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Notícias

Alta de combustíveis pressiona custos no agronegócio

Por redação 15/07/2021
Escrito por redação

custos no agro - Alta de combustíveis pressiona custos no agronegócioPorte e localização das propriedades também pesam na conta, diz especialista da ESPM Porto Alegre

As seguidas altas de preços de biocombustíveis (etanol e biodiesel) têm pressionado os custos de produtores de todos os portes no agronegócio. Nos primeiros cinco meses de 2021, a alta acumulada no IPCA para os combustíveis é de 25,6%. Além de ter impacto no abastecimento das máquinas agrícolas, a elevação de preços afeta os fretes dos produtos. Os impactos atingem de maneira desigual os produtores, dependendo do porte, da especialização da propriedade e da localização geográfica.

“Na agricultura, o peso dos combustíveis é maior nos custos de produção do que na pecuária. A agricultura de larga escala também é mais intensiva no consumo de biodiesel em relação a propriedades menores”, afirma Rodrigo Feix, economista e professor da ESPM Porto Alegre.

Para o economista, os grandes produtores têm mais saídas nessa situação em relação aos médios e pequenos. “Produtores maiores têm mais condições de barganhar preço com os fornecedores. Eles também têm a vantagem de dispor de mais recursos para investir em tecnologias para poupar combustível, como máquinas modernas e novas ferramentas de agricultura digital”, diz.

Outro fator importante para o especialista é a localização das propriedades rurais. “Aqueles que estão em regiões mais afastadas dos portos ou dos principais centros consumidores também são mais impactados pela alta dos combustíveis, já que tem que arcar com fretes mais caros”, afirma.

Segundo Feix, o cenário deve persistir ao longo dos próximos meses, por conta do cenário econômico internacional. “A alta nos preços ocorre em um quadro de expectativas de crescimento da demanda, estimulada pela retomada da economia mundial com o avanço da vacinação. Também há incertezas na quantidade a ser ofertada pelos países da OPEP. O alinhamento de preços da Petrobras com o mercado internacional reforça ainda mais essa tendência”, diz.

Fonte: ESPM Porto Alegre
15/07/2021 0 Comentários
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Notícias

Dia do Pecuarista: benefícios da ILP e do manejo correto

Por redação 15/07/2021
Escrito por redação

custos no agro - Dia do Pecuarista: benefícios da ILP e do manejo corretoNeste 15 de julho, Dia do Pecuarista, conheça a história do engenheiro e administrador que deixou de lado atuação em empresas no mercado internacional e retornou para a fazenda da família, onde agrega tecnologia e sustentabilidade por meio da ILP

A rotina de um executivo no mundo corporativo não é tarefa fácil, envolve muitos compromissos e decisões importantes precisam ser tomadas a todo tempo. Uma escolha errada ou um passo mal calculado pode colocar tudo a perder. Após muitas décadas neste cenário, correndo entre aeroportos, reuniões e hotéis, quando esteve à frente de quatro multinacionais dos mais variados setores, o administrador e engenheiro Renato Leão Cavalcanti, sentiu que era a hora de assumir um novo desafio na vida: voltar para o campo para fazer a gestão das fazendas da família, com mais de 50 anos, no município de Santo Anastácio, cerca de 30 quilômetros de Presidente Prudente, no oeste paulista.

custos no agro - Dia do Pecuarista: benefícios da ILP e do manejo corretoHá quase 6 anos com a botina no pé, o empresário está aplicando em suas duas fazendas, Brasília e São José, todo aquele padrão gestão que aprendeu e foi treinado como executivo. Ou seja, um modelo profissional com todas as tomadas de decisões embasadas em números e medições. “Nestes últimos anos estou 100% com a cabeça nas fazendas. Eu acredito muito na tecnologia e nós fomos entrando e experimentando inovações. O que nós precisamos no fim do dia é ganhar dinheiro com a pecuária, uma atividade que pode ser muito difícil, do ponto de vista de rentabilidade, quando mal gerida”, ressalta.

Mais boi no pasto

A estratégia implementada pelo administrador, além de aumentar a eficiência dos animais, por meio do manejo diferenciado e genética de qualidade, também foi focar na qualidade das pastagens. Para a recuperação dos pastos e solos degradados a escolha foi realizar parcerias.

Uma delas é com a Soesp – Sementes Oeste Paulista, a empresa fornece sementes de pastagem (Braquiária e Panicum) com a tecnologia Advanced. Ou seja, a semente blindada já recebe tratamento industrial de dois fungicidas e um inseticida além de alta pureza. “Estas características indicam maior confiabilidade no plantio, reduzindo as chances de perdas em campo. As sementes Soesp nos ajudam a garantir a formação de uma pastagem homogênea, contribuindo para o aumento da produtividade do rebanho e otimização da produção da fazenda como um todo. Também temos pedido para que os nossos parceiros na Integração Lavoura Pecuária (ILP) a utilizem”, ressalta Cavalcanti.

A ILP foi uma das tecnologias que mais despertou a atenção do empresário para mudar de forma rápida a paisagem das fazendas. Isso porque as propriedades da região, inclusive a sua, estavam em um estado muito avançado de degradação. Para pôr em prática o projeto, buscou parceiros que tivessem melhor aptidão com a agricultura. “Eu não queria entrar no ciclo agrícola, visto que já conseguia fazer satisfatoriamente a parte da pecuária. Como não queria me aventurar na agricultura, o que nós fizemos foi buscar bons parceiros”, lembra o produtor.

Hoje estes parceiros cuidam do ciclo de agricultura e Cavalcanti cuida da pecuária. Com essa gestão muito bem sincronizada, os resultados são cada dia melhores. Utilizando nas fazendas milho, batata-doce e soja, ao voltar com o pasto, a qualidade do solo e das pastagens é muito melhor, trazendo ganhos diretos para a pecuária, como por exemplo, maior lotação média por hectare.

Nas áreas de ILP a lotação passou de 1/2 UA (Unidade Animal) para até 3 cabeças por ha com alta eficiência e ganho de peso. Animado com o resultado, Cavalcanti não para de investir. “Nossa meta é chegar a quatro cabeças por hectare. Em alguns talhões onde adubamos e entramos com tecnologias mais intensivas já conseguimos isso. A ideia é ampliar por toda a propriedade em pouco tempo”, afirma.

Ainda segundo o produtor, a ILP além de melhorar significativamente a qualidade das pastagens aumentando a lotação por área, tem sido fundamental principalmente para pastos no inverno, algo fundamental para quem faz cria. “Eu acredito que o segredo da pecuária, não está em extensão de área e sim em você trabalhar em áreas menores e ser muito eficiente, e a ILP tem provado isso. Sempre destaco que tecnologia e gestão devem andar juntas”, diz ele.

Gestão apurada

Atualmente, nas duas fazendas que gerencia, que juntas somam 750 hectares, Cavalcanti realiza a atividade de cria. Nesta safra teremos 700 fêmeas nelore em idade reprodutiva, frutos de uma genética focada em pressão de seleção. Nos últimos anos, ele buscou agregar a essa genética que já tem em seu DNA, muita rusticidade, por meio da Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF), mais precocidade sexual e de abate, aliado à habilidade materna e à docilidade, sempre focado em uma pecuária mais rentável.

De olhos sempre nos números, recentemente, o produtor também introduziu no seu processo de seleção o CAR – Consumo Alimentar Residual (do inglês RFI – Residual Feed Intake), que é uma medida de eficiência alimentar. De forma simplificada, seu cálculo é efetuado pela diferença entre o consumo de alimento real e esperado, considerando o Peso Vivo (PV) e ganho de peso diário (GPD) do animal. Desta forma, é possível identificar os bois mais e menos eficientes. “Queremos animais com alta conversão alimentar. É isso que nós estamos procurando hoje, nessa nova genética, que estamos colocando dentro da nossa”, ressalta o pecuarista.

Para os bezerros, o foco de eficiência de ganho de peso é fundamental no processo de desmama, no qual todos passam pelo sistema creep-feeding. Ou seja, a ferramenta é utilizada para aumentar o ganho de peso dos jovens animais à desmama através da utilização de um cocho privativo, dentro de um cercado, ao qual só o bezerro tem acesso. Trata-se de um reforço alimentar com uma ração concentrada balanceada enquanto estes ainda estão mamando.

Segundo o produtor, ao aliar todas estas tecnologias, a fazenda tem conseguido nos últimos anos colocar quase 50 quilos a mais nos bezerros e bezerras. Somado a isso há um trabalho em conjunto com empresas de melhoramento genético, para selecionar os animais com melhor ganho de peso. “Nessa estação eu ainda não tenho os números finais, mas os machos vão bater entre 200 kg e 210 kg e as fêmeas entre 190kg e 195 kg. A melhor forma de aliviar a vaca é tratando bem o bezerro. Durante essa fase de amamentação é onde o animal mais converte”, destaca.

Alta fertilidade

Com animais bem nutridos, com manejo eficiente, aliada às tecnologias de última geração, as fazendas Brasília e São José também impressionam pela alta fertilidade do rebanho. Segundo Cavalcanti, o índice de prenhez da última estação de monta foi 87%, para todas as categorias. Hoje, as fazendas trabalham com novilhas precoces ou até superprecoces que já estão emprenhando aos 11 meses. “O nosso foco de seleção tem sido com as novilhas entre 12 e 16 meses, categoria que temos dado muita atenção e onde mais apostamos, buscando uma pecuária de ciclo curto”, finaliza.

15/07/2021 0 Comentários
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Notícias

Petronas apresenta portfólio para o agro na Coopercitrus

Por redação 15/07/2021
Escrito por redação

custos no agro - Petronas apresenta portfólio para o agro na CoopercitrusEmpresa aposta na tecnologia StrongTech para se fortalecer no segmento de carga e máquinas do campo

A Petronas Lubricants International (PLI), subsidiária da Petronas que fabrica e comercializa uma linha completa de lubrificantes automotivos e industriais de alta qualidade, participa da 22ª edição do Coopercitrus Expo Digital, que será realizado  19 e 30 de julho. O evento é promovido pela Cooperativa de Produtores Rurais (Coopercitrus) e será realizado em plataforma totalmente digital.

Pensando em levar soluções inovadoras e produtos de alta performance ao setor, a Petronas aposta na tecnologia StrongTech para a linha de produtos Petronas Urania: fórmula projetada para permanecer mais forte por mais tempo, formando um filme de lubrificação resistente para prolongar os intervalos de troca e vida útil do motor, maximizar o desempenho, lucratividade, fornecendo a força necessária para continuar em movimento.

Durante o evento, os participantes poderão conhecer a novidade por meio das linhas de Lubrificantes Petronas Urania e Petronas Ambra. A primeira foi desenvolvida exclusivamente para atender às necessidades do motor dos veículos pesados, que sofrem diariamente com pressão e condições extremas na estrada. Já a segunda, foi desenvolvida exclusivamente para oferecer maior proteção e performance às máquinas e equipamentos New Holland Construction e New Holland Agriculture. Esses produtos são testados ao limite por várias horas para continuarem oferecendo a melhor proteção, eficiência e performance a todas as máquinas.

“A Petronas segue trabalhando em produtos para atender as demandas e desafios do setor agrícola. Participar de um evento inovador, que pensa em todas as etapas da produção agrícola, é fundamental para que todos possam adquirir mais conhecimento e conhecer novas soluções para o negócio”, comenta Rogério Ludorf, diretor de Marketing e Excelência Comercial Américas da Petronas.

A programação da Coopercitrus Expo Digital conta com mais de 140 expositores e garante uma experiência inovadora aos visitantes, que podem acompanhar todo o fluxo de uma produção agrícola, desde o plantio até a colheita – divisão feita em 12 jornadas completas. No evento poderão receber orientações e recomendações de cultivo, serviços e produtos com o objetivo de melhorar a produtividade agrícola.

Serviço

  • Coopercitrus Expo Digital
  • Data: de 19 a 30 de julho de 2021
  • Programação e mais informações: https://coopercitrusexpo.com.br
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Notícias

Mapa quer ampliar área agrícola irrigada até 2023

Por redação 15/07/2021
Escrito por redação

custos no agro - Mapa quer ampliar área agrícola irrigada até 2023Expansão da área agrícola irrigada em 1,2 milhão de hectares até 2023 pode contribuir para elevar produtividade do agronegócio brasileiro, segundo Ministério da Agricultura (Mapa)

Em audiência pública da Comissão de Desenvolvimento Regional (CDR) na segunda-feira (12), representantes do governo e do setor agrícola concordaram quanto ao grande potencial do país para a expansão da área irrigada, que consideram não estar crescendo de forma expressiva em consequência de vários fatores ligados à gestão. A audiência foi conduzida pelo senador Fernando Collor (Pros-AL), presidente da comissão, informa a “Agência Senado”.

Secretário de mobilidade e desenvolvimento regional e urbano do Ministério do Desenvolvimento Regional, Tiago Pontes destacou a importância da irrigação em face do regime hídrico de cada região e lembrou que o país tem 12% das reservas de água doce do mundo e desempenha um papel estratégico na produção e distribuição de alimentos. “É necessário investir em planejamento, pesquisa, estudos, projetos e infraestrutura. A oportunidade que se apresenta para o futuro deverá ser constituída no presente”, disse.

Frederico Cintra Belém, coordenador-geral de irrigação e drenagem do Ministério da Agricultura, detalhou os planos de ação da pasta para expandir a irrigação no país. Belém apresentou dados que apontam um potencial de crescimento da área irrigada para 55 milhões de hectares, mas disse que o incremento anual ainda seja muito pequeno. “A gente quer, com incentivo nessas ações, pelo menos dobrar esse incremento de área irrigada e, até o fim de 2023, crescer pelo menos 1,2 milhão de hectares.”

Salientando que a gestão deve ser melhorada, Belém defendeu as ações já em curso no âmbito do ministério, incluindo incremento do suporte energético para irrigação, como o “destravamento” no licenciamento para barragens e no incentivo ao reuso de água.

Por sua vez, Raimundo Gomes de Matos, diretor de planejamento e articulação de políticas da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), pediu atenção do Congresso ao projeto do Plano Nacional de Desenvolvimento do Nordeste (PRDNE), atualmente em tramitação na Câmara dos Deputados (PL 6.163/2019), que tem a segurança hídrica como um de seus eixos.

Em seu entendimento, a irrigação depende de fatores como investimento em novas tecnologias de eletrificação, normatização de legislação da outorga, e melhor gerenciamento da transposição das águas do Rio São Francisco. “É preciso também o Congresso Nacional ter um protagonismo nesse sentido para darmos segurança jurídica e tranquilizarmos os gestores”, declarou.

Já Jordana Gabriel Sara Girardello, assessora técnica da comissão de irrigação da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), cobrou políticas públicas para remover “entraves à irrigação”. Ela afirmou o índice de desenvolvimento humano aumentou em 47% na região de Petrolina (PE) desde a implantação da agricultura irrigada. E disse que o sistema irrigado é importante para culturas como a do café.

“O déficit hídrico no café produz grãos menores e com nível de defeito maior. Então, o café, além de ter mais produtividade com a irrigação, também melhora a qualidade do grão produzido”, disse.

Segundo Jordana Girardello, o volume de irrigação no Brasil corresponde a apenas 0,6% da água disponível, mas falta gestão da disponibilidade de recursos em face da demanda hídrica. Ela também mostrou preocupação com a atual crise hídrica e energética, pelos impactos desfavoráveis à irrigação.

Prefeito de Pão de Açúcar (AL) e ex-secretário de Agricultura de Alagoas, Jorge Dantas se declarou favorável à transposição do Rio São Francisco, mas disse que seu município “andou na contramão da História”, por efeito das intervenções que privilegiaram a geração de energia elétrica e prejudicaram a produção agropecuária, até então dependente da sazonalidade do rio. As medidas compensatórias prometidas pela Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), segundo ele, não foram implementadas ou foram insuficientes.”É preciso trabalhar não apenas a água para irrigação, mas também para socorrer os pequenos agricultores.”

Jorge Dantas cobrou planejamento e continuidade: ele criticou a sucessão de programas de irrigação que acabam sendo interrompidos na mudança de governos. Em resposta, Frederico Cintra Belém defendeu os projetos em curso, que, segundo ele, evidenciam a maior capacidade do governo de executar de política de irrigação e consolidam o tratamento da questão dentro de um programa de Estado. “O governo federal tem consciência do que atrapalha a agricultura irrigada e vem traçando ações que foram efetivas desde 2019.”

Na abertura, Collor citou estatística da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para ressaltar que as áreas irrigadas correspondem a menos de 20% da área total cultivada, mas produzem mais de 40% dos alimentos, e ressaltou o “papel central” do Estado na extensão dos benefícios da irrigação, especialmente em benefício do pequeno agricultor. “Para este, a água é sinônimo de sobrevivência, garante dignidade no campo, contrapõe-se ao esvaziamento das áreas rurais”, definiu.

Fonte: Datagro
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Notícias

PIB do agro deve crescer 3,8% no segundo trimestre

Por redação 15/07/2021
Escrito por redação

custos no agro - PIB do agro deve crescer 3,8% no segundo trimestreNo primeiro trimestre, PIB do agro registrou alta de 5,7% na comparação com o mesmo período de 2020, bem como em relação ao trimestre imediatamente anterior

O Produto Interno Bruto (PIB) do setor agropecuário deve crescer 3,8% no 2º trimestre em relação a igual período do ano passado, segundo estima o boletim macrofiscal referente a julho deste ano, divulgado nesta quarta-feira (14), pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia.

No primeiro trimestre, o PIB do agro registrou alta de 5,7% na comparação com o mesmo período de 2020, bem como em relação ao trimestre imediatamente anterior.

Fonte: Datagro
15/07/2021 0 Comentários
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Notícias

Texaco participa da Coopercitrus Expo com linha de lubrificantes

Por redação 14/07/2021
Escrito por redação

custos no agro - Texaco participa da Coopercitrus Expo com linha de lubrificantesMarca terá um stand virtual com produtos indicados para o segmento agro

A Texaco, marca de lubrificantes, graxas, fluídos e coolants, vai estar presente com sua linha de produtos para o agronegócio na 22ª edição da Coopercitrus Expo. Em formato 100% digital, o evento acontece de 19 a 30 de julho e vai reunir o maior acervo técnico online do segmento.

Durante o evento, a Texaco vai expor, em um stand virtual, sua linha de lubrificantes que reúne tecnologia e tradição desenvolvida para caminhões, tratores, colheitadeiras, pulverizadores e todo o maquinário utilizado no campo.

A Texaco tem forte atuação junto a cooperativas agrícolas e tradicionalmente participa do evento. “Queremos estar cada vez mais próximos dos nossos clientes para entender suas necessidades e apresentar as soluções inovadoras da marca. O agronegócio é uma das áreas que estamos em constante desenvolvimento de produtos cada vez mais adequados às demandas do profissional do campo”, explica Paulo Gomes, diretor de marketing da ICONIC Lubrificantes, detentora da marca Texaco.

No stand virtual da Texaco, os visitantes terão a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre alguns produtos:

  • Ursa Premium TDX: óleo de motor, com maior intervalo de troca da categoria, para limpeza do motor e economia no consumo de óleo. O produto é indicado para trator, colheitadeiras, pulverizadores e caminhão bitrem.
  • TDH Oil Special: fluido mineral multifuncional que protege o equipamento por mais tempo, proporciona maior estabilidade térmica e resistência à oxidação, além de uma operação suave e silenciosa. Desenvolvido para tratores e colheitadeiras.
  • TDH Oil: fluido mineral multifuncional, que oferece maior estabilidade térmica e resistência à oxidação, maior intervalo entre trocas, operação suave da máquina e maior durabilidade para o equipamento. Mais uma opção de lubrificante para trator e colheitadeira.
  • Multigear EP SAR 90: lubrificante para diferenciais e caixas de transferência ajuda a prolongar a durabilidade das peças, longa vida do óleo, proteção contra ferrugem e corrosão, se adequa a temperaturas e ambientes variados. Pode ser usado em trator, colheitadeira, pulverizador e caminhão bitrem.
  • Marfak MP2: graxa que proporciona estabilidade ao cisalhamento, é resistente à água e tem proteção contra corrosão. Aplicações em trator, colheitadeira, pulverizador e caminhão bitrem.
  • Rando HD 68: óleo hidráulico que não perde a viscosidade mesmo em condições severas de trabalho, ajuda a prolongar a vida útil do equipamento, tem proteção contra ferrugem e corrosão. Ideal para trator, pulverizador e colheitadeira.

Sobre a edição da Coopercitrus Expo

Com formato inovador, o evento vai proporcionar aos visitantes uma experiência de navegação por todo o fluxo de uma produção agrícola, desde o plantio até a colheita. Através da curadoria dos especialistas Coopercitrus, serão apresentadas orientações e recomendações de cultivo, serviços e produtos, trazendo sugestões de melhoria no sistema produtivo.

Serão 13 dias de evento que vão proporcionar oportunidades de novos negócios. Além disso, a Coopercitrus Expo vai compartilhar conhecimentos técnicos com informações sobre produtos, novas tecnologias e suporte da equipe Coopercitrus. No formato de jornadas em diversas culturas para levar o conceito de caminhar ao lado do produtor em um formato 100% virtual.

14/07/2021 0 Comentários
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Entrevista

Antônio da Luz (Farsul): dependência do Plano Safra

Por redação 14/07/2021
Escrito por redação

Economista-chefe da Farsul fala sobre a importância de alternativas aos recursos do Plano Safra

por Clarisse Sousa

custos no agro - Antônio da Luz (Farsul): dependência do Plano Safra

No ano passado, quando foi anunciado o Plano Safra 2020/21, o governo federal prometeu liberar R$ 236,3 bilhões em recursos, o que significa R$ 13,5 bilhões a mais do que em 2019/20, além de melhores condições de financiamento a juros mais baixos. Porém, os cortes no orçamento em 2021 acabaram afetando diretamente programas como Pronaf, da Agricultura Familiar, na ordem de quase R$ 1,35 bilhão, R$ 550 milhões de custeio e R$ 600 milhões de investimentos faltando apenas 75 dias para o ano-safra terminar.

Em resposta à redução do orçamento, em maio, o governo cortou financiamentos agropecuários do ano-safra em curso. A recomposição de R$ 2,5 bilhões para operações agrícolas e pecuárias viria, somente, com a aprovação do projeto de lei do Congresso Nacional (PLN 4/2021), em 1º de junho, permitindo ao setor receber um crédito suplementar de R$ 3,7 bilhões.

Na opinião do economista-chefe da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Antônio da Luz, o valor suplementado não representou mudanças significativas para o setor. A expectativa agora recai sobre a implementação do novo Plana Safra 2021/2. O programa foi apresentado com atraso, em 22 de junho, totalizando R$ 251,2 bilhões em financiamentos, 6,3% a mais em relação ao plano anterior. Os financiamentos já podem ser contratados e permanecem em vigor até 30 de junho de 2022. Antônio da Luz já previa que não haveria muitas novidades (a entrevista foi realizada dias antes do anúncio oficial), especialmente devido ao curto período de tempo destinado à criação do Plano, o que de fato acabou se concretizando. Acompanhe a entrevista:

Quais os impactos da aprovação do Projeto de Lei que recompôs o orçamento da União para o Plano Safra 2020/21?

Não devemos colocar muitas expectativas sobre ele, primeiramente porque não temos recursos nem para o ano safra 2020/21. Esse Projeto de Lei não resolve o problema da falta de crédito, somente repõe aquilo que tinha sido retirado. Os recursos continuam insuficientes para a nova demanda. As máquinas agrícolas tiveram aumento de preço elevado, assim como os demais insumos. Se antes precisava de R$ 1 milhão para comprar uma máquina, e hoje essa máquina custa R$ 1,5 milhão, isso, por si só, já aumenta em 50% a demanda por crédito para manter o mesmo número de vendas. Portanto, o recurso era insuficiente e tornou-se ainda mais. O PLN 4 só não deixa se instalar um “caos” no curto prazo, ele representa um “respiro” para os próximos meses. Não vamos observar esse “caos” também porque as indústrias não têm equipamentos para entregar. Porque, se tivessem, isso poderia ocorrer, já que não teríamos crédito disponível suficiente.

Qual a lição que se pode tirar de toda essa situação?

O PLN 4 deve ser lido pelo setor de máquinas como um aviso: não dá para contar com esse tipo de coisa mais. Simplesmente porque o orçamento de 2021 foi aprovado somente no dia 1º junho. Logo, esse projeto vem para “consertar” os problemas do orçamento, que, aliás, não tínhamos. Temos sinais claros de que o governo está com dificuldade de manter esse sistema como ele de fato funciona. Não é um problema só do agro, mas de outras áreas também. O governo está altamente endividado e está cortando tudo. É preciso começar a olhar para outras alternativas. Não exatamente neste momento, porque as empresas não têm equipamentos para entregar e, por essa razão, pode não haver necessidade desse crédito. Há uma “coincidência” de fatores que acabam ocasionando um acerto. “Não tenho crédito, mas também não há produtos”. O problema é que isso vai passar e, nesse meio tempo, é necessário que o mercado construa alternativas de crédito para que possa manter o nível de vendas que as indústrias estão acostumadas. As coisas estão mudando e os sinais são claros. Talvez não seja uma boa ideia ficar dependendo do Plano Safra.

Quais foram os impactos desses cortes no Plano 2020/21?

Hoje, quem quer fazer um investimento com recursos do Plano Safra não consegue. Ele precisa colocar dinheiro e, depois, recebê-lo de volta na virada do plano. Mais uma vez, isso não é somente para máquinas, mas, de maneira geral, não há recursos. Estamos realmente preocupados.

O crédito rural tem sido fundamental para o desenvolvimento do agro. No entanto, a cada ano constata-se essa escassez no crédito. O que fazer?

O crescimento do ano Safra 2021 até abril foi de 0,8% acima do ano passado. Somando maio e junho, podemos esperar crescimento de 5%. Nem sempre o que é anunciado pelo governo é o que efetivamente se tem para emprestar. Neste ano, estamos com R$ 190 bilhões. No ano passado, foram R$ 189,76 bilhões, e 2019, R$ 173 bi. Em 2014, foram R$ 154 bi. De lá para cá, aumentamos R$ 40 bi. E o custo, quanto aumentou neste período? E os preços dos equipamentos? Os valores efetivamente emprestados a título de crédito rural são abaixo do crescimento da demanda. Para 2021/2022, o gap será ainda maior, porque o aumento nos custos é enorme.

Por que muitos produtores não conseguem acessar o crédito?

Ao longo dos anos, muitos produtores têm sido expulsos do crédito rural. Eles já tiveram acesso e deixaram de acessar. Como se tem uma demanda muito grande por crédito e, ao mesmo tempo, há escassez de recursos, a seletividade aumenta. Avalia-se os riscos de emprestar para “João” ou “José”. João é maior, está capitalizado, está bem. Logo, o risco de se emprestar o dinheiro e ele não pagar é baixíssimo. Por outro lado, o José tem um histórico “mais ou menos”, sempre atrasa, renegocia, embora pague suas dívidas. Por essas razões, o empréstimo vai para o João. Para se ter ideia, em 2014, eram 2,574 milhões de contratos. Hoje são 1,696 milhão de contratos. O número de contratos entre 2014 e 2021 caiu 34%. Isso quer dizer que houve uma seletividade. Os bancos passaram a selecionar porque há muita gente buscando, para pouco dinheiro disponível. Isso [a seletividade] não está errado, é só uma constatação. Eles dão mais dinheiro para poucos selecionados.

O que esperar do novo Plano 2021/22?

Será bastante difícil para o Ministério da Agricultura construir um Plano Safra em apenas um mês. Embora os técnicos sejam muito experientes, não será fácil. Acredito que haverá pouco espaço para negociação. Ter menos tempo para a negociação é prejudicial para o produtor. Isso porque, com as finanças públicas do jeito que estão, a economia sempre vai tentar cortar o máximo que der. E cabe a nós tentar recompor, mas teremos pouco tempo para isso. Todo ano, nesta época, [início de junho, quando esta entrevista foi realizada] o Plano já está pronto, já está construído. Acredito em um Plano Safra possível, nada mais do que isso. Também não acredito em um aumento de volume que faça “cócegas” no aumento do custo de produção. Por isso tudo, teremos de ter discernimento e começar a pensar em alternativas. Esse modelo de investimento a partir de recursos do BNDES, e não acho que ele vá deixar de existir, mas se ficarmos somente dependentes deles, poderá chegar um momento em que o produtor vai querer muito comprar um equipamento, assim como a indústria pretende vender, e vai faltar o crédito. Não é uma previsão para agora, mas se não começarmos a pensar nisso neste momento, sofreremos as consequências lá na frente.

Neste momento, quais linhas oferecem as melhores oportunidades ao produtor?

Não dá para selecionar. A melhor linha é a que estiver disponível. Não tem essa opção, porque não tem dinheiro. O banco vai oferecer o dinheiro dele, não dos programas de financiamento. Não há muitas alternativas. Mas há um mundo de mercado de capitais que poderia financiar e é preciso começar a olhar para isso.

Quais as perspectivas para o agro neste ano?

Vamos ter um crescimento bastante robusto, com um PIB consistente, que vai ajudar o Brasil a crescer mais. Caminhamos para atingir 300 milhões de toneladas de grãos muito antes do que prevíamos. O câmbio, apesar de ter caído, ainda está em patamares bem mais altos do que estava no ano passado, o que favorece as exportações. A minha única preocupação, na verdade, é o que diz respeito à gestão. O processo produtivo está cada vez mais complexo e observo muito “oba oba” por parte dos produtores. Muitas pessoas estão tomando decisões gerenciais que, na ocorrência de uma primeira crise, teremos muitos dissabores. As coisas vão indo muito bem, mas já está havendo uma necessidade de mudança de patamar do ponto de vista da gestão.

Isso significa que os grandes desafios não estão dentro da lavoura…

Exato. Não estão mais dentro da lavoura, mas dentro do escritório do produtor. Há uma lista de problemas que precisam ser corrigidos, como investimento sem análise de viabilidade, inexistência de fluxo de caixa, falta de cuidado com capital de giro, inflacionamento de mercado de terras, de arrendamentos, falta gestão de recursos humanos adequada etc. O produtor é um sujeito inovador, investe em tecnologia, mas precisa saber que as coisas estão mudando e que há uma alternativa que ele deve estudar e conhecer. Quando perceber que gerir é uma técnica, ele vai atrás e vai aprender.

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CNA debate impactos da Reforma Tributária na agropecuária

Por redação 14/07/2021
Escrito por redação

custos no agro - CNA debate impactos da Reforma Tributária na agropecuáriaA Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou da live “Proposta de Reforma Tributária e Efeito nas Cadeias Agroindustriais”, promovida pelo Instituto Brasileiro de Direito do Agronegócio (IBDA), nesta terça (13)

O debate contou com a presença do coordenador do Núcleo Econômico da CNA, Renato Conchon; do ex-secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e diretor da Wedekin Consultores, Ivan Wedekin; do sócio da área tributária do VBSO Advogados, Paulo Vaz; e do economista na XP Investimentos, Rodolfo Margato.

Renato Conchon disse que, apesar de o setor agropecuário brasileiro ser um dos mais eficientes do mundo, precisa de uma reforma tributária que permita o destravamento da economia nacional e a ampliação da competitividade frente aos principais concorrentes internacionais para evoluir.

Em relação ao Projeto de Lei 2.337/2021 – que pretende promover alterações na tributação sobre a renda, seja de pessoas física ou jurídica –, ele destacou possíveis impactos sobre produtores rurais e o agronegócio.

Dentre os principais efeitos negativos para os produtores rurais pessoas físicas, Conchon explica que o reajuste não linear da tabela progressiva do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) deverá trazer prejuízos para aqueles que possuem rendimentos médios mensais superiores a R$ 2,5 mil.

Além disso, a previsão da imposição do limite de R$ 40 mil de rendimentos anuais para se utilizar do desconto simplificado prejudicará uma parcela significativa de produtores, uma vez que, aproximadamente, 88 mil contribuintes rurais se beneficiam desse regime tributário.

Outro ponto negativo do PL para o setor é a tributação incidente sobre os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro), que atualmente são desonerados.

“Esperamos por uma reforma tributária que melhore o arcabouço financeiro e econômico do País há décadas, mas não estamos vendo isso. As propostas trazem impactos preocupantes para o setor, como aumento de carga tributária, insumos tributados e aumento no custo de produção. Isso acabará pressionando até mesmo o Plano Safra”, afirmou Conchon.

Fonte: CNA
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Congresso Mulheres do Agro debate desafios da liderança

Por redação 14/07/2021
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Adriana Aroulho, presidente da SAP no Brasil

Painel “Liderança de Valor” faz parte do evento, que será realizado nos dias 25, 26 e 27 de outubro, das 9h às 13h

A 6ª edição do Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio – CNMA, que será promovido nos dias 25, 26 e 27 de outubro, em formato Digital Experience, terá em sua programação um painel dedicado à “Liderança de Valor”, com a proposta de trazer líderes virtuosos em suas ações para colaborarem com o debate.

Segundo a Show Manager do evento, Carolina Gama, são lideranças que não só trabalham pela prosperidade das companhias, mas que estão atentas à sua própria saúde e ao bem-estar do entorno. “Um modelo de líder que se posicione diante de causas importantes, que se importa com o futuro da humanidade, trabalha por resultado, mas quer que seu time prospere junto no dia a dia. Um gestor empático com as diferenças e que faz disso uma oportunidade para chegar ao futuro desejado”.

Para isso foram convidadas a diretora da marca Arezzo, Luciana Wodzik, a presidente da SAP no Brasil, Adriana Aroulho, a head de Rural Banking do Rabobank Brasil, Pollyana Saraiva, a vice-presidente de Recursos Humanos da Mosaic Fertilizantes, a presidente da Sociedade Rural de Maringá, Maria Iraclézia de Araújo e como moderadora, a diretora-executiva do Bradesco, Glaucimar Peticov. Mulheres que são referência e discutirão inteligência emocional, diversidade, sucessão, inclusão e recursos humanos.

“Costumo dizer que liderança se constrói pelo exemplo. O cenário excepcional e complexo que atualmente vivemos exigiu ainda mais habilidades e resiliência de nós, líderes, para lidar com os desafios. Neste sentido, manter um canal próximo e interativo com nossos colaboradores, clientes e parceiros está sendo essencial. O nosso propósito na SAP é justamente ajudar o mundo a funcionar melhor e melhorar a vida das pessoas. Nós, líderes, estamos sempre juntos ao nosso time para alcançar esses objetivos e levar inovação e bem-estar à sociedade e às organizações”, afirma Adriana Aroulho, presidente da SAP Brasil.

“É muito importante que o líder possa criar um ambiente de inspiração e cooperação. No Rabobank, acreditamos no potencial do nosso time para se desenvolver em diversas áreas de interesse e, por isso, incentivamos a busca por desafios. A confiança da liderança em seus colegas é a chave para estimular atitudes corajosas: seja para assumir um grande projeto, propor soluções ou inovar. Essa postura faz toda a diferença quando interagimos com o mercado”, comenta Pollyana Saraiva, diretora de Rural Banking do Rabobank Brasil.

Edição 2021

O evento, que segue sua missão de evidenciar a força da mulher do agronegócio, terá como tema “Digital & Agregação de Valor. A nova liderança no Agro”. As discussões buscarão evidenciar o processo de digitalização como um fator fundamental para a inovação do novo agro, não apenas para gestão dentro da porteira das fazendas, mas para o sucesso de todo a cadeia produtiva.

Seguindo o tema, o CNMA também irá evidenciar a agregação de valor, visando gerar novos paradigmas de gestão e criar percepções novas de valor para os mercados e a sociedade. Mudanças tão profundas implicarão em uma nova cultura empresarial, uma nova visão dos negócios e um novo timing gerencial das operações, ou seja, um novo perfil de liderança.

A edição desse ano terá a curadoria do sócio diretor da Biomarketing, José Luiz Tejon e do comitê de conteúdo formado pela presidente da Sociedade Rural Brasileira, Teresa Vendramini; pela presidente do Núcleo Feminino do Agronegócio, Carla Freitas; pelo presidente da Associação Brasileira do Agronegócio, Marcello Brito; pela diretora do Departamento de Produção Sustentável e Irrigação do Min. da Agricultura, Mariane Crespolini e a co-autora do Livro Mulheres do Agro e Diretora de Desenvolvimento de Mercado, América Latina, CME Group, Roberta Paffaro.

Quem se interessar por mais informações ou se inscrever para o 6ª Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio – CNMA pode acessar o site: www.mulheresdoagro.com.br.

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Exportação de soja grão pode atingir 8,9 mi de toneladas

Por redação 14/07/2021
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custos no agro - Exportação de soja grão pode atingir 8,9 mi de toneladasMontante se refere à exportação de soja em julho; embarques de farelo podem chegar a 1,7 milhão de toneladas, enquanto que os de milho a 3 milhões de toneladas

Em seu relatório semanal, divulgado nesta terça-feira (13), a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) estima que a exportação de soja em grão, em julho, devem se situar entre 8,5 e 8,9 milhões de toneladas, contra 8 milhões de igual período do ano passado.

No caso do farelo de soja, as exportações devem alcançar 1,7 milhão de toneladas em julho, montante similar ao embarcado no mesmo mês de 2020. Os embarques de milho devem chegar a 3 milhões de toneladas em julho, contra 5,1 milhões de igual mês do ano passado.

Fonte: Datagro
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