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Notícias

Criação de abelhas ajuda na preservação da floresta

Por redação 05/02/2021
Escrito por redação

- Criação de abelhas ajuda na preservação da floresta

A criação de abelhas tem mudado a rotina de agricultores familiares em vários estados da Amazônia. Para alguns o manejo com o animalzinho é novidade, outros, velho conhecido na propriedade, mas todos estão convencidos que as abelhas são aliadas importantes na geração de renda, melhoraria da qualidade de vida no campo e ainda, peça fundamental para preservar e restaurar a floresta.

Essa é a receita que vem sendo proposta e adotada a partir do projeto Agrobio – Abelhas, variedades crioulas e bioativos agroecológicos: conservação e prospecção da biodiversidade para gerar renda aos agricultores familiares na Amazônia Legal. Liderado pela Embrapa Amazônia Oriental e presente nos estados Pará, Amazonas, Roraima, Maranhão e Mato Grosso, faz parte do Projeto Integrado da Amazônia (PIA), é financiado pelo Fundo Amazônia e operacionalizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), em cooperação com o Ministério do Meio Ambiente.

- Criação de abelhas ajuda na preservação da floresta

Daniel Santiago, pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental e líder do projeto, reconhece que os desafios de implantação são grandes, dada a realidade da região, e foram intensificados pela pandemia da Covid-19 – que alterou cronogramas e as formas de trabalho. Mas, tal como as abelhas, um dos focos do projeto, a experiência tem revelado que a união e resiliência têm sido fundamentais para levar o projeto adiante e colher benefícios.

O pesquisador se apoia em números e casos de sucesso para reiterar sua avaliação. Ele conta que mesmo com os entraves caudados pela pandemia, o projeto conseguiu se reinventar e se não era mais possível realizar treinamentos presenciais, apostaram nas formações online, e mais uma vez, como os insetos sociais que trabalham juntos, viram nas parcerias a força necessária para seguir em frente.

E assim conseguiram contabilizar, somente em 2020, cinco eventos online, beneficiando cerca de 1500 pessoas. “Em dois anos de Agrobio superamos nossas próprias expectativas em público e número de eventos e o mais interessante é a adesão dos produtores que passaram também a demandar novos cursos e a multiplicar, em suas regiões, o troca e o enriquecimento do conhecimento propiciado pelas ações do projeto”, afirma o pesquisador.

Diversificação da produção rural

Há cerca de um ano, a família Pinon fez uma aposta que assustou até os vizinhos ao trocar a lida com o gado pela criação de abelhas para incrementar a produção de açaí. Em uma propriedade de cerca de 60 hectares no município paraense de Breu Branco, dona Carmélia, 42, seu marido Rubeci, 53, mais conhecido como Rubinho, e o casal de filhos Maria Eduarda, 7 e Luiz Mário, 11, viram nas abelhas a fórmula para gerar renda e assim seguir com o sonho de reflorestar parte da propriedade e preservar a floresta que ainda existe, aliando lucro e qualidade de vida.

A ideia surgiu de uma conversa com o Sebrae da região que orientou que procurassem a Embrapa como parceira nessa empreitada, pois a família estava trocando, já alguns anos, o gado pelo plantio do açaí, como principal atividade econômica.

Dona Carmélia contou que o marido sempre gostou de abelhas, mas não tinham colmeias na propriedade, foi então que souberam que o Agrobio estimulava a criação de abelhas nas áreas de açaí para aumentar a produtividade do fruto.

O que seria inicialmente uma experiência, transformou a rotina da propriedade e hoje, passados apenas cerca de um ano, comemoram a produtividade do açaizal e das demais fruteiras na propriedade. “As abelhas chegaram há um ano e hoje são 30 colmeias, 18 delas, com boa produção, onde tiramos até 200 litros de mel por safra”, fala orgulhosa.

E não pára por ai. A produtividade do açaí, atual carro-chefe na renda familiar quase dobrou. “As abelhas são mais. Mais açaí, mais mel, mais dinheiro e mais saúde para minha família e para a floresta”, brinca a agricultora. Até sobrou dinheiro para voltar a investir e recompor o rebanho de gado, confessa.

Por meio do Agrobio, a família quer que o entusiamo pelo novo arranjo produtivo chegue também aos vizinhos, transformando a propriedade em vitrine tecnológica para mostrar na prática e nos lucros, que é possível ganhar dinheiro, preservar e até restaurar a floresta. Tudo ao mesmo tempo. “Somos um sítio agroecológico e se os vizinhos aderirem às praticas sustentáveis, todo mundo ganha”, idealiza.

Proteção e restauração

Na cidade de Iranduba, distante cerca de 30 quilômetros da capital do Amazonas, Joaquim Alberto da Silva levanta a bandeira da meliponicultura como aliada da produção sustentável e da preservação e restauração da floresta amazônica.

Ele coordena o Doce Refúgio Meliponário Escola (Dramel), no qual, por meio de parceria com o projeto Agrobio, está sendo construído um jardim do mel. “Estamos com 17 canteiros, em uma área atrás do meliponário, com o plantio de espécies nativas florais, no intuito de aproximar a matéria-prima de produção de mel e pólen das colmeias,” explica o meliponicultor.

No local funciona ainda um centro de capacitação em meliponicultura no qual foram realizadas capacitações do projeto Agrobio no ano de 2019, por meio da Embrapa Amazônia Ociental. As atividades produtivas do sítio interligam a produção de mel, pólen e colmeias, às áreas com permacultura, sistemas agroflorestais e agricultura sintrópica. “Toda nossa atividade, além de produtiva, visa difundir e trocar experiências com outros produtores, além de crianças e adolescentes que recebemos em visitas ecopedagógicas”, explica Joaquim.

Mais que propagar a meliponicultura como atividade produtiva aliada à produtividade rural sustentável, Joaquim também defende a prática como forma de preservar e até restaurar a floresta. “Sabemos que as abelhas são responsáveis pela propagação de inúmeras espécies vegetais, por meio da polinização. Por isso são importantes para que as florestas prosperem”, enfatiza.

Fonte: Embrapa Amazônia Oriental

 

05/02/2021 0 Comentários
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Notícias

Ministra prevê safra de soja novamente recorde

Por redação 05/02/2021
Escrito por redação

- Ministra prevê safra de soja novamente recorde

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Tereza Cristina, participou da Abertura Nacional da Colheita de Soja, realizada no município de Luís Eduardo Magalhães (BA). A participação ocorreu de forma virtual.

Tereza Cristina destacou as projeções da colheita do grão, que deve chegar a 133,7 milhões de toneladas na safra 2020/2021, conforme levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), além do bom preço pago ao produtor, o que estimula investimentos no setor.

“Temos todos os motivos para acreditar que a soja brasileira precisará continuar sendo produzida nos volumes que estamos produzindo, e a demanda mundial continuará crescendo. Temos uma safra cheia, uma safra que será recorde novamente e com preços muito bons”, disse, acrescentando o papel do país como fornecedor de proteína animal.

A soja é a principal cultura cultivada no país e representa cerca de 50% da colheita de grãos no Brasil. “O ouro do agro brasileiro vai ser cada vez mais respeitado, mostrando a qualidade e a sustentabilidade que nossos produtores plantam e colhem a soja para nosso consumidor brasileiro, mas também para muitos países que usam e necessitam cada vez mais do ouro brasileiro”.

A ministra também agradeceu o trabalho do produtores, que não pararam na pandemia garantindo abastecimento interno de alimentos e cumprindo os acordos de exportação, e “continuaram acreditando no agro, acreditando no Brasil”. “Por isso, temos hoje esses números invejáveis da safra de grãos do Brasil”.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)
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Tomra Food anuncia nova diretoria para 2021

Por redação 05/02/2021
Escrito por redação
- Tomra Food anuncia nova diretoria para 2021

Michel Picandet, vice-presidente executivo e chefe da Tomra Food

A Tomra Food anunciou sua nova organização focada em duas áreas de negócios, Fresh Food e Processed Food, após anúncio da aposentadoria de Ashley Hunter, que liderava o segmento de alimentos processados, em janeiro passado.  Com a nova organização, a TOMRA Food anunciou as seguintes nomeações:

Ken Moynihan como CEO da Tomra Processed Food, empresa com atuação na seleção de batatas, nozes, vegetais e frutas secas. Ken traz mais de 15 anos de experiência em tecnologia e funções de liderança executiva, mais recentemente como CEO da Compac, do segmento de tecnologia de classificação de frutas frescas adquirida pela Tomra em 2017. Nascido na Irlanda, Ken morou e trabalhou na África do Sul, nos EUA e na Nova Zelândia, e agora vai dividir seu tempo entre os EUA e a Bélgica.

Geoff Furniss como CEO da TOMRA Fresh Food, empresa focada em soluções para embalagens de frutas e vegetais frescos, como maçãs, frutas cítricas, abacates, frutas-caroço, cerejas e mirtilos. Esta área de negócios irá integrar os portfólios e experiência da BBC Technologies e da Compac. Geoff trabalha em tecnologia há mais de 25 anos com funções de liderança executiva na Ag Tech há 16 anos.

Michel Picandet, vice-presidente executivo e chefe da Tomra Food, declarou: “Em primeiro lugar, gostaria de agradecer a Ashley por sua contribuição inestimável para nossa empresa, trazendo uma vasta experiência na indústria. No futuro, estou confiante de que Ken e Geoff consolidarão com sucesso nossa posição de liderança no setor de alimentos processados ​​e aumentarão ainda mais nossos negócios bem estabelecidos no mercado de alimentos frescos. A Compac e a BBC Technologies estão unindo forças na área de Fresh Business com base em parcerias sólidas que continuaremos a desenvolver. A nova organização nos permitirá desenvolver nossos pontos fortes, expandir os limites da inovação e permanecer o líder global de escolha de nossos clientes. Com sua abordagem de entrada no mercado aprimorada, nossa nova configuração facilitará nossos esforços em nos dedicar para liderar com excelência para nosso pessoal e clientes”.

Fonte: Tomra Food
05/02/2021 0 Comentários
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Pá carregadeira se destaca por sistema de reversão da hélice

Por redação 04/02/2021
Escrito por redação

- Pá carregadeira se destaca por sistema de reversão da hélice 

Solução é indicada para aplicações com grande concentração de partículas, reduzindo paradas para limpeza e aumentando a disponibilidade operacional

A pá carregadeira da New Holland Construction 12D EVO, produzida em Contagem (MG), agora vem equipada de fábrica com sistema de reversão da hélice, indicada para trabalhos em ambientes onde há grande concentração de partículas em suspensão.

Acionado manualmente na cabine, o reversor tem o papel de remover detritos no radiador, de forma rápida e eficiente, evitando paradas para limpeza. O sistema foi desenvolvido para manter a  eficiência dos trocadores de calor na refrigeração do motor, mesmo em ambientes severos de operação, aumentando a disponibilidade operacional dos equipamentos.

“Um sistema de refrigeração que trabalha sempre no ponto de máxima eficiência proporciona de médio a longo prazo uma maior durabilidade dos componentes da máquina”, explica Esio Dinis, especialista de Marketing Produto da New Holland Construction.

Sempre próxima do cliente, a marca da CNH Industrial, que celebrou 70 anos de Brasil em 2020, adotou a solução ouvindo as demandas do mercado. “A nova configuração surge como mais uma iniciativa da New Holland Construction para melhorar a performance dos equipamentos em aplicações severas”, afirma Dinis.

A 12D EVO é equipada com motor FPT de 6,7 litros, 130 hp de potência e 443 Nm de torque e tem capacidade de caçamba de 1,91 m³ a 2,3 m³ e peso operacional de 10.595 kg, entregando alto desempenho e alta produtividade, com excelente relação custo x benefício.

Itens de série

A lista de equipamentos de série da máquina inclui ainda alarme de ré, contrapeso traseiro, diferenciais com bloqueio automático antipatinagem, direção hidráulica, freios com disco em bronze, sistema hidráulico com funções de parada de elevação (kick-out) e nivelador de caçamba eletromagnético e transmissão Powershift. O conforto do operador e a segurança são garantidos pela cabine com ar-condicionado e certificações ROPs/FOPs, contra capotamentos e queda de objetos.

Fonte: New Holland Construction

 

 

04/02/2021 0 Comentários
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CNA discute reformas em abertura da colheita de soja

Por redação 04/02/2021
Escrito por redação

- CNA discute reformas em abertura da colheita de soja

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou hoje da Abertura Nacional da Colheita da Soja – Safra 2020/2021, promovida pela Aprosoja Brasil, em Luís Eduardo Magalhães (BA).

O coordenador de Assuntos Econômicos da CNA, Renato Conchon, foi um dos palestrantes do terceiro painel, que debateu, de forma virtual, as premissas e impactos das propostas de reforma tributária para o agronegócio. O presidente da Aprosoja Brasil, Bartolomeu Braz, também participou da discussão.

Renato falou sobre as três principais propostas que estão em discussão no Congresso Nacional: a PEC 45/2019, a PEC 110/2019 e o PL nº 3887/2020. Ele destacou que a CNA apoia a reforma, desde que simplifique tributos e não aumente a carga tributária para o setor e para a sociedade.

- CNA discute reformas em abertura da colheita de soja

Segundo Conchon, a PEC 45, da Câmara, propõe a unificação de cinco tributos em apenas um Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Na sua avaliação, esta é proposta que traz mais prejuízos. Entre os pontos de atenção estão o aumento da carga tributária, uma alíquota única de 25% e o fim da desoneração da cesta básica. O texto também prevê que os produtores rurais (pessoas físicas) passam a ser contribuintes do IBS.

Já a PEC 110, do Senado, traz como principal proposta também a criação do IBS, com a extinção de nove tributos. “Os principais pontos são alíquota diferenciada para alimentos e medicamentos. Para alguns insumos, não haverá direito a crédito (monofasia) e os produtores rurais pessoas físicas não serão contribuintes do IBS”, disse o coordenador.

A terceira e última proposta apresentada foi o Projeto de Lei 3.887/2020, do Governo Federal. De acordo com Renato Conchon, o texto institui a criação da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que incidirá sobre a receita bruta de bens e serviços (inclusive nas importações) e receitas decorrentes de acréscimos (multas e encargos).

O representante da CNA afirmou que o setor como um todo (representantes dos produtores, cooperativas, agroindústrias, exportadores e insumos) elaborou um documento com sugestões de mudanças para as três propostas da reforma e encaminhou ao Congresso. “Fizemos um documento robusto, com dados e análises, mas cabe ao órgão decidir qual proposta vai avançar e se vai acatar as sugestões”.

Por fim, Conchon disse que a preocupação do setor é que as propostas comprometam a competividade do Brasil no exterior. “Nós queremos concorrer com outros países agrícolas que são altamente subsidiados e possuem infraestrutura condizente com a realidade, o que não temos aqui”.

Fonte: Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)
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Governo de SP inclui produtor rural em pacote emergencial

Por redação 04/02/2021
Escrito por redação

- Governo de SP inclui produtor rural em pacote emergencial

O governador de São Paulo, João Doria, anunciou ontem um pacote emergencial para apoiar os empreendedores dos 645 municípios paulistas que mais foram impactados pela pandemia do coronavírus, que inclui produtores rurais. Entre as novas medidas estão a liberação de R$ 125 milhões pelo Banco do Povo e pelo DesenvolveSP, a suspensão de protesto de débitos da dívida ativa e a manutenção de serviços de gás e água.

A primeira linha será para os empreendedores informais e produtores rurais sem CNPJ, com opções de crédito de até R$ 15 mil e taxa de juros de 1% ao mês. O prazo para pagamento é de até 12 meses e carência de até 60 dias para capital de giro. Já para o investimento fixo e misto, o prazo para pagamento é de até 24 meses com até 90 dias de carência. O empreendedor deverá realizar um curso de qualificação empreendedora (disponível tanto online quanto presencial por meio do Sebrae-SP), apresentar avalista e não ter restrições creditícias.

Já a segunda linha é voltada para empreendedores com CNPJ. Com taxa de juros de 0,35% ao mês, o limite de crédito é de até R$ 21 mil e o prazo para pagamento de até 24 meses com carência de até 60 dias para capital de giro. Já para o investimento fixo e misto, o prazo para pagamento é de até 36 meses com até 90 dias de carência. Para solicitar os financiamentos, o empresário também deverá realizar um curso de qualificação empreendedora (disponível tanto online quanto presencial por meio do Sebrae-SP) e não ter restrições creditícias. Não é necessário apresentar avalista.

Os empreendedores podem solicitar as linhas de crédito de forma totalmente online neste site ou presencialmente na agência do seu município. Atualmente, o Banco do Povo atende em 491 unidades em 465 municípios. A relação completa também está disponível no portal.

Fonte: Governo do Estado de São Paulo

 

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Sérgio Souza assume presidência da FPA

Por redação 04/02/2021
Escrito por redação

- Sérgio Souza assume presidência da FPA

Eleito em dezembro do ano passado, o deputado federal Sergio Souza (MDB-PR) assumiu nesta semana a presidência da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Souza substitui o antigo mandatário, deputado Alceu Moreira.

Segundo a Agência FPA, em discurso, o parlamentar disse que “a missão da frente é proteger o setor que tanto gera empregos, renda, impostos e responde por 50%, de forma direta e indireta, do PIB desse país”. Sergio Souza enfatizou ainda que “a vocação do Brasil é agro e a nossa missão como parlamentares é defender o setor que nós representamos”.

Alceu Moreira (MDB-RS) esteve na cerimônia e agradeceu a colaboração da ministra Tereza Cristina, em projetos importantes para o agro nacional, e aos membros e funcionários da FPA.

- Sérgio Souza assume presidência da FPA

A ministra, que já foi presidente da bancada, participou da cerimônia e enalteceu o trabalho feito pela FPA.  “Nós estamos juntos para um novo momento para que as pautas do agro possam caminhar. Acho que é isso que os produtores e brasileiros esperam de nós – a frente novamente pronta para trabalhar em prol do nosso agronegócio”, disse à Agência FPA.

Também esteve presente o ministro-chefe da Secretaria de Governo do Brasil, general Luiz Eduardo Ramos.  A solenidade foi marcada pelo descerramento da foto oficial do deputado federal Alceu Moreira na galeria de ex-presidentes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

Fonte: FPA
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FGV debate impacto de novas tecnologias na agricultura 4.0

Por redação 04/02/2021
Escrito por redação

- FGV debate impacto de novas tecnologias na agricultura 4.0

A iniciativa faz parte da série de webinars gratuitos sobre especialização e gestão profissional

A FGV Educação Executiva retoma a série de webinars gratuitos voltados para capacitação profissional. No total, serão 21 eventos online até março, que apresentarão temas e competências abordados em profundidade nos novos cursos de MBA Live da FGV. Os eventos serão transmitidos ao vivo, a partir das 18h. O encontro de hoje vai tratar de “Agricultura 4.0: O impacto das novas tecnologias no agro”.

O agro é digital. E o processo de digitalização começa na Internet das Coisas (IoT). Através de sensores capazes de digitalizar o mundo ao nosso redor e de dispositivos que levam tudo isso à nuvem em milésimos de segundos. No webinar vai mostrar como a IoT, a nuvem, o 4G, o 5G, a Inteligência Artificial e outras tecnologias vêm permitindo que gestores otimizem seus resultados. Seja através do monitoramento remoto de plantações, ou de modelos matemáticos que permitem prever o comportamento das máquinas no dia a dia da operação.

Participa do encontro o Professor de MBA na FGV e Gerente de Analytics no Grupo Big, Gabriel Martins Dias. Ele tem experiência de mais de 10 anos em projetos IoT na Europa e Ásia, além de ter coordenado projetos de Inteligência Artificial em grandes empresas brasileiras.

Serviço

Agricultura 4.0: O impacto das novas tecnologias no agro

Data: 4 de fevereiro

Horário: 18h

Link de inscrição: https://evento.fgv.br/mbalive_08

Fonte: FGV

 

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Jacto lança bicos de pulverização com mais precisão

Por redação 03/02/2021
Escrito por redação

- Jacto lança bicos de pulverização com mais precisão

A Jacto inicia 2021 com novidades em tecnologias de aplicação: os bicos cônicos Jacto JDC (Jacto Disco Caracol) e Jacto JAC (Jacto Alumina Cone). Com fabricação própria pela empresa, os modelos agregam ao portfólio da marca com diferenciais para o produtor, como maior precisão, excelente uniformidade de gotas e ótima cobertura no alvo.

“Entendemos que o bico é responsável por grande parte nos resultados obtidos, uma vez que vai possibilitar a correta distribuição dos produtos fitossanitários no alvo. Esse controle contribui com uma cultura mais sadia e colabora no ganho para o produtor, pois uma planta saudável expressa o seu potencial genético e produz melhor. Dessa forma, podemos dizer que os bicos atuam fortemente na questão de evitar perdas e desperdícios”, explica Daniel Petreli, engenheiro agrônomo e especialista em tecnologias de aplicação da Jacto.

Uniformidade de gotas

- Jacto lança bicos de pulverização com mais precisão

Os bicos cônicos Jacto JDC (Jacto Disco Caracol) e Jacto JAC (Jacto Alumina Cone) são fabricados em cerâmica de alta resistência e indicados para as aplicações de inseticidas, fungicidas, acaricidas e adubos foliares.

O bico Jacto JDC, para pulverizações principalmente em culturas arbustivas, é um bico cônico que projeta o jato com diferentes ângulos (55 a 80˚), dependendo da seleção do bico (cone cheio e cone vazio), utilizando a configuração de disco e caracol. Pode ter projeção do jato em formato de jato cônico vazio ou cheio.

“O bico foi desenvolvido para pulverizações de fungicidas e inseticidas proporcionando gotas muito finas, finas e médias, o que colabora e facilita a configuração dos bicos e aumenta o depósito de gotas e maior penetração no alvo” explica o especialista.

As características do bico Jacto JCD permitem a sua utilização em pulverizadores da linha Arbus, que são pulverizadores turbo. A numeração dos diferentes discos e caracóis remoinho facilita a identificação dos bicos que se diferenciam pela vazão, pressão e velocidade de trabalho da máquina.

Já o Jacto JAC foi desenvolvido para aumentar a cobertura de pulverização em alvos mais difíceis. O bico projeta as suas gotas com ângulo de 80º (graus), o que proporciona gotas muito finas e o depósito de gotas e maior penetração no alvo, permitindo a utilização em pulverizadores de barras e pulverizadores turbo. As cores no padrão ISO, facilitam a identificação dos bicos que se diferenciam pela vazão, pressão e velocidade de trabalho da máquina.

Aplicativo ajuda na escolha

Para colaborar nesse processo tão importante de escolha dos bicos de pulverização, a Jacto possui dentro do aplicativo Jacto Connect, a ferramenta Seletor de Bicos, que faz a indicação das condições que o produtor necessita pela bula do produto e a recomendação técnica do agrônomo, do melhor bico recomendado para aquela situação de aplicação.

“É uma ferramenta muito útil dado ao grande portfolio existente e a importância desse componente para o manejo fitossanitário eficiente”, finaliza Petreli.

O aplicativo Jacto Connect está disponível para celulares com sistemas Android e iOS.

Fonte: Jacto

 

 

 

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Especialista traça futuro para setor agrícola em 2021

Por redação 03/02/2021
Escrito por redação

- Especialista traça futuro para setor agrícola em 2021

O primeiro trimestre apresenta boas perspectivas para o agronegócio brasileiro em 2021, segundo o professor da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) e especialista na área José Luiz Tejon Megido.

A pandemia propiciou a busca por segurança alimentar em muitas nações. Com medo do desabastecimento, ocorreu um aumento dos estoques de segurança. Da mesma forma, com o anúncio da vacinação pelo mundo, vamos assistir em 2021 a uma ‘reinicialização’ da economia planetária.

“Quem tem matérias primas para vender encontra neste ano um ótimo campo para superar resultados econômicos e financeiros. E o Brasil tem commodities para vender. Enquanto o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos acaba de divulgar seu mais novo relatório de oferta e demanda de produtos agrícolas, reduzindo a estimativa de produção global de soja de 362,05 milhões para 361 milhões de toneladas, além da redução dos estoques finais de 85,64 milhões para 84,31 milhões de toneladas, aqui no Brasil teremos uma safra recorde”, explica.

Resultados de 2020

- Especialista traça futuro para setor agrícola em 2021

Segundo dados da Secretaria de Comércio das Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, as exportações do agronegócio em 2020 tiveram ótimo desempenho, o segundo maior de toda a série histórica, atrás somente de 2018.

“Em valor, foram US$ 100,81 bilhões em 2020, contra US$ 101,7 bilhões em 2018. Em relação ao ano passado, o aumento foi de 4,1%. E obtivemos aumento pelo maior volume exportado. O complexo soja com grão, farelo e óleo foi o maior produto exportado, com US$ 35,24 bilhões e 101,04 milhões de toneladas”.

As exportações dos grãos representaram 81,1% do valor exportado. Na proteína animal, da mesma forma, crescemos e as perspectivas continuam positivas para 2021.

“Um movimento observado por integrações de aves, suínos, ovos, tem sido a busca de contratos diretamente com agricultores de soja e milho para assegurar o produto mais importante do seu canal de suprimentos, a ração”.

Em paralelo, estamos num mundo que dever retomar o crescimento, com perspectivas da China crescer 8% neste ano, a União Europeia 5% e os Estados Unidos, maior economia do mundo, 3%.

Projeção para 2021

O último levantamento da safra de grãos feito pela Companhia Nacional de Abastecimento aponta que o Brasil deve colher 264,8 milhões de toneladas, um aumento de 7,9 milhões em comparação com a safra 2019/2020, quando a colheita foi 256,94 milhões de toneladas.

O maior pedaço desse bolo é o da soja, respondendo por cerca de 50% dos grãos. A área da soja cresceu 3,4% e a estimativa da safra é de 133,7 milhões de toneladas.

Outros grãos também têm destaque: arroz (10.904 milhões de toneladas), feijão (3.144 milhões de toneladas), milho (102.313 milhões de toneladas), soja (133.692 milhões de toneladas) e trigo (6.234 milhões de toneladas).

Para 2020/21, segundo a Conab, teremos recorde de 264,8 milhões de toneladas. Com algodão em pluma, 2.651 milhões de toneladas. Nesta matéria prima, há 20 anos, o Brasil era o segundo maior importador de algodão no mundo. Hoje, somos o segundo maior exportador global.

Na proteína animal, o Ministério da Agricultura vê o crescimento do frango, leite, bovinos e da pecuária de maneira geral, saindo de R$ 290,8 bilhões em 2020, para R$ 308,5 bilhões.

“A boa notícia do início deste primeiro trimestre é que a colheita já começou no maior estado produtor, o Mato Grosso. A produção poderá chegar a 35,43 milhões de toneladas, com uma ligeira queda em função da produtividade pelas condições climáticas adversas. Porém, com um aumento de área. Dessa forma, a situação ficou positiva. Sobre a estimativa anterior da Conab, a soja teve uma redução de cerca de um milhão de toneladas. E o principal fator para isso foi a insuficiência hídrica principalmente no Rio Grande do Sul”.

A renda agrícola brasileira deve subir 10% em 2021, podendo bater o valor bruto da produção bater quase nos R$ 1 trilhão.

“O número mais específico é de R$ 959,7 bilhões. As lavouras significarão 651,2 bilhões, aumentando em 12,2% na comparação com 2020. A soja deverá trazer uma renda no VBP de 2021 de R$ 303 bilhões, 24,4% positivos sobre 2020. O milho deverá ter um crescimento de 17,7% no seu valor bruto da produção, atingindo R$ 117,1 bilhões. E outras lavouras irão crescer, como prevê o ministério da agricultura: arroz, batata, cacau, mandioca e trigo. Desta forma, de maneira geral, a conclusão é de que começamos o primeiro trimestre vindo de ótimos resultados em 2020, e caminhando para uma nova super safra no Brasil, com preços das commodities em alta, além de uma taxa de câmbio favorável nas exportações”.

Segundo o especialista, este é um ano positivo, com oportunidades para lavouras e setores da proteína animal como pescado, além das demais.

“Hora para investimento no valor da sua propriedade agrícola, hora de cuidar da gestão, profissionalização e sucessão. Há muitas oportunidades para a distribuição, startups e para inovação. A inflação é um grande problema a ser administrado pelos governos, mas para um país forte no agronegócio como o Brasil, tudo indica que teremos ótimos resultados neste ano e na nova safra 2021/2022”.

Futuro do agro

As oportunidades existem também para todo setor de hortifruti cultura. O país pode e deve acessar mercados novos, diversificando com frutas e vegetais. Além das oportunidades de bioeconomia, os títulos verdes e o aproveitamento da lei de remuneração por serviços ambientais.

O setor deve ter atenção especial para as lavouras de culturas perenes como cana, café e açúcar. “O dólar é incerto na sua cotação futura, e nosso maior cliente, a China, poderá restabelecer novas relações com os Estados Unidos sob o governo Biden, que também deverá intensificar ao lado da Europa barreiras não tarifárias associadas a questões da sustentabilidade”.

Os produtores devem investir em tecnologia, buscando produtividade aliado a rentabilidade.

“A digitalização, e o ingresso cada vez maior na agricultura de baixo carbono, onde somos os melhores do mundo, assegura acesso aos mercados doravante que serão cada vez mais regidos por um conceito de saúde”.
Com um planejamento estratégico das suas cadeias produtivas, o Brasil tem condições de dobrar o agro de tamanho até 2030, desde o a do ‘abacate’ ao z do ‘zebu’.

“O Brasil precisa, a economia precisa, o PIB do país precisa e toda a população brasileira precisa. Significará empreendedorismo e cooperativismo no antes, dentro e pós porteira das fazendas”.

O agronegócio significa cerca de 25% do total do PIB brasileiro e tem potencial para chegar a receitas de U$$ 1 trilhão de dólares nos próximos dez anos.

Fonte: Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP)
03/02/2021 0 Comentários
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