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Notícias

Rondônia divulga vencedores do 5º Concafé

Por redação 09/11/2020
Escrito por redação
- Rondônia divulga vencedores do 5º Concafé

Cafeicultora Luciana Franklin, recebendo prêmio

A cafeicultora Luciana Franklin foi a vencedora da quinta edição do Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café de Rondônia (Concafé). A produtora levou para casa um trator cafeeiro modelo R65, da LS Tractor, com valor superior a R$ 140 mil, que era a premiação oferecida ao ganhador na categoria “Qualidade de Bebida”. O prêmio foi dado pela concessionária Maquiparts, de Vilhena, em parceria com o Consórcio Nacional LS Tractor. O 2º lugar recebeu R$ 30 mil em dinheiro e crédito; o 3º lugar, R$ 15 mil em crédito; e o 4º lugar, R$ 10 mil em crédito. Foi oferecida ainda uma secadora de café, no valor de R$ 98 mil para o cafeicultor ganhador na modalidade “Sustentabilidade”. O Concafé objetiva identificar, premiar e promover os cafés robustas de qualidade, produzidos com sustentabilidade no Estado.

- Rondônia divulga vencedores do 5º ConcaféO concurso recebeu 214 inscrições de produtores de café robusta em todo o Estado. A premiação contou com a presença do vice-governador de Rondônia, José Jodan, e do secretário especial de Regularização Fundiária do Ministério da Agricultura (Mapa), Nabhan Garcia. A cerimônia de premiação ocorreu no último dia 6, através de live, transmitida pelo canal do YouTube do governo do Estado.

“O Concafé acontece desde 2016, e nós estamos evoluindo a cada edição na qualidade dos cafés de Rondônia. Em 2016 nós tivemos apenas três cafés especiais, em 2019 nós já tivemos 54 cafés especiais e nós chegamos a esta edição, de 2020, com 103 cafés especiais”, disse o coordenador do Concafé, Janderson Dalazen.

Cone Sul

Cabixi, Corumbiara e Vilhena, cidades que fazem parte do Cone Sul do Estado, também foram premiadas. Corumbiara e Cabixi, por exemplo, conseguiram notas acima de 80 pontos no quesito bebida especial. Já Vilhena, obteve um histórico segundo lugar, uma performance considerada excelente, batendo todos os campeões de concursos anteriores.

- Rondônia divulga vencedores do 5º Concafé
Um cheque de R$ 30 mil foi entregue aos vencedores do Cone Sul que, a partir de agora, começam a escrever uma nova história em Rondônia. “Foi marco divisor de águas. Estamos gratos e felizes com esse importante resultado. Essa vitória é fruto de muito trabalho e empenho de todos os técnicos do Governo e parceiros envolvidos que estão ajudando a mudar essa realidade e quebrar um paradigma sobre a cultura do café na região sul do Estado”, comemorou o chefe da Emater Território Cone Sul, engenheiro Alessandro Pedralli.

Exportação

Rondônia já participa de projeto piloto de exportação do Café Robusta Amazônico pelo Porto Público de Porto Velho, que enviou, em outubro, a primeira remessa do produto genuinamente rondoniense com destino à Coreia do Sul.

Segundo o produtor e presidente da Cooperativa de Agricultores Familiares da Amazônia (Lacoop), Leandro Dias Martins, quando o produto é entregue deve passar por uma análise sensorial. “O cliente que recebe o produto faz uma análise que contempla uma lista de 10 atributos como: aroma, acidez, amargor, adstringência, salinidade e outros para confirmar o atendimento das exigências do mercado. “Estamos ganhando mercado e nossa expectativa é conquistar novos clientes e até o final deste ano de 2020 enviarmos uma nova remessa do produto”, detalhou Leandro.

A carga, com aproximadamente 40 toneladas e operacionalizada pelo Grupo BDX, foi embalada de forma especial e resistente dentro da sacaria de juta, a fim de conservar o café e evitar oxidação em função da variação de temperatura e umidade.

O pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa-RO), Enrique Alves, explicou que a exportação do café representa uma nova janela de oportunidades para a cafeicultura do Estado de Rondônia, que é inclusive uma das mais importantes do país. “Somos um ponto de referência da cafeicultura na Amazônia, formada por agricultores familiares de pequena escala, onde são utilizadas pequenas áreas quando comparada com outras culturas como a soja que precisa de grandes áreas.

Os agricultores produzem cafés tidos como premium e especiais, agregando valor final ao produto. A tecnologia da lavoura evoluiu nos últimos 10 anos com emprego de qualidade nas etapas de produção e pós-colheita, com contínua busca pelo uso eficiente de insumos, sustentabilidade e redução do custo de produção. Assim, resulta em um produto mais puro e livre de resíduos. Esta valorização do produto final propiciou ao produtor o acesso aos mercados mais exigentes e competitivos como a Europa e Ásia”, finalizou.

Para o produtor de Cacoal e presidente da Associação dos Cafeicultores da Região das Matas de Rondônia (Caferon), Juan Travain, é momento de reunir esforços e conquistar outros mercados. “Enviamos amostras do produto para Itália, Estados Unidos da América e Holanda. Tivemos excelente aceitação e estamos em negociação para escoar o produto. Ainda não temos como definir a quantidade, pois dependerá dessa transação comercial. Divulgamos nosso produto e atingimos o objetivo. Agora precisamos estabelecer a comercialização”, afirmou Juan.

O Brasil é o maior produtor, exportador e segundo maior mercado consumidor de café. Possui uma cafeicultura plural e diversificada, com muitos aromas e sabores originados em lavouras das espécies arábica e canéfora (Conilon e Robusta), cultivadas de norte a sul do país.

Rondônia é responsável por 97% de todo o café produzido na Amazônia, é o 5º maior produtor de café do país e o 2° da espécie canéfora, o café produzido em Rondônia é denominado Robusta Amazônico.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o café é produzido por cerca de 17 mil produtores familiares. Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontam que em 2020 foram mais de 63,6 mil hectares destinados à cafeicultura em Rondônia, representando aumento de 1,3% em relação à área em produção utilizada em 2019. A produtividade média foi de 38,29 sacas/hectare, com uma produção de 2.434,1 mil sacas de café canéfora beneficiadas, sendo 10,7% superior ao volume colhido em 2019.

Fonte: Governo de Rondônia
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Notícias

Contratação do crédito rural cresce 21% e ultrapassa R$ 90 bi 

Por redação 09/11/2020
Escrito por redação

- Contratação do crédito rural cresce 21% e ultrapassa R$ 90 bi 
Produtores usaram a maior parte do recurso para financiamento de custeio e investimentos

As contratações de crédito rural dos produtores, cooperativas e agroindústrias aumentaram 21% nos quatro primeiros meses do Plano Safra 2020/2021 (julho a outubro), em relação ao mesmo período do ano passado. Conforme divulgação do balanço do desempenho do crédito rural  pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o valor total da contratação em 2020 foi de R$ 92,63 bilhões.

Os médios produtores (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor – Pronamp) contrataram R$ 12,78 bilhões e os agricultores familiares (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – Pronaf)  pegaram financiamento de R$ R$ 15,32 bilhões.

Os financiamentos de custeio atingiram R$ 52,42 bilhões, aumento de 16%, sendo que as contratações do Pronamp ficaram em R$ 11,56 bilhões (+8%) e a do Pronaf alcançou R$ 8,27 bilhões (+17%). As contratações de investimentos totalizaram R$ 26,48 bilhões. Os médios produtores participaram com R$ 1,22 bilhão (+15%) e de R$ 6 bilhões (+18%) os agricultores familiares.

Em relação às finalidades industrialização e comercialização, as contratações se situaram, respectivamente, em R$ 5,74 bilhões, aumento de 5%, e R$ 7,98 bilhões, redução de 2%.

A principal fonte dos recursos contratados foi a Poupança Rural Controlada, que se situou em R$ 32,36 bilhões e respondeu por 35% do total dos financiamentos realizados, seguida pelos Recursos Obrigatórios, oriundos dos depósitos à vista, que somaram R$ 19,71 bilhões, cuja participação foi de 21%.

Os financiamentos realizados com recursos da fonte LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) alcançaram R$ 9,58 bilhões, o equivalente a 10% do total da contratações de crédito rural, sem a inclusão das aquisições de Cédulas de Produto Rural (CPR’s).

Segundo o diretor do Departamento de Crédito e Informação do Mapa, Wilson Vaz de Araújo, o continuado aumento da demanda de crédito rural, de maneira especial para investimentos, apesar dos efeitos decorrentes da pandemia do Covid-19, está relacionado ao desempenho da produção de grãos estimada em 268 milhões de toneladas para atual safra.

“O desempenho favorável do crédito rural para financiar a atividade agropecuária, florestal e pesqueira é resultado do empreendedorismo do produtor rural e de seu elevado nível de confiança e de resposta aos estímulos oficiais e de mercado”, salienta o diretor.

Por ainda não estarem disponíveis as informações sobre os financiamentos destinados a aquisições de títulos do agronegócio, pelos agentes financeiros, e das operações de crédito agroindustrial pelo Banco do Brasil, as mesmas não foram disponibilizadas no balanço da SPA.

Fonte: MAPA

 

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Vendas de máquinas avançam 7,2% em outubro

Por redação 09/11/2020
Escrito por redação

- Vendas de máquinas avançam 7,2% em outubro

Expectativa da Anfavea é de fechar o ano com aumento de 5% nas vendas

O setor de máquinas agrícolas fechou outubro com aumento de 7,2% nas vendas na comparação com o mesmo mês do ano passado. Os dados foram divulgados pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Ao todo, foram vendidas 4.530 unidades em outubro deste ano, um recuo de 5% em relação à comercialização em setembro. No acumulado do ano, o aumento nos negócios é de 1,6%, com 37,8 mil unidades neste ano contra 37,2 mil no ano passado.

Diante dos resultados, a Anfavea  renovou suas expectativas para 2020. Em janeiro, a projeção era de um aumento de 2,9% nas vendas, 1% nas exportações e 5,4% na produção. Agora, em outubro, o prognóstico é de alta de 5% nas vendas, mas queda de 31% nas exportações e de 4% na produção.

Produção

A produção de máquinas agrícolas somou 4.919 unidades em outubro, alta de 9% na comparação com setembro, mas queda de 5,2% em relação ao mesmo mês de 2019. No acumulado de 2020, são 38 mil unidades produzidas, redução de 18,1% comparado ao ano anterior.

Quanto às exportações, o mês fechou com 901 unidades negociadas. O resultado é 21,1% a mais que em setembro, mas 20,5% menor na comparação com outubro do ano passado. No acumulado do ano, são 7,3 mil unidades – redução de 32,1% na comparação com o mesmo período do ano passado (10,8 mil unidades).

A Anfavea também renovou suas expectativas para 2020. Em janeiro, a projeção era de um aumento de 2,9% nas vendas, 1% nas exportações e 5,4% na produção. Agora, em outubro, o prognóstico é de alta de 5% nas vendas, mas queda de 31% nas exportações e de 4% na produção.

 

Fonte: Anfavea
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CNH Industrial torna-se acionista do Zasso Group AG

Por redação 09/11/2020
Escrito por redação

- CNH Industrial torna-se acionista do Zasso Group AG

Também houve a renovação de acordo de fornecimento com a CNH Industrial, e sua extensão mundial para alguns modelos de soluções de capina elétrica

A Zasso Group AG, especialista em soluções de capina elétrica, informou que a CNH Industrial  adquiriu uma participação minoritária da empresa. A marca Zasso também confirmou a renovação de seu acordo de fornecimento com a CNH Industrial, e sua extensão mundial. Esta, é líder mundial no setor de bens de capital, incluindo tratores e máquinas agrícolas, com mais de US$ 28 bilhões em receitas consolidadas e 63.000 funcionários em 2019.

Com a transação, a Zasso aumenta sua capacidade de distribuição, fortalecendo sua plataforma de P&D e consolidando sua carteira de propriedade intelectual. A empresa oferece um substituto viável para o glifosato e outros herbicidas químicos, em uma ampla gama de segmentos de mercado, da agricultura ao gerenciamento de vegetação industrial e mercados de consumo. “A entrada como acionista minoritária de uma das empresas industriais mais estabelecidas do mundo é um voto de confiança na qualidade e no potencial de nossa empresa”, afirma Benjamin Ergas, CEO da Zasso Group AG.

Ainda segundo ele, o acordo dá legitimidade à solução de capina elétrica e à família de produtos da companhia. “A marca Zasso está determinada a desempenhar um papel de liderança na transição para um mundo livre de herbicidas”. Esta parceria promove muito o caminho para alcançar nossa visão”, diz Sergio Coutinho, co-CEO da Zasso Group AG. E completa: “Ela também permite que a empresa mantenha a independência estratégica, financeira e operacional”.

A Zasso se beneficiará ainda mais do contínuo lançamento de sua plataforma de inovação AGXTEND pela CNH Industrial, anunciado em novembro do ano passado. AGXTEND é a plataforma da CNH Industrial para tecnologias no setor agrícola, e comercializa as soluções de capina elétrica da Zasso baseadas em tratores da Case e New Holland, sob o nome de produto XPOWER soluções, Powered by Zasso, incluem os produtos XPS e XPU para vinhedos, pomares e ambiente urbano, na Europa, e XP Citrus e XP Coffee, na América Latina.

Fonte: Zasso Group AG
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Embrapa lança livro sobre agricultura digital nas cadeias produtivas

Por redação 06/11/2020
Escrito por redação

- Embrapa lança livro sobre agricultura digital nas cadeias produtivas
A Embrapa Informática Agropecuária (Campinas, SP) lançou o livro “Agricultura Digital: pesquisa, desenvolvimento e inovação nas cadeias produtivas”, em comemoração aos 35 anos do centro de pesquisa especializado em tecnologia da informação aplicada à agricultura. A publicação em formato digital apresenta iniciativas desenvolvidas pela Unidade em parceria com outros centros de pesquisa da Embrapa e instituições parceiras dos setores público e privado.

Dividida em três partes, a obra apresenta o contexto atual da agricultura digital no Brasil, além das principais aplicações nas áreas de modelagem agroambiental, geotecnologias, computação científica, visão computacional, agricultura de precisão, engenharia da informação, bioinformática, biologia estrutural e genômica aplicada às mudanças climáticas. Também aborda como o ecossistema de inovação em agricultura digital está se organizando e as principais perspectivas.

O livro está disponível no site da Unidade e pode ser baixado gratuitamente. São editores técnicos Silvia Maria Fonseca Silveira Massruhá, chefe-geral da Embrapa Informática Agropecuária, Maria Angelica de Andrade Leite, pesquisadora, Stanley Robson de Medeiros Oliveira, chefe de Pesquisa e Desenvolvimento, Carlos Alberto Alves Meira, chefe de Transferência de Tecnologia, e os pesquisadores Ariovaldo Luchiari Junior e Édson Luis Bolfe.

Transformação digital da agricultura

A transformação digital da agricultura é o tema central das comemorações dos 35 anos e foi discutida durante webinar. O objetivo foi apresentar a visão de diferentes atores sobre a agricultura digital no País, as tendências e os principais desafios.

O evento contou com a participação dos especialistas e representantes da área de inovação no agronegócio Roberto Rodrigues, ex-ministro da Agricultura e coordenador do FGV Agro, Paulo Herrmann, presidente da John Deere Brasil, Francisco Jardim, sócio-diretor da SP Ventures e Silvia Massruhá, com moderação do jornalista José Luiz Tejon.

A abertura contou com a presença de Celso Moretti, presidente da Embrapa, Fernando Camargo, secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e Paulo Alvim, secretário de Empreendedorismo e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).

Memória da Unidade

A Embrapa Informática Agropecuária também criou um site dedicado à preservação da sua memória. Lá é possível conhecer um pouco mais sobre a trajetória do centro de pesquisa e os principais resultados obtidos durante esses 35 anos.

O ambiente está organizado por décadas e contém depoimentos, fotos e vídeos que ajudam a contar a história da Unidade. A ideia é que esse espaço seja atualizado continuamente de forma colaborativa.

Fonte: Embrapa Informática Agropecuária (Campinas, SP)
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Abimaq lança guia prático de armazenagem com orientações e boas práticas
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BNDES suspende pedidos de financiamento para armazenagem

Por redação 06/11/2020
Escrito por redação

- BNDES suspende pedidos de financiamento para armazenagem

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) suspendeu os pedidos de financiamento de mais uma linha de crédito do Plano Safra 2020/2021. Desta vez, foi o Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) que teve os protocolos suspensos, “em razão do nível de comprometimento dos recursos disponíveis”, conforme circular divulgada na quarta-feira, 4, no site do banco de fomento.

Desde o fim de setembro, o BNDES já suspendeu novos pedidos das linhas Pronamp Investimento (destinado ao médio produtor rural), algumas do Pronaf (voltado ao produtor familiar), Inovagro (linha destinada à inovação agropecuária) e Moderagro (Programa de Modernização da Agricultura e Conservação dos Recursos Naturais). Além disso, bloqueou novos empréstimos para a linha Moderfrota, ligada ao financiamento de máquinas agrícolas.

 

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Notícias

Becker Metalúrgica desenvolve transportador com aço mais resistente

Por redação 05/11/2020
Escrito por redação

- Becker Metalúrgica desenvolve transportador com aço mais resistente

A  Becker Metalúrgica Industrial, de Gravataí (Rio Grande Sul), com 75 anos de experiência e focada no setor agroindustrial, desenvolveu um transportador de corrente tipo redler para transporte de biomassa, grãos, cinzas, farelos, com fundo revestido em Hardox 500 e as chapas laterais em Hardox 450. Como resultado, obteve o dobro do tempo de vida útil e outros benefícios do equipamento, como menos paradas para a troca dos revestimentos.

Há três anos, o equipamento era feito com o fundo e laterais revestidos em aço estrutural de alta resistência de 6mm. “Esse material durava aproximadamente um ano mais ou menos antes de se fazer a troca”, diz Décio Becker, diretor técnico da Becker Metalúrgica Industrial. “Quando passamos a fabricar o equipamento com o aço Hardox, nos chamou a atenção, pois tivemos um ganho bem considerável naquele período e hoje é ainda maior: temos casos de equipamentos que estão trabalhando há dois anos com o mesmo material”, comenta.

O diretor da empresa afirma que a busca por uma nova solução foi motivada pelo desgaste sofrido no fundo do equipamento, devido ao atrito do produto com o aço e também pelo arraste da corrente metálica que transporta o material. “O movimento de arraste da corrente com o produto gerava um desgaste muito grande na chapa do fundo e nas laterais, pois são equipamentos que trabalham com fluxos de 100 até 500 toneladas por hora de produto”.

Ganho na fábrica

O custo de estoque na Becker foi reduzido. “Tínhamos que comprar um lote mínimo da usina do material que trabalhávamos antes. Hoje, com o aço Hardox, podemos comprar as chapas de acordo com as OPs da fábrica”, salienta Décio Becker.

Antes, também era preciso processar o aço estrutural de alta resistência em terceiros. Hoje, utilizando o Hardox, o processamento é feito internamente.

- Becker Metalúrgica desenvolve transportador com aço mais resistente

“Com o Hardox, começamos a trabalhar com espessuras menores, ou seja, reduzimos o peso do equipamento mesmo mantendo uma resistência ainda maior daquilo que fabricávamos, o que facilita o processamento e o manuseio dentro da fábrica”, afirma o diretor da empresa.

Para o segmento de transportadores, o que mais gera valor e competitividade é a redução de paradas dos equipamentos por manutenção. “A própria durabilidade levou para o cliente final outros ganhos, pois, este equipamento é apenas um item de todo um processo”, avalia Décio.

Quando fabricado com material de aço estrutural de alta resistência, a manutenção levava em torno de cinco dias, o que acarretava muito tempo de inatividade na produção e toda uma programação para esta revisão. Com o aço Hardox, a troca do fundo passou a ser feita apenas uma vez por ano e somente um dia de verificação. “Só no segundo ano de vida do equipamento eles param, com menor tempo de troca, porque o material, mesmo sendo trocado, ainda está em melhores condições que o anterior e facilita sua remoção”, analisa o diretor. “Com equipamentos que transportam 200 toneladas de produto por hora, trabalhando 24 horas por dia, durante cinco a sete dias na semana, o cliente final ganhou 2.400 toneladas a mais de produto transportado por ano”.

A Becker Metalúrgica Industrial Metalúrgica faz parte da rede de parceiros do “Hardox Wearparts”, um grupo de empresas com capacidade técnica para processar os aços de alta resistência da SSAB. “Há cinco anos, começamos a incorporar aos poucos o aço Hardox na fabricação de equipamentos. Começamos a utilizá-lo fabricando martelos para moinhos”, destaca. “Também, fizemos um trabalho de trocar algumas peças que fazíamos com outro aço com tratamento térmico e tivemos um ganho também, pois esse processo era terceirizado e hoje não precisamos mais desse serviço”, compartilha Décio Becker.

Fonte: Becker Metalúrgica
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Máquinas agrícolas são negociadas com desconto em feira virtual do BB

Por redação 05/11/2020
Escrito por redação

- Máquinas agrícolas são negociadas com desconto em feira virtual do BB
Até o dia 27 de novembro, o produtor rural tem a oportunidade de adquirir máquinas e equipamentos agrícolas com descontos, por meio da Feira Virtual Agro BB, realizada dentro da plataforma de negócios Broto, do Banco do Brasil.

A feira reúne 12 marcas, com 37 produtos com condições especiais de compra. A LS Tractor é uma das fabricantes que marcam presença no evento, com descontos de 2% sobre sua linha de produtos. Na área de seguros, os descontos chegam a 10% e, na de consórcios, a 15%.  Para participar da feira e aproveitar as ofertas e descontos oferecidos clique aqui.

De acordo com o departamento do BB, responsável pela realização do evento, os resultados, até agora, estão acima das expectativas iniciais da instituição. Grande parte do sucesso, conforme o banco, está no fato de o BNDES ter suspendido o Moderfrota. Isso abriu caminho para que o BB atuasse como intermediador nas negociações de compra de venda, com linhas específicas de crédito (com recursos próprios) para a feira, nos mesmos moldes do Moderfrota, em que é possível financiar até 85% do valor de orçamento.

- Máquinas agrícolas são negociadas com desconto em feira virtual do BB

Plataforma sob medida

Criada para atender às necessidades do campo, em tempos de pandemia, a plataforma Broto foi colocada no ar em julho com a proposta de facilitar o acesso do produtor rural a produtos e serviços que contribuam para o desenvolvimento da lavoura, aumento da produtividade e gestão de riscos, como linhas de financiamento e seguro rural, por exemplo.

“Batizado de Broto, o projeto consiste em um site responsivo, de fácil acesso, que reúne tudo o que orbita em torno do sistema de produção e do seguro rural. Objetivo é nos tornarmos provedor de solução e inteligência para o agricultor a partir de três pilares: informação, produtos e serviços”, afirmou Paulo Hora, superintendente de seguro rural da Brasilseg, uma empresa BB Seguros, por ocasião do lançamento da plataforma, em julho.

O projeto foi desenvolvido dentro do conceito de metodologia ágil por uma equipe multidisciplinar 100% dedicada. Com a pandemia e os impactos para os produtores rurais em termos de isolamento social, a empresa decidiu lançar uma versão beta, que será atualizada continuamente com novas funcionalidades.

A plataforma já conta com simulador de seguros, da BB Seguros; além de fornecedores de máquinas e implementos agrícolas para avaliação de modelos e cotação. A intenção é embarcar todos os fabricantes de máquinas e implementos, que poderão usar o site como uma vitrine para expor seus produtos.

Paulo Hora explicou ainda, durante o lançamento, que devido à pandemia causada pelo coronavírus muitas feiras agropecuárias foram adiadas e, com isso, muitos negócios deixaram de ser realizados, inclusive a comercialização de máquinas e equipamentos. “O objetivo é integrar a cadeia produtiva no ambiente virtual a fim de rentabilizar e melhorar a produtividade. Queremos trazer o ecossistema das feiras para o mundo virtual, além de oferecer informações para que o produtor possa tomar decisões baseadas em dados”, diz.

 

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Fendt comemora 1º ano no Brasil e 90 anos no mundo

Por redação 05/11/2020
Escrito por redação
- Fendt comemora 1º ano no Brasil e 90 anos no mundo

Marca líder na venda de máquinas agrícolas no mercado europeu, a Fendt (marca do grupo AGCO) celebra em 2020 1º ano de atuação no Brasil. Apesar de recente em solo brasileiro, a marca nascida em 1930 na Alemanha já apresentou aos agricultores nacionais a série de tratores de alta potência Fendt 900 Vario e 1000 Vario, importadas da Alemanha, a colhedora de tecnologia de ponta Fendt IDEALTM, um projeto global que conta com a participação da fábrica de Santa Rosa (RS), a plantadora dobrável com fertilizante em linha Fendt MOMENTUMTM, desenvolvida e fabricada 100% no Brasil, na planta de Ibirubá (RS), e exportada para os EUA e países sul-americanos e europeus.

Este primeiro aniversário foi comemorado em meio à pandemia de Covid-19. Porém, como o agro foi essencial para manter o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em destaque em 2020, a Fendt vislumbra um futuro pujante, através de um plano de expansão. Além de sua sede, em Sorriso (MT), novas concessionárias estão em fase de inauguração em Rio Verde (GO), Sidrolândia (MS), Balsas (MA), Campo Novo do Parecis (MT), Maracaju (MS), Luis Eduardo Magalhães (BA), Primavera do Leste (MT), Campos de Júlio (MT), Palmas (TO), Formosa (GO), Querência (MT), São Gabriel do Oeste (MS), Paragominas (PA), Ponta Porã (MS) e Rondonópolis (MT).

“A Fendt está em festa celebrando esses dois aniversários, é um grande marco na história da tecnologia agrícola. O próximo importante acontecimento será a introdução da FendtONE – um sistema que abre novas possibilidades digitais para os agricultores no campo, assim como na criação e registro de dados no escritório”, afirma Christoph Gröblinghoff, diretor administrativo e Chairman da AGCO, conselho de Administração da Fendt.

Retrospectiva
- Fendt comemora 1º ano no Brasil e 90 anos no mundo
Fonte: Fendt
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Tempo seco afeta produção de milho no RS

Por redação 05/11/2020
Escrito por redação
- Tempo seco afeta produção de milho no RS

Tempo seco prejudica produção de milho no Rio Grande do Sul

O mês de outubro foi marcado pela volta das chuvas, mas em volume insuficiente na maioria das regiões agrícolas do País

Apesar de baixos volumes registrados, o mês de outubro foi marcado pela volta das chuvas na maioria das regiões agrícolas do país, conforme divulgou o Sistema TempoCampo da USP. No Norte os valores de chuva acumulados foram no intervalo de 30 mm a 150 mm. Contudo, em grande parte do Amapá e Pará os registros de chuva foram menores que 30 mm (Mapa 1). No Centro-Oeste foram registrados valores de chuva acumulada no intervalo de 30 a 120 mm. No do Sudeste, o volume de chuvas variou entre 30 mm e 180 mm, com destaque para Minas Gerais, onde a chuva ficou acima dos 120 mm em praticamente todo o Estado. No MATOPIBA a chuva acumulada teve magnitude de 30 a 90 mm e na região nordeste praticamente não choveu.

- Tempo seco afeta produção de milho no RS

O retorno das chuvas não foi suficiente para assegurar a elevação do armazenamento hídrico na maioria das regiões. Devido às altas taxas de evapotranspiração, o armazenamento hídrico no solo ficou no intervalo de 0 a 30% na maior parte do Brasil. Exceto em parte dos estados do Amazonas e Roraima, onde a umidade do solo foi superior a 45% (Mapa 2). No Sul, o armazenamento hídrico ficou abaixo dos 45%, com destaque para o norte paranaense onde a umidade do solo foi próxima de zero.

Nas regiões norte, nordeste e centro-oeste as temperaturas máximas foram superiores a 33°C. O mesmo foi observado para o MATOPIBA, onde as temperaturas máximas também foram maiores que 33°C, com exceção da Bahia, onde predominaram temperaturas máximas abaixo dos 31°C. Temperaturas amenas foram observadas apenas no sul, onde as máximas ficaram entre 25°C e 27 °C, com exceção do Paraná onde as máximas oscilaram entre 27° e 31°C. Já no Sudeste, as máximas variaram de 27°C a 33°C, com destaque para o estado de São Paulo, onde os valores foram superiores à 31°C ao longo de praticamente todo o mês de outubro.

- Tempo seco afeta produção de milho no RS

As mínimas foram superiores à 23°C na região norte e no MATOPIBA. No centro-oeste, as temperaturas mínimas oscilaram entre 21ºC e 25 ºC. No Nordeste foram observadas mínimas na amplitude de 16°C a 25°C e no Sudeste as mínimas oscilaram entre 16°C a 21°C. Já no Sul, as mínimas foram inferiores à 16°C, com ocorrência de geadas em alguns locais (Mapa 4). Destaque para Santa Catarina e Rio Grande do Sul, nos quais as mínimas não passaram de 16°C.

 

 

Tempo e agricultura brasileira

O tempo seco durante o mês de outubro afetou a produção de milho no Rio Grande do Sul, causando perdas às lavouras que serão colhidas no final de dezembro ou começo de janeiro de 2021. As perdas na colheita são irreversíveis, independente das chuvas que ainda podem ocorrer. O mesmo cenário é esperado para Santa Catarina, onde também deve haver redução da produção nesta safra.

O baixo volume de chuvas registrado no final do mês em Santa Catarina comprometeu a produção de forragem nas pastagens da região, impactando na alimentação do gado leiteiro. O tempo firme também atrasou os trabalhos de semeadura da soja no estado catarinense. Os produtores não estão seguindo com as operações, preferindo aguardar bom volume de chuvas para garantir melhores condições iniciais de desenvolvimento à cultura. Embora a semeadura ainda esteja dentro da janela de semeadura mais adequada no Estado, já há atraso em comparação com o ano passado.

Os produtores do noroeste do Mato Grosso, centro do Mato Grosso do Sul, leste de Goiás e sul de São Paulo já tem condição favoráveis para semeadura da soja, apesar da irregularidade de chuvas registradas nos últimos dias de outubro em partes do Centro-Oeste e Sudeste brasileiro.

Mesmo com o registro de chuvas abaixo do ideal em muitas regiões, as condições foram favoráveis para a abertura de novas floradas da safra 2021/22 nos cafezais de arábica, especialmente no sul de Minas Gerais, e em partes do noroeste do Paraná e Mogiana em São Paulo. Já em Garça (SP), espera-se maiores volumes de chuvas para indução de novas floradas. Por outro lado, as lavouras de café robusta estão se desenvolvendo dentro do esperado no Espírito Santo, ainda que o tempo quente e seco observado em setembro tenha prejudicado parte dos cafezais. Por outro lado, em Rondônia as lavouras foram mais prejudicadas pelo tempo firme no último mês, com abortamento de flores e de chumbinhos, com efeito sobre a produção da próxima temporada.

As chuvas voltaram ao Centro-Sul do Brasil no final de outubro após uma longa estiagem iniciada em março, mas o volume pode ser insuficiente para o desenvolvimento da nova safra de cana-de-açúcar que começa a ser colhida em abril do ano que vem. Apesar de o tempo seco beneficiar e acelerar a moagem da cana nesta safra no centro-sul, reduzindo seus custos, a condição é preocupante para a próxima temporada. A seca atrasou o desenvolvimento das lavouras e houve uma menor renovação dos canaviais e a possibilidade de os produtores colherem canas mais novas na próxima temporada, o que também influencia na redução da concentração de açúcar total recuperável (ATR).

Devido ao tempo quente e seco houve a aceleração da maturação das frutas e hortaliças nas regiões produtoras, impactando na comercialização dos produtos hortifruti em todo o país. Em virtude da rápida maturação de alguns produtos houve grandes variações na oferta e demanda dos produtos e nos valores comercializados no atacado. Dentre os produtos que sofreram influência da estiagem está o tomate, o qual apresentou alta nos preços. O clima quente e seco nas principais zonas produtoras de batata impulsionou os produtores a acelerar o ritmo da colheita dos tubérculos para a fim de não reduzir a qualidade dos produtos. Entretanto, com a chegada das chuvas e diante de condições mais favoráveis para a agricultura, há possibilidades de queda nos valores dos produtos.

Fonte: Sistema TempoCampo/USP
05/11/2020 0 Comentários
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