seedz com condições especiais. Desenhamos ofertas especialmente pensadas para os associados. Durante o evento, os participantes terão oportunidade de conhecer melhor os benefícios da nossa empresa e como se aplicam a seu caso específico”, reforça Coutinho.

Evento

O Congresso Andav é o encontro nacional da cadeia de distribuição no agronegócio — setor que movimenta mais de R$50 bilhões apenas entre os Associados da entidade de todo o Brasil. O evento, que é considerado o maior encontro da distribuição de insumos agropecuários do mundo, entre os destaques deste ano, terá um ambiente dedicado ao networking e à geração de negócios, por meio de uma plataforma inovadora que promove a participação virtual das empresas expositoras, com integração e conectividade, oferecendo ao participante a experiência de visitar a feira sem sair de casa.

Outra vantagem da plataforma é que permite ainda a interação via chat entre todos os participantes. Mais informações e programação completa no site www.eventosandav.com.br.

Fonte: Seedz
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Notícias

1º Encontro Pecuária de Decisão acontece em setembro

Por redação 10/08/2021
Escrito por redação

- 1º Encontro Pecuária de Decisão acontece em setembro

Proposta do evento, que será realizado de maneira híbrida no dia 3 de setembro, é trazer conhecimento, visão estratégica de mercado, benchmarking e aprendizados para o pecuarista tomar decisões mais sustentáveis e até 10 vezes mais lucrativas

Mais do que um evento: uma imersão na pecuária inteligente e de resultados. Este é o objetivo do 1º Encontro Nacional da Pecuária de Decisão (ENPD), que será realizado de maneira híbrida em São Paulo (SP), no dia 03 de setembro, das 9h às 13h, presencialmente na Fazenda Churrascada e com transmissão ao vivo. O momento marcará ainda o lançamento da plataforma BovExo, uma ferramenta inteligente para a tomada de decisões na pecuária.

O encontro apresentará ao pecuarista brasileiro ferramentas que lhe darão subsídio para tomar as melhores decisões no seu negócio, a partir de abordagens inovadoras sobre temas estratégicos de especialistas do setor, como Paulo Dancieri Filho (BovExo), Cléber Soares (MAPA), Carlos Gomes (BovExo), Maurício Velloso (Assocon), Janaina Martuscello (UFSJ), Clandio Ruviaro (UFGD), Plinio Nastari (Datagro), Leonardo Alencar (XP Investimentos) e José Luiz Tejon (jornalista e palestrante).

Para o co-fundador e CEO da BovExo, Paulo Dancieri Filho, o evento será dedicado à pecuária de resultados, que é baseada em decisões acertadas. “Hoje, mais de 50% da pecuária nacional apresenta baixos índices de retorno. A otimização do uso de tecnologia pode fazer muito pela pecuária de corte, auxiliando no equilíbrio entre investimento e retorno. Para isso é preciso praticar a pecuária de precisão, que significa fazer mais com menos de forma mais assertiva. As decisões lucrativas e sustentáveis podem ser tomadas com tecnologias baseadas, por exemplo, em Inteligência Artificial e Internet das Coisas, considerando as variáveis que interferem na lucratividade do negócio. Tudo isso será discutido no 1º Encontro Nacional da Pecuária de Decisão”, salienta Dancieri.

As inscrições para o evento podem ser feitas pelo site.

Serviço

1º Encontro Nacional da Pecuária de Decisão (ENPD)

Data: 03 de setembro de 2021

Horário: 9h às 13h

Local: Fazenda Churrascada, São Paulo (SP)

Transmissão ao vivo: Redes sociais Canal Rural

Fonte: BovExo
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Notícias

IBGE prevê safra recorde de 256,1 mi de toneladas

Por redação 10/08/2021
Escrito por redação

- IBGE prevê safra recorde de 256,1 mi de toneladasA estimativa para a safra brasileira de grãos, cereais e leguminosas em 2021 foi reduzida pelo quarto mês consecutivo, mas se mantém em nível recorde, devendo chegar a 256,1 milhões de toneladas até o final do ano. O plantio tardio do milho 2ª safra e a falta de chuvas durante o ciclo da cultura afetaram a produtividade das lavouras do cereal que é uma das principais commodities da agricultura brasileira. Já a produção de soja continua a elevar seus recordes. Somados ao arroz, esses dois produtos representam 92,4% da safra.

Os dados são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado hoje (10) pelo IBGE. A estimativa para 2021 chegou a atingir 264,9 milhões de toneladas na informação de março, mas vem sofrendo reduções desde abril. Contudo, ainda se mantém 0,8% superior à obtida em 2020, que já havia sido recorde, de 254,1 milhões de toneladas.

“O milho é plantado depois da soja e, como a soja atrasou, a janela de plantio do milho ficou menor. Já tendo sido plantada fora da época ideal e ainda tendo chovido menos do que o esperado no período do cultivo, a safra de milho foi bastante afetada pelos fatores climáticos. O rendimento médio do cereal apresenta um declínio de 16,7%”, explica Carlos Barradas, gerente da pesquisa.

A estimativa de produção para o milho declinou 3,6%, totalizando 91,6 milhões de toneladas. Em relação a 2020, a queda é de 11,3%, embora a área plantada tenha aumentado 6,6%. A primeira safra chegou a ter aumento de 2,4% em sua previsão em relação ao mês anterior, mas a segunda, que é a principal, acabou com um declínio de 5,9%. Em relação ao ano anterior, a estimativa para a segunda safra encontra-se 15,0% menor, apesar da área plantada ter aumentado 8,2%.

Por outro lado, a colheita da soja de 2021 já foi concluída e a commodity alcançou seu melhor resultado na série histórica do LSPA, totalizando 133,4 milhões de toneladas, 9,8% acima da produção de 2020, o equivalente a 11,9 milhões de toneladas.

“A cultura se desenvolveu de maneira satisfatória na maioria das unidades produtoras. O Rio Grande do Sul recuperou a sua produção, que foi muita afetada pela estiagem em 2020, resultando em um crescimento de 80,6% e, atingindo um recorde de 20,43 milhões de toneladas, com uma produtividade média de 3.341 quilos por hectare”, ressalta o pesquisador.

Com essa produção, o estado torna-se o segundo maior produtor nacional de soja, ultrapassando o Paraná, onde a cultura foi afetada pela estiagem, que reduziu sua produção em 4,7% em relação a 2020. Outros estados, porém, apresentaram queda no rendimento médio das lavouras, devido aos problemas climáticos, como foi o caso do Mato Grosso (-3,5%), do Paraná (-6,7%) e de Goiás (-2,4%). Na região composta pelos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, conhecida como MATOPIBA, apenas o Tocantins apresentou redução na produção (-6,3%). E a Bahia apresentou a maior produtividade média do Brasil para o grão: 4.020 kg/ha.

Já a estimativa da produção do arroz foi de 11,5 milhões de toneladas, aumento de 2,6% em relação ao mês anterior e 4,1% superior a safra de 2020.

“Essa produção será suficiente para abastecer o mercado brasileiro, possibilitando maior equilíbrio nos preços do cereal, que alcançou patamares históricos em 2020, em razão do aumento do consumo interno e das exportações devido ao estímulo cambial”, ressalta Carlos Barradas.

A estimativa para o feijão, no entanto, foi reduzida em 1,6%, mas ainda deve ficar 0,5% acima da safra de 2020. Segundo Barradas, a produção, se se mantiver dentro do esperado, apesar de apertada, também deve ser suficiente para atender ao consumo dos brasileiros, não havendo, portanto, a necessidade de importações e alta de preços.

Produção do Centro-Oeste 

As regiões Sul (7,5%), Nordeste (4,9%), Sudeste (3,4%) e Norte (0,9%) tiveram altas em suas estimativas. A primeira deve produzir 78,6 milhões de toneladas (30,7% do total nacional); a segunda, 23,7 milhões de toneladas (9,3% do total); a terceira, 26,6 milhões de toneladas (10,4% do total), e a quarta, 11,1 milhões de toneladas (4,3% do total).

Por outro lado, para o Centro-Oeste, que é a maior produtora (45,3% do total nacional), foi estimada uma queda de 4,6% frente a 2020, devendo produzir 116,1 milhões de toneladas em 2021.

Entre as unidades da federação, o Mato Grosso lidera como maior produtor nacional de grãos, com uma participação de 27,7%, seguido pelo Paraná (14,6%), Rio Grande do Sul (13,7%), Goiás (9,1%), Mato Grosso do Sul (8,3%) e Minas Gerais (6,4%), que, somados, representam 79,8% do total nacional.

Fonte: IBGE
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Notícias

Embrapa lança plataforma voltada para a aquicultura

Por redação 10/08/2021
Escrito por redação

- Embrapa lança plataforma voltada para a aquiculturaA Embrapa lança na próxima sexta-feira, 13 de agosto, o GeoWeb do Sistema de Inteligência Territorial Estratégica (SITE) da Aquicultura, com acesso online e gratuito. Construída a partir de um sistema de informações geográficas, a plataforma pode ser acessada na web e permite visualizar, sobre o mapa do Brasil, centenas de dados sobre o segmento aquícola. Eles podem ser cruzados com informações dos cinco quadros que compõem os SITEs desenvolvidos pela Embrapa: natural, agrário, agrícola, de infraestrutura e socioeconômico.

“Essa é a primeira vez que elaboramos um SITE voltado a uma atividade econômica específica, o que foi uma das dificuldades e uma das inovações do trabalho”, pontua o geógrafo André Farias, analista da Embrapa Territorial (SP). Outros produtos do gênero analisavam biomas ou regiões geoeconômicas, além da macrologística agropecuária.

Justamente por essa especificidade, o SITE Aquicultura ganhou um sexto quadro, o aquícola, com informações sobre diversas estruturas da cadeia produtiva: associações de aquicultores, laboratórios de formas jovens, fábricas de ração e de gelo, empresas de consultoria na área, de produtos para sanidade, de equipamentos, unidades de beneficiamento e até instituições de ensino com cursos na área.

“Trata-se de um sistema inédito, não existem informações georreferenciadas, padronizadas e organizadas sobre aquicultura no Brasil. Não há nenhum banco que compile essas informações. Além do ineditismo do sistema, ele tem o objetivo de facilitar o diálogo entre os formuladores de políticas públicas e os produtores aquícolas”, explica a geógrafa Marta Ummus, da Embrapa Pesca e Aquicultura (TO), que lidera o projeto.

O SITE apresenta dados de produção de 24 espécies aquícolas e provenientes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Estão disponíveis informações de quantidade produzida ou valor da produção para os anos de 2013 a 2019. O usuário pode consultar os números nacionais ou de uma unidade da federação e visualizá-los no mapa. A aquicultura também está presente dentro do quadro agrícola do SITE com informações sobre os estabelecimentos agropecuários que praticam a atividade.

Cinco quadros

Os cinco quadros que geralmente compõem os SITEs apresentam informações sobre fatores que impactam a produção rural. Nas questões agrárias, a presença de unidades de conservação, por exemplo, pode restringir algumas atividades; já a existência de comunidades quilombolas e assentamentos da reforma agrária pode indicar a agentes públicos e organizações não governamentais áreas prioritárias para programas sociais.

“Será possível analisar as informações considerando todas as variáveis desses diferentes quadros que contribuem ou não para o desenvolvimento da atividade aquícola em determinadas regiões em detrimento de outras”, conta Ummus.

Para o SITE Aquicultura, o quadro natural ganhou reforço nas informações sobre Recursos Hídricos. A organização do sistema hidrográfico nacional e as redes de monitoramento podem ser visualizadas no mapa e consultadas em forma de tabela. Há também diferentes informações sobre disponibilidade e qualidade de água, a exemplo dos balanços hídricos feitos pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA).

O SITE apresenta os balanços qualitativos e os quantitativos, por curso d’água ou bacia hidrográfica, além do balanço quali-quantitativo, com análise integrada dos dois atributos. “Essa informação é importante porque, se você está pensando em estabelecer o seu empreendimento aquícola em uma bacia com criticidade tanto em termos quantitativos quanto qualitativos da água, esse é um ponto a considerar porque vai impactar o seu modelo de negócio”, analisa Farias.

No quadro socioeconômico, além de dados sobre a população geral e os produtores rurais, foram incluídas informações específicas que afetam a aquicultura, como o gasto médio das famílias com pescado. A seção sobre infraestrutura apresenta o traçado das rodovias, hidrovias e ferrovias e informações sobre geração, transmissão e distribuição de energia elétrica. A aquicultura depende de energia elétrica, por exemplo, para acionar os aeradores que mantêm o nível de oxigênio adequado para os peixes e outros animais aquáticos.

Aquicultura e produção agropecuária

A customização que exigiu mais discussões técnicas e esforço da equipe foi a do quadro agrícola. Nos SITEs sobre um território – um bioma, por exemplo – são apresentados os principais produtos agropecuários ali presentes, o que não faria sentido em uma plataforma voltada a um segmento econômico específico. Por outro lado, entender quais atividades coexistem com a aquicultura nas propriedades ou principais regiões produtoras seria uma análise importante.

A equipe, então, debruçou-se sobre os dados do Censo Agropecuário 2017 para entender quais são as culturas e os rebanhos mais frequentemente presentes nos estabelecimentos agropecuários em que a aquicultura é a atividade principal. Dada a heterogeneidade da produção rural brasileira, a análise considerou a realidade de cada uma das cinco regiões do País. “Delimitamos a região Norte e identificamos os estabelecimentos que têm a aquicultura como atividade principal. Chegamos a um conjunto de dados. Para esses estabelecimentos, procuramos as atividades agropecuárias que mais se relacionam com a aquicultura. E fizemos essa análise para todas as regiões do Brasil,” detalha Farias.

Chegou-se, assim, a um conjunto de 14 lavouras permanentes, 13 lavouras temporárias e seis segmentos da pecuária mais comuns nas propriedades rurais que têm a aquicultura como atividade principal. Para cada um desses produtos agropecuários, o quadro agrícola do SITE apresenta o número de estabelecimentos em que ele está presente e o volume total de produção, por município – e não apenas o que é encontrado junto com a aquicultura. “Tivemos aquela análise prévia para definir quais culturas apresentaríamos. Mas, uma vez selecionada uma cultura, nós disponibilizamos informações sobre ela para todo o território nacional”, conta Farias.

O SITE Aquicultura reúne dados de 12 instituições, como IBGE, ANA e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), além de secretarias estaduais do Meio Ambiente. Eles estão dispostos em 296 camadas de informação nos seis quadros – a esse número podem ser adicionadas as milhares de combinações possíveis de espécie, ano e unidade da federação, na caixa de consulta sobre produção aquícola.

Ao navegar pelo SITE, o usuário seleciona uma ou mais camadas e faz combinações entre elas para obter as respostas que deseja. A seleção pode ser feita navegando pelos quadros e pela caixa de consulta ou por meio de uma busca de camadas, também chamadas de planos de informação. É possível definir níveis de transparência para melhor visualização. Os mapas gerados podem ser impressos.

A plataforma também permite fazer filtros. Por exemplo, o usuário pode selecionar a camada de “Estimativa de valores médios das terras em 2019” e fazer um filtro para o mapa exibir apenas as localidades em que o valor médio do hectare é menor do que R$ 10 mil. Para encontrar mais facilmente um fornecedor de insumos, ao inserir a camada “Laboratório de formas jovens”, pode filtrar apenas os que produzem larvas de camarão.

Todas as camadas podem ser baixadas em formato shapefile, arquivo aberto para trabalhos de geoprocessamento, o que permite novas análises a partir dos dados fornecidos. Cada camada tem disponível uma relação de metadados, com a fonte e uma série de outras informações.

Outro recurso disponível é exibir no mapa diferentes delimitações territoriais: um município, um bioma, uma região hidrográfica e até mesmo uma região geoeconômica de expansão agropecuária como o Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) e a Sealba (Sergipe, Alagoas e Bahia).

Uso atual e futuro

A geóloga Lucíola Magalhães, chefe-adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Territorial, conta que o projeto do SITE Aquicultura surgiu para resolver um problema: a ausência de dados estruturados sobre o setor. “A facilidade de encontrar informações relacionadas à atividade é um ponto que pode apoiar a cadeia produtiva, principalmente nas ações de planejamento: estratégias de novos negócios, diagnósticos de onde a atividade está crescendo, onde há deficiência de estruturas e serviços”, avalia.

A organização dos dados em bases territoriais favorece a visualização de problemas e oportunidades. “Ao exibir, no mapa, os estabelecimentos agropecuários onde a aquicultura é a atividade econômica principal e cruzar com outras bases de dados – fábricas de ração, empresas que fazem consultorias etc. -, você começa a ver ‘buracos’, o que até poderia ser visto em tabelas, mas com alguma dificuldade”, exemplifica.

Magalhães ressalva que, para tirar proveito da inteligência territorial estratégica contida na plataforma e extrair informação assertiva dos cruzamentos, é preciso ter clara a pergunta que se quer responder. “As análises estratégicas vão exigir perguntas muito bem formuladas”, alerta. Ela espera uma forte interação com agentes da cadeia produtiva para a evolução do SITE.

Ao menos um elemento para a segunda versão já está sendo construído na Embrapa: o mapeamento dos viveiros escavados de aquicultura por imagens de satélite. O desafio científico-tecnológico aqui é bastante significativo. Distinguir lagos e represas de tanques escavados nas imagens dos 8,5 milhões de km² do Brasil não é tarefa simples, pois as diferenças são muito sutis. A água mais absorve do que reflete luz, assim como telhados, sombras de montanhas e outros elementos, o que dificulta a automatização do processo. Debruçada sobre o desafio há três anos, a equipe já obteve resultados animadores e trabalha agora para a validação do mapeamento.

Sobre os avanços esperados, Ummus é otimista e faz uma projeção: “nós esperamos contribuir para que exista maior diálogo entre os produtores e os tomadores de decisão e os órgãos fiscalizadores, os ambientais, os de assistência técnica rural. O sistema também permite que os agentes da cadeia produtiva, ao se enxergarem como parte daquele território e agentes transformadores dele, possam ter um maior entendimento de qual é a função deles e desenvolver de maneira sustentável a cadeia produtiva da aquicultura”.

Iniciativas integradas

O SITE Aquicultura conta com três fontes de recursos financeiros. A primeira delas é o Projeto Integrado da Amazônia (PIAmz), financiado pelo Fundo Amazônia e operacionalizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em cooperação com o Ministério do Meio Ambiente. Coordenado pela Embrapa, o PIAmz atua nos nove estados amazônicos do território brasileiro, por meio de 19 projetos. O objetivo principal é promover a produção e a disseminação de conhecimentos e tecnologias voltadas para a recuperação, conservação e uso sustentável da Amazônia por ribeirinhos, extrativistas, agricultores familiares e povos indígenas.

A plataforma de dados a ser lançada também é parte do projeto BRS Aqua, financiado com recursos do Fundo Tecnológico do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Funtec/BNDES), da própria Embrapa e da Secretaria de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SAP/Mapa) – recursos executados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

O BRS Aqua é o maior projeto em aquicultura na Embrapa, envolve mais de 20 Unidades e cerca de 270 empregados e tem forte caráter estruturante (principalmente com relação a campos experimentais e a laboratórios), além de investir em capacitação de recursos humanos especializados por meio de bolsas e estágios específicos para a área.

Outra fonte de recursos financeiros para o SITE Aquicultura é o projeto Aquicultura com Tecnologia e Sustentabilidade, o Aquitech, financiado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

O GeoWeb do SITE Aquicultura será lançado durante evento virtual de comemoração dos 12 anos da Embrapa Pesca e Aquicultura, que será transmitido no perfil da Embrapa no YouTube a partir das 10h de 13 de agosto. O link direto para acompanhar o evento pode se acessado clicando aqui.

Fonte: Embrapa
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Notícias

Conab prevê redução na produção de grãos, impactada por clima

Por redação 10/08/2021
Escrito por redação

- Conab prevê redução na produção de grãos, impactada por climaAs condições climáticas registradas durante o ano safra 2020/2021 impactaram as lavouras e a nova estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a produção brasileira de grãos no período é de 254 milhões de toneladas, volume menor que a safra anterior em 1,2%. Apesar de ter havido aumento de área plantada em mais de 4%, a redução se deve, principalmente, à queda das produtividades estimadas nas culturas de segunda safra, justificada pelos danos causados pela seca prolongada nas principais regiões produtoras, bem como às baixas temperaturas com eventos de geadas ocorridas nos estados da Região Centro-Sul do país. Os dados estão no 11º Levantamento da Safra de Grãos 2020/2021, divulgado pela Companhia nesta terça-feira (10).

Entre as culturas mais afetadas destaca-se o milho. A produção total deve chegar a 86,7 milhões de toneladas, sendo 24,9 milhões de toneladas na primeira safra, 60,3 milhões de toneladas na segunda e 1,4 milhão de toneladas na terceira safra. Apenas para a segunda safra do cereal, a queda na produtividade estimada é de 25,7%, uma previsão de 4.065 quilos por hectare. A redução só não foi maior porque os altos preços do grão impulsionaram um aumento de área plantada em 8,1%, chegando a 14,87 milhões de hectares. Além disso, Mato Grosso, principal estado produtor, foi o que menos registrou condições climáticas adversas durante o cultivo do cereal.

Com a colheita encerrada, a soja apresenta uma elevação de 11,1 milhões de toneladas na produção desta safra. Desta forma, o Brasil se mantém como maior produtor mundial da oleaginosa com uma colheita recorde de 135,9 milhões de toneladas.

Para o arroz, a produção neste ciclo teve crescimento de 5% em relação ao período anterior, chegando a 11,74 milhões de toneladas. Já em relação ao feijão, as atenções se voltam para a cultura de terceira safra, que está em fase inicial de colheita. A produção total é estimada em 2,94 milhões de toneladas, 8,8% menor que o obtido na safra 2019/2020, impactada pela seca nas principais regiões produtoras do país.

Dentre as culturas de inverno, destaque para o trigo. Na atual safra a expectativa é que a produção seja de 8,6 milhões de toneladas, um novo recorde para o país caso confirmada a estimativa. Com o plantio já encerrado, o grão apresenta um expressivo crescimento na área de 15,1%, situando-se em 2,7 milhões de hectares.  Os preços elevados no mercado internacional nos últimos anos incentivaram a maior procura pelos produtores. Aliado à valorização externa, o alto custo do milho no cenário nacional também incentivou o cultivo do trigo, por ser um possível substituto para ração animal. Caso a estimativa de colheita seja confirmada, esta será a maior produção já registrada no país. No entanto, as condições climáticas das lavouras podem influenciar nos resultados. As consequências das geadas registradas nas principais regiões produtoras nas últimas semanas ainda serão quantificadas pela Conab.

Panorama de mercado

No âmbito do mercado externo, o algodão em pluma segue com cenário positivo no mercado internacional. Neste levantamento, a Companhia elevou a previsão do volume exportado da fibra na safra 2020/2021 em 4,69%, em relação à estimativa anterior. Por outro lado, foram reduzidas as previsões do volume exportado de milho e de soja.

Para a oleaginosa, mesmo com o aumento da produção, foi observado ao longo do ano baixo percentual comercializado até o momento. Com isso, as exportações anteriormente estimadas em 86,69 milhões de toneladas passaram para 83,42 milhões de toneladas. No caso do cereal, a partir dos efeitos do clima na produção e da reversão do destino de contratos de exportação para o mercado doméstico, a expectativa é de queda nas exportações em 20%, o que corresponde a 23,5 milhões de toneladas ao final da safra. Por outro lado, a projeção de importação manteve-se inalterada em 2,3 milhões de toneladas.

Quanto ao trigo, para esta nova safra a Conab espera aumento de produção aliado ao incremento do consumo interno em 3,74%. O cenário é favorável, de modo que os estoques de passagem estarão em nível mais confortável. A previsão é que fechem o ano em 1.793,9 mil toneladas, volume próximo ao observado em safras anteriores a 2019/2020.

Fonte: Conab
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Agrishow prepara protocolos sanitários para feira presencial em 2022

Por redação 10/08/2021
Escrito por redação
- Agrishow prepara protocolos sanitários para feira presencial em 2022

Vista aérea da Agrishow 2019

O presidente da Agrishow, Francisco Maturro, se reuniu ontem (9) com autoridades para debater sobre as adequações necessárias para a realização do evento. Evento presencial está confirmado para abril

Os organizadores da Agrishow, uma das principais feiras de tecnologia agrícola do mundo, sediada em Ribeirão Preto, começam a se preparar para a edição de 2022 que acontecerá de 25 a 29 de abril. Adiada por dois anos consecutivos em razão da pandemia, a Agrishow movimentou na última edição em 2019, R$ 2,9 bilhões em negócios.

Na noite de ontem (9), o presidente da Agrishow, Francisco Maturro, se reuniu com o Secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Itamar Borges, o prefeito de Ribeirão Preto, Duarte Nogueira (PSDB), e o presidente da ACI, Dorival Balbino. O encontro foi na sede da Associação Comercial e industrial de Ribeirão Preto (Acirp).

Segundo Maturro, a reunião é o início de uma mobilização para que a feira possa acontecer com toda a sua grandeza, cumprindo rigorosamente todos os eventuais protocolos sanitários. “Nós temos grandes problemas para resolver, não podemos ter mais o mesmo tipo de banheiro, de restaurante”, explica.

O Prefeito Duarte Nogueira, disse que esse planejamento é importante visto que a cidade recebe milhares de visitantes, inclusive do exterior. Ele destacou também a importância da Agrishow para a economia ribeiraopretana. “O setor empreendedor estima que R$ 40 milhões de reais são gerados com todos os serviços e produtos consumidos e usados aqui, em uma só semana. Quanto melhor pudermos receber nossos visitantes, melhor será o resultado” afirma Nogueira.

Fonte: Agrishow com Rádio CBN Ribeirão
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Algodão fecha ano comercial com recorde de exportações

Por redação 09/08/2021
Escrito por redação

- Algodão fecha ano comercial com recorde de exportaçõesEmbarques cresceram 23% em relação ao ciclo 2019/2020

O Brasil exportou 2,4 milhões de toneladas de algodão entre agosto de 2020 e julho de 2021, 23% a mais do que no ciclo anterior, concretizando um novo recorde de embarques. O comércio exterior da fibra gerou uma receita de US$ 3,77 bilhões na temporada 2020/2021. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (9) pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

“Nos consolidamos como o segundo maior exportador mundial da pluma e reiteramos a meta de nos tornarmos o primeiro do ranking até 2030, quiçá antes disso”, avalia o presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato.

A China foi o principal destino da fibra brasileira, responsável por 30% do total exportado na temporada 2020/2021. Com inéditas 720,7 mil toneladas adquiridas, o gigante asiático superou o mercado interno como maior consumidor do algodão produzido no Brasil. A lista dos dez maiores importadores da pluma brasileira traz ainda Vietnã (17%) e Paquistão (12%) seguidos por Turquia (12%), Bangladesh (11%), Indonésia (9%), Malásia (3%), Coréia do Sul (3%), Tailândia e Índia (1% e 0,4%).

O cenário para a temporada 2021/2022 é de aquecimento no consumo e no comércio mundial. Após despencar 7% em 2020/2021, espera-se uma recuperação de 3% na produção mundial de algodão, totalizando 25 milhões de toneladas. O volume, no entanto, é inferior ao consumo global, que deve chegar a 25,77 milhões de toneladas.

Safra brasileira 2020/21

A previsão de produção de pluma brasileira na safra 2020/2021 é de 2,457 milhões de toneladas, 18% menor que a alcançada na temporada 2019/2020. O recuo se deve à redução de 18% na área plantada, que foi de 1,369 milhão de hectares. A produtividade esperada é de 1.793 Kg/hectare.  Até o momento, 45% da área já foram colhidos, 11% da safra já foram beneficiados, 5% analisados por HVI e 82% comercializados.

Fonte: Abrapa
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Conab realiza evento com foco em próxima safra

Por redação 09/08/2021
Escrito por redação

- Conab realiza evento com foco em próxima safraAs inscrições gratuitas para participar do evento sobre as Perspectivas para a Agropecuária na Safra 2021/22 – Edição Grãos, promovido pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), já estão abertas. Durante a live serão realizadas análises sobre as tendências de mercado para as culturas de algodão, arroz, feijão, milho e soja produzidas no país. O evento é aberto a todo o público interessado, como produtores, estudantes, jornalistas, consumidores e sociedade em geral.

Esta edição terá como destaque a participação da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina, que fará a abertura do evento, além do presidente da Conab, Guilherme Ribeiro, e do diretor de Política Agrícola e Informações da Companhia, Sergio De Zen. O webinar incluirá uma mesa redonda, ao final, com a presença do Secretário de Política Agrícola do Mapa, Guilherme Bastos, o presidente da Agroconsult, André Pessoa, o gerente de Consultoria Agro do Itaú BBA, Guilherme Belotti, e o diretor técnico da CNA, Bruno B. Lucchi.

As Perspectivas para a Agropecuária são apresentadas anualmente pela Conab e representam a primeira expectativa oficial sobre área plantada, produção, preços, exportações e consumo para a próxima safra, nesse caso, a de 2021/22. “Esses estudos feitos pela Companhia, envolvendo desde a equipe de campo, área de geração de dados e equipe de análise de mercado, são ainda mais relevantes neste ano, quando todos os agentes da cadeia produtiva agropecuária estão voltados para o cenário de preços altos e quadro de oferta e demanda ajustado”, ressalta o diretor Sergio De Zen.

O encontro abordará ainda questões econômicas relacionadas ao PIB Agropecuário, com a participação do diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), José Ronaldo Souza Júnior. Também estão previstas palestras sobre as perspectivas climáticas e a modelagem da previsão de área e produtividade, com o diretor do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Miguel Ivan Lacerda, e do diretor e professor titular na Esalq/USP, Durval Dourado Neto, respectivamente.

Participam do evento pela Conab os gerentes de Fibras e Alimentos Básicos, Bruno Nogueira, de Produtos Agropecuários, Fernando Motta, e de Inteligência, Análise Econômica e Projetos Especiais, Sérgio Roberto dos Santos, além de Allan Silveira dos Santos, superintendente de Inteligência e Gestão da Oferta da Conab, que irá moderar o evento. O webinar será transmitido ao vivo pelo canal da Conab no YouTube.

Serviço:
Perspectivas para a Agropecuária na Safra 2021/22 – Edição Grãos
Data: 26 de agosto de 2021, às 9h
Inscrições: https://forms.gle/pTssNsGPuVhm34LGA
Agendar lembrete da transmissão: https://youtu.be/Z5qnNr_GwDg

 

Fonte: Conab
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Evento aborda agricultura de precisão

Por redação 09/08/2021
Escrito por redação

- Evento aborda agricultura de precisãoCom o objetivo de disseminar oportunidades, pesquisas e aplicações da agricultura de precisão e digital, a Associação Brasileira de Agricultura de Precisão (AsBraAP) promove o II Seminário Online de Agricultura de Precisão e Digital, de 31 de agosto a 02 de setembro.

O evento contará com três palestras diárias, com os seguintes temas: oportunidades em agricultura de precisão; ferramentas de AP auxiliando a pesquisa agronômica e aplicação de defensivos com ferramentas de agricultura de precisão e digital. Ao final de cada dia, os palestrantes participarão de uma mesa-redonda com os inscritos.

Segundo o presidente da AsBraAP, Marcos Ferraz, entre as missões da associação estão o ensino e a extensão da agricultura de precisão. “Por mais um ano, investimentos em um evento digital por conta da pandemia, para garantir que nosso público tenha acesso às novidades e práticas do segmento”, destaca.

Confira os destaques da programação:

31 de agosto (terça-feira)
  • Oportunidades de mercado do profissional capacitado em agricultura de precisão (AP) – Carlos Otoboni (Fatec Pompeia)
  • Resultados práticos da adoção de AP para os produtores – Mark Spekken (SOMO Agro)
  • Agricultura de precisão para maior eficiência agrícola – Ronei Sana (SLC AGrícola)
1ª de setembro (quarta-feira)
  • O papel dos agricultores na pesquisa e na evolução do conhecimento por meio de ferramentas de AP – Charles Peeters (GAPES Rio Verde)
  • A integração da agrometeorologia à AP – Rodrigo Yoiti Tsukahara (Fundação ABC)
  • SMARTCOOP: Agricultura digital no sistema cooperativo do Rio Grande do Sul – Raí Schwalbert/Geomar Corassa (CCGL – Cooperativa Central Gaúcha Ltda)
02 de setembro (quinta-feira)
  • Tecnologia de aplicação de defensivos com uso de drones – Ulisses Antuniassi (Unesp – Botucatu)
  • A evolução do controle localizado de plantas daninhas – Fabio Baio (UFMS Chapadão do Sul)
  • Aplicação de defensivos utilizando ferramentas de AP – Jose Carlos Monteiro Júnior (Tereos Açúcar & Energia Brasil)

As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo site (acesse aqui), onde também serão transmitidas as palestras em ambiente virtual exclusivo.

Serviço

 II Seminário Online de Agricultura de Precisão e Digital

Data: 31 de agosto a 02 de setembro

Horário: das 17h30 às 20h

*Valor: R$ 50,00

Informações e inscrições (acesse aqui)

*Associados e funcionários de empresas associadas não pagam 

Fonte: Associação Brasileira de Agricultura de Precisão (AsBraAP)
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