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Notícias

Sorgo para produção de grãos surpreende no Semiárido

Por redação 22/06/2021
Escrito por redação

sorgo para grãos surpreende no Semiárido - Sorgo para produção de grãos surpreende no SemiáridoEstudo da Embrapa com híbridos de sorgo mostrou um aproveitamento surpreendente para a produção de grãos no Semiárido brasileiro

Estudo da Embrapa mostrou níveis surpreendentes de aproveitamento do sorgo para produção de grãos no Semiárido brasileiro. Variedades híbridas, que estavam em teste para se tornarem cultivares, alcançaram mais de 5.000 quilos de produtividade de grãos por hectare, quase duas vezes superior à média brasileira, que fica entre 2.600 e 2.800 quilos por hectare. Esse resultado comprova o potencial do sorgo granífero e representa mais uma possibilidade de renda para os produtores locais. Além disso, pode impulsionar o cultivo do cereal na região, que ainda está em expansão, apesar da tolerância que apresenta à seca.

Junto com cultivares comerciais da Embrapa já indicadas para o Semiárido brasileiro, o estudo realizado no campo experimental da Embrapa Caprinos e Ovinos (CE) utilizou 47 genótipos híbridos – que mostraram bom potencial nas safras de 2018 e 2019 para se tornarem cultivares no futuro – de sorgo granífero. Desse material, 19 genótipos foram considerados aptos para produção de grãos no Semiárido, com produtividade que variou entre 3.000 e 7.000 quilos de grãos por hectare, superior à média brasileira.

“A Embrapa já tem várias cultivares de sorgo granífero lançadas no mercado, com essa característica de alta tolerância à seca e boa produtividade. Mas no experimento observamos genótipos que atingiram produtividade acima de 5.000 quilos de grãos por hectare, que é uma média bastante elevada”, destaca o melhorista Fernando Guedes, pesquisador de Melhoramento Genético Vegetal da Embrapa Caprinos e Ovinos.

Os dados são promissores, considerando que, segundo estudos de viabilidade econômica desenvolvidos pela Embrapa, produtividades acima de 2.750 kg/ha de sorgo na safra já cobrem custos fixos da cultura. “Com uma produtividade acima de 4.000 quilos por hectare, já é possível para o produtor obter lucro. Esse dado comprova o potencial do sorgo como cultura que pode ser utilizada pelos produtores rurais para produção de grãos”, acrescenta Guedes. Esses resultados se assemelham ainda à média de produtividade na Argentina (superior a 4.500 kg/ ha), país que figura entre os grandes produtores e apresenta os maiores rendimentos médios de grãos de sorgo no mundo.

De acordo com o líder da equipe da pesquisa, o engenheiro agrônomo Cícero Menezes, pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo (MG), o desempenho dos híbridos testados em Sobral é “surpreendente”. “O ideal é continuar testando esses híbridos de maior produtividade, de preferência em áreas experimentais maiores, realizando unidades de observação, assim como dias de campo para apresentar os resultados aos produtores locais”, aponta.

Sorgo pode complementar o milho na produção de grãos

Entre as razões para aumentar o investimento em pesquisas com o sorgo para alimentação animal no Semiárido brasileiro estão a versatilidade da cultura e a tolerância à seca. Essa versatilidade se demonstra com o uso para produção de silagem, como reserva de alimento para período seco; de restolho, para pastejo dos animais; de grãos, que podem ser usados para formação de ração. Nesse caso, o grão do sorgo é considerado de alto valor nutricional, podendo compor rações com qualidade e menor custo do que aquelas baseadas em outros insumos, como o milho.

“O sorgo silageiro já é bastante conhecido no Semiárido, uma das primeiras opções que o produtor planta para produção de silagem. Por outro lado, o sorgo granífero ainda é pouco conhecido na nossa região, devido à tradição de plantar milho para produção de grãos. O sorgo granífero vem também para suprir uma lacuna: a do produtor produzir o próprio grão para produção de ração, seja ela para alimentação de ruminantes, avicultura ou suinocultura”, destaca Guedes.

Já a tolerância à seca é uma vantagem que pode fazer do sorgo uma boa alternativa em regiões com pluviosidade irregular, como o Semiárido brasileiro. Em condições de restrição hídrica ou mesmo em períodos de segunda safra, o potencial do sorgo chega a se equiparar ao do milho, uma das culturas mais usadas na alimentação animal. “Em comparação ao milho, o sorgo precisa de menos água para produzir grãos. Além disso, a planta pode hibernar em momento de estresse e, quando a chuva volta, ela retorna ao seu processo normal de fotossíntese”, explica Menezes.

“Normalmente, no Semiárido, o período de chuva começa de janeiro até fevereiro, então temos por volta de 15 a 20 dias de janela de plantio. Para a cultura do milho, esse tempo é bastante curto, não se pode errar uma semana, porque senão haverá um impacto de baixa produtividade no final da cultura. Já o sorgo consegue ter melhor adaptação às condições da região, suportando atrasos no plantio, o que pode ser uma opção no caso de o produtor não ter executado seu planejamento na época do início da chuva. Ele consegue repor esse atraso plantando sorgo, principalmente o granífero”, complementa o pesquisador da Embrapa Caprinos e Ovinos.

Cultura em expansão no Semiárido

Apesar do bom potencial para o Semiárido brasileiro, o sorgo ainda é uma cultura em expansão no Nordeste brasileiro. Atualmente, as regiões Centro-Oeste e Sudeste respondem por 90% da produção nacional do cereal. “Há uma conjuntura para isso. No Centro-Oeste e Sudeste o cereal é plantado em grandes áreas, seguindo o caminho da soja. No Nordeste, com exceção do Matopiba (região entre as divisas dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), o sorgo é plantado por produtores menores, onde ainda existe uma grande tradição no plantio de milho. Falta mais assistência técnica e divulgação da cultura”, avalia o pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo.

Menezes destaca ainda que, na região, além da Embrapa, outras instituições têm desenvolvido pesquisas sobre a cultura, como o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) e a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn). “Mas isso é pouco para uma região tão grande. Precisamos de mais testes e experimentação tanto do sorgo granífero quanto do silageiro”, afirma.

Para o pesquisador, é importante aproveitar esse potencial como uma alternativa para a produção animal na região. “Existem experimentos em áreas do Nordeste, como Luis Eduardo Magalhães (BA), Serra Talhada (PE) e Sobral (CE), com produções de grãos acima de 80 sacos por hectare, em condições de sequeiro. Esses resultados mostram que existe um enorme potencial para produção de sorgo granífero no Nordeste”, frisa Menezes.

 

Fonte: Adilson Nóbrega/Embrapa Caprinos e Ovinos
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Notícias

Petronas lança novas embalagens para Iveco, Case e New Holland

Por redação 22/06/2021
Escrito por redação

sorgo para grãos surpreende no Semiárido - Petronas lança novas embalagens para Iveco, Case e New HollandVisual recém-criado destaca o logotipo das máquinas e trazem uma identidade visual única para os produtos

Atento às evoluções dos segmentos de construção, agricultura e transportes rodoviários, a Petronas Lubrificantes Brasil lançou recentemente um novo visual para produtos que atendem as máquinas e veículos da CNH Industrial. São eles: Petronas Urania, para Iveco; Petronas Akcela, para Case; e Petronas Ambra, para New Holland.

Além de fortalecer a parceria entre a Petronas e as marcas Iveco, Case Construction, CASE IH Agriculture, New Holland Construction e New Holland Agriculture, o novo visual trouxe um design moderno para as embalagens, com uma identidade visual única. A atualização dos rótulos permite também maior destaque às marcas dos veículos e maquinários, além de apresentar o nome e o tipo do produto, as especificações de uso, a imagem de aplicação e a tecnologia exclusiva Petronas.

Para Ricardo Brandão, gerente de marketing da Petronas Lubrificantes Brasil, a novidade reforça a exclusividade da parceria. “As linhas Petronas Urania, Akcela e Ambra são desenvolvidas de forma totalmente customizada para os equipamentos das marcas Iveco, Case e New Holland. Além disso, os produtos são vendidos somente em concessionárias autorizadas, o que cria um canal direto com os clientes.”, afirma.

Para fortalecer ainda mais esta parceria, as marcas contam agora com uma sessão exclusiva no site da Petronas para atender aos clientes desse segmento (www.pli-petronas.com/pt-br/iveco-urania, www.pli-petronas.com/pt-br/akcela e www.pli-petronas.com/pt-br/ambra). Há também investimento em campanhas de marketing digital e nos pontos de venda, em que os distribuidores contarão com novos displays expositores, catálogos e infláveis.

 

Fonte: Petronas
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Os desafios a serem superados pela agricultura 4.0

Por redação 22/06/2021
Escrito por redação

sorgo para grãos surpreende no Semiárido - Os desafios a serem superados pela agricultura 4.0O surgimento diário de diversas tecnologias ainda esbarra nos problemas de conectividade no campo, especialista orienta produtores quanto a aplicação de novas soluções e ferramentas nas fazendas e dá dicas de como encurtar esse caminho

A agricultura 4.0 tão falada nos últimos tempos, continua caminhando para ser uma grande revolução tecnológica no campo. A presença cada vez maior de máquinas agrícolas como semeadoras, tratores, arados, entre outros implementos totalmente autônomos que podem ser comandados a distância, já são uma realidade. Essas máquinas contam com sistemas inteligentes, controlados por tablets e smartphones onde quer que o produtor esteja.

Todas essas tecnologias possibilitam diversas oportunidades, como por exemplo: ter agilidade nas tomadas de decisão devido a captação dos dados em tempo real e o aprimoramento na gestão da sua propriedade possibilitando otimizar a produção em todas suas etapas do processo. Uma vez que o gestor pode interromper a atividade no mesmo instante que ele identificar uma inconformidade com o processo antes pré-estabelecido.

Deste modo e com essa praticidade na tomada de decisão é possível deliberar medidas que visam a redução de custos operacionais e a identificação de oportunidades de melhorias. Entretanto, toda essa tecnologia que pode levar a agricultura brasileira a um outro patamar, ainda esbarra em problemas que têm limitado esse crescimento, que poderia ser mais acelerado.

Um dos gargalos é a conectividade ainda precária ou inexistente em grandes e importantes regiões produtoras do País. Estudos divulgados pelo último Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que é precária a infraestrutura de conexão em terras agricultáveis. A pesquisa indicou que apenas 5% das áreas estão conectadas à internet. “Ou seja, isso demonstra que está é uma grande frente que requer atenção para que possamos intensificar o avanço da agricultura 4.0”, diz Caio Peccin, Engenheiro Agrícola frente ao time de inovação da Piccin Máquinas Agrícolas de São Carlos-SP.

Implantação na fazenda

O produtor que deseja implantar ou adquirir tecnologias presentes na era da agricultura 4.0 para sua fazenda, primeiramente precisa estar ciente que a agricultura 4.0 não é um produto, é um conjunto de tecnologias digitais de variadas funções que geram um aperfeiçoamento do manejo no campo.

De acordo com o engenheiro agrícola da Piccin, tendo como base esse conceito, para adquirir ou implantar uma nova tecnologia é preciso definir prioridades. “Pondere a capacidade tecnológica de infraestrutura instalada que sua fazenda possui hoje junto com suas reais necessidades e gargalos que impedem de avançar para seu objetivo traçado”, destaca.

Ainda segundo o profissional, também é importante que o produtor compreenda sua capacidade financeira e o quanto pretende destinar para os investimentos em tecnologias. “Busque conhecer as tecnologias disponíveis no mercado hoje, a sua facilidade de obtenção e preços. Entenda se você possui pessoas qualificadas na sua equipe que consigam executar esse projeto, caso contrário investir em capacitação é uma ótima saída”, ressalta o engenheiro.

Feito isso, compreendendo as reais necessidades da fazenda, sua capacidade de investimento, as tecnologias disponíveis no mercado e o nível de capacitação da sua equipe de trabalho, o próximo passo é traçar um plano de execução. Essa é uma ótima forma que pode orientar e encurtar o período de implantação das suas tecnologias. “Também destaco que é importante termos em mente que essas mudanças, depois de implantada, terão que vir para facilitar o nosso trabalho e que os benefícios e demandas podem variar de acordo com o propósito e realidade de cada propriedade”, diz Peccin.

Tecnologias já disponíveis

Um dos pontos cruciais para uma safra farta e de bons resultados é realizar aplicação de fertilizantes e corretivos. Focados em desenvolver soluções compatíveis com a agricultura 4.0, a Piccin hoje já disponibiliza aos agricultores o modelo Master 15000 Full tech, que é um exemplo de produto com um pacote tecnológico.

O equipamento entrega ao produtor o que há de mais moderno na aplicação de fertilizantes e corretivos. “Com seus sistemas de controle eletrônico, desligamento de seção e células de carga, o distribuidor Master 15000 FULL TECH irá realizar uma aplicação com alta acurácia e precisão resultando assim em confiabilidade aos dados que servirão para gestão e tomadas de decisão do produtor rural. Tudo isso aliado à conectividade ISOBUS que proporciona a capacidade de comunicar e ser utilizado com os Displays GPS mais conhecidos do mercado”, salienta o engenheiro.

Também com foco na agricultura 4.0, o portfólio de produtos da empresa conta também com o Display GPS InCommand 1200 que entrega ao produtor uma solução completa em tecnologia. A ferramenta conta com funcionalidades como: comunicação de informações em tempo real entre máquinas, transferência e armazenamento dos dados da operação em nuvem através da plataforma Agfiniti e também o acompanhamento de informações sobre a operação em tempo real.

Futuro

Nos próximos 10 anos a tendência é que a agricultura 4.0 se intensifique ainda mais com mais tecnologias e soluções. O engenheiro agrícola acredita que teremos significativo aprimoramento caminhando a passos largos na digitalização do campo, com melhorias contínuas em questões já abordadas despontando o Brasil ainda mais como referência mundial no desenvolvimento do agronegócio. “Teremos ecossistemas mais integrados, bancos de dados mais estruturados, rapidez na tomada de decisão potencializada com automação das máquinas e independência na tomada de decisão, desenvolvimento da área de inteligência artificial e aprendizado de máquinas”, finaliza.

 

Fonte: Piccin/Rural Press
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Notícias

Manejo digital pode gerar economia de R$ 81/ha

Por redação 22/06/2021
Escrito por redação

sorgo para grãos surpreende no Semiárido - Manejo digital pode gerar economia de R$ 81/haA gestão agrícola de uma fazenda, feita com softwares e ferramentas digitais, pode ajudar a reduzir os custos de produção, principalmente em relação ao uso de insumos

De acordo um levantamento feito pela empresa de pesquisa e consultoria agronômica Fertigeo, ao se comparar dois sistemas de manejo para o cultivo da soja, a economia com aplicação de inseticidas pode chegar a R$ 81,57 por hectare.

A pesquisa comparou o manejo Farmbox – baseado nas boas práticas agronômicas incluindo o uso do aplicativo para registro dos dados e gestão das operações agrícolas, com o manejo do produtor – que tem como prática a calendarização das aplicações de defensivos. Os dois plots pareados para comparação foram conduzidos em uma área de 80 ha, no município de Rio Verde (GO), durante a safra 2020/21.

De acordo com o CEO da Checkplant/Farmbox, André Cantarelli, com o uso do Farmbox, o produtor fez uma aplicação a menos, num total de três pulverizações. “Com isso, houve a economia com o insumo e sua aplicação, de R$ 477,45 para R$ 395,88, baseada na cotação do produto de maio/21”, explica.

Além da queda no custo de produção, o manejo Farmbox também demonstrou um maior equilíbrio entre infestação de pragas e inimigos naturais, devido a utilização de produtos mais seletivos como os microbiológicos e reguladores de crescimento; e aplicação de controle apenas quando necessário, tendo como base os dados dos monitoramentos de pragas realizados periodicamente.

O Farmbox compila dados e informações de campo e estoques como: mapas de infestação de pragas; frequência de monitoramento de cada talhão; agenda de aplicações; estoque de insumos; previsão de colheita e de custos de produção, de produtividade e rentabilidade total ou por talhão, entre outros, para o planejamento completo de cada safra.

Fonte: Farmbox

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Rádio MIA

Podcast: quais os riscos da estiagem para os produtores

Por redação 22/06/2021
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sorgo para grãos surpreende no Semiárido - Podcast: quais os riscos da estiagem para os produtoresO podcast desta semana discute sobre os riscos da estiagem para os produtores

A crise hídrica que já afeta a Bacia do Paraná, que abrange os estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Mato Grosso do Sul, deve provocar uma forte seca na região até o mês de setembro, segundo alerta de emergência emitido pelo Sistema Nacional de Meteorologia.

Segundo estudos do Sistema, as perspectivas climáticas para o período indicam pouco volume de chuvas, o que não deve elevar os níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas. Com isso, a expectativa é que haja impactos importantes no fornecimento de energia e água.

A crise também preocupa o agronegócio. O impacto na agricultura pode gerar redução de produtividade. Atividades, como a irrigação das lavouras, poderão ser comprometidas, afetando diretamente o desenvolvimento das plantações.

A professora de Gestão e Marketing do Agronegócio da ESPM de Porto Alegre, Keli Pereira de Oliveira, comenta sobre os impactos da estiagem para os produtores e de que forma é possível amenizar os danos na propriedade.

Acompanhe:

Máquinas & Inovações Agri · #020 – Keli Pereira comenta “Quais os riscos da estiagem para os produtores”

 

 

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Notícias

CNH Industrial anuncia compra da Raven Industries

Por redação 21/06/2021
Escrito por redação

sorgo para grãos surpreende no Semiárido - CNH Industrial anuncia compra da Raven IndustriesIniciativa deve aprimorar capacidade e escala da agricultura de precisão

A CNH Industrial, dona das marcas Case e New Holland, anunciou hoje um acordo para adquirir 100% do capital social da Raven Industries, líder norte-americana em tecnologia de agricultura de precisão, a US$ 58 por ação, representando um ganho de 33,6% em relação ao preço médio ponderado por volume de quatro semanas da Raven Industries e US$ 2,1 bilhões em valor da companhia. A transação será financiada com o caixa disponível da CNH Industrial. O fechamento do negócio deverá ocorrer no quarto trimestre de 2021, sujeito à satisfação das condições legais de conclusão do negócio, incluindo a aprovação dos acionistas da Raven e o recebimento de aprovações regulatórias.

sorgo para grãos surpreende no Semiárido - CNH Industrial anuncia compra da Raven Industries

A aquisição se baseia em uma longa parceria entre as duas empresas e aumentará ainda mais a posição da CNH Industrial no mercado global de equipamentos agrícolas, adicionando fortes capacidades de inovação em tecnologia de agricultura autônoma e de precisão.

“Agricultura de precisão e autonomia são pilares da nossa estratégia para ajudar nossos clientes agrícolas a alcançar o próximo nível de produtividade e desbloquear o verdadeiro potencial de suas operações”, disse Scott Wine, CEO da CNH Industrial. “A Raven é pioneira na agricultura de precisão há décadas e sua profunda experiência com produtos, especialização em software voltada para o cliente e perspicácia de engenharia oferecem um impulso significativo às nossas capacidades. Essa aquisição enfatiza o compromisso em aprimorar nosso portfólio de agricultura de precisão e se alinha com a estratégia de transformação digital. A combinação das tecnologias da Raven e do forte portfólio de produtos atuais e novos da CNH Industrial fornecerá novas tecnologias conectando nossos clientes, permitindo-lhes ser mais produtivos e eficientes”, afirma Wine.

“Nossa diretoria e gerência estão entusiasmados com esta parceria e com o que ela significa para o futuro”, disse Dan Rykhus, presidente e diretor executivo da Raven Industries. “Há 65 anos, nossa empresa está comprometida em resolver grandes desafios. Parte desse compromisso inclui a entrega de inovações revolucionárias, desenvolvendo e investindo em nossas principais capacidades e tecnologia. Ao nos juntarmos com a CNH Industrial, acreditamos que iremos acelerar ainda mais esse caminho, bem como trazer muitas oportunidades e valor para nossos clientes – mais uma vez cumprindo nosso propósito de resolver grandes desafios. Nosso relacionamento com a CNH Industrial se expandiu ao longo de décadas, e temos um profundo respeito uns pelos outros e um compromisso compartilhado para transformar as práticas agrícolas em todo o mundo. Esperamos que a CNH Industrial aproveite o talento e a cultura da Raven, bem como a comunidade de Sioux Falls, como parte de sua visão e sucesso futuro”, completa Rykhus.

“As capacidades, cultura de inovação, espírito empreendedor e talento de engenharia da Raven Industries são impressionantes e continuarão a prosperar como parte da família CNH Industrial. Sioux Falls é e continuará a ser um verdadeiro centro de excelência”, acrescenta Wine. “Estamos extremamente entusiasmados em colaborar para trazer aos nossos clientes soluções mais integradas de precisão e autônomas, não apenas para melhorar a produtividade e a lucratividade, mas também para promover soluções mais sustentáveis e de gestão ambiental. Juntas, nossas equipes criarão um negócio mais forte para nossos funcionários, rede de concessionárias e clientes, permitindo-nos moldar o futuro da agricultura, aumentar nossas credenciais de sustentabilidade líderes mundiais e maximizar nossas oportunidades de crescimento”, afirma Wine.

Sediada em Sioux Falls, Dakota do Sul, nos Estados Unidos, a Raven Industries está organizada em três divisões de negócios: Applied Technology (agricultura de precisão), Engineered Films (filmes especiais de alto desempenho) e Aerostar (aeroespacial) com vendas líquidas consolidadas de US$ 348,4 milhões para os doze meses findos em 31 de janeiro de 2021. A empresa é um parceiro de tecnologia global para OEMs estratégicos, varejistas e revendedores agrícolas. Espera-se que a transação gere aproximadamente US$ 400 milhões em sinergias de receita em execução até o ano de 2025, resultando em US$ 150 milhões de EBITDA incremental.

Os segmentos Engineered Films e Aerostar são líderes da indústria de filmes especiais de alto desempenho e de plataforma estratosférica, respectivamente, e a CNH Industrial acredita que eles representam negócios independentes atraentes com excelente potencial de curto e longo prazo. Consequentemente, a CNH Industrial planeja realizar uma revisão estratégica de cada negócio para melhor posicioná-los para o sucesso futuro e maximizar o valor para os acionistas.

A CNH Industrial não espera que a aquisição proposta tenha qualquer impacto em suas projeções para 2021. Espera-se que a aquisição seja financiada com caixa consolidado do Grupo, não afetando dívidas de terceiros nas atividades industriais. A contraprestação de caixa para a transação não está incluída na definição de fluxo de caixa livre e, consequentemente, não afetará sua orientação de fluxo de caixa para o ano fiscal de 2021.

Barclays e Goldman Sachs atuaram como consultores financeiros da CNH Industrial e Sullivan & Cromwell LLP como consultor jurídico. J.P. Morgan Securities LLC atuou como consultor financeiro da Raven e Davis Polk & Wardwell LLP como seu consultor jurídico.

 

Fonte: CNH Industrial
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Para produtores, agricultura de precisão é essencial

Por redação 21/06/2021
Escrito por redação

sorgo para grãos surpreende no Semiárido - Para produtores, agricultura de precisão é essencialCoopercitrus investe R$5 milhões em serviços de agricultura de precisão em 2021. “Quem não caminha ao lado da tecnologia, vai sair do negócio”, opina produtor rural

A produtividade agrícola aumentou consideravelmente nas últimas décadas. Isso se deve, dentre outros fatores, ao momento tecnológico vivido. Produtores estão chegando ao ápice da sua produtividade ao adotar a agricultura de precisão e soluções digitais, que geram aumento de produção com redução de custos, fator importante para garantir o alimento sustentável para a população mundial crescente.

Tornar as soluções de agricultura de precisão mais acessíveis ao produtor rural é um dos compromissos da Coopercitrus – Cooperativa de Produtores Rurais, que atua nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás.

Através da prestação de serviços, a cooperativa encontrou uma forma de desembarcar a inovação dentro da porteira. No primeiro semestre de 2021, a Coopercitrus investiu R$ 5 milhões em novas tecnologias, contando com mais de 20 drones de pulverização, cinco Vant’s, três drones de imagem, oito carretas e cinco caminhões de aplicação de corretivos para atender aos cooperados. Além disso, mais de 120 profissionais especializados dedicam-se a fazer a aplicação das tecnologias em campo, dar suporte técnico e auxiliar as análises das informações coletadas.

sorgo para grãos surpreende no Semiárido - Para produtores, agricultura de precisão é essencialLudio Vidotti de Monte Azul Paulista (foto), SP, é um produtores rurais que conta com o suporte da Coopercitrus na área de agricultura de precisão, com os serviços de amostragem de solo georreferenciada, distribuição de corretivos de solo a taxa variável e mapeamento de área via satélite. Ele opina que a tecnologia deixou de ser um item opcional para se tornar cada vez mais necessária em campo. “Alguns produtores ainda estão muito receosos em adotar uma nova tecnologia, mas hoje a adesão é maior porque se tornou essencial. Quem não caminha ao lado dela, vai sair do negócio”, afirma.

Alexandre Machado, produtor de laranja e cana-de-açúcar no interior paulista, confirma essa visão e percebe o quanto a tecnologia se tornou indispensável. “Quando começamos, nosso trabalho era basicamente plantar, passar herbicida, adubar e pronto. Hoje muita coisa mudou e para melhor. Hoje sabemos da importância do drone para identificar as plantas daninhas no canavial, o uso de pivô central, o plantio de grãos em áreas de reforma” analisa Machado.

Outro produtor que conta com a cooperativa para inovar em sua atividade é Eduardo da Palma, produtor de cana em Monte Azul Paulista, SP. Ele conta que o investimento nas novas tecnologias contribuiu com o uso racional de insumos, aumentou a lucratividade e gerou menos impacto ao meio ambiente. “Minha visão é a seguinte: se aumenta a produtividade e continua gastando o mesmo que antes, há ganho. Mas, se conseguirmos reduzir custos e aumentar a produtividade, então a gente ganha duas vezes”, avalia o produtor.

Tecnologias dão o tom na Coopercitrus Expo

Durante a Coopercitrus Expo Digital, que acontece de 19 a 30 de julho, o produtor rural poderá aproveitar condições especiais em todos os produtos e serviços para o manejo, além das soluções tecnologias agrícolas da cooperativa. Dentre as soluções de agricultura de precisão, os destaques são o serviço de mapeamento de áreas via satélite, pulverizações localizadas com drone, análises de solo georreferenciadas, mapeamento de áreas com falhas ou infestações, telemetria para o acompanhamento das operações remotamente, entre outras. Todos os serviços são prestados por um time de profissionais especializados, para garantir os melhores resultados ao produtor.

 

Fonte: Coopercitrus
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Produção de cana apresenta estabilidade em SP

Por redação 21/06/2021
Escrito por redação

sorgo para grãos surpreende no Semiárido - Produção de cana apresenta estabilidade em SPVolume previsto para a temporada gira em torno de 437,7 milhões de toneladas, Instituto de Economia Agrícola (IEA)

O 2º levantamento das previsões de área e produção de culturas agrícolas no Estado de São Paulo referentes ao ano de 2021, realizado pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio do Instituto de Economia Agrícola (IEA) e da Coordenadoria de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRS), aponta a evolução das principais culturas do Estado obtidos nos 645 municípios paulistas.

No caso das culturas perenes e semiperenes, observa-se pequena retração na área cultivada (-0,1%) e são esperadas quedas na produção (-2,9%), por conta da menor produtividade (-2,8%). O café, devido a bienalidade de produção e atualmente em situação de baixa, é o responsável pelo desempenho negativo desse grupo, explicam Felipe Camargo, Carlos Fredo, Carlos Roberto Bueno, Celma Baptistella, Denise Caser, José Alberto Angelo, Maximiliano Miura, Paulo Coelho e Vagner Azarias Martins, pesquisadores do IEA.

De acordo com os pesquisadores, os dados ainda preliminares da safra paulista de 2020/21 para a cana-de-açúcar apontam estabilidade na produção em 437,7 milhões de toneladas. A produção prevista para a presente safra contempla a produção potencial da cana para indústria, que tem como destino a moagem industrial para etanol e açúcar, destilarias, garapa e afins, inclusive a provável produção advinda de área bisada. Enquanto a estimativa para cana destinada à forragem, ou seja, o consumo animal, mostra aumento na área plantada de 4,9% (63,9 mil ha) e na produção preliminar de 4,5% (3.848,2 mil toneladas), apesar da redução na produtividade da terra de 0,4%.

Os números são preliminares também para a cultura da Laranja. A produção prevista é de 305 milhões de caixas de 40,8 kg (12.461,3 mil toneladas), 3,9% inferior à quantidade obtida em 2019/20 (12.963,2 mil toneladas). Para a presente safra, a situação climática ainda padece dos efeitos do La Niña, que vieram mais acentuados por um período mais longo e chuvas ocorridas de modo desuniforme no mês de novembro. Este cenário se reflete em uma produtividade da terra de 31 t/ha (1,97 cx. 40,8 kg/pé), valor 3,1% inferior à safra 2019/20.

Quanto à área total plantada, que inclui as plantas ainda não produtivas, prevê-se decréscimo da ordem de 0,9%. A área ocupada com pomares de laranja é de 432 mil ha, correspondendo a 173,6 milhões de plantas, estimando-se cerca 90% delas como aptas para produção.

Na comparação com a safra anterior, a terceira estimativa da safra de Café apresenta redução de 32,5% para produção, com expectativa de serem colhidas 257,8 mil toneladas (4,3 milhões de sacas beneficiados). A área em produção de 5.587 mil ha, se mantém praticamente inalterada, sendo a baixa produtividade (-31,5%), em função da bienalidade negativa, a causa da queda da produção.  Na região de Franca, que representa cerca de 1/3 do total da área cultivada no Estado, houve nova queda na estimativa de produção (-1,3%) em comparação à estimativa anterior, atingindo, em abril de 2021, colheita de apenas 1,41 milhão de sacas. Com queda estimada de 49,5% diante da safra passada, esse volume caracteriza a forte bienalidade que persiste nesse território, afirmam os pesquisadores.

O levantamento traz ainda detalhes das safras agrícolas de grãos, banana, mandioca para mesa e para indústria, tomate (rasteiro e envarado) e Seringueira; além de apresentar o comportamento regional da safra de cada cultura por Escritório de Desenvolvimento Rural (EDR). O próximo levantamento que será realizado em junho, trará informações mais precisas sobre área, produção e produtividade das culturas perenes.

 

Fonte: Datagro
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CNA Jovem encerra com maratona de conhecimento

Por redação 21/06/2021
Escrito por redação

sorgo para grãos surpreende no Semiárido - CNA Jovem encerra com maratona de conhecimentoO programa de desenvolvimento de novas lideranças do Sistema CNA/Senar incentiva os participantes a propor inovações para desafios complexos e desenvolver habilidades e competências para uma liderança empreendedora

O segundo encontro nacional do programa CNA Jovem encerrou no domingo (20) com uma maratona de conhecimento sobre liderança empreendedora e dinâmicas para refinar as ideias em busca de soluções inovadoras para os desafios do agro.

A palestra sobre como lidar com o cansaço emocional na pandemia iniciou a programação e contou com a participação das consultoras do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Karen Kroll e Thayanne Lima. Elas compartilharam dicas para a preservação da saúde mental nesse momento de crise gerada pelo coronavírus.

Em seguida, as lições de inovação foram compartilhadas pelo escritor e empreendedor, Mauricio Benvenutti, que foi sócio da XP Investimentos e hoje é sócio da plataforma de educação StartSe. Ele refletiu sobre propósitos de vida, competências sociais e o futuro do trabalho. “Nessa fase, vocês estão com muita energia, por isso aproveitem para construir suas marcas para impactar centenas de milhares de pessoas. A gente precisa dessa capacidade de execução para fazer cada vez mais não só pelo nosso país e pelo mundo”.

As palavras de Benvenutti energizaram os jovens. “Foram lições de aprendizado pessoal e profissional”, revelou Bruna Sthéphane.

Marcelo Hoffmeister já conhecia o autor e aproveitou para dizer como o conteúdo já o ajudou. “O livro Incansáveis me fez mudar de rumo em 2019. Em 2020, veio a pandemia e a StartSe e o CNA Jovem mudaram novamente a minha vida. Obrigado por todo o conhecimento”.

Em uma atividade lúdica surpresa, os jovens apresentaram as soluções a um grupo de crianças de 10 a 13 anos. “São pessoas influentes, tomadoras de decisão que terão um grande impacto no agro do futuro”, explicou o consultor do CNA Jovem, Gino Terentim.

Ao se deparar com as crianças, os jovens tiveram que adequar a linguagem para explicar ideias e conceitos, como bioinsumos, e criar conexão com o público. Para a jovem Olivian Júlia Souza o exercício foi válido. “É necessário ter o objetivo e a ideia alinhada ao propósito a ponto de divulgar para públicos diversos”.

“É importante ter a ideia clara em nossa mente para passar para outra pessoa. No entanto, mais difícil do que isso é simplificá-la ao ponto de uma criança entender. Quando a gente sabe o perfil do público é possível utilizar recursos para facilitar a compreensão”, analisou Mairon Figueiredo.

Entre as atividades de integração, os jovens participaram de dinâmicas sobre curiosidades e expressões regionais e ainda deixaram e mensagens em um mural digital.

Na parte da tarde, os 80 participantes do CNA Jovem se dedicaram ao refinamento das soluções inovadoras para os desafios prioritários do agro brasileiro. Com o auxílio dos mentores, eles partiram para debater a utilização das soluções por parte dos beneficiários e o que precisam realizar para executar os experimentos.

Próximo passos – O terceiro encontro nacional do programa, de um total de quatro, está previsto para ocorrer os dias 15 e 16 de agosto. Até lá, os jovens seguem com as atividades remotas e sessões de mentoria semanais.

 

Fonte: Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)
21/06/2021 0 Comentários
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Notícias

Empresa divulga índice de preços de fertilizantes

Por redação 21/06/2021
Escrito por redação

sorgo para grãos surpreende no Semiárido - Empresa divulga índice de preços de fertilizantesInformações publicadas pela empresa relacionam preços dos fertilizantes aos das principais commodities produzidas no país

A Mosaic Fertilizantes, uma das maiores produtoras globais de fosfatados e potássio combinados, inicia neste mês a divulgação mensal do Índice de Poder de Compra de Fertilizantes (IPCF), que retrata os preços dos fertilizantes em concordância com o mercado agrícola. A ação tem como objetivo relativizar os preços do insumo com a receita do produtor de uma forma geral no Brasil, mostrando o quão acessível estão os fertilizantes independentemente do preço absoluto.

Além de trazer o cenário atual, a empresa ainda oferecerá uma análise destacando os principais acontecimentos do período no mercado nacional e internacional de commodities e do fertilizantes, pontos de atenção, culturas com melhor desempenho no índice e o principal fator para variação de preços no período. “Acreditamos que com a transparência de informações reforçamos nosso compromisso com o produtor rural e ajudamos o mercado a se desenvolver de forma saudável”, comenta Eduardo Monteiro, vice-presidente Comercial da Mosaic Fertilizantes.

O IPCF consiste na relação entre um índice de preços de fertilizantes e um índice de preços de commodities agrícolas. Uma relação menor que 1,0 indica que os fertilizantes estão mais acessíveis do que no mesmo período em 2017, e uma relação maior que 1,00 significa que os adubos estão menos acessíveis em comparação com o mesmo período. O índice leva em consideração as principais lavouras brasileiras: soja, milho, açúcar, etanol e algodão.

Em maio, dentre as culturas analisadas, as que apresentam o melhor índice comparado com o cenário base (média do ano de 2017) é a cultura do milho, seguida pela soja, devido aos excelentes preços internacionais. No entanto, a maior valorização nacional (em dólar) foi da cana-de-açúcar, puxada pelo açúcar e etanol. Esse resultado deve-se às previsões de estiagem para os próximos meses em boa parte das regiões produtoras brasileiras, comprometendo o potencial da safra.

No período, o principal destaque do setor foi o aumento dos preços dos fertilizantes devido a fundamentos internacionais de oferta e demanda, o que culminou com a piora do índice para o agricultor comparado com o mês anterior. No entanto, é importante ressaltar que mesmo nessa condição, ainda apresenta melhor desempenho que nos últimos três anos, caracterizando um ótimo momento devido aos preços internacionais e domésticos das principais commodities agrícolas.

“O momento para compra de fertilizantes é ainda favorável. Estamos nos aproximando do plantio da safra de verão com o desafio de abastecer a maior colheita de grãos da história. Quanto mais cedo o produtor tomar a decisão de compra, menos risco ele terá na no início do plantio”, explica Monteiro.

Os preços internacionais das commodities agrícolas em patamares muito bons, devido ao quadro mais apertado de oferta e demanda dos grãos, traz bons momentos para as commodities no Brasil, que tem se beneficiado da demanda internacional, com aceleração das exportações e também maior demanda doméstica. Com esse cenário, o produtor demanda mais insumos pensando no incremento de produtividade, fazendo com que os preços sejam regulados por oferta e demanda.

“É importante entender o bom momento do produtor em termos de capitalização e principalmente rentabilidade da safra, por meio desse fator será possível observar um incremento e uma maior vontade do produtor de investir em tecnologia”, finaliza o executivo.

 

Fonte: Mosaic Fertilizantes
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