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Notícias

BNDES volta a suspender financiamentos do Pronaf

Por redação 03/12/2020
Escrito por redação

- BNDES volta a suspender financiamentos do Pronaf

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) voltou a suspender os financiamentos ligados às linhas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), em razão do comprometimento de recursos alocados para o ano-safra 2020/21. Conforme circular divulgada no site do banco, a suspensão refere-se às operações de investimento com taxa de juros prefixadas de até 4% ao ano, destinadas à aquisição de tratores e implementos associados, colhedoras e suas plataformas de corte, assim como máquinas agrícolas autopropelidas para pulverização e adubação.
Neste ano-safra, o BNDES já havia suspendido linhas do Pronaf, em função do esgotamento de recursos. Entretanto, em 23 de novembro reabriu a linha, que agora está suspensa novamente.

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Notícias

Ministra pede participação da Embrapa na atualização do Plano ABC

Por redação 02/12/2020
Escrito por redação

- Ministra pede participação da Embrapa na atualização do Plano ABC

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, esteve na sede da Embrapa em 30 de novembro, e manteve reunião de aproximadamente três horas com o presidente da Embrapa, Celso Moretti. Eles discutiram uma ampla agenda, mas que teve como destaque alternativas para o Brasil avançar no uso da agricultura de baixo carbono.

A intenção da Ministra é atualizar o Plano ABC, com a incorporação de novas soluções tecnológicas e, ao mesmo tempo, ampliar o uso de estratégias relacionadas à sustentabilidade agrícola no Brasil a partir de tecnologias consolidadas como controle biológico, fixação biológica de nitrogênio, tratamento de dejetos e integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF). Ela quer o envolvimento da Embrapa nesta atualização do Plano ABC.

O Programa ABC

Agricultura de Baixa Emissão de Carbono -, liderado pelo Mapa, com a participação ativa da Embrapa, tem como objetivo estimular os agricultores a adotarem técnicas que reduzam as emissões de gases de efeito estufa (GEE). Fazem parte das alternativas do Plano ABC, soluções de recuperação de pastagens degradadas, sistemas de ILPF, agroflorestais (SAFs) e plantio direto (SPD), fixação biológica de nitrogênio (FBN), florestas plantadas (FP) e tratamento de dejetos animais (TDAs) e a adoção de sistemas integrados de produção como medida mitigatória. Também há disseminação de práticas de agricultura de baixa emissão de carbono e o engajamento de produtores em obter retorno econômico com preservação do meio ambiente.

Moretti destacou que a Embrapa, a partir do arcabouço do Marco Legal de Ciência e Tecnologia, está investindo em contatos, parcerias, dividindo riscos e benefícios de ações específicas para ampliar a sustentabilidade da agricultura brasileira. Lembrou, por exemplo, o sucesso recente da implantação do Carne Carbono Neutro (CCN), uma marca-conceito que já está nas prateleiras de supermercados. O CCN faz parte da Plataforma Pecuária de Baixa Emissão de Carbono, que envolve também as marcas “carne baixo carbono”, “carbono nativo”, “bezerro carbono neutro” e “couro carbono neutro”, com possibilidades de ampliação. A intenção da Embrapa, manifestada pelo presidente Celso Moretti é ampliar o conceito também para outros produtos agrícolas como arroz e soja, por exemplo.

Para Moretti, o Brasil tem um grande estoque de tecnologias, interesse dos agricultores, há uma disseminação de informações, mas ainda há um enorme potencial para ampliar a adoção e gerar novas tecnologias sustentáveis. Explicou que a Embrapa desenvolveu metodologias, faz monitoramento e possui grupos de pesquisas mobilizados no tema. “Há um mercado bilionário de carbono no mundo e o Brasil pode ser ainda mais protagonista. O agro brasileiro ainda é pouco eficiente na captura de valor disponível no mercado de carbono, que é estimado em aproximadamente US$ 250 bilhões.”

Na discussão foi destacado o interesse da Ministra em ampliar o conhecimento, no exterior, sobre a sustentabilidade da plataforma agrícola brasileira. Ela quer utilizar as informações disponíveis da Embrapa para ajudar o governo a explicar as características únicas da agricultura brasileira em sustentabilidade e uso da ciência.

Balanço de 2020

Moretti também apresentou, na reunião, um balanço da atuação da Embrapa nos últimos meses e uma projeção sobre entregas e prioridades em 2021. A ministra mostrou satisfação especial pela implantação do ERP, que considerou um desafio muito difícil e que foi superado.

Tereza Cristina foi convidada pelo presidente e aceitou o convite para participar do IX Congresso Brasileiro de Soja (IX CBSoja) e do Mercosoja 2021 (www.cbsoja.com.br), a serem promovidos pela Embrapa, de 28 de junho a 1 de julho de 2021, em Foz do Iguaçu (PR).

Fonte: Embrapa
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Notícias

MWM recebe prêmio Kaizen Brasil

Por redação 02/12/2020
Escrito por redação

- MWM recebe prêmio Kaizen Brasil

A MWM fabricante independente de motores Diesel e grupos geradores de energia, recebeu  o Prêmio KAIZEN BRASIL, que reconhece as principais empresas que buscam excelência em produtividade, qualidade, sistema de melhoria contínua e estratégia de crescimento.

O Prêmio KAIZEN BRASIL está em sua 5ª edição e é promovido pela KAIZEN INSTITUTE, uma organização global de serviços de consultoria, que através do Kaizen, apoia as empresas e organizações no processo de redução de custos, atuando na eliminação de desperdício e criação de valor.

A MWM conquistou o Prêmio KAIZEN BRASIL, em terceiro lugar em âmbito nacional, na categoria Excelência no Sistema de Melhoria Contínua, com o case _Lean, I4.0 e SFM – Plano de Expansão MWM_. O processo de avaliação ocorreu durante 2020, em relação ao período dos projetos MWM em 2019.

De acordo com Michael A. Ketterer, diretor da Unidade de Negócios de Contratos de Manufatura – Operações & Qualidade da MWM  “A conquista do Prêmio KAIZEN BRASIL, um dos mais relevantes da indústria, vai além do excelente reconhecimento para a MWM. Nosso trabalho de Lean Manufacturing e Indústria 4.0 está no DNA da MWM. Buscamos melhoria contínua em todos os nossos processos, sejam eles fabris ou administrativos, para prover a melhor solução em tecnologia Diesel e em geração de energia”.

“Para a MWM a conquista do Prêmio KAIZEN BRASIL é um grande orgulho, reitera nosso compromisso com nossos parceiros, nos impulsiona a ir além, em busca das melhores práticas, aperfeiçoamento contínuo, fazendo da MWM referência em qualidade.”, afirma Michael.

Fonte: MWM Motores e Geradores

 

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Amazônia e Cerrado receberão R$ 2 mi para projetos da bioeconomia

Por redação 02/12/2020
Escrito por redação

- Amazônia e Cerrado receberão R$ 2 mi para projetos da bioeconomia

Parceria entre Mapa e Embrapa visa aprimorar as práticas desempenhadas nos sistemas e cadeias produtivas da sociobiodiversidade e extrativistas

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo, anunciou uma nova parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) para promover a estruturação, o fortalecimento e o aprimoramento das cadeias produtivas do açaí, cupuaçu, castanha-do-Brasil, piaçava, mandioca, mel de abelhas nativas, baunilhas brasileiras e sistemas agroflorestais biodiversos nos biomas Amazônia e Cerrado. A iniciativa buscará potencializar o acesso dessas cadeias aos mercados e mais de R$ 2 milhões foram assegurados pelo Mapa para a execução das atividades que integram o programa federal Bioeconomia Brasil – Sociobiodiversidade. A parceria será assinada nos próximos dias.

Serão beneficiadas cerca de 21.600 pessoas, entre pequenos agricultores, agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais e seus empreendimentos, assim como técnicos extensionistas, pesquisadores, gestores públicos, viveiristas e estudantes de ensino técnico.

De acordo com o cronograma de ações da parceria, entre novembro de 2020 e dezembro de 2022 serão realizadas pesquisas e estudos referente às cadeias atendidas, oficinas, seminários, encontros para intercâmbio de experiências e dias de campo sobre tecnologia de produção, além de atividades voltadas para a instalação de Unidades de Referência Tecnológica (URTs), construção de viveiros de mudas, desenvolvimento de softwares, elaboração de vídeos e cartilhas de boas práticas e outros.

Os projetos atuarão para aprimorar as práticas desempenhadas nos sistemas e cadeias produtivas da sociobiodiversidade e extrativistas, na geração e no aprimoramento de negócios sustentáveis e também na viabilização a adequação às legislações e normas sanitárias vigentes.

Bioeconomia

“A bioeconomia é um tema extremante importante, pois faz o país avançar no desenvolvimento da agricultura lado a lado com a sustentabilidade. Ao mesmo tempo que os recursos naturais são aproveitados de forma sustentável, possibilitando que os agricultores e pessoas que vivem desses recursos da natureza ganhem o seu sustento, o meio ambiente é preservado. É a profissionalização das cadeias do extrativismo, beneficiando agricultores familiares, ribeirinhos e povos tradicionais”, destaca o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Schwanke.

A parceria entre Mapa e Embrapa possui quatro metas principais. A primeira é apoiar a estruturação de empreendimentos da agricultura familiar inseridos em cadeias produtivas da sociobiodiversidade. Para isso, serão promovidas atividades com a finalidade de facilitar o acesso dos extrativistas e agricultores familiares aos conhecimentos e tecnologias desenvolvidos pela Embrapa, por meio de ações variadas como capacitações, instalação de Unidades de Aprendizagem (UA) e eventos.

Outra meta é a realização de pesquisas para subsidiar essas ações de fortalecimento e estruturação. Assim, serão feitos estudos referentes às cadeias produtivas atendidas nos projetos, resultando na elaboração de laudos técnicos, relatórios, publicações, cartilhas, manuais, documentos orientadores, protocolos e mapas, como também na formação de bancos de dados e de germoplasma.

A inovação é o foco da terceira meta desta iniciativa. Por isso, serão executadas atividades voltadas para a busca de soluções tecnológicas para as cadeias do extrativismo e da sociobiodiversidade visando a estruturação de algumas cadeias, buscando aprimorar o sistema produtivo e o acesso aos mercados.

A quarta meta traçada envolve o monitoramento e a gestão administrativa financeira dos projetos, que serão desempenhados pela área de Inclusão Tecnológica da Secretaria de Inovação e Negócios da Embrapa.

Projetos e atividades

Ações de socialização de tecnologias e informações, com aproximadamente 1.300 agricultores, produtores e técnicos extensionistas, serão promovidas, no estado do Pará, pelo projeto Açaí de Terra Firme, entre janeiro de 2021 e dezembro de 2022. A Embrapa Amazônia Oriental coordenará as capacitações online e presenciais nos municípios de Tomé-Açu, Bragança e Castanhal. Para a realização das atividades online, será criada uma Unidade Virtual de Referência Tecnológica de Açaí, em plataforma web e interativa, que permitirá aos beneficiários conhecerem, através de vídeos, animações e informações gráficas, as tecnologias de produção do açaí. Outra ferramenta de aprendizado será o curso em EAD de Produção de Açaí em Terra Firme, formado por cinco módulos, possibilitando que agricultores de várias localidades recebam capacitação de forma virtual no dia e na hora mais convenientes.

Já o projeto Meliponicultura no Pará acontecerá entre novembro de 2020 e dezembro de 2022 e também será executado pela Embrapa Amazônia Oriental. O objetivo é fomentar a organização da cadeia produtiva do mel de abelhas em benefício de 2 mil agricultores tradicionais, meliponicultores e demandadores de produtos e serviços do setor. Por meio do projeto acontecerão cursos presenciais nos polos paraenses de produção de mel, localizados nas Regiões Sul-Sudeste, Oeste, Nordeste e Metropolitana do Pará. Dentre as atividades previstas também estão a implantação de três meliponários em Sistemas Agroflorestais Melitófilos Amazônicos (Unidades Demonstrativas) e o desenvolvimento de ferramentas tecnológicas para promover a interação de grupos de governança, acesso a serviços, intercâmbio de conhecimento e outros.

A Embrapa Amazônia Oriental estará ainda à frente do projeto Cupuaçu, a ser realizado no Pará. Previsto para iniciar em fevereiro de 2021, a iniciativa vai promover o aporte de conhecimentos sobre o sistema de produção do cupuaçuzeiro, a fim de que a média de produtividade do estado, que hoje se encontra em 3.400 kg/ha, avance para pelo menos 5.000 kg/ha. Para isso, além da realização de cursos com os envolvidos nesta cadeia produtiva e intercâmbio entre produtores e técnicos, alcançando 540 beneficiários, será instalada uma Unidade de Referência Tecnológica, para demonstrar todas as etapas do cultivo. Para ampliar o alcance das informações e possibilitar que os produtores de cupuaçu de diversas localidades do Estado sejam beneficiados, será implementada uma Unidade Virtual de Referência Tecnológica de Cupuaçuzeiro, na qual estarão disponíveis vídeos, animações e informações gráficas sobre tecnologias, entre outros recursos.

No Amapá, o projeto Sistemas Agroflorestais Biodiversos implantará duas Unidades de Referências Tecnológicas (URTs) e promoverá a formação de 200 agentes multiplicadores/agricultores tanto em sistemas agroflorestais biodiversos, como também sobre o trio da produtividade na cultura da mandioca no Amapá, visto que a mandioca será a cultura principal do sistema que visa a produção de biomassa para energia. As iniciativas, coordenadas pela Embrapa Amapá, serão realizadas nos municípios Mazagão e Itaubal, no período de janeiro de 2021 a dezembro de 2021.

Outra ação coordenada pela Embrapa Amapá será o projeto Açaizais Nativos de Florestas de Várzea e de Grotas, que, através das suas atividades, espera alcançar aproximadamente 300 beneficiários. O projeto visa transferir tecnologias para o manejo de açaizais nativos de florestas de várzeas e de grotas através da instalação de Unidades de Referências Tecnológicas (URTs), da capacitação de técnicos e produtores e de atividades de Dias de Campo, nos municípios amapaenses de Mazagão e Santana, a partir de janeiro do próximo ano.

Já o projeto Cultivo Racional de Açaizeiro vai combinar diferentes frentes de trabalho (pesquisa, extensão e produção) para fortalecer a cadeia produtiva de açaí na região de Tarauacá e Feijó (Regional Tarauacá-Envira), no estado do Acre. Dentre as atividades a serem desenvolvidas com aproximadamente 500 beneficiários estão a capacitação de extrativistas e técnicos locais em boas práticas, a capacitação de batedoras caseiras e pequenas agroindústrias familiares quanto às normas da vigilância sanitária, a realização de intercâmbios e seminários técnicos para fortalecer as relações interinstitucionais dos atores participantes da cadeia produtiva. O projeto prevê também a instalação de duas Unidades de Aprendizagem (UA) e duas Unidades de Referência Tecnológica (URT), para implantação de cultivo de açaí solteiro (Euterpre precatória) e (Euterpe oleracea), além da construção de dois viveiros de mudas de açaí solteiro. Tudo será coordenado pela Embrapa Acre em parceria com a Instituto Federal do Acre (IFAC).

Em Rondônia, o projeto Práticas Agroindustriais no Projeto RECA atuará para finalizar, transferir e validar tecnologias, processos e equipamentos de fermentação, secagem e despeliculação de amêndoas de cupuaçu em escala industrial, visando reduzir perdas e assegurar qualidade e segurança em níveis adequados à demanda do setor agroindustrial. Por meio da iniciativa também serão ofertadas capacitações em boas práticas de produção de castanha-do-Brasil e açaí com qualidade para a agroindústria. O projeto terá duração de dois anos e será executado pela Embrapa Acre em parceria com a Associação dos Pequenos Agrossilvicultores do Projeto Reca, localizada no distrito de Nova Califórnia, no município de Porto Velho, em Rondônia.

O projeto Baunilhas Nativas vai atuar na região nordeste de Goiás, nos municípios de Goiás e Alto Paraíso de Goiás, áreas de ocorrência natural e de extrativismo de espécies de Vanilla, e na região sul da Bahia, onde existem cultivos de baunilha. Serão realizadas oficinas de capacitação técnica sobre manejo, cultivo, uso e conservação de baunilhas nativas, além de evento gastronômico, seminário virtual sobre o potencial das baunilhas brasileiras e oficina sobre beneficiamento, elaboração e uso de produtos à base de baunilhas brasileiras na gastronomia.

Também está previsto no Projeto Baunilhas Nativas a elaboração de relatórios técnicos sobre mapeamento das áreas de ocorrência natural de baunilhas nativas, dos atores sociais envolvidos e das instituições e organizações que atuam nessa cadeia produtiva, como também a publicação de cartilha e um manual técnico sobre boas práticas junto ao Sebrae, a organização, catalogação e disponibilização de uma banco de germoplasma de baunilhas nativas e outras atividades. O projeto será executado pela Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, com colaboração da Embrapa Agroindústria de Alimentos.

Já o projeto Piaçava, coordenado pela Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, promoverá atividades em comunidades agroextrativistas no município de Barcelos, no Amazonas, e no Sul da Bahia, entre janeiro de 2021 e dezembro de 2022. A proposta é promover o desenvolvimento de técnicas e a sistematização de informações sobre o manejo sustentável de duas espécies de palmeira piaçava (Attalea funifera e Leopoldinia piassaba) para o fortalecimento dos processos comunitários locais relacionados à valorização da atividade de extração e processamento desta fibra. Por meio do projeto serão realizadas capacitações, desenvolvidos ativos tecnológicos, elaborados mapas com informações espaciais sobre dinâmica do uso da terra como subsídio ao manejo dos piaçavais e outras atividades.

O Desafio de Inovação também é um projeto da parceria entre Mapa e Embrapa e visa promover a cadeia do extrativismo por meio de uma iniciativa que selecionará startups e empresas que tragam soluções para o desenvolvimento do setor. O desafio será implementado por meio de um evento misto, tanto virtual quanto presencial, com uma plataforma online para a interação entre os participantes, além da realização de mentorias e webinars. A Secretaria de Inovação e Negócio da Embrapa será responsável por coordenar as atividades em parceria com a Embrapa Amazônia Oriental.

Outra iniciativa anunciada é o projeto Produção de EaD, por meio do qual serão produzidas e ofertadas três capacitações online sobre “Bioeconomia nos Biomas”. A iniciativa espera alcançar 15 mil beneficiários com as capacitações. Assim que disponibilizados para público, os cursos serão divulgados nos portais do Mapa e da Embrapa.

Bioconomia Brasil

O programa Bioeconomia Brasil – Sociobiodiversidade, lançado no ano passado pelo Ministério da Agricultura e instituído pela Portaria nº 121/2019, tem por objetivo geral ampliar a participação dos pequenos agricultores, agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais e seus empreendimentos nos arranjos produtivos e econômicos que envolvam o conceito da bioeconomia.

O Programa promove a articulação de parcerias, visando a promoção e estruturação de sistemas produtivos baseados no uso sustentável dos recursos da sociobiodiversidade e do extrativismo, além da produção e utilização de energia a partir de fontes renováveis, sempre com o foco na geração de renda e melhoria da qualidade de vida do público do Programa.

Fonte: Embrapa
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Notícias

Encontro Nacional das Cooperativas Agropecuárias apontou desafios para o setor

Por redação 02/12/2020
Escrito por redação

- Encontro Nacional das Cooperativas Agropecuárias apontou desafios para o setor

O Grupo Conecta promoveu, entre os dias 24 e 26,  a terceira edição do Encontro Nacional das Cooperativas Agropecuárias (ENCA), de forma totalmente digital. O evento contou com três fóruns especiais e palestras com  especialistas, dentre eles o jornalista e comentarista Alexandre Garcia, que falou sobre o atual cenário político e econômico, o jornalista e professor Clóvis de Barros Filho, que debateu o tema ansiedade e os impactos na produtividade, e o palestrante e escritor Colocar Mário Sérgio Cortela, com uma palestra sobre o profissional do futuro.

O evento teve ainda palestra do Coordenador do Centro de Agronegócios da FGV, Roberto Rodrigues, amplo defensor do cooperativismo no Brasil, que discutiu a nova geração de cooperados, além de outros especialistas. Além das palestras, o ENCA 2020 apresentou mais de 20 painéis divididos nos três dias de evento. No Fórum Administrativo, em 24 de novembro, os congressistas puderam confereir temas como fluxo de caixa, excelência logística WMS, gestão de pessoas e visão inovadora para o setor de Recursos Humanos, gestão estratégica de compras e estoque, além de marketing estratégico.

 

Fonte: Grupo Conecta
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Notícias

FPT promove o dia “Semeando Oxigênio”

Por redação 02/12/2020
Escrito por redação
- FPT promove o dia "Semeando Oxigênio"

Fábrica da FPT, em Sete Lagoas (MG)

Sempre pensando em um futuro mais verde e sustentável, ação da marca da CNH Industrial plantará sementes e mudas de ipê ao redor da fábrica de motores de Sete Lagoas (MG)

Promover a consciência das pessoas por um futuro mais verde e sustentável está no DNA da FPT Industrial, marca da CNH Industrial líder em powertrain e no desenvolvimento de motores movidos a combustíveis alternativos. Com fábrica em Sete Lagoas (MG), a empresa mantém em seu calendário ações com o intuito de multiplicar o engajamento ao meio ambiente. Depois do sucesso de “A Pesca de Plástico”, que no ano passado recolheu 288 kg de resíduos como sacolas, copos descartáveis e garrafas pet das margens da Lagoa da Boa Vista, um dos cartões postais da cidade, a FPT promove neste mês de dezembro o projeto “Semeando Oxigênio (O2)”, com foco no reflorestamento da área da unidade fabril.

No próximo dia 5,  colaboradores e voluntários serão convidados a plantar sementes e mudas de ipê ao redor da fábrica em um agradável passeio de bicicleta, contribuindo assim para o nascimento de novas árvores, de forma a melhorar a qualidade do ar da nossa e das próximas gerações.

Conhecidos por sua beleza, flores exuberantes e presença em diferentes regiões do Brasil, os ipês são caducifólias, ou seja, perdem todas as folhas que são substituídas por cachos de flores de cores intensas. São árvores de grande porte que gostam de calor e sol pleno. Outra curiosidade é que o nome ipê é originário da língua indígena tupi e significa casca dura.

“A FPT acredita que a missão de cada um é contribuir para tornar este mundo melhor. “Semeando Oxigênio (O2)” representa mais um passo nesse sentido. Plantar é o começo para semearmos o futuro das próximas gerações”, afirma o gerente de Operações da fábrica da FPT Industrial em Sete Lagoas, Mario Coriale.

Cada participante receberá kits de até oito sementes para plantar, além das mudas. A FPT reforça que tomará todos os cuidados necessários de prevenção e higienização ao longo da pedalada.

“A sustentabilidade é um dos valores da FPT Industrial. Em mais esta ação em Sete Lagoas, engajamos as pessoas a deixar a sua marca para o amanhã. O reflorestamento é vital para a natureza e a nossa existência”, afirma a gerente de Marketing da FPT Industrial para a América do Sul, Isabela Costa.

Atitudes pelo meio ambiente

A fábrica de Sete Lagoas é considerada Aterro Zero, reciclando 100% dos resíduos, além de seguir o nível prata do programa World Class Manufacturing (WCM) da CNH Industrial, um dos mais altos padrões da indústria de manufatura no mundo, que busca zero perdas, com base na metodologia da Pirâmide de 5R – recusa do resíduo (logística reversa), redução, reaproveitamento, reciclagem e recuperação.

Como parte do WCM, o Aterro Zero reduziu gradativamente o volume de resíduos destinados a aterros sanitários licenciados, até alcançar a eliminação completa. A FPT Industrial entende que todo material pode ser transformado, reforçando o comprometimento com uma produção responsável.

Fonte: CNH Industrial
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Coluna

Moldando o mármore do mercado

Por redação 02/12/2020
Escrito por redação

- Moldando o mármore do mercado

Ser um novato em um mercado consolidado precisa de resiliência

Por André Rorato*

Quebrar paradigmas é como moldar o mármore para fazer uma escultura. Demanda tempo, paciência, projeto, planejamento e uma dose bem significativa de inspiração e criatividade. Claro, não se pode esquecer de “ouvidos para escutar o outro”. Entrar num mercado onde outros já dominam e repartem o bolo é quase que como entrar num coquetel, sem lugar marcado onde a maioria já formou seus grupos de conversas. Mas a resiliência e a inovação podem ser uma boa “arma” para ganhar olhares.

- Moldando o mármore do mercado

André Rorato, vice-presidente da LS Mtron

A percepção que a grande maioria dos produtores rurais brasileiros principalmente aqueles que estão na faixa de média e pequena potência, ainda trabalhavam com tratores cujo conceito construtivo fora concebido na década de 80, foi a chave que acendeu a luz para a decisão de oferecer ao Brasil produtos que tinham “pequenos” diferenciais, mas que diante do que havia aqui, pareceriam grandes. E foram estas diferenças como um eixo dianteiro blindado, vão livre maior, por exemplo, que transformaram um projeto de médio e longo prazo de conquista de pontos percentuais de mercado em uma realidade totalmente diferente, uma obra consistente, que hoje conta com mais de 60 pontos de vendas em todo o País e um quinto lugar no ranking de fabricantes de tratores.

Estas pequenas diferenças passaram a ser percebidas pelos produtores e provocaram uma sutil mudança naquilo que o produtor começou a buscar em um trator. Provavelmente isto aconteceu porque trouxe ao consciente desejos que estavam contidos neste consumidor e que, felizmente, começou a ser atendido através dos produtos da LS Tractor.

Quando se fala em oferecer novas tecnologias, a princípio e grosso modo, parece que estamos falando de coisas fantásticas, robotizadas, que falam e executam tarefas por sua própria conta. Mas nem sempre precisa ser assim. Vejam, um simples interruptor que liga e desliga a luz, é uma fantástica tecnologia. Mas se tornou tão comum, que já nem ligamos para isto. Mas disponibilizar uma tomada de força em três velocidades já de fábrica, era um desejo do produtor e que ao oferecermos, se tornou um diferencial competitivo a ponto deste consumidor passar a perguntar na concorrência, se eles também tinham esta tecnologia embarcada nos tratores, sem que fosse item acessório.

A experiência que estamos vivendo durante estes sete anos, desde a fabricação do trator n°1 eu posso dizer que é muito rica. O desafio de inovar, não só no produto, mas na forma de oferecer, de entregar, de atender às necessidades dos diversos segmentos de produção agrícola, é algo que particularmente vejo com muito entusiasmo porque novas gerações estão dando seus passos dentro da porteira, muito exigentes, muito demandantes de ferramentas digitais embarcadas nos tratores. E isto, já está forçando a nós, executivos com anos de trabalho no mercado, a uma rápida reciclagem.

A LS Tractor tem no seu DNA original o Grupo Eletroeletrônico LG. Muito atuante na busca de novas tecnologias, principalmente para acompanhar o mundo de hoje. Em nosso centro de pesquisa, na Coreia do Sul, vários projetos são desenvolvidos, testados e colocados no mercado. É de lá que veio este conceito de oferecer uma série de tecnologias embarcadas que visam a melhorar as condições operacionais do trator, a fim de ele oferecer muito mais soluções para o trabalho no campo. É dentro deste espírito que já colocamos em nossas máquinas, o pacote LS Tech, onde oferecemos “pequenas e simples” tecnologias, mas que resolvem antigos problemas do produtor. Faz parte deste pacote a telemetria, desenvolvida por um parceiro nosso, a Colven, e que permite ao gestor saber todas as tarefas realizadas por suas máquinas, instantaneamente. Isto quer dizer que mesmo com pouco tempo no mercado brasileiro, já estamos entregando soluções muito atualizadas com as demandas dos empresários rurais.

Isto quer dizer que estamos moldando o mármore, para entregar cada vez mais, obras de arte que agradem ao consumidor e que estejam dentro da realidade do nosso mercado, sem grandes tecnologias futurísticas, mas com soluções práticas para o dia a dia do campo.

*André Rorato é vice-presidente da LS Mtron

 

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Notícias

Falta de insumos atinge empresas do agronegócio

Por redação 01/12/2020
Escrito por redação

- Falta de insumos atinge empresas do agronegócio

Desde o começo da pandemia muitas indústrias do setor têm sentido a escassez dos produtos e estão se desdobrando para fazer as entregas em dia

A pandemia causada pelo coronavírus gerou impacto em diversos segmentos e mercados. Um deles foi o de maquinário e insumos para o agronegócio. Uma pesquisa online feita pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP) avaliou os efeitos dos seis meses da pandemia na indústria, e mostrou que 47% das empresas estão encontrando dificuldades para conseguir insumos, matérias-primas e mercadorias.

Além disso, a pesquisa também apontou que 63% das empresas estão com o estoque baixo, fazendo com que o preço da matéria-prima aumente consideravelmente. Esse estudo realizado na grande São Paulo nos dá uma amostra da situação em todo o Brasil. A MP Agro de Ibaté-SP, por exemplo, fabricante de distribuidores de adubo, é uma das companhias que está tendo dificuldades com os fornecedores: “Começamos a sentir o impacto logo nos primeiros meses após o início da pandemia, mas neste último trimestre a situação tem se intensificado”, explica o diretor presidente, Douglas Peccin.

Demanda aquecida

Um outro ponto de destaque é o grande desafio de atender a forte retomada da demanda vinda do campo, pois com a pandemia, houve uma desaceleração abrupta e a retomada ocorreu da mesma forma, formando um “V”. “Os meses passaram e os estoques em geral acabaram sendo reduzidos a níveis mínimos de operação, o que ocasionou escassez no mercado e reajustes importantes de nossos fornecedores”, aponta, o gerente de suprimentos da MP Agro, Edson Marchetti.

A empresa tem seu sistema de gestão certificado pela ISO 9001 e uma estrutura de planejamento organizado, o que permitiu a garantia da contínua produção durante 2020. “Porém, se essa situação se estender por mais alguns meses, a indústria como todo o mercado, sentirá ainda mais a escassez de produto final na ponta. O cenário está bem incerto em relação ao fornecimento, não sabemos como serão os próximos meses, estamos vivendo um dia após o outro”, complementa ainda o diretor presidente da fabricante.

O que dizem os fornecedores

Há diversas razões apontadas para a situação adversa entre oferta e demanda no Brasil. A alta do dólar, a baixa produção devido à queda da força de produção causada pela diminuição de funcionários nas fábricas, o aumento das exportações em decorrência do câmbio favorável e ainda a normalização da demanda em países onde a doença está mais controlada.

O diretor de compras e qualidade da Suprir, uma das fornecedoras da MP Agro, Lucas Santos, fala sobre o cenário do aço. Segundo ele, o Brasil está vivenciando um momento de grande expansão no consumo, e isso tem acarretado atrasos no fornecimento da cadeia de suprimentos. “Quando surgiu a pandemia, prevíamos que a recuperação da demanda seria lenta no segundo semestre de 2020, e para nossa surpresa, temos observado uma forte retomada nos últimos meses. Além disso, o segundo lockdown na Europa está sendo feito de forma mais precisa e impactando pouco na atividade industrial”, diz. O que confirma o momento sentido pela fabricante de distribuidores de adubo.

Já o representante da Cordob Indústria e Comércio, Wemerson Ricardo Cano, fabricante de soluções em processamento de chapas metálicas, afirma que houveram vários aumentos a partir de julho de 2020. “Tiveram impacto as bobinas FQ de aço carbono com variações de até 100% dependendo da espessura além, de insumos em geral, como gás, nitrogênio, eletricidade e outros consumíveis”, afirma.

O diretor da MP Agro endossa que mesmo com todas as intempéries enfrentadas esse ano, a empresa não tem medido esforços para cumprir seus compromissos com o cliente, conseguindo manter as entregas. Contudo, segundo ele o abastecimento de matéria prima deve se normalizar somente no final do primeiro trimestre de 2021. “O grande impacto está em nosso cliente que precisa do produto, do maquinário para produzir e não pode perder o time da sua produção, por isso é importante que ele esteja atento e realize suas compras com antecedência para garantir a sua máquina em campo quando for utilizá-la”, relata Douglas Peccin.

Fonte: MP Agro
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Grupo KUHN assina acordo para compra da KHOR Industrial

Por redação 01/12/2020
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- Grupo KUHN assina acordo para compra da KHOR Industrial

O Grupo KUHN, fabricante líder mundial de máquinas agrícolas especializadas em preparo do solo, plantio e semeadura, pulverização e manejo de nutrientes, manutenção de áreas, fenação e forragem, e alimentação animal, assinou acordo para a compra da totalidade das ações da empresa KHOR Industrial, localizada em Tuparendi (RS). O fechamento do negócio está previsto para ocorrer no início de 2021 e está sujeito ao cumprimento de várias condições pelos atuais proprietários.

Fundada em 2007, a KHOR se estabeleceu rapidamente como um fabricante líder de carretas graneleiras, escarificadores e outros implementos no Brasil. A oferta de produtos KHOR é adaptada às necessidades dos produtores brasileiros e é totalmente complementar à KUHN.

Em 2019, a KHOR faturou R$ 26 milhões e empregava cerca de 80 funcionários. Esta aquisição representa mais um passo no desenvolvimento da KUHN no Brasil e na América do Sul em geral, conforme nota publicada pela empresa. O Grupo KUHN, com sede em Saverne, França, emprega mais de 5.000 funcionários. Opera onze fábricas localizadas na França, Holanda, Estados Unidos e Brasil, bem como 11 unidades de distribuição estrategicamente localizadas em todo o mundo. Em 2019, obteve receita de € 1.059 milhões. A Kuhn do Brasil completa em 2020, 15 anos no país, com sede na cidade de Passo Fundo (RS) e São José dos Pinhais (PR).

Fonte: Grupo KUHN
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MAHLE completa 100 anos

Por redação 01/12/2020
Escrito por redação
- MAHLE completa 100 anos

Em 2020, a MAHLE produziu pistões utilizando tecnologia de impressão 3D pela primeira vez

 

De uma pequena oficina, em 1920, a MAHLE  se firma hoje como um dos maiores fornecedores automotivos, com mais de 160 localidades em mais de 30 países. A data de 1º de dezembro de 2020 marca o 100º aniversário da fundação da empresa. Foi naquele dia que a pedra fundamental do Grupo MAHLE foi lançada em Stuttgart. O caminho para esse sucesso foi traçado pelos irmãos Ernst e Hermann Mahle, cujo pioneirismo tecnológico é algo pelo qual a empresa é reconhecida até hoje.  Hoje a MAHLE está posicionada nas áreas de tecnologia de transmissão e gerenciamento térmico, com ênfase em tópicos futuros relacionados à mobilidade. O grupo mantém seus investimentos em P&D em alto nível e, como parte de sua estratégia dupla, a MAHLE está trabalhando no motor de combustão inteligente para o uso de hidrogênio e outros combustíveis não fósseis, bem como em tecnologias que ajudarão a célula de combustível e a mobilidade eletrônica a obter ampla aceitação nos mercados. Atualmente, metade de todos os veículos do mundo possuem componentes MAHLE.

- MAHLE completa 100 anos

Os irmãos Hermann e Ernst Mahle lançaram a pedra fundamental do que é hoje o Grupo MAHLE

“O pistão faz parte da nossa história. Mas hoje a MAHLE é muito mais do que isso: com nossa competência em tecnologias do futuro, estamos em um posicionamento ideal para desempenhar um papel ativo na formação da mobilidade sustentável do futuro”, afirma Dr. Jörg Stratmann, Presidente do Conselho de Administração e CEO da MAHLE. “Nos últimos 100 anos, a MAHLE vem passando por um desenvolvimento contínuo, sempre com o objetivo de  fornecer importante impulso tecnológico e ser uma forte parceira de seus clientes.”

ônica e Mecatrônica são áreas de crescimento importante para a empresa

Um pouco de história

Desde 1920, a MAHLE se transformou de uma pequena forja de pistão no distrito de Bad Cannstatt, em Stuttgart, em um grupo de tecnologia global comum portfólio exclusivo. A empresa tem aberto continuamente várias novas áreas de produtos e mercados por meio de crescimento orgânico, bem como aquisições. Com a decisão dos irmãos Mahle de transferir as ações da empresa para a Fundação MAHLE em 1964, eles estabeleceram o caminho para um desenvolvimento sustentável, de longo prazo e de sucesso.

- MAHLE completa 100 anos

Eletrônica e Mecatrônica são áreas de crescimento importante para a empresa

 

Nas décadas que seguiram, a MAHLE expandiu de forma consistente e contínua seu portfólio de produtos e know-how e agora tem  experiência em todos os tipos de acionamentos. O grupo tecnológico oferece não apenas componentes de motor e produtos de filtração, mas também eletrônica de potência e unidades de controle, motores elétricos, motores auxiliares elétricos, software, produtos de gerenciamento térmico, bem como expertise em materiais, produção e tecnologias de impressão 3D. No setor de reposição, a MAHLE, conforme nota enviada pela empresa, também ocupa sua posição de destaque com soluções pioneiras, como um parceiro competente e confiável para oficinas em todo o mundo. “Como exemplo podemos citar o primeiro método digital para recalibrar os sistemas de assistente de direção, que foi desenvolvido pela MAHLE”.

Como parceiro de desenvolvimento e fornecedor de sistemas, o grupo tecnológico está moldando a mobilidade do futuro em todos os principais mercados globais – seja para automóveis de passageiros, caminhões, vans, máquinas agrícolas, navios, e-bikes ou scooters elétricos. Graças a uma cultura moderna de inovação, que é evidente nas próprias start-ups do grupo, novos tópicos e produtos estão surgindo para novos grupos de clientes – como a infraestrutura de carregamento para veículos elétricos a bateria ou assentos infantis com ar-condicionado.

Devido à pandemia de coronavírus, a MAHLE está comemorando seu 100º aniversário com uma variedade de eventos digitais para seus funcionários em todo o mundo

 

Fonte: MAHLE
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