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Notícias

BB abrirá 14 agências especializadas em agronegócio

Por redação 03/02/2021
Escrito por redação

 

- BB abrirá 14 agências especializadas em agronegócio

Fachada de Agência do Banco do Brasil.

Os produtores rurais de seis estados poderão contar com atendimento especializado do Banco do Brasil (BB). Até o fim de março, a instituição financeira abrirá 14 agências voltadas para o agronegócio.- BB abrirá 14 agências especializadas em agronegócio- BB abrirá 14 agências especializadas em agronegócio

As novas agências funcionarão nas seguintes cidades: Rio Verde (GO), Sorriso (MT), Dourados (MS), Cascavel (PR), Maringá (PR), Londrina (PR), Ponta Grossa (PR), Ijuí (RS), Santa Maria (RS), Passo Fundo (RS), Araçatuba (SP), Presidente Prudente (SP), Ribeirão Preto (SP) e Franca (SP).

Atualmente, o BB tem quatro agências do tipo: em Goiânia, Uberlândia (MG), Campo Grande (MS) e Campo Mourão (PR).

O Banco do Brasil também intensificará o atendimento por gerentes especializados em agronegócio, com o reforço de 276 profissionais voltados para o setor. Segundo a instituição financeira, o número de clientes com atendimento especializado saltará de 158 mil para 227 mil.

Atualmente, o BB concentra 55,2% do crédito rural no país. Até setembro, segundo os dados mais recentes, o total de crédito do banco voltado para o agronegócio somava R$ 190,5 bilhões corresponde a 26% da carteira de crédito total da instituição. Nos 12 meses terminados em setembro, o volume de crédito rural cresceu 4,2%.

Fonte: Agência Brasil
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Notícias

Conab lança plataforma para comercialização de produtos

Por redação 03/02/2021
Escrito por redação

- Conab lança plataforma para comercialização de produtos

Comprar, vender ou trocar produtos, serviços ou insumos agropecuários ficou mais fácil. Agora, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) oferece o “Leilão pra Você”, um espaço exclusivo no portal da empresa para a comercialização simples, segura e de fácil acesso. O serviço pode ser solicitado por qualquer pessoa interessada em realizar uma das operações, basta acessar a plataforma para informações de documentação e contatar a Companhia em um dos canais disponibilizados.

O procedimento é oferecido de forma gratuita para quem utiliza o sistema, sejam agentes privados ou públicos. Diferentemente das ações que são executadas pela Conab nos Leilões Públicos, as operações do “Leilão pra Você” são mais ágeis, pois não exigem documentação extensa para efetivar o negócio.

“O sistema de leilões da Companhia é virtual, seguro, transparente e oferece visibilidade em todo o território nacional”, ressalta o superintendente de Operações Comerciais da Conab, Rogério Gonçalves. “Isso dá ao demandante a possibilidade de conseguir melhores negociações de produtos, serviços e insumos do setor agropecuário”.

Para solicitar uma das transações citadas, basta preencher formulário disponível na página do “Leilão pra Você”, no portal da Conab, e enviá-lo para o e-mail ou ainda entregar o documento preenchido em uma unidade da Companhia. Já quando uma entidade pública solicitar o serviço, será firmado um Acordo de Cooperação, cujo modelo é disponibilizado pela Conab.

A partir dos dados iniciais, os técnicos da estatal propõem um serviço personalizado para cada operação. Após o demandante aprovar as diretrizes, o edital é publicado com as regras de participação no leilão a ser ofertado.

Novo sistema

A partir deste ano, todas as operações de comercialização realizadas em parceria com as bolsas de mercadorias ocorrerão na plataforma de negociação do Sistema de Comercialização Eletrônica (Siscoe), tanto de Leilões Públicos quanto as ofertadas no “Leilão pra Você”. Com a mudança, a Conab objetiva alcançar ainda mais confiabilidade dos dados e rastreabilidade das operações, a partir da busca e preenchimento automáticos.

Para participar dos leilões nesse sistema, o interessado deve acessar o link, escolhendo a opção “Autorização de Corretagem” e indicar um corretor, vinculado a uma Bolsa de Mercadorias que o represente nos leilões escolhidos. Para isso, deve incluir o login e a senha registrados no Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais, Público do PAA, Cooperativas de Produção e demais agentes (Sican).

Fonte: Conab
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Notícias

Contratação no agro tem melhor resultado em 10 anos

Por redação 03/02/2021
Escrito por redação

- Contratação no agro tem melhor resultado em 10 anos

O agro teve em 2020 o melhor resultado na geração de empregos no setor em 10 anos, apesar da pandemia e dos resultados abaixo do esperado na criação de novos postos de trabalho.

É o que mostra o Comunicado Técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que analisou os dados do ano passado do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados pelo Ministério da Economia.

Os dados mostram que o setor abriu 61.637 mil vagas de trabalho de janeiro a dezembro do ano passado, o melhor desempenho desde 2011, quando o saldo de geração de empregos formais foi de 85.585 mil vagas.

Entre as atividades que mais criaram postos com carteira assinada em 2020, a soja liderou o ranking, com 13.396 vagas. Destaque também para o café (+6.284). Na pecuária, a criação de bovinos (+11.598) e de aves (+5.993) foram as atividades que mais contribuíram para o mercado de trabalho.

Ainda de acordo com os dados, 3 em cada 4 vagas foram criadas no setor agropecuário estão na região Sudeste, especialmente em São Paulo que teve crescimento de 46.475 postos de trabalho em 2020.

Fonte: Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)
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Opinião

Revolução comercial no mercado de máquinas agrícolas

Por redação 02/02/2021
Escrito por redação
- Revolução comercial no mercado de máquinas agrícolas
*por Victor Cavassini

Não é de hoje que se discute a chamada “Indústria 4.0” nas suas mais variadas verticais. No agronegócio, a exemplo de outras áreas, criou-se o termo “Agricultura 4.0” com os mesmos fundamentos que permeiam o conceito da quarta revolução industrial – automação, coleta e interpretação de dados e tomadas de decisões em tempo real, com base em informações sólidas. Em um mundo que já vê no horizonte a missão de alimentar a comunidade global como um árduo desafio, tais recursos são fundamentais.

- Revolução comercial no mercado de máquinas agrícolas

No Brasil – país que desempenha um papel de protagonismo na agricultura mundial e lidera a produção e exportação de diversas commodities, como a soja, o milho e a cana-de-açúcar – adotar tecnologias que ajudem os agricultores de todos os portes a produzirem mais em menos espaço e utilizando menos insumos, é uma necessidade quase crítica.

Para se ter uma ideia, as exportações de milho a partir do Brasil cresceram 172% em 2019, o melhor resultado da história do agronegócio nacional. Já em 2020, o volume exportado foi o segundo maior de todos os tempos. É por isso que a indústria de máquinas agrícolas tem tomado a dianteira no desenvolvimento de soluções tecnológicas que aumentem a produtividade nos campos brasileiros. Com isso, o segmento já se prepara para uma nova revolução nas operações de campo: a “Agricultura 5.0”.

Para os próximos anos a expectativa é que, além de soluções conectadas e automatizadas, os setores vinculados ao agronegócio contem com a presença de altas tecnologias, como máquinas autônomas, drones e robôs, que serão fundamentais durante todo o processo produtivo. A partir dessas tendências, as principais marcas do mercado estão investindo pesado em inovação.

Nos últimos anos, tratores, colhedoras, pulverizadores e demais equipamentos passaram a incorporar recursos de conectividade e automação. No entanto, ainda haviam “pontas soltas” no processo produtivo no campo. A primeira dava conta do planejamento e da administração das informações coletadas pelas máquinas em campo. A segunda, se referia à carência por uma infraestrutura robusta de conectividade em regiões rurais do Brasil.

Para suprir tais demandas, a AGCO, detentora da marca Valtra, desenhou uma estratégia de tecnologia aberta e 360°, capaz de atender todo o ciclo produtivo agrícola. Primeiro decidiu-se renovar por completo o portfólio de máquinas oferecidas, embarcando soluções tecnológicas de direcionamento automático, opções de monitores de produtividade, como o Fieldstar®II e o 20|20®, além dos sistemas de controle de aplicação em taxa variável de sementes e adubo em diferentes linhas de plantadeiras. As máquinas receberam também alguns ganhos automotivos importantes, como o motor AGCO Power, homologado pela lei brasileira de controle de emissões (MAR-1), e os primeiros e únicos tratores com câmbio CVT do Brasil.

Mas a tecnologia em máquinas agrícolas sem conectividade e sem plataformas inteligentes capazes de transformar dados brutos em informação, soa como mero acessório. Então a AGCO se juntou a outras oito empresas para fundar a iniciativa de fomento à conectividade em áreas rurais chamada ConectarAgro. A ideia é oferecer aos agricultores brasileiros uma infraestrutura de conectividade confiável e de custo acessível, com serviço e suporte especializados. A TIM é a parceira de telecomunicações da iniciativa.

Para dar sentido ao termo “agricultura de decisão”, derivado do conceito de agricultura 4.0 e que permeia os princípios da vindoura agricultura 5.0, foi criado o programa Farm Solutions. Trata-se de um pacote de soluções agronômicas digitais que beneficiam todo o ciclo produtivo, do plantio à colheita. A AGCO identificou no mercado de tecnologia empresas parceiras especializadas para compor o programa. A saber, as empresas são a Solinftec, a Tecgraf e a Inceres. O Farm Solutions passou a ser oferecido na rede de concessionárias das marcas da AGCO em diversas regiões do país. Isso significa uma profunda mudança na maneira de comercializar máquinas e se relacionar com o agricultor.

Pode-se afirmar tranquilamente que, hoje, o mercado de máquinas agrícolas vive uma verdadeira revolução comercial. Daqui por diante, o produtor rural brasileiro não vai somente adquirir uma máquina de trabalho, mas também vai poder ter toda a estrutura e suporte para produzir mais e aumentar a sua rentabilidade, tendo a máquina como uma estação inteligente de produtividade e o concessionário como um consultor agronômico e parceiro. É um caminho sem volta e AGCO está na vanguarda dessa mudança.

Outras marcas têm buscado o mesmo caminho, seja por meio de parcerias ou com sistemas proprietários. Para o agricultor, o mais importante é identificar qual marca combina melhor a tecnologia embarcada com a performance automotiva, a capilaridade da rede de concessionárias e a expertise no desenvolvimento das soluções agronômicas digitais oferecidas. Com isso, a agricultura brasileira e a comunidade global, destino de boa parte da produção agrícola do país, só tem a ganhar.

*Victor Cavassini é coordenador de marketing de tecnologia da AGCO América do Sul

 

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Notícias

UFI Filters entra no mercado de proteção facial

Por redação 02/02/2021
Escrito por redação

- UFI Filters entra no mercado de proteção facial

A UFI Filters, líder em filtragem e gerenciamento térmico, leva sua experiência ao desenvolvimento de novas tecnologias e a produção de materiais de última geração, que estão sendo utilizados para a produção de máscaras de proteção facial e equipamentos de proteção individual.

Na Itália, especificamente na fábrica de Marcaria, na província de Mântua, é onde fica o centro de especialização e produção do material meltblown desenvolvido pela UFI Filters.

- UFI Filters entra no mercado de proteção facial

As máscaras faciais da UFI Filters, denominadas “Mask Defender”, alcançaram a certificação do INMETRO, de acordo com a Norma Brasileira ABNT NBR 13.698.2011, por três características fundamentais: eficiência na filtragem bacteriana, eficiência na filtragem de partículas e respirabilidade.

Os equipamentos são produzidas com uma camada protetora spunbond, duas camadas meltblown que garantem alta eficiência de filtragem e proteção contra agentes externos – vírus e poeira, uma camada Airlaid que adere bem ao rosto e mantém seco, e por fim um camada spunbond que é saudável a pele e previne irritações.

O material filtrante meltblown da UFI Filters, que está sendo utilizado na produção de máscaras, possui eficiência de filtragem superior a 95% a 0,6 micron, de acordo com a norma EN 149: 2009. A produção está sendo coordenada a partir de plantas industriais do Grupo UFI Filters e a capacidade total para esse tipo de produto é de 10 milhões de máscaras por ano.

As máscaras fabricadas pela UFI Filters estão à venda através da rede Aftermarket, bem como através da rede especializada em dispositivos de EPI e E-commerce.

UFI Filters

Fundada em 1971, UFI Filters é líder global em tecnologia de filtragem, atende a uma ampla gama de setores de aplicações como: automotivo, agrícola, aeroespacial, marítimo e outras aplicações especiais em hidráulico industrial e customizado. Reconhecida por sua inovação, os produtos e o know-how da UFI Filters podem ser encontrados em todos os tipos de veículos desde carros de corrida da Ferrari e outras escuderias da F1 até a espaçonave européia ExoMars. A UFI fornece uma gama completa de filtros do óleo, combustível, ar, cabine, hidráulico e refrigeração para o setor automotivo, atendendo as necessidades de quase todas as montadoras de veículos de passeio, comerciais, linha pesada e maquinário agrícola. No mercado de produto original, é um importante fornecedor de filtros de óleo e líder mundial em filtragem de diesel. Com as duas marcas, UFI e SOFIMA, cada família de filtros cobrem ao menos 96% da frota europeia.

Fonte: UFI Filters
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Notícias

Cafeicultura tem menor área produtiva dos últimos 20 anos

Por redação 02/02/2021
Escrito por redação

- Cafeicultura tem menor área produtiva dos últimos 20 anos

Área em produção de café está estimada em 1,76 milhão de hectares neste ano de 2021

A primeira estimativa da safra dos Cafés do Brasil para o ano de 2021 estabeleceu que a produção total de café deverá ocorrer num intervalo de 43,8 milhões de sacas a 49,5 milhões de sacas de 60kg, o que indica uma redução de 21,4% a 30,5%, em comparação com o volume colhido em 2020. Neste ano, a safra de café será proveniente de uma área em produção de 1,76 milhão de hectares, que representa a menor área colhida de café dos últimos 20 anos. Em complemento, a área em formação é de 431,9 mil hectares, o que totaliza 2,19 milhões de hectares cultivados com café no Brasil.

Em relação exclusivamente à safra do café da espécie arábica, a produção estimada para 2021 compreende o intervalo de 29,7 milhões a 32,9 milhões de sacas, o que indica uma redução de 32,4% a 39,1% em comparação com a safra de 2020. Quanto ao café da espécie conilon, a produção estimada ficou no intervalo de 14,1 milhões a 16,6 milhões de sacas, podendo apresentar redução de até 1,2% ou incremento de até 16%, se comparada com a safra passada.

Assim, vale destacar que o ponto médio entre os limites inferior e superior da produção de café arábica, neste ano de 2021, foi estimado em 31,35 milhões de sacas, e, no caso do café conilon, o ponto médio da safra indica volume de 15,37 milhões de sacas produzidas. A soma dos volumes de produção das duas espécies de café totaliza 46,72 milhões de sacas, que perfaz o ponto médio do intervalo mencionado de 43,8 milhões de sacas a 49,5 milhões de sacas previstas para a safra brasileira deste ano. Dessa forma, considerando os pontos médios das estimativas, verifica-se que a produção de café arábica deve ser responsável por aproximadamente 67% da safra total dos Cafés do Brasil e, em complemento, a produção de café conilon deve representar por volta de 33%, ou seja, 1/3 desse total. Contudo, tais números ainda poderão ser objeto de ajustes nas próximas etapas de levantamento desta safra.

Os dados estatísticos que permitiram realizar esta análise da estimativa de safra de café de 2021 foram obtidos do 1° Levantamento da Safra de Café de 2021, da Companhia Nacional de Abastecimento – Conab.

Fonte: Embrapa Café

 

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Notícias

Femagri e feira do Cerrado começam em formato digital

Por redação 02/02/2021
Escrito por redação

- Femagri e feira do Cerrado começam em formato digital

Começou ontem (1º) a Feira de Máquinas, Implementos e Insumos Agrícolas (Femagri), voltada para cafeicultores do Sul de Minas e Média Mogiana do Estado de São Paulo, e a Feira do Cerrado, com foco em produtores do Alto Paranaíba e Triângulo Mineiro.

Realizadas pela Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé), os eventos acontecem exclusivamente em ambiente virtual até o próximo dia 26. As feiras estão entre as mais importantes do país voltadas à cafeicultura e reúnem os principais lançamentos, oportunidades e soluções para o setor. Os mais de 15 mil cooperados realizarão seus negócios acessando o site dos dois eventos ou o aplicativo Cooxupé. Oitenta empresas participam da campanha virtual.

As feiras podem ser acessadas pelos sites: www.cooxupe.com.br/femagri e www.cooxupe.com.br/feiradocerrado. Também é possível acompanhar os eventos no APP Cooxupé, compatível aos sistemas Android e IOS.

Fonte: Cooxupé
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Notícias

MAPA incentiva produção agrícola no Amazonas

Por redação 01/02/2021
Escrito por redação

- MAPA incentiva produção agrícola no Amazonas

Ministério  vai destinar R$ 2 milhões para capacitação e gestão, sistematização de dados do extrativismo e da sociobiodiversidade, estimular soluções tecnológicas e ampliação do acesso ao crédito

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) anunciou iniciativa para fortalecer as cadeias produtivas da castanha-do-brasil, do pirarucu selvagem e do guaraná nativo no Amazonas. A ação integra o programa Bioeconomia Brasil – Sociobiodiversidade, coordenado pela Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo (SAF) do Mapa e é uma parceria com o governo estadual. Pequenos agricultores, agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais e seus empreendimentos são o público-alvo.

Serão alocados pelo Mapa R$ 2 milhões para atividades de capacitação e gestão de empreendimentos, sistematização de informações do extrativismo e da sociobiodiversidade, estimular o desenvolvimento de soluções tecnológicas e ampliação do acesso ao crédito, por exemplo, por meio da linha Pronaf Bioeconomia. Os recursos serão aplicados até dezembro de 2022.

A parceria visa desenvolver um protótipo de sistema que trata informações sobre o mercado de produtos da sociobiodiversidade e do extrativismo, estabelecer mecanismos para ampliar o acesso ao crédito, como também garantir a obtenção de certificações e implantar processos de rastreabilidade inovadores nas cadeias produtivas.

Outro objetivo é estruturar e fortalecer as redes de relações entre todos os envolvidos nessas cadeias e também aqueles que têm interesse nelas, além de estimular arranjos produtivos de comercialização entre os empreendimentos e os setores produtivos apoiados.

- MAPA incentiva produção agrícola no Amazonas

“O programa Bioeconomia Brasil chegou para promover a articulação de parcerias como essa com o estado do Amazonas, focadas na promoção e estruturação de sistemas baseados no uso sustentável dos recursos da sociobiodiversidade e do extrativismo. Com isso, queremos fomentar essas cadeias produtivas e prepará-las para acessarem mercados com agregação de valor aos produtos”, destaca o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Schwanke.

Dentre os principais pontos a serem solucionados ao longo das cadeias produtivas da castanha-do-brasil, do pirarucu selvagem e do guaraná nativo, e que serão trabalhadas no novo projeto, estão o baixo grau de tecnologia e inovação, a pouca agregação de valor, o acesso reduzido a mercados diferenciados e a necessidade de uma melhor estruturação dos mercados da bioeconomia no estado.

Ao mesmo tempo, a iniciativa buscará promover a diversificação da matriz econômica necessária para o desenvolvimento sustentável e inclusivo no Amazonas. Para isso, serão desenvolvidas atividades para diminuir as assimetrias de informação ao longo dessas cadeias produtivas – quando uma das partes tem mais informações acerca de um produto ou serviço do que a outra.

A importância das parcerias entre órgãos federais e estaduais é destacada pelo coordenador-geral de Extrativismo da SAF, Marco Pavarino. “As articulações com as estruturas estaduais são fundamentais para o desenvolvimento de projetos de Bioeconomia como este. Na região amazônica, especialmente, com um pouco mais estrutura e informação, o uso sustentável da biodiversidade, que já é feito pelos extrativistas e agricultores familiares, tem um enorme potencial de gerar mais renda e mais qualidade de vida para as populações tradicionais”.

As atividades serão focadas na promoção da bioeconomia pautada na ciência e na tecnologia, visando a interiorização do desenvolvimento e o fomento aos arranjos produtivos e de comercialização de suprimentos dos produtos da sociobiodiversidade e do extrativismo.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)
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Notícias

Hortitec 2021 é cancelada

Por redação 01/02/2021
Escrito por redação

- Hortitec 2021 é cancelada

A comissão organizadora da 27ª Hortitec – Exposição Técnica de Horticultura, Cultivo Protegido e Culturas Intensivas anunciou nesta segunda-feira (01/02) o adiamento da feira em 2021. Segundo o comunicado os motivos da medida se devem ao atendimento das determinações das autoridades sanitárias do Ministério da Saúde e do Governo de São Paulo, que mantém o decreto de suspensão de eventos com o intuito de conter a escalada da propagação do coronavírus (COVID-19).

A nova data da feira está prevista para 2022, no período de 22 a 24 de junho. “Lamentamos muito ter que tomar esta decisão, causada por motivos de força maior e alheios à nossa vontade. O cenário atual é preocupante, pois a previsão de aplicação da primeira dose de vacina ao grupo de 29 a 59 anos (mais de 80% do nosso público visitante e expositor) é apenas no mês de junho de 2021 e não podemos colocar em risco a saúde, a segurança e o bem-estar dos nossos expositores, visitantes, colaboradores, fornecedores, parceiros envolvidos e por consequência, as suas respectivas famílias”, justificam os organizadores.

Fonte: Hortitec
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Notícias

Hortaliças de fazenda vertical chegam ao consumidor

Por redação 01/02/2021
Escrito por redação

- Hortaliças de fazenda vertical chegam ao consumidor

As primeiras colheitas de hortaliças cultivadas a partir de sistemas de produção para agricultura indoor(controlled environment agriculture ou CEA), resultado da parceria entre a Embrapa e a empresa 100% Livre, começam a chegar à mesa dos consumidores paulistanos. Há pouco mais de um mês, a empresa iniciou a comercialização de espécies folhosas e condimentares produzidas em uma fazenda vertical localizada no bairro do Ipiranga, próximo ao centro da cidade de São Paulo.

- Hortaliças de fazenda vertical chegam ao consumidor

Nas cestas de folhas ofertadas aos consumidores, por meio de uma assinatura semanal, estão diferentes tipos de alface (crespa, lisa, romana, roxa, americana) e temperos como salsa, tomilho, sálvia, hortelã e manjericão. Nesse primeiro momento, as vendas de hortaliças estão centralizadas nas plataformas digitais da empresa, mas, a partir deste mês, serão distribuídas também em redes de supermercados e hortifrútis da capital paulista.

“Com a estrutura instalada hoje, temos capacidade de produzir entre 11 e 13 toneladas por mês e, atualmente, não estamos realizando nem 10% desse valor. Porém, estamos ampliando o número de cultivares e teremos muitas novidades ao longo do ano”, sinaliza o empresário Diego Gomes.- Hortaliças de fazenda vertical chegam ao consumidor

A produção das hortaliças tem seguido as orientações de cultivo obtidas durante os experimentos realizados por agrônomos da empresa pública de pesquisa, em conjunto com técnicos da 100% Livre, no Laboratório de Agricultura em Ambiente Controlado da Embrapa Hortaliças, localizado em Brasília/DF. A equipe do projeto tem realizado testes para elaboração de sistemas de produção para diferentes espécies de hortaliças cultivadas em um ambiente controlado e fechado, isto é, em sistemas de agricultura indoor do tipo fazenda vertical e plant factory.

Esse modelo de plantio de espécies vegetais em um local fechado pressupõe cultivos sem solo ou substratos, iluminação artificial com painéis de LED e controle de diversas variáveis meteorológicas no interior da estrutura de ambiente: temperatura e umidade relativa do ar, radiação líquida e global, concentração de CO2 (gás carbônico), entre outras.

“As análises da Embrapa são fundamentais para atingirmos o padrão de qualidade que buscamos nos produtos. Apenas após todas as validações da pesquisa é que trazemos para os testes em estruturas dentro da fazenda de São Paulo e, na sequência, levamos para a escala comercial, nas torres de 12 metros de altura”, detalha Diego.

Ao final do primeiro mês completo de vendas, a empresa comemora a receptividade dos clientes e os retornos positivos sobre sabor, embalagem e prazo de entrega das cestas com hortaliças. “Os resultados são animadores e o feedback dos clientes tem sido muito favorável. Eles ressaltam a possibilidade de uma alface ser colhida pela manhã e, em menos de 2 horas e 5 km, estar em sua mesa. É incomparável a qualidade, a cor e o sabor das folhosas”, comenta o empresário.

Segundo a opinião do pesquisador Ítalo Guedes, que coordena o projeto no âmbito da Embrapa, esses resultados gerados pela pesquisa pública brasileira já demonstram seu potencial de revolucionar a produção e o comércio de hortaliças na maior metrópole da América do Sul.

Fonte: Embrapa
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