sexta-feira, novembro 6, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
sexta-feira, novembro 6, 2026
  • Início
  • Quem Somos
  • Assinatura
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Login/Register
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Início
  • Notícias
  • Especial
  • Manutenção
  • TV MIA
  • Acervo
  • Newsletter
  • Curiosidade
Bucher
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
Bucher
Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Portal Máquinas Agrícolas
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Assinatura
  • Assuntos
    • Notícias
    • Tecnologia
    • Revista
    • Manutenção
    • Opinião
    • Coluna
  • Fale Conosco

@2024 - Todos os direitos reservados. Site por:Código 1 TI

Notícias

Filtro de ar para uso em máquinas agrícolas de ambientes empoeirados

Por redação 11/11/2020
Escrito por redação
- Filtro de ar para uso em máquinas agrícolas de ambientes empoeirados

MANN-FILTER CompacPleat filtro do ar para máquinas agrícolas em ambientes empoeirados

A MANN+HUMMEL, especialista internacional em sistemas de filtragem, desenvolveu o sistema “Filtros do ar CompacPleat” para uso em máquinas agrícolas de ambientes empoeirados, entre outras aplicações. O filtro do ar atende aos requisitos atuais e futuros para uma grande vazão do ar mesmo em um espaço de instalação restrito, oferecendo solução para aplicações em motores exigentes.

O filtro do ar é patenteado pela MANN + HUMMEL em filtros de dois estágios. O IQORONV 14 é caracterizado pelo alto desempenho em filtragem e fácil manutenção. O filtro do ar MANN-FILTER C 34 540 está disponível no mercado de reposição com a qualidade de Equipamento Original para as séries Fendt Vario 700 e New Holland TS.

- Filtro de ar para uso em máquinas agrícolas de ambientes empoeirados

Filtro de dois estágios IQORON-V 14

A MANN + HUMMEL desenvolveu a tecnologia de fole duplo para o inovador filtro do ar, que oferece uma ampla área de filtragem para o mesmo espaço de instalação em comparação com elementos filtrantes convencionais.

O filtro do ar C 34 540 da MANN-FILTER é caracterizado por sua alta eficiência de separação de 99,97% em todo o intervalo de manutenção, bem como por sua maior capacidade de retenção de poeira em comparação com um filtro do ar convencional. O elemento também é isento de metal e tem característica anti-chama. A estrutura de plástico instalada no filtro do ar garante uma manutenção fácil e rápida, sem necessidade de muita força. A MANN + HUMMEL obteve várias patentes em vários países para o filtro de ar CompacPleat.

MANN+HUMMEL Brasil

A MANN-FILTER é uma das marcas do grupo MANN+HUMMEL, a maior fabricante do mundo em soluções de filtragem. A empresa desenvolve filtros automotivos do ar, óleo, combustível e cabine para veículos leves e pesados e industriais. Localizada em uma área de 120 mil m², em Indaiatuba, interior de São Paulo, a fábrica representa uma das maiores unidades do grupo MANN+HUMMEL fora da Europa. Além disso, outras três unidades estão instaladas no País, uma em Betim/MG, outra Manaus/AM e a mais recente em Sapucaia doSul/RS. A companhia, de origem alemã, foi fundada no Brasil em 1954, e conta com aproximadamente 1.000 colaboradores.

Já o Grupo MANN+HUMMEL é o maior fabricante do mundo em soluções de filtragem, bem como parceiro de desenvolvimento e fornecedor de equipamentos originais para as indústrias internacionais de engenharia automotiva e mecânica. Com um quadro de 22.000 funcionários em cerca de 80 locais de representação em todo o mundo, a empresa alcançou um volume de negócios de cerca de 4.2 bilhões de euros em 2019. Com a aquisição da marca WIX FILTERS, foram acrescentados 4.500 funcionários de cerca de 10 locais e 900 milhões de volume de negócios. O portfólio de produtos do grupo inclui sistemas de filtragem do ar, sistemas de aspiração, sistemas de filtragem de líquidos, filtros de cabine e componentes plásticos bem como elementos filtrantes para a manutenção de veículos automotivos. Para aplicações de engenharia geral, engenharia de processos e aplicações industriais, a gama de produtos inclui filtros industriais, filtros de membrana para filtragem da água.

Fonte: MANN-FILTER
11/11/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Tecnologia fornece informações climáticas para a irrigação

Por redação 11/11/2020
Escrito por redação

- Tecnologia fornece informações climáticas para a irrigação

Utilizando o FieldNET com WaterTrend produtor saberá se há chuva prevista, e qual será a demanda hídrica das culturas nos próximos 7 dias facilitando assim o manejo dos pivôs nas lavouras

Os produtores brasileiros, principalmente os que cultivam milho e que estão iniciando ou já iniciaram o plantio da safra este ano, estão enfrentando grandes desafios. Um deles, é a forte estiagem que atinge o País. Diante do iminente risco até de desabastecimento de água em muitas regiões, os produtores não têm margem para errar e cometer desperdícios do tão valioso recurso, por isso é fundamental ter um eficiente manejo de irrigação. Para ajudar os agricultores nessa missão, o  FieldNET by Lindsay passa a ter mais uma função: o WaterTrend, que auxilia no manejo da irrigação, minimizando o risco de ter excesso ou falta de água nas lavouras.

O novo recurso não terá cobrança adicional nem requer mudança de assinatura. Com essa integração de tecnologias o produtor tem na mão a previsão do tempo dos 15 dias subsequentes, além disso, a função informa se há chuva prevista, e qual será a demanda hídrica da cultura nos próximos 7 dias de acordo com o seu estádio de crescimento.

Assim, o agricultor terá mais informações para realizar o seu manejo da irrigação. “Além das previsões, modelo de crescimento e evapotranspiração real da cultura, o irrigante poderá contar ainda com a inteligência do FieldNET para auxiliá-lo na melhor tomada de decisão”, destaca Gabriel Guarda, gestor ambiental, engenheiro agrônomo e analista de engenharia da Lindsay América do Sul.

O WaterTrend é configurado de maneira muito simples pelo FieldNET, a partir do aplicativo disponível para smartphones. Basta inserir a cultura, data de plantio e seu ciclo. “No caso do milho, por exemplo, deve-se acrescentar a soma de graus-dia para a maturidade fisiológica. Com essas informações, a inteligência da ferramenta combinará automaticamente os dados com informações meteorológicas precisas. Em seguida, por meio de modelagem avançada, o sistema vai monitorar o crescimento da cultura e calcular o consumo e a demanda hídrica por meio de evapotranspiração prevista para a semana seguinte”, diz Guarda.

Diferenciais

De acordo com o analista de engenharia da Lindsay, hoje no mercado há algumas soluções que fornecem informações com base na evapotranspiração que é calculada com base nos dados climáticos de alguma cultura referência, que geralmente é uma gramínea. Já utilizando o FieldNET com WaterTrend o produtor tem a informação real da própria cultura.

Além disso, o novo recurso fornece muitos outros dados ao irrigante. “O produtor terá informação de temperatura, previsão de chuva, velocidade do vento, umidade relativa do ar, máxima e mínima, tudo isso no celular de forma muito simples de configuração e acesso às informações”, salienta o especialista.

Outro ponto importante é que ao longo da safra é possível alterar os dados de chuva com o real informado pelos pluviômetros dos painéis Zimmatic e Pivot Control by Lindsay e também pelo próprio aplicativo é possível fazer as correções nos estádios de crescimento da cultura. “Se o produtor observar que no campo a planta se encontra em um estádio diferente do mostrado no aplicativo ele consegue na própria ferramenta alterar esta informação para ter o dado de consumo hídrico mais preciso possível”, destaca Guarda.

Cuidados essenciais

Para os irrigantes terem todos esses benefícios em pleno funcionamento, é importante nunca descuidar da manutenção preventiva dos pivôs. Assim evita-se imprevistos e todas as funcionalidades dos softwares podem ser usufruídas ajudando na tomada de decisões.

Segundo o analista, neste período de início de plantio de milho é o momento ideal para realizar a manutenção preventiva dos equipamentos. “O pivô é formado por partes mecânicas, elétricas e hidráulicas e por isso é preciso um acompanhamento nas manutenções preventivas para no momento da irrigação não ter nenhuma falha. É recomendado checar, por exemplo, se tem algum aspersor entupido ou alguma mangueira furada que possa causar vazamentos. Com o conjunto funcionando corretamente, o produtor terá toda a eficiência do equipamento”, destaca.

Ainda segundo ele, outro fator importante desse planejamento é a economia que o produtor terá, pois, a manutenção preventiva, sai muito mais barata que a corretiva. “Com a ajuda das revendas Zimmatic, os nossos clientes encontram profissionais capacitados, as melhores condições e não correm o risco de falta ou atraso de reposição no meio da safra. Além disso, estar com a manutenção atrasada o produtor assume o risco de descobrir um problema no momento que mais precisa do equipamento o que pode comprometer sua produtividade e o planejamento do ano inteiro”, finaliza o especialista.

Fonte: Lindsay
11/11/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

BB autoriza mais R$ 1 bilhão para o crédito rural

Por redação 11/11/2020
Escrito por redação

- BB autoriza mais R$ 1 bilhão para o crédito rural

O Banco do Brasil anunciou a liberação de R$ 1 bilhão para reforçar suas linhas de crédito rural voltadas ao financiamento de máquinas e equipamentos agropecuários. A contratação utilizará recursos próprios da poupança rural, com taxa de 7,5% ao ano e prazo de até seis anos.

De acordo com o banco, o valor complementa volumes inicialmente disponibilizados para a safra 2020/2021, que já desembolsou R$ 9,1 bilhões em operações de investimento agropecuário, 27% a mais que o mesmo período da safra anterior.

“O nosso objetivo é atender a uma demanda crescente do setor, dinamizando a cadeia produtiva das empresas fabricantes e revendas e contribuindo para a transformação tecnológica no campo”, declarou o vice-presidente do BB, João Rabelo, em nota.

Fonte: BB
11/11/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Desenvolvimento sustentável dos ambientes de montanha é debatido

Por redação 11/11/2020
Escrito por redação

- Desenvolvimento sustentável dos ambientes de montanha é debatido
Desenvolvimento sustentável, patrimônio histórico, cafeicultura, turismo e conservação ambiental e de recursos hídricos são alguns dos temas que serão tratados no Fórum para o Desenvolvimento Sustentável dos Ambientes de Montanha do Brasil, que será realizado on-line pela Embrapa nos dias 2, 7, 9 e 11 de dezembro. O evento é organizado pelo Núcleo de Pesquisa e Treinamento de Agricultores (NPTA), situado em Nova Friburgo, RJ, e vinculado às três Unidades da Embrapa no Rio de Janeiro. A transmissão será feita pelo canal da Embrapa no Youtube e quem quiser certificado de participação deve se inscrever em cada um dos dias desejados.

O tema vem ganhando cada vez mais visibilidade e já inspirou outros eventos promovidos pelo NPTA nos últimos anos, a exemplo de dois workshops sobre desenvolvimento sustentável em ambiente de montanha, de um seminário sobre desenvolvimento territorial endógeno e do congresso internacional Mountains 2018. Fato é que as montanhas constituem aproximadamente 22% da superfície terrestre – e 17% do território brasileiro, englobando boa parte dos fragmentos remanescentes de florestas naturais, fontes hídricas e outros recursos que asseguram a prestação de serviços ecossistêmicos, que são, concomitantemente, essenciais ao bem-estar humano, à manutenção da biodiversidade e do equilíbrio natural.

A discussão sobre a sustentabilidade no uso desses ambientes, portanto, é fundamental, já que eles são notadamente afetados pelas mudanças climáticas e por pressões urbanas, requerendo estratégias específicas de conservação, proteção, restauração e valorização desses territórios. Esse é o objetivo do evento, cuja abertura será às 10 horas do dia 2 de dezembro (quarta-feira), sob a temática Montanhas e conservação dos recursos hídricos, com a participação da pesquisadora Rachel Bardy Prado, da Embrapa Solos, e do professor Juracy Marques dos Santos, da Universidade do Estado da Bahia (Uneb). A moderação será feita pelo professor Décio Tubs Filho, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).

Na segunda-feira, dia 7, também às 10 horas, a discussão será sobre estratégias produtivas e desenvolvimento territorial endógeno em ambientes de montanha, com palestras dos pesquisadores Marcos Borba, da Embrapa Pecuária Sul, e Renato Linhares de Assis, da Embrapa Agrobiologia. A moderação será do professor Gilberto Mascarenhas, da UFRRJ.

O encontro do dia 9 de dezembro, quarta-feira, tratará do tema Montanhas como espaço de conservação ambiental e turismo e trará como palestrantes o diretor-adjunto da organização Crescente Fértil, Luis Felipe Cesar, e uma das responsáveis pela Associação dos Criadores e Promotores de Saberes e Práticas Sustentáveis (Casa dos Saberes) de Nova Friburgo, Lia Caldas. A moderação será feita pelo pesquisador Mauro Sérgio Vianello Pinto, da Embrapa Agroindústria de Alimentos.

Por fim, no dia 11, as palestras girarão em torno do tema Montanhas, patrimônio histórico, café e turismo e contarão com a participação da professora Mônica Alves Amorim, da Universidade Federal do Ceará, e de Francine Ramalho, representante do Instituto Humanitário Florescer da Serra, situado em Engenheiro Paulo de Frontin, RJ. A moderação será do chefe da Divisão de Política, Produção e Desenvolvimento Agropecuário do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Celso Merola.

O encerramento do Fórum prevê ainda uma breve comemoração do Dia Internacional das Montanhas – instituído pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 2003 para incentivar a conservação e o desenvolvimento sustentável das montanhas –, com a participação de representantes de organizações internacionais como Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO-ONU), Union of International Mountains e Mountain Research Initiative (MRI), entre outras, que falarão sobre a temática Desafios para pesquisa e inovação para o desenvolvimento sustentável dos territórios de montanhas da América Latina e do Caribe. Em seguida, será feito o pré-lançamento do I Encontro Internacional da Rede Latino-Americana e Caribenha de Pesquisa e Inovação em Ambientes de Montanha (Lacmon), que será realizado de 11 a 13 de maio de 2021.

O Fórum para o Desenvolvimento Sustentável dos Ambientes de Montanha do Brasil conta com a parceria da Embrapa Pecuária Sul, da Universidade Federal do Ceará, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, da Universidade do Estado da Bahia e das organizações Casa dos Saberes e Crescente Fértil.

Serviço

I Fórum para o Desenvolvimento Sustentável dos Ambientes de Montanha do Brasil
Dias 2, 7, 9 e 11 de dezembro
Local: Canal Embrapa no YouTube
Horário: a partir das 10 horas
Informações e inscrições aqui.

Fonte: Embrapa
11/11/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Software de gestão digital promete economia na fazenda

Por redação 10/11/2020
Escrito por redação

- Software de gestão digital promete economia na fazenda

Redução de insumos e recursos naturais estão entre os benefícios da gestão digital, tornando a atividade agrícola mais sustentável

A agricultura digital otimiza o trabalho no campo e ajuda a aumentar a produtividade das lavouras de uma forma mais rentável e sustentável. Isso porque uma gestão mais eficiente e efetiva gera economia de insumos e de recursos naturais como água, energia e áreas de plantio, além de propiciar manejos mais adequados ao meio ambiente e à sociedade. De acordo com a pesquisa “Agricultura Digital no Brasil – tendências, desafios e oportunidades, elaborada pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), entre as vantagens indicadas pelos agentes do agronegócio que utilizam tecnologia na agricultura, 32% apontaram que o uso de aplicativos e softwares otimizam o consumo de insumos como sementes, defensivos, fertilizantes, agentes de controle biológico e água.

O Farmbox, software de gestão que já monitora 1,6 milhão de hectares no Brasil, Bolívia e Paraguai, fornece informações do plantio à colheita, como mapas de infestação de pragas, frequência de monitoramento a cada talhão, pluviometria, agenda de aplicações, estoque de insumos, previsão de colheita e de custos de produção, de produtividade e rentabilidade total ou por talhão, entre outros. “O produtor ou gestor tem as informações na palma da mão e em tempo real. Todos que estão conectados à plataforma têm acesso aos dados gerados no campo, que são dispostos em relatórios para orientar as melhores tomadas de decisão”, explica o CEO da Checkplant/Farmbox, André Guerreiro Cantarelli.

Em um artigo publicado na Nature Sustainability, em abril deste ano, o professor Bruno Basso, do College of Natural Science da Michigan State University, e John Antle, professor de Economia Aplicada da Oregon State University, afirmam que a agricultura digital pode pavimentar o caminho para a sustentabilidade agrícola. “A integração de sensores, IA (inteligência artificial) e modelagem preditiva está atingindo um nível de precisão que pode ser usado para projetar caminhos para a sustentabilidade na agricultura”, afirma Basso.

De acordo com o professor, na agricultura digital é onde se cruzam agricultura, ciência, política e educação. “O que há de novo em tudo isso agora é que, como resultados de novas análises e avanços nas ciências agronômicas, temos um melhor conhecimento dos fatores que afetam a saúde e a produtividade das lavouras, e do porquê a produtividade da cultura varia dentro de um campo e de ano para ano. Essa variação pode ser melhor administrada e, finalmente, levar a sistemas agrícolas mais sustentáveis porque os insumos necessários podem ser distribuídos com mais precisão e onde são necessários”, enfatiza Basso.

Em relação ao controle de pragas e doenças, por exemplo, considerando-se riscos de perdas por infestações em torno de 30%, uma ferramenta que permita ao agricultor reduzi-las em 10% pelo aumento da agilidade e segurança na tomada de ação, pode evitar 3% de perdas gerais de produtividade. “Com isso, há casos em que o produtor consegue esperar para entrar com aplicações importantes e, no final da safra, pode economizar pelo menos uma aplicação de inseticida, além de poder fazer pulverizações localizadas”, explica Cantarelli.

O Farmbox investe ainda na integração com outras plataformas, pois o produtor precisa de facilidade para aproveitar a tecnologia, seja em relação a imagens, clima, maquinário, compras e sensores de campo, entre outros. “O futuro da agricultura, além de inteligência e integração, passa ainda pela democratização da agricultura digital, em um ambiente que fomenta a automação e comunicação entre consultorias e produtores grandes, médios e pequenos, para que todos possam aumentar resultados e níveis de sustentabilidade em cada hectare plantado”, relata o CEO.

Fonte: Farmbox

Páginas: 1 2

10/11/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

IBGE prevê alta de 0,5% na safra agrícola em 2021

Por redação 10/11/2020
Escrito por redação

- IBGE prevê alta de 0,5% na safra agrícola em 2021

A primeira estimativa é de safra de 253,2 milhões de toneladas, com alta de 0,5% (ou mais 1,248 milhão de toneladas) em relação a 2020

A safra brasileira de grãos, cereais e leguminosas deve somar 253,2 milhões de toneladas em 2021, caso se confirme a projeção do primeiro prognóstico do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado hoje pelo IBGE. Este número é um novo recorde na série histórica iniciada em 1975 e representa um crescimento de 0,5% em relação às estimativas de 2020, de 252 milhões de toneladas.

O aumento em 5,6 milhões de toneladas (4,6%) da produção da soja e de 445,3 mil toneladas (1,7%) da 1ª safra do milho devem ser os principais responsáveis pelo prognóstico de 2021. Outras produções devem sofrer reduções, como a 2ª safra do milho (-5,4%), do arroz (-2,4%), do algodão herbáceo (-11,9%), da 1ª safra do feijão (-2,2%), do da 2ª safra do feijão (-4,5%) e da 3ª safra do feijão (-6,5%).

Para o analista de Agropecuária do IBGE Carlos Barradas, o preço em alta das commodities no mercado internacional motiva investimentos na produção de grãos, principalmente, milho e soja. Além disso, “a pandemia fez o consumo doméstico aumentar e os preços de alguns desses grãos dispararam”, explica.

O IBGE estima que, em 2021, a área a ser colhida aumente para a soja em grão (1,2%), para a 1ª safra de milho em grão (1,7%) e para a 2ª safra do milho em grão (1,0%). Cabe ressaltar que está é apenas a primeira estimativa para 2021 e o resultado poderá sofrer modificações nos dois próximos levantamentos (novembro e dezembro), assim como durante o acompanhamento das safras que será feito durante todo o ano de 2021.

Estimativa para safra de 2020 é 4,4% maior

A pesquisa também divulgou a estimativa de outubro para a safra de 2020: 252 milhões de toneladas, 4,4% superior à obtida em 2019 (241,5 milhões de toneladas). Em termos de área a ser colhida, a estimativa é de 65,3 milhões de hectares, o que representa um aumento de 2,1 milhões de hectares (3,3%) frente à área colhida em 2019. O arroz, o milho e a soja somados representam 92,6% da estimativa da produção e respondem por 87,1% da área a ser colhida.

No comparativo com a estimativa de setembro, a pesquisa mostra que houve aumentos na produção da 1ª safra do milho (0,5%), na 2ª safra do milho (0,4%), na 1ª safra do feijão (0,2%) e na soja (0,1% ou 114.003 toneladas).

Já as produções que apresentaram queda foram: a do algodão herbáceo (-0,2%), a da 3ª safra do feijão (-0,6%), a da 2ª safra do feijão (-1,6%), a da uva (-3,2%), a da cevada (-5,8%), a do trigo (-6,3%) e a da aveia (-9,5%).

80% da produção nacional

De acordo com as estimativas para 2020, o Mato Grosso lidera como maior produtor nacional de grãos, com uma participação de 28,9%, seguido pelo Paraná (16%), Rio Grande do Sul (10,5%), Goiás (10,3%), Mato Grosso do Sul (8%) e Minas Gerais (6,3%). Desta maneira, os seis estados somados representaram 80% do total nacional.

Entre as regiões, o Centro-Oeste lidera com 47,5% do total, seguido por Sul (29,1%), Sudeste (10,1%), Nordeste (8,9%) e Norte (4,4%). A produção total de grãos apresentou variação anual positiva para quatro regiões, sendo negativa apenas para a Sul (-4,7%).

Capacidade dos estoques recua

A Pesquisa de Estoques, também divulgada hoje pelo IBGE, mostrou que o total de capacidade útil disponível para armazenamento reduziu 0,7% no primeiro semestre de 2020, frente ao segundo semestre de 2019, totalizando 176,5 milhões de toneladas. Em termos de capacidade útil armazenável, os silos predominam no país, com 86,8 milhões de toneladas, o que representa 49,1% da capacidade de armazenagem nacional.

Armazéns graneleiros e granelizados respondem por 37,7% da capacidade nacional com 6,5 milhões de toneladas de capacidade útil armazenável, 0,3% inferior à capacidade verificada no período anterior. Já armazéns convencionais, estruturais e infláveis, somaram 23,3 milhões de toneladas, queda de 4,8% em relação ao segundo semestre de 2019. Esses armazéns contribuem com 13,2% da capacidade total de armazenagem.

Fonte: IBGE
10/11/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Conab confirma maior produção de grãos da história

Por redação 10/11/2020
Escrito por redação

- Conab confirma maior produção de grãos da história

Safra de grãos de 2020/2021 deve atingir 268,9 milhões de toneladas

De acordo com o 2º Levantamento da safra de grãos 2020/21, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Brasil deverá alcançar a produção de 268,9 milhões de toneladas de alimentos, que representa 11,9 milhões de toneladas ou 4,6 % a mais do que a temporada de 2019/2020. Em relação ao volume estimado no mês passado, houve aumento de 269 mil toneladas. Com este resultado, o Brasil caminha para bater novo recorde.

A nova estimativa considera a recuperação da produtividade das culturas da soja e do milho primeira safra. Ambas foram severamente prejudicadas pela estiagem em 2019, sobretudo no Rio Grande do Sul. Apesar do atraso das chuvas neste ano, os produtores aceleraram o ritmo e, até a última sexta-feira, o plantio alcançava 55% da área estimada, contra 56% no mesmo período da safra passada. O milho primeira estava em 54%, contra 42% há um ano. O plantio do arroz também estava adiantado, com 67% até o dia 6, bem superior aos 53% da safra anterior.

Outro fator que contribui para o recorde é o aumento na área plantada. Este ano, a previsão é de que sejam cultivados 67,1 milhões de hectares, 1,8% a mais que na safra passada. Isso faz com que a área plantada também seja recorde.

A produção de soja deve alcançar 135 milhões de toneladas, confirmando o País como o maior produtor mundial da oleaginosa. A área de cultivo está estimada em 38,2 milhões de hectares. A safra total de milho também deverá ser a maior da história, com produção estimada em 104,9 milhões de toneladas, colhidas em 18,4 milhões de hectares (área total).

Quanto à produção de feijão, somando-se as três safras, a estimativa é de 3,1 milhões de toneladas com área total de 2,9 milhões de hectares. O algodão em pluma deve chegar a 2,7 milhões de toneladas, com área de 1,6 milhão hectares, enquanto a produção de arroz sequeiro somada à de arroz irrigado deverá ficar em 11 milhões de toneladas, obtidas em 1,7 milhão de hectares.

Em relação ao trigo, cerca de 80% da colheita da safra 2020 já foi concluída. O volume de produção está estimado em 6,4 milhões de toneladas, com 2,3 milhões de hectares cultivados.

Exportação

Mesmo com as dificuldades causadas pela pandemia de COVID-19, as exportações da pluma de algodão caminham para ser recordes. Até outubro deste ano, o total exportado foi de 1,4 milhão de toneladas, 31% a mais do que o acumulado do mesmo período no ano passado. Em relação ao milho, para o ano safra atual, foi mantida a previsão de exportações em 34,5 milhões de toneladas. Ainda em outubro, os embarques foram de 5,1 milhões de toneladas, redução de 14,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

Para a soja, a expectativa de venda para o mercado externo está em torno de 82,7 milhões de toneladas para este ano, sendo que já foram exportados no período de janeiro a outubro 81,4 milhões de toneladas. Para o próximo ano, são esperadas cerca de 85 milhões de toneladas, o que representaria aumento de 2,78%.

Fonte: Conab

Páginas: 1 2

10/11/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

App ajuda comunidades tradicionais a se localizarem no mapa

Por redação 10/11/2020
Escrito por redação

- App ajuda comunidades tradicionais a se localizarem no mapa

Com o Tô no mapa, agricultores familiares e povos tradicionais preenchem lacuna de dados oficiais e identificam geograficamente a localização dos territórios onde vivem

Construído a partir do diálogo com moradores e associações de áreas rurais do Cerrado, aplicativo Tô no Mapa permite que comunidades tradicionais e agricultores familiares façam o automapeamento de seus territórios. A ferramenta visa suprir a ausência de dados oficiais em uma área de cerca de 32 milhões de hectares de Cerrado. O Tô no mapa é uma iniciativa do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) em parceria com o Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN) e com apoio da Rede Cerrado, além de financiamento da Aliança pelo Clima e Uso do Solo (da sigla em inglês, CLUA).

O lançamento do aplicativo é um desdobramento de oficinas participativas de mapeamento realizadas pelas duas organizações em 2019. Elas ocorreram em 55 municípios do Maranhão, de Tocantins, do norte de Goiás, do Piauí e do oeste da Bahia, e identificaram 1.244 comunidades fora das demarcações oficiais.

No sul do Maranhão, foram identificadas 237 comunidades até então sem registros geográficos. Outras 104 foram mapeadas na fronteira norte do Tocantins com o Maranhão. No oeste da Bahia, foram 630 comunidades e, no sul do Piauí, 273.

Os dados, que ultrapassam os registros oficiais, ainda têm muito a crescer. O Tô no Mapa, portanto, entra em cena para dar seguimento ao projeto, alcançar comunidades e visibilizar populações não reconhecidas pelo poder público. “Esse é um instrumento potente para que comunidades possam construir um mapa do Brasil que seja mais próximo da realidade. É um meio de mostrar ao país o quanto somos diversos e quantos mundos cabem em um único mapa”, comenta a secretária executiva da Rede Cerrado, Kátia Favilla.

Endossando o discurso, Isabel Figueiredo, coordenadora do Programa Cerrado e Caatinga do ISPN, reforça a necessidade de mapear essas populações. “Entendemos que mapas são instrumentos de luta, instrumentos políticos. Queremos disponibilizar uma ferramenta para que as comunidades se apropriem e possam, elas mesmas, definir seus territórios e, assim, contribuir para a garantia de seus territórios”, afirma.

O mapeamento, que contou com financiamento do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF), concluiu que grande parte das comunidades que vivem no Cerrado e sofrem atualmente com as mudanças do uso do solo não estava representada em documentos oficiais. Além disso, o desmatamento e a agropecuária feita de forma desordenada vêm avançando em um bioma que já perdeu metade de sua vegetação nativa, prejudicando os povos que tradicionalmente vivem na região, inclusive populações das áreas urbanas.

Histórias milenares

Com o Tô no Mapa, o usuário pode, agora, definir os limites de sua comunidade e indicar locais onde ocorre algum tipo de conflito, seja invasão, garimpo ou outra ameaça. Grupos de famílias, que vivem há anos nessas regiões, terão uma visão mais abrangente e confiável acerca de seu território, e poderão mapear também locais de uso, como extrativismo de frutos, roçado e pesca, por exemplo. O aplicativo pode ser ainda uma ferramenta importante para a discussão sobre o manejo do território, educação ambiental e engajamento da juventude.

A diretora de Ciência do IPAM, Ane Alencar, destaca que a iniciativa também está articulada com a Plataforma de Territórios Tradicionais do Conselho Nacional dos Povos e Comunidades Tradicionais (CNPCT), criada em parceria com o Ministério Público Federal (MPF) e lançada em agosto de 2019. “Essa integração permite dar uma escala maior à importância do reconhecimento dos direitos territoriais dessas populações rurais frente ao poder público. Com o Tô no Mapa, lançamos um espaço virtual e robusto para dar voz a quem precisa.” Incluir a comunidade no aplicativo não significa a legalização, titulação ou demarcação do território pelo órgão competente, mas é um primeiro passo para que as comunidades passem a ser vistas pelas políticas públicas. A integração com a Plataforma de Territórios Tradicionais do CNPCT permite que o usuário possa optar por preencher algumas informações adicionais e enviar o registro também à Plataforma, onde o cadastro é recebido e segue o rito normal de validação exigido. Aplicativo Tô no Mapa Disponível para Android.

Fonte: ISPN
10/11/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Incra atende CNA e moderniza cadastro de imóveis rurais

Por redação 10/11/2020
Escrito por redação

- Incra atende CNA e moderniza cadastro de imóveis rurais

Cadastramento poderá ser feito de forma on-line, no site do INCRA

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) atendeu a um pedido da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e modernizou o seu sistema de cadastramento de imóveis rurais. Desde o dia 6 de novembro, a inclusão cadastral pode ser feita via internet.

Toda pessoa física ou jurídica detentora de propriedade ou posse rural não declarada no Instituto pode fazer uma declaração eletrônica para realizar a inclusão de sua área no Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR).

Para o assessor técnico da Comissão de Assuntos Fundiários da CNA, José Henrique Pereira, a criação de um Certificado e Cadastro de Imóveis Rurais (CCIR) online é uma demanda defendida pela CNA, que enviou o pleito ao Incra no final de outubro.

“Essa modernização no sistema auxiliará o produtor rural a resolver problemas simples de erro de dados cadastrais até alterações mais complexas como mudança de área, de titularidade, de exploração e de situação jurídica. É importante destacar que o atendimento presencial vai continuar acontecendo nas diversas unidades do Incra espalhadas pelo Brasil”, afirmou.

Os dados do imóvel rural não cadastrados no SNCR podem ser inseridos no sistema por meio da Declaração para Cadastro Rural (DCR), disponível no portal do Incra.

A inovação vai facilitar e simplificar a vida de produtores rurais, que antes precisavam procurar presencialmente uma unidade de atendimento do instituto para realizar a inclusão cadastral de sua área. A iniciativa representa economia de tempo e de custos com deslocamentos muitas vezes distantes.

A opção é uma nova funcionalidade da DCR, que já era utilizada para alterar os dados de imóveis rurais já cadastrados no Incra. Com a mudança, podem ser realizadas as seguintes atualizações via internet: inclusão de imóvel rural novo e alterações por aquisição de área total, por mudança de condomínio, por exploração, por desmembramento, por remembramento, por anexação de área não cadastrada, por retificação de área, por alteração de dados pessoais e outras como unificação de matrículas e mudança do tipo de situação jurídica.

Declaração

O acesso à declaração será por meio do CPF ou CNPJ. O sistema, com base na informação digitada pelo usuário, verificará em qual situação o mesmo se encontra no SNCR indicando quais procedimentos deverão ser seguidos para completar o acesso à Declaração para Cadastro Rural (DCR).

O sistema, agora, passa a ter conexão com os dados de CPF cadastrados na Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB). Desta forma a situação da pessoa física deve estar regular junto à secretaria.

O Incra elaborou manual com orientações para os usuários acessarem a declaração eletrônica, com informações sobre o preenchimento dos dados na declaração. Consulte o documento para preencher a declaração.

Fonte: Comunicação CNA com informações do Incra
10/11/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Notícias

Orbia promove “Agrofriday”

Por redação 10/11/2020
Escrito por redação

- Orbia promove "Agrofriday"

Plataforma oferece descontos em tradicional semana de ofertas em novembro

A última sexta-feira de novembro, e geralmente a semana que a sucede, já é conhecida pelos consumidores pelo grande volume de ofertas e promoções especiais em praticamente todos os segmentos. Porém, esta vai ser a primeira vez que os produtores rurais também poderão aproveitar as ofertas para garantir seus insumos agrícolas. A Orbia – plataforma que integra um marketplace de insumos, venda de commodities e um programa de fidelidade com produtos e serviços voltados para o produtor rural – promove a Agrofriday, uma semana de ofertas em insumos, venda de grãos e resgate de pontos.

Do dia 27 de novembro ao dia 4 de dezembro os produtores rurais poderão acessar a plataforma para comprar seus insumos agrícolas com 5% desconto em todo o site, resgatar produtos agrícolas com até 15% de desconto e frete grátis além de contar com até 50% de desconto no resgate de softwares e consultorias especializadas.

Depois do sucesso da campanha do Mês do Produtor Rural, que movimentou mais de R$140 milhões em vendas de insumos, a estratégia da Orbia é que a Agrofriday seja um novo marco no calendário dos produtores rurais.

“A Orbia tem em sua essência conectar o produtor rural a uma rede para oferecer benefícios e aumentar a sua produtividade. É por isso que nos aliamos aos parceiros mais relevantes do mercado para desenvolver campanhas como a Agrofriday, e como foram também o Orbia Day e o Mês do Produtor Rural”, destaca Ivan Moreno, CEO da Orbia.

- Orbia promove "Agrofriday"

Fonte: Orbia

 

10/11/2020 0 Comentários
0 FacebookTwitterPinterestEmail
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas
Portal Máquinas Agrícolas

O Portal Máquinas Agrícolas é uma plataforma integrada de informação, conhecimento e serviços sobre mecanização e inovações agrícolas.

 

R. Cristóvão Pereira, 1626 
04620-012 – São Paulo/SP
Tel. + 55 (11) 5042-5260

Fale Conosco
  • Saiba mais
    • Quem Somos
    • Assine
    • Anuncie
    • Login
  • Acesse Também
    • TV MIA
    • Acervo Digital
  • REDES SOCIAIS
Facebook Instagram Youtube Linkedin
  • Categorias
    • Artigo Técnico
    • Coluna
    • Empresas
    • Entrevistas
    • Feiras
    • Manutenção
    • Mercado
    • Opinião
    • Especial
    • Tecnologia

Newsletter

Obrigado!

Seu cadastro foi realizado com sucesso! 

LOCALIZAR NOTÍCIA NO PORTAL

  • CONHEÇA O GRUPO
BMCOMM
TN MEDIA 60 ANOS

Acesse a nossa
Política de Privacidade

© BMComm | Portal Máquinas Agrícolas  ::: Site desenvolvido por Código 1 TI

Máquinas e Inovações Agrícolas (MIA)
  • Home
  • Notícias
  • Coluna
  • Manutenção
  • Agrometeorologia
    • Balanço hidríco climático
    • Balanço hídrico de cultivo e produtividade
    • Balanço hídrico sequencial
    • Mapas do boletim agroclimatológico
    • Índice de conforto térmico bovino
  • Multimídias
    • Youtube
Acessar

Mantenha-me conectado até eu sair

Esqueceu a senha?

Recuperação de senha

Uma nova senha será enviada para você por e-mail.

Recebeu uma nova senha? Acesse aqui