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Notícias

Produção agropecuária deve crescer 10% em 2021

Por redação 19/01/2021
Escrito por redação

- Produção agropecuária deve crescer 10% em 2021
As primeiras estimativas para 2021 indicam crescimento de 10,1% do VBP

O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de 2020 alcançou a cifra de R$ 871,3 bilhões, tornando-se o maior da série histórica desde 1989. O crescimento real foi de 17%. O segundo melhor resultado ocorreu em 2015, com R$ 759,6 bilhões. Os dados já incluem as estatísticas de dezembro do ano passado. As lavouras tiveram faturamento de R$ 580,5 bilhões, alta de 22,2%, e a pecuária, R$ 290,8 bilhões, incremento de 7,9%.

De acordo com nota técnica da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), os produtos que mais contribuíram para o resultado foram o milho, com crescimento real de 26,2%; soja, com 42,8%; carne bovina, com 15,6%; e carne suína, 23,7%.

O faturamento da soja, milho e carne bovina foi de R$ 243,7 bilhões, R$ 99,5 bilhões e R$ 126,3 bilhões, respectivamente. Destaca-se ainda a contribuição positiva da produção de ovos em 2020.

Para o coordenador da pesquisa do VBP, José Garcia Gasques, as variáveis determinantes para os resultados estão relacionadas aos preços dos produtos no mercado interno, as exportações favoráveis para grãos e carnes e a produção da safra de 2020.

VBP de 2021

As primeiras estimativas para 2021 indicam crescimento do VBP de 10,1% (R$ 959 bilhões). Os principais destaques são: arroz (17,3%), batata inglesa (22,1%), cacau (14,7%), mandioca (10,9%), milho (17,7%) e soja (24,4%). Há ainda boas expectativas para a pecuária, em especial para bovinos, suínos, frangos e leite. O ranking dos principais produtos em 2021 aponta para a soja, milho, café e algodão, responsáveis por 82,6% do faturamento esperado para as lavouras.

Na pecuária, bovinos, frangos e leite devem liderar os resultados do VBP, com participação em 85,9% do faturamento.
A lista dos estados campeões na agropecuária deve permanecer com Mato Grosso, Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

O que é VBP

O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária ao longo do ano e corresponde ao faturamento bruto dentro do estabelecimento. Calculado com base na produção da safra agrícola e da pecuária, e nos preços recebidos pelos produtores nas principais praças do país, dos 26 maiores produtos agropecuários do Brasil. O valor real da produção, descontada a inflação, é obtido pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) da Fundação Getúlio Vargas. A periodicidade é mensal com atualização e divulgação até o dia 15 de cada mês.

Fonte: Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)
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Notícias

Exportação de café bate novo recorde em 2020

Por redação 19/01/2021
Escrito por redação

ckground- Exportação de café bate novo recorde em 2020

Em 2020, o Brasil exportou 44,5 milhões de sacas de café, considerando a soma de café verde, solúvel e torrado & moído, segundo relatório consolidado pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé). O dado confere ao país um novo recorde histórico das exportações do produto para o ano e representa um crescimento de 9,4% em relação ao volume total exportado em 2019.

A receita cambial com as exportações no ano passado alcançou US$ 5,6 bilhões, alta de 10,3% em relação a 2019 e equivalente a R$ 29 bilhões, representando aumento de 44,1% na conversão em reais, alcançando a participação de 5,6% nas exportações do agronegócio e de 2,7% nos embarques totais do país. Já o preço médio da saca no ano foi de US$ 126,52.

Do volume total embarcado em 2020, 40,4 milhões de sacas foram de café verde, aumento de 10,2% comparado a 2019. Os cafés verdes são compostos pelos cafés arábica, cujas exportações totalizaram 35,5 milhões de sacas, alta de 8,4% ante 2019 e recorde histórico para essa variedade, e robusta (conilon), com 4,9 milhões de sacas exportadas, crescimento de 24,3% e também maior volume embarcado na história. Já as exportações de cafés industrializados foram de 4,1 milhões de sacas, apresentando aumento de 2,3% no período e com destaque para os embarques de café solúvel dentro da modalidade, que foram de 4,1 milhões de sacas, alta de 2,4% e embarques recorde do produto industrializado.  Com relação às variedades exportadas, 79,7% foram de café arábica, 11,1% de robusta e 9,2% de solúvel.

“O café no Brasil está próximo de completar 300 anos desde a sua chegada, pois segundo consta nos registros, o desembarque das primeiras mudas no país data de 1727 e as exportações tiveram início em meados de 1800. Nestes quase três séculos, o Brasil e o mundo passaram por enormes desafios, que foram enfrentados e superados com sucesso, bem como colaboraram para atingirmos uma forte maturidade na cadeia do agronegócio café. Pesquisa, produção, comércio e exportação, indústria de torrefação, indústria de solúvel, toda a cadeia passou por um profundo desenvolvimento e, sem dúvida, o ano de 2020 será mais um capítulo importante nesta longa e interessante história do café. Devido à pandemia da Covid-19, estamos passando por um período desafiador e, ao mesmo tempo, tivemos uma das maiores safras e concluímos com uma exportação de 44,5 milhões de sacas, batendo um recorde histórico. Importante lembrar que possuímos mais de 2,2 milhões de hectares de café distribuídos por inúmeros estados e suas devidas regiões neste País de dimensão continental, e contamos com mais de 264 mil produtores sendo que 72% se referem a pequenos produtores” explica Nelson Carvalhaes.

Desempenho em dezembro

No último mês de 2020, o Brasil exportou 4,3 milhões de sacas de café para o mundo, dado que representa o maior recorde histórico em volume exportado para o mês, além do aumento de 38,6% em relação a dezembro de 2019. A receita cambial gerada no período foi de US$ 541 milhões, crescimento de 37,1% e equivalente a R$ 2,8 bilhões, representando alta de 71,7% na conversão em reais. Já o preço médio da saca de café no mês foi de US$ 126,92.
As exportações de cafés verdes somaram 3,9 milhões de sacas (aumento de 41,8% ante dezembro de 2019) sendo 3,5 milhões de sacas de café arábica (crescimento de 46,3%) e 381 mil de robusta (alta de 10,1%). Os cafés industrializados corresponderam a 353,1 mil sacas embarcadas (registrando aumento de 11,3%), sendo 352 mil sacas de café solúvel (crescimento de 11,5%) e 1,4 mil de torrado & moído.

Principais destinos

No ano passado, os Estados Unidos permaneceram como principal destino do café brasileiro, com 8,1 milhões de sacas exportadas para o país (equivalente a 18,3% das exportações totais no ano passado). O segundo maior destino foi a Alemanha, com 7,6 milhões (17,1%) e, em terceiro, a Bélgica, com 3,7 milhões (8,4%). Na sequência estão: Itália, com 3 milhões de sacas (6,8%), Japão, com 2,4 milhões de sacas (5,4%), Turquia, 1,4 milhão (3,2%); Federação Russa, 1,2 milhão (2,8%); México, 1,1 milhão (2,4%); Espanha, 936,2 mil (2,1%) e Canadá, 904,2 mil (2%).

Fonte: Relatório Cecafé
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Cursos técnicos gratuitos em agronegócio e fruticultura

Por redação 19/01/2021
Escrito por redação

- Cursos técnicos gratuitos em agronegócio e fruticultura

Os interessados em participar da seleção para os cursos técnicos em Agronegócio e Fruticultura do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) têm até o dia 27 de janeiro para se inscrever pelo site etec.senar.org.br. Ambos são gratuitos e à distância.

Para o curso técnico em Agronegócio, são oferecidas 1.765 vagas, em 71 polos de apoio presencial do Senar. A carga horária total é de 1.230 horas distribuídas em dois anos. Desse total, 20% da são aulas teóricas, atividades práticas e avaliações.

Disponibilizado pela primeira vez na modalidade a distância, o curso técnico em Fruticultura oferece 950 vagas distribuídas em 34 polos de ensino. A carga horária é de 1.350 horas, divididas em dois anos e meio.

As vagas prioritárias são destinadas ao público do meio rural e é necessário que os candidatos tenham concluído o ensino médio. As formações são focadas na gestão da propriedade rural e no gerenciamento do processo produtivo.

Ambos os cursos são reconhecidos pelo Ministério da Educação e o diploma é válido nacionalmente.

Fonte: CNA Brasil/Senar

 

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Tecnologia prevê aumento de produção sem pressão por áreas

Por redação 18/01/2021
Escrito por redação

- Tecnologia prevê aumento de produção sem pressão por áreas

O desenvolvimento de tecnologias próprias permite ao Brasil, líder mundial na produção de soja, produzir o grão com sustentabilidade e sem pressionar as áreas de florestas, mesmo considerando os cenários de aumento de demanda do grão nos próximos anos. A análise apresentada em 2019 por pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) continua válida e responde parte dos questionamentos internacionais sobre o sistema produtivo brasileiro. Com o título “O aumento da produção brasileira de soja representa uma ameaça para a floresta amazônica?”, o estudo analisa se as perspectivas de aumento de demanda global, poderiam causar maior pressão sobre a floresta amazônica, como tem sido sugerido no ambiente internacional.

O Brasil, líder na produção mundial de soja, produziu na safra 2019/20, 125 milhões de toneladas com grão. A soja ocupa aproximadamente 37 milhões de hectares e o aumento da demanda global e consequentemente da produção de soja é um desafio para o Brasil, que vai requerer engajamento de toda a cadeia produtiva. “A Embrapa e parceiros têm uma agenda ampla de tecnologias e pesquisas que garantem o crescimento sustentável da produção de soja brasileira, a principal fonte de proteína para o mundo¨, destaca Alexandre Nepomuceno, chefe-geral da Embrapa Soja.

“A aplicação de alta tecnologia e práticas sustentáveis, como o plantio direto na agricultura brasileira, têm permitido o incremento da produção por unidade de área. A recuperação de áreas, como por exemplo, pastagens degradadas, também tem permitido o aumento de produção. Existe muito espaço ainda para o Brasil continuar ajudando a alimentar o planeta sem pressionar áreas de preservação ambiental. A preservação de florestas nativas também é estratégica para o agronegócio brasileiro no aspecto social, econômico e ambiental”, explica Nepomuceno.

De acordo com Décio Gazzoni, pesquisador da Embrapa Soja, e um dos autores do estudo, o Brasil tem sistematicamente projetado vários cenários internacionais de demanda do mercado de soja para as próximas décadas e desenvolvido estratégias para alcançar esses cenários de uma maneira sustentável. “O cultivo da soja no bioma Amazônico está absolutamente fora de qualquer cenário de expansão do volume de soja produzido no país, não apenas pelas questões ambientais e restrições legais, mas também por questões econômicas, de logística, técnicas e financeiras”, aponta Gazzoni.

Além de preservar a floresta como patrimônio nacional, o Brasil detém domínio tecnológico para dobrar a produção atual nas áreas que já cultivam soja ou recuperando áreas de pastagens degradadas. “Os incrementos da produção brasileira nos últimos anos estão diretamente associados às novas recomendações de manejo da cultura, ao potencial genético de cultivares e às novas perspectivas abertas pela combinação de áreas de pastagens degradadas em sistemas mais eficientes por meio da Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF)”, explica. “O crescimento do volume de produção está muito mais baseado no incremento de produtividade do que no aumento da área plantada”, destaca.

O estudo conduzido pelos pesquisadores da Embrapa também comparou dados de desmatamento na região amazônica e a expansão da área usada para produção de soja no período de 2005 a 2018. De acordo com os autores do estudo, além do país possuir uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo, a própria iniciativa privada estabeleceu rigorosos compromissos com a preservação do bioma amazônico. “A exploração dessas áreas para soja não são adequadas nem ambientalmente e nem economicamente”, explica Gazzoni.

O estudo exemplifica também como, nas últimas décadas, o Brasil incrementou sua produção agrícola. Entre os exemplos apontados pelo crescimento sustentável da produção, estão as tecnologias que permitiram melhoria das pastagens pela inserção da agricultura na recuperação do solo, entre eles o iLPF, estimado em 11,5 M de ha em 2016. Outra inovação da agricultura tropical foi o processo de intensificação agrícola, ou seja, o uso de dois, às vezes três, ciclos de cultivo por ano, na mesma área (safra e safrinha), o que implica reduzir a área necessária para a mesma produção agrícola, também chamado de “efeito poupa-terra”.

O pesquisador Marco Nogueira, também autor do estudo, ressalta que o sistema de produção brasileiro está ancorado em tecnologias que são ambientalmente favoráveis. “Entre elas estão a fixação biológica do nitrogênio (que dispensa adubo nitrogenado e por isso diminui as emissões de gases de efeito estufa e a contaminação de lençóis freáticos com nitratos), o plantio direto (que conserva o solo, retém água e fixa carbono), técnicas de manejo integrado de pragas e doenças, que formam um conjunto de tecnologias que reduzem, inclusive, a emissão de carbono na atmosfera”, exemplifica.

Fonte: Embrapa Soja
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Irrigação aumenta em 28% produtividade do cafeicultor

Por redação 18/01/2021
Escrito por redação

- Irrigação aumenta em 28% produtividade do cafeicultor

Um dos principais desafios do produtor rural é equilibrar as suas estratégias para a safra, diante das intempéries de natureza e do clima. Se chover a mais ou a menos, toda uma produção pode ser perdida. Essa realidade é bem conhecida pelo produtor João Abraão, que produz café em cerca de 80 hectares, na região de Altinópolis, SP.

“Em 2014, fomos atingidos por uma grande seca, foi um desastre. Deixamos de colher duas mil sacas de café. Depois, tivemos mais duas ou três secas consecutivas”, lamenta o produtor.

Mesmo com o cenário pouco animador, João não desistiu da produção e, em 2016, com a chegada da Coopercitrus em Altinópolis, o cafeicultor vislumbrou a oportunidade de investir em um sistema de irrigação para melhorar o desempenho de seu cafezal. A cooperativa apresentou a oportunidade da negociação por barter, que é a troca a produção futura de café do cooperado por produtos e serviços. Assim, João conseguiu adquirir no sistema de irrigação com uma condição que coube em seu planejamento financeiro.

“A Coopercitrus chegou em um momento muito importante e nos trouxe uma visão de cooperativismo moderno, com tecnologia e perspectiva de futuro. Irrigação é uma coisa muito difícil, o investimento é alto e além disso, nós tínhamos dificuldade em ter água aqui na região. O que a gente precisava era de um suporte como o da Coopercitrus, com conhecimento técnico e garantia para que o nosso investimento fosse viável”, enfatiza o produtor.

O projeto foi dividido em fases, sendo a primeira em 2016 e a segunda em 2018. “Com o barter, eu furei meu poço artesiano, comprei a bomba, um reservatório com capacidade para 3.800 litros de água, o painel de controle e o sistema de irrigação. A Coopercitrus foi um facilitador enorme, porque me deu condições de estar hoje, numa propriedade de 80 hectares, com 80% de café irrigado. Consegui isso em apenas 3 anos e já estamos fazendo outra ampliação do projeto, que quero fechar em 2023, com cafezal 100% irrigado e renovado”, planeja.

Hoje, no Sítio Santa Rita, mais de 330 mil pés de cafés das variedades Mundo Novo e Catuí contam com um moderno sistema de irrigação por gotejamento, com painel de controle para programação automatizada, além do monitoramento remoto feito por um aplicativo de celular.

João também passou a fazer fertirrigação, o que contribuiu para aumentar a produtividade do cafezal. A média de colheita, que girava em torno de 35 sacas por hectare, subiu ao patamar de 45 sacas por hectare depois da implantação da irrigação.

Uma das apostas do produtor para otimizar a produção é a agricultura de precisão, como GeoFert Coopercitrus, que faz a análise de solo com sistema de georreferenciamento e detalha as características em cada área da propriedade, permitindo que o produtor faça a correção do solo com maior assertividade e tenha o melhor custo-benefício.

Outro ponto da cooperativa que João não abre mão é o suporte técnico em todas as etapas do manejo. “A assistência que a Coopercitrus presta é muito importante. Ela me dá apoio, me orienta, vai atrás das máquinas que preciso. E com o barter, que uso inclusive para comprar adubo, consigo me programar, porque a projeção que a cooperativa faz da minha produção é travada, sem alteração futura do mercado que possa me prejudicar. Isso vai dando um incremento na produtividade e vamos pensando em novas formas de proceder”, avalia.

Confiando na Coopercitrus em todas as etapas do ciclo do café, João também armazena sua produção com a cooperativa, garantindo melhor conservação da safra. “Eu compro todos os produtos e pretendo continuar fazendo de tudo via Coopercitrus, porque ela nos traz segurança, inclusive na negociação, no entendimento de mercado”, finaliza.

Fonte: Coopercitrus

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Após pressão, governo de SP revoga nova alíquota do ICMS

Por redação 15/01/2021
Escrito por redação

- Após pressão, governo de SP revoga nova alíquota do ICMS

O governador João Doria (PSDB) assinou hoje um decreto para revogar as mudanças nas alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para medicamentos genéricos, hortifrutis, insumos agropecuários e de energia elétrica aos produtores rurais de São Paulo.

O aumento do imposto sobre os genéricos fazia parte do pacote de ajuste fiscal que o governo de São Paulo aprovou na Assembleia Legislativa (Alesp) para equilibrar as contas públicas. A nova lei que estabelece as regras para o Orçamento previa um aumento na carga tributária de 12% para 13,3%.

Se a nova alíquota de ICMS passasse a vigorar, a Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (PróGenéricos) estimava que os medicamentos fiquem de 3% a 5% mais caros para quem compra direto no balcão da farmácia, dependendo do remédio.

O governo informou que a suspensão foi feita por causa da prolongamento da pandemia do coronavírus no estado e para não gerar prejuízos à população e aos segmentos econômicos impactados com a medida. A lei 17.293/2020, aprovada em outubro pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), “autorizou a redução linear de 20% nos benefícios fiscais concedidos a setores da economia. Por decisão do governador João Doria, os produtos que compõem a cesta básica, além do arroz e do feijão, já iriam manter o benefício. O mesmo já estava estabelecido para as transações de medicamentos, equipamentos e insumos para a rede pública de saúde e Santas Casas.

Com a manutenção do ICMS para estes setores, o governo diz que sofrerá uma redução de R$ 520 milhões anuais no ajuste fiscal de R$ 7 bilhões. Ainda de acordo com o governo estadual, o ajuste fiscal e a reforma administrativa feita em 2020 são necessários para cobrir um déficit estimado em 2021 de R$ 10,4 bilhões, devido a queda da atividade econômica e a queda na arrecadação com a pandemia.

Tratoraço

Na última quarta-feira, concentrados no início da Avenida Coronel Marcondes em Presidente Prudente, cidade há cerca de 500 kms da capital de São Paulo, mais de 2 mil veículos, desde tratores, carros particulares, carroças, viaturas de cooperativas e das usinas canavieiras, caminhões frigoríficos, carros de comerciantes e da indústria, entre outros, protagonizaram mais uma manifestação contra a decisão do Governador do Estado de São Paulo, João Dória, de elevar a taxação de impostos referentes ao ICMS sobre diesel, etanol, carnes, pão, carros usado. O governador havia se comprometido a revogar a decisão, na semana passada, após o primeiro tratoraço.

Entretanto, segundo o economista Afonso Neves Baptista, um dos líderes do movimento, que também é produtor e pecuarista naquela região, o governador não cumpriu coma sua promessa, obrigando a sociedade civil unida, mais uma vez, ir à ruas, e se posicionar, sobre o que considera uma iniciativa abusiva de Dória, que “deseja transferir para a sociedade civil, uma conta que não é dela”. Neves Baptista conta que a decisão de realizarem esse segundo tratoraço partiu exclusivamente da iniciativa privada, sem a participação de nenhum político, de nenhum partido, e que reuniu empresários da região, responsáveis por revendas de carros, garagens, concessionárias, produtores rurais, agricultores, pecuaristas, comerciantes, industriais, prestadores de serviço, representantes de frigoríficos e das usinas sucroalcooleiras, além de simpatizantes da sociedade em geral, já que todos estão de acordo quanto a não ser justo pagar uma conta que não foram eles que fizeram.

O economista Afonso Neves Baptista diz que acha correto que todos os cidadãos – empregados e empresários – devam pagar seu quinhão de impostos, porém, ele explica que esses aumentos que o Governador está querendo empurrar goela abaixo da sociedade vai incidir sobre insumos das produções agropecuárias e, fatalmente, irão incidir sobre a mesa dos trabalhadores, ” pois vamos ter que repassá-los, os custos irão aumentar, a inflação automaticamente, senão for maquiada, vai aumentar e o desemprego também vai aumentar porquê muitas empresas já quebraram, e não vão continuar trabalhando com aumentos de impostos”, explica. Para ele, é como se fosse um jogo de dominó, onde se a primeira pedra for atingida e cair, todas as demais cairão umas sobre as outras”.

Afonso Neves Baptista ressalva que “governar não é aumentar imposto, mas, sim, diminuir o tamanho da máquina e administrar melhor os recursos que a população paga”. Segundo ele, quem pagará essa conta, é quem já está pagando-a, ou seja, nós, os consumidores e contribuintes. O dinheiro sempre sai do nosso bolso”. Para ele, a solução encontrada pelo governador João Dória, para reabastecer os cofres públicos não poderia ter vindo num momento mais infeliz, pois a sociedade chora seus mais de 200 mil mortos pela Covid 19, muitas famílias perderam empregos ou seus próprios negócios, e agora ainda se vê às voltas com uma carga de impostos pesada sobre as costas, justamente na cadeia alimentar, que é a mais pesada para as famílias paulistas. Ele lembra que o funcionalismo em momento algum teve redução de salário, ao contrário, prefeitos, vereadores e, inclusive, o governador tiveram aumento, que vai vigorar a partir de 2022.

“Portanto, só quem está pagando a conta é a sociedade. Eles querem aumentar a tributação na revenda de carros usados em 207%; diesel em 10 a 15%; remédios e genéricos de 10 a 15%; pão, carnes, frangos e suínos, 10% e 40%; e, a partir de amanhã, dia 15/01, já está promulgado pelo governador o aumento do licenciamento de veículos . “A sociedade brasileira, em geral, e especialmente, a mais vulnerável, está desempregada e faminta. Ninguém sabe o caos que está para acontecer no Brasil”, alerta, e nós, empresários, produtores pecuaristas e representantes da sociedade civil, não podemos deixar que isso aconteça, de braços cruzados”, enfatizou. “Por isso, fomos e iremos às ruas, quantas vezes forem necessárias, até que o Governador caia em si e volte atrás nas suas decisões tão abusivas. A sociedade paulista que elegeu Dória cobra dele as promessas de campanha, e não havia nenhuma de aumento de carga tributária”.

Fonte: Taxi Blue/ com redação

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Caminhoneiros prometem greve para 1º de fevereiro

Por redação 15/01/2021
Escrito por redação

- Caminhoneiros prometem greve para 1º de fevereiro

 

O Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC) promete para o dia 1º de fevereiro nova greve nacional dos caminhoneiros. Na reunião online na última quarta-feira, 13, com cerca de 50 lideranças dos caminhoneiros, foi discutida uma pauta que vai desde manifestações contra o projeto BR do Mar (que incentiva a navegação pela costa brasileira) ao piso mínimo do frete e reclamações contra a política de preços de combustíveis.

O presidente da entidade, Plínio Dias, afirmou que a definição da pauta é importante para colocar na mesa e ser chamado para diálogo com os órgãos responsáveis. “Até agora não fomos recebidos pelo governo, por isso a paralisação”, explicou ele aos demais motoristas.

As últimas tentativas de greve da categoria não vingaram por rachas entre as diversas entidades representativas no País. O governo federal aposta justamente nessa divisão para tentar desmobilizar a greve.

Na Região Sul, caminhoneiros prometem em grupos de WhatsApp bloquear cidades e fábricas de alimentos, o que pode afetar o abastecimento de supermercados.

O interlocutor da categoria no governo tem sido o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas. O ministério questiona a representatividade da Associação Nacional do Transporte Autônomos do Brasil (ANTB), que mais cedo previu que a greve poderia ser maior que a realizada em 2018.

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Lei prevê pagamento por serviços ambientais

Por redação 15/01/2021
Escrito por redação

- Lei prevê pagamento por serviços ambientais

O presidente Jair Bolsonaro sancionou projeto de lei que cria a Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais, aprovado pelo Congresso no final do ano passado. O objetivo da medida é incentivar proprietários rurais a promoverem ações pela preservação do meio ambiente, estabelecendo regras de compensação pelos serviços.

O prazo para a sanção terminava na última quarta-feira e o ato foi publicado na edição de ontem do Diário Oficial da União. Bolsonaro sancionou a lei depois de se reunir com o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, no Palácio do Planalto.

De acordo com o governo, o presidente decidiu vetar integralmente cinco artigos e um parágrafo de outro, “visando a adequação à constitucionalidade”, após a manifestação técnica dos ministérios competentes. Um deles criava um órgão colegiado dentro do Programa Federal de Pagamento por Serviços Ambientais, composto por representantes do poder público e da sociedade civil.

Outro instituía um cadastro nacional que conteria os contratos de pagamento realizados que envolvam agentes públicos e privados. Os vetos presidenciais ainda podem ser derrubados pelo Congresso.

Além destes, Bolsonaro também promoveu vetos relativos a incentivos tributários a serem concedidos pelo Poder Executivo, por renúncia de receita. A justificativa do presidente foi que o projeto não apresentou estimativa de impacto financeiro-orçamentário e declaração do ordenador de despesa e compensações necessárias.

O foco da lei é garantir medidas de manutenção, recuperação ou melhoria da cobertura vegetal em áreas consideradas prioritárias para a conservação, no âmbito do combate à fragmentação de habitats e na formação de corredores de biodiversidade e conservação dos recursos hídricos. O pagamento só pode ocorrer mediante verificação e comprovação das ações implementadas. A lei proíbe a aplicação de recursos públicos para pagamento a pessoas físicas e jurídicas inadimplentes.

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FPT Industrial equipa trator sustentável

Por redação 15/01/2021
Escrito por redação

- FPT Industrial equipa trator sustentável

CLAAS Axion 960 CEMOS conta com o design compacto, excelente resposta, baixo consumo de combustível, robustez e confiabilidade do motor FPT Cursor 9

 

A tecnologia da FPT Industrial move o CLAAS Axion 960 CEMOS, eleito o Trator Sustentável do Ano 2021 na Europa. A máquina campeã conta com a mais recente versão do motor FPT Cursor 9, de seis cilindros, 460 hp de potência e 1860 Nm de torque.

Dos 18 modelos que concorreram ao prêmio europeu, sete são equipados com motores da FPT Industrial: CLAAS Axion 960 CEMOS (Cursor 9), Case IH Quadtrac 620 (Cursor 13), Landini Serie 7 V Shift (N67), New Holland T6.160 (N67), STEYR 6240 Absolut CVT (N67), Case IH Vestrum 130 CVX Drive (N45) e Valtra F105 (F34).

Esta é segunda edição do Trator Sustentável do Ano, honraria que tem como objetivo reconhecer os modelos que se destacam no mercado graças à tecnologias sustentáveis. A primeira edição concedeu o prêmio ao trator conceito New Holland movido a biometano, equipado com a tecnologia de gás natural do motor FPT N67.

“Com o CLAAS AXION 960 e graças ao sistema CEMOS, foi dado um grande passo em direção à uma produção agrícola mais sustentável. É mais prático do que nunca usar toda a tecnologia disponível nesse trator. A otimização da tecnologia e eletrônica, incluindo a otimização da calibração nos pneus, permite que o trator gere uma economia de combustível significativa e apresente um desempenho mais eficiente em todas as condições de trabalho”, justificou o júri internacional do prêmio, formado por 26 jornalistas especializados.

Habitualmente, as premiações são concedidas todos os anos nas feiras EIMA International e Agritechnica, na Europa. Este ano, devido à pandemia de Covid-19, pela primeira vez a cerimônia aconteceu virtualmente e foi transmitida ao vivo.

“Estamos profundamente orgulhosos por sermos uma parte desta grande conquista”, comemora Marco Zanelli, diretor de Vendas e Marketing Off-Road da FPT Industrial. “Provendo alto desempenho em um design compacto, excelente resposta, baixo consumo de combustível, robustez e confiabilidade em todas as condições de trabalho, o DNA do Cursor 9 provou, mais uma vez, ser a melhor solução para os fabricantes de veículos off-road que têm o objetivo de alcançar o máximo desempenho e a verdadeira sustentabilidade”.

O Cursor 9 integra a linha de motores da FPT Industrial voltados à aplicações off-road, projetado para oferecer alto desempenho em missões severas, garantindo menores custos operacionais e produtividade máxima. Entre as características desta motorização estão densidade de potência até 9% superior à concorrentes de 9 litros; resposta rápida de aceleração e máxima produtividade graças à alta disponibilidade de torque e o turbocompressor eVGT; alta eficiência de sistema e baixo consumo de combustível, além da segunda geração da injeção eletrônica Common Rail aliada ao baixo custo operacional do Hi-SCR2, solução de pós-tratamento exclusiva da FPT sem necessidade de manutenção. A confiabilidade do sistema é garantida graças a um design enxuto e robusto, sem EGR.

Fonte: FPT Industrial
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Notícias

Feiras divulgam data de eventos e fabricantes se dividem

Por redação 13/01/2021
Escrito por redação

- Feiras divulgam data de eventos e fabricantes se dividem

Entre adiamentos, confirmações e desistências, o ano ainda deve ser marcado por eventos à distância ou em formato híbrido

 

A organização da Expodireto Cotrijal confirmou a realização da feira em formato híbrido, entre os dias 1 e 5 de março, na cidade de Não-Me-Toque (RS). A confirmação se deu, ontem, no Palácio do Planalto, após entrega de convite feito pelo dirigente máximo da Cotrijal, Nei César Manica, ao presidente Jair Bolsonaro, que já garantiu presença no evento. No ano passado, a Expodireto foi uma das poucas exposições que chegaram a acontecer antes do cancelamento de eventos presenciais, em função da pandemia do coronavírus.

A 22ª edição da Expodireto, promovida pela Cotrijal, será em formato híbrido: uma plataforma vai transmitir a programação da feira e contar com expositores virtuais, além da Arena Agrodigital, espaço para startups do agro sucesso em 2020 e que retorna de forma presencial e virtual. “As atividades estarão em formato físico e digital”, afirmou Manica.

Em novembro de 2020, o protocolo sanitário com normas, medidas e adequações na área do parque para a realização da feira foi entregue ao governo do Estado. Conforme a organização, algumas alterações já foram atendidas e a expectativa é que o aval positivo seja publicado no Diário Oficial nesta semana. Entre as medidas restritivas programadas para esta edição da feira estão a suspensão da Área Internacional e a vinda de delegações estrangeiras.

Os grandes eventos presenciais, como os tradicionais fóruns, terão transmissão on-line e poucas pessoas nos auditórios. Também estão previstas a segregação dos fluxos de entrada e saída, a instalação de totens de disponibilização de álcool em gel, a obrigatoriedade do uso de máscaras e do distanciamento social, a higienização e desinfecção frequente de superfícies e áreas comuns e a ampliação do horário de funcionamento da praça de alimentação.

Adiamentos

Em dezembro, a organização da Coopavel adiou a Show Rural, em Cascavel (PR). O evento estava previsto para ocorrer entre 1 e 5 de fevereiro e deve acontecer, agora, entre os dias 22 e 26 de março de 2021. “Em virtude das mudanças que a pandemia de Covid-19 trouxe neste último mês, a organização optou por adiar excepcionalmente o evento presencial”, destacou a nota assinada pelo diretor presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, e pelo coordenador geral do Show Rural Coopavel, Rogério Rizzardi, na ocasião.

A Agrishow também foi postergada de abril para junho de 2021. A organização do evento, no entanto, disse que o motivo para novo adiamento seria a espera pela divulgação dos recursos para o Plano Safra 2021/22 e não pela Covid-19.

Posicionamento

Fabricantes de máquinas agrícolas têm se dividido entre participar ou não de eventos presenciais. De acordo com o gerente de marketing e produto da LS Tractor, Astor Kilpp, a empresa é uma das que pretende participar de todas as feiras do calendário agrícola, tais como Expodireto Cotrijal, Show rural Coopavel, Expoagro Afubra, Hortitec, em Holambra, Agrishow, Fecafé, e Expointer. “Seguindo diversos protocolos de proteção aos clientes e aos colaboradores, como estandes com divisórias de vidro no atendimento a vendas, álcool gel por todo o espaço, espaçamento entre as mesas, etc”, destacou o executivo, em comunicado enviado à reportagem da Máquinas & Inovações Agrícolas.

Por outro lado, Massey Ferguson e Valtra, marcas da multinacional AGCO, disseram ontem que não irão participar de feiras, esse ano. Em nota, as empresas afirmaram que e a decisão faz parte das medidas para “garantir a segurança e a saúde de colaboradores, concessionários, clientes, fornecedores e comunidade, em face à pandemia do novo coronavírus”. A desistência já foi comunicada aos organizadores dos eventos no Brasil.

Na nota, destacaram ainda que “para promover a reflexão sobre a importância do distanciamento social nesse momento delicado, a companhia também optou por não apoiar concessionários que decidam estar presentes nesses de eventos. Além disso, desenvolveu um guia de cuidados obrigatórios, baseado em recomendações da OMS (Organização Mundial de Saúde) que devem ser seguidos em eventuais eventos presenciais.”

A AGCO ressaltou que entende e reconhece a importância do agronegócio brasileiro, que fornece alimentos a quase 1,2 bilhão de pessoas em todo o mundo, e diz que seguirá trabalhando para que o País mantenha essa posição de destaque e para que o setor continue como o propulsor da economia nacional. A empresa informa ainda que seguirá investindo em novos formatos de relacionamento com seus clientes, principalmente com utilização de ferramentas e inovações no ambiente digital.

A Jonh Deere foi outra a descartar a participação em eventos presenciais. Em nota, a empresa afirmou que “considerando o avanço da pandemia do coronavírus e visando à preservação da saúde de todos, a John Deere Brasil não participará em 2021 de eventos presenciais como a 27ª edição da Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação – Agrishow.”

O texto destacou ainda que os 38 grupos de concessionários da companhia possuem autonomia para decidir pela participação em eventos regionais. “Ao reforçarmos nosso compromisso de continuarmos próximos dos clientes, salienta-se ainda mais a importância do hub interativo John Deere Conecta, lançado recentemente e que oferece uma experiência completa de conexão para aproximar os públicos da marca. Ao combinar o virtual com o real, a plataforma possibilita a interação do cliente com todo o ecossistema John Deere, além de garantir acesso às melhores condições de compras e contato direto com os concessionários pelo computador ou celular, mantendo todo o suporte para que os produtores possam continuar com sua atividade de forma segura e responsável.”

A  CNH Industrial (detentora das marcas Case IH e New Holland AG) também informou que não irá participar de feiras agrícolas presenciais no decorrer do ano de 2021, ou enquanto não se alterarem as condições sanitárias para a realização de eventos de grande porte. “A empresa sabe da importância das feiras para o setor, mas entende que o momento deve ser de cautela para garantir a saúde e o bem estar dos seus colaboradores, concessionários, clientes e parceiros”, destacou em nota encaminhada à imprensa.

Em dezembro, em webinar realizado pela Máquinas & Inovações Agrícolas, sobre perspectivas do setor de máquinas agrícolas para 2021, os representantes das principais marcas do mercado já haviam sinalizado que não participariam de eventos presenciais, enquanto a pandemia se prolongasse. Assista aqui!

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