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Agrishow

Agrishow reúne o que há de mais avançado para impulsionar o agronegócio

Por Redação 14/04/2026
Escrito por Redação

Agrishow reúne o que há de mais avançado para impulsionar o agronegócio

A Agrishow, principal feira de tecnologia para o agronegócio da América Latina, irá reunir, em uma área de 520 mil metros quadrados, mais de 800 marcas de empresas nacionais e internacionais entre os dias 27 de abril e 1º de maio, em Ribeirão Preto (SP).

Para este ano, a expectativa é receber mais de 197 mil visitantes qualificados, vindos de todo o Brasil e de mais de 50 países, que poderão ver de perto o que há de mais tecnológico para o agronegócio. Entre os destaques, estão máquinas e equipamentos que trazem soluções que conectam produtividade, sustentabilidade e rentabilidade no campo para todos os perfis de propriedades, contemplando desde agricultores familiares até grandes players.

“Mais do que acompanhar a evolução do setor, a Agrishow se tornou um ponto de encontro estratégico para quem produz, investe e desenvolve o agronegócio. Ao longo dos dias da feira, percebemos na prática como as inovações, o conhecimento e o relacionamento impulsionam os resultados positivos no campo e projetam o agronegócio brasileiro para o mundo. Por isso, estamos contando com muitas novidades”, afirma João Marchesan, presidente da Agrishow.

Confira alguns dos lançamentos que serão destaque na Agrishow deste ano:

Máquinas agrícolas
  • Valtra: trará a recém-lançada linha A5 e A5 HiTech, com design renovado, motores AGCO Power mais eficientes e tecnologias que elevam a precisão e o desempenho, como piloto automático Valtra Guide by Trimble hidráulico e transmissão PowerShift HiTech4 com troca de marchas sem uso de embreagem.
     
  • Massey Ferguson: apresentará a série MF 5M, com modelos de 105 a 145 cv, que levam tecnologias como piloto automático, além do MF Connect para telemetria e monitoramento remoto, com foco nos pequenos e médios produtores. O destaque é o MF 5M.105, com motor AGCO Power de quatro cilindros, transmissão 12×12 e opções de reversor, reunindo versatilidade, facilidade de operação e bom custo-benefício para atender desde operações mais simples até sistemas produtivos mais tecnificados.
     
  • Fendt: apresentará a nova geração dos tratores Fendt 1000 Vario Gen 4, com maior eficiência no consumo de combustível e ampliam a vida útil dos implementos, além de melhor iluminação. Outra novidade é a plantadeira Fendt Momentum de 30 e 40 linhas, que reduz em até 75% a sobreposição de insumos.
     
  • Agritech: para celebrar seus 25 anos, a marca terá como destaque o novo trator AGT 25 Cabinado, que amplia conforto e desempenho no campo. A Agritech também apresentará no evento o novo design dos modelos 1185 Compacto e AGT 75 Compacto, reforçando seu compromisso com inovação e eficiência para o agricultor familiar.
     
  • Cemag: terá quatro lançamentos: ROBUSTA 6000, GRAN ROBUST 10500, ROÇAX 1600 ECO e CARRETA DE USO GERAL DE 7 TONELADAS, voltados ao preparo do solo, manejo e colheita, reforçando a eficiência e a versatilidade no campo.
Agricultura de precisão
  • AGTech: irá apresentar soluções completas para uma agricultura de alta performance, com foco em automação, conectividade e uso de dados em tempo real. O portfólio integra máquinas, sistemas e pessoas para aumentar a eficiência, reduzir custos e otimizar a tomada de decisão no campo, abrangendo desde o plantio até a colheita, com tecnologias como agricultura de precisão e operações com drones.
     
  • Graf Syteco: mostrará IHMs (displays) de alta tecnologia voltados a máquinas e implementos agrícolas. As soluções incluem visão 360° (Bird View), inteligência artificial para detecção de obstáculos e sistemasrobustos e personalizáveis, que aumentam a segurança, reduzem riscos de colisões e melhoram a eficiência operacional no campo.
     
  • Thunderstruck AG: destacará soluções para aumentar a eficiência da debulha, com destaque para os côncavos Razor’s Edge, que podem proporcionar até 25% mais velocidade de colheita, economia de combustível de até 40% e redução de até dois terços nas perdas de grãos. O portfólio inclui ainda a bandeja ScherGain, que permite mensurar com precisão as perdas e orientar decisões no campo com base em dados reais.
     
  • PTx: lançará a plataforma FarmENGAGE, que unifica a gestão de frotas agrícolas com monitoramento em tempo real e relatórios automatizados, independentemente da marca, modelo e ano do equipamento. A empresa também apresentará o PTx Trimble OutRun, sistema que permite a operação totalmente autônoma de carretas graneleiras em tratores.
     
  • Sigma: a grande novidade é a Estação de Medição de Fluxo de Carbono Sensor Carbon Node LI-720, voltada à quantificação de carbono em sistemas agrícolas, reforçando a importância do monitoramento em projetos de sustentabilidade e mercado de carbono. O portfólio inclui ainda o Sensor de Evapotranspiração LI-710, para monitoramento diário de ET ou FCO2, e o LAI-2200C, utilizado na análise da estrutura das culturas e índice de área foliar.
Armazenagem
  • CASP: trará soluções voltadas à armazenagem de grãos e de proteína animal, desenvolvidas sob medida para diferentes realidades no campo. O espaço da empresa prioriza o contato direto com o público para orientar e aprofundar discussões sobre cada tipo de operação.
     
  • AGI Brasil: apresentará uma unidade compacta de silo voltada a pequenos e médios produtores que buscam melhorar o armazenamento em suas fazendas, com sistema de carga e descarga por correia que garante mais agilidade, segurança operacional e preservação da qualidade dos grãos.
Inteligência Artificial
  • Solinftec: amplia seu portfólio com robôs autônomos Solix XT e XC, focados em eficiência e escala no campo, consolidando a chamada IA física, em que a inteligência artificial passa a executar decisões no campo. A empresa também lança a IA Alice Multiagente, solução que transforma dados em ações práticas, aumentando a precisão e a produtividade das operações agrícolas.
Software e hardware
  • TOTVS: entre os destaques estarão sistemas para multicultivo, bioenergia e commodities, além do lançamento do TOTVS Agro Distribuidor e de um CRM especializado para o campo, soluções completas para a cadeia do agronegócio, com foco em gestão e eficiência operacional.
Equipamentos para irrigação
  • Vista Hydraulics: apresentará novos comandos hidráulicos para pulverizadoras, focados em precisão e confiabilidade, além das bombas bi-rotacionais Alpha e Beta, que são 100% intercambiáveis com produtos OEM. O portfólio inclui ainda válvulas divisoras de fluxo VMTDA08, que permitem distribuir a vazão em até quatro saídas, otimizando o desempenho dos sistemas.

Os ingressos para a Agrishow 2026 estão no segundo lote e podem ser adquiridos pelo site agrishow.com.br. Nesta fase, o valor é de R$ 85,00 por dia, com opção de meia-entrada conforme a legislação vigente. No momento da compra, o visitante deve selecionar previamente o dia da visitação.

Também é possível adquirir antecipadamente o ticket de estacionamento, com valores a partir de R$ 75,00 por dia, além de pacotes para o estacionamento VIP, disponíveis por R$ 580,00 para os cinco dias de evento.

Durante a realização da feira, entre 27 de abril e 1º de maio de 2026, das 8h às 18h, a entrada na bilheteria terá valor de R$ 150,00 por dia.

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Solinftec apresenta nova geração de robôs agrícolas durante a Agrishow
Agrishow

Solinftec apresenta nova geração de robôs agrícolas durante a Agrishow

Por Redação 14/04/2026
Escrito por Redação
Solinftec apresenta nova geração de robôs agrícolas durante a Agrishow

Solinftec apresenta nova geração de robôs agrícolas durante a Agrishow

A Solinftec, empresa brasileira com atuação global em inteligência artificial e soluções sustentáveis para o agronegócio, apresenta durante a Agrishow 2026, em Ribeirão Preto (SP), uma nova etapa de sua estratégia em robótica agrícola. A companhia lança a expansão de seu portfólio com uma família de robôs autônomos voltados à operação no campo.

Após consolidar o primeiro modelo do Solix, o X1, como referência em operações autônomas, a empresa introduz dois novos equipamentos: o Solix XT e o Solix XC. A proposta é ampliar a atuação com múltiplos robôs capazes de aumentar a cobertura operacional e oferecer maior autonomia ao produtor.

O movimento marca um novo momento para a companhia, que avança na consolidação da chamada IA física, em que inteligência artificial deixa de apenas gerar insights e passa a executar decisões diretamente no campo, com autonomia, precisão e escala

Com a novidade, a empresa busca transformar uma tecnologia já validada em uma nova categoria de operação. A família de robôs foi desenvolvida para aplicar inteligência artificial em diferentes culturas, escalas e etapas produtivas, com foco na distribuição das atividades, redução de gargalos e maior controle das operações.

“Essa nova geração é a escala: quando a autonomia deixa de ser solução e passa a ser infraestrutura do campo. Com uma família de robôs, ampliamos essa capacidade para diferentes realidades, passando a operar o campo de outra forma” afirma Léo Carvalho, CGSO (Chief Global Strategy Officer) da Solinftec

A nova arquitetura operacional combina diferentes perfis de atuação. O Solix XT é voltado à operação contínua ao longo do ciclo produtivo, com foco em frequência, consistência e aplicação seletiva. O modelo pode operar por até 50 horas, com capacidade de cobertura de até 500 hectares, inicialmente em culturas como a cana-de-açúcar.

Já o Solix XC foi desenvolvido para operações em larga escala, priorizando velocidade e intensidade. Com autonomia de até 70 horas e capacidade de cobrir até 1.000 hectares por ciclo, o equipamento atua em culturas como soja, milho e algodão, com aplicações seletivas e em área total.

Segundo Léo Carvalho, os dois modelos têm funções complementares. Enquanto o XT atua na manutenção contínua do campo, contribuindo para a redução de variabilidade e antecipação de problemas, o XC é direcionado a momentos em que há necessidade de execução rápida em grandes áreas.

A combinação dos equipamentos permite reduzir a dependência de operações manuais e aumentar a previsibilidade, ao integrar controle contínuo e escala operacional em um mesmo sistema.

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Mercado

Previsão do IBGE aponta aumento de 0,7% na safra de grãos e indica recorde na série histórica

Por Redação 14/04/2026
Escrito por Redação
Previsão do IBGE aponta aumento de 0,7% na safra de grãos e indica recorde na série histórica

Estimativa da produção de soja alcançou novo recorde na série histórica em 2026, totalizando 173,7 milhões de toneladas – Foto: Gilson Abreu/AEN

A estimativa de março de 2026 para a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas atingiu 348,4 milhões de toneladas, 0,7% maior que a obtida em 2025 quando atingiu 346,1 milhões de toneladas, um crescimento de 2,3 milhões de toneladas. Em relação ao mês anterior, houve aumento de 4,3 milhões de toneladas (1,2%). Os dados são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado hoje (14) pelo IBGE.

O arroz, o milho e a soja, que são os três principais produtos deste grupo, representaram 92,9% da estimativa da produção e respondem por 87,6% da área a ser colhida. Em relação ao ano anterior, houve crescimentos de 1,0% na área a ser colhida da soja; de 3,3% na do milho; e de 7,0% na do sorgo, ocorrendo declínios de 6,9% na do algodão herbáceo (em caroço); de 10,1% na do arroz em casca; e de 3,3% na do feijão.

Já na área a ser colhida, ocorreu o aumento de 1,6 milhão de hectares frente a área colhida em 2025, crescimento anual de 2,0%, correspondendo a 83,2 milhões de hectares. Em relação ao mês anterior, a área a ser colhida apresentou aumento de 265 837 hectares (0,3%). A estimativa da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas de março de 2026 é recorde da série histórica do IBGE.

“A estimativa de março é recorde da série histórica do IBGE. Com o aumento mensal de produção em todos os estados da região Centro-Oeste. Porém, chama atenção a queda na safra do Rio Grande do Sul, que sofreu com falta de chuvas e altas temperaturas nos meses de janeiro e fevereiro. Apesar da queda, comparado com 2025, a safra gaúcha é 34,6% superior”, Carlos Barradas, apontou o gerente do LSPA.

Mato Grosso na liderança na produção de grãos

A estimativa da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou variação anual positiva para as Regiões Sul (7,1%) e a Nordeste (5,6%); e negativas para a Centro-Oeste (-2,3%), a Sudeste (-1,9%) e a Norte (-3,2%). Quanto à variação mensal, apresentaram crescimentos na produção: a Norte (0,3%), a Centro-Oeste (3,9%) e a Nordeste (1,3%). Na Sudeste houve estabilidade (0,0%), enquanto a Sul apresentou declínio (-2,9%).

Na distribuição da produção pelas Unidades da Federação, o Mato Grosso lidera como o maior produtor nacional de grãos, com participação de 31,0%, seguido pelo Paraná (13,7%), Rio Grande do Sul (10,8%), Goiás (10,7%), Mato Grosso do Sul (8,2%) e Minas Gerais (5,4%), que, somados, representaram 79,8% do total.

Soja tem previsão de novo recorde 

A estimativa da produção de soja alcançou novo recorde na série histórica em 2026, totalizando 173,7 milhões de toneladas, aumento de 0,3% em relação ao mês anterior e de 4,6% maior em comparação à quantidade obtida no ano anterior. A área cultivada deve crescer 1,0% e alcançar 48,3 milhões de hectares, enquanto o rendimento médio, de 3 603 kg/ha, deve crescer 3,6% em relação ao ano anterior.

“As projeções indicam uma safra histórica, impulsionada por condições climáticas favoráveis na maior parte das Unidades da Federação produtoras e pela recuperação parcial da safra gaúcha”, destaca o gerente do LSPA, Carlos Barradas.

O Mato Grosso, maior produtor nacional da oleaginosa, estimou uma produção de 50,5 milhões de toneladas, aumentos de 4,1% em relação ao estimado em fevereiro e de 0,7% em relação ao volume colhido no ano anterior. O Mato Grosso do Sul aguarda uma produção de 15,6 milhões de toneladas, crescimentos de 4,5% em relação a fevereiro.

O Paraná, com uma produção de 22,1 milhões de toneladas, deve ter o segundo maior volume colhido do País, com declínio de 0,9% em relação ao mês anterior. O Rio Grande do Sul estimou uma produção de 18,4 milhões de toneladas, declínio de 11,5% em relação ao mês anterior. Em Santa Catarina, a produção deve alcançar 3,1 milhões de toneladas, aumento de 1,0% em relação ao mês anterior.

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Conab estima safra recorde de grãos com 356,3 milhões de toneladas em 2025/26
Mercado

Conab estima safra recorde de grãos com 356,3 milhões de toneladas em 2025/26

Por Redação 14/04/2026
Escrito por Redação

Conab estima safra recorde de grãos com 356,3 milhões de toneladas em 2025/26

Clarisse Sousa – A produção de grãos na safra 2025/26 está estimada em 356,3 milhões de toneladas, segundo o 7º Levantamento de Grãos divulgado nesta terça-feira (14) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa aumento de 4,1 milhões de toneladas em relação à safra 2024/25 e de 2,9 milhões de toneladas frente ao levantamento anterior. Caso confirmado, o resultado será o maior da série histórica.

A área semeada deve atingir 83,3 milhões de hectares, crescimento de 2%. A produtividade média está projetada em 4.276 quilos por hectare, abaixo dos 4.310 quilos por hectare registrados na safra anterior. Apesar da redução de 0,8%, o índice representa o segundo maior desempenho da série histórica da Companhia.

Para a soja, a estimativa é de produção recorde de 179,2 milhões de toneladas. A colheita alcança 85,7% da área. Segundo a Conab, a redução das chuvas em março favoreceu o avanço dos trabalhos no campo. A produtividade média nacional está projetada em 3.696 quilos por hectare.

Milho

No caso do milho, a produção total está estimada em 139,6 milhões de toneladas, recuo de 1,1% em relação ao ciclo anterior. A primeira safra deve alcançar 28 milhões de toneladas, com área estimada em 4,1 milhões de hectares. Já a segunda safra tem produção prevista em 109,1 milhões de toneladas, queda de 3,6%. A semeadura do segundo ciclo está em fase final, com lavouras em diferentes estágios de desenvolvimento.

Arroz e feijão

Para o arroz, a produção estimada é de 11,1 milhões de toneladas, redução de 12,9% frente à safra passada. O resultado é atribuído à diminuição de 13,1% na área plantada e às condições climáticas em parte das lavouras. A colheita atinge 72% no Rio Grande do Sul, 93% em Santa Catarina e 52% em Tocantins.

A produção de feijão está estimada em 2,9 milhões de toneladas, queda de 5,2% em relação ao ciclo anterior. Segundo a Conab, o volume é suficiente para o abastecimento interno.

Algodão

Para o algodão, a estimativa é de 3,8 milhões de toneladas de pluma, redução de 5,8%. A área plantada deve atingir 2 milhões de hectares, queda de 2,1%. De acordo com a Companhia, as lavouras apresentam desenvolvimento dentro do esperado até o momento.

No mercado, a Conab revisou as estimativas para o estoque de passagem de milho, com base na produção total projetada. A previsão é de 12,8 milhões de toneladas ao final de janeiro de 2027. As exportações estão estimadas em 46,5 milhões de toneladas, enquanto o consumo interno foi projetado em 96,5 milhões de toneladas.

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14/04/2026 0 Comentários
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Crédito rural empresarial atinge R$ 404 bilhões no Plano Safra 2025/2026
Mercado

Crédito rural empresarial atinge R$ 404 bilhões no Plano Safra 2025/2026

Por Redação 13/04/2026
Escrito por Redação

Agrishow - Crédito rural empresarial atinge R$ 404 bilhões no Plano Safra 2025/2026

O crédito rural empresarial registrou desempenho expressivo entre julho de 2025 e março de 2026, com crescimento de 10% no volume total de recursos contratados, que chegou a R$ 404 bilhões. A safra passada contabilizou R$ 368 bilhões no mesmo período. Os dados integram o Boletim do Crédito Rural do Plano Safra 2025/2026, elaborado pelo Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário (DEFIN), da Secretaria de Política Agrícola, com base em dados do SICOR/Banco Central.

Já os recursos efetivamente concedidos, aquelas operações cujos valores foram liberados na conta do produtor rural, totalizaram R$ 387 bilhões, crescimento de 5% em relação à safra anterior.

O destaque é para a emissão de Cédulas de Produto Rural (CPR) por produtores em favor de instituições financeiras, que avançou 38% no período, chegando a R$ 183,1 bilhões. Como a CPR é majoritariamente voltada ao custeio da safra, ao somar esse instrumento ao crédito de custeio convencional, o volume de recursos disponibilizados para essa finalidade alcança R$ 303,1 bilhões, 13% acima do registrado na safra 2024/2025.

“O crescimento de 10% nas contratações e de 5% nas concessões demonstra a solidez do financiamento agropecuário brasileiro, mesmo em um cenário de maior seletividade por parte dos produtores e do sistema financeiro”, ressalta a Secretaria de Política Agrícola do Mapa.

Desempenho por finalidade

A análise por modalidade revela comportamentos distintos entre as linhas de crédito. A industrialização registrou o maior crescimento proporcional: alta de 74% nas contratações (R$ 28,1 bilhões) e de 64% nas concessões (R$ 26,4 bilhões), refletindo maior demanda por financiamento de processamento agroindustrial.

Por outro lado, as linhas tradicionais de custeio e investimento apresentaram retração. O custeio caiu 11% nas contratações (R$ 120,0 bilhões) e 15% nas concessões (R$ 114,3 bilhões). O crédito de investimento recuou 16% nas contratações (R$ 45,5 bilhões) e 30% nas concessões (R$ 37,6 bilhões). A comercialização também registrou quedas: -10% nas contratações (R$ 27,2 bilhões) e -16% nas concessões (R$ 25,5 bilhões).

O boletim aponta que a retração no investimento reflete a cautela do setor diante das taxas de juros vigentes, em um contexto de expectativa de queda da Selic em torno de 2 pontos percentuais até o fim de 2026.

Entre os principais programas, o Prodecoop foi o único a registrar crescimento (+20%), com R$ 900 milhões concedidos. Os demais apresentaram queda, porém em percentuais menores do que os observados no mês passado.
O total de contratos firmados no período recuou 24%, passando de 534.351 para 408.353 operações. Por segmento, o Pronamp registrou 156.485 contratos, enquanto os demais produtores somaram 127.615 contratos. As operações vinculadas a CPR totalizaram 125.310 contratos.

Na regionalização, a região Sul mantém a liderança no número de operações, enquanto o Sudeste lidera em termos de valores.

Fontes de recursos

As fontes controladas de crédito rural totalizaram R$ 106,5 bilhões em concessões, com redução de 7%. Entre as principais fontes, os Recursos Obrigatórios cresceram 19%, somando R$ 42,8 bilhões. A Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) Controlada teve crescimento expressivo de 3.564%, alcançando R$ 26,9 bilhões. A Poupança Rural Controlada somou R$ 7,5 bilhões em recursos concedidos e os Fundos Constitucionais somaram R$ 14,5 bilhões.

As fontes não controladas atingiram R$ 97,3 bilhões. A LCA, com R$ 47,8 bilhões, e a Poupança Rural Livre, com R$ 44,4 bilhões e crescimento de 39%, são os destaques. O BNDES Livre recuou 11%, somando R$ 4,4 bilhões.

Execução do Plano Safra

Até março de 2026, do total de R$ 113,4 bilhões em recursos equalizáveis programados para o Plano Safra 2025/2026, foram concedidos R$ 43,4 bilhões, representando 38% da execução, com saldo de 62% ainda a ser contratado.

Para o custeio, foram concedidos R$ 24,7 bilhões dos R$ 63,0 bilhões programados (39% executado). No investimento, R$ 18,4 bilhões foram concedidos dos R$ 49,5 bilhões previstos (37% executado). Na comercialização, R$ 307 milhões dos R$ 845 milhões programados foram aplicados (36% executado).

O Banco do Brasil lidera a execução, com R$ 7,1 bilhões em custeio (34% do programado) e R$ 7,0 bilhões em investimento (39%). O Sistema de Cooperativas Financeiras do Brasil (Sicoob) executou 59% do seu volume de custeio programado (R$ 5,6 bilhões), e o Sistema Cresol concluiu 100% das metas previstas nessa modalidade. No segmento de investimento, o Sicoob executou 69% do programado.

Há ainda R$ 21,7 bilhões em crédito já contratado mas ainda não concedido, dos quais R$ 10,8 bilhões referem-se a financiamentos sem vínculo com programa específico, R$ 2,2 bilhões ao Pronamp, R$ 0,9 bilhão ao PCA, e R$ 0,6 bilhão cada para Funcafé e Moderfrota.

Perspectivas

“O Boletim do Crédito Rural de julho/2025 a março/2026 revela um setor agropecuário que mantém a trajetória de crescimento no volume global de recursos, com destaque para a expansão da CPR e da industrialização. Ao mesmo tempo, a retração nas linhas de investimento e custeio convencional sinaliza maior seletividade dos produtores, associada ao ambiente de juros elevados”, explicou a SPA.

Os dados apontam ainda para expressivo potencial de crescimento até o encerramento do Plano Safra, com 62% dos recursos equalizáveis ainda disponíveis para contratação nos próximos meses.

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13/04/2026 0 Comentários
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Tecnologias de precisão das máquinas agrícolas contribuem para contornar a alta dos fertilizantes
Tecnologia

Tecnologias de precisão das máquinas agrícolas contribuem para contornar a alta dos fertilizantes

Por Redação 13/04/2026
Escrito por Redação

Tecnologias de precisão das máquinas agrícolas contribuem para contornar a alta dos fertilizantes

Os produtores brasileiros estão refazendo as contas para absorver os atuais altos custos de produção, levando em conta o aumento nos preços do combustível e fertilizantes, acarretados pelos conflitos no Oriente Médio. Com o Brasil importando entre 80% e 90% dos insumos nitrogenados utilizados, e com os fertilizantes representando cerca de 40% do custo total de produção, a eficiência operacional tornou-se uma importante ferramenta de sobrevivência financeira para o produtor.

Diante desse encarecimento somado à falta de combustível, o produtor precisa de uma alternativa para cortar gastos, e a escolha do maquinário certo pode ajudar nessa questão.

“A tecnologia de precisão deixou de ser apenas inovação para se tornar um redutor de custos da lavoura, já que ela garante que o insumo seja aplicado apenas onde é necessário, sem desperdícios que pesam na conta final”, comenta Elizeu dos Santos, Gerente de Marketing de Produto da Valtra, fabricante global de máquinas agrícolas.

Segundo o especialista, um dos maiores gargalos financeiros na agricultura atual é a sobreposição de insumos, que se trata do desperdício ocorrido quando fertilizantes, sementes ou defensivos são aplicados mais de uma vez na mesma área. Em operações de direção manual, o excesso de aplicação pode chegar a 4,5%. As tecnologias combatem diretamente essa perda.

Com o uso do piloto automático Valtra Guide aliado ao Controle de Seção (Section Control), a sobreposição pode ser reduzida a zero. Essa precisão gera uma economia direta de 4,5% a 10% nos custos com fertilizantes. Além disso, a maioria dos equipamentos da Valtra já faz a leitura de mapas de prescrição para realizar a aplicação em taxa variável, entregando a quantidade exata de insumo no local correto, respeitando as necessidades específicas de cada zona do terreno.

“A rentabilidade é decidida nos detalhes, e as tecnologias aplicadas no campo são importantes para a proteção de margem do agricultor. O uso inteligente de implementos, tecnologias, insumos e até do combustível pode ajudar o produtor a economizar e obter um maior retorno financeiro de suas produções”, ressalta Elizeu.

Para otimizar ao máximo o uso do adubo, a Valtra destaca inovações em seu portfólio de plantio e distribuição. A Plantadeira Momentum, por exemplo, conta com três seções de corte de fertilizante. Esse sistema reduz significativamente a sobreposição nas cabeceiras e melhora a eficiência da aplicação, gerando economia imediata do insumo. Outro grande aliado é o Distribuidor Dry Box 560, ideal para sementes e fertilizantes, que cobre grandes áreas com um rendimento de até 400 hectares por dia e, graças à sua tecnologia embarcada e piloto automático de fábrica, garante uma aplicação otimizada que ainda reduz o consumo de combustível em até 35%.

O combate ao desperdício também se estende à pulverização. Os Pulverizadores da Série R contam com a tecnologia de controle de vazão com sistema PWM bico a bico. Somados ao pacote Liquid Logic para a melhor gestão da calda, esses equipamentos reduzem sobreposições de forma inteligente e entregam uma impressionante economia de até 73% no uso de defensivos e insumos nas bordaduras.

Economia de combustível e proteção do solo

O diesel mais escasso e caro também pesa no orçamento operacional. A modernização da frota permite sair de sistemas engessados para uma gestão em que a máquina consome apenas o estritamente necessário. Equipamentos com a transmissão continuamente variável (CVT), como os tratores das Séries Q e T da Valtra, otimizam o uso da força do motor, permitindo uma economia média de combustível de 25% a 30% quando comparados a transmissões convencionais.

Essa eficiência também é aplicada na Série S6. O modelo opera com o motor AGCO Power de 8,4 litros, projetado para atingir a potência máxima com 7% menos rotações, o que reduz o consumo entre 10% e 15%. O equipamento também integra ferramentas de automação, como o SmartTurn, que elimina sobreposições nas manobras de cabeceira, evitando o gasto desnecessário de tempo e combustível, e minimizando a compactação do solo.

“Para um produtor que opera centenas de horas por safra, essa diferença paga o investimento na tecnologia e blinda a operação contra a volatilidade do preço do diesel”, conclui Elizeu dos Santos.

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Mercado

Integração internacional no agro abre novas fronteiras de negócios

Por Redação 13/04/2026
Escrito por Redação

Integração internacional no agro abre novas fronteiras de negócios

A agricultura mundial tem sido profundamente moldada pela força produtiva de dois gigantes: os Estados Unidos e o Brasil. De um lado, o modelo norte-americano se destaca pela alta tecnologia, eficiência operacional e liderança global na produção de grãos. Do outro, o Brasil consolida-se como um verdadeiro celeiro do mundo na produção de alimentos, impulsionado por sua diversidade, crescente inovação no campo e capacidade de produzir até três safras por ano.

Embora concorram em diversas commodities, esses dois países compartilham desafios e oportunidades que vão além da disputa por mercado. A integração entre as culturas agrícolas americana e brasileira abre espaço para a troca de conhecimento, adoção de boas práticas e geração de valor especialmente para empresas e agroindústrias brasileiras que buscam ampliar sua competitividade em escala global.

De acordo com Márcio Barboza, técnico em agricultura, gerente de exportação e vendas internacionais e especialista em expansão de mercado, planejamento estratégico e liderança de equipes, essa integração é sempre importante. “Não importa se é no preparo de solo ou em qualquer outra atividade: para atuar nos Estados Unidos, é fundamental entender suas peculiaridades se integrar a cultura local”, diz.

Segundo ele, os Estados Unidos são formados por uma diversidade cultural significativa, o que também se reflete no ambiente de negócios. “Cada estado tem suas características próprias. Em algumas regiões, principalmente no Sul, as relações são mais reservadas no início, mas, à medida que a confiança é construída, a proximidade cresce de forma consistente”, explica o especialista..

Importância da pesquisa de mercado

Para empresas que desejam acessar o mercado norte-americano, a pesquisa de mercado é um passo essencial. Compreender as características regionais, os perfis produtivos e as demandas específicas podem reduzir significativamente as barreiras de entrada. “Conhecer bem o produto e avaliar se ele se encaixa no mercado almejado é fundamental”, explica Barboza.

Não é recomendável, segundo o consultor, tentar inserir soluções voltadas para soja ou milho em regiões onde essas culturas não são expressivas, como na Califórnia, por exemplo. Nessa região já há mais oportunidades para segmentos específicos. “Quem atua com soluções para fruticultura, amêndoas e cultivos similares, a região pode ser estratégica”, destaca.

Outra recomendação é utilizar informações disponíveis online para mapear o mercado antes de ir a campo. “É possível acessar sites de revendas americanas, conhecer seus estoques, entender o tipo de maquinário utilizado e a potência de tratores mais comum em cada área, isso faz toda a diferença na abordagem comercial e torna as visitas presenciais muito mais assertivas”, orienta o profissional.

Além disso, ter uma base ou parceiro local nos Estados Unidos é um diferencial competitivo importante. “Os americanos valorizam muito a garantia de reposição de peças e suporte. Ter estoque local ou uma estrutura de apoio pode facilitar muito a entrada no mercado”, acrescenta.

Desafios

Entre os principais desafios para as empresas brasileiras está a comunicação. Dominar o idioma inglês é essencial para estabelecer relações comerciais sólidas, afinal a fluência facilitará a abertura de portas e fortalece a confiança nas negociações.

Outro ponto importante a se atentar é sobre às exigências logísticas e regulatórias. A boa notícia é que nesse ponto já há empresas especializadas locais que oferecem suporte completo, desde o transporte até o desembaraço aduaneiro. “Grande parte da operação pode ser terceirizada, o que facilita o processo de internacionalização”, explica Barboza.

Melhores oportunidades

Segundo o gerente de exportação, o segmento de componentes para o mercado de reposição (aftermarket) representa uma porta de entrada estratégica para empresas brasileiras. “É um caminho mais acessível do que tentar ingressar diretamente com máquinas ou equipamentos completos”, avalia.

Em relação às regiões, os estados do Sul dos Estados Unidos, como: Geórgia, Alabama, Mississippi, Flórida, Carolinas, Oklahoma e Arkansas, tendem a oferecer maior abertura inicial para novos negócios. Os estados da costa Oeste e parte do Noroeste, como Idaho, Washington, Oregon e Califórnia, também demonstram boa receptividade.

“Tive experiências positivas tanto com revendas vinculadas a grandes marcas quanto com independentes, que estão mais abertas a novas parcerias. Também destacaria o Texas como um mercado promissor”, relata Barboza.

Já o Corn Belt, principal região produtora de grãos do país, é preciso um pouco mais de atenção, pois apresenta maior grau de competitividade e barreiras de entrada mais elevadas.

“É um mercado mais consolidado e disputado e continua sendo o ambiente mais desafiador e competitivo para quem deseja entrar no mercado americano. É uma região mais indicada para quem já está com a operação consolidada”, conclui o consultor.

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13/04/2026 0 Comentários
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Precision Planting destaca plataforma em nuvem que revoluciona a gestão de dados no campo
Agrishow

Precision Planting destaca plataforma em nuvem para gestão de dados no campo

Por Redação 13/04/2026
Escrito por Redação

Precision Planting destaca plataforma em nuvem que revoluciona a gestão de dados no campo

A PTx, marca que combina tecnologias de agricultura de precisão da Precision Planting e da PTx Trimble, destaca, durante a Agrishow 2026, o Panorama. Desenvolvida pela Precision Planting, a nova plataforma de dados em nuvem promete transformar a forma como o agricultor brasileiro gerencia sua operação, centralizando todas as informações agronômicas em uma interface única, intuitiva e altamente conectada.

O agronegócio brasileiro, conhecido por sua escala e adoção de alta tecnologia, exige ferramentas que simplifiquem a tomada de decisão rápida e assertiva. O Panorama foi desenhado exatamente para atender a essa demanda. Atuando como um companheiro móvel e para web do monitor Precision Planting 20|20, a plataforma fornece dados agronômicos detalhados e precisos sobre as operações de plantio, colheita e pulverização.

Sincronia no campo e gestão em tempo real

Um dos grandes diferenciais do Panorama é a introdução de funcionalidades que otimizam a logística da frota. O inovador recurso PassMaster permite que dois monitores 20|20 compartilhem mapas e dados de cobertura de forma sincronizada na mesma área, evitando sobreposições, economizando insumos e garantindo o máximo de eficiência operacional.

Além disso, a gestão à distância ganha um novo patamar com a nova opção de transmissão ao vivo. Com ela, os produtores podem visualizar as telas de seus monitores remotamente, acompanhando o desempenho do maquinário em tempo real, de qualquer lugar, direto do celular ou do computador.

Somado a isso, o Panorama mantém sua capacidade de integração com frotas mistas. Em um cenário onde as propriedades operam com maquinários de diversas marcas, a solução garante que os dados conversem entre si sem barreiras, oferecendo ao produtor controle absoluto sobre o compartilhamento de suas informações e análises aprofundadas da safra.

“O produtor brasileiro é um dos mais eficientes do mundo, mas o volume de dados gerados no campo hoje pode ser esmagador se não houver uma ferramenta inteligente para traduzi-los”, destaca Rosiéli Mika Bonette, especialista de Marketing de Produto da PTx Trimble.

“Com o Panorama e recursos como a transmissão ao vivo e o PassMaster, entregamos o poder da clareza e do controle remoto. O agricultor passa a ter a sua fazenda na palma da mão, conectando equipamentos de diferentes marcas e transformando dados brutos em rentabilidade, redução de custos e aumento direto de produtividade.”

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13/04/2026 0 Comentários
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Agrishow

Agrishow: FarmENGAGE chega ao mercado para unificar dados de máquinas agrícolas

Por Redação 10/04/2026
Escrito por Redação

Agrishow: FarmENGAGE chega ao mercado para unificar dados de máquinas agrícolas

A PTx, marca que combina tecnologias de agricultura de precisão da Precision Planting e da PTx Trimble, anuncia o lançamento oficial do PTx FarmENGAGE no mercado brasileiro. A plataforma, que será apresentada durante a Agrishow 2026 – entre 27 de abril e 1º de maio, em Ribeirão Preto (SP) -, chega para eliminar um dos principais entraves à rentabilidade no campo: o isolamento de dados e a complexidade na gestão de frotas de diferentes marcas e gerações.

O FarmENGAGE é uma solução abrangente de gerenciamento de operações agrícolas desenhada para simplificar o ecossistema digital do campo. Ao contrário de soluções fechadas, a plataforma foi desenvolvida sob o pilar da interoperabilidade, sendo compatível com os principais sistemas do mercado, como Deere Operations Center, Raven Slingshot e Case IH FieldOps.

No Brasil, onde é comum encontrar máquinas de diferentes fabricantes em uma mesma fazenda, o FarmENGAGE atua como o “cérebro central”. Ele se conecta diretamente aos monitores de máquinas Fendt, Massey Ferguson e Valtra, além de qualquer equipamento – de diferentes fabricantes – que utilizam os monitores PTx Trimble da série GFX.

“O lançamento do FarmENGAGE marca uma nova era para a PTx no Brasil. Entendemos que a produtividade não pode ser refém da marca do trator ou da colheitadeira. Nosso objetivo é oferecer ao produtor o controle total sobre sua operação, independentemente do ano ou modelo do equipamento”, afirma Rosiéli Mika Bonette, especialista de Marketing de Produto da PTx Trimble.

Entre os benefícios do sistema para o produtor, destacam-se:
  • Rastreamento em tempo real: Visibilidade total da frota e do progresso do trabalho de campo, permitindo ajustes rápidos e redução de tempo ocioso.
  • Relatórios automatizados: Eliminação do preenchimento manual de dados. A plataforma gera relatórios de tarefas automaticamente, garantindo precisão na análise de custos e performance.
  • Roteamento inteligente de dados: Fluxo otimizado de informações para supervisão centralizada, facilitando a colaboração com softwares de terceiros e consultores agrônomos.
  • Retrofit e flexibilidade: Fiel ao DNA da PTx, o FarmENGAGE apoia o agricultor na atualização de suas máquinas atuais, tornando o negócio mais rentável sem a necessidade imediata de troca de frota.

Com foco em todo o ciclo da cultura, o FarmENGAGE ajuda a potencializar recursos e reduzir desperdícios. “Ao unificar o trabalho de campo em uma única interface de fácil uso, a PTx reforça seu compromisso de entregar tecnologias que ‘falam a mesma língua’, transformando dados brutos em decisões estratégicas que aumentam a margem de lucro do produtor brasileiro”, finaliza Rosiéli.

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10/04/2026 0 Comentários
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Tecnoshow Comigo

Sotreq apresenta soluções integradas para o agro na Tecnoshow

Por Redação 10/04/2026
Escrito por Redação

Sotreq apresenta soluções integradas para o agro na Tecnoshow

A Sotreq participa da Tecnoshow Comigo 2026 com um portfólio diversificado de máquinas, equipamentos e soluções integradas voltadas ao aumento da produtividade, eficiência e disponibilidade das operações no campo.

A companhia dará destaque, na feira, aos equipamentos desenvolvidos para atender às mais diversas aplicações voltadas aos produtores rurais, além de soluções em aluguel (mercado de Rental) e para o segmento de energia com os geradores Cat.

Ao longo de todo o evento, o estande da Sotreq terá equipe à disposição. A empresa reafirma seu posicionamento como parceira estratégica do agronegócio, oferecendo tecnologia de ponta, relacionamento próximo e inovação para impulsionar o agro brasileiro.

“A Tecnoshow é uma oportunidade importante para estarmos próximos dos nossos clientes e entender, na prática, as demandas do campo. Levamos para a feira um portfólio completo que combina tecnologia, eficiência e suporte especializado, com o objetivo de aumentar a produtividade e a disponibilidade das operações dos produtores rurais e empresários do setor”, destaca Raimundo Milhomem, gerente de Máquinas Novas, da Sotreq.

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