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Notícias

Elevação da Selic encarece crédito ao produtor, diz Faesp

Por redação 17/06/2021
Escrito por redação

crédito ao produtor - Elevação da Selic encarece crédito ao produtor, diz FaespLinhas especiais de financiamento do Plano Safra 2021/22 já poderão refletir o movimento de alta da taxa de juros

“O novo ciclo de aumento da Selic está encarecendo o crédito rural nas instituições financeiras, dificultando sua contratação pelos produtores, podendo reduzir os investimentos no campo”, alerta Fábio de Salles Meirelles, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp). A preocupação é que o Plano Safra 2021/22, cujo anúncio deverá ser feito na próximo semana pelo Governo Federal, já possa refletir o movimento de juros mais elevados nas distintas linhas de financiamento.

Além disso, as dificuldades orçamentárias da União deverão limitar a disponibilidade de recursos para as linhas especiais de crédito, fazendo com que muitos produtores tenham de procurar diretamente o mercado financeiro para contratar empréstimos, a juros de mercado. “Assim, a Selic mais elevada causa problemas para o setor”, avalia Meirelles.

O Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa básica em 0,75 ponto percentual nesta quarta-feira (16). Com isso, a Selic passou de 3,50% para 4,25% ao ano. Para agosto, é esperada uma nova alta, talvez nos mesmos patamares, chegando a 5%.

Esse movimento de alta é uma tendência que se verifica desde março deste ano, quando se iniciou um ciclo de aperto monetário na economia, elevando a Selic de 2% em janeiro, para 2,75% em março, até 3,5% e agora 4,25%. Até o final de 2021, a expectativa do Boletim Focus do Banco Central é de 6,25% ao ano.

“Como se sabe, a razão da elevação dos juros é a preocupação com o comportamento da inflação no País, que, nos últimos 12 meses, acumula alta de 8,06%, bem acima da meta de 3,75% estipulada pelo Banco Central”, comenta Meirelles. Na última prévia do IPCA divulgada pelo IBGE, em maio, o índice registrou alta de 0,83%, puxado pelas altas nos preços da energia elétrica (reajustes tarifários e a pressão adicional provocada pela crise hídrica) e dos combustíveis. Foi a maior taxa para o mês desde 1996. No ano, de janeiro a maio de 2021, o IPCA acumula alta de 3,22%.

Fonte: Datagro
17/06/2021 0 Comentários
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Notícias

Como evitar a síndrome da morte do braquiarão

Por redação 17/06/2021
Escrito por redação

crédito ao produtor - Como evitar a síndrome da morte do braquiarãoO problema é um dos principais responsáveis pela degradação de pastagens e pode comprometer diretamente o desempenho do gado no campo

Relativamente comum nas fazendas brasileiras, a síndrome da morte do capim-braquiarão também é conhecida como  morte do braquiarão ou apenas (SMB). Sendo uma das principais responsáveis pela degradação de pastagens, além das perdas agronômicas no solo, o problema pode afetar outros capins além do braquiarão (Brachiaria brizantha cv. Marandu), como o BRS Piatã e MG-4 e ocasionar prejuízos expressivos nos pastos.

A Síndrome começou a ocorrer no Acre e se espalhou pelo Amazonas, Pará, Rondônia, Mato Grosso e Tocantins, regiões que têm um regime intenso de chuvas. Somado a isso, há solos mal drenados ou de baixa permeabilidade (compactados), que levam a alagamentos ou encharcamentos, reduzindo a oxigenação das raízes.

Segundo o engenheiro agrônomo Guilherme Batalini, representante da Soesp – Sementes Oeste Paulista, o marandu (braquiarão) apresenta baixa adaptação a solos encharcados e suscetibilidade ao ataque de fungos. “Como consequência, essa doença deixa as folhas amareladas e murchas (com aspecto de fenadas), resultando na mortalidade das touceiras. Normalmente observamos a manifestação dessa doença em reboleiras”, diz.

Na fase avançada da síndrome, as pastagens apresentam grandes áreas onde as plantas já morreram, sendo gradualmente ocupadas por invasoras. A ausência de uma intervenção precoce por parte do pecuarista pode resultar na degradação total da pastagem, sendo essa uma das principais consequências da SMB, o que pode resultar em prejuízos irreversíveis.

Fatores agravantes

De acordo com o agrônomo, estudos indicam que a síndrome da morte do braquiarão tem origem em alterações fisiológicas e morfológicas sofridas por esse capim, essencialmente quando ele é exposto a períodos de excesso de água no solo. Além disso, práticas inadequadas de manejo que levam à compactação são responsáveis pela ocorrência da síndrome. Elas podem alterar a drenagem natural dos solos, tornando-os mais suscetíveis a períodos intermitentes de encharcamento ou com muita água nos poros.

Dentre essas práticas, o estresse de manejo causado pela utilização de altas cargas animais é um dos mais importantes, pois, invariavelmente, levará à perda da produtividade e do vigor da pastagem. “Dessa forma, a falta de planejamento representa mais um dos muitos fatores que resultam em compactação dos solos com elevação da possibilidade de surgimento da síndrome na pastagem”, destaca o profissional.

Por fim, o efeito secundário de todo o processo de alagamento de áreas é o ataque de fungos fitopatogênicos de solo (Rhizoctonia, Fusarium e Pythium). Estes colonizam a base da planta, levando à sua morte. “Alterações no metabolismo do capim-marandu fazem com que este seja mais suscetível a estes fungos oportunistas, os quais, em outras condições, não teriam a capacidade de causar danos mais sérios à planta”, diz o agrônomo.

Estratégias para manejo

Comprovadamente, ainda não existe uma solução direta para a SMB, e drenar o solo encharcado ou a aplicação de fungicidas são estratégias com baixa eficiência. A drenagem, além de trabalhosa, pode não ser totalmente eficiente, pois nem sempre a manifestação da síndrome ocorre em áreas de baixadas.

Além disso, o encharcamento pode se encontrar nas camadas de subsuperfície (0-40 cm), os implementos disponíveis no mercado não seriam capazes de melhorar o escoamento de água do solo. Já a aplicação de fungicidas nesta situação não é recomendada por ser economicamente inviável.

O melhor caminho para ajudar a solucionar esse problema é a substituição por cultivares mais adaptadas a solos mal drenados e mais tolerantes à síndrome. Essa diversificação dá ao pecuarista maiores possibilidades de ganhos na atividade com a possibilidade de utilizar plantas com diferentes potenciais de produção, mais ou menos tolerantes ao ataque de insetos, à deficiência hídrica e ao ataque de fungos.

De acordo com Guilherme, para isso, a Soesp fornece sementes de Humidicola, Tanzânia, Mombaça, Massai e BRS Zuri, boas alternativas para substituir pastagens degradadas de capim-marandu. “Entretanto, é fundamental ressaltar que, para que a implantação da nova pastagem seja mais assertiva, a escolha da planta forrageira deve ser feita com base em um bom diagnóstico da área”, afirma ele.

O segundo passo é o produtor atentar-se ao manejo, pois a pastagem caracteriza-se como uma cultura perene que precisa de cuidados e manutenção adequada. Uma planta saudável tem maiores chances de sobreviver aos ataques de pragas e doenças. “Com essas medidas, certamente a síndrome da morte do braquiarão estará longe das pastagens e a qualidade do capim se manterá a ponto de oferecer um bom pastejo aos animais”, finaliza o agrônomo.

Fonte: Soesp/Rural Press
17/06/2021 0 Comentários
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Opinião

Aplicação de defensivos agrícolas no cultivo de alimentos

Por redação 17/06/2021
Escrito por redação

*Fabricio Müller

crédito ao produtor - Aplicação de defensivos agrícolas no cultivo de alimentosDurante todo o ano de 2020, em meio à situação caótica gerada pela pandemia de Covid-19, observamos também o papel do agronegócio brasileiro sendo posto em cheque no noticiário. Alguns aspectos ligados à atividade agrícola do país têm gerado desconfiança, especialmente para a população das cidades. Um deles é o uso de defensivos agrícolas no cultivo de alimentos.

O fundamento deste tipo de opinião está baseado, essencialmente, na desinformação. Consequências de um país dividido e em meio a uma ferrenha disputa de narrativas, a distorção, ou a falta de informações precisas sobre o agronegócio brasileiro, acaba prejudicando injustamente uma cadeia produtiva que alimenta e emprega milhões de pessoas.

crédito ao produtor - Aplicação de defensivos agrícolas no cultivo de alimentos

Inicialmente, vale a explicação da fundamentação agronômica por trás de tudo isso. O tipo de doença e o nível de infestação na lavoura são determinantes na escolha do tipo de defensivo agrícola a ser utilizado. Além disso, a produção em escalas maiores requer um controle e tomadas de decisões assertivas para a condução de uma cultura buscando atingir a melhor produtividade com qualidade e o máximo controle em redução de custos, o que impacta diretamente no valor de produção e custo final do produto.

Outro ponto que merece destaque quando o assunto é a utilização de defensivos agrícolas é a tecnologia empregada nesta etapa do cultivo. Nos últimos anos, os pulverizadores vêm incorporando uma série de ferramentas que são efetivas no controle de aplicação, ampliando a eficiência, reduzindo desperdícios e minimizando o impacto ambiental, configurando, assim, uma grande revolução na agricultura.

Com o monitoramento climático e a evolução na tecnologia de aplicação, a etapa de controle de pragas, doenças e plantas daninhas se torna mais assertiva e sustentável. O resultado disso é uma melhora sensível tanto na rentabilidade, com a economia gerada pelo uso controlado dos insumos, quanto nos impactos ambientais da produção agrícola.

A tão discutida agricultura 4.0 tem sido a responsável pela integração total de máquinas e soluções agronômicas digitais, nesta e nas demais e

tapas do ciclo produtivo no campo. Neste sentido, as empresas especializadas do setor, sobretudo as de máquinas, têm atuado no desenvolvimento de produtos focados em eficiência, conectividade e geração de dados. A Valtra, por exemplo, realizou a renovação de 100% do seu portfólio nos últimos quatro anos para habilitar este tipo de integração.

Os pulverizadores autopropelidos da marca têm características únicas em termos de eficiência na aplicação e podem ser customizados de acordo com as necessidades do agricultor. Além disso, há modelos para diferentes perfis de produtores, como o BS3330H, que possui versão específica para o trato na cana, ou o novo BS2225H, que oferece tecnologia de ponta para pequenas e médias propriedades.

Todas essas máquinas se integram com o programa Farm Solutions, um serviço de soluções agronômicas digitais fim a fim, desenvolvidas por parceiros especializados e oferecido na rede de concessionários da Valtra em todo o Brasil. Problemas antigos, como a deriva e a compactação do solo, são mitigados por avanços como o monitoramento meteorológico em tempo real e o controle do tráfego de máquinas, oferecidos no programa.

É evidente que existe uma série de desafios a serem superados. Mas isso não é exclusividade do agronegócio brasileiro e temos trabalhado cada vez mais para preservar o ritmo das atividades com o mínimo possível de impactos ambientais. Com o entendimento sobre a importância estratégica do agronegócio para o Brasil, a visibilidade das diversas ações de sustentabilidade empregadas pelo setor no país e o fim da desinformação sobre toda a cadeia produtiva conseguiremos acabar com o estigma que ainda afeta a imagem do agronegócio brasileiro e nos afasta das melhores condições perante a comunidade internacional.

*Fabricio Müller é gerente de produto sênior e de Marketing Estratégico de Plantio e Pulverização da AGCO América do Sul
17/06/2021 0 Comentários
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Notícias

Rotam do Brasil apresenta herbicida para cana-de-açúcar

Por redação 17/06/2021
Escrito por redação

crédito ao produtor - Rotam do Brasil apresenta herbicida para cana-de-açúcar

O manejo de plantas daninhas na cultura da cana-de-açúcar está cada vez mais complexo. O ciclo longo, aliado à presença cada vez mais frequente de invasoras de difícil controle no canavial, torna essa ação uma das mais complexas e desafiadoras para o setor. Pensando nisso, a Rotam do Brasil, multinacional com sede em Hong Kong, apresentou o Herbicida Metsuram 600 WG, durante evento online que ocorreu esta semana, no CanaTech Agro.

“Este é um herbicida a base de metsulfurom metílico, com excelente espectro de controle sobre plantas daninhas de folha larga”, destaca Cássio Alexandre Prado, do departamento de desenvolvimento de mercado cana-de-açúcar da empresa. O produto deve ser posicionado em pré-emergência das plantas daninhas e da cultura, podendo ser utilizado em todas as modalidades de plantio e quebra lombo, na soqueira em todas suas épocas do ano, principalmente na soca seca. “Atua ainda em aplicações sobre a palhada, atravessando-a, além de entregar um bom residual no solo, mantendo a lavoura livre de plantas daninhas de folha larga por mais tempo”, aponta o profissional.

Fonte: Rotam do Brasil/Rural Press
17/06/2021 0 Comentários
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Notícias

Abertura Oficial da Colheita do Arroz já está sendo preparada

Por redação 17/06/2021
Escrito por redação

crédito ao produtor - Abertura Oficial da Colheita do Arroz já está sendo preparadaEvento em fevereiro de 2022 terá a presença de universidades e empresas públicas e privadas que apresentarão novidades para os produtores

A área da Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas, que ocorrerá de 16 a 18 de fevereiro de 2022 na Estação Experimental Terras Baixas, da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS), já está sendo preparada. O evento, que chega a sua 32ª edição, terá como tema “A Produção De Alimentos No Pós-Pandemia. Novos Patamares, Novos Desafios”.

Conforme o coordenador do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) na Zona Sul, André Matos, responsável técnico pela área, os trabalhos estão praticamente concluídos, restando apenas a sistematização do espaço para a cultura da soja. “Já implantamos a cobertura de inverno com trevo persa e azevém, algo que já é rotineiro nas lavouras gaúchas e mantemos esta cobertura de solo de inverno com pastagens cultivadas e nas vitrines tecnológicas não é diferente”, observa.

Matos reforça que uma das mudanças para a próxima edição será a ampliação da lavoura para o ato da abertura da colheita. Salienta também a participação das universidades, como a Universidade Federal de Pelotas (UfPel), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) novamente neste ano, além das empresas públicas como o Irga, Embrapa e Epagri, de Santa Catarina. “Estas empresas e universidades estarão junto com as empresas privadas que trazem as novidades e lançamentos de novos produtos”, destaca.

O coordenador do Irga Zona Sul frisa também a área com pecuária e a irrigação, com pivôs instalados com foco nas culturas de grãos e de pastagens. “Deveremos ter os três tipos de irrigação, por aspersão, subterrânea e de superfície, conectados com os novos patamares sugeridos pelo evento. A irrigação vai mudar os patamares de cultura de sequeiro e várzea, com a soja estabelecida e uma tendência de crescimento de milho nos próximos anos”, ressalta.

O evento, organizado pela Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), com correalização da Embrapa e apoio do Irga na condução das lavouras, seguirá o formato híbrido com atividades presenciais e on-line. A programação contará com as vitrines tecnológicas, feira, palestras e debates, homenagens e ato da Abertura Oficial.

Fonte: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective
17/06/2021 0 Comentários
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Notícias

Manejo correto para controle de daninhas e soja tiguera

Por redação 17/06/2021
Escrito por redação

crédito ao produtor - Manejo correto para controle de daninhas e soja tigueraEspecialista dá dicas de manejo, como o controle de plantas daninhas e a eliminação da soja tiguera

É com a intenção de evitar prejuízos provocados pela ferrugem asiática, doença agressiva que ataca as lavouras de soja há cerca de 20 anos no Brasil e desde então provoca prejuízos bilionários, que o vazio sanitário existe. A medida também é aplicada na cultura de algodão, para o controle do bicudo, e no cultivo de feijão, para mosca-branca. O período, prestes a ser iniciado em algumas áreas brasileiras, é também ideal para a execução de manejo correto, que auxiliam a proteção da produtividade da soja.

A medida para a soja ocorre em épocas diferentes do ano em cada região do Brasil, começando pelo estado do Paraná, por volta da primeira quinzena de junho. As microrregiões de Santarém, Almeirim, Óbidos, Itaituba e Altamira, todas localizadas no Pará, são as últimas a iniciar o vazio, no começo de outubro, segundo o calendário da Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.

Lenisson Carvalho, especialista de grandes culturas da Ourofino Agrociência, ressalta que é importante realizar o vazio para a eliminação das plantas tigueras hospedeiras de pragas e doenças, de forma a reduzir os problemas futuros na região. “Evita-se, também, as penalidades impostas pelos órgãos de fiscalização, podendo, inclusive, gerar multas para os agricultores.”

Segundo Carvalho, a ferrugem asiática, principal alvo do vazio sanitário da soja, já foi responsável por reduzir até 90% da
produtividade das lavouras. “Esse fator é preocupante, pois pode levar à redução da rentabilidade dos produtores, promover o endividamento e, inclusive, os levarem a ficar de fora da atividade.”

Por isso, o profissional dá dicas para ajudar a reduzir esse risco com o máximo aproveitamento desse período de vazio para a adoção de manejos, visando não só o controle de doenças, mas também de pragas e plantas daninhas. Estas, aliás, exigem atenção primária: “Os produtores devem observar as plantas daninhas que ficaram na área neste período de entressafra, o estádio de desenvolvimento delas e, com relação à programação de manejo para pré-plantio, executar uma boa dessecação.”

Dessecação essa que pode ser sequencial, feita duas vezes em momentos diferentes para melhor controle das daninhas. O intervalo sugerido é de 10 a 15 dias entre uma aplicação e outra. Com isso e a eliminação da soja tiguera, que nasce de maneira voluntária e pode surgir na entressafra, o plantio poderá ser feito no limpo, que permite melhor desenvolvimento da lavoura.

O Off Road(R) é um herbicida recentemente incorporado ao portfólio da Ourofino e conta com tecnologia especialmente voltada para o manejo de dessecação. Com adjuvantes modernos, o herbicida à base de glufosinato-sal de amônio faz frente até mesmo às plantas daninhas resistentes.

Pragas e fungos

Outra dica para o momento sequente do cultivo é estudar a área e fazer um levantamento das pragas presentes para então determinar o manejo mais adequado, que vem logo após o vazio sanitário: o plantio. “É fundamental também realizar o tratamento de sementes e programar as aplicações foliares no início do cultivo”, pontua o especialista.

Nesse caso, a Ourofino Agrociência tem no portfólio o Terra Forte(R). A solução à base de Fipronil age no controle das principais pragas de solo e as de parte aérea em fase inicial, como broca, lagartas, vaquinha, coró em estágio larval e cupins.

Ao longo de todo o cultivo, o produtor deve manter ações de controle sistemáticas, geralmente integradas, para melhor resultado. Carvalho reforça que é sempre recomendado observar as questões climáticas que possam aumentar os desafios – por exemplo, propiciar o aumento da população de pragas -, e, assim, procurar por soluções que melhor atenda a realidade de cada região.

Fonte: Ourofino Agrociência
17/06/2021 0 Comentários
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Estimativa da produção de grãos para o ciclo 2023/24 cai 7%, aponta a Conab
Notícias

Agronegócio bate recorde de exportações em maio

Por redação 17/06/2021
Escrito por redação

crédito ao produtor - Agronegócio bate recorde de exportações em maioO complexo soja continua como principal destaque, responsável por praticamente 60% do valor das exportações do agronegócio no mês passado

O mês de maio deste ano registrou recorde nas exportações de produtos do agronegócio, com US$ 13,94 bilhões, uma alta de 33,7% em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), as vendas foram influenciadas pelo incremento nos preços internacionais das commodities. O índice de preço dos produtos do agronegócio exportados pelo Brasil aumentou 24,6%, enquanto o crescimento do índice de quantum foi de 7,3%.

Analistas apontam que a pandemia precipitou uma nova era de uso intensivo de commodities, na medida em que os governos enfatizam a criação de empregos e sustentabilidade ambiental, ao invés do foco na estabilidade financeira desencadeado pela crise de 2009. Além disso, a forte demanda chinesa permanece pressionando os preços de grãos, como milho e oleaginosas, destinados à recomposição e ampliação dos rebanhos suíno e de frango na China.

Apesar do forte incremento das exportações do agronegócio, a participação do setor diminuiu de 59,5% das exportações totais brasileiras (maio/ 2020) para 51,7% (maio/ 2021).

As importações do agronegócio subiram, passando de US$ 837 milhões (maio/2020) para US$ 1,22 bilhão (maio/2021), com alta de 13,5%. O saldo da balança ficou em US$ 12,71 bilhões.

O complexo soja continua como principal destaque, responsável por praticamente 60% do valor das exportações do agronegócio no mês passado.

De acordo com o boletim da SCRI, o cenário internacional da soja em grão reflete baixos estoques norte-americanos e elevadas aquisições chinesas.

As importações totais chinesas de soja em grão cresceram 12,8% em 2021, passando de 33,9 milhões de toneladas, entre janeiro e maio de 2020, para 38,2 milhões de toneladas na comparação com o mesmo período deste ano.

As exportações brasileiras registraram volume recorde de 16,4 milhões de toneladas de soja em grão em maio (+16,3%). O montante e a elevação do preço médio de exportação (+34,5%; US$ 447,73 por tonelada) geraram valor recorde de US$ 7,34 bilhões nas exportações do produto (+56,3%): +US$ 2,64 bilhões em valor absoluto.

Em maio, a China foi o país que mais importou soja em grãos (11,2 milhões de toneladas), equivalente a 68% do total exportado pelo Brasil ou aumento absoluto de 1,1 milhão de toneladas em relação a maio de 2020. A União Europeia aparece na segunda posição com 1,552 milhão de toneladas (-8,8%), seguida pela Turquia com 730 mil toneladas (+74,5%).

Fonte: Mapa
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Notícias

JCB apresenta ao mercado primeira miniescavadeira elétrica

Por redação 17/06/2021
Escrito por redação

crédito ao produtor - JCB apresenta ao mercado primeira miniescavadeira elétricaGarantindo alta performance e economia, miniescavadeira elétrica 19C-1E chegou no início deste mês à fábrica de Sorocaba-SP

A JCB apresenta ao mercado brasileiro a mundialmente premiada miniescavadeira elétrica 19C-1E. Desenvolvida na Inglaterra e já regularmente comercializada em países da Europa e nos Estados Unidos, a máquina é a primeira do segmento 100% elétrica e livre de emissão de resíduos poluentes.

Esse sistema possibilita uma operação livre de emissão de poluentes, e permite aos operadores trabalharem em ambientes sensíveis às emissões do interior das cidades, além de operar em túneis e passagens subterrâneas sem a necessidade de instalação de equipamentos de alto custo de extração de gases de escape.

Outra grande vantagem da miniescavadeira elétrica 19C-1E é que o ruído externo do motor elétrico é cinco vezes mais silencioso do que seu equivalente tradicional movido a diesel. Dessa forma é possível trabalhar ambientes que precisam de cuidado quanto ao ruído. Há também uma redução substancial na vibração sem o motor diesel, melhorando o ambiente de condução para o operador.

Parte de um projeto da JCB para oferecer ao mercado máquinas de construção eficientes e sustentáveis, ao invés da motorização a diesel utilizada em equipamentos padrão, a 19C-1E recebe um motor elétrico e três baterias de 104Ah, fornecendo uma capacidade total de energia de 312Ah (15kWh). As baterias modulares utilizam as mais avançadas células de íons de lítio NMC, também empregadas nos mais modernos automóveis elétricos disponíveis, alojadas em uma robusta carcaça projetada para suportar os rigores do uso em áreas de construção.

“As baterias utilizadas nesta máquina praticamente não exigem manutenção, e o motor também não demandam aquelas verificações diárias dos níveis de líquido de arrefecimento e óleo, como nas máquinas a diesel. Fora que eletricidade é muito mais barata do que o combustível fóssil. Isso significa economia de tempo e dinheiro para os empreiteiros, operadores e locatários, além de atenção à questão da sustentabilidade”, revela o gerente de Produto da JCB do Brasil, Etelson Hauck, que ainda falou sobre a estrutura da máquina, que possui os chassis superior e inferior 100% em aço. “A 19C-1E foi projetada para suportar os locais de trabalho mais difíceis e com os padrões de desempenho reconhecidos da JCB”.

Desempenho

Usando um sistema elétrico de 48V, o motor elétrico proporciona torque instantâneo e maior do que o motor diesel da máquina padrão, garantindo o mesmo desempenho de escavação líder no setor que a escavadeira padrão de 1,9 toneladas.

A alta eficiência desta combinação eletro-hidráulica significa uma necessidade de arrefecimento consideravelmente menor – apenas um pequeno radiador hidráulico com um pequeno ventilador elétrico termostático – contribuindo para uma maior vida útil da bateria e um nível de ruído muito mais baixo. Além disso, a miniescavadeira 19C-1E é equipada com um chassi inferior com distância entre esteiras ajustável e duas opções de braço de escavação (1.100 mm e 1344 mm), para proporcionar uma profundidade máxima de escavação de 2.576 mm e 2.819 mm, respectivamente.

Um conveniente carregador de bordo é fornecido como padrão, permitindo que a máquina seja totalmente recarregada em seis horas, usando um plugue convencional de 230V. Um sistema de carga opcional de 110V está disponível para locais sem eletricidade 230V e a JCB oferece um sistema opcional de carga rápida – uma unidade externa que permite uma carga completa em 2 1/2 horas. O sistema de energia independente significa que não há necessidade de uma conexão de energia elétrica ou cabo durante a operação da máquina. As baterias permitem um dia de trabalho completo em um ciclo de trabalho típico ou quatro horas de operação em um ciclo de trabalho extremo. A máquina de 1,9 toneladas é capaz de manusear uma variedade de acessórios, tornando-a um suporte básico ideal para projetos de demolição e reforma.

Fonte: JCB
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Notícias

CNA quer incluir agro em projeto de incentivos fiscais

Por redação 16/06/2021
Escrito por redação

crédito ao produtor - CNA quer incluir agro em projeto de incentivos fiscaisProjeto de Lei Complementar (PLP) 5/2021 prorroga por 15 anos os incentivos fiscais vinculados ao ICMS

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) defendeu, nesta quarta (16), a inclusão do setor agropecuário no Projeto de Lei Complementar (PLP) 5/2021, que prorroga por 15 anos os incentivos fiscais vinculados ao ICMS, destinados à manutenção ou ao incremento das atividades comerciais.

O coordenador do Núcleo Econômico da CNA, Renato Conchon, participou de audiência pública para debater os impactos do PLP, de autoria do deputado Efraim Filho (DEM-PB). Segundo Conchon, o pleito da Confederação é contemplar apenas os produtos in natura que foram impactos com o fim dos benefícios a partir de 31 de dezembro de 2020.

“Houve significativo aumento da carga tributária desses produtos nas operações interestaduais. Consequentemente, a rentabilidade de pequenos e médios produtores rurais caiu, pois os produtos mais impactados foram os que são destinados ao mercado doméstico, como mandioca, tomate, feijão, leite cru e suínos vivos, e que são produzidos por essa classe de produtores”, disse.

De acordo com Renato, o consumidor brasileiro já percebe o repasse do aumento dos custos de produção no produto final. “No acumulado dos últimos 12 meses, o preço da carne suína sofreu alta de 31%, o da mandioca 21,7% e o do leite longa vida 10%, muito por conta do aumento da tributação sobre esses alimentos”.

O coordenador do Núcleo Econômico da CNA explicou ainda que o pedido da entidade não prejudicará a arrecadação dos estados de maneira que comprometa o caixa, mas que a medida vai propiciar mais renda aos pequenos e médios produtores, além de reduzir o custo de vida da população brasileira.

Fonte: CNA
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AGCO oferece cursos gratuitos em parceria com Senai

Por redação 16/06/2021
Escrito por redação

crédito ao produtor - AGCO oferece cursos gratuitos em parceria com SenaiSerão 34 vagas e inscrições podem ser feitas até 21 de junho

A AGCO, fabricante e distribuidora de equipamentos e soluções agrícolas, em parceria com o SENAI de Santa Rosa, vai formar 34 pessoas em cursos gratuitos em Santa Rosa, com qualificação em Montagem de Conjuntos Mecânicos e Operações de Preparação e Soldagem nos Processos MIG/MA.

Os interessados em participar das capacitações gratuitas devem enviar seus currículos para análise até 21 de junho por e-mail senaisantarosa@senairs.org.br ou entregá-los na unidade do Senai Santa Rosa (r. das Hortências, 315 – São Francisco, Santa Rosa).

O candidato deve ser maior de 18 anos e ter concluído o Ensino Fundamental. São 20 vagas para o curso de Montagem de Conjuntos Mecânicos, com duração de 40 horas, e 14 vagas para Operações de Preparação e Soldagem nos Processos MIG/MA, com duração de 60 horas. O início das aulas está previsto para 28 de junho.

Fonte: AGCO
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O Portal Máquinas Agrícolas é uma plataforma integrada de informação, conhecimento e serviços sobre mecanização e inovações agrícolas.

 

R. Cristóvão Pereira, 1626 
04620-012 – São Paulo/SP
Tel. + 55 (11) 5042-5260

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