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Notícias

Geosys alerta para a baixa umidade do solo

Por redação 09/08/2021
Escrito por redação

- Geosys alerta para a baixa umidade do soloSem chuva nos próximos dias, potencial produtivo das culturas deverá ficar limitado

Depois da forte queda da temperatura e das geadas nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e parte de São Paulo, nos últimos dias de julho, a seca deverá afetar mais intensamente diversas regiões de trigo e cana-de-açúcar nos três estados. No sensoriamento remoto realizado pela Geosys Brasil, ainda não é possível mensurar o impacto do clima irregular no índice de vigor (NDVI) nestas culturas. “Vamos aguardar mais alguns dias para identificar o quanto a estiagem afetará o potencial produtivo das plantas”, diz Felippe Reis, analista de cultura da Geosys.

Segundo o modelo de previsão europeu (ECMWF), as temperaturas em agosto ainda estarão abaixo da média nos próximos dez dias, mas a intensidade do frio deve perder força. Já o modelo de previsão americano (GFS) destaca que as temperaturas ficarão acima da média em quase todo o país. Porém, os dois modelos apontam para falta de chuva em boa parte do país.

Rio Grande do Sul

Para os próximos dias de agosto, tanto o modelo europeu quanto o americano apontam para temperaturas maiores do que as registradas no fim do mês de julho. Assim, o risco de novas geadas será menor no curto prazo, mas ainda há chance de ocorrência em algumas regiões, principalmente no nordeste do estado. A baixa umidade do solo é outro fator que tem preocupado e a previsão é de que a seca continue, o que deve manter a umidade do solo em baixo patamar nas regiões de trigo.

Paraná

Após as três ondas de frio que atingiram o estado nas últimas cinco semanas, o NDVI apresentou uma dinâmica ruim, evidenciando o impacto das geadas sobre as lavouras de milho, trigo e até cana-de-açúcar. Para o curto prazo, a previsão é de que o frio perca intensidade e as temperaturas fiquem próximas à média, favorecendo as lavouras. Mas o volume de chuvas deve seguir baixo, o que deve manter a umidade do solo no menor nível em relação aos últimos anos.

São Paulo

No sudeste do estado, principalmente na região de Itapetininga, região de cultivo de trigo, o NDVI mostra uma queda mais acentuada em relação aos anos anteriores, o que evidencia os impactos das geadas das últimas semanas. Para o curto prazo, as temperaturas estão aumentando gradualmente, o que diminui o risco de novas geadas. Porém, a umidade do solo deve continuar baixa, o que pode limitar o potencial produtivo desta cultura.

Na região de Ribeirão Preto, área com produção de cana-de-açúcar, a precipitação abaixo da média nos últimos meses manteve a umidade do solo baixa, o que limitou o potencial produtivo. Além disso, o NDVI apresentou uma queda mais acentuada nas últimas semanas, em linha com as três ondas de frio registradas no período. A temperatura mínima média da região ficou abaixo dos 5°C nas três ocasiões (fim de junho, e meio e fim de julho). Vale ressaltar que, em algumas regiões (como em Barretos, por exemplo) houve temperaturas negativas. Ainda há a necessidade de esperar mais alguns dias até que os impactos das geadas sejam contabilizados.

Fonte: Geosys
09/08/2021 0 Comentários
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Notícias

Como garantir isolamento térmico no armazenamento

Por redação 09/08/2021
Escrito por redação

- Como garantir isolamento térmico no armazenamentoMuitos produtos, como frutas, legumes, pescados e vacinas, por exemplo, precisam ser acondicionados em ambientes refrigerados. O objetivo é que, armazenados por um período tal em uma temperatura determinada, de acordo com as necessidades específicas individuais, os produtos tenham maior prazo de validade. Para isto, as indústrias utilizam a câmara fria, considerada um dos equipamentos mais importantes para garantir o isolamento térmico e manter a conservação dos itens.

Fazer o controle de temperatura das câmaras frias, no entanto, não é tarefa fácil. Formada por uma série de equipamentos que auxiliem no isolamento do ambiente e impeçam a entrada de calor no espaço interno, é preciso criar uma verdadeira barreira protetora dos insumos. “Quando o local sofre com a entrada de calor, é possível que a câmara frigorífica tenha infiltrações que podem causar instabilidades climáticas, por exemplo. Além disso, a falta de vedação das paredes ou portas isolantes e a abertura destas por longos períodos ocasiona a entrada de calor no espaço e pode resultar em um problema sério, como perda dos produtos e aumento de custos. Por essa razão, é importante contar com equipamentos que permitam máxima vedação e o isolamento térmico industrial, como é o caso de uma porta rápida”, comenta Giordania R. Tavares, diretora executiva da Rayflex.

A executiva explica que, para a montagem de uma câmara frigorífica, seja para estocagem de produtos já resfriados ou congelados, é importante definir o fluxo e o nível de rigorosidade. “As movimentações que acontecem em uma câmara fria industrial precisam de agilidade. O principal desafio encontrado em locais voltados para o isolamento térmico e que necessitam de uma alta taxa de movimentação é justamente preservar essa temperatura com a abertura e fechamento das portas”, diz Giordania.

E são as portas um dos principais equipamentos dessas câmaras frias. “Geralmente o acesso a esses locais é feito com o uso de uma empilhadeira ou paleteira. O recomendado é que as portas tenham abertura e fechamento muito rápido ou que não precisem de intervenção direta do homem, como as da Rayflex, que podem ser acionadas também por botoeira, puxador, controle remoto e laço de indução. Sem isso, um operador precisará descer do pallet para fechar a porta”, finaliza a executiva.

Fonte:  Rayflex
09/08/2021 0 Comentários
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Notícias

BrasilAgro anuncia novo diretor de Operações

Por redação 09/08/2021
Escrito por redação

- BrasilAgro anuncia novo diretor de OperaçõesWender Vinhadelli é engenheiro agrônomo e tem mais de 20 anos de experiência, dez dedicados à BrasilAgro

A BrasilAgro, empresa brasileira especializada na compra e venda de propriedades rurais e na produção de alimentos, fibras e bioenergia, anunciou a promoção de Wender Vinhadelli para a posição de diretor de operações da companhia. Anteriormente, o executivo ocupou os cargos de gerente de fazenda, regional e de produção.

“É um desafio importante, porque passo a atuar diretamente no planejamento e na operação de todas as fazendas da companhia, no Brasil e no exterior”, comenta.

Engenheiro Agrônomo e com especialização em Proteção de Plantas pela Universidade Federal de Viçosa, além de MBA em Gestão Empresarial do Agronegócio pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Vinhadelli tem mais de 20 anos de experiência, dez dedicados à BrasilAgro. Ele reportará ao CEO da empresa, André Guillaumon.

A BrasilAgro é uma das maiores empresas brasileiras em quantidade de terras agricultáveis, com investimentos constantes em tecnologia e infraestrutura para estimular o potencial de produção das propriedades rurais. Além de ser a primeira empresa de produção agrícola a abrir capital na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), também foi pioneira entre as instituições do agronegócio brasileiro a listar ADRs (American Depositary Receipts), na NYSE (New York Stock Exchange), bolsa de valores de Nova Iorque.

Fonte: BrasilAgro
09/08/2021 0 Comentários
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Notícias

Comitê aprova proposta de R$ 1,32 bi para cafeicultores prejudicados com geadas

Por redação 09/08/2021
Escrito por redação

- Comitê aprova proposta de R$ 1,32 bi para cafeicultores prejudicados com geadasOs representantes do Comitê Técnico do Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC) decidiram encaminhar para o CDPC proposta de manter como reserva de contingência no orçamento do Funcafé (Fundo de Defesa da Economia Cafeeira), R$ 1,32 bilhão para atender aos produtores que sofreram com a incidência da geada, principalmente ocorrida em julho deste ano. A decisão foi tomada em reunião na última sexta-feira (6).

A reunião do CDPC vai ocorrer amanhã, terça-feira, dia 10. Se o Conselho aprovar, a proposta será encaminhada ao Ministério da Economia para ser submetida ao Conselho Monetário Nacional (CMN), no próximo dia 26.

A disponibilização desse valor para os agentes financeiros será feita após a efetiva avaliação das perdas ocorridas pela geada nas regiões de produção, cujo levantamento está sendo conduzido pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em conjunto com entidades do setor cafeeiro. “A estimativa é que no próximo mês de setembro já tenhamos um quadro real da situação”, prevê o diretor de Departamento de Comercialização e Abastecimento, Silvio Farnese.

Os recursos fazem parte dos R$ 5,9 bilhões que foram aprovados pelo Conselho Deliberativo da Política do Café para aplicação nas linhas de financiamento do Funcafé para a safra 2021/22. Com a manutenção dessa reserva de contingência, nesse primeiro momento, serão disponibilizados aos agentes financeiros o total de R$ 4,6 bilhões, para as linhas de crédito de custeio, comercialização, capital de giro e aquisição de café. Os contratos estão no final de processamento.

“A essa medida não causará dificuldade para os tomadores de crédito do Funcafé uma vez que o que está sendo encaminhado aos agentes financeiros é suficiente para atender a demanda até a decisão de liberação da reserva de contingência entre setembro e outubro”, lembrou o diretor.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
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Notícias

Fertilizante foliar tem foco no combate ao estresse da planta

Por redação 09/08/2021
Escrito por redação

- Fertilizante foliar tem foco no combate ao estresse da plantaMultinacional alemã DVA, acaba de colocar no mercado o Incentia Stimulus, com uma formulação desenvolvida especialmente para as necessidades das lavouras e solo brasileiro

O estresse não é uma situação limitada aos seres humanos e animais. As plantas também podem passar por esses períodos de altos e baixos, o que afeta diretamente seu desenvolvimento e por consequência a produção final. Auxiliar a lavoura nesse período é um dos objetivos da DVA Agro, multinacional alemã, ao lançar no Brasil o Incentia Stimulus, fertilizante foliar composto por minerais e parcelas orgânicas que dão mais força para esta fase.

Vários fatores interferem e podem reduzir a expectativa de produção, tais como stress, adubação inadequada, pragas e doenças e outros. O stress é exatamente o foco do novo produto. Já que as lavouras ficam expostas o tempo todo à céu aberto.

“Do período da manhã para a noite, por exemplo, podem haver variações de temperatura, chuva e outros elementos. Não é como os cultivos em estufa, que é possível controlar até a luminosidade ideal. Por isso buscamos um produto que tivesse como um dos principais objetivos inibir ou melhorar os efeitos negativos desse cenário por meio de compostos osmorreguladores. Não estamos falando de secas severas ou geadas, mas de alterações habituais já por quais passam as plantações”, explica o engenheiro agrônomo e gerente de marketing no Brasil, Bruno Francischelli.

Problema que prejudica o bolso

As condições ambientais desfavoráveis e as outras interferências nas lavouras geram muitos problemas, diretos e indiretos, e em sua maioria afetam mesmo o bolso do produtor. É possível haver inibição na hora da germinação, redução no crescimento das plantas e na absorção de água por parte delas, além de alteração nas taxas de transpiração. “Com as situações de stress, forma-se um conjunto de efeitos negativos, que ainda incluem, a diminuição expressiva da fotossíntese, que é essencial ao vegetal e seu bom desenvolvimento; a redução da assimilação de Nitrogênio; o aumento da concentração tóxica de Nitrato de Amônio e por fim a redução na atividade enzimática”, destaca o profissional.

Frente a todas essas dificuldades, o Incentia Stimulus auxilia as plantas a enfrentá-los de maneira mais robusta com o aumento, por exemplo, da capacidade de transpiração da planta e da translocação dos nutrientes. “Além disso, a novidade proporciona maior taxa fotossintética as culturas, estimula a produção de hormônios do crescimento, os nutrientes são absorvidos com menor gasto energético e dá maior sustentação as culturas com relação aos impactos causados pelas condições climáticas adversas”, aponta Francischelli.

Combinação de peso

O Incentia Stimulus é composto pela união da parcela orgânica e do mineral, que atuam em sinergismo, proporcionando assim, mais capacidade de transpiração, absorção radicular, além de fornecer os principais componentes minerais necessários para a planta nesta fase. Além disso, o lançamento é registrado para multiculturas, com foco na aplicação foliar.

Tecnologia alemã em solo brasileiro

O Brasil, no geral, possui solos com PH mais ácidos que se comparados a solos europeus por exemplo. Por isso também, a DVA Agro, optou por formular um produto que atendesse a essa necessidade dos produtores brasileiros. Segundo Francischelli, uma grande maioria dos solos nacionais possuem alta retenção de Fósforo no solo e por isso é preciso atenção na hora de cultivar. Ele explica que o Fósforo é um elemento fundamental para o crescimento das plantas e então para uma boa produção.

Porém, exatamente por essas áreas com maior acidez, às culturas não conseguem absorver com quantidade certa o mineral, e assim boa parte fica retido na terra mesmo. “Também pensamos nesse cenário e o Incentia Stimulus chega para suprir essa demanda dos produtores brasileiros com toda a tecnologia alemã na formulação com ausência de metais pesados, cloretos e materiais insolúveis. Foi ainda desenvolvido com uma proporção equilibrada e constante entre os elementos orgânicos e minerais, podendo ser aplicado junto com a maioria dos fertilizantes e defensivos do mercado”, finaliza o engenheiro agrônomo.

Fonte: DVA Agro
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Minicarregadeira New Holland Construction ganha prêmio

Por redação 06/08/2021
Escrito por redação

- Minicarregadeira New Holland Construction ganha prêmioMarca da CNH Industrial foi agraciada pela EquipmentWatch, reconhecendo atributos da Série 300, lançada recentemente no Brasil

A New Holland Construction, marca da CNH Industrial, ganhou o prêmio Lowest Cost of Ownership Award 2021, de Menor Custo de Propriedade, na categoria minicarregadeiras, nos EUA. Promovido pela EquipmentWatch, líder mundial em dados, software e insights para a indústria de equipamentos pesados, a premiação reconheceu os atributos da Série 300, lançada recentemente no mercado brasileiro.

Realizado em conjunto com o prêmio Mais Alto Valor Retido (HRVA), os reconhecimentos são os únicos do setor a utilizar dados imparciais de terceiros para identificar o equipamento projetado para manter seu valor da melhor maneira ou oferecer o menor custo de propriedade nos próximos cinco anos.

O anúncio foi feito durante a feira World of Concrete 2021 em Las Vegas, Nevada, quando a New Holland Construction foi agraciada com o título.

“A New Holland está entusiasmada por fazer parte do negócio de construção leve em rápido crescimento”, afirma Tyler Mills, diretor de Construção da New Holland na América do Norte. “As tendências positivas na indústria da construção são encorajadoras e ganhar o prêmio de baixo custo de propriedade em minicarregadeiras realmente reforça nosso compromisso em fornecer uma oferta de produto significativa para nossos clientes de construção leve”, aponta.

Para o gerente de Marketing da New Holland Construction na América do Sul, Giovanni Borgonovo, o prêmio destaca as inovações das minicarregadeiras da marca, que celebram 50 anos de história em 2021. “Graças à nossa dedicação ao produto e pós-vendas, a nova Série 300 já é um sucesso localmente, nos ajudando a alcançar a liderança de vendas de máquinas de construção na Argentina em 2020”, comemora.

Fonte: New Holland Construction
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Notícias

CNA levanta custos de produção em oito estados

Por redação 06/08/2021
Escrito por redação

- CNA levanta custos de produção em oito estadosA Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realizou, nesta semana, painéis do Projeto Campo Futuro para levantar os custos de produção da pecuária de corte e de leite, hortaliças (alho e cebola), café, cana-de-açúcar, fruticultura (maçã) e aquicultura (piscicultura).

Os encontros virtuais foram promovidos em parceria com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), Centro de Inteligência de Mercados da Universidade Federal de Lavras (CIM/UFLA) e Pecege (Esalq/USP).

Os painéis de pecuária corte ocorreram em Três Lagoas (MS) e Rondonópolis (MT). Já os de hortaliças em Curitibanos (SC) e Ituporanga (SC). As análises dos custos de café foram em Apucarana (PR) e Franca (SP). Em Rio Verde (GO), Goiatuba (GO) e Maceió (AL) aconteceram os de cana-de-açúcar.

Houve, ainda, um painel de pecuária de leite em Passos (MG), um de fruticultura em São Joaquim (SC) e um de piscicultura em Alta Floresta (MT).

Participam dos encontros virtuais (medida de segurança para evitar o contágio do coronavírus) representantes das federações estaduais de agricultura e pecuária, sindicatos rurais e cooperativas dos municípios e produtores rurais. Os resultados obtidos nos levantamentos são preliminares.

O objetivo do Projeto Campo Futuro é aliar a capacitação do produtor à geração de informações para administração de custos, riscos de preços e gerenciamento da produção, além de colher subsídios para pautar a atuação da CNA no pleito de políticas públicas para o setor agropecuário.

Fonte: Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)
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Notícias

Tecnologia de aplicação amplia eficiência dos biológicos

Por redação 06/08/2021
Escrito por redação

- Tecnologia de aplicação amplia eficiência dos biológicosParceria entre Biotrop e Orion para aplicação de bioinsumos via sulco de plantio vai atingir mais de 100 mil hectares tratados em menos de um ano

O processo de seleção e manipulação das bactérias para compor os produtos biológicos e naturais na indústria e em seus laboratórios é algo complexo e que exige muita tecnologia, segurança e preparo por parte das empresas. A Biotrop, companhia que tem feito massivos investimentos principalmente em Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) e biossegurança, visando a alta performance de seus bioinsumos, é um grande exemplo.  Para oferecer aos produtores o alto desempenho nos biodefensivos, inoculantes e bioativadores na lavoura, a empresa firmou, no fim do ano, uma parceria com a Orion Tecnologia e Sistemas Agrícolas Ltda, de Pompeia/SP, que desenvolve equipamentos profissionais de alta qualidade para aplicação de produtos líquidos no sulco do plantio.

Por meio do exclusivo programa de fidelidade Biopontos, os agricultores clientes tiveram acesso a condições comerciais diferenciadas para a compra dos equipamentos de aplicação no sulco fabricados pela Orion. Em menos de um ano, a parceria teve grande adesão por parte dos produtores, que reconheceram os ganhos em aliar as duas tecnologias. Até o momento mais de 50 mil hectares estão sendo tratados com produtos da empresa em equipamentos da Orion.

De acordo com Ivan Grossi Nakamoto, e especialista de inteligência de mercado da Biotrop, já foram fechados mais 50 mil hectares até safra 2024, dentro da parceria. “Hoje já atendemos em torno de 50 produtores em oito estados diferentes, principalmente de Goiás, São Paulo e Mato Grosso, o que comprova o sucesso dessa parceria.”, acrescentou.

O sucesso do Programa Biopontos deve-se à unificação de tecnologias de ponta no atendimento ao agricultor, com uma excelente produtividade e rentabilidade das lavouras. O programa está disponível em todas as grandes regiões agrícolas do Brasil, sendo encontrado em todos os canais de distribuição parceiros Biotrop e Orion.

Tecnologia na aplicação

Existe uma série de fatores que precisam ser observados para que os bioinsumos possam expressar todo o seu potencial uma vez aplicados. Com a tecnologia da Orion, a Biotrop tem a segurança de que as bactérias atingem o alvo perfeitamente ativas. “Com a aplicação de produtos biológicos e naturais com jato dirigido no sulco de plantio, o produtor se beneficia da precisão, condição, local, quantidade e momento correto que a prática permite, protegendo não só a semente, mas também o microambiente no qual ela é depositada”, diz Ricardo Rodrigues da Cunha, fundador e CEO da Orion.

Segundo ele, o uso da tecnologia de aplicação de produtos líquidos no sulco de plantio já é comum para algumas culturas, sendo muito utilizada em soja e milho. Entretanto para culturas como algodão, arroz, centeio, cevada, trigo, amendoim, batata, entre outras, o aumento da adoção tem acontecido de forma bastante intensa, nas últimas safras.

Para que a aplicação seja efetiva, entretanto, faz-se necessária uma especial atenção para alguns parâmetros, que interferem diretamente na ação dos produtos biológicos. “Estamos lidando com organismos vivos e a Orion sempre teve o devido cuidado com fatores como o pH da água, temperatura da calda e pressão de trabalho, que se mantidos nos padrões adequados e garantem o sucesso da operação”, ressalta Ricardo Cunha.

Ainda segundo o diretor, quando o uso dos produtos é realizado seguindo todos os parâmetros destacados, os feedbacks dos produtores sempre são positivos: “Nosso compromisso é com uma produção mais rentável e sustentável, e essa parceria com a Biotrop garante isso”, finaliza Ricardo Cunha.

Fonte: Biotrop
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Especial Dia dos Pais: Preparar sucessão no campo é garantir continuidade do negócio

Por redação 06/08/2021
Escrito por redação
- Especial Dia dos Pais: Preparar sucessão no campo é garantir continuidade do negócio

Gelso Pezzini (esqu.), juntamente com seu filho Tales Giovane Pezzini

Em homenagem ao Dia dos Pais, produtores e empresários rurais contam como estão preparando a troca de bastão de seus negócios familiares para garantir a perpetuidade na atividade

No próximo domingo, dia 8, será comemorado o Dia dos Pais, e se tem um assunto que ainda estremece a relação entre pai e filho é a sucessão. O processo da continuação de muitos negócios familiares representa um verdadeiro desafio, principalmente para as empresas rurais. No entanto, se for bem planejado e estruturado, a garantia que isso perpetue-se por várias gerações é muito maior. Assim tem feito nos últimos anos o empresário, Roque Zamberlan Villani, pai de seis filhos e proprietário do Grupo Villani, sediado no município de Panambi/RS.

Em 1995, ele e sua esposa, Regina Malheiros Villani, fundaram a empresa inicialmente voltada para trabalhos topográficos, que tinha sua sede na casa onde a família morava. Com o passar dos anos, os negócios foram evoluindo e ampliaram os serviços oferecidos, e a simples firma de topografia se tornou um grupo com loja também em Cruz Alta/RS. Hoje, além de serem representantes comerciais da multinacional Lindsay, para venda de pivôs Zimmatic e da tecnologia FieldNET, também atuam com energia solar, reposição de peças, licenciamento ambiental e seguros. “Nesse período todo, os filhos foram se criando e trabalhando conosco, não foi só a empresa que aumentou economicamente, a parte familiar também”, destacou o patriarca.

Segundo Villani, todos os filhos trabalharam em algum momento da vida na loja da família, sempre juntos, e foram se interessando e se envolvendo no negócio. Atualmente, dos seis, três deles continuam ao lado do pai no dia a dia.  Um deles é Tobias Malheiros Villani, engenheiro agrônomo que atua na área comercial no mesmo departamento do pai. Entre suas atribuições estão: fazer projetos juntamente com o cliente, estar no campo ajudando na gestão desde o começo da venda até o final da obra.

Segundo ele, trabalhar em uma empresa familiar tem os dias bons e ruins, mas acima de tudo prevalece a união. Além disso, o aprendizado junto ao seu patriarca é um privilégio. “Além de pai, ele é um profissional muito competente e uma pessoa de muito boa índole sempre compartilhando o seu aprendizado conosco. Com os irmãos o privilégio também é muito grande, cada um nos ensina uma coisa, tem os momentos de discordância e diferenças, mas boa parte do tempo é de muita sintonia”, destaca o agrônomo.

Já o irmão, Gabriel Malheiros Villani, administrador que acompanha e dá andamento aos projetos dos clientes internamente, responsável pela previsão de entradas do setor comercial no Grupo complementa: “a responsabilidade de trabalhar na empresa da família é muito grande, pois ali que também sai o sustento de todos. Mas, os irmãos, mesmo tendo perfis e formas de trabalhar bem diferentes no final sempre se somam pelo mesmo objetivo”, acrescenta o administrador.

Sucessão familiar é o caminho

Por ter atuado ao longo destes últimos 26 anos na área de topografia, a família Villani sempre participou do processo de muitas sucessões, afinal o topógrafo que fica responsável na hora de levantar inventários de casas e terrenos. “Sempre tivemos envolvidos com isso por prestar assessoria. E toda essa vivência mostrou que eu precisava ter atenção com minha sucessão, por isso sempre trouxe meus filhos para acompanharem a rotina e nos acostumamos a trabalhar juntos”, destacou o empresário.

Se hoje o Grupo Villani é uma empresa bem-sucedida, é fruto da estratégia adotada pelo patriarca, que sempre focou no diálogo com os filhos, deixando-os à vontade em suas decisões e livres para seguir suas vocações seja no negócio da família ou fora. “Nós vivenciamos muito isso, só que com os outros é mais fácil falar, ou dar conselhos. O que sempre se supera é a conversa, atitudes e ter um negócio bem organizado”, diz Villani.

Já os filhos compartilham a mesma ideia do pai e vão além. Para Tobias, a família estar junto do negócio é uma coisa muito positiva. “Acredito que se os filhos entendem como é o andamento do negócio e há interesse e vocação para aquele negócio, as coisas dão certo. Não adianta ter uma empresa que ganhou de herança, tem que ter um trabalho de sucessão sobre aquilo”, diz o engenheiro agrônomo.

Para o outro filho, Carlos Augusto Villani, administrador e responsável pelo pós-vendas, a relação com o pai e a família na empresa tem que ser direta. “Um precisa complementar o outro, sempre cientes das qualidades, responsabilidades e dificuldades de cada um nos processos focados sempre nos objetivos da empresa e, claro, da família”, ressalta. “Também é importante destacar que nenhuma companhia é forte somente com a família, tem que ter funcionários bons como temos”, acrescenta Gabriel.

Produção a quatro mãos

Assim como no Grupo Villani, na Agropecuária Corticeira, de Santa Bárbara do Sul/RS a gestão também é feita de forma familiar entre pai e filho. A propriedade tem como atividade principal o cultivo de soja, milho e trigo, com rotação com feijão preto e ainda grãos de aveia para dar sustentabilidade na lavoura, principalmente no controle de pragas e invasoras, é gerida pelo pai, Gelso Pezzini, juntamente com seu filho, o engenheiro agrônomo e gerente técnico Tales Giovane Pezzini.

Nos últimos três anos a fazenda tem passado por um processo de verticalização da produção por meio da adoção de muita tecnologia. Esse processo começou após o engenheiro agrônomo retornar para a fazenda da família após 15 anos atuando e acumulando experiência no mercado em uma grande multinacional. Ele também fez dois MBAs na área de gestão empresarial e de pessoas. “Meu pai sempre me inspirou, eu o acompanhava desde criança e fui pegando gosto pela atividade. Durante esse período fora, eu pude aperfeiçoar o conhecimento técnico das culturas, e principalmente o conhecimento de gestão de negócios, o que veio a somar hoje no nosso negócio”, lembra o agrônomo.

Este novo projeto de verticalização aplicado pelo filho com apoio do pai, começou com a implantação da irrigação na fazenda com os pivôs Zimmatic. “Começamos a irrigação há três anos. Expandimos as áreas, base de produção e depois trouxemos a tecnologia como complemento e tem sido muito útil, especialmente na cultura do milho, que tem nos dado um retorno muito bom, bem favorável mesmo”, diz o patriarca da família Pezzini.

Hoje a Agropecuária Corticeira já tem quatro pivôs, uma área irrigada de 330 hectares com possibilidade de ampliação futuramente. “Além de melhor produtividade, com a irrigação temos a garantia de uma produção maior, que nos garante, que nos ajuda a ter uma melhor renda, além disso conseguimos programar a venda por fixação antecipada garantindo uma posição estratégica interessante e esse planejamento tem sido muito bom para a agricultura”, destaca o produtor.

Gestão compartilhada

Um dos segredos da gestão muito harmonizada na fazenda é o diálogo e o respeito pelo conhecimento de todos com atribuições bem definidas. O gerente técnico Tales, fica responsável por todas as operações, enquanto o pai fica mais focado na atividade de administração, na parte de compra, vendas, programação tributária e imposto. Também participam do negócio familiar outros irmãos, Tomaz Gelson Pezzini, Médico Veterinário e Thaís Marlize Pezzini, Advogada, além da matriarca da família, Marlize Pezzini.  Mesmo não estando no dia a dia da fazenda, eles ajudam nas tomadas de decisões estratégicas e são sócios na atividade.

Segundo o produtor, essa estratégia adotada de levar os filhos para a fazenda deu muito certo e hoje rende muitos frutos, pois o conhecimento de um complementa o aprendizado do outro e no fim, todos ganham. “O pai tem que trazer o filho para a propriedade, motivar, para que ele possa participar, e foi o que fiz. Hoje eles trazem tecnologias novas, melhorias e isso eu incentivo muito”, ressalta.

Para Tales, para tudo dar certo entre pais e filho é preciso ter equilíbrio, muita conversa, um aceitando a opinião do outro. O mais novo respeitando a experiência e o mais velho respeitando a vontade que o mais novo tem, por mais facilidade de desenvolver tecnologia e mexer com tecnologia e isso dá certo. “Isso tem que ser construído com bastante tempo, diálogo, respeito e muita união familiar. O carinho que nós temos por estarmos na mesma família, se usado para o bem, para um caminho de desenvolvimento, ele ajuda muito”, diz ele. “Eu estou feliz, porque tive um filho que aceitou estudar essa profissão, falou nisso desde criança e hoje está dando sequência a esse trabalho”, finaliza o produtor.

Fonte: Lindsay América do Sul

 

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Crise hídrica: estiagem no Pantanal é a quinta pior em 120 anos

Por redação 06/08/2021
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- Crise hídrica: estiagem no Pantanal é a quinta pior em 120 anos

Rio Paraguai – Corumbá (MS), por Josiney Severino dos Santos Defesa Civil MS

O nível do rio Paraguai, que drena o bioma Pantanal, baixou quase 20 centímetros na última semana, diminuindo cerca de 2 centímetros por dia, em Ladário (MS). A estação, considerada um termômetro da situação de seca na região, registra 84 centímetros no dia 4 de agosto de 2021, enquanto o nível normal esperado para esta época do ano é de 4,15 metros. O ritmo de descida dos níveis deve se intensificar no mês de agosto e piorar a crise hídrica na região, de acordo com o Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM).

De acordo com o órgão do governo federal, a seca do rio Paraguai já é a pior de toda série histórica em Cáceres (MT), que data de 1967, e está entre as 10% piores da série histórica em Porto Murtinho (MS), que data de 1937. Em Ladário já é a quinta pior vazante desde 1901. Este é o segundo ano consecutivo que a bacia está nesta situação de vazante extrema. O pesquisador do SGB-CPRM Marcus Suassuna afirma que os meses de julho e agosto apresentam um avanço mais rápido do processo de vazante, principalmente na calha principal do rio Paraguai.

O norte da bacia, região estratégica para o monitoramento porque as chuvas costumam ser mais abundantes no início do ano, também preocupa. As estações em Cáceres (MT) e na capital Cuiabá (MT) registram níveis abaixo da mínima histórica que já havia sido atingida em 2020.

Nos municípios de Ladário e Porto Murtinho (MS), o nível do rio subiu consideravelmente em janeiro de 2021, mês em que as chuvas ficaram mais próximas do normal. Mas foi o único mês em que isso aconteceu: o rio voltou a receber chuvas abaixo da média e a recuperação foi lenta. A situação foi agravada pelo fim precoce da estação chuvosa, no início de abril.

Impacto nos recursos hídricos

Segundo o SGB-CPRM, o rio só esteve mais baixo do que agora em 4 ou 5 episódios durante a seca prolongada dos anos 1960 e 1970. Mas poucas estações de monitoramento existiam na região do Pantanal na época.

O reservatório da usina de Manso, que atende a região de Cuiabá (MT), opera com vazão mínima há mais de um ano.Segundo a Furnas, empresa que opera a hidrelétrica, o reservatório conta atualmente com 20,6% de seu armazenamento e, caso seja mantido o nível de utilização atual, é possível projetar um colapso hidráulico a partir da primeira quinzena de outubro.

Prognóstico

A estação de Ladário deve atingir a mínima de -44 centímetros por volta de 20 de outubro, sendo que atingiu -32 centímetros no ano passado. O pesquisador Marcus Suassuna afirma que as previsões para o comportamento futuro do rio são feitas em comparação com a série histórica. Normalmente, quanto mais baixo o nível do rio em junho, mais cedo deve começar a estação chuvosa. “Com qualquer chuva que caia sobre a bacia, o rio terá uma resposta mais rápida”, explica. No entanto, em 2020 a combinação foi a pior possível: uma seca severa com fim tardio.

- Crise hídrica: estiagem no Pantanal é a quinta pior em 120 anos

Chuvas

A previsão da Climatempo para agosto de 2021 indica que duas frentes frias acompanhadas de moderadas massas de ar frio vão chegar à Região Centro-Oeste na primeira quinzena de agosto, uma em cada semana. A queda de temperatura será significativa entre Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, incluindo as duas capitais. No início da segunda quinzena, uma frente fria mais intensa vai chegar à região provocando queda ampla de temperatura. Há risco para geadas em Mato Grosso do Sul e no sul de Goiás. A chuva associada a essa frente fria vai se estender por áreas onde já não é comum chover em agosto, mas não há expectativa de eventos extremos de chuva. O frio deve durar entre 5 e 7 dias.

Na última semana, a temperatura volta a ficar estável, com o calor comum da Região.

De acordo com o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), a região do Pantanal vive uma seca pluviométrica que já dura dois anos. Em certas regiões do estado do Mato Grosso, não chove há mais de 60 dias. O órgão informa que chuvas de até 30% acima ou abaixo da média não devem fazer uma diferença significativa na seca durante o próximo mês, já que as chuvas nesta época são escassas.

Queimadas

Os focos de queimadas atingiram um pico no ano passado. Neste ano, o número de focos registrados é pequeno, mas o período em que eles costumam aumentar ainda não chegou. Na média de 2003 a 2019, o auge das queimadas é no trimestre de agosto, setembro e outubro. Espera-se que a temperatura do ar fique acima da média no próximo trimestre, principalmente sobre o Mato Grosso do Sul e o extremo-sul de Mato Grosso.

Fonte: Climatempo
06/08/2021 0 Comentários
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