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Exportações de algodão crescem 18% no terceiro trimestre
Mercado

StoneX mantém estimativa para a safra de algodão 2025/26, mas eleva perspectiva para exportação

Por Redação 31/03/2026
Escrito por Redação

StoneX mantém estimativa para a safra de algodão 2025/26, mas eleva perspectiva para exportação

A StoneX, empresa global de serviços financeiros, manteve inalterada sua estimativa para a produção brasileira de algodão na safra 2025/26 neste mês de março, projetada em 3,74 milhões de toneladas. Apesar da manutenção do número, a consultoria reforça que o ciclo ainda inspira cautela, especialmente em função das condições climáticas e do estágio de desenvolvimento das lavouras nas principais regiões produtoras do país.

No Mato Grosso, maior produtor nacional da fibra, o desenvolvimento das lavouras ainda é considerado inicial, embora apresente desempenho satisfatório até o momento. Segundo a StoneX, a regularidade das chuvas ao longo do mês de abril será determinante para a definição dos rendimentos da safra no estado, especialmente nas áreas que tiveram plantio mais tardio..

“O desenvolvimento ainda está em um estágio bastante incipiente em algumas regiões do Mato Grosso, o que faz com que o clima nas próximas semanas seja decisivo para consolidar o potencial produtivo da safra”, afirma Raphael Bulascoschi, analista de Inteligência de Mercado da StoneX. “As áreas plantadas mais tardiamente exigem atenção redobrada, pois são mais sensíveis a eventuais irregularidades climáticas.”

Na Bahia, por outro lado, o cenário é mais favorável. Os volumes de chuva registrados até agora têm ficado acima da média histórica, contribuindo para um desenvolvimento mais avançado das lavouras. Esse ambiente climático sustenta a atual projeção de produtividade no estado, estimada em 1,97 tonelada por hectare.

“Na Bahia, o clima tem colaborado de forma bastante positiva. As lavouras estão mais adiantadas e o bom regime de chuvas ajuda a tornar mais concreta a estimativa atual de produtividade”, destaca Bulascoschi.

Oferta e demanda

A estimativa de março para as exportações de algodão brasileiro em 2026, segundo o reporte de março da StoneX, chega a 3,1 milhões de toneladas, aumento de 3,3% em relação à estimativa de fevereiro. O principal fator por trás dessa revisão é o volume expressivo da safra colhida no ciclo anterior, que ampliou a disponibilidade do produto para o mercado externo.

Além disso, a expectativa de demanda mais aquecida em importantes mercados consumidores, como China e Paquistão, especialmente no primeiro semestre, deve favorecer o ritmo dos embarques brasileiros nos próximos meses.

“A combinação entre uma oferta robusta e uma demanda internacional mais firme tende a sustentar um bom desempenho das exportações ao longo do primeiro semestre”, explica Bulascoschi. “Ainda assim, o mercado seguirá atento ao potencial produtivo da safra atual e a como isso pode influenciar o fluxo de embarques na segunda metade do ano.”

Segundo a StoneX, o comportamento da produção ao longo do ciclo será determinante não apenas para o balanço de oferta e demanda, mas também para a competitividade do algodão brasileiro no mercado internacional ao longo de 2026.

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Mercado

Moagem de cana atinge 603,7 milhões de toneladas na safra 2025/2026

Por Redação 31/03/2026
Escrito por Redação

Moagem de cana atinge 603,7 milhões de toneladas na safra 2025/2026

Na primeira quinzena de março, as unidades produtoras da região Centro-Sul processaram 1,31 milhão de toneladas de cana-de-açúcar, com a entrada de 18 unidades em operação. No acumulado da safra 2025/2026 até 16 de março, a moagem atingiu 603,67 milhões de toneladas, ante 617,32 milhões de toneladas no mesmo período do ciclo anterior, queda de 2,21%. As informações são da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica).

Em relação à qualidade da matéria-prima, o nível de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) registrado na primeira quinzena de março foi de 99,29 kg por tonelada de cana. No acumulado da safra, o indicador marca 138,25 kg de ATR por tonelada, índice 2,17% inferior ao observado no mesmo período do ciclo anterior.

A produção de açúcar nos primeiros quinze dias de março totalizou 6,02 mil toneladas, com direcionamento de 4,86% da cana-de-açúcar para a fabricação do produto. No acumulado desde o início da safra até 16 de março, a produção alcançou 40,25 milhões de toneladas.

Na primeira metade de março, a fabricação de etanol pelas unidades do Centro-Sul atingiu 459,67 milhões de litros, sendo 291,26 milhões de litros de etanol hidratado e 168,41 milhões de litros de etanol anidro. No acumulado da safra, a produção de etanol totalizou 32,96 bilhões de litros, sendo 20,31 bilhões de hidratado e 12,65 bilhões de anidro.

Do total produzido na quinzena, 84,11% foram provenientes do milho, com volume de 386,62 milhões de litros, frente a 365,46 milhões de litros no mesmo período do ciclo 2024/2025. No acumulado da safra, a produção de etanol de milho atingiu 8,77 bilhões de litros, aumento de 12,31% na comparação anual.

Vendas de etanol

As vendas de etanol pelas unidades do Centro-Sul totalizaram 1,25 bilhão de litros na primeira quinzena de março. O volume de etanol anidro comercializado foi de 504,88 milhões de litros, aumento de 4,04%, enquanto o etanol hidratado somou 747,15 milhões de litros.

No mercado doméstico, as vendas de etanol hidratado atingiram 722,08 milhões de litros, com redução de 10,70% em relação ao mesmo período da safra anterior e aumento de 11,7% frente à segunda quinzena de fevereiro. As vendas de etanol anidro totalizaram 504,00 milhões de litros, crescimento de 5,18%.

No acumulado desde o início da safra até 16 de março, a comercialização de etanol pelas unidades do Centro-Sul somou 32,85 bilhões de litros, sendo 12,75 bilhões de litros de etanol anidro (+5,08%) e 20,10 bilhões de litros de etanol hidratado (-8,16%).

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Mercado

Máquinas agrícolas têm queda de 18,8% no faturamento em fevereiro

Por Redação 30/03/2026
Escrito por Redação

Máquinas agrícolas têm queda de 18,8% no faturamento em fevereiro

Clarisse Sousa – As vendas de máquinas e equipamentos agrícolas registraram queda em fevereiro de 2026, acompanhando o desempenho mais fraco da indústria, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

No mês, a receita líquida total do setor somou R$ 4,4 bilhões, uma retração de 18,8% em relação a fevereiro de 2025. No mercado doméstico, o recuo foi ainda mais intenso, de 20,2%, refletindo a desaceleração da demanda interna.

No acumulado do ano, o desempenho também é negativo. A receita do setor apresenta queda de 17%, enquanto a receita no mercado interno recua 18,9% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Pedro Estevão Bastos, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas (CSMIA) da Abimaq, destaca que a queda nos preços das commodities e os juros elevados têm impactado diretamente o setor. Segundo ele, diante desse cenário, o produtor rural passa a priorizar o custeio da safra, garantindo recursos para a operação no curto prazo.
Com isso, os investimentos, especialmente na renovação de máquinas e equipamentos, acabam sendo adiados.

Além disso, o aumento da inadimplência e a maior restrição na concessão de crédito têm limitado os investimentos no setor. “Com os bancos mais seletivos, o acesso ao financiamento fica mais difícil, o que acaba travando novos negócios”, explica Bastos.

“Os dados de fevereiro ainda não refletem os impactos do cenário internacional. Eventuais efeitos da guerra [entre Estados Unidos, Israel e Irã] devem aparecer apenas a partir de março, o que indica que, até o momento, o desempenho do setor é explicado principalmente por fatores do mercado interno.”

Mesmo com esse cenário, há um fator positivo, segundo Bastos. “A safra deve ser recorde, com alta produtividade. No entanto, a queda nos preços foi mais intensa do que o ganho em volume, o que deve resultar em retração do PIB agrícola, estimada em cerca de 3%.”

De forma geral, a avaliação da Abimaq é de que “2026 tende a ser um ano difícil para o setor”. A expectativa é de um primeiro semestre mais fraco, com alguma melhora relativa no segundo semestre, em função de uma base de comparação mais baixa, já que a segunda metade de 2025 foi particularmente negativa, conforme Bastos.

Exportações e importações

As exportações registraram leve crescimento. Em fevereiro, houve alta de 3,9% na comparação anual, somando US$ 121,9 milhões. No primeiro bimestre, o avanço é de 8,9%.

Já as importações cresceram 4,6% no acumulado do ano, apesar da queda de 6,1% na comparação com 2025.

Tratores e colheitadeiras

De acordo com os dados da Abimaq, as vendas de tratores ao usuário final registraram queda de 20,4% em fevereiro na comparação com o mesmo mês de 2025. No acumulado do ano, o recuo é de 15,9%.

As vendas de fábrica de tratores também apresentaram forte retração, com queda de 31,4% na comparação anual e de 34,1% no acumulado de 2026.

No segmento de colheitadeiras, o cenário é ainda mais desafiador. As vendas ao usuário final caíram 45,5% em fevereiro frente ao mesmo período do ano passado, enquanto as vendas de fábrica recuaram 50,5%. No acumulado do ano, as quedas são de 40,2% e 42,7%, respectivamente.

 

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Mercado

Conab aponta bom desenvolvimento das lavouras com contrastes climáticos no País

Por Redação 30/03/2026
Escrito por Redação

Conab aponta bom desenvolvimento das lavouras com contrastes climáticos no País

Segundo o Boletim de Monitoramento Agrícola (BMA), divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), no período entre 01 e 21 de março, os maiores volumes de chuva foram registrados no Centro-Norte brasileiro. Se por um lado essas precipitações restringiram a colheita da soja em algumas áreas, por outro beneficiaram o desenvolvimento dos cultivos de primeira e segunda safra em campo.

Ainda de acordo com o Boletim, na maior parte da região Norte, as chuvas foram regulares e bem distribuídas. O acumulado esteve abaixo da média em algumas áreas, mas mesmo assim, o armazenamento hídrico no solo manteve-se estável, favorecendo o desenvolvimento dos cultivos de primeira e segunda safra em praticamente toda a região. No Pará e no Tocantins, ocorreram problemas pontuais por excesso de chuvas na colheita da soja. Já em Roraima praticamente não houve precipitação, situação normal para o período.

Já no Nordeste, os maiores volumes de chuvas ocorreram no início do mês em áreas do Maranhão e Piauí, além de parte da Bahia e Ceará, favorecendo o desenvolvimento das lavouras. Na região do semiárido, as precipitações ainda não se estabilizaram mantendo a umidade no solo baixa em algumas áreas. Em parte da Bahia, a irregularidade de chuvas aliadas às altas temperaturas causaram restrição hídrica e impossibilitaram um maior avanço na semeadura do milho e feijão segunda safra em áreas do sertão nordestino.

No período analisado, a Conab também verificou que na região Sul as chuvas foram irregulares e com baixos acumulados, resultando em um armazenamento hídrico do solo insuficiente para o desenvolvimento do milho segunda safra, em áreas do Paraná, e da soja nas lavouras de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.

Maior região produtora de grãos, o Centro-Oeste registrou chuvas frequentes em áreas de Mato Grosso e Goiás, prejudicando pontualmente a colheita da soja. Em Mato Grosso do Sul, os maiores volumes ocorreram na segunda semana do mês e foram essenciais para a recuperação do armazenamento hídrico no solo no sudoeste do estado, em áreas onde o milho segunda safra já se encontrava sob restrição hídrica.

Na região Sudeste, houve bons volumes de chuva na segunda semana do mês no estado de São Paulo e em parte de Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Na terceira semana, as chuvas espalharam-se sobre o estado mineiro e pelo Espírito Santo, acumulando bons volumes na região.

 

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Café arábica: colheita evolui para 74% na região da Expocacer
Mercado

Cooxupé registra faturamento de R$ 16,99 bilhões em 2025

Por Redação 30/03/2026
Escrito por Redação

Cooxupé registra faturamento de R$ 16,99 bilhões em 2025

A Cooperativa Cooxupé, maior do segmento cafeeiro do Brasil, divulgou seus resultados de 2025. Segundo a entidade, foram mais de R$ 16,99 bilhões faturados no ano passado, o resultado operacional foi de R$ 470,3 milhões. A distribuição para os cooperados foi de R$ 185,6 milhões em sobras.

Em 2025, a cooperativa recebeu 6,075 milhões de sacas de café verde tipo arábica, 4,8 milhões provenientes dos próprios cooperados. O volume representou 17% da produção brasileira de café arábica e 24% da produção de Minas Gerais, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Quanto aos embarques, 4,8 milhões de sacas foram destinadas à exportação direta e 1,2 milhão de sacas ao mercado brasileiro. Setembro registrou o maior volume embarcado, com 810,2 mil sacas de café arábica. A Cooxupé atendeu 50 países, como a Alemanha, Argentina, China, Canadá e Estados Unidos.

No mercado de cafés especiais, a empresa da cooperativa SMC Specialty Coffees foi responsável por embarcar 192,8 mil sacas ao longo de 2025, sendo 168 mil sacas destinadas ao mercado internacional e 24,8 mil ao mercado interno.

A agricultura familiar é o perfil predominante dos cooperados, 97,6% dos produtores associados foram classificados como mini e pequenos, enquanto médios, grandes e megas produtores representaram 2,4%.

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Mercado

Agroindústria cresce 0,5% em janeiro, segundo FGVAgro

Por Redação 27/03/2026
Escrito por Redação

Agroindústria cresce 0,5% em janeiro, segundo FGVAgro

A Agroindústria começou o ano com crescimento tímido de 0,5% no seu volume de produção, na comparação entre janeiro de 2026 e o mesmo mês do ano passado. Os dados são do Índice de Produção Agroindustrial (PIMAgro) do FGVAgro.

A expansão da produção agroindustrial foi derivada da alta da produção do segmento de Produtos Alimentícios e Bebidas, cujo crescimento foi de 1,9%. Por sua vez, o segmento de Produtos Não Alimentícios contraiu (-1,5%), no período.

A queda do segmento de Produtos Não Alimentícios ocorreu por conta dos três principais setores do segmento: Produtos Têxteis, que teve sua produção reduzida em (-7,6%), sendo a quarta queda interanual sucessiva; Produtos Florestais contraiu (-2,3%), sobretudo, pela menor produção de papel e de celulose, trata-se do quarto recuo consecutivo e; Insumos Agropecuários (-0,5%), com a terceira queda interanual consecutiva, motivada pela menor produção de adubos e fertilizantes, intermediários para fertilizantes e de tratores e máquinas.

Vale destacar que os resultados ainda não incorporaram a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos de desautorizar o tarifaço do Trump (fevereiro), nem o conflito do Irã (março). Será que a Agroindústria sustentará esse crescimento na largada de 2026?

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Tecnologia

Máquinas de alta tecnologia despontam como estratégia para mitigação do custo do diesel em 2026

Por Redação 27/03/2026
Escrito por Redação

Máquinas de alta tecnologia despontam como estratégia para mitigação do custo do diesel em 2026

O aumento do preço do diesel em 2026 já impacta diretamente o dia a dia no campo e acende um alerta para os custos de produção. Diante de um cenário de instabilidade no mercado global de petróleo, produtores rurais têm buscado alternativas para manter a rentabilidade das operações.

Entre as estratégias, a eficiência das máquinas agrícolas ganha protagonismo. Avaliações realizadas em campo mostram que equipamentos com maior nível tecnológico podem reduzir o consumo de combustível, que pode chegar a mais de 10 litros por hora. Ao longo de uma safra, em um ciclo operacional que, dependendo da cultura e quantidade de área, pode chegar a uma média de 2.000 horas de trabalho, essa diferença pode representar economia superior a 20.000 litros de diesel para uma única máquina, permitindo ao agricultor trabalhar mais hectares com o mesmo volume de combustível.

“A modernização da frota passou a ser uma decisão técnica e econômica. A adoção de máquinas agrícolas com maior eficiência no consumo de diesel contribui para uma maior previsibilidade de custos, aumento da produtividade operacional e um aproveitamento muito superior dos recursos”, afirma Lucas Zanetti, gerente de Marketing de Produtos da Massey Ferguson. “Hoje, a eficiência energética se consolida como um dos principais critérios técnicos na escolha do maquinário agrícola pelo produtor”.

Testes comparativos conduzidos em condições reais de trabalho apontam que a modernização da frota por meio da adoção de transmissões continuamente variáveis (CVT), como a exclusiva Dyna-VT, associadas a motores agrícolas de alta eficiência, tem um impacto direto na redução do consumo específico de combustível e dos custos operacionais diários, refletindo também em um maior rendimento operacional e sustentabilidade.

“Nossos resultados estão diretamente associados à capacidade dos motores de operar com alto torque em baixas rotações de maneira automática, sem influência do operador. Essa característica permite reduzir o regime de operação, mantendo toda a potência disponível e diminuindo substancialmente o consumo”, explica Zanetti. “A menor rotação também contribui para uma grande redução do desgaste interno de componentes, o que tem um impacto muito positivo nos custos de manutenção e no prolongamento da vida útil dos equipamentos.”

No segmento de alta potência, o trator MF 8S.305, equipado com transmissão Dyna-VT, apresentou desempenho amplamente superior em operações de plantio direto com implementos de 18 linhas, quando comparado ao seu principal concorrente. O consumo registrado pela máquina da Massey Ferguson foi de 24,19 litros por hora, frente a 33,75 l/h do modelo comparado, gerando uma redução de 28,33% graças à integração inteligente entre motor e transmissão.

A eficiência tecnológica abrange diferentes perfis de cultura. Em severas operações de preparo de solo no setor sucroenergético, os tratores da série Massey Ferguson MF 7700, equipados com transmissão Dyna-6, registraram um consumo por hectare até 42,5% inferior em relação a modelos equivalentes do mercado. Em áreas de 1.000 hectares, essa eficiência representa uma redução extremamente significativa nos custos atrelados à queima de combustível.

Nas operações de subsolagem profunda, os equipamentos de alta potência da série Massey Ferguson MF 8700 S, equipados com motores AGCO Power e transmissão Dyna-VT, apresentaram elevada capacidade operacional e permitiram uma redução no tempo de execução das atividades em até 17 dias de antecipação. Esse desempenho está atrelado à combinação de alto torque e controle absoluto e preciso de velocidade, mitigando os gastos totais por área.

A tecnologia também se faz presente para proteger o produtor nas faixas de menor potência. Na pulverização focada em culturas perenes, como a citricultura, o modelo Massey Ferguson MF 4700 utiliza recursos eletrônicos como a “Memória de Rotação” do motor para manter a total estabilidade da tomada de potência (TDP). Mesmo operando em condições de relevo adverso e aclives, o sistema garante uma redução do consumo aliada à manutenção impecável da qualidade operacional da aplicação.

“Para essa série de tratores, a tecnologia de gerenciamento eletrônico também impactou na qualidade de pulverização e redução de custos operacionais, controlando o tamanho de gotas, mesmo com as oscilações de terreno, o que contribui significativamente para um menor custo operacional, maior controle de pragas e doenças e maior sustentabilidade”, detalha Zanetti.

A integração inteligente entre os tratores e os implementos (como plantadeiras e pulverizadores) também contribui para a eficiência agronômica. A adoção de conjuntos modernos de plantio, dotados de sistemas de corte de seção e controle individual de linhas, consegue eliminar em até 50% o desperdício de fertilizantes e sementes em áreas de sobreposição.

No aspecto logístico, a precisão e a conectividade das novas frotas garantem uma capacidade operacional muito superior. Substituir conjuntos antigos por máquinas modernas de alta capacidade tem gerado um aumento de até 82% na eficiência operacional de plantio. “Isso significa que grandes propriedades conseguem finalizar suas janelas de operação com dias de antecedência, reduzindo o número de máquinas necessárias na lavoura, a necessidade de horas extras e, novamente, a exposição da frota ao consumo de diesel”, finaliza Zanetti.

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Tecnologia

Metodologia prática e acessível avalia a qualidade do solo em áreas agrícolas

Por Redação 26/03/2026
Escrito por Redação

Metodologia prática e acessível avalia a qualidade do solo em áreas agrícolas

A Embrapa Soja desenvolveu uma metodologia prática e acessível para avaliar a qualidade da estrutura do solo em áreas agrícolas: o Diagnóstico Rápido da Estrutura do Solo (DRES). Criado em parceria com a Universidade Estadual de Londrina (UEL) e outras unidades da Embrapa, o método permite que produtores e técnicos identifiquem, de forma visual e direta, sinais de conservação da estrutura do solo ou se sua degradação por compactação e pulverização excessiva, nas camadas superficiais, até cerca de 25 centímetros de profundidade.

A estrutura do solo — ou seja, a forma como partículas minerais e orgânicas se organizam em agregados e poros — é determinante para a fertilidade, pois influencia a infiltração de água, a circulação de raízes, a aeração e a atividade biológica. Métodos tradicionais de avaliação estrutural, no entanto, costumam ser complexos e pouco práticos para o dia a dia do campo.

De acordo com Henrique Debiasi, pesquisador da Embrapa Soja e um dos desenvolvedores da ferramenta, o DRES foi concebido para uso em campo, dispensando equipamentos laboratoriais e análises demoradas. “O DRES vem para auxiliar o produtor e o técnico na tomada de decisão sobre o melhor manejo para melhorar a qualidade estrutural do solo. Com isso, é possível aprimorar o desempenho econômico e ambiental dos sistemas de produção de soja”, explica.

A aplicação do DRES começa com a abertura de uma minitrincheira e a retirada de um bloco de solo com o auxílio de uma pá de corte. As coletas devem ser feitas em áreas homogêneas da propriedade, definidas conforme o histórico, tipo e textura do solo. Segundo Debiasi, cada área homogênea não deve ultrapassar 100 hectares.

O bloco de solo é colocado em uma bandeja e fragmentado manualmente, revelando a estrutura dos agregados, raízes e poros. A avaliação é feita com base em critérios visuais, como tamanho e forma dos agregados, resistência e aspecto das faces de ruptura, presença e distribuição das raízes e sinais de atividade biológica.

Cada amostra é dividida em uma a três camadas separadas visualmente, que recebem notas de 1 a 6: 1 representa estrutura degradada e 6 indica excelente condição física. A média dessas notas, ponderada pela espessura das camadas, resulta no índice de qualidade estrutural do solo, que serve para classificar o solo e orientar o manejo.

Com base no índice calculado, o produtor pode avaliar se há necessidade de replanejar a adoção de práticas conservacionistas, alterar o sistema de manejo ou mesmo realizar intervenções mecânicas, como a escarificação. “Essas operações, quando feitas sem necessidade, elevam custos e podem até reduzir a produtividade das culturas”, ressalta o pesquisador.

Dependendo do resultado do DRES, a indicação técnica pode ser a realização de operações mecânicas de descompactação. Mas por se tratar de um critério cientificamente validado, a aplicação do DRES evita a realização de operações mecânicas desnecessárias, que elevam os custos e podem reduzir a produtividade.

Além de oferecer um retrato rápido e econômico da condição física do solo, o DRES pode ser usado como ferramenta de monitoramento ao longo do tempo, permitindo verificar se o manejo adotado está de fato melhorando a estrutura do solo.

Por isso, o DRES se destaca por sua simplicidade e rapidez, podendo ser aplicado em diferentes regiões e tipos de solo do Brasil, desde áreas arenosas até argilosas, e em distintos sistemas produtivos.

Capacitação e limitações

Para ampliar o uso da metodologia, a Embrapa lançou um curso on-line gratuito destinado a técnicos, agrônomos, produtores e estudantes. O conteúdo aborda o passo a passo da aplicação do método, a interpretação das notas e exemplos práticos de campo.

Ainda assim, os pesquisadores ressaltam que o DRES é uma avaliação visual e qualitativa, devendo ser complementado com outros indicadores físicos, químicos e biológicos do solo para diagnósticos mais completos. A coleta deve ser feita em condições adequadas de umidade, evitando solos muito secos ou encharcados, que dificultam a observação das feições estruturais.

Em um cenário de intensificação agrícola e de crescente preocupação com a conservação do solo, o DRES representa um avanço para o manejo sustentável. A metodologia alia simplicidade, baixo custo e confiabilidade, auxiliando o produtor na adoção de práticas que favorecem a produtividade e reduzem os riscos de degradação.

Mais informações estão disponíveis em Documentos 390 da Embrapa Soja, que detalha a aplicação do método e apresenta exemplos de uso em diferentes sistemas produtivos.

DRES no ZARC

O uso recente do DRES no Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) representa um avanço metodológico na incorporação do manejo do solo à avaliação de risco agrícola. No projeto-piloto do ZARC Níveis de Manejo (ZarcNM) para a cultura da soja no Paraná, o DRES passou a ser utilizado como indicador técnico da qualidade física do solo, permitindo classificar talhões conforme o nível de manejo adotado.

A integração do DRES ao ZARC possibilita ajustar o risco climático calculado — antes baseado apenas em variáveis meteorológicas e tipo de solo — à condição estrutural real do solo na propriedade, refletindo sua capacidade de infiltração, armazenamento e disponibilidade hídrica às plantas. Com isso, áreas que apresentam melhor qualidade estrutural (notas elevadas no DRES) são enquadradas em níveis superiores de manejo tornando-se elegíveis a maiores percentuais de subvenção do seguro rural e reconhecimento formal das boas práticas conservacionistas.

AgroTag DRES

A Embrapa desenvolveu o AgroTag, uma plataforma digital destinada ao registro georreferenciado de informações agrícolas em campo, que permite integrar dados agronômicos, ambientais e de manejo. Segundo Sérgio Pimenta, especialista em agricultura regenrativa e CEO da 360Consult, “o Instituto Folio financiou a inclusão de um módulo gratuito, específico para o DRES, dentro desta plataforma, com o objetivo de facilitar a adoção dessa ferramenta essencial para a agropecuária regenerativa e sustentável”.

Utilizado nesse contexto, o AgroTag em sua versão pública ou na configuração mais ampla no módulo AgroTag360, possibilita que técnicos, pesquisadores e produtores coletem, validem e compartilhem informações padronizadas por meio de dispositivos móveis, com registro automático de coordenadas GPS. Os dados são armazenados em um banco nacional unificado, contribuindo para a certificação de práticas agrícolas, o mapeamento de níveis de manejo e a rastreabilidade das áreas produtivas. “Estamos começando o Agrotag–DRES em processos de manejo orientados pela agricultura regenerativa e pela melhoria contínua dos sistemas produtivos”, comenta Pimenta.

Até recentemente o DRES só podia ser implementado manualmente, utilizando planilhas e anotações manuais avulsas, na maioria dos casos em papel. Essa sistemática era altamente limitadora, considerando a possibilidade de erros durante o preenchimento, impossibilidade de novas consultas aos sistemas de manejo classificados, bem como um grande dispêndio de tempo para anotações e cálculos necessários durante o levantamento de campo. “Com o uso do AgroTag os cálculos são feitos de maneira automática, o que praticamente elimina erros por preenchimento”, destaca Luiz Vicente, pesquisador da Embrapa Meio Ambiente e coordenador da Plataforma AgroTag.

Vicente ainda enfatiza que os dados de campo, incluindo a classificação das áreas de manejo são enviadas automaticamente para um sistema WebGis (sistema de dados geoespaciais on-line) onde podem ser consultados e analisados como uma base de dados única, compondo uma rede colaborativa de usuários.

A expectativa é que o uso da funcionalidade DRES no AgroTag amplie a adoção da ferramenta, tornando sua aplicação mais ágil e possibilitando, além da orientação ao produtor, análises mais robustas por meio do cruzamento com outras camadas de dados geoespaciais, constituindo-se num exemplo aplicado de transferência de Geotecnologias diretamente para o setor agrícola.

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Senado avança em projeto que cria nova lei do trabalho rural e substitui regras de 1973
Mercado

Senado avança em projeto que cria nova lei do trabalho rural e substitui regras de 1973

Por Redação 26/03/2026
Escrito por Redação

Senado avança em projeto que cria nova lei do trabalho rural e substitui regras de 1973

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.

Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.

A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.

Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.

O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.

Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.

O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.

A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.

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26/03/2026 0 Comentários
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Tecnologia

Conectividade pode ser aliada na prevenção e combate a incêndios em territórios rurais, aponta ConectarAGRO

Por Redação 25/03/2026
Escrito por Redação

Conectividade pode ser aliada na prevenção e combate a incêndios em territórios rurais, aponta ConectarAGRO

As mudanças climáticas têm despertado a atenção de todo o mundo nos últimos anos, trazendo à tona a necessidade de soluções concretas para mitigar seus impactos. Neste contexto, a ConectarAGRO apresenta um estudo que demonstra como a conectividade rural pode ser uma aliada na mitigação dos efeitos ambientais.

A pesquisa revela uma correlação entre a cobertura 4G e a incidência de incêndios em territórios rurais no país. O levantamento reforça o papel da infraestrutura digital como instrumento de prevenção, monitoramento e resposta rápida aos incêndios em áreas rurais, um tema diretamente ligado aos desafios de adaptação climática.

Os estados de Tocantins, Roraima e Mato Grosso lideram o ranking de maior proporção de área queimada em relação ao território total, com 10,95%, 9,95% e 7,94%, respectivamente. Todos apresentam baixos índices de conectividade, com menos de 3% da área coberta por sinal móvel. Já São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, onde a cobertura 4G ultrapassa 60%, registraram menos de 1% de área queimada.

A relação inversa entre as variáveis se mantém também no Índice de Conectividade Rural (ICR), indicador desenvolvido pela ConectarAGRO: os estados mais afetados pelo fogo, Mato Grosso, Pará, Tocantins e Roraima, estão entre os que têm os menores valores de ICR Ambiental, enquanto regiões mais conectadas exibem índices mais altos.

As diferenças regionais também são marcantes. As regiões Norte e Centro-Oeste concentram a maior parte das áreas queimadas e apresentam as menores taxas de conectividade.

“Essa lacuna tecnológica compromete a capacidade de prevenção e reação dos produtores rurais, reduzindo a eficácia dos sistemas de alerta precoce. Em contrapartida, as regiões Sudeste e Sul, com redes móveis mais abrangentes, registram os menores índices de incêndios, beneficiadas pelo uso de sensores, aplicativos e monitoramento remoto em tempo real”, explica Paola Campiello, presidente da ConectarAGRO.

Nos municípios, os contrastes são ainda mais evidentes. São Félix do Xingu (PA) e Corumbá (MS), que juntos somaram quase 2,4 milhões de hectares queimados, apresentam cobertura digital inferior a 2%. Já cidades paulistas como Barrinha, Dumont e Pontal, com cobertura acima de 80%, figuram entre as que tiveram menor proporção de área queimada no país.

A análise reforça que existem vários contextos e variáveis sobre incêndios em territórios rurais no país, mas alerta para a hipótese de que a conectividade amplia o acesso à informação e à conscientização, atuando como ferramenta de resposta imediata em situações de risco.

A conectividade rural viabiliza a comunicação em tempo real entre produtores, comunidades, órgãos ambientais e equipes de emergência. Com acesso à internet, é possível identificar e relatar focos de incêndio logo nos estágios iniciais, quando o fogo ainda pode ser controlado, além de receber alertas meteorológicos e informações de risco emitidos por sistemas de monitoramento remoto.

A conexão também permite o uso de tecnologias como sensores, satélites e aplicativos de gestão, que ajudam a mapear áreas críticas, planejar ações preventivas e coordenar de forma mais eficiente as operações de combate. Em regiões onde o sinal é ausente ou instável, essas respostas se tornam mais lentas.

Análise por biomas

O estudo também faz um recorte por bioma, mostrando como a conectividade e o comportamento do fogo variam em cada ecossistema. Amazônia e Cerrado, juntos, responderam por mais de 27 milhões de hectares queimados, cerca de 87% do total nacional.

A Amazônia, com 16,6 milhões de hectares afetados, teve apenas 2,7% de sua área coberta por sinal 4G, e o Cerrado, com 10,5 milhões de hectares, apresentou 5,8% de conectividade.

O Pantanal, por sua vez, registrou o maior percentual de área queimada em relação ao território total (14,3%), aliado ao menor índice de conectividade entre todos os biomas, apenas 1,18%. A combinação de clima seco, baixa umidade e ausência de comunicação eficiente contribuiu para a rápida propagação dos incêndios, dificultando a coordenação de ações emergenciais, revela a pesquisa.

Já a Mata Atlântica apresentou o cenário oposto. Com 52% de sua área coberta por sinal móvel, o bioma registrou apenas 1,1% de área queimada, a menor taxa entre todos. Cidades paulistas e paranaenses, com infraestrutura digital consolidada, destacaram-se pela capacidade de resposta e monitoramento, demonstrando como a conectividade pode contribuir para a redução do risco ambiental.

A Caatinga e o Pampa também apresentaram incidência relativamente baixa, 0,5% e 0,04%, respectivamente, ambos com níveis intermediários de conectividade (entre 17% e 20%).

“As causas dos incêndios são multifatoriais, envolvendo aspectos físicos, biológicos e sociais. Porém, a existência de canais de comunicação eficientes é um fator decisivo para reduzir a extensão dos danos. A ausência de sinal impede o uso de tecnologias de alerta, a troca de informações entre produtores rurais e autoridades e a disseminação de boas práticas de manejo, enquanto a conectividade permite o acionamento imediato de equipes de resposta e o uso de dados em tempo real para o controle do fogo”, completa Campiello.

Para a ConectarAGRO, a expansão da conectividade rural é uma estratégia de sustentabilidade e adaptação climática. Ao permitir que comunidades rurais estejam integradas a redes de monitoramento e sistemas de gestão ambiental, o país amplia sua capacidade de prevenir desastres e proteger seus ecossistemas.

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