sexta-feira, novembro 6, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
sexta-feira, novembro 6, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
Bucher
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Portal Máquinas Agrícolas
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Assinatura
  • Assuntos
    • Notícias
    • Tecnologia
    • Revista
    • Manutenção
    • Opinião
    • Coluna
  • Fale Conosco

@2024 - Todos os direitos reservados. Site por:Código 1 TI

Notícias

Ourofino cria formulação específica para produção de cana

Por redação 25/11/2020
Escrito por redação
- Ourofino cria formulação específica para produção de cana

Vista aérea da fábrica da Ourofino

O herbicida Kaivana 360 CS chega ao mercado acompanhado de outra novidade, o maturador hormonal Trix, que marca a entrada da indústria no segmento

A cana-de-açúcar é uma das principais culturas na produção agrícola brasileira. São cerca de 9 milhões de hectares, segundo estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento, a Conab. Nesse sentido, a oferta de defensivos agrícolas cresce continuamente, mas a inovação do produto costuma ser um dos principais atrativos buscados pelos agricultores, especialmente no controle de plantas daninhas, que impacta diretamente na produtividade. Por isso, a Ourofino Agrociência trabalha para reimaginar o portfólio e oferecer soluções diferenciadas, como o Kaivana 360 CS, que tem formulação inovadora e chega ao mercado este mês.

Segundo explicações de Gustavo Vigna, gerente de cultura cana-de-açúcar da Ourofino, a matocompetição é um grande fator de redução produtiva e, dessa forma, o controle de plantas daninhas deve ser priorizado. “O Kaivana é justamente uma ferramenta importante para combater os problemas provocados pelas daninhas. Ele chega para dar ainda mais robustez ao portfólio de herbicidas da empresa”, ressalta.

O produto atende também ao apelo por mais sustentabilidade no campo, uma preocupação da empresa. O microencapsulamento do ativo diminui, por exemplo, a ocorrência da deriva e o risco de fitotoxicidade, já que essa formulação não possui absorção foliar. Dotado de um complexo sistema de agentes fotoprotetores e tensoativos exclusivos e com diferentes ações, ajuda na redução de perdas por volatilização, o que dá mais segurança às culturas vizinhas. Vigna diz que, “do ponto de vista ambiental, é um produto muito interessante, pois não há presença de solventes na formulação, por se tratar de um produto microencapsulado”.

Outro ponto de destaque é que o Kaivana é uma solução indicada para o estádio pré-emergente, para o controle das principais gramíneas e algumas folhas largas em diferentes épocas do ano.

A Ourofino Agrociência ainda tem outra novidade para novembro: o maturador hormonal Trix (Trinexapaque-etílico), produzido com a molécula líder de mercado e que lança a indústria no segmento.

Afinal, além do controle das plantas daninhas, outra etapa importante para a produção de cana-de-açúcar é a maturação, que se faz necessária devido ao início da safra ser cada vez mais antecipado, momento em que as plantas ainda não atingiram o ponto de maturação.

É nessa etapa que entra o Trix, “um maturador hormonal que não oferece risco de fitotoxicidade para a cultura da cana , assim, não interfere na rebrota do canavial, o que garante ganhos expressivos de ATR no início e a redução das perdas no final da safra”, orienta Vigna.

O  Trix foi concebido para já entregar rastreabilidade ao produtor ao dar direto imediato a todo cliente de aderir ao Segnus, programa de excelência em tecnologia de aplicação. “Lançado em agosto pela empresa em parceria com a startup Perfect Flight, especializada em gestão e monitoramento da pulverização aérea, o Segnus auxilia o produtor na tarefa de garantir maior segurança da aplicação”, explica o gestor da Ourofino Agrociência.

Os dois lançamentos dão mais força ao portfólio inovador da companhia de origem brasileira, que cada vez mais investe em novas tecnologias e lançamentos, firme no propósito de reimaginar a agricultura nacional e em aumentar o market share.

Fonte: Ourofino Agrociência

 

25/11/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Índice de Confiança do Agronegócio sobe 15 pontos

Por redação 25/11/2020
Escrito por redação

- Índice de Confiança do Agronegócio sobe 15 pontos

A melhora da percepção sobre a economia brasileira reforçou a confiança

O Índice de Confiança do Agronegócio (Icagro), divulgado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), fechou o terceiro trimestre de 2020 em 127,0 pontos, 15,3 pontos acima do levantamento anterior. É o melhor resultado desde o início da série histórica. Alguns aspectos específicos do setor agrícola, como os preços de soja, milho, açúcar, café e outros produtos contribuíram para a alta – mas o preponderante para o resultado do trimestre foi a recuperação das expectativas para a economia brasileira.

Em setembro, quando foram realizadas as entrevistas para o índice, crescia a percepção de que problemas causados pela Covid-19 no país estavam sendo superados. De fato, os dados do índice mostram uma expressiva melhora nas perspectivas do agronegócio para a economia brasileira, depois de dois trimestres consecutivos de desânimo.

De acordo com a metodologia do estudo, índices acima de 100 pontos situam-se na faixa considerada otimista (resultados inferiores a isso denotam pessimismo). Não se trata de uma exclusividade do agronegócio. Houve uma recuperação do entusiasmo em praticamente todos os setores econômicos na comparação com o 2º trimestre – refletida no forte aumento nos índices de confiança dos demais setores da economia, como o Comércio, a Construção Civil e a Indústria.

A percepção do mercado em geral para o PIB brasileiro em 2020 chegou ao ponto mais baixo em abril e, desde então, vem sucessivamente sendo corrigido para cima, com um resultado menos devastador do que inicialmente era projetado. Aspectos como a reabertura gradual do comércio, o relativo controle de novos contágios do Covid-19, e a sustentação da demanda por produtos essenciais contribuíram para essa melhora do humor dos agentes econômicos. Entretanto, devemos ponderar que deve continuar havendo grande volatilidade nos fatores que influenciam o cenário econômico, o que poderá influenciar os ânimos nas próximas tomadas.

Entretanto, o estudo diz que deve continuar havendo grande volatilidade nos fatores que influenciam o cenário econômico, o que poderá influenciar os ânimos nas próximas tomadas. A confiança das indústrias que compõem a cadeia do agronegócio manteve a trajetória de crescimento iniciada no trimestre anterior. A alta foi de 13,8 pontos, chegando a 122,9 pontos.

Fonte: Fiesp

 

25/11/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Do campo para a sala de aula

Por redação 24/11/2020
Escrito por redação

- Do campo para a sala de aula

O SENAR-PR se dedica a fomentar o desenvolvimento do setor agropecuário por meio de cursos voltados a produtores e trabalhadores rurais do Paraná. Em seu quadro de instrutores estão especialistas em boas práticas, gestão e uma infinidade de técnicas e tecnologias fundamentais para o agronegócio moderno. E, parte deste time, mais do que deter o conhecimento teórico de universidades e escolas de referência, possui como diferencial a vivência prática da rotina das propriedades rurais.

Além de instrutores, parte do quadro do SENAR-PR atua também como agricultor e/ou pecuarista. “Ninguém melhor do que um produtor rural para sentir os ônus e bônus da atividade. Quando nós falamos em andragogia, o ensino voltado a adultos, o fato de haver um instrutor que também sente na pele a dificuldade dos seus alunos, cria uma empatia imediata. Então além das questões técnicas, cria-se um laço profundo de identificação, que facilita o aprendizado”, detalha Arthur Piazza Bergamini, gerente do Departamento Técnico (Detec) do SENAR-PR.

Aviários e sala de aula

- Do campo para a sala de aula

A instrutora Juliana Afonso Branco dos Santos, do SENAR-PR, além de ministrar cursos na área de avicultura, também produz frangos. Atualmente, tem aviários capazes de alojar 90 mil aves, em Cafezal do Sul, no Noroeste do Paraná. Juliana está em fase de expansão e nos próximos anos deve atingir a capacidade de 160 mil aves por lote na sua propriedade.

“O projeto é para chegarmos a 12 aviários na propriedade. Até o fim de 2020 quero ver se conseguimos chegar a oito. Claro, o ritmo de expansão depende de uma série de variáveis, mercado interno, exportações, entre outras coisas”, projeta.
Juliana é avicultora antes mesmo da época em que começou a dar cursos pelo SENAR-PR, em 2011. Para a instrutora, o fato de ser produtora permite falar a mesma língua de quem está na linha de frente da produção.

“Eu vivo as mesmas angústias que os meus alunos. O fato de conhecer a fundo tudo isso faz com que eu tenha a oportunidade de ajudar de forma mais efetiva. Um instrutor acaba ensinando algo de forma completa a uma pessoa quando ele passou na prática por aquela experiência”, opina.

Fazendeiro e instrutor

- Do campo para a sala de aula

O instrutor de cursos na área de bovinocultura de corte Edgard Pilati Filho aplica, na prática, os conhecimentos que ensina aos seus alunos. Pilati trabalha na administração de duas propriedades rurais da família em Prudentópolis, no Centro-Sul do Estado, num total de 900 hectares. Nas fazendas, são mantidos de 2,8 mil bovinos nas fases de cria, recria e engorda.

Para o produtor e instrutor, o fato de os alunos dos cursos da área de manejo de animais terem a chance de ver e colocar a mão na massa ajuda no aprendizado. “Quando os cursos são aqui na região, faço questão de trazer os alunos para as atividades na propriedade, mostro os resultados no papel, quanto investi, quanto paguei em cada coisa, quanto foi minha receita, lucro, então se torna uma situação mais palpável”, compartilha.

O instrutor sugere que essa deve ser uma premissa a ser seguida por outros profissionais de todas as áreas, claro, quando possível. “Por exemplo, um instrutor que trabalha com os cursos de motosserra. Se ele tiver uma oficina, não tenha dúvida que o curso vai ser melhor do que outro que não tem essa prática”, cita.

A colega de profissão Eliane Engelsing trabalha no ramo da suinocultura com a família, em Toledo. Desde 2007, ela conhece de perto o SENAR-PR como cliente. Na propriedade de 24 hectares, Eliane e o marido possuem plantação de grãos e mantêm 300 matrizes para a produção e venda de leitões. “Nós trabalhamos só com a produção de leitões, para que outros produtores continuem a cadeia produtiva e atuem no crescimento e engorda desses animais”, relata.

Mais recentemente, em 2018, Eliane passou a integrar também o quadro do SENAR-PR como instrutora dos cursos da área de suinocultura. Com uma visão completa da cadeia, ela tem a vivência como participante dos cursos, consultora em propriedades (como médica veterinária) e também como produtora rural. “Eu, mesmo, já fiz vários do SENAR-PR e, desde o início, passei a solicitar turmas para os produtores vizinhos e trabalhadores para ajudar a alavancar a própria região”, comenta Eliane.

Silagem para propriedades de leite

- Do campo para a sala de aula

Ricardo Soligo Biscaro, de Renascença, no Sudoeste do Paraná, é mais um exemplo de instrutor e produtor rural. Ele ministra os cursos da área de bovinocultura de leite e também trabalha na propriedade de 120 hectares da família.

“Eu produzo alimentos conservados, como feno e silagem, para vacas de produtores de leite aqui da região. Dependendo das condições climáticas, já cheguei a fazer 30 mil fardos num ano”, revela.

Biscaro enxerga no fato de transitar entre a propriedade e a sala de aula um requisito para proporcionar uma boa formação. “Nos cursos de manejo, por exemplo, a base é a alimentação e a sanidade. Essas questões que deixam a propriedade em pé. É preciso alimento de qualidade para fornecer para as vacas. Mas, percebo que isso é um problema em muitas propriedades, e posso levar minha experiência aos alunos para diminuir”, revela.

Décadas de dedicação

- Do campo para a sala de aula

Desde 1997, quando passou a integrar o quadro do SENAR-PR, Jair Telles concilia as aulas com o trabalho na propriedade rural da família, em Marilândia do Sul, no Norte do Paraná. Atualmente, a maior parte dos treinamentos que ministra é nas áreas de olericultura, fruticultura, aplicação de defensivos e Manejo Integrado de Pragas (MIP).

“Sou produtor desde a época em que se plantava algodão no Paraná, nos anos 1980. Passei por diversos cultivos, agora inclusive estou fazendo algumas experiências na área de extração de óleos essenciais de plantas, como a citronela”, conta.
Telles cuida de uma área de cerca de 140 hectares, cujos principais cultivos são soja, milho e trigo. “O fato de estar no campo no dia a dia ajuda muito. Quando menciono algo que já fiz na propriedade, chama a atenção da turma. E eu gosto de ministrar treinamento sobre coisas que eu já tenho experiência em campo, porque assim tem muita coisa que faz parte do dia a dia e que acaba ajudando quem participa”, enfatiza.

De professor para produtor

Há também casos em que instrutor se torna produtor rural e passa a aplicar as experiências pelas quais já passou nas suas aulas. Ricardo Ferreira Pedroso de Almeida já foi piscicultor e hoje atua com consultoria na área e instrutor do SENAR-PR.
“Eu posso dizer que tive o conhecimento técnico e científico na universidade, então passei para a prática. Durante 12 anos fui criador de peixes, aprendendo com dificuldades de manejo, clima”, revela.

Para Almeida, o fato de ter passado a ser instrutor permitiu incorporar uma parte importante da própria formação, já que teve a oportunidade de conhecer diferentes realidade. “Eu posso dizer que completei meu ciclo de aprendizado quando me tornei instrutor do SENAR-PR. Só com piscicultura já trabalhei em mais de 150 municípios do Paraná, com todos problemas e desafios possíveis”, conta.

Fonte: SENAR-PR
24/11/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Ipea projeta crescimento do PIB agro em 1,5% para 2020

Por redação 24/11/2020
Escrito por redação

- Ipea projeta crescimento do PIB agro em 1,5% para 2020

Exportações do agronegócio tiveram alta de 6% no acumulado do ano

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou a Carta de Conjuntura Agro, com projeções do Produto Interno Bruto (PIB) agropecuário para 2020 e 2021. Com base nos dados mais recentes do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e de dados atualizados de produção pecuária e outros, o Grupo de Conjuntura estima aumento para o PIB do setor agropecuário de 2020 de 1,9% no mês de outubro, para 1,5% em novembro. O valor adicionado da lavoura teve seu crescimento revisado de 3,9% para 3,8%, enquanto o da pecuária caiu de -1,5% para -2,0%. Para o componente “outros”, que inclui exploração florestal, pesca e aquicultura, a queda projetada também se intensificou, de -6,4% para -9,4%.

Para 2021, o PIB agropecuário deve ficar em 1,2%, um crescimento menor que os 2% que haviam sido projetados em outubro. A atualização foi feita com base no primeiro prognóstico de safra do IBGE, complementados por projeções da Conab, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e do próprio Ipea. A previsão para o valor agregado da lavoura teve revisão de crescimento de 1,8% para 0,4%. Esta queda se deve principalmente à substituição de parte das estimativas da Conab pelas do IBGE. Apesar do IBGE também considerar safras recordes de soja (4,6%) e milho (2,6%) no próximo ano, a queda de outras culturas deve compensar parte da contribuição positiva desses dois grãos. Para a pecuária, houve revisão da expectativa de alta de 3,9% para 4,4%. Em relação ao componente “outros”, a perspectiva é que a queda passe de -2,5% para -3,5%.

As exportações brasileiras registraram crescimento de 6% de janeiro a outubro de 2020 na comparação com o mesmo período de 2019, impulsionadas pelo açúcar (63%) e carne suína (49%), soja (21%), algodão (21%) e carne bovina (20%). No caso das importações, houve queda de 5% nos dez principais produtos importados, entre eles o salmão (-34%), o malte (-10%), os produtos hortícolas (-8%) e o trigo (-5%).

As contratações de crédito rural apresentaram bom desempenho nos quatro primeiros meses do ano-safra 2020-2021, com a concessão de R$ 92,3 bilhões de crédito entre julho e outubro, uma alta de 20,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Mesmo com a expansão do crédito, a inadimplência segue em níveis baixos.

Fonte: Ipea
24/11/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

BNDES reabre Pronaf Investimentos

Por redação 24/11/2020
Escrito por redação

- BNDES reabre Pronaf Investimentos

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou em circular em seu site, no último dia 23, que reabriu os pedidos de financiamento via Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf Investimento).

A linha, prevista no Plano Safra 2020/21, é destinada à aquisição de tratores e implementos associados, colheitadeiras e suas plataformas de corte, assim como máquinas agrícolas autopropelidas para pulverização e adubação, informa circular do BNDES.

Em virtude do esgotamento dos recursos de algumas linhas do Plano Safra, o BNDES vinha suspendendo novos pedidos de crédito rural, como Moderfrota, Inovagro, Moderagro, Pronamp Investimento e Programas ABC e PCA, além do Pronaf.

No dia 12 de novembro, porém, o banco de fomento já reabriu a possibilidade de novos pedidos para o Moderfrota – que financia tratores, colheitadeiras e implementos agrícolas –, com valor disponível de R$ 740 milhões, conforme informaram ao Broadcast Agro, na ocasião, o chefe do Departamento de Clientes e Relacionamento Institucional do banco, Tiago Peroba, e o chefe do Departamento de Canais de Distribuição e Parcerias, Caio Araújo. Araújo informou ainda que até 2020 novos pedidos devem ser reabertos.

Fonte: BNDES
24/11/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Embrapa desenvolve equipamento de medição digital

Por redação 24/11/2020
Escrito por redação

- Embrapa desenvolve equipamento de medição digital

Equipamento faz a medição digital da água infiltrada no solo

Uma parceria entre a Embrapa Solos (RJ) e o Centro Brasileiro de Pesquisa Físicas (CBPF) desenvolveu solução para a automação da coleta de dados no campo, mais especificamente da infiltração e do fluxo de água no solo. Trata-se de um novo permeâmetro – equipamento mais usado no mundo para avaliar a condução da água nos solos – capaz de fazer essa coleta digitalmente, por meio de um microcomputador de baixo custo. Com isso, reduz o tempo e os custos da avaliação de parâmetros hidráulicos, que permite conhecer o processo de absorção de água pela terra. As instituições buscam agora um parceiro para produzir o equipamento em larga escala e inseri-lo no mercado.

A medição da água infiltrada no solo é fundamental para otimizar a irrigação, diminuindo o desperdício de água e a erosão; e para estimar o desabamento de encostas, auxiliando na prevenção e na elaboração de alarmes mais eficazes e na avaliação do comportamento de terrenos para construção de estradas ou barragens.

Entretanto, a avaliação de parâmetros hidráulicos do solo sempre foi um desafio para os pesquisadores, basicamente por dois motivos: a necessidade de um técnico treinado na coleta de dados e a avaliação, que é demorada e dispendiosa em recursos financeiros e tempo. Assim, uma das vantagens em se abordar o problema de modo interdisciplinar foi articular a expertise e a experiência de quem entende do problema dos solos (Embrapa Solos) com a aplicação de sensores inteligentes, ferramentas digitais de controle e condicionamento de sinais (CBPF).

Permeâmetro: digitalização na medição

- Embrapa desenvolve equipamento de medição digital

Os equipamentos mais utilizados no mundo para avaliar a condução da água nos solos saturados são os permeâmetros de poço e, entre esses, um dos mais populares é o Permeâmetro de Guelph. Ele necessita de um profissional para fazer a coleta manual dos dados de fluxos de água, que possibilitam calcular a condutividade hidráulica do solo. “A parceria entre a Embrapa e o CBPF desenvolveu um novo permeâmetro que faz essa coleta automatizada. Com esse aparelho, o técnico, que ficava por horas anotando os valores de fluxos, é liberado para fazer outras avaliações e coletas, aumentando o rendimento e a eficiência do trabalho no meio rural. Além disso, o equipamento tem uma precisão de leitura de milímetros e um registro de tempo de décimos de segundo, o que aumenta a precisão dos dados coletados”, conta o pesquisador da Embrapa Solos Wenceslau Teixeira.

O Guelph é um equipamento analógico e de operação complexa. Os dados são obtidos pela leitura visual da variação do nível de uma coluna de água, utilizando uma escala milimetrada e um cronômetro. Os dados são registrados manualmente em uma caderneta. Essa operação é feita no campo, sob o sol, podendo levar muito tempo. O operador é um profissional caro que precisa de qualificação para a aquisição das medidas e os resultados são analisados posteriormente utilizando planilhas. O progresso do novo dispositivo vem do fato que as medidas são obtidas digitalmente, por um microcomputador de baixo custo.

“Além de medir a variação do volume e do tempo de um modo mais preciso, registrar em um cartão de memória e transmitir esses dados para um celular, ou tablet (via Bluetooth), o sistema calcula a grandeza imediatamente. Caso ocorra alguma inconsistência nas medidas, é possível identificar no local e fazê-las novamente, sem necessidade de um novo, e custoso, deslocamento. O dispositivo simplifica a operação de medida, permitindo seu uso por operadores com menor treinamento, além de alertar para certos erros devido a variações bruscas da temperatura que não eram considerados no método tradicional”, revela Geraldo Cernicchiaro, do CBPF.

Vale lembrar que o CBPF possui grande experiência na criação de sensores de medidas, em especial os que ainda não estão disponíveis no mercado.

Abordagem diferenciada

- Embrapa desenvolve equipamento de medição digital

O desafio da digitalização desse processo foi justamente identificar como automatizar a coleta dos dados. A metodologia Guelph se baseia em cavar um pequeno poço no solo e emborcar verticalmente um longo cilindro fechado de poliuretano transparente com água dentro. A tendência da água é fluir do tubo, devido à gravidade, e encher o poço até o nível cobrir a boca do tubo. Isso provoca um certo vácuo no interior do tubo, cujo nome técnico é reservatório de Mariotte. Em um certo momento a pressão atmosférica se iguala à resultante da altura da coluna de água e o vácuo no interior do reservatório, e assim a água deixa de fluir. Devido à penetração da água no solo, o nível de água no poço se altera. Pequenas bolhas de ar entram no reservatório alterando a pressão, e o líquido desce. Até restaurar o equilíbrio. No método manual, uma escala milimetrada permite determinar a variação de nível de água, e consequentemente de seu volume.

“Nossa abordagem foi incluir um medidor de pressão e temperatura, com a precisão necessária para monitorar a variação do vácuo no reservatório de Mariotte. Esse enfoque viabilizou a automação do processo e nossos testes de campo e laboratório demonstraram sua acurácia. A partir do dado digitalizado, temos acesso a uma vasta gama de recursos tecnológicos. Um pequeno microcontrolador recebe essas informações, um relógio interno registra as variações entre as medidas e o momento da leitura, e um programa nos permite processar, calcular, registrar e apresentar em um display o resultado”, diz Cernicchiaro, detalhando o processo.

Testes de campo

- Embrapa desenvolve equipamento de medição digital

Após alguns testes com protótipos nos laboratórios e terrenos do CBPF e da Embrapa, foi feita uma validação do aparelho em projeto no campo, em dois locais: São Luís (MA) e Lençóis Paulista (SP). “Os resultados foram excelentes, o que nos motivou a publicar um artigo no Journal of Hydrology relatando essa conquista”, destaca Teixeira.

Os locais foram escolhidos por possuírem diferentes tipos de solo, o que impacta a absorção da água. Por exemplo, em um solo arenoso, ela é absorvida rapidamente. Já em um solo argiloso, a absorção é mais lenta, podendo até formar poças. Falando de uma maneira simplificada, isso significa que diferentes solos apresentam comportamentos diversos quanto ao processo de absorção do líquido, e que esses comportamentos podem ser quantificados.

Um dos parâmetros associados a esse comportamento é a condutividade hidráulica saturada. Esse parâmetro, característico de cada solo, é a razão entre o volume de água absorvida por unidade de tempo, quando o solo está molhado ou, em termos técnicos, saturado.

Novos desafios para a parceria

A parceria Embrapa/CBPF também está envolvida em outros desafios, como o desenvolvimento de sensores de potencial da água no solo automatizados e a coleta de dados em infiltrômetros e tanques de evaporação de forma automática.

Fonte: Embrapa
24/11/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Manutenção

Transformação dos sistemas reduz idas ao mecânico

Por redação 24/11/2020
Escrito por redação

- Transformação dos sistemas reduz idas ao mecânico

Soluções possibilitam mais segurança e reduzem custos com combustível e manutenção

De Gustavo Paes

 

Por muitos anos, o sistema hidráulico de máquinas agrícolas esteve associado ao engate de três pontos, que tinha como principal função transmitir força para diversos pontos do trator agrícola. A força hidráulica era utilizada para movimentar mecanismos do próprio sistema e de máquinas acopladas ao equipamento. Mas, a partir do final dos anos 1980 e começo dos 1990, ocorreu uma grande evolução e os comandos hidráulicos foram aperfeiçoados, permitindo controles de profundidade, sensibilidade e vazão.

“A força hidráulica era utilizada apenas no engate do terceiro ponto do trator, para suspender o implemento agrícola. Depois, surgiu a direção hidráulica e, na sequência, a hidrostática, que é usada pelos modelos atuais”, afirma o instrutor Joel Sebastião Alves, especialista nas áreas de operação e manutenção de máquinas e implementos agrícolas e rodoviários.
Alves, que é instrutor do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-RS), salienta que o sistema hidráulico é muito mais eficiente, rápido e versátil, e permite que as operações sejam mais ágeis e com menos riscos. E lembra que a tração hidráulica é muito utilizada em máquinas agrícolas, especialmente em pulverizadores autopropelidos, tratores e colhedoras. Uma evolução bem significativa foi a hidráulica sendo usada para tração, lembra o instrutor. “A vanguarda foram os pulverizadores autopropelidos onde a tração hidráulica aboliu a transmissão mecânica, embreagem, eixo, caixa e diferencial”, assinala.

Os componentes do sistema hidráulico foram sendo aprimorados pela indústria, especialmente os filtros, as bombas e as válvulas de controle. Alves aponta que, inicialmente, as válvulas ficavam espalhadas pela máquina e hoje estão centralizadas em pontos estratégicos do sistema hidráulico. “O manifold é um bloco que centraliza todas as válvulas e o sistema de comando”, explica.

Outro componente que teve avanços são as bombas hidráulicas. As bombas hidráulicas de pistão, utilizadas com a função de transformar energia mecânica em energia hidráulica, podem ser axial ou radial. Elas substituíram as bombas de engrenagem, que operavam com no máximo 200 quilos de pressão por centímetro quadrado. “Esse sistema radial trabalha com pressões muito maiores e alguns equipamentos operam com 300 a 400 quilos de pressão por centímetro quadrado”, diz Alves. “Essa bomba proporciona mais do que o dobro de pressão no sistema, o que permite um incremento da força final na mesma proporção”, completa.

O engenheiro agrônomo e consultor em mecanização Arno Dallmeyer salienta que o grande ganho da entrada da hidráulica na mecanização durante os últimos 100 anos foi e redução do esforço dos operadores dos primeiros tratores, que chegavam a pesar 4 ou 5 toneladas. O especialista, professor aposentado da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), não acredita que a hidráulica seja substituída pela eletrificação. “A hidráulica não vai acabar”, afirma. “Grandes transferências de peso seguirão sendo feitos com a hidráulica”, acrescenta.

Uso contínuo

Fundada em 1923, na Alemanha, a Bucher Hidráulica, no Brasil desde 2013, fabrica componentes e sistemas hidráulicos que podem ser aplicados em diversos segmentos, como máquinas para agricultura e florestal, produtos para movimentação de materiais e logística, plataformas veiculares e máquinas e equipamentos para o setor de construção.

- Transformação dos sistemas reduz idas ao mecânico

Rinaldo Sanches Fernandes, da Bucher

Para máquinas agrícolas, a companhia produz bombas, motores hidráulicos de carregamento interno por alta rotação (QXM), válvulas de cartucho, válvulas divisoras de fluxo sem elementos rotativos (MTDA), blocos manifold, eletrônicos, cilindros, unidades hidráulicas e comandos hidráulicos de centro aberto e centro fechado. “São produtos que a empresa tem vantagem competitiva por ser superior em desempenho aos concorrentes”, destaca o gerente-geral Rinaldo Sanches Fernandes.

Os motores hidráulicos de engrenagem interna QXM Móbil e as válvulas (divisores de vazão) MTDA são fornecidos para a Kuhn Brasil, de Passo Fundo (RS), que fabrica semeadoras, plantadoras, distribuidores de fertilizantes, trituradores e pulverizadores. “Também temos como clientes a Vence Tudo, de Ibirubá, e a JAN, de Não-Me-Toque”, acrescenta Fernandes.

O gerente-geral da Bucher Hydraulics aposta que a hidráulica seguirá sendo usada nas novas máquinas agrícolas. “A perspectiva é de crescimento do uso da hidráulica em máquinas e implementos agrícolas, com a demanda de consumidores independentes por funções específicas”, projeta o executivo.

Blocos manifolds

A Eaton fornece componentes hidráulicos para os principais fabricantes de equipamentos rodoviários e off-road dos mercados agrícola, de construção, mineração, marítimos e off-shore, além de atuar também no setor industrial.

O especialista em produto da Eaton, Jair Apolinário, destaca que o portfólio da Divisão Hidráulica da empresa inclui bombas hidráulicas, motores hidráulicos, transmissões hidrostáticas, cilindros hidráulicos, filtros hidráulicos, servo-válvulas, mangueiras, blocos manifold, além de motores de circuito fechado e aberto. “A empresa ainda fabrica componentes mecânicos como caixa de cilindro ou parte de transmissão para máquinas agrícolas, especialmente para tratores e colhedoras”, afirma o executivo.

- Transformação dos sistemas reduz idas ao mecânico

Apolinário salienta que o óleo contaminado por partículas sólidas ou deteriorado pelo uso, pela temperatura ou pela mistura com água pode comprometer os componentes de um trator, colhedora de grãos, colhedora de cana ou pulverizador. Essa contaminação é responsável por cerca de 80% das falhas no sistema hidráulico. Por isso os agricultores devem se atentar para a qualidade do fluído que está em uso.

O especialista alerta que a contaminação do óleo é invisível aos olhos e não pode ser confundida com a sujeira. “Para descobrir se o óleo está sujo, os mecânicos, geralmente, fazem o teste de viscosidade com os dedos e avaliam a contaminação pela aparência. Mas o olho humano enxerga até certo limite, até 40 micras, e as partículas de sujeira têm duas, quatro micras, que ele não consegue ver”, afirma.

O óleo contaminado provoca a perda da função, queda no desempenho da máquina, falhas, desgastes e menor eficiência no sistema hidráulico, além de maior consumo de combustível “Se o produtor fizer a manutenção adequada do sistema hidráulico trocando o filtro e o óleo hidráulico nos prazos recomendados pelo fabricante ele vai prolongar a vida útil do equipamento”, ensina.

O fluído hidráulico possui quatro funções importantes que contribuem para o bom funcionamento das máquinas agrícolas: transmite energia de um ponto a outro; lubrifica as peças móveis; veda folgas e ainda resfria os componentes. Uma dica é observar a viscosidade original do óleo, pois isso impacta em sua capacidade de lubrificar e de vedar as folgas, além de impactar o efeito na geração de calor pelo atrito entre as moléculas do óleo. Dependendo da temperatura em regime de trabalho, o óleo pode se tornar tão fino que não evitará o contato metal-metal. Os componentes hidráulicos, em regra, possuem um limite mínimo de viscosidade que não deve ser ultrapassado.

“Quando o óleo está contaminado, ele age como uma lixa líquida, que desgasta a superfície dos componentes, fazendo-os perder sua forma, acabamento, aumentando as folgas e, assim, prejudicando a eficiência do produto”, comenta Apolinário. O especialista de produto da Eaton lembra que grande parte dos produtores esquece-se de trocar o respiro do reservatório de óleo hidráulico. “O respiro é a parte mais esquecida do sistema. A troca tem um investimento baixo e precisa ser feita com mais frequência”, recomenda.

E avisa que nem mesmo o óleo novo está livre de contaminação. “Todo óleo tem que passar por filtragem antes da aplicação nas máquinas. Ele está limpo, mas não está descontaminado o suficiente. Nem sempre trocar o óleo em uso por um novo sem filtrar, será a melhor solução”, diz.

Válvulas multifuncionais

- Transformação dos sistemas reduz idas ao mecânico

Criada em 1985, a HydraForce Hydraulics, que tem fábricas localizadas em Lincolnshire (Estados Unidos), Birmingham (Inglaterra), Changzhou (China) e em São Paulo, projeta e fabrica válvulas de cartucho eletro-hidráulicas de alta performance, blocos de comando customizados e controles eletro-hidráulicos. “Hoje, o diferencial são as válvulas multifuncionais, manifolds de tamanho reduzido que agregam funções de outras e você consegue a redução de custos em função da diminuição do tamanho do bloco de comando, mantendo o desempenho da função hidráulica da máquina”, afirma o gerente de Marketing América do Sul, Adriano Mônaco.

No Brasil, a Hydraforce fornece componentes hidráulicos para grandes fabricantes de máquinas, como a Caterpillar, Jacto, AGCO, CNH, John Deere e Stara. “Contamos com mais de dois mil produtos nas mais diversas funções”, completa. Em 2017, segundo ele, a empresa fabricou 13 milhões de válvulas de cartucho, 1,3 milhão de manifolds e 13 mil manifolds hidráulicos customizados.

O executivo lembra que os pulverizadores modernos são projetados para aumentar a eficiência e diminuir o desperdício. A precisão requer exatidão, confiabilidade e repetição a partir da hidráulica da máquina. A Jacto apresentou recentemente várias máquinas que utilizam os blocos da Hydraforce, conforme Mônaco. “Os produtos estão disponíveis para todas as funções da máquina, como abrir e fechar a barra de pulverização, controle de precisão da altura da barra, suspensão da barra/eixo, piloto automático e o controle de bomba de produto”, explica.

A empresa fabrica ainda válvulas de controles de pressão para plantadoras e semeadoras, que estão se tornando cada vez maiores e trabalham com velocidades mais altas, para cumprir com a pequena janela de plantio. “Os controladores de pressão permitem o controle da profundidade de plantio de forma consistente e em solos variados”, assegura o executivo.

- Transformação dos sistemas reduz idas ao mecânico

Filtros hidráulicos

- Transformação dos sistemas reduz idas ao mecânico

A Argo-Hytos, que possui unidades de produção na Alemanha, Índia, China e Polônia, fabrica válvulas, sistemas solenoides, unidades de energia hidráulica, interruptores de pressão e drives hidráulicos, entre outros produtos. “Na área agrícola, a empresa ainda fabrica blocos manifolds hidráulicos e filtros hidráulicos, que contemplam os filtros de retorno, de pressão, de linha, de retorno e sucção”, salienta o engenheiro de projetos e aplicações da Argo-Hytos, Nolber Jhonatan Gómez Arandia.

- Transformação dos sistemas reduz idas ao mecânico

Nolber Jhonatan Gómez Arandia (Argo-Hytos)

Faz parte ainda do portfólio indicadores de sujeira dos filtros hidráulicos, contadores de partículas, sensores de umidade, sistemas de filtragem off-line e carrinhos de filtragem para abastecimento das máquinas. A empresa desenvolve ainda soluções para o monitoramento online de fluidos.

Esses sistemas de medição inteligentes usam algoritmos para monitorar o envelhecimento dos lubrificantes e o desgaste dos componentes hidráulicos. Os sistemas de medição detectam problemas em estágio inicial e as informações em tempo real sobre o status da máquina, por meio de monitoramento remoto e experiência em dados, aumentam a disponibilidade do equipamento, reduzem o tempo de inatividade e estendem a vida útil da máquina, dos fluidos e dos componentes.

24/11/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Coluna

Terminologia adequada

Por redação 24/11/2020
Escrito por redação

- Terminologia adequada

Norma estabelece termos para documentação técnica de máquinas agrícolas

*Ila Maria Corrêa; Roberto da Cunha Mello; e Hamilton Humberto Ramos

 

Por muito tempo se discutiu qual denominação adequada para máquinas agrícolas. No meio acadêmico, sempre se buscou uma terminologia que não gerasse dúvidas ou mau entendimento.

No caso das plantas, por exemplo, temos o nome popular e o nome científico. O nome popular pode variar de região para região e também temos o mesmo nome para plantas diferentes. Já o nome científico, não pode gerar dúvidas, ou seja, é sempre o mesmo em qualquer lugar do mundo. Portanto, o nome científico das plantas é em latim e composto por duas palavras, sendo que a primeira representa o gênero e a segunda a espécie.

De um modo geral, as máquinas agrícolas são denominadas em função da sua funcionalidade. Assim, a colhedora seria a máquina que colhe; a semeadora, a máquina que semeia; e o pulverizador, a máquina que pulveriza (aplica) produtos fitossanitários. As máquinas agrícolas também possuem nome popular (nas regiões Norte e Nordeste o trator é conhecido por “jirico”) e pode ter nome diferente dependendo da região.

A preocupação com a utilização de um termo técnico padronizado foi tratado em congressos de engenharia agrícola, gerando um glossário compilado pelo Laboratório de Agrotecnologia do Núcleo de Ensaio de Máquinas Agrícolas da Universidade Federal de Santa Maria. A principal dificuldade enfrentada era que a indústria apoiava a utilização do sufixo “eira”, enquanto que o meio acadêmico defendia o sufixo “ora”.

A normalização técnica é a responsável por estabelecer/adotar sob consenso das partes envolvidas (indústria, governo e usuários) os termos, que deverão ser utilizados em documentação técnica. O Centro de Engenharia e Automação (CEA/IAC) que participa da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), desde a década de 60, com um ou mais representantes, nas diversas comissões de estudo, sempre defendeu o uso do sufixo “ora”.

A participação do CEA/IAC também foi importante nas questões relativas ao ensaio de máquinas agrícolas. Atualmente, o Comitê Brasileiro de Tratores, Máquinas Agrícolas e Florestais (ABNT/CB-203) é quem desenvolve atividades no campo da normalização de máquinas agrícolas atuando em conjunto com a International Organization for Standardization (ISO).
Na gramática portuguesa existem algumas regras de formação de palavras como junção (a palavra trator vem da junção das palavras tração e motor) e derivação sufixal (a palavra pedreiro deriva de pedra mais o sufixo eiro).

Porém, por causa de usos e costumes estas regras nem sempre são aplicadas às máquinas, mesmo porque tais regras não são absolutas/rígidas e podem ser empregadas para caracterizar uma situação como o sufixo “eira” para caracterizar a mulher que exerce a função e o sufixo “ora” para caracterizar a máquina. Como, por exemplo, lavadeira seria a mulher que lava roupas e lavadora a máquina que lava roupas. Como exceção a esta regra temos a geladeira que se refere à máquina que gela.

Com base em normas e terminologias técnicas, apresentam-se aqui alguns dos termos adotados atualmente pela Associação Brasileira de Normas Técnicas.

Colheita

a) Colhedora de grãos/colheitadeira de grãos: máquina colhedora de grãos móvel para corte, coleta, descascamento ou extração da cultura, debulha ou trilha, separação, limpeza e transporte dos grãos em um reservatório de grãos expelindo o resíduo no solo. (Descrição conforme ABNT NBR ISO 6689-1:2015 – Equipamentos para colheita – Colhedora de grãos e seus componentes – Parte 1: Vocabulário).

- Terminologia adequada

Cabe destacar que, bem antigamente, a colheita de grãos começou com máquinas que só colhiam. Depois incorporaram as funções de trilha, limpeza, etc. sendo então chamadas de “combinadas”, pois “combinavam” funções. Hoje todas são assim e o termo “combinada” deixou de ser utilizado. Por outro lado, houve consenso em considerar o uso da palavra “colheitadeira” como designação alternativa, visto que o uso generalizado na região Sul estava bastante arraigado e se estendido até a região central do País.

b) Colhedora de forragem: máquina móvel utilizada para colher ou coletar a cultura, cortar a cultura em comprimentos curtos paralelos e distribuir a cultura picada nos reservatórios ou veículos separados. (Descrição dada pela ABNT NBR ISO 8909-1:2016 – Colhedoras de forragem – Parte 1: Vocabulário).
Já a norma ABNT NBR ISO 12934:2016 – Tratores e máquinas agrícolas e florestais – Tipos básicos – Vocabulário, considera como alternativa o termo “forrageira autopropelida, descrevendo-a como máquina autopropelida que coleta e pica culturas de forragem.

c) Colhedora de algodão: máquina móvel para colheita de algodão e limpeza como requerido, manejo e transporte de algodão em um cesto, depositando os resíduos da colheita no solo. (Descrição dada pela ABNT NBR ISO 4254-7:2015 – Máquinas agrícolas – Segurança – Parte 7: Colhedoras de grãos, colhedoras de forragem e colhedoras de algodão).

Semeadura, plantio e transplantio

Ainda não existem normas brasileiras atualizadas que descrevam os termos pertinentes a este grupo de máquinas, no entanto, a adoção do sufixo “ora” já é previsto na norma ABNT NBR ISO 4254-1:2015 – Máquinas agrícolas – Segurança – Parte 1: Requisitos gerais, na relação de suas partes normativas. Até 2010, quando foi cancelada sem substituição, havia a norma ABNT NBR 9743:1987 – Semeadora de fluxo contínuo em linha – Ensaio de laboratório – Método de ensaio, que já remetia a este sufixo. Assim, à luz do conhecimento acadêmico e da tradução livre das normas internacionais pertinentes, permite-se apontar os seguintes termos e descrições para este grupo de máquinas.

a) Semeadora: máquina agrícola que, quando acoplada a um trator agrícola, pode realizar a operação de semeadura, isto é, introdução no solo de sementes pequenas.

b) Semeadora de fluxo contínuo em linha: (seeddrill): máquina para distribuir sementes de maneira contínua.

c) Semeadora de fluxo contínuo com ferramentas de trabalho do solo integradas e de acionamento inseparável: (seeddrill with integrated and inseparable powered soil-working tools): semeadora de fluxo contínuo como uma máquina única incluindo funções de semeadura e de revolvimento do solo, na qual nem a semeadora nem as ferramentas de trabalho do solo podem ser usadas separadamente.

d) Semeadora de fluxo contínuo de linhas individuais/semeadora de precisão: (single seeddrill): máquina para semear uma semente por vez, com igual espaçamento entre sementes.

e) Plantadora: (planter):máquina agrícola que, quando acoplada a um trator agrícola, pode realizar a operação de plantio de culturas, introduzindo no solo partes vegetativas de plantas, como toletes (ex.cana-de açúcar), manivas (ex. mandioca) tubérculos (ex. batata).

f) Transplantadora (transplanter): máquina agrícola que, quando acoplada a um trator agrícola, pode realizar a operação de transplantio, isto é, introdução no solo de plantas no estágio inicial (mudas). Ex: café, eucalipto e outras que utilizam mudas.

Outros equipamentos

a) Enfardadora cilíndrica: máquina que produz um fardo cilíndrico de materiais agrícolas. (Descrição dada pela ABNT NBR ISO 11450:2016 –Equipamentos para colheita e conservação – Enfardadoras cilíndricas – Terminologia e especificações comerciais).

b) Embaladora de fardos: máquina para embalar fardos pré-formados de produtos de colheita agrícolas com envoltório/película de plástico (Descrição dada pela ABNT NBR ISO 4254-14:2018 – Máquinas agrícolas – Segurança – Parte 14: Embaladora de fardos).

c) Roçadora rotativa: roçadora na qual um ou mais componentes funcionais cortam ou ceifam forragem por impacto sem trituração e giram sobre um eixo vertical. Na roçadora rotativa a disco o sistema de transmissão está abaixo da trajetória dos elementos de corte.  Na roçadora a tambor o sistema de transmissão está acima da trajetória dos elementos de corte. (Descrição dada pela ABNT NBR ISO 4254-12:2017 – Máquinas agrícolas – Segurança – Parte 12: Roçadoras rotativas a disco e a tambor e trituradores).

d) Triturador: roçadora com uma multiplicidade de elementos de corte de giro livre, que rotacionam sobre um eixo horizontal, cortam por impacto e trituram a cultura com os mesmos elementos de trabalho. (Descrição dada pela norma anterior).

e) Pulverizador: aparelho (o correto seria “equipamento”) para aplicação de produtos de proteção de plantas e fertilizante líquido, para efeitos daquele documento. (Descrição dada pela ABNT NBR ISO 4254-6: 2018 – Máquinas agrícolas – Segurança – Parte 6: Pulverizadores e distribuidores de fertilizante líquido).

f) Pulverizador autopropelido: máquina autopropelida que transporta um tanque de abastecimento, bomba e cabeçotes pulverizadores para pulverização de culturas. (Descrição dada pela ABNT NBR ISO 12934:2016 – Tratores e máquinas agrícolas e florestais – Tipos básicos – Vocabulário).

Tratores agrícolas

- Terminologia adequada

Alguns dos termos e descrições dadas pela ABNT NBR ISO 12934:2016 – Tratores e máquinas agrícolas e florestais – Tipos básicos – Vocabulário:

a) Trator agrícola: veículo agrícola autopropelido que possui pelo menos dois eixos e rodas, ou esteiras contínuas, especialmente projetado para puxar reboques agrícolas e puxar, empurrar, transportar e operar implementos utilizados para o trabalho agrícola (incluindo o trabalho florestal), que pode ser fornecido com uma plataforma de carregamento removível.

b) Trator agrícola convencional: possui uma bitola mínima da roda de 1.150 mm ou superior; uma massa sem carga em ordem de marcha de 400 kg ou superior e uma altura livre sobre o solo de 1.000 mm ouinferior.Os pneus dianteiros são menores que os pneus traseiros.

c) Trator com tração em duas rodas: com força de tração fornecida somente pelos pneus traseiros.

d) Trator com tração nas quatro rodas: tcom dois eixos ou mais que possui tração em todos os eixos. A tração de um ou mais eixos pode ser desengatável.

e) Trator pequeno: possui uma massa sem carga em ordem de marcha inferior a 400 kg.

f) Trator de alta altura livre: trator agrícolaespecializado que possui altura livre sob os eixos dianteiro e traseiro superior à do trator agrícola convencional. Em geral são equipados com pneus de grande diâmetro e largura estreita para minimizar danos às culturas.

g) Trator estreito: trator agrícola especializado que possui uma bitola fixa ou ajustável inferior a 1.150 mm; massa sem carga em ordem de marcha de 400 kg ou mais e uma altura livre sobre o solo de600 mm ou inferior.

h) Trator vinhateiro: trator estreito que possui uma bitola fixa ou ajustável não superior a 950 mm.

i) Trator fruteiro: trator estreitoque possui uma bitola fixa ou ajustável não inferior a 950 mm e não superior a 1.150 mm.

Consideração final

Sabe-se que é difícil mudar usos e costumes, isto vale também para o nome que se dá às coisas que se conhece desde muito tempo. É preciso ter em mente, entretanto, que a padronização de termos de máquinas, seja por argumentos técnicos ou por convenção, possibilita que se fale a “mesma língua” não propiciando entendimentos equivocados, principalmente em documentos científicos e folhetos técnicos. Desta forma, também se evita que termos regionais proliferem e sejam consagrados na designação do mesmo equipamento.

*Ila Maria Corrêa
Pesquisadora aposentada CEA/IAC
*Roberto da Cunha Mello
Pesquisador científico CEA/IAC
*Hamilton Humberto Ramos
Pesquisador científico CEA/IAC
24/11/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Balança comercial do agro registra superávit recorde de US$ 75,5 bi

Por redação 23/11/2020
Escrito por redação
- Balança comercial do agro registra superávit recorde de US$ 75,5 bi

Os produtos mais vendidos em 2020 foram soja em grãos, carne bovina in natura, açúcar de cana em bruto, celulose e farelo de soja

A balança comercial do agronegócio brasileiro registrou superávit recorde no acumulado de janeiro a outubro deste ano, com saldo de US$ 75,5 bilhões. As exportações tiveram receita de US$ 85,8 bilhões, alta de 5,7% em relação ao mesmo período de 2019, com volume embarcado de 189,4 milhões de toneladas, aumento de 12,4%. A análise é da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) com base nos dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia.

Os produtos mais vendidos em 2020 foram soja em grãos (US$ 28 bilhões), carne bovina in natura (US$ 6,1 bilhões), açúcar de cana em bruto (US$ 6 bilhões), celulose (US$ 5 bilhões) e farelo de soja (US$ 5 bilhões). Estes produtos representaram 58,3% da pauta exportadora do agro brasileiro nos dez primeiros meses.

A China segue como o principal destino das vendas externas, com participação de 35,8%. União Europeia (16,2%), Estados Unidos (6,5%), Japão (2,4%) e Coreia do Sul (2,1%) completam o ranking dos cinco principais mercados no período de janeiro a outubro.

- Balança comercial do agro registra superávit recorde de US$ 75,5 bi

As exportações em outubro passado tiveram queda de 6,2% em relação ao mesmo mês em 2019, totalizando uma receita de US$ 8,2 bilhões e superávit de US$ 7 bilhões. O total embarcado foi de 18,1 milhões de toneladas, redução de 3,2%. O açúcar de cana em bruto foi o produto mais exportado (US$ 1,1 bilhão em valores) e a China também foi o principal comprador dos produtos do agro (26,5% do total).

Lácteos

Os lácteos foram destaque entre os produtos analisados dentro do Projeto Agro BR, desenvolvido em parceria com a Apex Brasil para promover pequenos e médios produtores ao comércio internacional. As exportações em outubro de 2020 somaram US$ 8,5 milhões, 87,5% a mais do que no mesmo período do ano passado, principalmente pelo crescimento de vendas do leite modificado e do leite condensado.

No acumulado de janeiro a outubro, o aumento nas vendas foi de 30% em receita (US$ 61,6 milhões) e 30,6% em volume (26,8 mil toneladas), puxado pelas exportações de leite modificado, leite em pó e creme de leite.

Produtos apícolas – Nos primeiros dez meses do ano, o setor registrou expansão de 34,7% nas exportações em valor e crescimento de 58,6% em volume, na comparação com o mesmo período de 2019. Essa variação foi impulsionada pela elevação de US$ 22 milhões nas vendas de mel. Os principais destinos foram os Estados Unidos e a União Europeia, com compras respectivas de US$ 57,1 milhões e US$ 15,4 milhões.

 

Fonte: CNA

23/11/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Encontro Nacional de Plantio Direto na Palha será 100% digital

Por redação 23/11/2020
Escrito por redação

- Encontro Nacional de Plantio Direto na Palha será 100% digital
O 17º ENPDP (Encontro Nacional de Plantio Direto na Palha) será realizado nos dias 01 a 03 de dezembro de 2020 no formato digital, através da plataforma restrita do site do evento, garantindo assim um encontro seguro e de qualidade para todos os participantes. Com a caraterística de resiliência e buscando manter a qualidade do evento, a mudança de formato se fez necessária pelo esforço nas ações mundiais de contenção da velocidade da propagação do novo coronavírus (Covid-19). O ENPDP é uma promoção bianual da Federação Brasileira de Plantio Direto e Irrigação. Fundada em 23 de julho de 1992, a Federação tem como propósito valorizar o trabalho do agricultor e com ele construir novos horizontes para uma agricultura sustentável.

- Encontro Nacional de Plantio Direto na Palha será 100% digitalNesta edição, o evento será realizado pela Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) em parceria com Embrapa Agropecuária Oeste, Fundação MS, Grupo Plantio na Palha – Dourados/MS, Sindicato Rural de Dourados, Instituto Federal do Mato Grosso do Sul (IFMS), Unigran – Centro Universitário da Grande Dourados e GIATEC – Grupo Para Intercâmbio de agrotecnologia.

Direcionado para o setor produtivo, são esperados, entre os participantes, produtores rurais, consultores, empresários, cooperativas, profissionais liberais, professores, pesquisadores e acadêmicos de todo Brasil e de países como Paraguai, Uruguai e Argentina. Como será realizado em formato digital, há expectativa dos organizadores é de que o evento alcançará um número maior de participantes, pois poderá ser assistido e acompanhando de qualquer lugar do mundo!

O Sistema Plantio Direto (SPD) visa à produção de alimentos, fibras e energia em harmonia com a natureza baseando-se em três pilares: o não revolvimento do solo (restrito às linhas de plantio e semeadura ou covas para mudas), a cobertura permanente do solo, feita preferencialmente com plantas vivas ou mortas, e a diversificação de plantas na rotação de cultivos.

Assim sendo, o Encontro busca difundir as mais recentes pesquisas e práticas conservacionistas, discutir com o setor as principais demandas e dificuldades encontradas para que se possa aplicar as práticas recomendadas e organizar estas demandas visando adequar às políticas e os estudos. Para isso, serão ministrados palestras e debates com especialistas e produtores, exposição de resumos científicos e dia de campo, reunindo propostas e soluções para o desenvolvimento tecnológico, econômico, social e ambiental, para que se desenvolva verdadeiramente a Agricultura Sustentável com pleno êxito.

Temas centrais

• Integração das propriedades químicas, físicas e biológicas do solo no SPD;
• Estratégias de diversificação econômicas e rotação de culturas no SPD;
• Desafios e oportunidades para o SPD nas novas fronteiras agrícolas;
• Manejo biológico no SPD.

Serviço

As inscrições podem ser feitas individualmente ou em grupo. Acima de 10 integrantes será concedido desconto de 10%. Informações pelo e-mail: enpdp2020@fbeventos.com.

Fonte: 17º ENPDP
23/11/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas
Portal Máquinas Agrícolas

O Portal Máquinas Agrícolas é uma plataforma integrada de informação, conhecimento e serviços sobre mecanização e inovações agrícolas.

 

R. Cristóvão Pereira, 1626 
04620-012 – São Paulo/SP
Tel. + 55 (11) 5042-5260

Fale Conosco
  • Saiba mais
    • Quem Somos
    • Assine
    • Anuncie
    • Login
  • Acesse Também
    • TV MIA
    • Acervo Digital
  • REDES SOCIAIS
Facebook Instagram Youtube Linkedin
  • Categorias
    • Artigo Técnico
    • Coluna
    • Empresas
    • Entrevistas
    • Feiras
    • Manutenção
    • Mercado
    • Opinião
    • Especial
    • Tecnologia

Newsletter

Obrigado!

Seu cadastro foi realizado com sucesso! 

LOCALIZAR NOTÍCIA NO PORTAL

  • CONHEÇA O GRUPO
BMCOMM
TN MEDIA 60 ANOS

Acesse a nossa
Política de Privacidade

© BMComm | Portal Máquinas Agrícolas  ::: Site desenvolvido por Código 1 TI

Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Home
  • Notícias
  • Coluna
  • Manutenção
  • Agrometeorologia
    • Balanço hidríco climático
    • Balanço hídrico de cultivo e produtividade
    • Balanço hídrico sequencial
    • Mapas do boletim agroclimatológico
    • Índice de conforto térmico bovino
  • Multimídias
    • Youtube
Acessar

Mantenha-me conectado até eu sair

Esqueceu a senha?

Recuperação de senha

Uma nova senha será enviada para você por e-mail.

Recebeu uma nova senha? Acesse aqui