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Coluna

O que fizeram as agtechs para crescer durante a pandemia?

Por redação 18/09/2020
Escrito por redação

- O que fizeram as agtechs para crescer durante a pandemia?

Mauricio Varela*

Os efeitos da pandemia do novo coronavírus foram devastadores na economia de países do mundo inteiro. No Brasil, não foi diferente e o valor da conta chegou. Segundo dados do IBGE recém divulgados, o Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre no País retrocedeu 9,7%, indicando uma nova recessão econômica. Contudo, nem tudo no meio dessa pandemia foi desastroso e a notícia boa vem do campo. De acordo o mesmo levantamento do IBGE, o agronegócio foi o único entre os setores relevantes da economia que saiu ileso e registrou crescimento entre abril, maio e junho deste ano. O PIB das atividades rurais avançou 0,4% no período.- O que fizeram as agtechs para crescer durante a pandemia?

E para a atual safra, as previsões seguem otimistas. Segundo estudo da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), as duas principais commodities (soja e milho) devem registrar recordes de produção neste ano-safra 2020/21, com 113 milhões de toneladas do cereal e 133,5 milhões de toneladas da oleaginosa – aumento respectivo de 12% e 7,3% em relação a 2019/20.

Muitos destes resultados se atribuem principalmente ao esforço e dedicação das empresas do setor que a cada ano ampliam seus investimentos em tecnologia e inovação. Mas, investir em um momento de crise não é para qualquer um, afinal é algo complexo e de extremo risco. No caso da SIMA – Sistema Integrado de Monitoramento Agrícola, uma agtech especialista em monitoramento, coleta, armazenamento e análise de dados, assumir o risco foi calculado. Mesmo com a pandemia, a empresa manteve o contato ativo e a presença em campo juntamente aos clientes e parceiros, e com isso notou-se que o risco valeria a pena já que foram identificadas excelentes oportunidades à vista. E a estratégia deu certo!

Isso porque foi observado o aumento expressivo de lançamento de informações em campo na plataforma da empresa. Quando comparado, por exemplo, o período de janeiro a agosto de 2019 com janeiro a agosto de 2020, houve incremento de cerca de 220%. Um crescimento muito acentuado. Além disso, a expectativa é que essa tendência seja ainda mais significativa e se intensifique nos próximos meses com o início da safra de soja tanto no Brasil quanto na Argentina.

Como crescer na crise?

Essa é a pergunta que certamente todo empreendedor e empresário deve estar se fazendo neste exato momento. É difícil falar que existe uma fórmula padrão, mas a notícia boa é que algumas coisas podem ajudar a resolver essa difícil equação.

Um dos segredos é sempre ter no planejamento os mais diversos cenários que podem se enfrentar e como seria o comportamento da empresa em cada um deles. Essa etapa de planejamento, análise de mercado, riscos e oportunidades é crucial para que mesmo em meio à crise, se tome as decisões corretas e ainda investir.

Além disso, são investimentos gradativos que vão sendo realizados à medida que os negócios vão surgindo. Em resumo, uma vez planejados os cenários e as implicações que cada um deles trariam, é direcionado o esforço para se atingir certos objetivos mais em curtos prazos, que quando alcançados, sejam “liberados” para uma segunda fase, e assim por diante. Assim já devem estar planejadas todas as novas contratações e investimentos em marketing e produtos.

Com esse posicionamento e estratégia, a SIMA se adaptou a crescer em mercados com economia fragilizada e poucos recursos, e se expandiu para diversos países da América latina. Atualmente já está consolidada na Argentina, Colômbia, México, Paraguai, Equador, Venezuela, Uruguai, Nicarágua e Bolívia.

Agora, a pouco menos de um ano de atuação no Brasil, a empresa reafirma seu planejamento e aposta na força do agronegócio brasileiro e tem a meta de até 2021 atingir um volume de 3 milhões de hectares somente no País. Para atingir a meta a agtech ampliou em mais de 50% sua equipe sediada no País para atender e levar suas soluções aos produtores.

O que esperar para 2021?

A expectativa geral é que no próximo ano os cientistas, médicos e estudiosos consigam achar a vacina para o coronavírus e possa assim imunizar a população mundial. Na área política no Brasil espera-se que os novos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores possam manter o trabalho onde tudo anda bem e que possam melhorar onde se faz necessário. Já a agricultura brasileira se prepara para mais uma safra recorde de grãos e a SIMA espera acompanhar esse ritmo ampliando a sua presença nas mais diversas regiões produtivas do Brasil.

*Mauricio Varela é co-founder e country manager Brasil e América Latina da Sima
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Notícias

Consumo mundial de café deve ultrapassar 168 milhões de sacas 

Por redação 18/09/2020
Escrito por redação

- Consumo mundial de café deve ultrapassar 168 milhões de sacas 

Estimativas apontam crescimento de 0,3% do consumo global no período 2019-2020 em relação ao anterior    

A estimativa para o consumo mundial de café no ano-cafeeiro 2019-2020 é de 168,39 milhões de sacas de 60kg, o que representa um crescimento de 0,3% em relação ao ano anterior, que foi de 167,84 milhões de sacas, conforme divulgou o Observatório do Café da Embrapa. O levantamento apontou que a demanda crescente no início da pandemia global devido ao maior consumo em casa, agora apresenta uma estabilidade devido à prolongada crise econômica e à lenta recuperação do consumo fora de casa.

Com relação à produção mundial, aponta o Observatório, é aguardado que o ano-cafeeiro 2019-2020 atinja o volume de 169,34 milhões de sacas, número que representa uma redução de 2,2% se comparado ao ano-cafeeiro anterior. A expectativa é de redução de 5% na produção de café arábica que deve atingir o volume físico de 96 milhões de sacas, enquanto que para o café robusta a previsão é de um aumento de 1,9%, alcançando 73 milhões de sacas produzidas.

Com exceção da Ásia & Oceania onde está previsto um aumento de 2,2% na produção de café, atingindo 50,92 milhões de sacas de 60kg, são aguardadas quedas na produção em todas as outras regiões. O Observatório apontou que a África deve ter uma ligeira redução de 0,2% e atingir 18,83 milhões de sacas, enquanto na América Central & México a redução prevista é de 4,6% chegando a 20,73 milhões de sacas. Por fim, na América do Sul, maior região produtora de café do mundo, a queda é estimada em 4,6% com o volume de produção final em torno de 78,87 milhões de sacas de 60kg.

Fonte: Embrapa Café
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Notícias

MP Agro apresenta linha Taurus Robust

Por redação 17/09/2020
Escrito por redação

- MP Agro apresenta linha Taurus Robust

Nova linha  possui três modelos diferentes de equipamentos com até 30 mil kgs de carga total

A busca por máquinas mais produtivas e rentáveis no campo, tem se tornado cada vez maior. Por isso, as empresas do ramo buscam inovar e desenvolver tecnologias e ferramentas que facilitem esse trabalho e o torne também mais barato. Com esse objetivo, a MP Agro Máquinas Agrícolas, de Ibaté, São Paulo, especialista em distribuidores de fertilizantes em aço inox, lançou a Linha Taurus Robust. Segundo a empresa, o produto se destaca pela alta capacidade de carga do equipamento desenvolvido 100% em inox.

“Esta é uma demanda que recebemos dos próprios clientes, principalmente de grandes grupos. Com a presença de tratores maiores no campo, a nova linha foi projetada pensando nos produtores mais exigentes em relação a produtividade, uma máquina que devido a sua alta capacidade de carga possibilita menos paradas para abastecimento, maior disponibilidade operacional e consequentemente melhor produtividade diária no campo”, destaca o diretor presidente da empresa, Douglas Peccin. A Taurus Robust foi projetada para unir grande capacidade de carga, alto rendimento, durabilidade e tecnologia. A nova linha de equipamentos é formada por três modelos de capacidade de carga, 20 mil kgs, 25 mil kgs e 30 mil kgs. No portfólio da empresa até então, os distribuidores de arrasto tinham até 12 mil kgs de capacidade, e agora, com a Linha Robust, o produtor pode contar com uma capacidade de carga quase três vezes maior comparado ao modelo 12 mil.

Este tipo de implemento é indicado principalmente para quem quer economizar em hora/máquina, uma vez que conforme destaca o profissional da empresa, sua alta capacidade e robustez permitem que o distribuidor trabalhe muito mais tempo e tenha que realizar menos paradas para carregamento.

Outras especificações da máquina

- MP Agro apresenta linha Taurus RobustPara garantir mais agilidade e precisão no uso do equipamento, os modelos dessa linha são dotados de agricultura de precisão embarcada, permitindo

realizar aplicações através de taxa variável e desligamento de seção. “Os produtores já se deram conta dos benefícios gerados pela tecnologia embarcada em implementos. O uso da tecnologia na aplicação de fertilizantes, por exemplo, é algo essencial para facilitar a regulagem dos equipamentos, evitar desperdícios de insumos e ter o monitoramento das operações com informações precisas, garantindo assim maior produtividade com o menor custo”, afirma Peccin.

O sistema de esteira removível fabricado também 100% em aço inox, facilita a limpeza e por ser de inox não sofre com o efeito da corrosão, o que aumenta a vida útil do sistema. Desenvolvido para o trabalho com diversos produtos, como diversos corretivos e fertilizantes, o equipamento foi projetado para trabalhar o ano todo.

Características exclusivas

O rodeiro foi projetado com sistema de rala copiadora de movimento, eixos cônicos de auto compensação e pneus de alta flutuação, o que permite maior estabilidade e baixa compactação de solo. Além disso, o equipamento possui um sistema de iluminação e câmeras integradas, um kit calibração e bandejas para teste, tela de proteção em inox, kit lona fácil de cobertura, tubulação hidráulica em aço inox, desligamento de seção automática, roletes da esteira em polipropileno com sistema de fácil encaixe.

Seguindo as outras linhas da marca, a Taurus Robust, conforme a companhia, tem estrutura 100% em aço inox de alta durabilidade, incluindo chassi, elevando a vida útil do equipamento em pelo menos cinco vezes mais comparado as máquinas oferecidas pelo mercado, um diferencial que garante a durabilidade sem a necessidade de reparos causados por corrosão.

Fonte: MP Agro
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Agricultura irrigada em debate

Por redação 17/09/2020
Escrito por redação
- Agricultura irrigada em debate

Pivô Valley em funcionamento

 

Como a irrigação pode aumentar a produtividade e contribuir para a sustentabilidade no agro? Esse foi o tema do webinar que abriu o quarto dia da Agrishow Experience. O evento discutiu o sistema de irrigação por pivô central, que corresponde a cerca de 50% do que é produzido pela agricultura irrigada no Brasil, nos 6,8 milhões de hectares irrigados. Participaram da discussão Leandro Preuss (gerente Regional de Vendas da Lindsay América do Sul), Renato Silva (diretor-presidente da Valmont) e Marcos Esposito (gerente de Relações com o Mercado Bauer), com moderação do professor sênior da UFV, Everardo Mantovani.

Levantamento da Agricultura Irrigada por Pivôs Centrais no Brasil, produzido pela Agência Nacional de Águas (ANA) em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), mostra que o sistema de pivôs centrais foi desenvolvido nos Estados Unidos e patenteado em 1952. A invenção permitiu transformar a região semiárida das Grandes Planícies da América do Norte em um dos maiores celeiros de grãos e carne do mundo. Atualmente, o pivô é o sistema mais usado nos Estados Unidos.

A estrutura de um pivô é composta por torres metálicas triangulares montadas sobre rodas, com uma das extremidades fixadas no centro da área a ser irrigada (ponto-pivô). Conforme o documento, o sistema oferece como vantagens capacidade de distribuição uniforme da água requerida pelas culturas, alto grau de automação, adaptação a diferentes tipos de solo e irrigação de grandes áreas, além da capacidade de aplicação de fertilizantes e defensivos agrícolas.

No Brasil, o primeiro pivô central foi instalado em 1979 na bacia do rio Tietê no município de Brotas, em São Paulo. Desde então, agricultura irrigada por pivôs centrais apresenta crescimento forte e persistente nas últimas décadas, e que se acelerou ainda mais a partir de 2010, chegando a uma área de 1,476 milhão de hectares em 2017, o equivalente a 2,5 vezes o território do Distrito Federal. Este total é 47 vezes maior que a área mapeada em 1985 e o triplo registrado no ano 2000, quando foram contabilizados respectivamente 31 mil e 490,5 mil hectares.

O diretor-presidente da Valmont, Renato Silva, explica que, apesar dos números ascendentes, a agricultura irrigada no País ainda está muito distantes de outros países, como a China, em que a irrigação ocupa 69 milhões de hectares, ou da Índia, como 76 milhões de hectares irrigados.

“Ainda temos um caminho interessante pela frente”, aponta. O executivo comenta que o setor cresce em cerca de 200 mil hectares por ano de área irrigada, mas que há potencial para subir esse número para 350 mil hectares ao ano, incentivados pela busca por produção cada vez mais sustentável.

“O País que não tiver a sustentabilidade na agenda estará fora do jogo. A sociedade espera isso. Os jovens veem a sustentabilidade como algo muito relevante e serão eles que estarão à frente das empresas na tomada de decisão no futuro”, avalia.

Retomada

- Agricultura irrigada em debate

Lindsay – Zimmatic

Leandro Preuss, gerente Regional de Vendas da Lindsay América do Sul, aponta que a demanda por equipamentos de irrigação tem registrado um movimento de aceleração, mesmo com a pandemia do coronavírus. “A retomada tem sido mais rápido do que se imaginava, principalmente no agro”, assinala. A expectativa, segundo o executivo, é de o setor fechar o ano com crescimento de 10% a 12%. Ele diz que o número é bem acima dos 5% que o segmento registrou nos últimos anos. “Há potencial para os próximos anos de estabilizar a procura e crescer de 5% a 6%. Toda a indústria está preparada para isso”, aponta.

Marcos Esposito, gerente de Relações com o Mercado Bauer, afirma que a empresa trabalha com 90% de sua capacidade produtiva, em um turno. “Temos condições de aumentar de 2,5 até 3 vezes esse montante. Estamos nos preparando para isso, criando infraestrutura necessária para atender à demanda”, explica.

 

 

 

 

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Notícias

New Holland Agriculture expõe novidades na Agrishow Experience

Por redação 17/09/2020
Escrito por redação
- New Holland Agriculture expõe novidades na Agrishow Experience

Plantadora New Holland PL 7000

A New Holland Agriculture, marca da CNH Industrial, levou à Agrishow Experience, suas principais linhas de máquinas e soluções para o campo. Os equipamentos, entre eles alguns lançamentos recentes, como a nova linha de plantadoras PL7000, ficarão expostos na vitrine digital da feira até dezembro. Essa vitrine apresentará soluções completas da New Holland para o campo, que ficarão expostas dando a possibilidade ao visitante de ver imagens das máquinas e visualizar informações sobre os produtos.

Entre os equipamentos expostos estarão os modelos de plantadoras PL7048, de 48 linhas, e PL7061, de 61 linhas, esta última está entre as maiores do País. Indicadas para as principais culturas de grãos graúdos, como soja, milho e algodão, essas máquinas são direcionadas para grandes e médias propriedades, onde a janela de plantio é cada vez menor e a necessidade de se obter rendimento operacional é fundamental para o sucesso da operação. São equipamentos que entregam um melhor rendimento operacional, maior qualidade de grãos e aumentam a capacidade produtiva e a eficiência no campo.

Na linha de pulverizadores o destaque é o modelo Defensor SP3500, com capacidade para 3.500 a 4.000 litros, com barra de 30/36 metros e vão livre de 1,43 metro. Ele é perfeito para atuar em controles mais eficazes. Possui defesa e proteção garantidas com segurança e alta performance e é adequado a todo tipo de cenário. Também é embarcado com pacote tecnológico de alto padrão. Além disso, possui excelente distribuição de peso, proporcionando perfeito equilíbrio nas manobras e estabilidade da barra de pulverização.

Entre as colhedoras New Holland expostas na vitrine digital está a CR8.90, recordista mundial de colheita de soja. A máquina é ideal para garantir a qualidade dos grãos com alta performance. Com duplo rotor e mesa autonivelante ela realiza uma debulha perfeita, com separação eficaz que resulta em grãos de altíssima qualidade e grande potencial para a germinação.

Outro destaque da vitrine, só que na linha de tratores, é a família T7, representada pelos modelos T7.175, que são robustos e resistentes, com excelente capacidade de trabalho e uma relação perfeita entre produtividade e economia, e o T7.205, com potência entre 100 cv e 200 cv, que se encaixa nas mais diferentes necessidades do produtor, garantindo o retorno do investimento e o melhor desempenho. A linha T7 foi a pioneira no Brasil a apresentar motores com nível de emissões europeu Tier 3, que equivale ao MAR-1 do Brasil.

Além desses modelos, estarão em exposição na Agrishow os seguintes maquinários agrícolas New Holland:

  • Plantadora PL6000, disponível nos modelos 11 a 36 linhas x 45 cm e 11 a 32 linhas x 50 cm;
  • Colhedoras da linha CR modelos CR5.85, CR6.80, CR7.80 e CR7.90, que graças ao duplo rotor e separação eficaz garantem a qualidade dos grãos com alta performance;
  • Enfardadora Roll Baller 125 e linha BC5000 (modelos BC5060 e BC5070) – estas últimas equipadas com coletor largo SuperSweep, aliado aos dentes curvos, que entregam fardos consistentemente densos, bem formados e fáceis de operar;
  • Forrageira FR CRUISER, que comprovadamente entrega a melhor qualidade de silagem;
  • Tratores TK4.100 (sinônimo de confiabilidade e sustentabilidade, com confiáveis e fortes motores de 4 cilindros FPT Industrial F5C Common Rail de 3.400 cm³); T4.85F, de motores turbinados, proporcionando maior torque e podendo atingir 352 Nm em apenas 1.250 rpm, o que significa melhor resposta e menor consumo de combustível; T4.75N, dotados de controle e capacidade elevada Litf-O-Matic™ – melhor controle e uniformidade durante as operações, chegando a uma capacidade máxima de 2.600 kgf de levante;
  • Modelos da linha T6: tratores T6.110, que possuem aliam força, rendimento e desempenho com tecnologia e um design moderno e arrojado; T6.130 – possui versões de até 132 cv de potência e modelos específicos para cada atividade em campo.
Fonte: New Holland Agriculture

 

 

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Máquinas New Holland Construction marcam presença na Agrishow Experience

Por redação 16/09/2020
Escrito por redação
- Máquinas New Holland Construction marcam presença na Agrishow Experience

Retroescavadeira New Holland B95B

A marca da CNH Industrial demonstra a versatilidade da linha amarela no agronegócio

A New Holland Construction, marca da CNH Industrial, levou para a Agrishow Experience 2020 o seu portfólio de máquinas e soluções para o segmento. No evento, foram apresentadas as retroescavadeiras B95B e B110B, as pás carregadeiras 12D EVO, W130B, W170B e W190B, as escavadeiras hidráulicas E145C EVO, E175C EVO, E215 C EVO, E245C EVO, E385C EVO, E405C EVO, E485C EVO e E505C EVO, as motoniveladoras RG140.B, RG170.B e RG200.B, os tratores de esteira D140B, D150B e D180C e as minicarregadeiras da nova Série 300 – L318, L320, L325 e L330. Os modelos disponíveis na Vitrine Digital da Agrishow auxiliam o agro nas mais diversas aplicações.  “A linha amarela tem funcionalidades para as mais variadas aplicações e atendem às necessidades do produtor rural. A cada dia cresce a demanda pela mecanização e o consequente aumento da eficiência no agronegócio”, afirma o especialista de Marketing de Produto da New Holland Construction, Esio Dinis.

- Máquinas New Holland Construction marcam presença na Agrishow Experience

Escavadeira hidraulica New Holland E175C EVO

As retroescavadeiras B95B e B110B, por exemplo, possuem maior força de desagregação e maior capacidade de levantamento, realizando tarefas como abertura de valas, adubação, construção de cercas, cultivo, desassoreamento, limpeza, irrigação e transporte de materiais. A possibilidade de instalar implementos potencializa o uso destes equipamentos com garfos pallets, caçambas de variados tamanhos e funções, martele hidráulico e perfuratrizes.

Já as escavadeiras hidráulicas Série C EVO da marca, oferecidas em uma ampla linha de até 50 toneladas, podem ser dimensionadas para abertura de tanques, obras de drenagem em estradas e curvas de nível, proporcionando ciclos mais rápidos, aliando resistência e durabilidade com maior valor consolidado.

Minicarregadeiras Série 300

A New Holland Construction apresentou também na Agrishow Experience a Série 300, a nova geração de minicarregadeiras lançada pela marca. Disponível em quatro modelos – L318, L320, L325 e L330, de 60 hp a 90 hp de potência, capacidade operacional de 818 kg a 1.360 kg e força de desagregação de 24,7 kN a 38,3 kN, a família traz cabine com comandos reposicionados e novo design, resultando em melhor interface e conforto ao operador.

- Máquinas New Holland Construction marcam presença na Agrishow Experience

Minicarregadeiras New Holland Serie 300

A tecnologia da Série 300 inclui a elevação Super Boom, que garante altura e alcance de descarga e estabilidade. Enquanto o braço sobe, desloca a carga para a frente e não para trás, resultando em alcance e alturas maiores que permitem descarregar em locais onde as outras não alcançam, conforme a empresa, em aplicações como carregamento de grãos em caminhões e abastecimento de alimentação para animais.

Por fim, a linha auxiliar de baixo e alto fluxo operacional da Série 300 oferece vazão hidráulica para atender qualquer tipo de implemento, em aplicações como abertura de valas, limpeza e preparação de terrenos, transporte de fardos, pallets e big bags.

Diretor comercial da New Holland Construction, Marcelino Baião reforça a versatilidade das máquinas em fazendas, agroindústrias e aviários, dentre outras atividades do agro. “O investimento na locação de um equipamento pode ser facilmente revertido na aquisição de uma máquina nova, que atenderá prontamente todas as necessidades do produtor e da infraestrutura rural”, aponta.

Fonte: New Holland Construction

 

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FPT Industrial leva para Agrishow soluções em geração de energia

Por redação 16/09/2020
Escrito por redação
- FPT Industrial leva para Agrishow soluções em geração de energia

Geradores de energia 

 

Portfólio reúne motores parciais “ Short Block”e “Long Block”, voltados para o mercado de reposição, além de peças, serviços e motorizações para os segmentos on-road, off-road e marítimo

Fornecedora de uma ampla gama de geradores e motores (G-Drive) voltados à produção de energia, a FPT Industrial levou seu portfólio de soluções customizáveis à Agrishow Experience 2020. Em ambiente virtual, os interessados puderam explorar os atributos e possibilidades dos geradores de energia – nas configurações Aberto e Cabinado, de 30 kVA a 700 kVa de potência –, e motores para esta aplicação, com range de potência de 30 kWm a 601 kWm.

Na Vitrine Digital do evento, a empresa participou com os motores parciais “Short Block” e “Long Block”, utilizados para reposição de motores em campo, com a garantia da marca da CNH Industrial, além de peças, serviços e motorizações para os segmentos on-road, off-road e marítimo.

- FPT Industrial leva para Agrishow soluções em geração de energia

Short Block e Long Block

“Com mais de 150 anos de experiência, a FPT Industrial é uma empresa que desenvolve tecnologias em powertrain de acordo com cada realidade. Neste ano de desafios, aceleramos com o agronegócio, apresentando soluções para crescer junto a este mercado na Agrishow Experience 2020”, afirmou o presidente da FPT Industrial para a América do Sul, Marco Rangel.

Com uma extensa gama configurável em potência e isolamento térmico e acústico, os geradores de energia FPT Industrial são produtos premium, que permitem o monitoramento e o controle inteligente, em que o operador pode escolher o modo de funcionamento e controlar os parâmetros do gerador, realizando gestão remota de maneira fácil e simples, graças ao design funcional de navegação.

A cabine insonorizada premium é preparada para as condições mais severas de operação, não comprometendo o funcionamento do gerador. Com portas em ambos os lados e construção modular, permite fácil desmontagem, manutenção acessível e simples, otimizando o tempo de reparação e preservando a segurança do operador.

Produzidos no Brasil, os geradores de energia FPT Industrial fornecem energia limpa, rápida, confiável, eficiente e com baixo custo de manutenção. Na aquisição, o cliente conta com condições especiais de financiamento, por meio do Banco CNH Industrial, e FINAME disponível nas versões de 40 kVA a 255 kVA. Além disso, há a exclusiva modalidade Consórcio.

Motores para aplicação em geradores

- FPT Industrial leva para Agrishow soluções em geração de energia

Motores para geradores (G-Drive)

No mercado de energia desde 1989, a FPT Industrial oferece motores (G-Drive) para as mais diversas aplicações em geradores. Nas últimas décadas a marca da CNH Industrial produziu mais de 400.000 motores para o segmento, se destacando pela alta produtividade e durabilidade, associado a baixos custos operacionais. O portfólio inclui produtos de 50 Hz e 60 Hz com potências de 30 kWm a 601 kWm. Um dos últimos lançamentos em motores para geradores é o FPT N67TE8, um propulsor seis cilindros de injeção eletrônica capaz de gerar potência em modo stand-by de até 254 kWm.

“Nossos geradores e motores para geração de energia oferecem um conceito inteligente em qualquer situação. São equipamentos pensados em detalhes para que a sua energia chegue mais longe”, afirma o especialista de Marketing Produto da FPT Industrial, André Faria.

Fonte: FPT Industrial
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O campo fértil da inovação no agronegócio

Por redação 16/09/2020
Escrito por redação

- O campo fértil da inovação no agronegócio

“O campo fértil da inovação no agronegócio” foi o tema do webinar na Agrishow Experience, que reuniu os especialistas Abdalah Novaes (líder de Negócio para Climate FieldView na América Latina), Amir Szuster (vice-presidente de Vendas e Novos Negócios Agritask), Cristiano Paim (diretor de P&D Stara) e Marcelo Kozar (diretor-executivo Via Máquinas), além do moderador Cleber Soares (diretor de Inovação MAPA).

Dentro dessa temática, Abdalah Novaes, líder de Negócio para Climate FieldView na América Latina, destacou as prescrições e seleção de sementes da Climate FieldView, com o uso de inteligência artificial, que ajuda os agricultores a entender como empregar determinada genética em semente na melhor área para que se obtenha o máximo desempenho e melhore a produtividade da lavoura de forma sustentável. “Essa é uma realidade que já está no campo”, afirma.

Novaes vê ainda como entraves para maior uso de inovação e tecnologia no campo a falta de conectividade nas fazendas e também a falta de mão-de-obra qualificada.

Para Amir Szuster, vice-presidente de Vendas e Novos Negócios Agritask, uma plataforma de gestão que permite a digitalização de todos os dados do negócio em um único lugar, sem alterar os métodos de trabalho aos quais a fazenda já está acostumada, o uso de tecnologia no campo deve acelerar ainda mais. “Nos apoiamos em pesquisa da Embrapa que mostrou que 84% dos produtores já usam algum tipo de tecnologia no campo”, explica.

Cristiano Paim, diretor de P&D da Stara, destacou que hoje a empresa está instalada no coração da agricultura de precisão brasileira, que é a região de Não-me-toque (RS). A Stara, que produz máquinas agrícolas, incorporou nos últimos anos tecnologias, como softwares e sensores em sua linha de produção. “Pensamos em produção em uma única camada”, assinala.

Já Marcelo Kozar, diretor-executivo da Via Máquinas, contou que a empresa usa a inteligência artificial para conectar o mercado de máquinas usadas a produtores interessados em adquirir os equipamentos.

 

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Produtores de orgânicos ganham visibilidade

Por redação 16/09/2020
Escrito por redação
- Produtores de orgânicos ganham visibilidade

O projeto vai mapear cadeias produtivas para conectá-las com os consumidores

Com objetivo de fomentar a competitividade e o desenvolvimento sustentável de pequenos negócios agrícolas, o Sebrae selou mais uma parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O projeto intitulado “Produtos Agroalimentares Diferenciados” ou PADs, vai dar mais visibilidade, incentivando o consumo de alimentos não convencionais, tais como orgânicos e agroecológicos (frutas, verduras e hortaliças). Também serão contemplados alimentos com qualidade diferenciada e tipicidade, como por exemplo um doce de umbu artesanal produzido no interior do nordeste brasileiro.
Inicialmente o PADs está em execução em três estados: Alagoas, Sergipe e Pernambuco. Os lugares foram escolhidos em razão do potencial gastronômico e turístico dessas regiões, além da carência de políticas públicas voltadas para inovação na agricultura. O plano de trabalho do PADs prevê ações como levantar informações sobre a produção, a distribuição e o consumo desses alimentos, bem como a criação de ferramentas para conectar estes segmentos e dar maior visibilidade aos produtos.
Após o levantamento, serão implementadas dinâmicas voltadas a promover maior conectividade e proximidade entre produção, mercado e consumo, considerando os diversos atores (agricultores, associações, cooperativas, agentes ATER, agroindústrias, varejo de produtos agrícolas e de gêneros alimentícios, estabelecimentos de alimentação fora do lar, consumidor final) e os vários fatores que interferem nessa relação. Em termos de resultados, será organizado um banco de dados georreferenciados e integrados, criando um espaço para fortalecer redes de produção e consumo, na forma de mapas de oportunidades em plataformas digitais.
Para a analista da unidade de competitividade do Sebrae, Newman Costa, o mapeamento das informações irá possibilitar a realização de ações de estratégia e de inteligência, que irão motivar a inovação no agro brasileiro. “O PADs nos traz a oportunidade de rastrear e conhecer melhor a riqueza da nossa agricultura. O Brasil é referência mundial pela diversidade de alimentos produzidos, nesse contexto os pequenos negócios têm papel fundamental na garantia da segurança alimentar da população, na geração de emprego e no fortalecimento da economia”, afirma.
A analista acrescenta que por mais que a produção seja vasta, ainda há dificuldades de conexão entre produtores e consumidores. Por esse motivo, há uma importância ainda maior de concentrar as informações em mapas de inteligência. “A busca por produtos alimentares diferenciados, típicos e locais, tem crescido em todas as regiões brasileiras. Percebemos uma modificação nos hábitos, dando preferência para orgânicos e da terra. Por isso, o Sebrae entende que é cada vez mais importante apoiar iniciativas que deem visibilidade para esses pequenos produtores”, finaliza.
De acordo com o chefe geral da Embrapa Alimentos e Territórios, João Flávio, o projeto do PADs irá beneficiar os pequenos negócios ao facilitar a comunicação entre produtores e consumidores. “A parceria é extremamente positiva devido à complementaridade das duas instituições. A Embrapa de um lado gerando e aplicando conhecimento que possui e o Sebrae de outro proporcionando a conexão tão grande que tem com o mercado. Com essas duas frentes vamos alcançar o objetivo do projeto que é conectar os produtores de alimentos diferenciados com os consumidores e revendedores. Além disso, o projeto nasce em um contexto que cada vez mais as pessoas buscam alimentos através de aplicativos. Com a criação da plataforma digital do PADs, vamos possibilitar que milhares de pessoas tenham acesso a alimentos especiais, com características de produção e regionalidade que os tornam únicos. Sem dúvida, isso vai potencializar o crescimento dos pequenos negócios”, analisa.

Fonte: Sebrae/Embrapa
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Tecnologia digital para produtores de pequeno a grande portes

Por redação 16/09/2020
Escrito por redação

- Tecnologia digital para produtores de pequeno a grande portes

O acesso à agricultura digital e de precisão para o pequeno, médio e grande produtor rural foi o assunto que abriu o terceiro dia de debates na Agrishow Experience, evento que ocorre de forma totalmente virtual.  Os especialistas Rafael Antonio Costa (gerente de Desenvolvimento e Negócios  da Precision Planting), Vinicius Faião (líder  Comercial na Climate FieldView), Alexandre Dal Forno (head de Marketing Corporativo & IoT da TIM Brasil), e Carlos Aguiar Neto (diretor de Agronegócios do Santander), com moderação de Fernando Degobbi (Sambonovich – diretor-presidente da Coopercitrus), falaram de novidades nessa área e dos desafios que ainda enfrentam para implantar soluções no campo.

A Climate Fieldview apresentou o Fieldview Drive, um dispositivo que coleta tanto dados de campo quanto do equipamento. Ele conecta a máquina com o tablete na cabine via bluetooth, gerando mapas e relatórios em tempo real. Uma das vantagens do produto, segundo o líder comercial da empresa, Vinicius Faião, é o fato dele trabalhar off-line, principalmente em áreas sem acesso à internet. “Ele faz esse trabalho sem a necessidade de conectividade. Quando chega perto do sinal 4G, na sede a propriedade, por exemplo, ele consegue subir essas informações para a nuvem”, explica.

Alexandre Dal Forno (head de Marketing Corporativo & IoT da TIM Brasil) destacou que hoje muitas máquinas já têm tecnologia embarcada, com uma grande quantidade de informações para ser retiradas, mas que a questão da conectividade ainda impede o uso maior desses dados. O executivo lembra que a empresa foi pioneira em levar para o campo a tecnologia 4G, por meio do “TIM no Campo”, que opera na frequência 700MHz. No ano passado, foram 5,1 milhões de hectares de áreas rurais cobertas. “A empresa está focada em oferecer soluções que aumentem a eficiência e a produtividade no campo.”

O executivo conta que o modelo 4G foi desenhando pensando em reunir as mesmas condições de acesso que se têm nas cidades à área rural, por meio de instalação de antenas nas fazendas, com alcance de 15 mil até 40 mil hectares de cobertura. O desafio agora, conforme Dal Forno é viabilizar a conectividade para pequenos e médios produtores rurais, principalmente de áreas mais remotas do País. “A pandemia atrasou um pouco os planos de negócios para esse público, mas queremos apresentar um modelo até o final do ano”, informa.

Para viabilizar a digitalização no campo, o mercado financeiro já dispõem de linhas de crédito exclusivas para o produtor. Carlos Aguiar Neto, diretor de Agronegócios do Santander, explica que, desde 2015 o banco tem enxergado o setor como um dos pilares para o crescimento sustentável das operações da instituição. Nesses cinco anos, das mais de duas mil agências do Santander no Brasil, 300 já são vocacionadas para o agro, além de contar com mais de 40 pontos de atendimento em áreas antes não atendidas, como no Nordeste e Centro-Oeste do País. “Com esse investimento, conseguimos aumentar o volume emprestado ao agronegócio de R$ 6 bilhões, em 2015, para R$ 23 bilhões esse ano”, assinala.

Aguiar Neto acredita que esse volume poderia ser maior, se houvesse uma mudança no manual de crédito rural, hoje em vigor. “Existe um trabalho muito sério para que o crédito rural seja 5.0”, explica. Ele diz que faz parte de uma comissão na Febraban que reúne lideranças do setor para promover uma reforma completa no manual de crédito rural.

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