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Notícias

Orion inaugura nova unidade e aumenta fábrica em Pompeia

Por redação 16/07/2021
Escrito por redação

- Orion inaugura nova unidade e aumenta fábrica em PompeiaEmpresa é referência no mercado de equipamentos que aplicam produtos líquidos no sulco de plantio; novas instalações trazem mais competitividade, eficiência e investimentos para o setor

A Orion Tecnologia e Sistemas Agrícolas, fabricante de equipamentos profissionais para aplicação do sulco de plantio, ao longo de seus 15 anos de história, investe para garantir os melhores produtos e serviços ao produtor. Nesta sexta-feira (16), a empresa inaugura uma nova planta fabril em Pompeia (SP) e aumenta em quatro vezes sua fábrica com o objetivo de atender ainda melhor esse mercado em expansão. “A inauguração dessa nova estrutura marca o início de um novo ciclo, para o qual a Orion tem se preparado há anos, e queremos participar ativamente desse importante momento do agro brasileiro e mundial”, orgulha-se Ricardo Rodrigues da Cunha, fundador e diretor-presidente da Orion, ao falar com otimismo sobre o mercado de aplicação de produtos biológicos no sulco de plantio.

Ao longo dos mais de 50 anos trabalhando nesse segmento, Ricardo Cunha sempre enxergou potencial no mercado, desde que existisse um grande respeito e preocupação com o meio ambiente e, através do seu aperfeiçoamento e estudo, bem como com o empenho de seus colaboradores e parceiros, conseguiu atingir patamares mais altos. “Sermos líderes em equipamentos profissionais para aplicação do sulco de plantio é consequência do intenso trabalho de fazermos sempre o melhor pela agricultura e pelo ambiente que vivemos”, frisa.

- Orion inaugura nova unidade e aumenta fábrica em PompeiaAssim, mesmo durante a pandemia, e com o segmento agro em plena atividade, a empresa manteve o seu crescimento e seus investimentos em infraestrutura e pessoas, o que fez com que chegasse a esse especial momento. “Tudo tem sido feito a partir de uma análise bastante criteriosa e os investimentos acontecem para suportar o significativo aumento do mercado de produtos biológicos”, comenta Alexandre Santiago, diretor administrativo-financeiro da empresa.

Continuamente preocupada em levar ao mercado o melhor produto, a Orion tem fortalecido ainda mais as suas parcerias em todas as áreas de atuação. Com forte presença em todo Brasil, a empresa também exporta para países da América Latina, como Paraguai, Argentina, Uruguai, Equador, Colômbia e Bolívia, e tem planos para voos mais longos, como nos EUA e África do Sul: “Estamos nos estruturando para capacitar, de forma efetiva e rápida, todos os nossos parceiros e clientes”, comenta o Eng. Agr. José Tonon Junior, diretor de marketing da empresa, informando que hoje a estrutura de P&D conta com uma equipe que, além do grupo de engenharia mecânica e de produção, têm agrônomos, biólogos e especialistas em agricultura de precisão que trabalham juntos para levar ao produtor a melhor máquina e todo conhecimento necessário para condução da lavoura.

Nossa história

- Orion inaugura nova unidade e aumenta fábrica em Pompeia

Ricardo Cunha, fundador da Orion

A Orion surgiu há mais de meio século, a partir de uma ideia de aplicar no sulco de plantio produtos líquidos para controle de pragas de solo na cultura de soja, mas oficialmente foi fundada em 2006.

Hoje é um grupo empresarial, que além da própria Orion, conta com a Cygni (dedicada ao serviço de sensoriamento remoto), o CygniLab (laboratório de nematologia, para identificação e quantificação de nematoides), a Doa (Divisão de Operações Agronômicas) e a Wezen (transporte e logística), todas capitaneadas pela Fundação Honorato e Maria Emília Rodrigues da Cunha, braço institucional e de pesquisa da empresa, com sede na Fazenda Bom Retiro, em Quintana/SP. A empresa mantém constantes seus investimentos em áreas experimentais e de produção e, recentemente, fez a aquisição de uma área em Boa Vista/RO, visando desenvolver projetos de fomento tecnológico naquela região do Brasil. Conta, também, com parcerias importantes com a Embrapa, Fundação MT, Fundação MS, Gapes/GO e outras importantes instituições de pesquisa e extensão.

Comemoração

A inauguração da nova unidade acontece por ocasião das comemorações dos 15 anos e, também, do anúncio oficial da parceria com a Biotrop, empresa especializada no desenvolvimento e produção de produtos biológicos. Nessa oportuni- dade, Orion e Biotrop apresentam ao mercado o Programa Biopontos, para facilitar o acesso dos produtores a melhor tecnologia de aplicação de produtos biológicos no sulco de plantio.

16/07/2021 0 Comentários
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Revista

Recursos públicos: os incentivos oficiais aos produtores

Por redação 16/07/2021
Escrito por redação

Pacote para financiar agro soma R$ 251,2 bilhões e traz novidades para os produtores, com foco em sustentabilidade

- Recursos públicos: os incentivos oficiais aos produtoresPor Viviane Taguchi

Produzir em escala requer investimentos, do preparo do solo para receber uma nova cultura, passando pela produção e suas demandas específicas (e hoje em dia, tecnológicas e sustentáveis) até a destinação da produção. E nem sempre o produtor possui o montante para cumprir, adequadamente, todas essas etapas. Por isso, em 2003, o governo federal criou o Plano Agrícola e Pecuário (PAP), visando oferecer crédito para financiar o agronegócio, com juros subsidiados.

Os recursos do PAP (ou Plano Safra) ficam disponíveis entre 1º de julho de um ano até 30 de junho do outro ano. O dinheiro é bem-vindo: o agronegócio cresce em ritmo acelerado, puxando investimentos, para atender a demanda global por alimentos. Com a pandemia, o setor passou a ser o principal pilar da economia nacional, e o Plano, fonte fundamental de recursos.

Novidades do Pronaf no Plano Safra

  • R$ 39,4 bilhões, 19% a mais que o volume de recursos disponibilizados na safra anterior. Significa um aumento de 12% nos recursos para custeio e 29% nos recursos para investimentos
  • Aumento da renda bruta de enquadramento: R$ 500 mil;
  • O limite de investimentos passa de R$ 300 mil para R$ 400 mil para atividades como suinocultura, avicultura, carnicicultura e fruticultura. Para as outras atividades, o limite passou para R$ 200 mil;
  • 20% a mais no limite de Microcrédito Grupo B e manutenção de taxas de juros em 0,5% ao ano;
  • 20% a mais no limite de crédito do Pronaf A e manutenção de taxas de juros de 0,5% ao ano;
  • Pronaf Bioeconomia, uma novidade para reforçar a sustentabilidade ambiental com a inclusão de financiamentos para sistemas agroflorestais, construção de unidades de produção de bioinsumos e biofertilizantes e projetos de turismo rural que tragam valor a produtos e serviços da sociobiodiversidade;
  • Juros entre 3% e 4,5% ao ano para os pequenos produtores.

A safra 2020/2021 está em vias de ser encerrada, com o maior volume de grãos da história, cerca de 263 milhões de toneladas, e a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, já lançou um desafio: bater as 300 milhões de toneladas na temporada 2021/2022. “É um desafio que faço aos produtores rurais brasileiros, atingir essa meta [de 300 milhões de toneladas]”, disse durante o anúncio de um Plano Safra 2021/2022 de R$ 251,2 bilhões. Desse valor, R$ 177 bilhões serão usados para financiar atividades de custeio e comercialização da próxima safra e R$ 73,4 bilhões, para investimentos.

O pacote do governo traz recursos para o financiamento da produção agropecuária em programas específicos. A agricultura familiar, composta por pequenos produtores que possuem renda bruta anual de até R$ 500 mil, se enquadra no Pronaf – Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar. Os recursos disponíveis para financiamento a este grupo para a safra 2021/2022 somam R$ 56,9 bilhões. De acordo com Cesar Halum, secretário de Política Agrícola do Mapa, o valor representa 12% a mais na disponibilidade de recursos para financiamento de custeio e comercialização e 29% em investimentos.

O dinheiro pode ser emprestado com juros que variam entre 3% e 4,5%, dependendo da linha que o produtor rural optar: custeio (R$ 39,3 bilhões), investimentos (R$ 17,6 bilhões) ou bioeconomia, contemplada no custeio, uma novidade incluída no pacote neste ano e abre o leque para os investimentos em serviços socioambientais, turismo rural e a produção de bioinsumos.

Para os médios produtores, massa que representa a maior parte dos produtores e fatura até R$ 2,4 milhões ao ano, o enquadramento é o Pronamp – Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural. Para este grupo, os recursos somam R$ 34 bilhões e podem ser emprestados com juros entre 5,5% e 6,5% ao ano. Esses juros são congelados até o fim do período de vigência do plano, 30 de junho de 2022.

Na outra ponta estão os grandes produtores, segmento denominado agricultura empresarial, que têm R$ 211 bilhões de recursos do governo para custear, comercializar e investir na safra 2021/2022, com juros entre 7,5% e 8,5% ao ano, divididos em linhas subsidiadas para aplicação em diferentes segmentos, como máquinas e equipamentos, irrigação, modernização, armazenagem.

Os programas de investimentos previstos no PAP, além do Pronaf e Pronamp, incluem as linhas Moderfrota, Moderagro, Proirriga, Programa ABC, Inovagro, PCA, Prodecoop, ProCap Agro Giro e bancos cooperativos.

O Moderfrota financia a aquisição de tratores, colheitadeiras, plataformas de corte, pulverizadores, plantadeiras, semeadoras e equipamentos para preparo, secagem e beneficiamento do café. O PAP disponibiliza R$ 7,5 bilhões, com juros de 8,5% ao ano, para produtores com faturamento bruto anual de até R$ 45 milhões. É possível financiar até 85% do valor dos bens e tem isenção de IOF. O prazo máximo concedido é de 7 anos, carência de 14 meses.

Vale para novos e usados e, neste caso, tratores e colheitadeiras devem ter o tempo de uso máximo, respectivamente, entre 8 e 10 anos, isolados ou associados à sua plataforma de corte. Já as máquinas agrícolas autopropelidas, para pulverização e adubação, plantadeiras e semeadoras com até 5 anos de uso. Também contempla itens revisados com certificado de garantia emitido pelo concessionário.

Para investimentos, individuais ou coletivos, em modernização de instalações na propriedade, como benfeitorias, aquisição de equipamentos, obras e projetos que visam a expansão da atividade, a linha é a Moderagro, voltada a médios e grandes produtores. Para a safra 2021/2022, o programa disponibiliza R$ 1,89 bilhão e é possível acessar até R$ 880 mil, com juros de 7,5% ao ano. A carência é de 3 anos e o prazo máximo para pagar é de 10 anos.

O PAP 2021/2022 deu um salto na disponibilização de recursos para o setor de armazenagem, um dos grandes gargalos atuais. O PCA vai disponibilizar R$ 4,1 bilhões. “Com a possibilidade de armazenar a safra de grãos na propriedade, o produtor pode, por exemplo, ter melhores condições de negociar melhor suas vendas”, explicou Ricardo França, superintendente de Agronegócios do Santander.

Com o PCA maior, o Mapa estima que pelo menos 50 unidades possam ser construídas no Brasil, elevando a capacidade de armazenamento de grãos em 5 milhões de toneladas. Na linha, o financiamento de armazéns com capacidade de até 6 mil toneladas nas propriedades terá taxa de juros de 5,5% ao ano e, para capacidades maiores, a taxa é de 7% ao ano, com carência de três anos e prazo máximo de 12 anos.

Linhas sustentáveis

Os programas que visam investimentos em sustentabilidade foram os que mais ganharam corpo no PAP 2021/2022, com mais de R$ 5 bilhões disponíveis. Estão sobre este guarda-chuva os programas Agricultura de Baixo Carbono (ABC), o Inovagro e o Proirriga, que abrange o financiamento da produção de bioinsumos, energia renovável e a adoção de práticas conservacionistas de uso, manejo e proteção dos recursos naturais e agricultura irrigada.

O Programa ABC é a linha com o maior volume de recursos: R$ 5,05 bilhões (101% acima da safra anterior). É possível tomar até R$ 20 milhões emprestados, com juros entre 5,5% e 7%, para projetos de geração de energia renovável, a partir do biogás ou biometano e implantação, melhoramento e manutenção de sistemas de energia renovável.

Nesta safra, o governo ampliou as aplicações dos recursos, com a inclusão da produção de bioinsumos para uso próprio na propriedade, a chamada multiplicação onfarm. “O mercado de insumos biológicos cresce num ritmo acelerado em todo o País”, explicou a ministra Tereza Cristina. “Muitos produtores estão apostando nos bioinsumos, que são fundamentais para o controle de pragas e fertilização nas lavouras, mas exigem que sejam produzidos de forma adequada, com equipamentos adequados”, disse.

O Proirriga, voltado à agricultura irrigada, disponibiliza R$ 1,35 bilhão com juros de 7,5% ao ano, com limite máximo de R$ 9,9 milhões por beneficiário, três anos de carência e 10 de prazo máximo. O Inovagro passa pela tecnologia. É um crédito para investimentos tecnológicos para aumento da produtividade, adoção de práticas eficientes. A linha oferece R$ 2,6 bilhões, limite de R$ 3,9 milhões por beneficiário, taxas de juros de 7%, com carência de 3 anos e prazo máximo de 10 anos.

Cooperativas

As cooperativas agropecuárias são contempladas com as linhas Prodecoop, ProCap Agro Giro e bancos cooperativos. O Prodecoop é uma linha para cooperativas de produção agropecuária, agroindustrial, aquícola ou pesqueira, cooperativas centrais ou produtores rurais associados a cooperativas. Vale para financiar investimentos que agreguem valor à produção relacionada. Tem R$ 1,65 bilhão disponível, com taxa de 8% ao ano e a cada tomador, o limite de R$ 150 milhões. O Procap Agro é destinado ao financiamento de capital de giro: o governo disponibilizou R$ 1,5 bilhão na safra 2021/2022.

Programas disponíveis e finalidades

Moderfrota

Recursos programados:

R$ 7,5 bilhões

Limite de crédito:

85% do valor dos bens

Prazo máximo: 7 anos

Carência: 14 meses

Taxa de juros: 8,5% a.a

 

Moderagro

Recursos programados:

R$ 1,89 bilhão

Limite de crédito: R$ 880 mil

Prazo máximo: 10 anos

Carência: 3 anos

Taxa de juros: 7,5% a.a

 

ProIrriga

Recursos programados:

R$ 1,35 bilhão

Limite de crédito: R$ 3,3 milhões até 9,9 milhões (individual e coletivo)

Prazo máximo: 10 anos

Carência: 3 anos

Taxa de juros: 7,5% a.a

 

Programa ABC

Recursos programados:

R$ 5,05  bilhões

Limite de crédito:

R$ 5 milhões até 20 milhões (individual e coletivo)

Prazo máximo: 12 anos

Carência: 8 anos

Taxa de juros: 5,5% a.a e 7%

 

PCA

Recursos programados:

R$ 4,12 bilhões

Limite de crédito: R$ 25 milhões

Prazo máximo: 12 anos

Carência: 3 anos

Taxa de juros: 5,5% a.a e 7%

 

Inovagro

Recursos programados:

R$ 2,6 bilhões

Limite de crédito:

R$ 1,3 milhões até 3,9 milhões (individual e coletivo)

Prazo máximo: 10 anos

Carência: 3 anos

Taxa de juros: 7%

 

Pronaf

Recursos programados:

R$ 17,6 bilhões

Limite de crédito: R$ 200 mil

Prazo máximo: 10 anos

Carência: 3 anos

Taxa de juros: 3% a 4,5% a.a

 

Pronamp

Recursos programados:

R$ 4,88 bilhões

Limite de crédito: R$ 430 mil

Prazo máximo: 18 anos

Carência: 3 anos

Taxa de juros: 6,5% a.a

 

Prodecoop

Recursos programados:

R$ 1,65 bilhão

Limite de crédito: R$ 150 milhões

Prazo máximo: 10 anos

Carência: 3 anos

Taxa de juros: 8% a.a

 

Procap-agro Giro

Recursos programados:

R$ 1,5 bilhão

Limite de crédito: R$ 65 milhões

Prazo máximo: 8 anos

Carência: 6 meses

Taxa de juros: 8% a.a

16/07/2021 0 Comentários
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Notícias

Plano Safra amplia crédito para energia solar a produtores

Por redação 16/07/2021
Escrito por redação

- Plano Safra amplia crédito para energia solar a produtoresSão mais de R$ 26 bilhões em recursos para investimentos em projetos no meio rural, incluindo na tecnologia fotovoltaica, aumento de 56% em relação à edição anterior

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) comemorou a divulgação, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), da edição 2021-2022 do Plano Safra. A nova edição trouxe um importante avanço para a sustentabilidade no meio rural, com a ampliação de recursos e opções de financiamento para produtores rurais que buscam investir em energia solar.

Um dos destaques desta edição veio do Programa ABC, que passou a permitir o financiamento de energia renovável, potencializando os benefícios da energia solar fotovoltaica à agricultura de baixo carbono (ABC). Com isso, quatro programas de financiamento do Plano Safra já incorporam o uso de energia solar pelo agronegócio: Pronaf, Inovagro, Prodecoop e Programa ABC. Somadas, estas linhas representam R$ 26,9 bilhões para investimentos em projetos no meio rural, um aumento de 56% em relação aos R$ 17,3 bilhões da edição anterior.

Na avaliação do CEO da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Sauaia, há linhas de crédito para geração própria de energia solar disponíveis para produtores de todos os portes, em todas as regiões do Brasil. “A energia solar será cada vez mais estratégica ao agronegócio, pois traz inúmeros benefícios aos produtores rurais. A Absolar trabalhou junto ao Mapa para ampliar o crédito para energia solar no campo e o novo Plano Safra avançou nesta direção: são mais opções de financiamento e mais recursos para facilitar o acesso à tecnologia. Por isso, a Absolar aplaude o Mapa pelo trabalho e importantes aprimoramentos”, comemora Sauaia.

Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da Absolar, lembra que o uso da energia solar traz vários ganhos de competitividade aos produtores rurais. “A tecnologia fotovoltaica reduz os custos com eletricidade, aumenta a segurança elétrica, protege o consumidor contra os aumentos das tarifas de eletricidade, aumenta a oferta de energia elétrica na propriedade rural, torna a produção no campo mais limpa e sustentável e agrega valor à marca do produtor rural. Tudo isso se reflete na oferta de um alimento mais barato na mesa dos brasileiros”, comenta.

Sauaia ressalta, ainda, que a sinergia entre o agro e a solar fotovoltaica é imensa, com diversas aplicações na produção rural. “A tecnologia é extremamente versátil e pode ser utilizada, por exemplo, no bombeamento e na irrigação de água, na refrigeração de carnes, leite e outros produtos, na regulação de temperatura para a produção de aves, na iluminação, em cercas elétricas, em sistemas de telecomunicação, no monitoramento da propriedade rural, entre muitas outras funcionalidades”, explica.

Segundo a Absolar, os investimentos em energia solar nas propriedades rurais já ultrapassam R$ 3,7 bilhões no País. Atualmente, os produtores rurais representam 13,1% da potência instalada na geração própria de energia solar, com mais de 37 mil sistemas instalados em propriedades rurais, que geraram mais de 23 mil empregos no Brasil.

16/07/2021 0 Comentários
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Notícias

Safra de trigo: 94% de área está plantada no RS

Por redação 16/07/2021
Escrito por redação

- Safra de trigo: 94% de área está plantada no RSEstimativa é que 1,12 milhão de hectares sejam cultivados com o cereal nesta temporada

Da área total prevista para o plantio do trigo no Rio Grande do Sul nesta safra (2020/21), que é de 1,12 milhões de hectares, 94% está plantada, em desenvolvimento vegetativo. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar, nesta quinta-feira (15), de forma vinculada com a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), nos últimos dias, em que predominaram temperaturas amenas, dias ensolarados e sem chuvas no Estado, o plantio da cultura avançou apenas 3%, pois grande parte dos produtores aguarda melhores condições de umidade do solo.

Na regional da Emater/RS-Ascar de Ijuí, a semeadura de trigo nas áreas mais tardias está sendo concluída, conforme previsão inicial e em conformidade com o zoneamento agrícola de risco climático. Nas lavouras semeadas até 15 de junho, a emergência é uniforme, com bom estande de plantas e desenvolvimento inicial lento, devido à baixa luminosidade durante a segunda quinzena de junho; ainda assim, não foi prejudicado o potencial produtivo da cultura, recuperado com os dias frios e ensolarados da semana.

Já na de Santa Rosa, o plantio está tecnicamente encerrado, e as áreas implantadas encontram-se em germinação e desenvolvimento vegetativo. A projeção inicial de produtividade é de 3.129 quilos por hectare.

Fonte: Datagro
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Notícias

Embrapa firma parceria com a Scheffer

Por redação 16/07/2021
Escrito por redação

- Embrapa firma parceria com a SchefferInvestimento em pesquisa e inovação científica garantem produção com sustentabilidade e redução de uso de químicos nas lavouras

A Scheffer, primeira empresa brasileira do agronegócio a obter o selo “regenagri” de Agricultura Regenerativa, acaba de firmar uma parceria técnico-científica com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa para o desenvolvimento de novos produtos biológicos. A companhia, que já investe no uso de bioinsumos, busca agora com a parceria ampliar ainda mais a utilização de bioprodutos em suas lavouras. A Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia passa a ser a licenciadora dos produtos biológicos da Scheffer.

A meta é dobrar a área de agricultura regenerativa, método sustentável que propõe cultivar o solo com redução do uso de químicos, de 4.000 para 8.000 hectares até o final de 2023.

De acordo com Candido Barreto de Novais, doutor em saúde do solo e coordenador de Laboratório e Pesquisa da Scheffer, a parceria firmada com a Embrapa vai permitir que a empresa teste em campo os resultados obtidos em anos de estudos pela equipe da pesquisadora Rose Monnerat, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia. “Será um grande avanço, pois nós poderemos observar diretamente nas lavouras, em larga escala, como estes novos ativos biológicos irão se comportar tanto no controle de pragas, quanto no desenvolvimento de plantas”, afirmou Candido.

Dyogo Machado, diretor de Novos Negócios da Scheffer, ressalta a importância da parceria com a Embrapa. “O sucesso do controle biológico se dá por conta dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento de produtos cada vez mais modernos e tecnológicos. Os institutos de pesquisa e a conexão deles com grandes empresas proporcionam a transferência de conhecimento necessária para introduzir inovação nas formulações biológicas. E contar com o apoio desta equipe altamente especializada vai permitir que possamos avançar ainda mais em relação à pesquisa e na substituição dos atuais produtos químicos pelos biológicos. Os novos produtos vão colaborar com o manejo em campo, entregando alimentos e fibras mais sustentáveis para a sociedade”, destacou Dyogo.

A equipe da Scheffer passou 15 dias com a equipe de Controle Biológico da Unidade da Embrapa, em Brasília, em treinamento. E ocorrerão outros ciclos de capacitação e troca de conhecimento entre ambas. A Scheffer dispõe de uma equipe especializada que atua exclusivamente com a agricultura regenerativa e no desenvolvimento de produtos biológicos.

A pesquisadora Rose Monnerat, da Embrapa, ressalta ainda que a parceria entre as duas empresas possibilita, além da troca de experiências, o desenvolvimento de tecnologias em prol do agronegócio e da produção racional de produtos agrícolas. “A Scheffer está na vanguarda das empresas do agronegócio preocupadas com a produtividade e com o controle de pragas e doenças de forma integrada, racional e sustentável. Esse tipo de iniciativa deverá ser um exemplo de como as empresas podem trabalhar a cooperação e o co-desenvolvimento unindo excelência técnica e infraestrutura avançada, atuando dentro do conceito de manejo integrado de pragas e doenças. Desta forma, além de gerar soluções agrícolas de qualidade, estamos contribuindo para a preservação do ambiente e protegendo os seres vivos”, frisou Monnerat.

Produtos biológicos são produtos compostos de microrganismos, como fungos e bactérias, que controlam doenças e pragas, ajudando a produzir alimentos com a redução do uso de produtos químicos. Além de promover a sanidade das plantas, os bioprodutos não são tóxicos aos seres humanos ou animais, não poluem o ambiente e ajudam a manter o equilíbrio ecológico da natureza.

Foco na sustentabilidade

Segundo Guilherme Scheffer, diretor financeiro da empresa, no último ano, a companhia aumentou os investimentos na área de pesquisa científica. “Nosso propósito é ser cada vez mais sustentável. E esta parceria com a Embrapa vai garantir ainda mais eficiência. Percebemos que a agricultura convencional está menos rentável e sustentável. A cada ciclo, é preciso aumentar o uso de químicos no controle sanitário, o que, ao mesmo tempo, aumenta a capacidade de resistência de pragas e doenças. A única solução é preservar, nutrir e usar a biodiversidade a nosso favor. Estamos visivelmente investindo cada vez mais em práticas regenerativas, que garantam produtividade sem perder a saúde do solo e entregando mais vida na terra”, argumenta Scheffer.

Para Rafael Vivian, chefe de Inovação e Negócios da Unidade, a parceria com a Scheffer promove a integração de competências e possibilitará a inserção de novas soluções para manejo biológico de pragas. “O nosso objetivo é fortalecer a relação da pesquisa com o campo e proporcionar um ambiente de inovação constante, atendendo aos interesses da cadeia produtiva. Contribuímos para a produção agrícola de maior qualidade e permanecemos atentos aos desafios e tendências de futuro para o agronegócio”, finaliza Rafael.

Scheffer

Com mais de 30 anos de atividades, a Scheffer tem sede em Cuiabá (MT) e nove unidades produtivas distribuídas entre Mato Grosso, Maranhão e Pará, com presença também na Colômbia, com mais de 200 mil hectares de área cultivada para a produção de soja, algodão, milho, pecuária, além de atuar na mineração.

A produção de algodão é a principal atividade. A empresa é uma das cinco maiores produtoras de algodão do País. O volume produzido é 100% certificado pelo Better Cotton Iniciative (BCI) e pelo Algodão Brasileiro Responsável (ABR). Além do cultivo, a Scheffer beneficia a pluma em cinco algodoeiras próprias.

A Scheffer investiu o conhecimento de décadas com novas técnicas para praticar agricultura regenerativa, que compreende num conjunto de ações que recuperam a biodiversidade, criando plantas mais saudáveis, resilientes e com um impacto melhor para todos: da vida no solo, às pessoas, o negócio e o planeta como um todo. E por isso, foi a primeira empresa no Brasil a obter a certificação em agricultura regenerativa.

Fonte: Embrapa
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Notícias

Cresce uso de bioinsumos na agricultura brasileira

Por redação 16/07/2021
Escrito por redação

- Cresce uso de bioinsumos na agricultura brasileiraSegundo dados da Croplife Brasil, os produtos biológicos atingem atualmente cerca de 25% das áreas cultivadas no Brasil – em 2016, somente 3% usavam esse tipo de manejo

De acordo com a diretora executiva da Andrios Consultoria, Cristiane Andreote, com a utilização dos produtos biológicos, observam-se em plantas de ciclo anual aumento entre 5 e 10% de produtividade. “Além disso, em cultivos perenes, como o café, ocorrem expressivas melhorias no rendimento e na qualidade final do produto”, explica.

A preocupação com a qualidade biológica do solo é a nova revolução da biotecnologia agrícola, no entanto, ainda é um grande desafio aliar essa inovação com os usos dos solos ao longo dos anos de cultivo. “Por isso, além das estratégias de manejo, como por exemplo, diversificação de culturas, surgem inovações tecnológicas que se destacam no mercado, trazendo soluções para problemas e limitações biológicas dos solos cultivados”, orienta o professor da Esalq/USP, Fernando Andreote.

Segundo Andreote, o que era antigamente apenas relacionado à inoculação de sementes de soja – consolidada e de eficiência inquestionável -, hoje apresenta diversas tecnologias, passando por uma maior gama de inoculantes, pelos biodefensivos, e chegando ao emprego de produtos conhecidos como condicionadores biológicos de solos. “Ao passo que os inoculantes e biodefensivos exploram potencialidades de grupos microbianos específicos, os condicionadores biológicos, que ainda podem ser classificados como ativadores ou repositores, tem como proposta uma melhor organização e funcionalidade da comunidade microbiana presente nos solos cultivados”, esclarece o professor.

Para auxiliar o agricultor na recomposição da microbiota do solo, a Andrios presta assessoria na área de biológicos, atuando desde o desenvolvimento e posicionamento de produtos junto as empresas, além de realizar um trabalho de disseminação das informações sobre as funções e mensurações da microbiologia do solo na agricultura. “Vale destacar que quanto mais se conhece sobre a biologia do solo e as tecnologias que nos permitem seu melhor manejo, mais eficiente será o processo de produção. Sem dúvida alguma, a importância dos produtos biológicos rompe barreiras das áreas de produção e surgem no mercado com um potencial muito grande a ser explorado”, finaliza Cristiane.

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Notícias

Semana da Agricultura Familiar começa dia 19

Por redação 15/07/2021
Escrito por redação

- Semana da Agricultura Familiar começa dia 19

Semana terá várias atividades, debates e ações que visam dar visibilidade ao setor, articulada à agenda da Década da Agricultura Familiar

A Semana da Agricultura Familiar será celebrada de 19 a 24 de julho, com a realização de diversas atividades, como eventos regionais e nacional por plataforma virtual, divulgação de materiais de divulgação, lançamento do Comitê Nacional da Agricultura Familiar, entre outras ações. A Contag também está incentivando a realização de ações nos estados e municípios durante esse período.

“Será uma semana com várias atividades, debates e ações que visam dar visibilidade ao setor, articulada à agenda da Década da Agricultura Familiar. A Contag reafirma o seu compromisso para fortalecer a agricultura familiar e para dar visibilidade aos homens e mulheres que alimentam o Brasil”, destacou o presidente da Contag, Aristides Santos.

Confira a agenda dos eventos regionais e do encontro nacional – realização pela plataforma Zoom com transmissão no Facebook e Portal da Contag:

  • Norte – 19/07, às 15 horas (horário de Brasília)
  • Sul – 20/07, às 10 horas (horário de Brasília)
  • Centro-Oeste – 20/07, às 15 horas (horário de Brasília)
  • Sudeste – 21/07, às 10 horas (horário de Brasília)
  • Nordeste – 21/07, às 14 horas (horário de Brasília)
  • Nacional – 22/07, às 14 horas (horário de Brasília)
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Notícias

CNA discute alterações para o crédito e seguro rural

Por redação 15/07/2021
Escrito por redação

- CNA discute alterações para o crédito e seguro ruralA Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realizou a live “Plano Agrícola e Pecuário 2021/2022: principais alterações para o crédito e seguro rural”, nesta quarta (14)

O debate foi moderado pela assessora técnica de Política Agrícola da CNA, Fernanda Schwantes, e teve como participantes o subsecretário de Política Agrícola do Ministério da Economia, Rogério Boueri; o diretor do Departamento de Crédito da SPA/Mapa, Wilson Araújo; e o diretor do Departamento de Cooperativismo e Acesso aos Mercados da SAF/Mapa, Márcio Madalena.

Segundo Fernanda, o objetivo foi discutir as alterações que foram feitas na operacionalização da política de crédito e seguro rural a partir do lançamento do Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2021/2022 e do Manual de Crédito Rural, onde o Conselho Monetário Nacional (CMN) publicou 17 resoluções sobre as medidas anunciadas.

Na avaliação da assessora técnica da CNA, apesar das dificuldades para a construção do PAP e de um imbróglio relacionado ao orçamento, aprovado próximo ao anúncio do Plano, a ampliação do volume de recursos em quase R$ 15 bilhões foi positiva.

“A priorização das linhas para pequenos e médios produtores e dos programas de investimentos que a CNA apontou como prioritários, que são o ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono), o Inovagro e o Programa de Construção e Modernização de Armazéns (PCA), foram muito bem-vindas para o setor”, afirmou ela.

Para Wilson Araújo, além de aumentar o volume de recursos em relação ao PAP anterior e de priorizar programas sustentáveis, o Plano atual conseguiu atender todos os segmentos e categorias de produtores.

Segundo ele, o ritmo de contratações está acelerado e superior ao ano passado. O Banco do Brasil já havia ultrapassado os R$ 3,6 bilhões em operações contratadas e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDS) tinha protocolado mais de R$ 2 bilhões até a última semana. “Os produtores que demandam crédito, tanto para investimento e custeio, já podem encaminhar as suas propostas para o setor financeiro”, disse.

O subsecretário de Política Agrícola do Ministério da Economia acredita que medidas estruturantes como a Lei do Agro, que ampliou a oferta de crédito privado para o agronegócio, vão favorecer o acesso aos recursos. Na opinião dele, a abertura do mercado de equalização para os bancos privados, a redução dos custos administrativos e tributários (CAT) e a manutenção das taxas de juros reais são outros pontos positivos do PAP.

“Com essa concorrência aumentando, vamos destruir alguns mitos de que crédito rural não agrega valor. A participação do agro está crescendo no PIB e os bancos não vão querer ficar de fora disso”, declarou Rogério Boueri.

Márcio Madalena elogiou as medidas de apoio aos pequenos produtores trazidas pelo PAP, como o aumento de recursos para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura (Pronaf), de 19%, e da renda bruta anual para enquadramento, que passou de R$ 415 mil para R$ 500 mil.

“Vimos uma modernização na política agrícola para a agricultura familiar. Acredito que tivemos um volume de recursos muito interessante e importante, além de taxas de juros reais extremamente atrativas.”

Fonte: CNA
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Tecnologia contribui para crescimento do PIB do agro

Por redação 15/07/2021
Escrito por redação

- Tecnologia contribui para crescimento do PIB do agroO Radar Agtech 2020/2021, maior estudo sobre startups do campo no Brasil, utilizou uma plataforma que combina soluções de Big Data e Inteligência Artificial

A despeito da pandemia de coronavírus, o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro cresceu 24,3% em 2020, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Em valores, isso representou quase R$ 3 trilhões.

Com o resultado, o setor passou de uma representação de 20,5%, em 2019, para 26,6% de todo o PIB brasileiro. Ou seja, a pecuária e a agricultura representaram um pouco mais de 1/4 de todos os bens e serviços produzidos pelo país no ano passado.

Para consolidar esses números e mostrar um pouco a faceta dos empreendimentos que atuam com inovação no setor, a Embrapa apresentou recentemente o Radar Agtech 2020/2021, um mapeamento das startups do agro brasileiro. Após um trabalho de validação e levando em consideração critérios de inclusão e exclusão, o levantamento identificou que o Brasil tem 1.574 agtechs (startups que atuam no setor do agronegócio).

O levantamento foi realizado também pela SP Ventures, Homo Ludens Research & Consulting e teve parceria de empreendimentos com a Speedio, uma plataforma de Big Data para geração de leads B2B. A plataforma da Speedio ajudou o Radar Agtech 2020/2021 no enriquecimento de dados da base, colaborando com a classificação e identificação das agtechs.

“O agronegócio no Brasil não é uma potência mundial à toa. A aposta dos produtores na tecnologia faz com que os produtos do país, seja na agricultura ou na pecuária, se tornem referências. A Speedio possui essa sintonia com o setor porque também aposta na inovação trazida pelas análises de Big Data para encontrar os dados mais assertivos possíveis”, afirma Maucir Nascimento, especialista em Growth, Marketing e Vendas e cofundador da Speedio.

A importância da validação dos dados

O Radar Agtech 2020/2021 sistematizou e classificou as agtechs, que foram separadas por filtros como: o trabalho antes da porteira(antes de iniciar o processo de produção); dentro da porteira (todas as startups que auxiliam na produção agrícola ou pecuária) e depois da porteira (da saída do campo para o consumidor final).

Carlos Henrique Negrão Marolla, consultor associado da Homo Ludens Research & Consulting, explica que a pesquisa identificou não somente startups que iniciaram os trabalhos recentemente, mas também empreendimentos com até 20 anos de existência e que atuam espalhados pelos quatro cantos do país.

Ele afirma que as agtechs também foram separadas por ramos de atuação como “Alimentos inovadores e novas tendências alimentares”, “Drones, Máquinas e Equipamentos”, “Fertilizantes, Inoculantes e Nutrição Vegetal” e “Genômica e Reprodução Animal”.

“Nesse pacote complexo de informações, que também levou em consideração os contatos de cada empresa, foi onde a Speedio entrou para fazer a mineração e trazer dados mais atualizados. Com essa base muito mais direcionada, nós pudemos fazer as análises e apresentar para o mercado todo esse banco de dados completo com os detalhes de cada uma das 1.574 agtechs”, diz Negrão.

O consultor salienta que o trabalho realizado pela especialista em análises em Big Data foi essencial não só para validar as credenciais informadas pelas próprias startups, mas também para encontrar os contatos que faltavam das agtechs que não deram um retorno após uma primeira abordagem.

Big Data e Inteligência Artificial

Maucir Nascimento argumenta que as plataformas que realizam prospecção ativa utilizam, além do Big Data (que consegue acumular um banco de dados de informações públicas que estão em locais como redes sociais, sites, órgãos do Governo e outras 100 fontes), a Inteligência Artificial (IA).

Ele lembra que a ferramenta serve para checar as informações captadas, como os números telefônicos, e-mails e endereço das empresas. A IA também realiza a validação das informações.

“Para o caso de um levantamento importante e robusto como o Radar Agtech, era preciso não somente garantir que os contatos estavam corretos, mas também validar se as milhares de startups encontradas realmente atuavam no setor do agronegócio, por exemplo. E ferramentas que combinam o Big Data com a IA conseguem entregar este tipo de resultado confiável”.

O especialista em Growth, Marketing e Vendas argumenta que as análises levaram em consideração somente startups que tinham efetivamente um braço ou vertical na agricultura ou pecuária. O levantamento inicial chegou a apontar mais de 2 mil agtechs, número que acabou chegando aos 1.574 por conta de filtragens do projeto.

“Realizar a prospecção com uma ferramenta digital evita um trabalho braçal muito grande que provavelmente duraria anos para ser concluído, de encontrar e validar cada uma das empresas. Por isso, a automatização deste processo valoriza o tempo, que é um bem escasso, e ainda garante a confiabilidade de uma pesquisa como o Radar Agtech que apresentará o nosso setor agro também para governos e empresas de outros países”, finaliza Maucir.

Fonte: Speedio
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Monitor da CNH Industrial é opção para pequenos produtores

Por redação 15/07/2021
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- Monitor da CNH Industrial é opção para pequenos produtoresNovo display auxilia nas operações diárias trazendo mais eficiência e produtividade no campo

Para seguir promovendo o desenvolvimento e a produtividade em áreas agrícolas, a CNH Industrial, dona das marcas Case IH e New Holland Agriculture, apresenta o novo monitor AgrOn Ti5, tecnologia aplicada a máquinas agrícolas de pequenos produtores rurais.

A solução é resultado da parceria entre a CNH Industrial e a divisão de Agricultura da empresa Hexagon e acrescenta ao portfólio de produtos um recurso que viabiliza a entrada dos produtores nas tecnologias de agricultura de precisão e será disponibilizada para o mercado em mais de 370 concessionárias das marcas do grupo no Brasil.

A tecnologia e os recursos digitais embarcados no monitor AgrOn Ti5 permitem maior controle e monitoramento das operações auxiliando o operador na guia e registro das atividades diárias.

Segundo Adriano Becker, gerente de Produtos Digitais na CNH Industrial, a nova solução agregará ainda mais eficiência e assertividade na rotina do agronegócio: “O monitor funciona como um computador de bordo sendo possível gerenciar toda cadeia produtiva, além de garantir o controle de dados da máquina e acesso a informações precisas que contribuem para a tomada de decisões no campo. Com todas estas funcionalidades, acredito que estamos na direção certa, oferecendo os recursos necessários para os produtores obterem ainda mais rendimento das máquinas e operações diárias”, afirma.

O novo display é robusto, compacto e traz recursos de fácil utilização em diversas operações que fazem do AgrOn Ti5 a solução adequada aos pequenos produtores.

Bernardo de Castro, presidente da divisão de Agricultura da Hexagon, que desenvolve e fornece soluções digitais para o campo, comenta que: “Ajudar a levar tecnologia aos produtores que, até então, não tiveram a oportunidade de modernizar seus processos agrícolas é o principal objetivo da parceria”.

“Essa é uma das maiores parcerias da Hexagon, além de ser um marco para o agronegócio nacional. Acreditamos que, com seu grande potencial e equipe altamente qualificada, a CNH Industrial é a parceira ideal para difundir, de forma rápida e ampla, a agricultura de precisão aos pequenos agricultores brasileiros”, complementa Bernardo.

O AgrOn Ti5 é uma solução da divisão de Afertermarket Solutions da CNH Industrial. Outras informações podem ser adquiridas diretamente nas concessionárias Case IH e New Holland Agriculture no Brasil.

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