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Cooperativas agropecuárias gaúchas devem confirmar um crescimento adicional de 25,25% no seu faturamento em relação à 2017, ultrapassando R$ 25,4 bilhões.
Notícias

Instituto Soja Livre alerta sobre cobrança de royalties

Por redação 16/06/2021
Escrito por redação

cobrança de royalties - Instituto Soja Livre alerta sobre cobrança de royaltiesInformação preocupa porque pode ameaçar ainda mais o mercado da soja convencional no Brasil, diz presidente do ISL

O Instituto Soja Livre (ISL) emitiu nota sobre a preocupação com a notícia de que as empresas Basf, Monsanto do Brasil, Du Pont e Dow Agrosciences (Corteva) e Syngenta submeteram ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) a proposta de criar um Sistema denominado Cultive Biotec, um projeto que promoverá a cobrança conjunta dos royalties devidos em razão da biotecnologia de soja.

É sabido que a biotecnologia vem crescendo no mercado mundial da soja e novas tecnologias têm sido desenvolvidas. O Instituto Soja Livre foi criado justamente para defender a tecnologia da soja convencional, não-transgênica, e para garantir a liberdade de escolha do produtor rural que não quiser se submeter ao pagamento dos royalties relativos às tecnologias transgênicas. A razão de ser do Instituto Soja Livre consiste exatamente em permitir que produtor e consumidor tenham acesso à tecnologia convencional e seus produtos e sub-produtos.

Para o presidente do Instituto Soja Livre, Endrigo Dalcin, esta é uma informação preocupante porque pode ameaçar ainda mais o mercado da soja convencional no Brasil. “Estamos brigando com gigantes. Há tempos também debatemos sobre a necessidade de mais pesquisas para o desenvolvimento de novas cultivares convencionais e encontramos muitos entraves. E agora tivemos conhecimento desta notícia de que as grandes empresas se unem para a cobrança de royalties. O mercado vai se fechando cada vez mais”, diz.

O Instituto Soja Livre ressalta uma outra preocupação. Caso o valor dos royalties cobrados na moega seja único, a escolha da tecnologia a ser utilizada pelo produtor que decide salvar suas sementes será prejudicada, pois independentemente do valor dos royalties cobrados elas empresas no momento da aquisição de sementes certificadas, onde há ampla concorrência, um valor único cobrado na moega pode interferir muito na escolha da tecnologia, pois o fator concorrência é nulo nesses casos.

Importante lembrar que, buscando uma solução para isso, há anos produtores têm se esforçado para que haja a rediscussão da Lei de Proteção de Cultivares, como forma de garantir o pagamento da propriedade intelectual sobre a semente salva, por entender ser esta a melhor forma para estimular os investimentos no desenvolvimento de novas cultivares e impedir a comercialização de cultivares por terceiros não autorizados. Esse fato, por si só, demonstra o total interesse dos produtores rurais de pagar pelo direito de propriedade, e de garantir a remuneração adequada a todos os elos da cadeia de sementes.

Fonte: ISL
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Notícias

Soja em rotação com arroz irrigado cresce no RS

Por redação 16/06/2021
Escrito por redação

cobrança de royalties - Soja em rotação com arroz irrigado cresce no RSOleaginosa é a principal opção dos orizicultores gaúchos, que procuram rotacionar modos de ação de herbicidas e assim, consequentemente, manejar a resistência de plantas daninhas

A cultura da soja em rotação com arroz irrigado no Rio Grande do Sul registrou crescimento mais uma vez. Nesta safra 2020/21, informa o Instituto Rio Grandense do Arroz (IRGA), foram colhidos 370.594 hectares, o que representa 39,2% da área de arroz no Estado (945.971 ha). O levantamento mostra que houve um crescimento de 205,8% na área nos últimos dez anos, na relação com os 121.166 ha da safra 2011/2012.

Os números apurados pelos extensionistas do IRGA revelam ainda um aumento de 8,62% na comparação com a área de soja da safra anterior (341.188 ha).

“Esse crescimento se deu em função da evolução da macro e micro drenagem das propriedades com mais investimentos, bem como o surgimento de novas tecnologias, como o RTK (Real Time Kinematic, ou posicionamento cinemático em tempo real), minimizando as perdas por excesso hídrico que ainda ocorrem, porém com menor frequência. A soja é a principal alternativa utilizada pelos produtores gaúchos que procuram rotacionar modos de ação de herbicidas e, assim, consequentemente, manejar a resistência de plantas daninhas”, afirma o coordenador da regional Zona Sul do IRGA, engenheiro agrônomo André Matos.

A Zona Sul segue como a regional orizícola com a maior área com soja, registrando 99.779 ha nos 163.208 ha de arroz desta safra (61%). Em percentual, a região da Campanha tem a maior fatia: 72% (91.853 ha de soja para 127.727 ha de arroz).

“Além de outros ganhos importantes para o sistema de produção de arroz, a soja vem se destacando pela sua contribuição na expansão da Integração lavoura-pecuária, oportunizando a implantação de pastagens no inverno, utilizadas com gado entre a colheita da soja e a semeadura do arroz, intensificando cada vez mais os processos produtivos nas propriedades das seis regiões arrozeiras gaúchas”, complementa Matos.

Outro dado positivo diz respeito à produtividade, que segue em evolução. Nesta safra 2020/2021, foram registradas 52,3 sacas (de 60 kg) por hectare. Em relação à safra anterior (31,8 sc/ha), o crescimento foi de 65%. Até então, a maior produtividade era da safra 2016/2017, com 44,3 sc/ha.

O cenário detalhado da safra 2020/2021 será divulgado no Relatório Final de Safra do IRGA, que deverá ser divulgado no início de agosto.

Fonte: Datagro
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Notícias

Plataforma apresenta dados de uso da terra no Cerrado

Por redação 16/06/2021
Escrito por redação

cobrança de royalties - Plataforma apresenta dados de uso da terra no CerradoCerrado brasileiro possui 49,4% de vegetação natural primária, aponta o TerraClass Cerrado 2018

O mapeamento de uso e cobertura da terra finalizado em 2020 identificou que 28,9% do bioma são constituídos por pastagens e 4,7% por vegetação natural florestal secundária. As informações completas do mapeamento estão disponíveis ao público no GeoPortal TerraClass.

Esses dados foram produzidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), vinculado ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), no âmbito do projeto FIP Paisagens Rurais.

De acordo com o estudo, 76% da área destinada à agricultura se manteve como área consolidada e estável, entre 2013 e 2018. Com relação à agricultura temporária de dois ciclos, os dados mostram que, em 2018, 77% destas atividades ocorreram sobre áreas já consolidadas de agricultura, 14% sobre pastagens e 5% sobre áreas naturais de 2013.

Outro dado importante apontou a estabilidade da área das pastagens no período, representando aproximadamente 29% da área total. A constatação dessa estabilidade, associada à expansão da área de agricultura temporária sobre as pastagens, indica que houve um deslocamento de parte das pastagens para outras classes de uso e cobertura de 2013.

A comparação considera o mapeamento do ano-base de 2013, realizado pelo Programa de Monitoramento Ambiental dos Biomas Brasileiros (PMABB), apesar de algumas limitações relacionadas à diferença das metodologias adotadas na execução dos mapeamentos históricos. A inclusão da classe vegetação natural florestal secundária é uma das inovações nos dados de 2018. Em termos de paisagem, essas unidades territoriais assumem papel similar à cobertura natural do Cerrado, ajudando na recomposição dos ecossistemas naturais.

“Outra inovação do TerraClass Cerrado é o mapeamento da agricultura temporária de um e de mais de um ciclo produtivo por ano agrícola, que permite o monitoramento da dinâmica de intensificação das atividades agrícolas relacionadas à produção de grãos e fibras”, conta Alexandre Coutinho, pesquisador da Embrapa Informática Agropecuária.

A agricultura de dois ciclos é uma tecnologia nacional que possibilita ao produtor obter duas safras e não apenas uma no mesmo ano agrícola. Os pesquisadores verificaram que uma parte importante do crescimento da produção agrícola nacional provém de ganhos advindos do aumento da produtividade, por meio da adoção de tecnologias inovadoras e disrruptivas, e outra parte se deu por meio da otimização e do reuso de uma mesma área, para a produção de mais de uma safra.

Para a diretora do Departamento de Produção Sustentável e Irrigação do Mapa, Mariane Crespolini dos Santos, “a disponibilidade de uma ferramenta tecnológica capaz de mapear e quantificar o quanto de área degradada, com baixa produtividade, se transformou em área produtiva é um grande passo para o Brasil”. Ela explica que o TerraClass soma-se a outras tecnologias, como o Pronasolos e o Cadastro Ambiental Rural (CAR) dinamizado, disponíveis para a sociedade em geral, que compõem um leque de ferramentas de diagnóstico e elaboração de estratégias de curto, médio e longo prazo. “Vejo um oportuno uso para fortalecer políticas públicas, como o ABC+ e o Programa Águas do Agro”, comenta a diretora.

Na visão de João Adrien, diretor de Regularização Ambiental do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), “os mapeamentos do TerraClass serão fundamentais para o processo de implantação do Código Florestal, principalmente na área de regularização ambiental porque vamos conseguir monitorar essa recuperação da vegetação nativa e compreender como as propriedades rurais estão se adequando à legislação. É extremamente importante termos esses dados para conseguirmos planejar políticas públicas, entender onde são as áreas de maior restauração ambiental e como o governo pode disponibilizar crédito e gerar incentivos para essa restauração. Ao mesmo tempo, também ajuda o País a mensurar suas emissões de carbono”.

TerraClass e FIP Paisagens Rurais

Conhecer e mapear o uso e a cobertura da terra para identificar e qualificar quais são as principais atividades antrópicas desenvolvidas nas unidades territoriais é o objetivo do TerraClass. Fruto de uma parceria entre o Inpe e a Embrapa, o projeto começou em 2008, com foco em áreas desflorestadas na região da Amazônia Legal.

Expandido para o Cerrado, o TerraClass fornecerá ao Governo Federal e público em geral dados oficiais sobre o uso e cobertura da terra, referentes a este bioma. Com isso, a ferramenta assume papel estratégico no projeto “Gestão Integrada da Paisagem no Bioma Cerrado”, conhecido como FIP Paisagens Rurais e apoiado pelo Programa de Investimento Florestal (FIP – Forest Investment Program).

O FIP Paisagens Rurais tem como principal escopo fortalecer a adoção de práticas de conservação e recomposição da vegetação nativa, além de práticas agropecuárias de baixa emissão de carbono no bioma Cerrado, que serão mensuradas por meio do monitoramento da dinâmica da paisagem, via satélite.

O projeto é financiado com recursos do Programa de Investimento Florestal, via Banco Mundial. A coordenação é do Serviço Florestal Brasileiro (SFB) e da Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Mapa, com parceria da Agência de Cooperação Técnica Alemã (GIZ), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), da Embrapa e do MCTI, por meio do Inpe.

Esse monitoramento terá a contribuição do TerraClass, bienalmente, oferecendo informações sistemáticas e tornando possível determinar a dinâmica e o histórico do uso e cobertura das terras nas áreas antropizadas da região. O TerraClass identifica e qualifica qual é o tipo de uso e cobertura das terras presentes nas áreas já antropizadas, previamente detectadas e delimitadas pelo Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal (Prodes) e não está focado no desmatamento.

Adotando escala cartográfica de maior detalhe, o TerraClass também irá identificar, delimitar, mapear e analisar as mudanças do uso e cobertura da terra, e da paisagem, em 10 bacias hidrográficas definidas para a implementação das ações de recuperação de áreas degradadas nas propriedades rurais aderentes ao FIP Paisagens Rurais.

“O projeto TerraClass Cerrado oferece subsídios e informações ao Governo Federal e também a toda sociedade civil para o enfrentamento de questões ligadas ao planejamento da produção agropecuária no Cerrado, a proteção do meio ambiente, sustentabilidade e gestão dos recursos naturais, contribuindo com o desenvolvimento sustentável do agronegócio brasileiro”, diz Claudio Almeida, pesquisador do Inpe.

Com a atuação do Inpe e da Embrapa Informática Agropecuária, o TerraClass apoiará ainda a execução de mais dois mapeamentos, correspondentes aos anos base de 2020 e 2022, com o apoio da Embrapa Cerrados, Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e Senar.

Plataforma digital

Outro aspecto estratégico é o aperfeiçoamento e modernização da plataforma digital GeoPortal TerraClass, desenvolvida pela Embrapa Informática Agropecuária, em conjunto com a Embrapa Amazônia Oriental, para a organização, distribuição, análise e disseminação dos dados de uso e cobertura da terra identificados em áreas desmatadas da Amazônia Legal e que agora passa a englobar o bioma Cerrado.

“A plataforma tecnológica ajuda nas análises da dinâmica geoespacial da região e se constitui em uma ferramenta importante de apoio à gestão das políticas ambientais, contribuindo para a elaboração de políticas públicas de desenvolvimento socioeconômico”, destaca a chefe-geral da Embrapa Informática Agropecuária, Silvia Massruhá.

Além de disponibilizar toda a base de dados original, por meio de interface intuitiva e extremamente amigável, o portal dá acesso ao WebGIS TerraClass, sistema de geoinformações que oferece aos usuários um ambiente de fácil interação para a visualização dos mapas, e execução de diversas análises sobre a dinâmica territorial.

Com a rápida evolução na área de tecnologia da informação, disponibilizando novos ambientes, ferramentas e funcionalidades para desenvolvimento de sistemas de gestão territorial, torna-se necessária a atualização dos componentes de software dessa plataforma. Neste sentido, será criada outra arquitetura de software para acesso aos mapeamentos produzidos e ainda será desenvolvida uma interface web inovadora para facilitar a organização e a visualização das informações.

Fonte: Embrapa/Nadir Rodrigues
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Notícias

Biotrop passa a digitalizar dados gerados em ensaios

Por redação 16/06/2021
Escrito por redação

cobrança de royalties - Biotrop passa a digitalizar dados gerados em ensaiosEm parceria com a startup Sima, a nova aposta da Biotrop visa facilitar e organizar em uma única plataforma todas as informações coletadas pelos agrônomos e equipe comercial, auxiliando no manejo assertivo de produtos naturais

A Biotrop – que desenvolve soluções biológicas e naturais, e que nos últimos anos mais que triplicou o seu número de agrônomos a campo -, iniciou um processo de digitalização de suas informações. Todos os dados gerados nos campos de pesquisas instalados nas áreas dos produtores parceiros que até então eram feitos em planilhas, agora são exportados por meio da plataforma da startup Sima – Sistema Integrado de Monitoramento Agrícola, que oferece uma solução para monitoramento, controle e análise de dados das lavouras.

De acordo com o Engenheiro Agrônomo, Tedson Luis de Freitas Azevedo, responsável pela área de desenvolvimento de mercado da Biotrop, a empresa buscava uma ferramenta que pudesse ajudar na gestão dos ensaios e testes a campo. A solução precisaria ser de fácil preenchimento e utilização, para que a equipe lá no campo pudesse utilizar essa ferramenta. “Sentimos a necessidade de ter algo mais profissionalizado, que nos permitisse não só mais um acompanhamento, mas uma gestão das áreas, foi quando conhecemos a Sima que por meio de sua plataforma, tinha para oferecer aquilo que buscávamos”, lembra.

Então foi feito um projeto piloto de janeiro a março deste ano, onde foi testado pela equipe de DM (Desenvolvimento do Mercado) as funcionalidades da ferramenta. Cada DM teve acesso a plataforma, e passaram a utilizá-la, cadastrando os dados de campos e as avaliações. “Hoje eu consigo ver daqui do meu computador, onde nós temos os nossos campos instalados Brasil afora. Não preciso mais acessar uma planilha do Excel, basta dar um clique e consigo ter, de maneira remota, todas as informações que eu preciso saber sobre os ensaios”, destaca Azevedo.

Acesso facilitado

Uma das grandes facilidades disponibilizadas pela plataforma da Sima é o georreferenciamento. A cada visita feita pela equipe a campo, são sinalizadas as áreas e inseridas as informações no sistema. A partir daí, remotamente, clicando sobre os mapas, toda equipe tem acesso aos dados de cada área apontada. “Do escritório, eu consigo saber quais os produtos que estão sendo testados, qual cultura, se as avaliações programadas estão sendo feitas”, diz o Engenheiro Agrônomo. “Somado a isso, eu consigo ter uma gestão sobre esses ensaios que estão sendo distribuídos no Brasil nas mais variadas culturas como: soja, algodão, frutas, milho, cana-de-açúcar, entre outras. Todas cadastradas na plataforma”, acrescenta.

Outro diferencial da ferramenta, apontado por Azevedo, é a possibilidade de os profissionais conseguirem coletar as informações para abastecer o sistema de forma off-line. “A plataforma permite a coleta de dados dos ensaios sem precisar estar conectado à rede. Isso é uma grande vantagem, porque boa parte das nossas áreas não têm acesso à internet. Depois que esse colaborador chega em uma área que tem sinal, ele automaticamente envia esses dados e eles ficam disponíveis para nós”, explica o profissional.

Banco de dados

Agora, na nova fase de utilização da solução da Sima, a Biotrop começa a ter uma junção muito grande de dados que estão na plataforma para começar a trabalhá-los. De acordo com Azevedo, de posse desses dados, será possível fazer análise e extrair informação, possibilitando uma ação estratégica muito mais assertiva. “É nesse sentido que nós vemos uma grande vantagem. Uma informação sem ação não passa de uma informação. Por isso precisamos ter um banco de dados robusto, e a Sima vai nos possibilitar isso. Esses dados vão gerar ações, que possibilitarão fazer negócios e realizar vendas”, destaca.

Solução completa

A Sima oferece uma solução para monitoramento, controle e análise de dados das lavouras, ideais para empresas do setor agropecuário. Entre os diferenciais está o input híbrido de dados coletados pelos profissionais de campo facilitando a comunicação de agroindústrias, revendas e redes de distribuição de insumos com seus RTVs e responsáveis pelas vendas. “Estamos propondo uma nova funcionalidade para tornar ágil a gestão de informação entre o time de campo e a equipe de vendas, o que hoje é o grande gargalo das empresas do agro e seus canais de distribuição”, diz Rafael Malacco, gerente de desenvolvimento de mercado da SIMA.

A estratégia é ir além do serviço oferecido pelos CRMs (Customer Relationship Management) ou Gerenciamento de Relacionamento com o cliente que hoje atua no mercado. Segundo Malacco, a AgTech se posiciona em um nicho de mercado no qual não se encaixa apenas como um CRM tradicional, e nem como apenas um software agronômico. “Nós estamos ali no meio, mas com foco mais no lado de acompanhamento de gestão de agendas nas fazendas, ou seja, é poder ter essa programação da agenda de visitas, fazer o planejamento delas de toda a safra e acompanhar o que seria o planejado versus o realizado. Com muitas informações agronômicas também”, relata.

Ganhos diretos

Para as agroindústrias, revendas e redes de distribuição de insumos os benefícios começam principalmente na padronização de relatórios recebidos do time de campo. Como o agro é dinâmico e as decisões precisam ser tomadas no dia, a ferramenta fornece dados precisos para tomada de decisão imediata. O time de campo monitora, coleta, carrega as informações e envia. É importante ressaltar que esse compartilhamento pode ser feito pelo WhatsApp logo após a realização da visita e quem recebe os dados pode analisar em tempo real e planejar os próximos passos. “Outra grande vantagem é que além de compartilhar os dados instantaneamente, todas essas informações também ficam salvas, criando um grande banco de dados de todos os históricos do local”, destaca o profissional da SIMA.

Fonte: Biotrop/SIMA/Rural Press
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Irrigação é estratégica e valoriza o produto final

Por redação 16/06/2021
Escrito por redação

cobrança de royalties - Irrigação é estratégica e valoriza o produto finalO assunto foi discutido no evento “Irrigar é Alimentar”

A agricultura irrigada é estratégica para a produção de alimentos e o desenvolvimento da tecnologia no País passa pela desburocratização dos processos e por políticas públicas que ampliem o acesso dos produtores a recursos tecnológicos, afirmaram especialistas nesta terça (15), durante o evento “Irrigar é Alimentar”.

O debate foi promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e Rede Nacional de Irrigantes (RNAI) e reuniu parlamentares e profissionais do setor.

“A água é importante para todos os setores e para a produção de alimentos é um uso nobre. A irrigação é estratégica e traz mais valor agregado ao produto final, além de ter uma série de benefícios produtivos, ambientais e econômicos”, afirmou Lineu Neiva Rodrigues, pesquisador da Embrapa e coordenador da Rede Nacional de Irrigantes, lançada durante o evento.

“É necessário produzir alimentos em quantidade suficiente para garantir o acesso de todos. Pode faltar tudo, menos alimento e água. Isso é básico. A irrigação é a conexão que falta para que a gente possa ter produção de alimentos de maneira sustentável no mundo. O Brasil não vive uma crise hídrica, mas de organização e planejamento”, ressaltou.

A Rede Nacional de Irrigantes tem 58 membros e foi criada para discutir a agricultura irrigada de forma estratégica e apresentá-la como vetor para o desenvolvimento do País, explicou Rodrigues. “Temos dois participantes de cada entidade e como está em construção, a rede pode expandir, mas hoje já tem representantes de todo o País.”

Após o lançamento da Rede, o debate focou no painel “Agricultura irrigada: vetor para a segurança alimentar, econômica e ambiental do Brasil”.

O moderador e presidente da Comissão Nacional de Irrigação da CNA, Eduardo Veras, destacou que a data é um dia histórico para o setor, “em que as entidades estavam unidas com o objetivo de levar a tecnologia de irrigação a cumprir seu nobre papel de produzir alimento para o mundo”.

Thiago Fontenelle, representante da Agência Nacional de águas (ANA), apresentou a 2ª edição do Atlas da Irrigação como o documento que pode contribuir com a organização e desenvolvimento do setor e servir de base técnica para o Plano Nacional de Recursos Hídricos 2022-2040 e para o Plano Nacional de Irrigação.

Ele destacou o potencial de expansão da irrigação no Brasil, que até 2040 pode crescer mais de 76% a área total irrigada com 66% de uso da água com maior eficiência. “A expectativa é de expansão de área e não de água”, afirmou. “O atlas sintetiza de forma bem clara o quanto a irritação brasileira abriga elevada tecnologia.”

Frederico Cintra, coordenador-geral de Irrigação e Drenagem do Mapa, listou algumas iniciativas do órgão para a irrigação como o Plano ABC, Águas do Agro, Pronasolos, e frisou que o Mapa está institucionalizando um programa nacional de agricultura irrigada.

“O Mapa está trabalhando porque a agricultura irrigada é a única chave para o crescimento sustentável da produção de alimentos.”

Alysson Paolinelli, ex-ministro da Agricultura, reafirmou a importância da data e das tecnologias de irrigação para o País “em uma fase onde as mudanças climáticas têm prejudicado a produção e a produtividade” e destacou que o Brasil tem uma grande vantagem competitiva com o uso da irrigação em comparação aos seus competidores.

Paolinelli disse ainda que há recursos para expansão da irrigação no Brasil, seja da União ou de fundos internacionais interessados em financiar as tecnologias. Ele acredita que, para que isso aconteça, o governo precisa inserir o produtor rural no processo de outorga da água e ficar apenas na coordenação.

“Nossa capacidade de irrigação pode aumentar muito nossa produtividade e espero que o que está sendo feito pelas autoridades se complementem porque o Brasil não pode perder uma oportunidade como essa de ampliar a área irrigada. É preciso que as outorgas sejam liberadas com espaço mínimo possível e que os produtores participem desse processo. Tenho a absoluta certeza que ele vai responder com toda a responsabilidade.”

O segundo painel, sobre Desafios da Irrigação no Brasil, contou com a participação dos deputados José Mário Schreiner (DEM/GO), presidente da Federação de Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), Zé Vitor (PL/MG), autor do Projeto de Lei do Dia da Irrigação, e Aline Sleutjes (PSL/PR), presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados.

Priscila Sleutjes, presidente da Câmara Temática de Agricultura Sustentável e Irrigação, foi a moderadora do painel.

“Essa é uma oportunidade ímpar de discutir um assunto tão relevante. A irrigação protege o meio ambiente porque inibe a abertura de novas áreas e aumenta a produção em até três vezes em uma mesma área,” afirmou José Mário Schreiner. Ele ressaltou a necessidade de aumentar a área irrigada e citou algumas iniciativas em trâmite na Câmara como tornar o barramento uma utilidade pública.

“Temos que ter agilidade nos processos de barramento para segurar as águas da chuva e utilizá-las de forma racional durante os períodos mais escassos. Há outros projetos também que estamos trabalhando. O que precisamos é acelerar esses projetos para garantir a segurança alimentar do País. Não podemos nos contentar com 8 milhões de hectares irrigados se podemos potencializar nossa produção.”

O deputado Zé Vitor afirmou que trazer esse tema ao debate mostra que “estamos construindo um agro mais moderno e eficiente” e que sugerir a data do dia 15 de junho como Dia Nacional da Agricultura Irrigada é “simbólico e estratégico”.

“É importante trazer esse debate para próximo do público urbano para entenderem a importância da irrigação. Podemos levar desenvolvimento para o interior do País e gerar empregos através da irrigação.”

A deputada Aline Sleutjes falou que o Brasil está no momento de superar os desafios, que estão sendo vencidos “com legislações que desengessam os processos”. Destacou as políticas públicas que estão sendo desenvolvidas para o setor. “Temos que absorver as novas tecnologias e desenvolver novos caminhos. São políticas públicas sérias que resolvem o problema”, disse.

Aline ressaltou que, por meio de mecanismos e planejamento, é possível dar condições aos brasileiros de terem áreas produtivas por meio do acesso a equipamentos de irrigação. “Assim faremos um Brasil moderno e tecnológico.”

Fonte: CNA
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Conab aprimora geração de informações

Por redação 16/06/2021
Escrito por redação

cobrança de royalties - Conab aprimora geração de informaçõesPandemia da Covid-19 não impediu a geração de informações necessárias à formulação de políticas públicas e ao planejamento do setor agropecuário

Em um ano marcado pelo enfrentamento à pandemia de Covid-19, com o aumento do protagonismo do agro no país e no mundo, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aprimorou a geração de informações necessárias à formulação de políticas públicas e ao planejamento do setor agropecuário. Mesmo com uma redução na disponibilidade orçamentária, a estatal manteve sua atuação no levantamento de dados do setor, além de ter aprimorado as ferramentas já existentes. Neste sentido, foram utilizadas soluções de Business Inteligence (BI), que possibilitaram maior visibilidade, acessibilidade, qualidade e transparência das informações para a sociedade. Os dados constam na Revista – Ações da Conab em 2020, que traz o consolidado das ações da empresa em 2020.

No ano passado foram 79 milhões de hectares monitorados por 80 técnicos em campo e remotamente – a partir do uso de imagens de satélites, dentre outras ferramentas – permitindo a intensificação do mapeamento das culturas agrícolas. Os colaboradores também atuaram nas análises de dados e no acompanhamento da evolução das safras dos principais cultivos no país, viabilizando a continuidade ininterrupta da publicação mensal dos Boletins de Acompanhamento de Safra dos principais produtos agrícolas.

A Conab ainda fez oito painéis para atualização dos custos de produção, sendo quatro destes realizados virtualmente, de forma a garantir a segurança sanitária dos envolvidos na ação. O enfrentamento ao coronavírus também não impediu a realização das pesquisas de estoques privados de arroz e café, bem como as demais atividades desenvolvidas.

Clique aqui e confira a íntegra da Revista com as ações realizadas pela Companhia.

Fonte: Conab
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Aumentou a população ocupada “dentro da porteira”

Por redação 15/06/2021
Escrito por redação

cobrança de royalties - Aumentou a população ocupada "dentro da porteira"O bom desempenho da agricultura no 1º trimestre de 2021 elevou o número da população ocupada no segmento primário frente ao mesmo período de 2020

Dentre os quatro segmentos de insumos, primário, agroindústria e agrosserviços, o primário foi o único a apresentar aumento na geração de empregos na comparação entre o primeiro trimestre de 2021 e o mesmo período de 2020, de 4,1%. Segundo pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, o aumento das ocupações se concentrou nas atividades da agricultura, com destaque para a horticultura, cereais, soja e o grupo de “outras lavouras”.

Essa geração de empregos no campo, por sua vez, contribuiu para que o cenário do mercado de trabalho do agronegócio como um todo fosse, em média, mais favorável que o dos demais setores no País. Pesquisas realizadas pelo Cepea a partir de informações dos microdados da PNAD-Contínua e de dados da RAIS mostram que a população ocupada (PO) no agronegócio somou 17,42 milhões de trabalhadores no primeiro trimestre de 2021, uma diminuição de 3,1% (ou de 551 mil pessoas) frente ao mesmo período do ano passado.

Segundo pesquisadores do Cepea, essa diminuição no número da população ocupada no agronegócio, em partes, ainda é reflexo da intensa redução dos empregos observada entre abril e junho de 2020, devido, sobretudo, à pandemia da covid-19 e seus desdobramentos. Entre os primeiros trimestres de 2021 e de 2020, destacam-se as reduções observadas na agroindústria e nos agrosserviços, de aproximadamente 9% em cada segmento.

O número de ocupados no Brasil, por sua vez, registrou queda mais intensa nessa mesma comparação, de 7,1%, o equivalente a 6,57 milhões de pessoas. Desse modo, a participação do agronegócio no mercado de trabalho brasileiro aumentou para 20,33%, contra 19,48% de janeiro a março de 2020.

ESCOLARIDADE – A tendência de aumento do grau de escolaridade médio dos trabalhadores do agronegócio foi mantida entre o primeiro trimestre de 2020 e o mesmo período de 2021, com queda nos empregos dos poucos escolarizados e aumento nos com ensino superior.

Fonte: Cepea
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Banco CNH Industrial registra saldo positivo em 2020

Por redação 15/06/2021
Escrito por redação

cobrança de royalties - Banco CNH Industrial registra saldo positivo em 2020O Banco CNH Industrial, instituição de serviços financeiros da CNH Industrial, apresentou resultado favorável no fechamento anual de 2020, registrando lucro líquido de R$ 160 milhões e receita bruta de R$ 971 milhões. A carteira também apresentou indicadores positivos, com destaque à inadimplência acima de 30 e de 90 dias que fechou inferior a 1%.

O portfólio total alcançou R$ 11,2 bilhões, um crescimento de 11% em relação ao fechamento do ano anterior. A participação por segmento do Banco — indicador que aponta o quanto é financiado em relação aos bens comercializados pela indústria — ficou em 36% em veículos comerciais, 49% em equipamentos para construção e 28% em máquinas agrícolas.

O Banco CNH Industrial, com sede em Curitiba (PR), tem uma equipe especializada nos principais setores industriais e econômicos do Brasil há 22 anos. Para o presidente do Banco CNH Industrial, Heberson José de Góes (foto), num ano atípico como 2020, o Banco foi criativo e dinâmico para preservar a saúde dos colaboradores e, ao mesmo tempo, garantir o suporte à continuidade dos negócios dos clientes e parceiros.

“Nesse período, o dinamismo dos nossos profissionais, a qualidade do planejamento e a agilidade com que nos adaptamos às novas formas de trabalho virtuais foram extremamente importantes para estreitar vínculos de confiança e, sobretudo, evitar qualquer ruptura ou interrupção nas operações da CNH Industrial, de nossos clientes e das redes de concessionários”, afirma Góes.

A presença no mercado de capitais, com atuação ampla e variada, está no centro da estratégia de funding do Banco CNH Industrial. Em 2020, o desafio foi avaliar com mais agilidade os impactos da pandemia nas operações, a fim de garantir a liquidez do negócio quando a maioria das instituições financeiras comerciais recuou.

“Aproveitamos a oportunidade para atender o aumento de demanda e oferecer estabilidade aos clientes. Com um mercado muito volátil, diversificação foi fundamental no ano passado, período em que o Banco utilizou seu relacionamento com o mercado financeiro para oferecer aos clientes investidores produtos como Letra de Crédito do Agronegócio (LCA), Certificado de Depósito Bancário (CDB) e o Depósito a Prazo com Garantia Especial (DPGE)”, destaca o presidente.

A instituição teve êxito ao adotar modelos robustos e compatíveis com o aumento da procura por produtos não atrelados ao BNDES, movimento crescente desde 2018. Historicamente, o Banco CNH Industrial é um importante repassador dessas linhas, mas com o crescimento na procura de financiamento com recursos próprios, uma tesouraria competitiva e estruturada fez a diferença no suporte ao negócio.

“A nossa busca pela diversificação de funding e presença nos mercados de capitais, o suporte contínuo prestado às marcas, redes de concessionários e clientes e a manutenção do retorno do capital investido aos nossos acionistas são parte fundamental das diretrizes de negócios do Banco CNH Industrial em 2021”, conclui.

Fonte: CNH Industrial
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Cresce produção de açúcar em usinas do Nordeste

Por redação 15/06/2021
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cobrança de royalties - Cresce produção de açúcar em usinas do NordesteIncertezas sobre clima abrem espaço para tecnologia na gestão de
safreiros

As usinas sucroalcooleiras do Nordeste concluíram a safra 2020/21 com crescimento na produção de açúcar diante da demanda para o mercado internacional, em um cenário de câmbio favorável à exportação. Com este cenário otimista, os usineiros aproveitaram as cotações mais elevadas no exterior para priorizar a produção de açúcar em detrimento ao etanol, o que, consequentemente, levou ao aumento da folha de pagamento das mesmas com a contratação de mais mão de obra, e
também melhoria nas formas de pagamento, incluindo a abertura de contas digitais para os colaboradores, que até então tinham pouco acesso a estes serviços.

Desde o início da safra 2020/21, o volume de cana-de-açúcar processado pelas unidades produtoras no Nordeste atingiu a marca de 44,6 milhões de toneladas, uma alta de 0,4% ante a safra anterior, segundo informação da NovaBio (Associação de Produtores de Açúcar, Etanol e Bioenergia) com base em dados do Ministério da Agricultura. Também nesta última safra, as usinas sucroalcooleiras já produziram 2,832 milhões de toneladas de açúcar, o que representa um aumento de 6,3%
em relação à temporada passada. Já a produção de etanol anidro (que é misturado à gasolina) atingiu 641,8 milhões de litros, caindo 0,7% na mesma base de comparação.

Neste contexto e com condições favoráveis para exportações e preços remuneradores melhorando a situação financeira das usinas ao longo da safra 2020/21 iniciada em setembro, muitas usinas sentiram a necessidade de contratar mais mão de obra, aumentando a folha de pagamento, como identificou a superintendente de negócios do Social Bank, Débora Sumitomo. “Dentre nossos clientes do segmento sucroalcooleiro, notamos que com a alta nos trabalhos, a movimentação
de pagamentos de usinas localizadas no Nordeste também aumentou. O total de aportes chegou a R$ 160,6 milhões, o que representa um crescimento de 2,5% ante o ciclo imediatamente anterior”, explica.

Para o próximo ciclo, 2021/2022, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) prevê uma menor produção de cana em comparação com a atual, uma vez que o clima seco vem preocupando os produtores de cana-de-açúcar sobre a produtividade dos canaviais. A solução de pagamentos do Social Bank, que é o principal bancarizador de usinas do Brasil, tem contribuído nos planejamentos das usinas nesta safra, ao sabor da evolução climática para formação dos canaviais. Segundo o Etene (Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste), a adoção de tecnologia e bom gerenciamento das empresas são condições fundamentais para o setor sucroenergético nordestino se tornar competitivo frente às demais regiões produtoras de açúcar e etanol do País, uma vez que há diferenças regionais da falta de chuvas e isso interfere diretamente na qualidade da matéria-prima para processamento.

Assim, em meio às incertezas sobre o clima, a solução de pagamentos do Social Bank oferece uma alternativa digital mais ágil aos usineiros na regularização de trabalhadores, além de incluir financeiramente pessoas que passam a ter uma conta digital. “Uma pessoa, mesmo negativada, consegue abrir uma conta de pagamento. Com isso, conseguimos tirar toda a burocracia do sistema tradicional que é bem mais engessado”, conclui Débora Sumitomo.

A Usina Cucaú, de Pernambuco, utiliza a solução do Social Bank e ganhou mais eficiência ao automatizar a folha de pagamento de safristas terceirizados, que antes recebiam com cheques e tinham problemas em relação à segurança. Segundo a companhia, após a criação das contas digitais, o processo passou a ser mais seguro e permitiu um reforço na educação financeira entre colaboradores da organização.

Fonte: Social Bank
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Retomada do setor de açúcar e etanol permanece estável

Por redação 15/06/2021
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cobrança de royalties - Retomada do setor de açúcar e etanol permanece estávelLevantamento da KPMG aponta estabilidade no segmento após um ano de pandemia e destaca as principais tendências para o setor

A KPMG realizou um levantamento analisando os quatro padrões de retomada dos 40 principais setores da economia brasileira após um ano de início da pandemia da covid-19. Segundo o estudo, o segmento de açúcar e etanol permaneceu no estágio “transformar para emergir”, o mesmo patamar apontado na primeira edição da pesquisa realizada no ano passado. Nesta etapa, estão empresas que se recuperarão, mas ao longo de um caminho prolongado, exigindo reservas de capital para resistir.

“O cenário é de recuperação relevante da renda do segmento de açúcar e etanol no País este ano. Os mercados futuros de açúcar têm gerado oportunidades de fixação de preços para as próximas duas safras em patamares atrativos para os produtores. A pandemia não só amplificou os sinais de ruptura que vinham se formando no mercado de combustíveis para fins de transportes no mundo inteiro, como trouxe mudanças estruturais, desafios e oportunidades para o segmento sucroalcooleiro do Brasil”, destaca a sócia do setor de agronegócio da KPMG, Giovana Araújo.

As principais tendências para o setor de açúcar e etanol são as seguintes:

• Ambiente favorável de preços e a disparidade econômico-financeira entre empresas favorecem as fusões e aquisições;
• Tendência de diversificação de fontes de capital, por meio de operações estruturadas de dívida e equity, deve continuar este ano. Novos agentes da cadeia de valor do açúcar e etanol devem buscar IPO (Oferta pública inicial);
• Os preços de etanol ao longo do ano devem se sustentar em patamares atrativos para os produtores;
• A expectativa é de recuperação do faturamento e da geração de caixa operacional das usinas produtoras de açúcar e de etanol, com repercussões positivas esperadas nos níveis de alavancagem;

Sobre a pesquisa “Tendências e a nova realidade – 1 ano de covid-19”

O relatório da KPMG traz informações relevantes e um balanço sobre como as empresas vêm respondendo aos desdobramentos desde o início da crise, indicando quatro padrões de retomada para os setores. De acordo com a pesquisa, podem ser consideradas em “processo de crescimento”, as indústrias e empresas que escalam o pós covid-19 com o comportamento do consumidor favoravelmente alterado durante a crise. Já no “retorno ao normal”, essas organizações são vistas como essenciais. No terceiro estágio intitulado no relatório como “transformar para emergir” que vão mudar modelos operacionais e de negócio para emergirem mais fortes e alinhadas com as mudanças nas prioridades e nos padrões comportamentais dos consumidores. Por fim, em “reiniciar”, essas organizações lutam para se recuperar da covid-19 devido à demanda permanentemente reduzida por ofertas, capital insuficiente para evitar recessão prolongada ou má execução da transformação digital.

“A análise destaca que líderes de diferentes mercados têm buscado enfrentar esse momento com resiliência, informação e planejamento estratégico, de modo a antecipar possíveis entraves e obstáculos e, assim, obter os resultados esperados mesmo em um período complexo e desafiador. O estudo aponta as especificidades dos setores abordados, incluindo as tendências, as medidas que as empresas têm adotado para mitigar os reflexos do atual cenário, os principais desdobramentos observados neste último ano, as lições aprendidas e os riscos inerentes aos mercados”, afirma Jean Paraskevopoulos, sócio-líder de Clientes e Mercados da KPMG no Brasil e na América do Sul.

Acesse o documento completo neste link.

Fonte: KPMG
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