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Notícias

Parceria visa consolidar uso de IoT no campo

Por redação 02/06/2021
Escrito por redação

- Parceria visa consolidar uso de IoT no campo

A American Tower, empresa global de infraestrutura para telecomunicações, e a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) anunciam parceria para a implementação de projetos IoT, principalmente no contexto do agronegócio.

A PUC-Rio está desenvolvendo o projeto-piloto “Campo Conectado”, no âmbito do programa “Pilotos IoT”, do BNDES, com apoio do Banco e de empresas parceiras. O piloto teve início na Fazenda Macuco, localizada na cidade de Santiago do Norte, em Paranatinga, Mato Grosso e visa à implementação de um sistema de gestão para o ambiente rural com adoção de tecnologias para agricultura de precisão e irrigação com taxas variáveis. Os objetivos finais são o aumento da eficiência e a produtividade sustentável.

No contexto das soluções, dispositivos inteligentes como microestações climáticas e sensores de solo coletam informações em campo, tais como variáveis de clima (força e direção do vento, umidade, pressão, índices pluviométricos) e solo (umidade, pH, presença de elementos químicos), e as enviam diretamente à internet disponibilizando dados para tomadas de decisão e automação do sistema de irrigação.

Complementando o conjunto de soluções propostas pelas empresas parceiras para a Fazenda Macuco, e a fim de viabilizar a comunicação dessas informações, a American Tower habilitou a cobertura por meio de uma estação LoRaWAN autônoma, alimentada com energia solar e com transmissão para a internet via satélite. Além de autônoma, essa estação é também uma extensão da rede neutra IoT LoRaWAN da empresa, ou seja, está integrada de forma transparente com a cobertura presente no restante do país, e possibilita cobertura LoRaWAN em locais desatendidos.

Em outro caso de uso na mesma fazenda, serão transmitidas informações para a gestão de ativos e maquinário agrícola, de modo a facilitar a logística na fazenda. “Ao propor essa cobertura estendida por meio da estação autônoma, além de trabalhar com energia limpa, provida por placas solares, a conectividade de backhaul, via satélite, permite que a solução seja implementada em áreas remotas, onde não existem outras formas de comunicação com a internet, como acesso à fibra ótica ou até mesmo comunicação por redes móveis. Essa abordagem reforça uma das principais características da tecnologia LoRaWAN, pois, por meio de uma implantação simples e rápida, é possível atingir um raio de cobertura de mais de 10Km com uma única estação”, esclarece Daniel Laper, diretor de Novos Negócios e IoT da American Tower.

Por meio do acordo entre as entidades, a PUC-Rio se torna um dos Centros de Referência em IoT parceiros da American Tower, parte da estratégia de promoção e adoção da IoT para geração de valor para todo o ecossistema. “A oportunidade chegou à ATC por meio da relação de cooperação tecnológica, quando a PUC-Rio sinalizou a dificuldade de conectar objetos em um local tão remoto”, lembra Laper.

“A parceria com a American Tower neste projeto de Internet das Coisas (IoT) é de grande importância, habilitando a cobertura necessária para possibilitar a comunicação de dados de sensores, atuadores e outros equipamentos. O uso da infraestrutura de rede LoRaWAN da American Tower permitirá introduzir soluções e aplicações de monitoramento de dispositivos sensores em finalidades diversas nesse piloto. Permitirá ainda observar a atuação em termos de configurações de dados e oportunidades de transmissão, de integração na rede, gerência de operação, de segurança de acesso lógico e acesso físico. A implementação prática voltada ao ambiente agrícola, nesse projeto, ampliará o estudo das soluções e trará muitos benefícios para a integração do ecossistema IoT, que poderá impulsionar a adoção de IoT no Brasil”, prevê Marlene Sabino Pontes, coordenadora do projeto Campo Conectado pela PUC-Rio.

O modelo de rede neutra da American Tower, com a tecnologia LoRaWAN, está presente em mais de 265 cidades no País, e o crescente ecossistema de IoT, que orbita a rede, cumpre sua função de facilitar a conexão entre parceiros que possuem demandas e necessidades e os que têm soluções, gerando negócios para toda a cadeia.

Sobre a American Tower do Brasil

A American Tower do Brasil, subsidiária da American Tower Corporation, um dos maiores fundos de investimentos imobiliários globais, é proprietária independente, operadora e desenvolvedora de infraestrutura multicliente para comunicações e transmissão sem fio. Nosso portfólio conta com mais de 19 mil pontos de comunicações no Brasil, uma operação de fibra ótica em Minas Gerais e uma rede nacional para internet das Coisas (IoT) que usa a tecnologia LoRaWAN™. E, em todo o mundo, opera cerca de 180 mil estações de comunicação sem fio.

A sede da American Tower do Brasil está localizada em São Paulo, e sua matriz está localizada em Boston, Massachusetts, EUA. A American Tower Corporation possui operações em todo o território americano, e também na Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Paraguai, Peru, México, Alemanha, França, Gana, Índia, Nigéria, Quênia, África do Sul, Uganda, Burkina Faso e República do Níger.

02/06/2021 0 Comentários
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Notícias

Jacto lança área focada em serviços com soluções para Agricultura 4.0

Por redação 02/06/2021
Escrito por redação

- Jacto lança área focada em serviços com soluções para Agricultura 4.0

Com o nome “Jacto Next”, a nova área funciona como um provedor de serviços integrados que permite usar conectividade e IoT para atingir mais resultados nas propriedades rurais

A Jacto anunciou o lançamento da “Jacto Next”, nova área de negócios da empresa responsável pela comercialização e entrega de serviços especializados dentro da porteira. O objetivo da Jacto Next é oferecer ao agricultor soluções integradas e completas que viabilizem a Agricultura 4.0, simplificando a adoção de novas tecnologias e ajudando a alcançar elevados níveis de desempenho, qualidade e sustentabilidade dentro do seu negócio.

“Assim como a Indústria 4.0, a quarta revolução da agricultura precisa da digitalização no campo para ter maior agilidade, autonomia, conectividade e integração nos processos produtivos e de gestão. Neste cenário, somos solicitados cada vez mais a oferecer para as propriedades agrícolas soluções digitais integradas e completas que viabilizem isso”, explica Fernando Gonçalves, diretor presidente da Jacto. “Com o lançamento da área de serviços Jacto Next, reforçamos nosso propósito de servir ao agricultor, com produtos, informações e serviços. A agricultura moderna pede novas ferramentas que possibilitem alcançar todo o seu potencial”, acrescenta.

Há um ano, a Jacto lançou o seu Ecossistema Digital que, por meio do aplicativo Jacto Connect, tem permitido unir quatro importantes participantes do ambiente agrícola: o agricultor, o ecossistema de negócios, os sistemas de informações e todas as “coisas” presentes na propriedade.

- Jacto lança área focada em serviços com soluções para Agricultura 4.0

Nesse contexto, o ecossistema de negócios compreende as revendas, parceiros e comunidades dentro e fora da porteira; os sistemas de informações são as plataformas, apps, e outras soluções integradoras; e as “coisas” presentes dentro da porteira são as máquinas, talhões, sensores, lavoura, solo, drones, estações meteorológicas, etc.

Dessa forma, o Jacto Connect foi desenvolvido com o objetivo de promover um espaço de integração desses quatro elementos do ambiente agrícola, oferecendo de forma gratuita ou mediante assinatura, diversos serviços da Jacto e de outros parceiros do mercado. Agora, com a Jacto Next, a empresa dá um novo salto em sua oferta de serviços para a Agricultura 4.0.

A Jacto está disponibilizando ao mercado serviços que permitem fazer a digitalização completa da fazenda, com soluções para cobertura de sinal de internet, instrumentação, conexão de máquinas multimarcas, sensores, estações meteorológicas, drones, imagens de satélites e softwares para monitoramento e gestão das operações. A nova área também oferece serviço de assinatura para sinal de correção GPS.

Paralelamente, outros serviços estão em desenvolvimento e estarão disponíveis em breve, como treinamentos especializados, operações especiais com drones e veículos autônomos, consultoria operacional e agronômica, além de inteligência preditiva para a melhor saúde das plantas, incluindo manejo de pragas, doenças e estado nutricional.

“A missão da Jacto Next é ser o fornecedor especialista em soluções confiáveis de ponta a ponta, com tecnologia própria e de parceiros, de um jeito integrado, com alta qualidade e, ao mesmo tempo, de forma simples e transparente”, afirma Felippe Antonelle Gonçalves, gerente de negócios da Jacto Next.

EKOS: o software da Jacto para a gestão das operações agrícolas

- Jacto lança área focada em serviços com soluções para Agricultura 4.0

Um dos destaques do atual portfólio de serviços presente no Jacto Connect e comercializado e entregue pela Jacto Next, é o EKOS, software da Jacto que permite integrar as soluções para a digitalização do campo e visualizar as informações.

O EKOS foi desenvolvido para fazer a gestão de todas as operações agrícolas presentes nas culturas de cereais, fibras, frutas e setor sucroenergético, com monitoramento multimarcas online, melhoria da eficiência operacional e todas as informações na palma da mão para tomada de decisão rápida e precisa. O software gera mapas, controla ordens de serviço, gera indicadores de eficiência e de rendimento operacional e fornece relatórios para detalhamento dos trabalhos em uma só tela.

“Através do software EKOS, o produtor tem visibilidade completa e online das atividades e operações agrícolas realizadas na fazenda. Ele pode acompanhar o andamento dos trabalhos e ser notificado em caso de parada de máquinas, velocidade máxima de operação, bem como receber diversos outros alertas operacionais passíveis de serem configurados”, completa Fellipe.

Resultados no Campo

As transformações do contexto digital no campo trazem necessidades bastante específicas para que a Agricultura 4.0 possa mostrar sua potencialidade e possibilidades.

Com atenção a esse cenário, a AMAGGI trabalha para promover o ambiente adequado para essas novas tecnologias há mais de uma década, estudando, contribuindo e desenvolvendo parcerias com o uso das novas tecnologias digitais. Desde 2019, algumas fazendas do grupo vêm utilizando os serviços de agricultura 4.0, conectando máquinas e fazendo a gestão detalhada de todas as operações com as soluções de serviços da Jacto.

“Já faz parte da cultura da AMAGGI trabalhar com parcerias em busca de soluções inovadoras para os desafios no campo”, resume o head de Inovação da companhia, Leonardo Maggi.

De acordo com Ricardo Moreira, Gerente de Controle de Produção da AMAGGI, a demanda trazida pela transformação digital impacta a maneira de gerir o negócio, que precisa ser ágil e assertivo, e essa agilidade representa ganho nas operações agrícolas.

“Toda essa evolução nos forçou a olhar para a questão de minimizar erros e o tempo de tomada de decisão, e nos trouxe uma nova perspectiva de avaliação dos processos implantados em campo. Agora, temos uma visão sistêmica em tempo real do comportamento das nossas máquinas atuando com premissas operacionais, climáticas e agronômicas enviadas antecipadamente através de Ordens de Serviços. Entendemos que isso trará um ganho maior de performance operacional e aumento na nossa produtividade agrícola. As avaliações e insights permitem a mitigação de erros e fazer todo o processo de forma mais sustentável”, explica Moreira

Esse é o contexto em que o EKOS foi desenvolvido: para que a tecnologia proporcione ao cliente informações e insights que, sem o seu uso, não seria possível.

“Através dos dados de telemetria, conseguimos reduzir até 80% de área sobreposta em uma operação de pulverização. Nesse caso, sendo um produtor de soja e algodão a economia de defensivo chegou em R$120.000,00 no ano a cada 1000 ha”, complementa Antonelle, da Jacto.

Fonte: Jacto
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Notícias

Produtor de cebola deve estar atento à escolha no plantio

Por redação 02/06/2021
Escrito por redação

- Produtor de cebola deve estar atento à escolha no plantio

No Brasil, o mercado de cebolas vem se segmentando cada vez mais devido às diferenças climáticas entre as regiões produtoras e, também, por necessidades distintas dos produtores. Por isso, o produtor precisa estar atento com a escolha de qual híbrido trabalhar. Cada material possui uma particularidade que possibilita sua melhor adaptação em determinado local ou época de semeio.

Para atender melhor esta demanda, a Superseed, linha de sementes de alta tecnologia da Agristar do Brasil, traz em seu portfólio as cebolas híbridas Montesina e Celebra. Os materiais vêm se destacando no cenário nacional, pois apresentam características muito importantes aos produtores, como, por exemplo, elevado potencial produtivo e resistência às principais doenças que atacam a cultura.

A variedade Montesina ganha destaque entre os produtores de cebola, pois é adaptada ao cultivo nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Bahia, além de apresentar folhagem vigorosa e ser tolerante ao ataque de doenças. “Os bulbos são de formato arredondado e de coloração amarela, as plantas apresentam estalo uniforme quando maduras e uma das principais características que o material possui e tem despertado a atenção dos produtores é o sistema radicular vigoroso e resistente ao ataque da Raiz Rosada. Esta resistência permite que os produtores realizem o cultivo de cebola em áreas onde a presença deste fungo é um limitante à produção”, de acordo com o especialista em Bulbos e Raízes da Agristar do Brasil, Samuel Sant’Anna.

O produtor André Alves da Silva, de Lagoa do Agostinho (BA), confirma que o rendimento da produção é um diferencial da Montesina. “Ela é uma cebola muito boa. Os bulbos nascem rapidamente e tenho ótimo rendimento de cebolas caixa 2 e 3, na lavoura”.

Outro material que tem chamado a atenção dos produtores é a cebola Celebra. A variedade é recomendada para o cultivo na região Nordeste, com semeio indicado entre os meses de abril a julho. Além de apresentar resistência à Raiz Rosada, a Celebra também é tolerante ao Fusarium e a doenças foliares.

“Outras importantes características deste material são bulbos de formato arredondado e com excelente coloração de casca. A planta, quando completa seu ciclo fisiológico, apresenta estalo uniforme. A Celebra traz ainda elevado potencial produtivo e alto rendimento de bulbos de classificação caixa 3”, afirma o especialista.

Fonte: Agristar
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Agtech do agronegócio: Flowins capta R$ 500 mil

Por redação 02/06/2021
Escrito por redação

- Agtech do agronegócio: Flowins capta R$ 500 mil

Depois da Pink Farms, mineira Flowins se torna um verdadeiro sucesso e atrai diversos investidores interessados no mercado de produtores de café

As agtechs estão com tudo. Depois da Pink Farms, é a vez da mineira Flowins na plataforma de crowdfunding SMU Investimentos, maior plataforma de crowdfunding de investimentos em startups do Brasil. Em apenas quatro dias a empresa conseguiu captar a meta que tinha projetado para 30 dias, um acumulado de R$ 500 mil. O sucesso foi tanto que, os investidores, que também são produtores e já utilizavam a solução da empresa, iniciaram o movimento para serem sócios da startup.

A Flowins atua como uma solução one-stop-shop, criada de produtor para produtor, que auxilia o cafeicultor a ter domínio do seu produto, melhorar a qualidade e encontrar o comprador ideal para o seu café. Ou seja, a empresa atua na gestão de fazendas de café, desde o manejo das lavouras até o pós-colheita, análise da qualidade e intermediação da venda (rastreabilidade completa).

Além disso, a empresa conecta produtores aos compradores ideais ao redor do mundo – reduzindo intermediários e alcançando preços superiores aos praticados anteriormente. O mais interessante é que os fundadores também são produtores de café e, por isso, entendem e vivenciam as dores do mercado.

Em um mercado em que há, no mundo, 25 milhões produtores de café, com uma produção de 168 milhões de sacas, e onde o Brasil é responsável por cerca de 30% desse montante, sendo o maior produtor, exportador e consumidor de cafés do mundo, a empresa se posiciona com uma eficiente solução.

A pioneira SMU tem uma grande responsabilidade à frente da captação da Flowins, afinal ela é a principal investidora da rodada de investimento.  Atualmente, a startup e todos os seus sócios colocam recursos próprios em todas as captações da plataforma, criando assim um alinhamento de interesse com os investidores, bem como passando maior credibilidade e confiança para startups investidas.

Fonte: Flowins
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Digital Agro acontece em julho, em plataforma virtual

Por redação 02/06/2021
Escrito por redação

- Digital Agro acontece em julho, em plataforma virtual

Feira sobre inovação no agronegócio é realizada pela cooperativa Frísia com o apoio do Governo do Paraná e da Fundação ABC

A quarta edição da Digital Agro, a principal feira de inovação no agronegócio do Brasil, será virtual. O evento acontecerá entre os dias 12 e 15 de julho em uma plataforma que reunirá palestrantes, expositores, produtores rurais e profissionais do exterior e de regiões promissoras no agronegócio nacional. A feira pode ser conferida em plataforma virtual (acesse aqui).

Com a organização da Frísia Cooperativa Agroindustrial, curadoria técnica da Fundação ABC e apoio do Governo do Paraná, a Digital Agro será pela primeira vez realizada em uma plataforma multifuncional, tecnologia que levará mais emoção e interatividade ao público.

“Desde o surgimento, em 2017, a Digital Agro inovou ao levar o agronegócio digital para dentro das propriedades. Fizemos a primeira edição em Carambeí, próximo dos produtores rurais, pois sabemos que uma informação confiável e de qualidade pode transformar o agronegócio. Agora, também inovamos em tornar mais interativa a plataforma para o público”, destaca o superintendente da Frísia Cooperativa Agroindustrial e um dos organizadores do evento, Mario Dykstra.

Segundo o governador Carlos Massa Ratinho Junior, eventos como o Digital Agro ajudam a integrar ainda mais os produtores de um Estado vocacionado para o campo. “O Paraná é exemplo pela diversidade e capacidade tecnológica da sua produção, sempre com olhar voltado para o desenvolvimento sustentável e o cooperativismo. A força da nossa economia é resultado de uma cadeia organizada e bem estruturada nesse setor”, disse.

Para o presidente da Celepar, Leandro Moura, “o agro durante a pandemia não parou e mostrou toda a sua potência, essencial para a economia do nosso Estado e também do nosso País. Esse evento online, onde a Celepar entra como a grande parceira, é a oportunidade para que os grandes players do setor se encontrem em uma feira online para ter acesso ao que há de mais moderno e inovador no ramo. Também é uma ocasião interessante para mostrar o que de mais tecnológico o Governo do Paraná tem feito para estimular a economia no agro mesmo no período de pandemia pelo qual estamos atravessando”.

Painéis

A programação do evento terá como painéis “Tecnologias para produção sustentável”, “Futuro dos alimentos”, “O futuro da gestão no campo”, “AgroInnovation” e “Pecuária 4.0”. Cada período, matutino e vespertino, terá um tema como foco e, ao fim deles, haverá um debate com os palestrantes.

“Tecnologias para produção sustentável” visa a apresentação de tecnologias que otimizem os recursos naturais, fundamental para o agronegócio contemporâneo, gerando benefícios à sociedade e equilíbrio na cadeia produtiva.

Outro é “O futuro da gestão no campo”, importante para o aumento da produtividade e a melhoria da qualidade dos produtos, inclusive com a redução de custos e aumento da eficiência nos processos.

“AgroInnovation” remeterá à inovação no agronegócio, o que inclui as mais modernas soluções, como internet das coisas, big data, entre outras tecnologias. Já “Futuro dos alimentos” debaterá hábitos de consumo e novas formas de produção de alimentos.

Por fim, a “Pecuária 4.0” é baseada no conteúdo da ExpoFrísia, a tradicional feira desenvolvida pela cooperativa Frísia e que discute soluções e novas tendências na pecuária brasileira e mundial.

Números

A Digital Agro contará com a presença de 5 mil visitantes, que acompanharão a apresentação de produtos e serviços de 25 expositores e terão acesso a 20 horas de conteúdo, com palestras e discussões.

Nesta edição, a feira contará com uma plataforma desenvolvida para aumentar a interatividade e a experiência do visitante em três espaços principais. Um deles é voltado aos Exibidores, uma vitrine virtual para os expositores e as ativações de marcas.

Além disso, haverá o espaço Conteúdo, uma experiência ao vivo e on demand com o tema inovação no agronegócio. O terceiro espaço é o de Networking, que permitirá aos participantes se conectarem com outros visitantes para promover a troca de experiência e relacionamento.

Serviço
Digital Agro Virtual 2021
Entrada: R$ 150 (inteira) / R$ 75 (meia)
Fonte: Frísia Cooperativa Agroindustrial
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FPT Industrial impulsiona trator aquático

Por redação 02/06/2021
Escrito por redação

- FPT Industrial impulsiona trator aquático

Embarcação fabricada pela Gasparmar Construção e Reparos Navais opera em atividades de retirada de resíduos e vegetações aquáticas

Fornecedora de uma ampla oferta de motores para o segmento marítimo, a FPT Industrial, marca da CNH Industrial, desenvolve soluções customizadas para cada tipo de missão. Na Bahia, um trator aquático equipado com o motor FPT N45 opera com sucesso na limpeza e retirada de resíduos e vegetações aquáticas há mais de um ano.

Produzido pela Gasparmar, empresa de Santa Catarina especializada em construção e reparos navais, o equipamento, chamado Trackmar, é impulsionado pela motorização na configuração mecânica. Com 164 hp, tem potência dimensionada para a operação, ressaltando o custo x benefício do projeto, além de funcionar de forma 100% satisfatória, com o suporte do Distribuidor Master Forza JMalucelli.

Para operar na tarefa, o trator aquático conta com ferramentas de remoção mecânicas, atuando no recolhimento em ambientes hídricos, como rios, açudes, lagoas, reservatórios e mananciais. Aprovada na aplicação, a motorização FPT agora é homologada para novos projetos da Gasparmar.

“Estamos satisfeitos tanto com o motor FPT, quanto com o respaldo da revendedora da marca. Tivemos todo o apoio necessário e, mesmo após o negócio fechado, o motor não precisando de manutenção contínua, dirimimos todas as nossas dúvidas, contando com a presença do consultor e uma boa equipe que dá sustentação. Este primeiro motor FPT nos tornou cliente da marca e da Forza JMalucelli”, afirma a Gasparmar.

Família NEF 

O motor FPT N45 integra a Família NEF, composta por modelos a diesel com cilindrada de 4,5 litros a 6,7 litros. Compactos, potentes e econômicos, eles representam o equilíbrio perfeito entre desempenho e confiabilidade, com design racional, em que cada componente foi dimensionado para a máxima versatilidade. Além do segmento marítimo, a família também está presente nos segmentos on-road, de transporte de cargas e passageiros, off-road, de máquinas agrícolas e de construção, e de geração de energia. Em todo o mundo, mais de 1.800 aplicações contam com os atributos destes motores.

“A Família NEF está apta a trabalhar em diferentes condições. Nossos motores entregam a melhor combinação entre resposta de aceleração, torque e potência, com menores necessidades de intervenção e baixo consumo de combustível”, aponta o especialista de Marketing de Produto da FPT Industrial, Edinilson Almeida.

Distribuidor Master da FPT Industrial desde 2017, a Forza JMalucelli representa a marca nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

“Nossa empresa tem como missão oferecer máquinas e peças de qualidade, satisfazendo as expectativas dos clientes e buscando sempre a excelência na prestação de serviços. A Forza JMalucelli tornou-se revendedora FPT sedimentada numa parceria que culmina com a referência dos produtos finais ao cliente, além do suporte geral e imprescindível em todos os momentos”, afirma o diretor Comercial da Forza JMalucelli, Rafael Malucelli. “Neste negócio, como em todos os outros, a premissa sempre é a mesma: prestar atendimento necessário tanto anterior à venda, como durante e pós. Somos gratos ao cliente por acreditar no trabalho de todos os envolvidos” acrescenta Malucelli.

Portfólio marítimo ampliado

Recentemente o portfólio marítimo global da FPT Industrial foi ampliado com a chegada do motor FPT C90 170 Stage V e um novo sistema de refrigeração de quilhas, apresentados durante o evento digital Marine Virtual Experience.

“Oferecemos aos clientes soluções customizadas que atendam às suas necessidades. Na FPT, um dos nossos lemas é Você fala e nós escutamos, porque queremos estar próximos dos clientes, proporcionando-lhes a melhor solução possível”, reforça o presidente da FPT Industrial para a América do Sul, Marco Rangel.

Fonte: FPT Industrial/Grupo CNH Industrial
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Notícias

Brasil é o quarto maior produtor de grãos mundial, diz estudo

Por redação 02/06/2021
Escrito por redação

- Brasil é o quarto maior produtor de grãos mundial, diz estudo

País responde por 50% do mercado de soja e alcançou, em 2020, o posto de segundo exportador de milho. O Brasil tem o maior rebanho bovino do mundo e é o maior exportador desta carne. Também se consolidou como o maior produtor de açúcar e café

Estudo elaborado pela Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas (Sire) sobre as exportações do Brasil nas últimas duas décadas revela que o País ganhou posições importantes no mercado internacional, tanto na produção quanto na exportação de produtos. Intitulado O agro no Brasil e no Mundo: uma síntese do período de 2000 a 2020, a pesquisa aponta que o País é o quarto maior produtor de grãos (arroz, cevada, soja, milho e trigo) do mundo, atrás apenas da China, dos Estados Unidos e da Índia, sendo responsável por 7,8% da produção mundial. Em 2020, produziu 239 milhões e exportou 123 milhões de toneladas de grãos.

Os dados foram obtidos a partir da plataforma FAOSTAT, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para o período de 2000 a 2020, com ênfase no último ano. Os autores do estudo são o físico e analista em Ciência de Dados Adalberto Aragão e o pesquisador Elísio Contini.

Embora seja o quarto maior produtor de grãos, o Brasil é o segundo maior exportador do mundo, com 19% do mercado internacional. Nos últimos 20 anos, a exportação atingiu mais de 1,1 bilhão de toneladas, o que representou 12,6% do total exportado mundialmente. “Os dados mostram a evolução e o posicionamento da produção e comercialização internacional do agro brasileiro. Soja, milho, algodão e carnes são os produtos mais dinâmicos pela crescente demanda externa. A perspectiva é que devam continuar nos próximos anos. Crescimento populacional e elevação da renda no mundo são as forças motrizes da demanda mundial, principalmente na Ásia, destacando-se a China e, em futuro próximo, a Índia”, afirma Contini.

As exportações brasileiras alcançaram US$ 37 bilhões, só em 2020, e US$ 419 bilhões, entre 2000 e 2020. “O estudo tem como propósito apresentar a performance brasileira de produção e de exportação de grãos, carnes, frutas e produtos da silvicultura, nas duas últimas décadas. Trabalhamos com um recorte temporal de 2000 a 2020, utilizando dados do sistema FAOSTAT e realizando estimativas matemáticas para os resultados de 2020”, esclarece Adalberto Aragão.

Brasil lidera produção 

De 2000 a 2020, o País foi o segundo maior produtor e exportador de soja. A partir do ano passado, alcançou o primeiro lugar, com 126 milhões de toneladas produzidas e 84 milhões exportadas. O Brasil responde hoje por 50% do comércio mundial de soja. As exportações brasileiras do grão somaram US$ 30 bilhões, em 2020, e US$ 346 bilhões nas duas últimas décadas.Por outro lado, a produção de arroz continua sendo um desafio, pois desde 2000 o volume de produção permaneceu praticamente o mesmo, sem aumentos expressivos. China e Índia continuam sendo os maiores produtores mundiais do grão. O Brasil ocupa o nono lugar, mas sua produção é voltada para o mercado interno. Apenas 2% foi exportado em 2020.

O País ocupou em 2020 a terceira posição na produção mundial de milho, com 100 milhões de toneladas (8,2% do total), superado apenas pelos Estados Unidos e pela China. Nas últimas décadas, a posição relativa do Brasil não se alterou quando se considera a produção do grão, mas cresceu em termos de exportações.

Em 2020, os produtores brasileiros de milho exportaram 38 milhões toneladas, ou seja, 19,8% das exportações totais do produto, sendo o segundo maior exportador do grão, atrás apenas dos Estados Unidos. Apenas no ano passado, as exportações nacionais de milho somaram US$ 6 bilhões.

Feijão e algodão

O Brasil é o quarto maior produtor de feijão no mundo, mas não está entre os maiores exportadores, a maior parte da produção é destinada ao consumo interno. China, Índia e Myanmar foram os maiores produtores de feijão no mundo, responsáveis por mais de 60% de toda a produção em 2020.

“Produtos, como o arroz e o feijão, que historicamente atenderam ao consumo interno no Brasil, têm apresentado produção estagnada. Seu crescimento depende basicamente da evolução da população brasileira, hoje com baixas taxas. Adicionalmente, são produtos básicos da população brasileira, mas de baixa demanda quando a renda cresce. O arroz iniciou um movimento de exportação no último ano para alguns países com déficit de produção. Mas os grandes produtores mundiais de arroz protegem seu mercado, inclusive com subsídios, o que impacta também na nossa produção e exportação”, explica Elísio Contini.

Com relação ao algodão, o estudo demonstrou que apesar de o País ocupar a quinta posição em produção, ao se analisar a performance brasileira dos últimos 20 anos, percebe-se um aumento de produção, assim como de exportação do produto. Em 2020, o país foi o quarto maior produtor de algodão e o segundo maior exportador, atrás apenas dos Estados Unidos.

Rebanho bovino do mundo

Em 2020, o rebanho bovino brasileiro foi o maior do mundo, representando 14,3% do rebanho mundial, com 217 milhões de cabeças, seguido pela Índia com 190 milhões de cabeças. Apesar de o país ser o maior produtor de bovinos do mundo, ao adicionarmos a produção de aves e de suínos, o país passa a ocupar a terceira posição mundial no mercado internacional, com uma produção que corresponde a 9,2%, em 2020, ou 29 milhões de toneladas, atrás da China e dos Estados Unidos.

Mas em quantidade de carnes exportadas (bovina, suína e aves), em 2020, o Brasil passou a ocupar o segundo lugar, com 7,4 milhões de toneladas ou 13,4% do total mundial.

Entre 2000 e 2020, as exportações de carnes brasileiras renderam US$ 265 bilhões. Porém, ao se fazer o recorte sobre a carne bovina, o país, em 2020, foi o maior exportador de carnes do mundo, com 2,2 milhões de toneladas e 14,4% do mercado internacional. Em seguida, aparecem a Austrália, Estados Unidos e Índia. “Quando falamos em rebanho bovino separadamente o estudo observou que o país, em 2020, passou a ser o que possui o maior rebanho do mundo e também o maior exportador”, explicou Contini.

Produção de frango

A carne de frango é considerada importante alimento para o consumo interno e para as exportações. O Brasil possui o quarto maior rebanho de galináceos do mundo, com 5,6% do total em 2020, ou 1,5 bilhão de cabeças.

Destaque para os três maiores rebanhos: China (19,2%), Indonésia (14,7%) e Estados Unidos (7,5%).

Os Estados Unidos, apesar de ter o terceiro maior rebanho de galináceos, quando se trata de produção da carne de frango, em 2020,  lideraram com 16,7%, seguidos do Brasil com 11,8% (14 milhões de toneladas) e da China com 11,7% da produção mundial.

Em 2020, o Brasil se tornou o maior exportador de carne de aves com 4,3 milhões de toneladas (20,9%) e em segundo lugar os Estados Unidos com 18,2% do volume total exportado. Em 2020, as exportações brasileiras de carne de aves renderam US$ 6,6 bilhões.

Em relação aos últimos 20 anos, Estados Unidos e Brasil perderam participação. Ganharam importância Holanda, Tailândia e Polônia.

Carne suína

Com relação aos suínos, o Brasil, em 2020, alcançou a terceira posição mundial na produção, com 41 milhões de cabeças, ou seja, 4,4% do total. O destaque é a China com 41,1% do rebanho mundial, seguida dos Estados Unidos (8,4%). “A China vem conseguindo superar a Peste Suína Africana e continua liderando a produção de suínos no mundo, mas o seu consumo destina-se principalmente ao mercado interno”, explica o pesquisador Elísio Contini.

Em relação às exportações de carne suína, em 2020, a Alemanha e os Estados Unidos lideraram com participações acima de 15% do total cada um. O Brasil foi o 7º lugar em 2020 e o 8º nas duas últimas décadas, com participação abaixo de 5%.

Terceiro produtor de frutas

Em 2020, o Brasil foi o terceiro maior produtor de frutas do mundo, com 58 milhões de toneladas em frutas produzidas, 5,4% do total mundial. Os maiores produtores foram a China com 28,1%, seguida da Índia com 11,5%, ambos com crescimentos na participação mundial.

“No entanto, ao analisarmos o recorte temporal de 2000 a 2020, observamos que o Brasil vem perdendo participação no mercado mundial de produtores de frutas e se manteve como o 11º exportador neste mesmo período”, analisam os autores do estudo.”A dinâmica do Agro Brasileiro está nas exportações. No caso de exportação de frutas, o Brasil vem evoluindo, mas com pouco dinamismo se observarmos o potencial de comércio internacional. Frutas em natura, para o rico Hemisfério Norte são oportunidades de negócios bilionários, não explorados adequadamente pelo País. Adicione ainda o impacto em nutrição saudável para os consumidores mundiais”, avalia Elísio Contini, um dos autores do artigo “Exportar dietas saudáveis” que trata do tema.

Entre os países que mais exportaram frutas estão Espanha, Equador, Estados Unidos, China, Costa Rica, Holanda, Itália, Bélgica, Filipinas e África do Sul. Apesar de o Chile não estar entre os maiores exportadores, figura entre os países que mais geraram recursos com a exportação de frutas, o que demonstra o elevado valor agregado do produto chileno.

O Brasil exportou 3 bilhões de dólares de frutas em 2020 e 60 bilhões entre 2000 e 2020.

Açúcar e café

A participação brasileira na produção mundial tem-se elevado em relação aos últimos anos. Brasil foi de fato o maior produtor mundial de açúcar, com 1/3 da produção mundial, seguido da Índia com 17%.

Na produção de café (em grãos), em 2020, o Brasil liderou com 30,3% do total, ou 3,1 milhões de toneladas. Manteve sua participação relativa dos últimos anos. Em segundo lugar esteve o Vietnã, com 16,9% e com crescimento em relação às duas últimas décadas. Colômbia aumentou levemente sua participação na produção.

O Brasil foi responsável por mais de um quarto (25,5%) das exportações mundiais de café, comercializando 2 milhões de toneladas, seguido do Vietnã com 20,2% e da Colômbia com 10,7%.

A mesma situação observa-se com o açúcar, o país foi, em 2020, o maior produtor mundial de açúcar, com 1/3 da produção mundial, seguido da Índia com 17%. E também se consolidou como o maior exportador, com 22 milhões de toneladas no ano passado, o equivalente a 30% da exportação mundial.

Fonte: Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas (Sire)
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Steiger AFS Connect integra o novo portfólio da Case IH

Por redação 02/06/2021
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- Steiger AFS Connect integra o novo portfólio da Case IH

Projetado para oferecer conectividade total e mais controle operacional, a Case IH apresenta o novo Steiger AFS Connect. A linha de tratores articulados da marca da CNH Industrial, com modelos de 420 a 620, vem com a tecnologia AFS Connect embarcada, oferecendo todos os recursos de telemetria para proporcionar mais liberdade na hora de realizar o gerenciamento, o monitoramento e a transferência de dados.

“Esse trator define um novo padrão para o que a conectividade pode trazer de ganhos para uma operação agrícola, sem sacrificar a potência, a durabilidade e a eficiência pelas quais os tratores da linha Steiger são conhecidos”, afirma Silvio Campos, diretor de Marketing de Produto da Case IH.  “Dos aprimoramentos da máquina às novas tecnologias, os tratores agora fornecem acesso online para os produtores configurarem, conectarem e gerenciarem o trator, seja da cabine, do escritório ou do local onde estiverem”, complementa.

Conectividade total

As tecnologias AFS Connect embarcadas no trator podem ser acessadas de dentro da cabine. Uma delas é o monitor do AFS Pro 1200, que é projetado para navegação intuitiva com ótima visibilidade, mesmo nos dias mais claros. A visualização remota do monitor conecta os operadores aos gerentes de fazenda de maneira transparente, e os recursos Bluetooth permitem emparelhá-lo com um celular, trazendo tudo em um único visor.

O receptor AFS Vector Pro otimiza as opções de correção de orientação via satélite, proporcionando máxima precisão ao operador. “Todas essas novidades colaboram para tomadas de decisões mais assertivas no campo”, comenta Campos.

Conforto para o operador

A cabine do trator foi redesenhada e conta com um design de nível automotivo. Apresenta um apoio de braço totalmente novo com controles ergonômicos e assento giratório de 40 graus de tecido de alto padrão. “A ergonomia gera um ambiente de trabalho mais adequado e, por isso, é muito requisitada pelos usuários, já que apresenta muitas vantagens e benefícios na operação, como o aumento da segurança do operador, mais produtividade e mais engajamento”, explica.

O sistema de aquecimento, ventilação e ar condicionado também contribuem para o bem-estar do operador. A iluminação e os espelhos telescópicos reguláveis ampliam a visibilidade da lavoura.

“A cabine prioriza o conforto para a produtividade, apresentando um estilo moderno e novos recursos para personalização aprimorada e facilidade de uso”, afirma Campos.

Suporte remoto

O portal AFS Connect centraliza todas as informações da máquina e da fazenda. Assim, ele permite que os responsáveis pelas operações gerenciem com precisão sua propriedade, frota e dados de um computador ou celular em qualquer lugar, enquanto seus dados são transferidos para uma nuvem.

Os usuários podem visualizar as operações de campo atuais, informações da frota e dados agronômicos, monitorando remotamente sua operação como se estivessem na cabine. Proprietários e gerentes têm a liberdade de compartilhar dados agronômicos selecionados com parceiros terceirizados.

A conectividade fornece mais recursos de suporte, reduzindo o tempo de inatividade e mantendo os operadores em campo. O acesso remoto do monitor permite que um gerente ou concessionário compartilhe da mesma visão do operador, conseguindo   ajudá-lo a identificar eventuais problemas.

Os concessionários também podem usar o suporte de serviço remoto para identificar as necessidades de manutenção e serviços para orientarem, proativamente, quais peças serão necessárias, sem visitar a operação. As atualizações à distância de software permitem que as revendas enviem atualizações de firmware sem fio diretamente para o trator.

“A conectividade economiza tempo de inatividade em campo. Esteja no trator ou a 300 quilômetros de distância, o produtor terá a mesma capacidade de gerenciar a sua frota e a operação. Ele poderá compartilhar e transferir dados – de linhas de orientação a informações agronômicas e de aplicação de toda a temporada”, explica Campos.

Potência e desempenho robustos

A nova linha de tratores Steiger AFS Connect pode ser configurada para se adequar a qualquer operação e é construída para uma variedade de aplicações. O chassi robusto e os eixos maciços podem chegar a um lastro total máximo de até 29.900 kg, atendendo as tarefas mais exigentes.

A linha também oferece duas opções de transmissão PowerDrive Powershift. Para os modelos de 420 a 540cv, a transmissão é PS4, e para as versões de 580 a 620, o trator vem equipado com a PS6.

Em relação à versão anterior, os tratores da série Steiger AFS Connect também apresentam tanques de combustível maiores para cobrir mais hectares. Os produtores podem trabalhar por jornadas mais longas com menor necessidade de paradas para abastecimento. Os intervalos de troca de óleo mais abrangentes e a manutenção facilitada no nível do solo proporcionam a diminuição dos custos de operação e mantêm o equipamento no campo ativo durante o maior tempo possível.

Fonte: Case IH

 

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Benefícios e desafios da agricultura digital nas pequenas fazendas

Por redação 02/06/2021
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- Benefícios e desafios da agricultura digital nas pequenas fazendas

O Podcast desta semana discute o papel da agricultura digital – tecnologia que auxilia o produtor a acompanhar mais de perto as atividades rurais, por meio de aplicativos e dispositivos, responsáveis pela coleta e pelo processamento de dados a respeito da fazenda.

O uso dessa tecnologia tem sido favorecido pelo aumento de investimentos em pesquisa e também devido à demanda crescente pelo aperfeiçoamento de processos no agronegócio e busca por maior produtividade.

Isso porque, a agricultura digital tornou possível o aumento na safra de grãos, sem que necessariamente a área de plantio expandisse na mesma proporção.

De acordo com o censo do IBGE, entre 2006 e 2017, a produção de soja, por exemplo, cresceu cerca de 123%, o que representa 3,4 toneladas do grão por hectare, um crescimento de 30% no período, graças à tecnologia empregada no campo.

Mas e quando se trata de pequenas propriedades? Será que os resultados são promissores? De que forma a agricultura digital pode ajudar a alavancar os negócios do pequeno produtor?

Conversamos com o professor de Agronomia da Universidade Federal de Santa Maria, Antônio Luis Santi, a respeito destas questões e de como a falta de conectividade no campo atrapalha o desenvolvimento e uso em larga escala dessa tecnologia. Acompanhe:

Máquinas & Inovações Agri · #017 – Antonio Luis Santi comenta “GANHOS DA AGRICULTURA DIGITAL PARA OS PEQUENOS PRODUTOS”
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TOMRA Systems anuncia novo CEO, Tove Andersen

Por redação 01/06/2021
Escrito por redação

- TOMRA Systems anuncia novo CEO, Tove Andersen

A TOMRA Systems ASA anunciou que o atual presidente e CEO, Stefan Ranstrand, será substituído por Tove Andersen até 1º de novembro desse ano. Tove se junta à TOMRA vindo da fornecedora global de produtos agrícolas e agentes de proteção ambiental YARA International, onde ela é atualmente vice-presidente executiva na Europa. A YARA International, que também está sediada na Noruega, tem um faturamento de US $ 12,9 bilhões, cerca de 16.000 funcionários, operações em mais de 60 países e está listada na Bolsa de Valores de Oslo.

Comentando sobre sua nomeação, Tove disse: “Eu vi o ótimo trabalho que a TOMRA está fazendo para permitir a economia circular, ao mesmo tempo que garante a responsabilidade pelos recursos e minimiza o desperdício nas indústrias de alimentos, reciclagem e mineração. É realmente motivador ingressar na TOMRA para liderar a revolução dos recursos. Estou muito animada para assumir a função de novo CEO da TOMRA. Eu vi o impacto que a TOMRA está causando e juntar-se a esta empresa com a sustentabilidade no centro de sua estratégia é um privilégio”.

A TOMRA foi fundada em uma inovação em 1972 que começou com o projeto, fabricação e venda de máquinas de venda reversa (RVMs) para coleta automatizada de embalagens de bebidas usadas. Hoje, a TOMRA fornece soluções baseadas em tecnologia que permitem a economia circular com sistemas avançados de coleta e classificação que otimizam a recuperação de recursos e minimizam o desperdício nas indústrias de alimentos, reciclagem e mineração e está comprometida com a construção de um futuro mais sustentável.

Stefan Ranstrand, que é presidente e CEO da TOMRA desde 2009, disse: “Estou muito feliz em dar as boas-vindas a Tove Andersen como o novo CEO da TOMRA.

“Tove tem uma vasta experiência internacional trabalhando para a Yara, uma empresa como a TOMRA que tem a sustentabilidade no centro de sua estratégia. Estou ansioso para ver o impacto que Tove terá ao liderar a revolução dos recursos. São as pessoas da TOMRA que fazem esta empresa realizar grandes feitos para o nosso planeta. A Tove compartilha nossos valores de paixão, inovação e responsabilidade. Ela será uma grande líder para levar a TOMRA ao futuro. Tenho o prazer de receber pessoalmente Tove na TOMRA e estou ansioso para trabalhar ao lado dela durante a transição.”

Fonte: TOMRA Food

 

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