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Notícias

Agtech tem aumento de 80% nas vendas

Por redação 07/12/2020
Escrito por redação

- Agtech tem aumento de 80% nas vendas

O uso de tecnologias e mecanização no campo e o lançamento de novos produtos e serviços elevou em 10% o faturamento estimado da Agricef (agtech de equipamentos e produtos agrícolas), de 2020, para R$ 8 milhões. Mesmo com a pandemia, o agronegócio se manteve ativo e as atividades de campo cada vez mais precisaram de equipamentos de ponta e mão-de-obra qualificada. O saldo positivo do ano foi resultado do aumento das vendas de produtos, de cerca de 80%, na comparação com o ano passado.

De acordo com Guilherme Gray, diretor de gestão e vendas da Agricef, esse avanço nas vendas e no faturamento mostra que os produtos lançados estão conseguindo aderência no mercado. “Muitos clientes compraram mais equipamentos e também expandimos nosso market share em 2020”, explica.

A startup também trabalha com prestação de serviços de plantio de MPB (mudas pré-brotadas) de cana-de-açúcar e apesar de ter havido queda no faturamento desse setor da empresa, os contratos foram mais pulverizados para um número maior de clientes. “Isso é importante para que no próximo ano possamos focar nessa base maior de clientes formada ao longo de 2020”, comenta Gray.

O desempenho da Agricef também fez com que o número de funcionários permanecesse estável no período, com 42 colaboradores até novembro/20. O diretor pondera que a projeção inicial era um crescimento de 25% no faturamento este ano. “Considerando que o ano foi atípico, o resultado de 10% de aumento foi positivo com o destaque para a elevação expressiva da base de clientes e lançamento de novos produtos.”

Fonte: Agricef

 

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Notícias

Frota da New Holland Construction chega ao Acre

Por redação 07/12/2020
Escrito por redação

- Frota da New Holland Construction chega ao Acre

Nova frota de 66 unidades foi adquirida pelo Deracre, órgão do governo do estado, e será utilizada na abertura e manutenção de vias

Um significativo investimento foi realizado pelo Departamento de Estradas de Rodagens do Acre (Deracre) na renovação de equipamentos para agilizar a abertura e a manutenção de vias, colaborando no desenvolvimento do Estado. Atuante em todo o território nacional, a New Holland Construction está presente na venda, disponibilizando 66 unidades da nova frota, composta de retroescavadeiras, pás carregadeiras, motoniveladoras, tratores de esteiras e escavadeiras hidráulicas.

O fornecimento e o pós-venda serão executados pela concessionária Motorauto, que tem o órgão do Governo do Acre como cliente, com mais de 130 equipamentos já entregues. As máquinas adquiridas serão distribuídas entre os 22 municípios acreanos.

Cinco modelos da New Holland Construction compõem a nova frota, sendo 18 unidades da retroescavadeira B95B, 18 pás carregadeiras 12D, 18 motoniveladoras RG140.B, oito tratores de esteiras D140B e quatro escavadeiras hidráulicas E215C EVO.

O atendimento customizado reforça a proximidade da marca, que celebra 70 anos de Brasil em 2020, além de ampliar o market share da New Holland Construction na região Norte. “Anteriormente, o Deracre já havia adquirido nossos equipamentos, valorizando a qualidade e a performance dos produtos, além da qualidade da Motorauto no atendimento. Como estas maquinas trabalharão em obras de infraestrutura, o negócio é de suma importância para o Acre”, afirma o supervisor comercial da New Holland Construction, Marcos Rocha.

Para o diretor da Motorauto, Olavo Pires, a concretização de mais esta venda para o Governo do Acre coroa o trabalho em equipe da concessionária, líder em licitações que tem como premissa a transparência no atendimento ao cliente. Além da relação custo benefício, o órgão preza pela qualidade e assistência técnica.

“A aquisição destes equipamentos trará maior qualidade de vida para população rural, melhorando a trafegabilidade de estradas vicinais, garantindo o abastecimento, escoamento e aumento da produção rural. É uma venda bastante significativa não só pelo volume, como também por marcar a retomada da economia local com um pacote de investimentos na área de infraestrutura e construção civil”, afirma Pires.

Fonte: New Holland Construction
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Notícias

Valtra lança tratores compactos com cabine de fábrica

Por redação 07/12/2020
Escrito por redação
- Valtra lança tratores compactos com cabine de fábrica

Nova série Valtra A2R é equipada com motor AGCO Power de 3 cilindros

Equipamentos contam com modelos de 80cv, 89cv, 99cv e 105cv e garantem uma economia média de 10% no consumo de combustível

A Valtra, fabricante de máquinas agrícolas e presente no Brasil há 60 anos, lança novas versões dos tratores da série A2R. Os modelos A800R (80 cv), A850R (89 cv), A950R (99 cv) e A990R (105 cv) agora possuem versões equipadas com cabine de fábrica, aumentando o conforto e o rendimento operacional aos agricultores.

“A atualização da linha de tratores A2R foi desenvolvida especialmente para os produtores rurais da agricultura familiar que precisam de um equipamento tecnológico, mas econômico e versátil. A adição da cabine para esta linha foi um pedido dos nossos clientes e é vital para o conforto do operador nas longas jornadas de trabalho no campo. Com baixo custo de manutenção e economia de combustível, as máquinas são destinadas principalmente para produtores de grãos, cana-de-açúcar e pecuária”, explica Alexandre Assis, diretor de Vendas da Valtra.

Novidade na série A2R, as cabines e plataformas têm alavancas e botões em posições ergonômicas que garantem conforto e eficiência de operação. Além disso, duas luzes traseiras auxiliam os operadores nos trabalhos noturnos. Os tratores são equipados com o motor AGCO Power de 3 cilindros com tecnologia iEGR (Internal Exhaust Gas Recirculation, em inglês), proporcionando economia de 10% em combustível e gerando menos emissão de gases poluentes que prejudicam o meio ambiente.

A série ainda oferece quatro opções de transmissão e pode ser equipada com a redutor creeper, que permite trabalhar com velocidades abaixo de 1 km/h, importante para diversas operações no campo. Com até três VCR (válvulas de controle remoto) disponíveis, e com vazão de até 57 l/min, a linha A2R tem grande capacidade de vazão hidráulica e de levante com 3.800 kgf. Os tratores da linha A2R possuem radiadores compactos e de fácil acesso, para que o operador tenha facilidade na limpeza, mantendo a alta eficiência de troca térmica do sistema de refrigeração.

“As novas opções ampliam o portfólio da Valtra e oferecem ao produtor rural diferentes opções de tratores de baixa potência, mas que ainda aliam robustez, durabilidade e confiança para o agricultor executar qualquer tipo de trabalho em sua propriedade”, afirma Assis.

Fonte: Valtra
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Notícias

Laboratório de medição de umidade de grãos é inaugurado no MT

Por redação 07/12/2020
Escrito por redação

- Laboratório de medição de umidade de grãos é inaugurado no MT

O primeiro laboratório para verificação de medidores de umidade de grãos do Centro-Oeste foi inaugurado pelo Instituto de Pesos e Medidas de Mato Grosso (Ipem-MT),em Cuiabá. O local está equipado com ferramentas modernas e técnicos capacitados para a execução das verificações.

“Mato Grosso é reconhecido como um grande produtor de grãos e ter este laboratório em nossa capital dirigido pelo Ipem-MT deixa produtores rurais e tradings mais seguros em relação à umidade de grãos e à comercialização das safras. O espaço vai ao encontro das demandas do setor do agronegócio”, afirma César Miranda, secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso.

O presidente do Ipem-MT, Bento Bezerra, ressalta que o foco é a justa concorrência e a confiança no negócio. “Queremos que este trabalho traga mais transparência e confiança nas negociações. Que as partes negociadoras saibam que o que estão comprando ou vendendo foi verificado em um equipamento com o selo Inmetro/Ipem”, afirma.

Bezerra informa que os medidores devem estar de acordo com as normas do Inmetro estabelecidas na Portaria 402/2014 e NIE 125/2017, que preconizam que todos os aparelhos devem ter segurança nas informações de leitura e dificultar ao máximo a violação do interior, entre outros pontos. Medidores antigos também terão que ser tirados de circulação gradativamente.

Fonte: Ipem-MT

 

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Notícias

RS: produtor aposta em ILPF

Por redação 07/12/2020
Escrito por redação
- RS: produtor aposta em ILPF

O produtor Ruben Kudiess trabalha com ILPF no noroeste do RS

Promover a geração de renda na propriedade durante o ano inteiro é objetivo da família Kudiess, em Chiapetta, no noroeste do RS, que aposta na Integração Lavoura-pecuária-floresta (ILPF) para otimizar a estrutura produtiva. A área também vai gerar resultados de pesquisas para orientar a adoção dos sistemas integrados.

Desde a fundação na década de 60, a propriedade da família Kudiess trabalha de forma integrada com lavoura de grãos e pecuária em Chiapetta, no Rio Grande do Sul. Nos anos 2000, os irmãos Manfred e Ruben Kudiess passaram a atuar no mercado de sementes, como primeiros multiplicadores do trigo de duplo propósito, com cultivares desenvolvidas pela Embrapa destinadas ao pastejo dos animais com posterior colheita de grãos. O uso da tecnologia exigiu a profissionalização para trabalhar com sistemas integrados, com a atualização constante dos conhecimentos diante da necessidade de validar o produto para os clientes da Sementes Cometa.

Após quase 20 anos trabalhando com integração lavoura-pecuária (ILP), o produtor Ruben Kudiess decidiu apostar também no componente florestal e, em 2019, destinou 54 hectares para integrar lavoura de grãos com engorda de bovinos e produção de madeira. O sistema ILPF corresponde a 5% da propriedade e conta com 18 renques de árvores, cada renque com três fileiras de eucaliptos, totalizando 600 árvores por hectare.

No primeiro ano, a integração iniciou no verão, com milho para grãos e engorda dos animais com pastagem perene de Aruana (espécie de Panicum maximum). No inverno, o produtor investiu em pastagem de trigo duplo propósito e trevo vesiculoso em sobressemeadura no Aruana. “A ideia é utilizar a área com ILPF principalmente no verão, trazendo os animais para a pastagem com conforto térmico das árvores e liberando as outras áreas para a lavoura de soja. No inverno, vamos aproveitar a integração para produzir pasto, ajudando também a reduzir o vazio forrageiro nos meses de primavera e outono. É um planejamento que movimenta toda a propriedade”, conta Ruben.

No total dos 54 hectares com ILPF, 14% da área foi destinada às árvores, cobrindo cerca de 8 ha. A aposta do produtor no eucalipto se deve ao maior conhecimento sobre o manejo da espécie e ao crescimento rápido da árvore. A partir do quinto ano, deverá começar o raleio com a extração de lenha, que deverá suprir parte do secador de grãos, com excedente para comercialização.

O potencial de produção de lenha foi estimado em 80 m³/ha/ano, mas como a lenha representa menor valor agregado, grande parte das árvores serão manejadas visando qualidade na produção da madeira. “O principal desafio no componente florestal é o manejo, de forma a equilibrar a penetração da luz para o desenvolvimento das pastagens”, conta Kudiess, lembrando que o trabalho de raleio deve se intensificar entre o quarto e o quinto ano.

Entre as vantagens do sistema ILPF, Ruben Kudiess faz questão de destacar o bem estar-animal: “O gado gosta de SPA: Sombra, Pasto e Água. Em função do conforto térmico, estimo o aumento no ganho de peso dos animais entre 15 a 20%, melhorando também a conversão alimentar”.

O microclima criado pelas árvores favorece tanto o solo quanto os animais, protegendo das geadas no inverno e do sol no verão. “Com as árvores atuando como quebra-vento e sombra, a umidade do solo também deve melhorar, o que pode representar um aumento de até 60% no crescimento das pastagens, especialmente em anos de estiagem”, estima o produtor. Segundo ele, o benefício também pode ser observado no inverno, quando as árvores podem reduzir o impacto das geadas, garantindo a oferta de pastagens por mais tempo.

Interação no aprendizado

O trabalho do produtor é acompanhado por uma equipe da Embrapa Trigo (Passo Fundo, RS). A base de conhecimentos é a Rede ILPF, que reúne profissionais das mais diversas especialidades com o objetivo de acelerar a adoção das tecnologias de integração lavoura-pecuária-floresta por produtores rurais visando a intensificação sustentável da agricultura brasileira.

“Cada propriedade tem particularidades de solo, clima, perfil de produção que exigem a adaptação dos conhecimentos sobre sistemas integrados. A participação ativa e até a ousadia do produtor são decisivos nesse processo de adoção do ILPF, já que não existe receita pronta, é experimentar e ajustar o que temos disponível para cada região de forma a atender as necessidades do produtor”, explica o pesquisador Renato Fontaneli.

Para Ilvandro Barreto de Melo, engenheiro agrônomo da Emater/RS, as dificuldades do produtor em trabalhar com sistemas integrados também representam oportunidades de aumentar a renda: “Tiramos as árvores para a entrada das lavouras no RS na década de 1950, mas não abandonamos o gado. Agora precisamos recolocar as árvores, tanto por demanda legal quanto pela consciência dos benefícios do componente florestal para o sistema. Mas trabalhar de forma integrada aumenta os desafios no manejo. Não basta entender só de lavoura, ou só de árvores ou só de pastagens. É preciso ver a propriedade no todo, um sistema produtivo mais complexo, mas também com maior possibilidade de ganhos e maior estabilidade financeira, já que não depende de apenas um fator de produção”.

Impactos no solo

Uma das atividades de acompanhamento da pesquisa na área com ILPF na propriedade da família Kudiess busca avaliar possíveis alterações na qualidade do solo ao longo dos anos. Definido como marco zero na implantação do sistema ILPF, em julho de 2020, foi realizada a amostragem em 12 trincheiras abertas no solo para coletas estratificadas de 5 em 5 cm até 40 cm de profundidade. As análises apontaram um solo já com boa qualidade, presumidamente em função da integração da lavoura com pecuária que já era realizada nesta área.

“Observamos nas amostras bons índices para nutrientes importantes como potássio, cálcio, magnésio e fósforo”, conta o analista de transferência de tecnologias Marcelo Klein. As coletas deverão ser realizadas novamente no período de cinco anos para avaliar os atributos de fertilidade que sofreram alterações na área: “Acreditamos que os ácidos orgânicos gerados pelo esterco e pela urina dos animais serão capazes de neutralizar o alumínio tóxico do solo, aumentando a saturação de bases e dispensando correções com calagem. Vamos tentar confirmar esta hipótese com este experimento de ILPF nas condições de clima e solo do noroeste do Rio Grande do Sul”.

Fonte: Embrapa Trigo
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Notícias

Conab inclui abacaxi no bônus do PGPAF

Por redação 07/12/2020
Escrito por redação

- Conab inclui abacaxi no bônus do PGPAF

O abacaxi produzido no Rio de Janeiro é o mais novo integrante da lista dos sete produtos agrícolas com direito a bônus do Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF) deste mês. O clima quente típico deste período na região acarretou no amadurecimento simultâneo do produto em muitas áreas produtoras, o que levou à maior oferta e queda nos preços.

O cálculo da bonificação é feito pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) que, no caso do abacaxi, chegou a 29,69%. A base é o preço médio de mercado, que na praça carioca é de R$ 0,45/kg, e um valor de garantia oferecido pelo programa de R$ 0,64/kg. O incentivo vai para os agricultores que podem abater percentuais que chegam a mais de 60 % (BA) em suas prestações do financiamento do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

A relação de produtos novos ou permanentes e os valores estão na portaria publicada no Diário Oficial da União, com validade do próximo dia 10/12 até 9 de janeiro. Manga (RJ e SP), banana (RR e CE) e castanha-de-caju (BA e PE), com os preços baixos nas capitais desses estados, também entraram na lista.

Os bônus oferecidos à manga, por exemplo, os maiores do mês, chegam a mais de 50%, para um preço médio de mercado que varia de R$ 0,54 a R$ 0,58/kg e preço de garantia de R$ 1,21/kg. Já a banana vai receber 32,43% e 7,94%, respectivamente, para um preço médio de mercado em Roraima de R$ 12 e, no Ceará, de R$ 16,35/20kg. O preço de garantia oferecido para o produto é de R$ 17,76.

Fonte: Conab
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Notícias

Trator da Massey Ferguson promete redução do consumo de combustível

Por redação 04/12/2020
Escrito por redação

Trator da Massey Ferguson promete redução do consumo de combustível

O MF 6714R Dyna-4 é um trator da Massey Ferguson indicado para o agricultor que precisa de uma máquina com 145cv

Em um ano no qual o agronegócio foi destaque no cenário nacional, novo trator da Massey Ferguson chega para auxiliar o produtor rural a ter mais rentabilidade e produtividade em seus negócios. As novidades são os tratores MF 6714 e MF 6714R Dyna-4, que chegam para complementar a família de tratores da marca com promessa de gerar economia de combustível e menos desgaste de peças durante o período de operação.

O MF 6714R Dyna-4 é um trator da Massey Ferguson indicado para o agricultor que precisa de uma máquina com 145cv, com a potência do motor AGCO Power, capacidade de levante de 4.950 kg e transmissão 16×16 Dyna-4 Power Shift, com troca de marcha automática.

Com consumo de combustível menor aliado à transmissão mais moderna, que proporciona mais agilidade na lavoura, podendo gerar até 12% de economia de combustível. Na cabine, o operador tem total conforto com o assento da linha MF 6700R Dyna-4, alavancas e botões com excelente ergonomia e visão ampla, permitindo um maior controle de toda a operação.

“Cinquentinha” foi o primeiro trator da Massey no Brasil

Além de todos esses atributos, o novo trator da Massey tem a opção de já vir equipado de fábrica com o piloto automático Massey Ferguson Guide.

Tecnologia embarcada

A tecnologia oferece mais autonomia no campo ao agricultor, permitindo que o produtor rural perceba os benefícios do capital investido em curto prazo.

Os níveis de precisão que a solução é capaz de entregar durante todo o ciclo produtivo possibilitam ao agricultor um retorno de mais de 800% sobre o investimento feito na contratação do serviço de correção de sinal via satélite.

O modelo MF 6714 é equipado com o motor AGCO Power de 4 cilindros e injeção eletrônica, o segundo a empresa, garante alto torque em baixas rotações trazendo economia de combustível de até 8% ao produtor.

Sua transmissão 12×12 eletro-hidráulico permite simples movimentos de manobra do equipamento, possibilitando alta eficiência operacional e aumento de até 10% hectares trabalhados por hora.

Esse novo modelo de trator da Massey Ferguson é um equipamento para pequenos e médios produtores que trabalham com grãos e pecuária com um trator de 145 cv. O trator tem a maior capacidade de levante da categoria e seu posto de operação oferece conforto e ergonomia ao operador.

“Temos como cerne do nosso negócio oferecer condições e soluções diversas ao produtor rural, sejam elas em produtos ou serviços, para que extraia o máximo potencial da lavoura por meio de nossos maquinários, utilizando soluções alternativas para crescer com a mesma extensão de terra. Ao ampliarmos nosso portfólio, mostramos que o pequeno, médio e grande produtor rural tem à disposição uma gama de opções para atendê-los seja qual o tamanho de sua propriedade. Todo esse conjunto oferta mais produtividade para o produtor rural, reforçando que a Massey Ferguson está sempre focada em melhorar a rentabilidade no campo”, afirma Winston Quintas, supervisor de Marketing do Produto Tratores da marca.

 

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Produção de café cresce no Brasil, enquanto preços continuam altos
Notícias

Café arábica ocupa área de 1,5 milhão de hectares

Por redação 04/12/2020
Escrito por redação

- Café arábica ocupa área de 1,5 milhão de hectares

A produção da espécie de café arábica no Brasil está presente em quatro das cinco regiões macroeconômicas – Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste – e ocupa uma área total de 1,5 milhão de hectares, com produção estimada em 47,37 milhões de sacas e produtividade média de 31,27 sacas por hectare em 2020. Com relação ao café conilon, a área ocupada na produção corresponde a 369,6 mil hectares, com volume de 14,25 milhões de sacas e produtividade média de 38,56 sacas por hectare.

Com relação exclusivamente à produção de café arábica, na Região Sudeste, que congrega os maiores estados produtores dessa espécie, a lavoura ocupa 1,4 milhão de hectares. Minas Gerais, que é o maior estado produtor do País, ocupa 1,03 milhão de hectares, que correspondem a 73,5% do total da região, e deverá produzir 33,14 milhões de sacas, com produtividade média de 32,12 sacas por hectare. Em segundo lugar, no Sudeste, vem o estado de São Paulo com 201,5 mil hectares (14,3%), que tem a produção calculada em 6,15 milhões de sacas e produtividade de 30,56 sacas por hectare.

Em terceiro lugar na produção de café arábica na Região Sudeste, figura o estado do Espírito Santo que ocupa 156,3 mil hectares com essa espécie de café, área que equivale a 11% do cultivo de arábica na região, com produção de 4,47 milhões de sacas e produtividade de 28,64 sacas por hectare. Na sequência, vem o estado do Rio de Janeiro com produção de 346 mil sacas, numa área de 11,68 mil hectares (0,8%) e produtividade de 29,61 sacas por hectare. Como se depreende, com base nesses números, a produção total de café arábica estimada em 44,12 milhões de sacas, na Região Sudeste, ocupa 1,4 milhão de hectares, com produtividade média de 31,49 sacas por hectare, em 2020.

Tais dados e números que permitiram realizar estas análises da performance da produção dos Cafés do Brasil (arábica e conilon) foram obtidos do Sumário Executivo do Café – Novembro 2020, elaborado e divulgado mensalmente pela Secretaria de Política Agrícola – SPA, do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento – Mapa. Referido documento está disponível na íntegra no Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café.

Fonte: Esalq/USP
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Notícias

Soja nacional pode passar produção americana na safra 20/21

Por redação 04/12/2020
Escrito por redação

- Soja nacional pode passar produção americana na safra 20/21

A chegada tardia da estação chuvosa culminou no atraso do início da semeadura da soja. Apesar disso, o Brasil tem potencial para superar a produção norte-americana do grão na safra 20/21. Aa informação consta no  Outlook Nacional Soja, informativo atualizado quinzenalmente, que traz as projeções do Sistema Tempocampo, da Esalq/USP. Os dados do boletim publicado na segunda quinzena de novembro indicam que as condições meteorológicas serão mais favoráveis que na safra anterior, devido à semeadura em épocas de menor risco às lavouras, o que contribui para um cenário mais favorável, principalmente na Região Sul, onde ganhos superiores a 8% podem ocorrer.

O Sistema Tempocampo aponta que a produtividade média brasileira de soja poderá variar entre 3,48 e 3,65 t/ha, considerando os cenários pessimista e otimista, respectivamente.

O informativo é atualizado quinzenalmente, com uma visão geral da safra nacional no Brasil, com uma análise do clima sobre a produção em cada estado brasileiro. O conteúdo é apresentado em forma de mapas e tabelas que permite uma rápida compreensão sobre o seu conteúdo. O Outlook Nacional conta com uma projeção dos valores finais de produção do país, com base no clima da safra atual, permitindo a análise de risco e tomada de decisão sejam feitos com mais segurança.

Fonte: Esalq/USP
04/12/2020 0 Comentários
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Produção industrial cai 0,2% em maio e interrompe quatro altas seguidas
Notícias

PIB cresce 7,7% no 3.º tri. Agropecuária cai 0,5%

Por redação 03/12/2020
Escrito por redação

- PIB cresce 7,7% no 3.º tri. Agropecuária cai 0,5%

O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 7,7%, no terceiro trimestre de 2020, frente ao trimestre anterior, na série com ajuste sazonal (comparado ao segundo trimestre de 2020), na série com ajuste sazonal. A Agropecuária caiu 0,5%, a Indústria cresceu 14,8% e os Serviços subiram 6,3%. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em relação a igual período de 2019, o PIB caiu 3,9%. No acumulado dos quatro trimestres terminados em setembro, houve queda de 3,4% frente aos quatro trimestres imediatamente anteriores.

Desempenho

Em valores correntes, o PIB do terceiro trimestre de 2020 totalizou R$ 1,891 trilhão, sendo R$ 1,627 trilhão em Valor Adicionado (VA) a preços básicos e R$ 264,1 bilhões em Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios.

A taxa de investimento no terceiro trimestre de 2020 foi de 16,2% do PIB, ficando praticamente estável em relação a observada no mesmo período de 2019 (16,3%).

No acumulado do ano até o terceiro trimestre de 2020, o PIB caiu 5,0% em relação a igual período de 2019. Nesta comparação, a Agropecuária cresceu 2,4%, enquanto a Indústria (-5,1%) e os Serviços (-5,3%) registraram queda.

Agro

Em relação a igual período do ano anterior, a Agropecuária cresceu 0,4%. Este resultado explica-se, principalmente, pelo crescimento da produção e ganho de produtividade da atividade Agricultura, que suplantou o fraco desempenho da Pecuária e da Pesca. Destaca-se o crescimento nas estimativas anuais de produção do café (21,6%), cana de açúcar (3,5%), algodão (2,5%) e milho (0,3%).

Fonte: IBGE
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