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Notícias

Publicado zoneamento agrícola do milho para 21/22

Por redação 09/06/2021
Escrito por redação

- Publicado zoneamento agrícola do milho para 21/22

Cumprir as recomendações do Zarc é obrigatório para o produtor ter acesso aos benefícios do seguro rural e Proagro

Foram publicadas no Diário Oficial da União desta quarta-feira (9) as portarias 159 a 175, com o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), ano-safra 2021/2022,  pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), para o cultivo do milho de 1ª safra. Nesta publicação as unidades da federação contempladas foram: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Maranhão, Piauí, Acre, Rondônia, Tocantins, Espirito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Vários fatores contribuem para a produtividade do milho (Zea mays L.), sendo os mais importantes a disponibilidade de água, a interceptação de radiação solar pelo dossel, a eficiência metabólica e de translocação de fotossintatos para os grãos. Para a obtenção de boas produtividades a cultura do milho necessita de precipitação entre 500 a 800 mm de água, bem distribuídos durante o ciclo fenológico; temperatura média diária superior a 15ºC, livres de geadas, temperatura média noturna acima de 12,8ºC e abaixo de 25ºC; temperatura no período próximo e durante o florescimento, entre 15ºC a 30ºC e ausência de déficit hídrico.

Para que serve o Zarc?

O zoneamento tem o objetivo de reduzir os riscos relacionados aos problemas climáticos e permite ao produtor identificar a melhor época para plantar, levando em conta a região do país, a cultura e os diferentes tipos de solos.

O modelo agrometeorológico considera elementos que influenciam diretamente no desenvolvimento da produção agrícola como temperatura, chuvas, umidade relativa do ar, ocorrência de geadas, água disponível nos solos, demanda hídrica das culturas e elementos geográficos (altitude, latitude e longitude).

Os agricultores que seguem as recomendações do Zarc estão menos sujeitos aos riscos climáticos e ainda poderão ser beneficiados pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) e pelo Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). Além disso, muitos agentes financeiros só liberam o crédito rural para cultivos em áreas zoneadas.

Aplicativo Plantio Certo

Produtores rurais e outros agentes do agronegócio podem acessar por meio de tablets e smartphones, de forma mais prática, as informações oficiais do Zarc, facilitando a orientação quanto aos programas de política agrícola do governo federal. O aplicativo móvel Zarc Plantio Certo, desenvolvido pela Embrapa Informática Agropecuária (Campinas/SP), está disponível nas lojas de aplicativos.

Os resultados do Zarc também podem ser consultados e baixados por meio da plataforma  “Painel de Indicação de Riscos”.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)

 

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Notícias

Tecnologias reduzem custos no preparo de solo

Por redação 09/06/2021
Escrito por redação

- Tecnologias reduzem custos no preparo de solo

Agricultores do Centro-Oeste e da região do Matopiba que buscam maior produtividade na safra 2021/2022 devem estar atentos ao bom manejo do solo garantindo até 30 sacas a mais por hectare

Muito se fala aos produtores que antes de iniciar o plantio, é fundamental pensar no preparo do solo, corrigir e repor os nutrientes necessários para dar as melhores condições para as sementes germinarem e lá na frente, na colheita, resultarem em alta produtividade. Mas como eles podem diminuir os custos com as operações necessárias para isso e quais as dicas para ser mais assertivo?

De acordo com Júlio Roberto Souza, consultor comercial da MP Agro Máquinas Agrícolas, empresa que desenvolve soluções tecnológicas em inox ao mercado agrícola, um eficiente preparo de solo se inicia com uma boa calagem em profundidade. Isso porque o clima hoje é um dos fatores determinantes para a produção agrícola. “Hoje temos cada vez mais veranicos, para um bom perfil usa-se um corte em profundidade, quanto mais profundo for o corte no solo melhor será esta correção. Incorporar o calcário também em profundidade é um dos fatores importantes”, diz.

Por exemplo, levando em consideração as características de solo do Centro-Oeste, os três principais nutrientes para a vida das plantas Nitrogênio (N), Fósforo (P) e Potássio (K), além de outros micronutrientes precisam estar em equilíbrio. Hoje existe uma deficiência grande de enxofre e gesso nessas regiões, pois a terra nesses locais é muito pobre desses nutrientes. Além disso, é comum ver nas fazendas, agricultores fazendo a adubação nitrogenada. “O produtor tem trabalhado para equilibrar o quanto pode o solo, uma tarefa não tão simples que demanda muita dedicação e trabalho. Hoje buscam outras opções através de adubação orgânica, compostos e outras formas para estabelecer uma vida na terra, pois o intemperismo depende muito dos micronutrientes presentes lá”, destaca o consultor.

Ainda segundo o especialista, outro fator limitante muito comum nas propriedades é o P, pois é um dos produtos mais caros.  Para elevar a porcentagem dele no solo, eleva-se diretamente os custos e é o que mais impacta na conta final do produtor.

Já na região do Matopiba, formado pelos estados (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), onde concentra-se a maior produção de grãos do País, a análise da área precisa ser ainda mais criteriosa. Segundo Adriano Quarella, proprietário da revenda Delta, nessas regiões incluindo o Pará, onde a empresa está localizada, existe muita variedade de solo, com áreas de alta incidência de areia, já em outras, alto teor de argila, o que demanda ainda mais uma preocupação com o manejo.

Economia e produtividade

Como o período ideal de correção é logo após a colheita, a recomendação básica para enfrentar os grandes desafios como logística, tempo, clima é ter planejamento e equipamentos confiáveis em campo.

Com os custos de produção cada vez mais expressivos, logística e insumos cada vez mais caros, as tecnologias vêm de encontro como uma solução inteligente para otimizar essas despesas e aumentar a eficiência e produtividade em campo. As tecnologias presentes hoje no mercado ajudam o produtor a fazer uma correção exata, partindo de uma análise de solo cada vez mais detalhada, gerando mapas com grids menores para aplicações ainda mais precisas. “E ainda máquinas de alta resistência com agricultura de precisão embarcada para compor esse processo cada vez mais preciso. No estado do Pará, se faz muita correção de solo com calcário e os equipamentos com tecnologia ajudam muito nesse processo”, afirma Quarella.

A agricultura 4.0 tem ganhado cada vez mais espaço e a adesão dos produtores, com soluções que entregam softwares de gerenciamento de multimapas, tecnologias que utilizam laser e inteligência artificial para análise de solo, sensores em campo, drones e máquinas com cada vez mais eletrônicas e embarcadas. Segundo Adriano, os produtores da região do Pará tem investido em um bom manejo com uso de tecnologias, assessoria e bons maquinários, chegando a obter resultados de 5 até 30 sacas a mais por hectare.

Equipamentos com tecnologia

Quando pensamos em maquinários para preparo de solo, primeiramente é recomendado focar no tipo de cultura que será produzida. A distribuição de calcário, de grânulos, precisa ser de acordo com a variedade, buscando sempre a precisão tanto em faixa como em capacidade operacional. “O produtor busca cada vez mais máquinas com tecnologia de precisão e de maior capacidade volumétrica para ganhar tempo em uma janela que cada ano fica mais curta devido ao tempo e clima. Por isso a demanda crescente de máquinas maiores e com conectividade. Eles querem trabalhar com um número reduzido de funcionários e com o máximo de precisão possível”, explica Júlio Souza.

Ainda de acordo com Quarella, também são imprescindíveis levar em consideração aspectos como estrutura e durabilidade das máquinas, optando por maquinários que exigem menos manutenção; outro fator é a assistência técnica e pós-venda que devem dar treinamento ao operador e também todo o suporte necessário no menor tempo possível ao produtor.

Entre os equipamentos que têm essa proposta de alta resistência e tecnologia, está a Taurus 12000, da MP Agro, para distribuição de fertilizantes e corretivos. A Taurus é 100% em aço inox, incluindo chassis e estrutura da esteira, um dos grandes diferenciais deste equipamento, câmera traseira e faróis de fábrica, opcional com comporta dupla para desligamento de seção, tecnologia de precisão de ponta, além de uma equipe técnica de fábrica preparada para dar todo o suporte necessário ao produtor.

Fonte: MP Agro
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Notícias

FecoAgro/RS discute cenários para soja e milho

Por redação 09/06/2021
Escrito por redação

- FecoAgro/RS discute cenários para soja e milho

A Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS) realizou no último dia 8 de junho webinar para dirigentes e executivos das cooperativas associadas. O tema foi a projeção para os mercados da soja e do milho com o analista de Safras & Mercado, Paulo Molinari.

Na abertura, o presidente da FecoAgro/RS, Paulo Pires, salientou que os produtores estão realizando o plantio do trigo, mas já de olho no mercado de milho. “Para o momento, o Rio Grande do Sul está plantando uma safra de trigo com duplo propósito também para a nutrição animal, mas de olho na próxima safra de milho. Estamos olhando muito firme para esta safra de milho que começa em agosto em regiões mais quentes e pensando forte na questão da comercialização”, destacou.

O especialista apresentou no início do webinar os motivos que causam o atual cenário das commodities agrícolas. A pandemia que ainda persiste e o câmbio no Brasil, além das influências da safra norte-americana que vem mexendo com a Bolsa de Chicago, são alguns dos fatores que estão pesando no mercado neste momento. “É um ano bom de preços para o produtor, mas ao mesmo tempo difícil e complicado. Eu diria que as mudanças que estamos tendo até radicais em relação às expectativas tem muito a ver com este ano. E o fato é que todos os indicadores econômicos estão sendo influenciados e o agro também está sendo influenciado”, resumiu.

Sobre o milho, Molinari salientou que no Brasil há uma quebra em todo o país e que a produção da segunda safra já está determinada, sendo que apenas no Centro Norte e no Oeste de Mato Grosso, regiões com pivô em Goiás, Oeste do Paraná e no Paraguai a produção está dentro da expectativa e sem redução, sendo que em alguns pontos a quebra pode chegar de 30% a 40%. “Inclusive o Paraguai deverá ser fornecedor de milho neste segundo semestre e certamente será”, projetou.

O analista de Safras & Mercado também lembrou da influência da produção norte-americana, que está enfrentando problemas com o clima, com regiões com umidade do solo abaixo do normal. “Isso significa que a safra americana vai quebrar? Não, mas precisa chover de forma continuada. Se não ocorrer isso nesta parte dos Estados Unidos, deveremos ter problemas e veremos estresse na Bolsa de Chicago, com muita alta e baixa no mesmo dia. O mercado está bastante volátil”, observou.

A China também está aumentando as compras de milho no mercado internacional, de acordo com o especialista, com a exportação dos Estados Unidos batendo recordes. “A China nunca importou milho a não ser de forma marginal e de repente vira a maior compradora de milho, com cerca de 30 milhões de toneladas dos Estados Unidos. Se ela continuar comprando desse jeito, os Estados Unidos vão continuar exportando desse jeito e o estoque continuará baixando. O resumo do mercado de milho é este, tem a ver com a China”, ponderou.

Na soja, Molinari também destacou as primeiras projeções de produção americana, que deve girar em cerca de 120 milhões de toneladas dependendo do clima, mas que o cenário até setembro deverá continuar igual. “Já no Brasil, no ano que vem, plantaremos soja em todos os lugares. Se com R$ 80,00 a saca já fizemos isto, com R$ 160,00 será muito mais. Quem começa a pensar na soja deve entender que o estoque americano é baixo e precisa de uma safra recorde. Até agosto esse movimento em Chicago deve continuar volátil. Vem uma safra cheia americana que não traz a certeza que o preço caia muito, mas teremos uma acomodação com a colheita de lá e depois o mundo ficará de olho no Brasil onde estaremos plantando uma safra muito alta”, explicou.

Para Molinari, este fator deve afetar os prêmios da soja que no primeiro semestre do ano que vem ainda continuarão positivos, mas se vier uma safra cheia junto com uma boa expectativa nos Estados Unidos, estes prêmios ficarão negativos na sequência. “Quem puder comece a travar prêmio de soja pois em 2021, sem soja nos Estados Unidos, os prêmios serão negativos. Então porque em 2022, com uma super safra sul americana, eles não seriam negativos?”, questiona.

Finalizando, o especialista afirmou que a China continuará com demanda elevada, importando altos volumes de soja. “Nós vivemos de China, quanto mais ela comprar, mais continuaremos vendendo. Vai ser muito importante para o início de 2022 o nosso ritmo inicial de plantio. Se conseguirmos em setembro e outubro plantar soja cedo e ela começar a aparecer em janeiro, teremos farelo e óleo e o mercado se acomodará mais cedo”, concluiu.

Fonte: Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro/RS)
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Santa Catarina destinará R$ 50,3 milhões à agricultura

Por redação 09/06/2021
Escrito por redação

- Santa Catarina destinará R$ 50,3 milhões à agricultura

Destaque internacional na produção de alimentos, Santa Catarina segue investindo para aumentar a competitividade do setor produtivo. A Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural investirá mais de R$ 50,3 milhões em novas frentes de ação para incentivar a produção de grãos; controle e monitoramento de resíduos de agrotóxicos; melhoria da infraestrutura para pesca artesanal; gestão da maricultura; além de aquisição de equipamentos para agricultura familiar e pesca.

“O agronegócio é uma das grandes forças da economia do estado. Santa Catarina, com 1,12% do território brasileiro, é um modelo para todo país. Vamos seguir apoiando os trabalhadores do campo e do mar para que tenham ainda mais qualidade de vida e renda e sigam cumprindo sua importante missão de alimentar os catarinenses e o mundo”, disse o governador Carlos Moisés.

Foram cinco projetos aprovados pelo Conselho de Desenvolvimento Rural (Cederural) nesta terça-feira, 8, que deverão ter impactos positivos no agronegócio catarinense nos próximos anos.

“Seguimos ampliando os investimentos e os projetos em benefício dos produtores rurais e pescadores de Santa Catarina. E hoje o grande destaque foi a pesca artesanal, que ganhará um programa de R$ 30 milhões para melhoria da infraestrutura. Os projetos são discutidos e elaborados ouvindo o setor produtivo e as lideranças estaduais e isso é fundamental para que possamos evoluir na elaboração de políticas públicas para o agronegócio catarinense. Hoje foi um dia muito importante, com a aprovação de projetos fundamentais para a agricultura e pesca de Santa Catarina”, destaca o secretário da Agricultura, Altair Silva.

- Santa Catarina destinará R$ 50,3 milhões à agricultura

Os novos programas contemplam investimentos para ampliar a área plantada com grãos, especialmente milho, em Santa Catarina; melhoria da infraestrutura para pesca artesanal; gestão da maricultura; controle e monitoramento de resíduos de agrotóxicos e aquisição de equipamentos.

Segundo o secretário adjunto da Agricultura, Ricardo Miotto, as novas linhas de apoio trarão avanços significativos para todo o setor e demonstram o compromisso do Governo do Estado com o desenvolvimento do meio rural e pesqueiro.

“Hoje foi um dia histórico para a pesca e a maricultura de Santa Catarina. Aprovamos dois projetos importantes para o desenvolvimento do setor: Inova Pesca e o Sistema de Gestão da Maricultura Catarinense, que somados trarão R$30,4 milhões em investimentos. O governador Carlos Moisés está fazendo um grande gesto de valorização da pesca artesanal e maricultura. Além disso, teremos um aporte de recursos significativo para o controle e monitoramento do resíduo de agrotóxicos, que demonstra nosso compromisso com a segurança dos alimentos em Santa Catarina. Estamos trabalhando com muita vontade e dedicação para investir na agricultura e na pesca do nosso estado”, ressalta Miotto.

Programas 

A Secretaria da Agricultura irá investir R$ 30 milhões para implantação ou reforma de infraestruturas de apoio a pesca artesanal. Serão firmados convênios de até R$ 1 milhão com municípios para o financiamento de até dois projetos.

Os maricultores e técnicos de Santa Catarina terão acesso a um sistema com dados cadastrais e geográficos para a gestão da maricultura. A Secretaria da Agricultura irá destinar R$ 421,4 mil ao projeto para o desenvolvimento de um sistema de informações que auxilie no gerenciamento das áreas aquícolas marinhas e o controle sanitário dos moluscos.

A intenção da Secretaria da Agricultura é ampliar a área cultivada com grãos em 10 mil hectares nos próximos dois anos no estado. O Projeto Novas Fronteiras fará parte do Programa Terra-Boa e fornecerá 100 mil toneladas de calcário para produtores que estejam ampliando a produção, especialmente com milho. Estão previstos investimentos de R$ 6,6 milhões até 2022.

O Projeto será executado em parceria com a Cooperativa Regional Agropecuária Vale do Itajaí (Cravil), que cuidará da operacionalização, fornecimento de insumos, assistência técnica e a compra dos cereais ao final da safra. Cada produtor poderá acessar até 500 toneladas de calcário, que deverão ser pagas ao final da colheita.

Em 2021, o Novas Fronteiras será executado em 17 municípios das regiões de Rio do Sul, Lages e São Joaquim.

Para aprimorar o controle do comércio, armazenamento e uso de agrotóxicos em Santa Catarina, a Secretaria da Agricultura dará sequência ao Programa Estadual de Controle e Monitoramento de Resíduos de Agrotóxicos. Serão mais de R$ 3,3 milhões disponibilizados para que a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) realize a coleta e análise de amostras de monitoramento e amostras fiscais de produtos de origem vegetal, abelhas e insumos agrícolas.

Aquisição de equipamentos

A Secretaria da Agricultura investirá R$ 10 milhões na aquisição de equipamentos para fortalecimento da agricultura familiar e pesca, além de minimizar os impactos da estiagem. Os implementos serão repassados aos municípios via termo de cessão de uso.

Fonte: Governo Estadual de Santa Catarina
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Notícias

Citrus: Quebra na safra influencia estoques de 2022

Por redação 09/06/2021
Escrito por redação

- Citrus: Quebra na safra influencia estoques de 2022

Com encerramento da safra 2020/21 e estimativa de safra abaixo da média histórica estoques de suco devem ser impactados no novo ciclo

Levantamento realizado por meio de auditorias independentes junto a cada uma das empresas associadas à CitrusBR e, posteriormente consolidado sigilosamente por auditoria externa, mostrou que os estoques de suco de laranja concentrado equivalentes a 66 graus brix em poder das empresas associadas à CitrusBR devem ficar em 310.759 toneladas em 30 de junho de 2021. Se confirmado, representará uma queda de 34% em relação às 471.138 toneladas existentes no mesmo período do ano anterior. A atualização final ocorrerá em agosto. A nova estimativa representa um aumento de 14% em relação à previsão de fevereiro de 2021 e ocorre principalmente por um incremento de 6.887.626 caixas de 40,8 quilos no processamento total, que finalizou a temporada com um total de 222.528.950 caixas de laranjas de 40,8 quilos, 31,54% a menos que as 325.077.912 caixas processadas na safra 2019/20. A produção final de suco na safra 202/21 foi de 837.465,7 toneladas, 30,4% abaixo das 1.202.702 produzidas na safra anterior.

Bienualidade interrompida 

Segundo o Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), a safra 2021/22 está estimada em 294,17 milhões de caixas de 40,8 quilos. Embora seja maior que a safra 2020/21 a previsão aponta para um volume 10,5% abaixo da média histórica e interrompe uma longa série de alternância entre safras grandes e safras pequenas, iniciado no período 2014/15. “Esse fenômeno tem sido importante para a manutenção dos estoques em níveis confortáveis para as indústrias e para o mercado, contudo, teremos um ano desafiador pela frente com uma safra bem complicada”, explica o diretor-executivo da CitrusBR, Ibiapaba Netto. Segundo ele, embora seja necessário esperar o amadurecimento da safra que se inicia, é possível prever que os estoques em 30 de junho de 2022 estarão abaixo dos que serão auditados em 30 de junho de 2021. “A tendência é os estoques em 2022 estejam realmente próximos do que se chama de limite técnico de operação, que é justamente a quantidade de produto necessária para que possamos atravessar um longo período que começa com o fim do processamento de uma safra e se estende até a disponibilidade de suco da safra seguinte”, explica.

Fonte: CitrusBR
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Agropensa é tema de artigo em publicação internacional

Por redação 09/06/2021
Escrito por redação

- Agropensa é tema de artigo em publicação internacional

A experiência da Embrapa com o Sistema de Inteligência Estratégica, Agropensa, acaba de ser publicada no Foresight, uma das mais importantes publicações do mundo, voltadas à promoção do desenvolvimento de pesquisas analíticas e prospectivas no campo da ciência, tecnologia e inovação.

O Agropensa foi considerado referência pela atuação no mapeamento e no apoio à organização, integração e disseminação de base de dados e de informações agropecuárias, além de prospectar tendências, identificar cenários futuros que permitam à  agropecuária brasileira se preparar diante de potenciais desafios e oportunidades. O artigo é de autoria da analista Lívia Torres e do supervisor da Rede de Observatórios, analista Marcos Pena, da Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas (Sire).

Intitulado A prospectiva como apoio à tomada de decisão em meio à racionalidade limitada (RL) dos individuos e organizações: o caso do Sistema de Inteligência Estratégica da Embrapa (Agropensa), o artigo descreve como ocorreu a conexão do processo de inteligencia estratégica à gestão organizacional, com o fortalecimento do comportamento corporativo de longo prazo, auxiliando – por meio de informações qualificadas – a tomada de decisão da alta gestão da Empresa. “O que motivou a pesquisa foi identificar como ações práticas de prospectiva, no caso do Sistema de Inteligência Estratégica da Embrapa, contribuíram para mitigar as dificuldades inerentes ao processo decisório”, explicou Marcos Pena, destacando a complexidade dos problemas em contraponto às limitações da tendência à adoção de modelos simplificados e resumidos: “Essa abordagem tende a uma compreensão errada do mundo”.

Segundo a analista Lívia Torres, autora do artigo, as informações antecipatórias contribuem para criar vantagens competitivas e ajudam a tratar problemas antes que se tornem fatos concretos. “Mas o grande diferencial da Embrapa é que a  criação de uma área de inteligência estratégica com foco na implantação de uma estrutura sistêmica permitiu  que a Empresa começasse a acumular conhecimento sobre o futuro de forma organizada, estabelecendo processos formais, favorecendo a expansão de modelos mentais e a presença de novas informações no processo decisório. Importantes conquistas que contribuíram para mitigar problemas inerentes a racionalidade humana”, explica.

O artigo descreve a criação dos observatórios na Embrapa, no processo de inteligência estratégica e como se deu o monitoramento para detecção de tendências e sinais de futuro nas unidades descentralizadas em todo o País. “A visão prospectiva acabou sendo incorporada na tomada de decisão tanto local quanto corporativa”, disse Lívia, chamando a atenção para o investimento da Empresa na consolidação da cultura prospectiva. Em 2017, o reconhecimento aos resultados do Agropensa renderam à Embrapa a primeira colocação no Prêmio Innovagro, na categoria inovação organizacional em agricultura. A iniciativa, promovida pela Rede Innovagro, é ligada ao Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura.

Fonte: Embrapa
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Conab identifica produtos com desconto no Pronaf

Por redação 09/06/2021
Escrito por redação

- Conab identifica produtos com desconto no Pronaf

Os produtores e extrativistas de açaí no estado do AC, da banana na PB, cará/inhame no ES, castanha-de-caju no PI e PE, maracujá na BA, SE, SC e GO, além da manga na BA, terão novamente direito ao bônus garantido pelo Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF), que garante aos agricultores familiares um desconto no pagamento ou na amortização de parcelas do financiamento no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). O benefício foi mantido após análises da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que identificou a necessidade de retomar o incentivo para esses produtos, com base no preço de garantia sobre o valor médio praticado no mercado dos ítens.

Além desses, a Companhia incluiu também, nesse mês de junho, a banana produzida no estado de Alagoas, vendida ao preço médio de mercado por R$ 17,31, ou seja, 2,53% abaixo do preço mínimo, estabelecido em R$ 17,76. Os maiores índices de desconto, no entanto, ficaram para o cará/inhame do Espírito Santo, comercializado ao preço médio local de R$ 1,05, o que proporcionou percentual de 37,50% sobre o preço mínimo, estipulado em R$ 1,68, e para o maracujá de Sergipe, que alcançou bônus de 28,57% após ser negociado a R$ 1,30, abaixo do preço mínimo definido em R$ 1,82.

Alguns itens que constavam no mês passado saíram da lista em junho, graças à melhora do comércio nos estados de origem e a consequente elevação dos preços pagos ao produtor. É o caso da juta/malva no Amazonas e da uva em Santa Catarina, que deixam o bônus neste mês. Com relação aos estados beneficiados, houve ainda algumas alterações, como a castanha-de-caju, que foi excluída na Paraíba, e o maracujá, que também não será mais necessário receber bonificação no Ceará, Pernambuco e Espírito Santo.

Os índices entram em vigor nesta quinta-feira (10), a partir da portaria publicada no Diário Oficial da União, e terão validade até o dia 9 de julho. Os percentuais são atualizados mensalmente pela Conab a partir de pesquisas sistemáticas dos preços de mercado em todas as unidades da federação, com base em metodologia própria, que são registrados no banco de dados das séries históricas de preços. Os bônus são calculados no fechamento do mês e as informações seguem para a Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SAF/Mapa), responsável pela análise e encaminhamento para publicação.

Acesse aqui a lista completa dos produtos no Diário Oficial, com os percentuais de descontos.

Fonte: Conab
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Pulverizador Massey alia performance e tecnologia

Por redação 09/06/2021
Escrito por redação

- Pulverizador Massey alia performance e tecnologia

Qualquer que seja o tamanho da área cultivada, seja em pequenas, médias ou grades propriedades rurais, a pulverização é uma das etapas mais importantes e que mais exige no ciclo de produção agrícola. Para contribuir com a produtividade diária, a Massey Ferguson apresenta ao mercado o pulverizador MF 8225, projetado para enfrentar os desafios do campo com eficiência.

“Os avanços tecnológicos na agricultura também trouxeram uma nova era de desafios operacionais. Por isso, nosso objetivo foi pensar em um produto que seja robusto, confiável e que esteja disponível para trabalhar no tempo certo de cada aplicação, atendendo todos as atuais necessidades no manejo da lavoura, reduzindo impactos ambientais, gerando economia e otimizando o trabalho rural, destaca Carlo Stella, supervisor Marketing Produto Estratégico Equipamentos de Aplicação AS da Massey Ferguson.

O MF 8225 alia baixo consumo de combustível a alta capacidade de tração, além do conforto operacional. A tecnologia embarcada, como o sensor de altura e nivelamento, permite ganhos de até duas sacas por hectare e facilitam o manuseio, evitando desperdícios de insumos nas mais variadas condições de terrenos e topografias, com pulverização uniforme e qualidade assertiva. Além disso, possui autonomia de combustível até 237% superior auxiliando no incremento da produtividade.

Dotado de motor AGCO Power quatro cilindros de 174 cv, projetado especificamente para uso agrícola, o MF 8225 propicia economia de combustível de até 60% em relação a modelos do mercado. Favorece o operador em arremates de lavoura, evitando danos à barra com o uso da ponta de acabamento; no momento da manutenção do circuito de pulverização, os tampões nos extremos das seções de barras facilitam a limpeza. Seu sistema de transmissão somado ao chassi flexível com eixos independentes possibilita operar em terrenos com até 32% de declividade dependendo das condições de solo, umidade e resteva de cultura anterior.

O equipamento ainda possui controlador de pulverização com tela touch screen de 12,1″ amigável ao operador e gerenciamento da bomba centrifuga de pulverização por válvula PWM (Pulse Width Modulation), melhorando a eficiência da aplicação com respostas rápidas as oscilações do terreno e principalmente desvinculando o regime de rotação do motor com o controle de vazão trazendo ganhos significativos nas operações em áreas dobradas.

Fonte: Massey Ferguson

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Mapa firma parceria para programa de fiscalização agropecuária

Por redação 09/06/2021
Escrito por redação

- Mapa firma parceria para programa de fiscalização agropecuária

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) apresentou na terça-feira (8), em reunião virtual, o projeto SDA Digital para associações da iniciativa privada. O projeto, que é a base para implantação do autocontrole no setor de defesa agropecuária, ainda está em fase de desenvolvimento e tem como objetivo desburocratizar e modernizar a relação do governo com o setor privado.

A primeira etapa do programa será desenvolvida pela Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), por meio de acordo de cooperação com o Movimento Brasil Competitivo e parceria técnica da Elo Group.

Para a ministra Tereza Cristina, a implantação do SDA Digital trará ao mesmo tempo agilidade na prestação de serviços e melhoria de eficiência para Secretaria de Defesa Agropecuária, assim como redução de custos e melhor ambiente de negócios para o setor privado. “A implantação do Autocontrole, com aprovação do projeto de lei e o desenvolvimento da SDA Digital, levará a Defesa Agropecuária do Brasil para outro nível de desempenho e confiança”, disse a ministra, lembrando que tramita no Congresso Nacional o projeto de lei nº 1293/2021, que Dispõe sobre os programas de autocontrole dos agentes privados regulados pela defesa agropecuária.

A plataforma prevê um módulo digital para autocontrole, eliminando os controles em papel e apoiando a gestão do setor de qualidade do regulado, assim como fortalecendo o papel do fiscal agropecuário na priorização de ações de fiscalização nas plantas industriais.

Outro módulo é o de fiscalização digital que irá consolidar fontes de informação como movimentação, produção, resultado de amostras e sensores em uma base de dados de inteligência analítica que fortalecerá o dia-a-dia da fiscalização e direcionará para uma fiscalização baseada em riscos. Além disso, será criado um Hub de inteligência analítica para criação de algoritmos e regras de canais de fiscalização que irão combater fraudes ou desvios de padrão.

“É um projeto inovador e a parceria com o MBC nos trouxe a possibilidade de avançarmos na SDA Digital e na implementação do autocontrole. Além disso, é um projeto que nos dará maior confiança no mercado internacional, como por exemplo um ganho em termos de respostas de auditorias”, destaca o secretário de Defesa Agropecuária, José Guilherme Leal.

Para o setor regulado, a implantação da SDA digital irá oferecer maior segurança e simplificação nas estratégias de regulação, fiscalização e supervisão, além da redução de custos em processos mais integrados. Já para a Secretaria de Defesa Agropecuária impacta na efetividade, inteligência e inovação, concentrando os esforços dos técnicos e fiscais da SDA em atividades de maior valor agregado.

O secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Caio Mario Paes de Andrade, ressaltou na reunião a importância da transformação digital empreendida no Mapa, em especial com as startups gov.br de Autocontrole de Defesa Agropecuária e de Análise Dinamizada do Cadastro Ambiental Rural (AnalisaCAR), que já foi lançada em maio. “O que se faz no digital não volta atrás. O digital é uma arma letal contra a burocracia. A inovação é tirar do papel, fazer acontecer de verdade. Os ganhos de produtividade e os ganhos de transparência são enormes, e a competitividade internacional aumenta”, destacou.

O presidente do Conselho Superior do MBC, Jorge Gerdau Johannpeter, destacou a importância do agronegócio para a economia brasileira e disse que essa pareceria é o reconhecimento do grande trabalho do setor primário no Brasil. “Estamos muito satisfeitos de servir a essa construção no Mapa. Nosso sonho é ver toda a administração pública digitalizada”.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)
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Opinião

Negócios sustentáveis geram lucro para as empresas

Por redação 08/06/2021
Escrito por redação

*Por Luiza de Araujo Furiatti

- Negócios sustentáveis geram lucro para as empresas

Adesão às práticas ESG (ambientais, sociais e de governança) influencia na maneira com que a empresa é vista tanto pelo investidor como pelo consumidor final

“Quem adota boas práticas ambientais, sociais e de governança (ESG) une a sustentabilidade ambiental à econômica”, afirma a advogada especialista em Direito Ambiental, Luiza de Araujo Furiatti, mestre em Direito Socioambiental e Sustentabilidade. Isso porque as práticas ESG tornaram-se prioridade para investidores e consumidores.

Segundo a pesquisa 2021 Global Institutional Investor Survey1, da MSCI, realizada com 200 instituições proprietárias de ativos, 77% dos investidores aumentaram os investimentos em ESG. Já 87% dos consumidores brasileiros consideram que as práticas ESG são importantes para a imagem e a avaliação de uma empresa, aponta a pesquisa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Luiza argumenta que a pandemia da COVID-19 mostrou que o incerto existe e traz consequências devastadoras, fazendo com que o mercado financeiro se tornasse atento ao desempenho das empresas e utilizasse critérios para identificar quais são os investimentos mais seguros e criar novas oportunidades de negócios. “Hoje, a adesão às práticas ESG influencia na maneira com que a empresa é vista aos olhos de investidores e também do consumidor final”, destaca.

Segundo a advogada, a inserção de ações ambientais, sociais e de governança está associada a efetiva sobrevivência das empresas por três motivos: as crises ambientais atingem todos de forma avassaladora, sejam ricos ou pobres; o equilíbrio nas relações sociais é balizamento para padrões de consumo; e as questões éticas e de transparência atribuem solidez e confiabilidade.

Hoje, as mudanças climáticas são tratadas como o maior problema ambiental. O mundo assumiu o compromisso de reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 1997, com o Protocolo de Quioto, e reafirmou o acordo na Cúpula do Clima, em 2021, quando os EUA afirmaram a redução da emissão de gases do efeito estufa entre 50% e 52% até 2030 e o Brasil se comprometeu a atingir em 2050 a neutralidade climática.

Porém, o desenvolvimento sustentável abrange outras variáveis naturais que têm relação com os processos produtivos. “A preocupação com os aspectos ambientais da ESG não é somente relacionada às mudanças climáticas, mas sim às medidas adotadas que interferem em todo o meio ambiente, abrangendo todos os aspectos ambientais”, enfatiza Luiza.

De acordo com ela, a legislação brasileira possui diversos mecanismos ambientais que são avaliados pelos órgãos reguladores. A ideia é explorar de que forma o mínimo legal exigido pode ser ampliado para que se encaixe efetivamente em uma gestão sustentável, tornando as questões ambientais mais importantes para as empresas.

Nesse contexto o papel do advogado é fundamental, visto que é necessário um preparo para construção de uma realidade adequada a legislação, mas também individualizada, priorizando as potencialidades e criando estratégias para os pontos frágeis. “A consultoria irá demostrar os benefícios das práticas e apontar de que forma isso será repassado ao público externo. É importante que as ações sejam realizadas de forma transparente e aferível para que processo seja efetivamente de sucesso”, informa.

*Luiza de Araujo Furiatti é advogada especialista em Direito Ambiental, mestre em Direito Socioambiental e Sustentabilidade
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