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Notícias

Ourofino Agrociência lança produto na 20ª Herbishow

Por redação 07/06/2021
Escrito por redação

- Ourofino Agrociência lança produto na 20ª Herbishow

Herbicida chega ao mercado para controlar gramíneas em períodos secos e semissecos; presença da companhia no evento terá a participação do consultor Marcelo Nicolai

Pelo segundo ano consecutivo, a feira Herbishow foi escolhida pela Ourofino Agrociência para ser palco de lançamento de um novo produto. Nesta edição virtual, a 20ª do evento, que é considerado um dos maiores no segmento de herbicidas do setor sucroenergético, a novidade será o DistintoBR. Um herbicida pré-emergente isoxaflutole, com registro para cana-de-açúcar, eucalipto e pinus.

As vendas da solução recém-chegada ao portfólio da empresa, que hoje contém quase 70 produtos, já começaram. Como principal diferencial, o DistintoBR apresenta alta eficácia no manejo de gramíneas de difícil controle. O capim-colonião e o complexo capim-colchão são alguns exemplos de plantas contra as quais ele atua. Além disso, o capim-braquiária e o capim-amargoso também entram na mira da nova formulação.

Segundo Gustavo Vigna, gerente de cultura cana-de-açúcar da Ourofino Agrociência, a novidade oferece aos produtores um bom rendimento, exigindo a aplicação de baixas doses. “O resultado vem em ganhos logísticos”, aponta. O especialista explica em qual momento do cultivo o produto pode ser adotado. “É indicado para a cana soca na época de seca e semisseca; diminui perdas por mato-competição; e ajuda a manter o canavial mais limpo.”

Vigna destaca ainda o potencial da associação do DistintoBR com outros herbicidas do portfólio Ourofino, como o PonteiroBR, que integra o portfólio de soluções específicas para o clima e o solo tropicais, reforçando o propósito da Ourofino Agrociência de reimaginar a agricultura nacional.

Além dos dois produtos já citados, estarão em destaque durante o evento outras três soluções do grupo de herbicidas da companhia:  Kaivana 360 CS (outro do portfólio de itens reimaginados); Magnus; e Fortaleza. Todas as tecnologias selecionadas para o evento fazem parte do Ciclo 100, programa criado pela indústria, em parceria com especialistas, com o objetivo de indicar os melhores momentos para o manejo de produtos específicos segundo clima e desenvolvimento da cana-de-açúcar.

Considerando que o país tem realidades climáticas bastante diferenciadas, conforme as regiões, o ciclo tem versões distintas e demonstra a versatilidade do portfólio da companhia. A indústria, que tem origem brasileira, aposta na ampliação do portfólio para manter o crescimento de forma sustentável e contínua e agora ganha mais robustez com a chegada de mais um produto.

Informações técnicas e especialistas

Neste ano, a participação principal da Ourofino Agrociência será por meio de uma entrevista com o consultor de herbicidas em cana-de-açúcar da Agro Mato, Marcelo Nicolai, com o tema “Reimaginando o Manejo de plantas daninhas em condições adversas”.

Gustavo Vigna ressalta que outro ponto a ser abordado na edição do evento de 2021 será a importância das formulações para melhorar a performance de ativos já conhecidos. Os professores Caio Carbonari e Edivaldo Velini são os convidados para debater o assunto.

Serviço

20ª edição Herbishow
Data: 10/6
Abertura: às 13h30
Evento virtual gratuito
Para mais informações sobre o evento, acesse aqui.
Fonte: Ouro Fino
07/06/2021 0 Comentários
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Notícias

Otimização de peças agrícolas fundidas é tema de webinar

Por redação 07/06/2021
Escrito por redação

- Otimização de peças agrícolas fundidas é tema de webinar

MAGMA do Brasil realizará evento para o setor da agroindústria no mês de junho

O agronegócio já há muito tempo vem se destacando na economia brasileira como um dos setores mais importantes. Peças fundidas são componentes sempre presentes nos implementos agrícolas, de tal forma que esse processo cada vez mais impacta na competitividade das empresas fabricantes de equipamentos agrícolas.

Com isso em mente a MAGMA Engenharia do Brasil convida para o webinar “Otimize suas peças agrícolas fundidas”, que acontecerá no dia 23 de junho, a partir das 10h30.

O evento terá duração de duas horas e o principal objetivo é demonstrar, através de cases de sucesso, como o processo de simulação de fundição pode ser aplicado nas etapas de fabricação e desenvolvimento de um componente fundido para a agroindústria. O webinar é voltado para profissionais e empresas do setor, e é importante destacar que a otimização da produtividade e custos de produção serão aspectos centrais deste evento.

- Otimização de peças agrícolas fundidas é tema de webinarOs participantes contarão com apresentações de Carlos Visconti da CNH Industrial e de Alexandre Dalla Rosa da John Deere. A MAGMA traz um estudo de caso que demonstra como a simulação do processo de fundição via Magmasoft pode ajudar a reduzir os custos de fabricação e tempo de desenvolvimento. O componente estudado neste projeto será a “Carcaça do Semi Eixo” do diferencial traseiro.

O evento acontecerá na plataforma Go To Webinar e para participar é necessário realizar um cadastro que pode ser acessado através do link (acesse aqui). Outras informações acesse o site da empresa.

Fonte: MAGMA Engenharia do Brasil

 

 

07/06/2021 0 Comentários
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Opinião

Irrigação no Brasil: necessidade e opção estratégica

Por redação 07/06/2021
Escrito por redação
*Luís Henrique Bassoi

- Irrigação no Brasil: necessidade e opção estratégica

A irrigação foi a causa da crise hídrica que ocorreu no Brasil em 2014-2015?  Ela pode ser a causa de uma nova crise em 2021? A ciência pode ajudar a compreender a situação, motivo de debates e controvérsias.

No Brasil, 49,8% da água captada de fontes hídricas é utilizada para a irrigação, segundo a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA). Entretanto, a frase “a irrigação consome 70% da água” foi amplamente divulgada há alguns anos e poderá voltar às manchetes. Mas esse número se refere a uma estimativa sobre o uso de água pela agricultura em escala mundial e, de forma equivocada, tem sido lembrado e utilizado.

A analogia com o olhar sobre o copo d’água “meio cheio” ou “meio vazio” pode ajudar a compreender o que representa a agricultura irrigada ou, simplesmente, a irrigação, num País onde o campo é fundamental para a atividade econômica, social e ambiental.

A agricultura é uma atividade de risco e a irrigação implica em maior custo de produção, mas ao mesmo tempo pode diminuir o risco e aumentar o lucro, uma vez que sua prática é necessária em regiões onde a demanda de água pelas plantas supera o regime de chuvas. A irrigação pode ser também uma opção estratégica em outras regiões, para garantir a produção em caso de veranicos, ou mesmo para aumentar a produtividade.

É fato que a agricultura é a maior usuária de água no mundo. Segundo as Contas Econômicas Ambientais da Água do Brasil (IBGE e ANA), em 2017, para cada R$ 1,00 de valor adicionado bruto gerado pelas atividades econômicas no Brasil foram utilizados 6,3 litros de água. Se somarmos agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, a relação atinge 96 litros para cada R$ 1,00.

O Atlas da Irrigação (ANA) mostra que temos 8,2 milhões de hectares irrigados; a participação da irrigação no valor da produção agrícola pode chegar a 100% em muitos municípios brasileiros e, em alguns deles, o valor total da produção agrícola é de centenas de milhões de reais. A produtividade de um cultivo irrigado supera em 2 a 3 vezes o cultivo sem irrigação. Há a possibilidade de aumento da área irrigada brasileira em 55,9 milhões de hectares e aí surge a questão, quanto deixaríamos de produzir sem irrigação, ou ainda, quanto deixaremos de produzir se não aumentarmos a área irrigada?

A maior parte da água utilizada (e não consumida) na agricultura volta para a atmosfera pela evaporação e pela transpiração que ocorre nas plantas. Outra parte dela fica armazenada no solo e nas fontes hídricas. É o ciclo hidrológico. Mas uma “terceira parte” da água está presente na matéria-prima vegetal que processamos ou transformamos e nos alimentos que consumimos. Portanto, ao desperdiçarmos alimentos, também desperdiçamos água.

A disponibilidade de água em uma região pode variar ao longo dos anos, podendo atingir a escassez, a qual pode ser física (não há água disponível), econômica (há água disponível, mas não há infraestrutura para o seu uso) e institucional (existem água e infraestrutura, mas a água não pode ser utilizada). No entanto, a reservação de água feita com critérios pode minimizar a possibilidade de ocorrer a escassez física.

A FAO prevê um aumento de 47% na demanda mundial por alimentos até 2050. Assim, a irrigação no Brasil deve contribuir para aumentar a produção de alimentos, mas deve melhorar a sua eficácia (o que fazer) e sua eficiência (como fazer). E temos tecnologia para isso.

Em determinadas situações, pode-se aplicar água em quantidade menor que uma cultura agrícola necessita. É a irrigação com deficit, que ao ser utilizada com critérios técnicos pode ser uma estratégia interessante, em condições de restrição ou escassez de água.

A automação pode ajudar no manejo da irrigação (quando e quanto irrigar) e a ligar e desligar um sistema de irrigação (como irrigar). O sistema de informação geográfica, a agricultura de precisão, a agricultura digital, a tecnologia da informação e a conectividade também podem auxiliar a melhorar a gestão da irrigação em áreas agrícolas de diversos tamanhos. Mas devemos aumentar e melhorar a capacitação do setor agrícola, para que isso ocorra de forma mais intensa.

Devem ser incentivados e aprimorados ainda o uso de águas residuárias e efluentes para suprir em algumas situações as necessidades hídricas das plantas, diminuindo a retirada de água de suas fontes, além da substituição da energia empregada na irrigação e proveniente de usinas hidroelétricas pela energia solar e energia eólica.

Porém, qualquer solução e tecnologia devem complementar o conhecimento agronômico, que é a base para o uso eficaz e eficiente da irrigação. Até o plantio de cultivares mais tolerantes à seca pode contribuir para reduzir o volume de água utilizado na produção agrícola.

A crise hídrica pode levar os agricultores a mudanças nas práticas de irrigação e, quando isso ocorrer, a sociedade precisa ser informada sobre tais atitudes. Dessa forma, a divulgação de informações em relação à agricultura irrigada poderá ser pautada a partir de dados e fatos e a percepção do copo d’água ocorrerá a partir de um olhar científico. Temos tecnologia e conhecimento para isso!

*Luís Henrique Bassoi é pesquisador da Embrapa Instrumentação
07/06/2021 0 Comentários
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Notícias

Curso gratuito aborda análise genética do solo

Por redação 04/06/2021
Escrito por redação

- Curso gratuito aborda análise genética do solo

O manejo biológico do solo, com o objetivo de melhorar o equilíbrio dos sistemas agrícolas e aumentar a resiliência e a produtividade das lavouras, é a nova aposta de pesquisadores e especialistas na revolução biológica pela qual vem passando a agricultura brasileira. Na sequência do controle biológico, normalmente utilizado nas plantas e sementes, o estudo e incremento da microbiota do solo promete ser a nova revolução da biotecnologia, em um mercado de bioinsumos que deve crescer 33% neste ano no Brasil, para R$ 1,79 bilhão de reais, segundo a CropLife, entidade que representa as indústrias de insumos.

Com base nesse cenário, profissionais e especialistas em análise e manejo biológico do solo, estão oferecendo um curso, online e gratuito, que vai abordar a interpretação de laudos de análise genética do microbioma de um solo. “O foco das aulas são as bactérias e os fungos que vivem nos solos, considerando tanto os grupos presentes quanto as suas funções para os ecossistemas de solo, principalmente aquelas que apresentam maior relevância para a produção agrícola”, explica o cofundador da Biome4all e doutor em microbiologia agrícola, Marcus Adonai Castro da Silva.

O curso, dividido em cinco módulos, é destinado a engenheiros agrônomos e profissionais responsáveis pelas decisões de manejo de solo; produtores rurais interessados em conhecer a microbiota do solo e seus efeitos sobre a sua produção e biólogos e profissionais ligados à indústria de insumos agrícolas.

As aulas são gravadas, podem ser assistidas até o dia 30 de junho e serão ministradas por Silva e pelo professor do Departamento de Ciência do Solo da Esalq/USP, Fernando Adreote.

As inscrições estão abertas (acesse aqui)

Fonte: Biome4all
04/06/2021 0 Comentários
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Notícias

Dia Mundial do Meio Ambiente e o futuro do agronegócio sustentável

Por redação 04/06/2021
Escrito por redação

- Dia Mundial do Meio Ambiente e o futuro do agronegócio sustentável

Sustentabilidade, além de tema atual e uma preocupação necessária com o futuro, é tendência de mercado. De olho em novas soluções que permitam ao agronegócio brasileiro crescer sem degradar o meio ambiente, o assunto é tratado por empresários e grupos de forma cada vez mais engajada. Segundo a pesquisa Visual GPS, realizada pela Getty Images com 5 mil pessoas, de 26 países, clima e sustentabilidade aparecem como questões fundamentais para 92% dos consumidores e, ainda, 85% dos entrevistados esperam ações ambientalmente conscientes das empresas. A demanda é mundial, inclusive no universo agro.

Conciliar produção agrícola responsável com preservação de recursos naturais faz parte do trabalho da Perfect Flight, que, atenta às novas percepções do mercado, otimiza o uso de defensivos, aliando lucratividade à conservação ambiental. A aposta pela alta tecnologia viabiliza o controle ágil e eficiente das aplicações aéreas por meio de plataforma digital e aplicativo mobile, evitando o desperdício dos agroquímicos e resguardando áreas ambientalmente sensíveis, como florestas, apiários, mananciais, entre outras.

De maneira geral, a agtech atua para suprir falhas encontradas nas aplicações aéreas das propriedades. Ação possível a partir dos relatórios instantâneos, como o ambiental, que mostra os parâmetros de segurança de áreas restritas. Hoje, a Perfect Flight conta com a maior base de dados digitalizados sobre pulverização do mundo, com mais de 16 milhões de hectares monitorados.

De acordo com Leonardo Luvezuti, gestor de operações da agtech, a manutenção dos recursos naturais garante que as gerações futuras possam usufruir de uma boa qualidade de vida. “Um plantio responsável e consciente com as questões ambientais não é mais um plano nem uma preocupação, é uma realidade”, pontua. Além disso, também segundo Luvezuti, “todas as análises se traduzem em ganho de performance para os agricultores, uma vez que reduzem custos e desperdícios com produtos e, consequentemente, melhoram ganhos de produtividade e índices sustentáveis”.

Hotéis para abelhas

A Perfect Flight tem apostado em boas práticas agrícolas para a real sustentabilidade no campo. Uma delas é a parceria com a Bayer no incentivo à implantação de hotéis de abelhas nas propriedades de seus clientes, promovendo o cultivo e a sobrevivência dos insetos e, assim, possibilitando uma convivência harmônica entre a apicultura e o desenvolvimento das plantações em que o uso de defensivos é necessário.

O programa consiste em uma prática já comum nos EUA e Europa, com a criação de espaços exclusivos para que diferentes espécies nativas possam construir suas colmeias, favorecendo a permanência e reprodução. No Brasil, existem catalogadas cerca de 3 mil espécies de abelhas, das quais 1,5 mil são as chamadas solitárias, ou seja, não vivem em colônias. Essas espécies são de extrema importância para o meio ambiente, pois, segundo dados do Ministério do Meio Ambiente, cada abelha visita cerca de seis mil flores por dia, fator determinante para a polinização de milhares de plantas, inclusive alimentícias.

Claudia Quaglierini, gerente de Inteligência Tropical da Bayer, explica que as abelhas são atraídas para os hotéis naturalmente, sem o uso de nenhum atrativo olfativo. “Existem vários agentes polinizadores, mas a abelha é a mais importante, por isso nosso interesse em desenvolver e disseminar esse projeto”, pontua.

Os hotéis demandam pouca manutenção, podem ser instalados próximos às lavouras – mas não nelas, em jardins, próximos à sede da fazenda, reserva legal ou áreas de preservação permanente. As abelhas que os ocupam não representam risco, já que não apresentam comportamento defensivo.

Dia Mundial do Meio Ambiente

O Dia Mundial do Meio Ambiente é celebrado no dia 5 de junho, foi criado pela Assembleia Geral das Nações Unidas na resolução (XXVII) de 15 de dezembro de 1972 com a qual foi aberta a Conferência de Estocolmo, na Suécia, cujo tema central foi o Ambiente Humano.

Fonte: Perfect Flight
04/06/2021 0 Comentários
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Notícias

Cenário positivo do agro impulsiona curso de Avaliação de Propriedades

Por redação 04/06/2021
Escrito por redação

- Cenário positivo do agro impulsiona curso de Avaliação de Propriedades

Abordagem do Ibape/SP aborda técnicas para identificação do valor dos componentes das fazendas com base nas normas da ABNT

De acordo com dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) divulgados em março deste ano, o PIB do agronegócio cresceu 24,31% em 2020. O avanço expressivo, mesmo durante a pandemia, mostra que o momento é oportuno para operações no setor, incluindo as que envolvem imóveis no campo. Por isso, o Ibape/SP lança de forma estratégica uma nova edição do curso de avaliação de propriedades rurais, marcado para acontecer on-line e ao vivo nos dias 21 a 24, 28 e 29 de junho.

O Instituto, que é referência em avaliações e perícias de engenharia, destaca um cenário de mais de 5 milhões de estabelecimentos rurais no país e que ocupam aproximadamente 42% do território, segundo o Censo Agropecuário divulgado pelo IBGE. A proposta de abordagem técnica sobre a avaliação desse tipo de estrutura é, portanto, um diferencial de mercado que pode ampliar o portfólio de atuação de engenheiros agrônomos e de áreas relacionadas.

O conteúdo será conduzido pelo Engenheiro Agrônomo Marcelo Rossi de Camargo Lima e contempla algumas das mais recentes técnicas para identificação do valor de fazendas e empreendimentos de base rural com base nas normas ABNT NBR 14.653-1, 14.653-3 e 14.653-4. Entre os métodos que serão apresentados estão os tratamentos por fatores e científico (regressão linear), considerando as propriedades como conjunto único ou seus componentes isolados, como terras, produções, construções e instalações, máquinas, equipamentos, recursos naturais, entre outros.

Essa atualização faz parte da plataforma Ibape/SP Conecta, sistema de EAD do Ibape São Paulo que tem uma programação contínua de temas voltados para capacitação técnica e novas oportunidades de negócio no contexto atual. Fora o curso de Avaliações de Propriedades Rurais, muitos outros estão disponíveis para inscrição, como Introdução a Perícias em Arbitragem e Perícias em Acessibilidade, marcados para o mês de julho. O Instituto lembra, entretanto, que as vagas são limitadas para garantir a melhor didática, interação e aproveitamento. Mais informações acesse aqui.

Serviço
Curso: Avaliações de Propriedades Rurais
Datas: 21, 22, 23, 24, 28 e 29 de junho – Das 18h às 22h
Formato: on-line (ao vivo)
Fonte: Ibape/SP Conecta
04/06/2021 0 Comentários
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Notícias

Santa Brígida promove evento sobre sistema de produção ILPF

Por redação 03/06/2021
Escrito por redação

- Santa Brígida promove evento sobre sistema de produção ILPF

Nas noites de 9 e 10 de junho, a Fazenda Santa Brígida, de Ipameri (GO), vai mais uma vez mostrar como a produção agropecuária pode ser intensificada de forma sustentável com o uso de sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e garantir o protagonismo do agronegócio brasileiro na missão de fornecer alimentos, fibras e energia para o mundo. Mas neste ano, o tradicional Dia de Campo realizado desde 2006 dará lugar a um evento 100% on-line e gratuito: o Santa Brígida Open Farm.

Promovido pela Rede ILPF, o encontro virtual reunirá palestrantes que vão abordar temas de relevância internacional sobre a produção integrada e sustentável no Brasil com o uso dos sistemas de ILPF, já adotados em mais de 17 milhões de hectares no País. Nos dois dias do evento, as palestras serão realizadas das 19h às 22h.

A primeira noite contará com a participação da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, que fará uma mensagem introdutória do encontro. A abertura será realizada pela proprietária da Fazenda Santa Brígida, Marize Costa, e pelo presidente do Conselho Gestor da Rede ILPF, Renato Rodrigues. O pesquisador Maurício Lopes, da Embrapa Agroenergia (DF), fará a palestra “Agricultura no Brasil em 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”. Em seguida, Iêda Mendes, pesquisadora da Embrapa Cerrados (DF), abordará o tema “Saúde do solo em sistemas integrados: uma combinação ganha-ganha em ambientes tropicais”.

A programação do dia 9 será finalizada com o painel “ILPF: produzir e preservar é possível”, com Marize Costa; Guillermo Carvajal, diretor de sustentabilidade da Syngenta para a América Latina; Luiz Lourenço, presidente do conselho de administração da Cocamar; e Gustavo Lunardi, diretor de operações da SLC Agrícola. A moderação será de Paulo Herrmann, presidente da John Deere no Brasil.

Três palestras e o painel especial “Prêmio Nobel da Paz” compõem a programação da segunda e última noite do Santa Brígida Open Farm. O tema “Financiamento verde para a agricultura” será tratado por Leisa de Souza, coordenadora do Programa de Agricultura da Climate Bonds Initiative (CBI) no Brasil, e Justine Leigh-Bell, vice-presidente executiva e diretora de desenvolvimento de mercado da CBI. José Pugas, membro do conselho da Ceptis Agro, sócio e líder de Ambiental, Social e Governança e Agronegócio da JGP, falará sobre a “Certificação de propriedades ILPF e o impacto das finanças verdes”. E Aurélio Pavinato, diretor-presidente da SLC Agrícola, abordará o tema “Produção agrícola x serviços ambientais”.

O painel “Prêmio Nobel da Paz” terá como convidado especial o ex-ministro da Agricultura Alysson Paolinelli, indicado ao Nobel da Paz 2021. Também participarão Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura e embaixador especial da FAO; o presidente da Embrapa, Celso Moretti; Durval Dourado, presidente da Escola Superior de Agronomia “Luiz de Queiroz” (Esalq); e Evaldo Villela, presidente do CNPq. A moderação também será de Paulo Herrmann, da John Deere.

Durante o evento, serão anunciados os vencedores do Prêmio Rede ILPF de Jornalismo.

O Santa Brígida Open Farm será transmitido ao vivo, com tradução simultânea para o inglês e o espanhol (acesse o endereço eletrônico aqui).

A ILPF e a Rede ILPF

Os sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) são uma estratégia de produção que integra diferentes sistemas produtivos, agrícolas, pecuários e florestais dentro de uma mesma área. Podem ser realizados em cultivo consorciado, em sucessão ou em rotação, de forma a proporcionar benefícios mútuos para todas as atividades. Com isso, buscam otimizar o uso da terra, elevando a produtividade, diversificando a produção e gerando produtos de qualidade. Com isso, promove, a redução da pressão sobre a abertura de novas áreas.

A ILPF pode ser utilizada em quatro possíveis modalidades: Integração Lavoura-Pecuária (ILP), atualmente a mais utilizada no País; Integração Lavoura-Floresta (ILF); Integração Pecuária-Floresta (IPF); e a forma completa – Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF). A ILPF é considerada a grande resposta do País para a demanda mundial em produzir mais alimentos de forma sustentável.
Saiba mais sobre a tecnologia no Espaço Temático elaborado pela Embrapa, que disponibiliza vídeos, publicações para download gratuito, notícias e diversas informações.

Formada pela Embrapa, Bradesco, Ceptis, Cocamar, John Deere, Soesp, Syngenta, a Associação Rede ILPF tem como objetivo acelerar a ampla adoção das tecnologias de ILPF por produtores rurais como parte de um esforço que busca a intensificação sustentável da agricultura brasileira.

Sobre a Fazenda Santa Brígida

- Santa Brígida promove evento sobre sistema de produção ILPF

A Fazenda Santa Brígida é referência nacional em produção sustentável. A propriedade é uma das fazendas modelo da Rede ILPF, além de ter sido a primeira a receber a Certificação de Propriedade da Rede ILPF, que utiliza a plataforma MRV – TrustScore®️ da Ceptis Agro, que monitora continuamente o processo produtivo e o compromisso da propriedade com a sustentabilidade. Em duas safras de grãos, a fazenda produz soja, milho, sorgo, girassol e uvas do cerrado, consorciadas com as safras do gado de corte e com a madeira da floresta plantada.

Fonte: Embrapa

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Notícias

Aplicação do crédito rural atinge quase R$ 234 bilhões

Por redação 03/06/2021
Escrito por redação

- Aplicação do crédito rural atinge quase R$ 234 bilhões

O desembolso do crédito rural atingiu R$ 233,9 bilhões no período de julho de 2020 a maio de 2021, segundo o Balanço de Financiamento Agropecuário da Safra 2020/2021. O valor representa um aumento de 19%, comparativamente ao mesmo período da safra passada. Neste montante estão incluídos R$ 17,7 bilhões provenientes das contratações com a fonte LCA para desconto em CPR’s e operações com a Agroindústria.

“Esse desempenho confirma o bom momento da agricultura brasileira e a credibilidade alcançada pelo setor agrícola e pelos produtores rurais, com indicativos de que a safra vindoura poderá ser ainda mais exitosa”, diz o diretor de Crédito e Informação, Wilson Vaz de Araújo.

De acordo com a Secretaria de Política Agrícola, os valores programados para o crédito rural, de R$ 236,3 bilhões serão superados, pois os saldos dos programas de investimento, e de outras finalidades, ainda não contratados, terão sua contratação efetivada, tão logo a Secretaria do Tesouro Nacional autorize a reabertura das linhas, o que deve acontecer imediatamente após a sanção do PLN nº 4. Segundo a SPA, outras operações deverão ser contratadas no mês de junho com recursos livres ou controlados, mas sem equalização.

Contratações

Todas as finalidades tiveram uma elevação no valor das contratações do crédito rural, em relação à igual período da safra 2019/2020.

Os investimentos foram os mais significativos, com R$ 65,9 bilhões contratados, aumento de 47%. O custeio teve R$ 117,1 bilhões em contratações (+21%), a industrialização com R$ 11,4 bilhões (+11%) e a comercialização com R$ 21,8 bilhões (+5%).

Os financiamentos de custeio, na atual safra, atingiram R$ 23,8 bilhões (+5%) no Pronamp, R$ 16,1 bilhões (+25%) no Pronaf e R$ 77,1 bilhões (+26%) em relação aos demais produtores.

No que se refere à participação das fontes de recursos utilizadas nas contratações do crédito rural, as controladas representaram 57% e as não controladas 43%.

Mesmo com um pequeno decréscimo nas contratações com recursos Obrigatórios (-4%), sua participação no crédito rural foi de 21%, se situando em R$ 48,4 bilhões. Essa participação foi de 20% ou R$ 46,5 bilhões, para os recursos da fonte LCA.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
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Notícias

Preço do diesel está 45% maior que há 1 ano

Por redação 03/06/2021
Escrito por redação

- Preço do diesel está 45% maior que há 1 ano

Após recuo em abril, combustível volta a registrar aumento nos postos

O mais recente levantamento do Índice de Preços Ticket Log (IPTL) aponta aumento de 5,62% no preço médio do diesel, na comparação com o fechamento de abril. O combustível foi comercializado a R$ 4,699 nos postos, valor 45,12% acima do registrado em maio do ano passado. Já o diesel S-10, encontrado a R$ 4,760, avançou 5,87% em relação ao último mês e está 45,48% maior que no mesmo período de 2020.

“A redução em abril, que interrompeu uma sequência de cinco aumentos consecutivos até março, já não havia sido mantida no início de maio. Agora, com os dados médios do mês, vemos que os preços voltaram a subir no País. Na comparação com março, inclusive, o diesel está 4,72% mais caro, e o diesel S-10, 4,87% acima”, pontua Douglas Pina, Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil.

Os maiores aumentos de preços foram registrados na Região Sul, de 7,28% no valor médio por litro do diesel comum, e de 7,46% no caso do S-10. A mesma região apresentou os preços médios mais baixos no período, de R$ 4,360 o litro do tipo comum, e R$ 4,408 do S-10.

Os preços médios mais caros foram encontrados na Região Norte, que também apresentou os menores aumentos. O diesel comum nos postos foi comercializado a R$ 4,935, após alta de 4,03%. Já o diesel S-10 avançou 4,62% e foi encontrado a R$ 5,004.

No recorte entre os estados, o cenário do início de maio se manteve, com o Acre apresentando os combustíveis mais caros, e o Paraná, os mais baratos. Nos postos acreanos, o diesel foi comercializado a R$ 5,646, e o diesel S-10, a R$ 5,589. Já no Paraná, o tipo comum foi encontrado a R$ 4,308, e o tipo S-10, a R$ 4,353.

“Em nenhum estado do País foi registrada redução no preço por litro do diesel ou do diesel S-10, na comparação com abril. Os maiores aumentos, por sua vez, foram identificados em Santa Catarina, onde o tipo comum avançou 7,61%, e o tipo S-10, 7,75%”, destaca Pina.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

Fonte: Ticket Log

 

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Armazenamento de fazenda ainda é baixo no Brasil

Por redação 03/06/2021
Escrito por redação

- Armazenamento de fazenda ainda é baixo no Brasil

Enquanto a capacidade instalada nas fazendas em países como Argentina, Canadá e Estados Unidos atinge patamares de 40%, 85% e 65% respectivamente, no Brasil este índice permanece próximo a 14% ao longo de 10 anos, como revela o Boletim Logístico publicado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Conforme o estudo, a maioria dos grãos, cerca de 60% estão depositados em armazéns localizados no meio rural.

“Apesar dos desafios existentes, o Brasil ainda não se encontra em uma condição que se configura como gargalo. Há sim um descolamento entre produção e capacidade estática disponível, mas não de forma generalizada no país, e a situação é mais grave especialmente em algumas regiões produtoras e em determinados períodos do ano. No entanto, esse cenário pode mudar nos próximos cinco anos”, analisa o superintendente de Logística Operacional da Conab, Thomé Guth.

A guarda e conservação da safra colhida são fatores vitais para o país se manter como importante fornecedor de alimentos para o mundo. No momento que o Brasil passa a se destacar no mercado internacional e cresce a demanda interna para o consumo de milho, como por exemplo, a armazenagem nacional passa a ser determinante nas etapas da produção e logística para escoamento de safras cada vez maiores. Nesse sentido, há uma preocupação com a capacidade estática disponível versus a produção de grãos.

“O diferencial brasileiro é que, diferentemente de países como os EUA, não precisamos ter armazenagem estática para 100% da produção porque temos várias safras por ano. O importante é que haja na região uma capacidade estática que suporte o fluxo de produtos até o final da comercialização”, ressalta Guth.

Oportunidade para o produtor

Segundo o Boletim divulgado pela Companhia, o Serviço Nacional de Aprendizado Rural (Senar) indica que o armazenamento dos grãos em silo próprio, realizando a comercialização na entressafra, pode refletir em ganhos de até 55% para os produtores. De acordo com o consultor de Política Agrícola da Aprosoja, Thiago Rocha, a armazenagem de fazenda é preciso quebrar paradigmas dos agricultores para a implantação de um sistema de armazenamento da propriedade rural. “É um investimento com um montante significativo, que precisa de um certo planejamento; mas que é possível de ser pago em 6 anos. No entanto, há, também, algumas questões que são qualitativas. Se você investigar com um produtor rural o que mudou na vida dele, ele vai dizer que a qualidade de vida é outra. Então, agora o trabalho com o produtor é de mostrar esses resultados para que ele consiga enxergar o retorno projetado para a atividade”, disse Rocha em podcast gravado pela Companhia.

Uma possibilidade para os produtores como uma das soluções intermediárias oferecidas para armazenamento não convencionais pelo mercado são os chamados silos bags. A professora da Universidade Federal de Mato Grosso, Solenir Ruffato, reforça que este sistema de armazenamento é uma estratégia que deve ser encarada como uma alternativa, e não apenas como emergência. “Os argentinos também têm uma prática bem interessante nesse sentido. Dessa armazenagem na fazenda, 50% são em silo bolsa”.

Fonte: Conab
03/06/2021 0 Comentários
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